A A A C
email

Quinta-feira, 26/12/2013

Histórias Africanas

Tags: 7ªcre, projetos.

 

O projeto Histórias Africanas que nos enredam, do CIEP João Batista dos Santos, iniciou-se em setembro e teve sua culminância no mês de novembro.

 

O Projeto Histórias Africanas possibilitou aos alunos do CIEP João Batista dos Santos o acesso a diferentes contos, reconhecendo a leitura como fonte essencial para produzir bons textos.

 

               Mural tema criado para a culminância do projeto.

 

Além disso, as crianças puderam participar de rodas de leitura, contação de histórias, pesquisas, discussão, atuar diretamente como coautor nos processos de textualização: planejamento, reescrita, revisão, reconhecendo a importância de conhecer textos bem escritos para fundamentar sua própria versão e que pode despertar o griô* que há em cada um de nós.

 

O Brasil é um país de grande lastro africano! Na culinária, na música, nos folguedos, nos contos populares, nas crenças, na cultura de forma geral. Que África é essa que veio para o Brasil? Para responder essa questão, a Sala de Leitura despertou o desejo, plantado pelo fascínio e encantamento que será multiplicado e percorrido num mar de histórias, contos e lendas africanas.

 

Trabalhos artísticos produzidos a partir de histórias e contos africanos.
 

Os contos africanos foram deixados pelos povos da África como cultura oral – onde contadores tradicionais (griôs – depositários da tradição oral) das tribos eram valorizados justamente por conhecer muitas histórias, ter um rico conhecimento popular e transmiti-los a todos. As heranças deixadas por eles foram trazidas para o Brasil com a vinda dos escravos e, até hoje, temos a influência cultural africana, possibilitando o resgate dos personagens e suas histórias tão importantes que muitas vezes ficam esquecidas.

 

A Cobra de Sete Cabeças feita com bolinhas de papel crepon amassado.

 

OBJETIVOS
 

  • Valorizar a cultura e a identidade como sujeito inserido na própria história;
  • Reconhecer a leitura como fonte essencial para produzir bons textos;
  • Apropriar-se do gênero textual conto africano;
  • Transitar por diversos autores que produzam contos populares africanos;
  • Relembrar a sequência dos fatos e itens que farão parte do reconto oral;
  • Tomar o planejamento como guia;
  • Desenvolver habilidades de artes cênicas e plásticas;
  • Despertar o contador de história que há dentro de cada um;
  • Conscientizar-se sobre a preservação do meio ambiente.


DURAÇÃO


Início no mês de setembro, dando continuidade em outubro. A culminância ocorreu em novembro, com exposição dos materiais produzidos e contação de histórias pelos alunos para outras turmas, professores e responsáveis.



PÚBLICO-ALVO


Da Educação Infantil ao 5º Ano de Escolaridade, Educação Especial, Turmas de Projeto (NCM).


 

O Tambor Africano.

 

DESENVOLVIMENTO

 

  • Roda de leitura de contos e lendas africanas: fazer leitura, em seguida, propor que faça reconto para se familiarizar e apropriar do enredo da história;
  • Reflexão comparativa sobre alguns critérios (início, meio e fim; descrição dos personagens; ambientação);
  • Planejamento coletivo, organizando que atividade vai ser desenvolvida em cada conto: produção textual, confecção de animais, boneca abayomi, registro em cartaz, pinturas, mosaico, máscaras e outros;
  • Realizar montagem da coletânea de poesias;
  • Organizar com os alunos como e quando será a visita às turmas para contação de história;
  • Confecção de animais da savana com material reciclável;
  • Confecção da árvore baobá com garrafa PET;
  • Arrumação da exposição;
  • Produção de vídeo com todo material pesquisado e confeccionado pelos alunos.

 

Murais expostos durante a culminância do projeto.
 

AVALIAÇÃO


O projeto Histórias Africanas que nos enredam foi avaliado durante todo o processo através da observação na participação das atividades coletivas e individuais. Quando necessário, traçando novas estratégias e ajustes necessários, partindo de observações feitas durante as aulas. Autoavaliação. Culminância com exposição, contação de histórias e apresentação de um vídeo.



Assim, essa florescência de palavras ancestrais, esse potencial que depende de ouvintes e da interação do outro com o meu trabalho, de contadora de histórias e de encantar os livros, esse projeto e as palavras que sairão das bocas dos nossos alunos vão inaugurar e fundar novos contos e histórias diversas.

                                                                                               Texto Adaptado.

Relato da professora Jane da Silva Ferreira

 

   ____________________________                                                                         
* Griô: palavra griô (ou griot) tem origem africana, mas chegou ao país por meio do idioma francês, guiriot, que significa criado, e designa aquele que ensina as lendas e os costumes de seu povo. 
Fonte: http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2013/08/globo-rural-mostra-cultura-grio-no-brasil.html

 

 PARTICIPEM, TAMBÉM, DESTE ESPAÇO QUE É NOSSO, DAS ESCOLAS, DOS PROFESSORES, DOS ALUNOS E DEMAIS FUNCIONÁRIOS QUE FAZEM A EDUCAÇÃO CARIOCA!

 

CONFIRAM NO LINK A SEGUIR, QUAL É O REPRESENTANTE DE SUA CRE
E DIVULGUEM O QUE SUA ESCOLA REALIZA!
RIOEDUCA NET - A REVOLUÇÃO ACONTECE: QUEM SOMOS NÓS?

http://portalrioeduca/sobrenos.php

 

Contato:

 

Roberta Vitagliano

 professora da rede municipal

e representante do Rioeduca da 7ªCRE

 

robertavitagliano@rioeduca.net

twitter: @robertacarmina

 

 

                               

 

 

 

x

p> x

x


   
           



   
Comentário enviado com sucesso, aguardando moderação.














Sua indicação foi enviada com sucesso!









Saiba mais:

projetos (467)
7ªcre (277)

Comentários
Não há comentários sobre este tópico.