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Terça-feira, 08/11/2011

Show de Talentos na 9ª CRE

Tags: 9ªcre, artesvisuais, extensividade.

 

A Professora Silvia Prates Lima - Aux. Chefia I do PET Dr. Jair Tavares de Oliveira que faz parte da equipe de Extensividade da SME (Polos, Núcleo de Arte, Clube Escolar). Nos enviou o material para divulgação do evento que foi desenvolvido no mês de outubro. O evento chamado Show de Talentos, que contou com a participação de todos os Espaços de Extensão Escolar da 9ª CRE, foi realizado no CIEP Pontes de Miranda. O evento foi uma excelente oportunidade para mostrar os talentos de nossos alunos em diversos números de música, danças, peças, no esporte, além de exposição de trabalhos artísticos.

 

A professora Silvia nos dá mais detalhes do evento:

 

Participaram deste evento os Polos de Educação pelo Trabalho Dr. Jair Tavares de Oliveira, Alzira Araújo e Dr. Dilson Alvarenga de Menezes, o Núcleo de Arte Prof. João Fernandes Filho e o Clube Escolar Campo Grande.

 

Todos fazem parte da Extensividade da SME, ou seja, trabalhamos no contraturno. Atendemos cerca de 2000 alunos de diversas escolas de nossa CRE nas seguintes oficinas: Polos: Informática, Alimentação, Reciclagem, Fotografia, Meio Ambiente, Artes Visuais, Video, Rádio, Teatro, Desenho. Núcleo: Dança, Teatro, Vídeo, Música, Artes Visuais. Clube: Danças, Lutas, Esportes em geral.(futebol, vôlei, handebol etc).

 

No dia 07/10/11 estivemos no CIEP Pontes de Miranda, que abriga o PET Dilson Alvarenga, e apresentamos diversas modalidades de atividades de todos os EEE's de nossa CRE. Foram expostos trabalhos dos alunos em tendas de cada unidade e todos puderam apresentar seus talentos.

 

Também tivemos apresentações de flauta doce, danças, judô, teatro e muita coisa boa. Tivemos a banda do Ciep no início e também abrilhantou nosso evento a participação da Banda dos Doutores da Alegria que atendem no Hospital de Geriatria, ao lado do CIEP. Foi um momento mágico, de descontração e intensa interação entre os músicos e as crianças.

 

Tivemos o apoio da GED da 9ª CRE e a presença de nosso Coordenador, Prof. José Mauro da Silva que muito se encantou com os talentos de nossa turma jovem.


Foram momentos de muita alegria e queremos aqui agradecer à Direção do CIEP, Profª Selma Fátima e Prof. Sergio pela acolhida.


 

 

Grupo de Ginástica Rítmica do Clube Escolar Campo Grande - Professora Teresa

 

 

 

Grupo de Ginástica Artística do Clube Escolar Campo Grande - Professora Daniele

 

 

 

Profº José Mauro (Coordenador da 9ª CRE), Profª Eloísa (Chefe I PET Dr. Dilson de Alvarenga Menezes), Profª Silvia (Aux. Chefia I do PET Dr. Jair Tavares de Oliveira), Profª Sandra (Artes Cênicas do PET Jair Tavares)

 

 

 

Grupo de Flautas do Núcleo de Artes João Fernandes Filho

 

 

Silvia Prates e Marcio Mendes (Chefes do PET Dr. Jair Tavares) 

 

 

 

Agradecemos a Professora Silvia pela colaboração e a toda à equipe de Extensividade da 9ª CRE pelo belo trabalho desenvolvido.

 

 

Venha você também fazer parte desta REVOLUÇÃO, basta encontrar o e-mail do representante da sua CRE através do link http://www.rioeduca.net/sobrenos.php e enviar  Projetos ou Blog desenvolvidos por você, sua escola ou aluno .

 

 

                                                                            

 

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Quarta-feira, 02/11/2011

Alunos da rede Monitores na ArtRio: I Feira Internacional de Arte Contemporânea/Rio

Tags: 6ªcre, artesvisuais, visitas.

 

 

Alunos da E.M. Mario Piragibe na entrada da ArtRio.

 

 

Alunos da rede na ArtRio: I Feira Internacional de Arte Contemporânea do Rio


Projeto Piloto de alunos da rede monitores em exposições de Artes


No dia 9 de setembro, Thiago Carvalho Santos e Felipe Souza Lima, alunos do 9º ano da E.M. Mario Piragibe, em Anchieta, participaram de um Projeto Piloto do Curso de Extensão para Alunos do ensino público fundamental do Rio de formação de monitores para exposições de Artes. O projeto foi concebido por Jacqueline Mac-Dowell, da Coordenadoria Técnica Pedagógica de Artes Visuais da SME-RJ, em parceria com a ArtRio Fair 2011, a primeira Feira Internacional de Arte Contemporânea do Rio de Janeiro, uma mega exposição de obras das mais representativas galerias arte de todas as partes do mundo, realizada no Píer Mauá, na Zona Portuária da Cidade,  8 a 11 de setembro.

 

Os alunos participaram no dia 31 de agosto de 2011 de uma entrevista com Jacqueline Mac-Dowell, no Centro de Artes Calouste Gulbenkian, sendo Felipe e Thiago (de 16 anos) aprovados para esta tarefa pioneira, que consistia em ser monitores das visitas guiadas de alunos das escolas da rede aos espaços expositivos da ArtRio, em parceria com os monitores universitários (alunos da UFRJ e UERJ).

 

No dia 09 de setembro, eu (professora de Artes Visuais) e mais três professores da escola E.M. Mario Piragibe, Claudia (Fundamental I), Rodrigo (História), Carolina (Geografia) e uma mãe representante, Jurema Dias, acompanhamos 30 alunos da turma 1901 para a visita em que Thiago e Felipe (ambos da turma 1903) foram os guias.

 

A Feira, que apresentou mais de 700 obras de arte de 83 galerias do Brasil e do mundo, objetiva aproximar do cotidiano dos cariocas peças que só estariam expostas em museus, galerias e outros espaços culturais bem distantes geograficamente.

 

Esta experiência pioneira de monitoria de uma mostra não-estudantil de artes é, a meu ver, um salto para a educação da arte nas escolas, uma vez que abre espaço para uma atitude protagonista dos alunos, possibilitando um maior intercâmbio entre o "mundo escolar" e o mundo das Artes. Habitualmente, a experiência dos alunos do fundamental é a de espectador - ou "participante", quando a obra é interativa - em visitas a exposições de artes, ou a de "produtor", quando ocorrem Mostras Estudantis (como, p.ex., a Mostra Conexão das Artes SME-RJ - que acontece em galerias e outros espaços alternativos do Centro Cultural Calouste Gulbenkian). Uma experiência enriquecedora tanto do ponto de vista dos alunos visitantes, quanto dos alunos monitores que, sendo do Fundamental II participaram da monitoria da visita guiada lado a lado com alunos Universitários.

 

Com essa proposta, os alunos visitantes (t.1901) puderam dialogar mais fluentemente com as obras pelo intermédio de seus colegas monitores da Feira de Arte (t.1903).

 

Ao retornarmos à escola, os alunos escreveram relatos sobre a experiência, discutiram o que eles compreendem por arte contemporânea e realizaram trabalhos visuais a partir de tais conceitos (postarei em outra ocasião estes trabalhos).
 

Minha sugestão é que para os próximos anos estas experiências sejam ampliadas, aqui no Rio (em nossa rede), para outras atividades do mundo das Artes, como a de curador, por exemplo, onde os alunos poderiam ser convidados a estar presentes durante a curadoria e montagens das exposições, para assim, participando da construção de uma Mostra de Artes, melhor compreendam todo o processo. Críticos de artes poderiam conversar com os alunos sobre o seu trabalho de reflexão; galeristas e colecionadores, sobre seus acervos, e artistas visuais, convidar alunos e professores para um diálogo em seus ateliers - etc.
 

Tendo acompanhado de perto tanto a entrevista de Thiago e Felipe com Jacqueline Mac-Dowell, quanto a atuação dos alunos monitores e visitantes no dia da Feira, a partir de meus registros e dos depoimentos dos participantes, esta postagem foi realizada.

 

 

 

Na entrevista com a profª Jacqueline Mac-Dowell

Centro de Artes Calouste Gulbenkian

 

 

Os alunos Felipe e Thiago (turma 1903/E.M. Mario Piragibe) no dia da entrevista.

 

 

Felipe e Thiago se sairam bem na entrevista e foram convidados a participar da monitoria na ArtRio.

 

 

 

NA  I FEIRA INTERNACIONAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA  DO RIO

 

 

 

Thiago, na entrada da Feira, conversando com um grupo de alunos e professores

 

 

 

 

Felipe, conversando com o outro grupo...

 

 

 

Visitando o espaço de exposição da Feira de Arte (acima,  Galeria Jean Boghici

 

 

Os alunos fazendo seus registros fotográficos das obras

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Acima, o desenho do espanhol Juan Francisco Casas, fotografado pelas alunas, é feito com caneta esferográfica! Inacreditável, não? Quando retornamos à escola, propus uns trabalhos com o mesmo material, após termos lido um  texto sobre a história da caneta esferográfica: pode parecer banal, mas a esferográfica é uma das  grandes invenções de nosso tempo!

 

 

 

 

De volta a escola, discutimos alguns conceitos da arte contemporânea como o gosto pela reprodutibilidade incessante das imagens, a virtualidade, o simulacro, o "ilusionismo" das imagens de nosso mundo contemporâneo, a questão da "verdade" (da "veracidade dos fatos", da ambiguidade), a interatividade, a impermanência, a efemeridade, a imaterialidade, a preferência por temas ligados à política e às questões sociais etc.

 

Os alunos compreenderam que os artistas contemporâneos tem sempre em mente um objetivo com sua obra, mesmo que o público não consiga ver de imediato qual a intenção, qual a proposta do artista - e nem este esteja presente para explicar o porquê. Mas sempre há uma ideia, um porquê, um conceito que norteia a obra de arte contemporânea. E que tudo que o artista vai usar para (re)criá-la precisa ter uma correlação com esta sua ideia proposta, com o conceito, com o "porquê" da obra (mesmo que o "porquê" seja não ter "porquês", seja questionar o porquê dos porquês).

 

Os alunos foram então instigados a criarem propostas cuja tônica foi a arte efêmera. Deixei em aberto o uso do material (usaram desde alimentos até esculturas com folhas de caderno e objetos em que atearam fogo ao término da exposição). No dia 26 de outubro, os alunos apresentaram, em sala de aula, suas propostas de artes para os colegas de classe e para os educadores da escola (professores e funcionários) convidados.
 

 

 

 

 

 

 

 

 

Experimentos com chás... "Self Service Pajé" - O estande favorito das professoras!

OPAVIVARÁ - http://opavivara.com.br/

 

 

 

 

 

 

Nossos alunos, do Fundamental II, foram monitores da Feira juntamente com alunos universitários: uma experiência muito enriquecedora! Acima, obra "emoldurada" dos famosos grafiteiros Os Gêmeos.

 

 

FRAGMENTOS DE RELATOS:


Pâmela Lorrena (t.1901): "Eu achei interessante porque aprendemos muito na escola, mas numa visita nós aprendemos muito mais em apenas algumas horas! E também vemos obras diferentes das que vemos na escola e ainda como cada autor procura se expressar."

Iasmim de Souza (t.1901): "Na minha opinião, ter alunos da escola auxiliando em conjunto com os guias da exposição foi bom porque, como eram colegas, a gente ficava mais à vontade e tinha menos vergonha de tirar dúvidas".

Thiago Quaresma (t.1901): "Achei muito interessante ter alunos da escola na visita guiada junto com os guias da exposição porque isso ajuda a mudar a imagem dos alunos da escola pública, porque tem pessoas que dizem muitas coisas ruins sobre nós..."

 

Pâmela Lorrena (t.1901): "Eu achei legal ter colegas da escola auxiliando na visita à Feira de Arte porque eles demonstraram que todos são capazes de chegar a qualquer lugar, é só querer. Alunos de escola pública sofre muito preconceito."

 

Nívea Maria (t.1901): "[...] só porque somos da escola pública não significa que somos vândalos, pena que nem todos sabem disso".


Ediene Silva (t.1901): "Uma coisa que foi bem legal foi o fato de ter alunos da escola nos auxiliando em conjunto com os outros guias da exposição, isso fez com que todos ficassem mais à vontade na visita."

Iane Monteiro (t.1901): "O que eu achei de ter alunos da escola como monitores da visita guiada? Eu achei bem legal porque a gente vê não apenas o lado brincalhão das pessoas e sim também um lado mais responsável e sério"

Ellen Rodrigues (t.1901): "Achei interessante ter alunos como monitores porque eles tiveram a oportunidade de expor o conhecimento de cada um deles".

 

 

 

Todos atentos aos comentários dos monitores, guias da exposição...

 

 

 

Trabalhos que surpreendem!

 

 

 

O aluno Thiago (t.1903) conversando com o galerista colombiano de La Galeria sobre uma das obras que muito chamou a atenção dos alunos visitantes!

 

 

 

Cosecha, de Carlos Castro, uma obra curiosa que chamou bastante a atenção dos alunos!

 

 

 

Outra obra que chamou a atenção dos alunos: a bandeira feita com notas de nossa moeda, o Real!

 

 

Detalhe do trabalho anterior

 

 

 

 

 

Esta foi a obra mais votada no gosto dos alunos: interativa, divertida, instigante: um chão ilusório ou uma cama de elástica disfarçada de chão?

 

 

 

Professora Claudia bastante curiosa com a obra...

 

FRAGMENTOS DE RELATO:


Ingrid Maria (t.1901): "Gostei do quadro feito com figurinhas adesivas porque figurinha é uma coisa que todo mundo gosta, até os adolescentes, e de longe não dava pra perceber..."


Iasmim de Souza (t.1901): "De tantas obras, a que mais me marcou foi a imagem de uma mulher, mas não era simplesmente da imagem que eu gostei, esta imagem era feita com caneta esferográfica!"


Daniele Nery (t.1901): "Eu gostei do quadro branco, que de longe parecia ser todo branco, mas de perto estava escrito nele. E a cortina de ferro, que parecia ser leve, mas era pesada."


Thiago Quaresma (t.1901): "As obras que mais me marcaram foram: uma foto de Vik Muniz de uma atriz muito famosa, em cristais, e uma obra de um artista colombiano [...] quando você passava a mão perto, apitava, era um tipo de sensor do movimento".

 

Thiago Quaresma (t.1901): "Eu aprendi que moderno nem sempre é moderno, que moderno pode ser antigo [...]"

 

Carmem Dias (t.1901): "Na visita à ArtRio, aprendi que uma diferença entre a arte moderna e a arte contemporânea está no tipo de 'material' usado na obra. Na arte contemporânea é um material que nos faz pensar" [...] "também pude conhecer as obras de alguns artistas de que já tinha ouvido falar: como Cândido Portinari e Os Gêmeos (grafiteiros), e também pude ver uma obra que já tinha visto em uma reportagem da TV ou na internet, que era uma nota de dólar personalizada." [...] "As obras que mais me marcaram foram: a espiga de milho seca, em que no sabugo o artista implantou dentes de verdade; o piso de madeira que tinha elasticidade, no lugar da superfície (chão) eram elásticos que faziam a base e dava a sensação de pula-pula; a saia que levantava, se você não observasse bem, nem percebia o fio que fazia o movimento da saia levantar e descer, a pessoa até podia pensar que a saia era mágica. Mas de alguma forma tudo isso era um tipo de ilusionismo... todas essas obras eram interessantes, despertavam a admiração e a curiosidade."

 

 

 

Profª Carolina (de azul) e alunos...

 

 

 

Prof. Rodrigo e sua inseparável câmera...

 

 

Alunos da E.M. Mario Piragibe (t.1901) com as professoras Jacqueline, Carolina, imaculada (à esquerda da foto), professora Claudia (à direita) e professor Rodrigo, fotografando, diante do mar que encantou a todos!

 

O MAR DO RIO...

 

Mateus Diogo (t.1901): "Essa Feira é muito boa porque o público não precisa se deslocar para outros pontos da cidade, do país ou do mundo, eles vem todas as artes em um lugar só. Foi deslumbrante ver obras de grandes pintores, como: Pablo Picasso, Fernando Botero, Alfredo Volpi, dentre outros artistas. Grandes quadros do passado e do presente. [...] Além das grandes obras, também tem aquela vista maravilhosa do mar"!

 

Cinthia Santos (t.1901): "Além das obras, o que me marcou foi aquela vista linda de frente para o mar".

 

Ediene Silva (t.1901): "Algo que me marcou além das obras foi a belíssima paisagem da zona portuária, o que deixou o nosso passeio ainda mais agradável".

 

 

Foi uma tarde alegre, de experiências marcantes e boas aquisições de conhecimento. Antes de irmos embora, enquanto aguardávamos a chegada do ônibus, Felipe e Thiago me contaram que eles tinham conhecido umas professoras que haviam citado o meu nome... Eles me levaram até elas e... Surpresa! Três colegas, professoras de Artes da rede, Daniele, Vânia e Mônica, também se encontravam na ArtRio, trabalhando na Oficina de Daniel Azulay!

 

 

ArtRio Kids 2011 - Oficina de Daniel Azulay

 

 

Daniel Azulay e as professoras de Artes da rede que participaram da oficina para crianças

 

 

 

As professoras Daniele, Vânia Januário e Mônica Francese, na Oficina ArtRio Kids 2011 de Daniel Azulay, atendendo as crianças da Casa de Apoio às Crianças com Câncer de Santa Tereza (CACCST) - já estávamos para ir embora, quando chegou esta turminha animada!

 

 

 

Eu e as professoras Daniele, Vânia e Mônica

 

FRAGMENTOS DE RELATOS:

 

Jaqueline Souza (t.1901): "A experiência de visitar a arte... conhecendo coisas novas, viajando no mundo através da arte."


Felipe Lima (t.1903, aluno monitor da ArtRio): "A ArtRio foi não só uma feira interessante, mas uma enorme fonte de conhecimento e aprendizado, onde pude ver, apreciar e saber mais sobre os artistas e suas obras. Na ArtRio, eu fui um dos monitores e tive um maior contato com estas obras, o que me inspirou a seguir uma carreira, não sei como vou conseguir, mas se estiver entre obras de Artes, eu estarei feliz".


Thiago Santos (t.1903, aluno monitor da ArtRio): "A ArtRio foi uma experiência que eu nunca esquecerei, pois foi afinal a realização de um sonho [Thiago planeja ser guia turístico], além de me fazer conhecer coisas novas. Conheci um verdadeiro mundo novo. Um universo totalmente diferente do que eu encontrava fora da escola. A escola já me passou diversas experiências quanto à arte, e ir a ArtRio foi uma grande realização, até porque o desejo pela arte vem de família. Com tudo isso, aprendi a ver a arte com olhos diferentes, de uma outra forma."

Profª Carolina: "O evento nos proporcionou uma tarde de lazer e cultura, em um momento agradável, onde, até quem não é fã da arte contemporânea, se encantou com as diversas obras expostas, além de, através da visita guiada, entender um pouco sobre o significado de cada obra."

Profª Claudia: "[...] tem algo que preciso destacar: a participação dos alunos Felipe e Thiago [...] que estudaram, pesquisaram, se informaram sobre a ArtRio e, no dia da Feira, foram os monitores de seus colegas de escola. O grupo [de alunos visitante] se mostrou atencioso e interessado. Garanto que se perguntarem a cada aluno que participou desta aula diferente o que eles acharam, tenho certeza que vão dizer que foi uma aula inesquecível".

Jurema Dias (mãe acompanhante): "O convite para a Feira Internacional de Arte Contemporânea foi muito importante para os alunos, pois só assim a grande maioria pode ver não apenas obras de arte, mas também um mundo diferente do que eles vivem. Eles interagiam, efetuavam perguntas sobre as obras e, quando não perguntavam, prestavam atenção em tudo que era relatado. [...] Agradeço a oportunidade de ter participado deste evento e agradeço também em nome dos alunos que foram, pois daqui a 15 anos eles ainda lembrarão das coisas incríveis que viveram."

 

NOTA: Os depoimentos da postagem são registros imediatos à visita à ArtRio.

 


Para a profª Jacqueline Mac-Dowell (SME-RJ) - assim como para todos que participaram -, este Projeto Piloto foi um sucesso, e ela já tem planos - junto aos organizadores da Feira e à Secretaria de Educação - para as próximas edições da ArtRio! Portanto, fiquem atentos, e não deixem de inscrever seus alunos e sua escola para a ArtRio 2012 (informações no blog Conexão das Artes SME-RJ)!

 

 

 

FOTOS: Imaculada Conceição M. Marins (nas em que apareço: prof. Rodrigo ou alunos)

 

 

AGRADECIMENTOS:


 À agradável recepção que nossa escola teve na ArtRio 2011, ao apoio da 6ªCRE, que disponibilizou o ônibus, aos monitores da UFRJ e UERJ, que colaboraram e participaram com os alunos nesta tarefa, aos colegas professores, Claudia Lopes (Fundamental I), Carolina Cândido (Geografia), em especial, professor Rodrigo Peres (História), que acompanhou Thiago e Felipe, a Adjunta de Direção de nossa escola, Rosalina Monteiro, que - discretamente, nos "bastidores" da E.M. Mario Piragibe - agilizou e tornou possível toda esta nossa atividade extra classe, à mãe de uma de nossas alunas, Jurema Dias Bezerra, grande incentivadora das artes, sempre presente em nossas visitas aos espaços artísticos-culturais, e - claro - à profª Jacqueline Mac-Dowell, SME-RJ, pela oportunidade singular!

 

 

PARABÉNS, FELIPE E THIAGO PELO EXCELENTE TRABALHO!

 

PARABÉNS, ALUNOS DA E. M. MARIO PIRAGIBE!
 

 

 

                                           

 

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Sexta-feira, 28/10/2011

Arte, ecologia e cidadania - N.A. Nise da Silveira

Tags: 3ªcre, artesmusicais, artesvisuais.



 

“A arte não responde; pergunta!”
(Bienal da MERCOSUL
Porto Alegre-2003)

 

O Núcleo de Artes Nise da Silveira participou da Mostra de Dança da 3ª CRE com coreografias baseadas no Projeto Político Pedagógico É pau, é pedra, é o fim do caminho... (clique para ver na íntegra). Vamos conhecer um pouco do projeto e como as coreografias o desenvolveram.

 

" O Núcleo de Artes tem como função não só ampliar o tempo de permanência do aluno na escola, mas, ao fazê-lo, atender as duas demandas nos campos simbólico e cognitivo.
O aluno vem em busca de formas de expressar sua sensibilidade, suas habilidades, quer se situar no mundo, perante seu grupo e sua família, mostrando que é capaz de fazê-lo, seja dançando, pintando, escrevendo, representando.

 

Isso deve levá-lo também a refletir acerca do mundo que o cerca e a manifestar-se criticamente de uma forma nova, não usual no seu cotidiano, utilizando-se da linguagem da arte como expressão de seu posicionamento no mundo."

 


Este ano o Núcleo Nise da Silveira mudou-se, como vimos no post Conhecendo as novas instalações do N.A. Nise da Silveira - 3ª CRE, e repensou a sua prática levando em conta que estamos no Ano Internacional das Florestas inseriu o tema em seu planejamento.

 


" Nosso Núcleo de Arte está situado na fronteira da Serra da Misericórdia, com seus últimos resquícios de Mata Atlântica, seus quase 900 mil habitantes em sua maioria em 98 favelas que compõem o Complexo do Alemão, da Penha e do Juramento.

 


Assim, podemos constatar que o assunto “florestas” não é algo distante, subjetivo, que diz respeito apenas a “ecochatos”, atrás de macacos dourados, tartarugas e árvores.

 


É assunto presente e permanente na qualidade de vida, nas possibilidades de permanência da vida, na pureza da água que bebemos, do ar que respiramos. O uso responsável que fizermos das florestas e de sua sustentabilidade, garantirá nossa sobrevivência no planeta."

 

A partir daí e sob a inspiração da frase que abre este artigo, a metodologia foi definida. " Essa é a metodologia: escolher a imagem, o texto, a peça, a música, a dança; trabalhar os olhos, os ouvidos, o corpo, “escavando” sentidos, interagindo com a obra e recriando, “fazendo dessa experiência um encontro de outra ordem com a arte e as coisas da vida.”(Mirian Celeste e Gisa Picosque) (...)

 


Diante do tema escolhido, fazer a busca pessoal, a pesquisa e a seleção. Na sala de aula, expor os alunos à nova situação. Digerir antropofagicamente e regurgitar uma nova criação." Enfim, fazer arte é repensar sua realidade e expressá-la artisticamente. Perguntar de outra maneira, não fornecendo a resposta, mas buscando-a. " Essa afirmação dá o norte para a empreitada: o trabalho com arte suscita mais perguntas que respostas. O professor pesquisador formula constantemente suas perguntas e conforme encontra as respostas, formula novas perguntas. As certezas são efêmeras, a busca é que é constante."

 

O resultado vem através das coreografias apresentadas. Alma Lavada, de responsabilidade das profªs. Carmem Lúcia e Viviane, mostra as águas de março que "fecham o verão e lavam as almas dos homens, trazendo frescor, harmonia e poesia neste trabalho coreográfico."

 

 

Já a coreografia S.O.S Floresta repensa essa floresta tão próxima, na Serra da Misericórdia e tão distante por causa da ocupação desordenada. "A música da primeira parte da coreografia foi composta por Wesley Frias, aluno de Hip Hop, e alerta sobre a devastação da natureza causada pelo homem. Precisamos replantar esperança." A responsável foi a Profª. Cláudia Teresa.

 

A coreografia Som da Terra "traz uma narrativa poética e contemporânea, ainda se questionando por que se derrubam árvores. Este trabalho coreográfico mostra um figurino reciclado, reaproveitando restos de malha, conduítes de obra e latão de lixo, para compor a cena coreográfica e tinta flúor para os efeitos com uso de luz negra. As Profªs. Responsáveis são Cláudia Teresa e Joselene Lemos."

 

 

Por fim, a Tropa de Elite das Artes entra em cena com o belo painel representando o cenário do Complexo do Alemão, pintado pelos alunos de Artes Visuais da Profª Maria Celina.

 

 

A Tropa de Elite das Artes quer " divulgar e dar a devida importância ao trabalho com a Arte na Unidade de Extensão. (...) A arte transforma vidas e já percebemos isso no comportamento de nossas crianças. O trabalho coreográfico foi elaborado pelas profªs. Cláudia Teresa e Joselene Lemos."

 

Certamente, a arte e o esporte proporcionam aos alunos uma perspectiva de futuro diferente. O aplauso ao final das apresentações é mais um incentivo a este porvir melhor.

 

 


 

 

Veja com atenção o vídeo com algumas fotos das apresentações:

 

 

 

 

Imagens, texto do PPP do Núcleo de Artes e outros adaptados cedidos pela Profª Joselene Lemos.

 

                                                                            

 

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Terça-feira, 25/10/2011

Doutel no Anima Escola

Tags: 9ªcre, artesvisuais, animaescola.

 

O Rioeduca visitou O CIEP Armindo Doutel de Andrade na 9ª CRE a algumas semanas para conhecer o trabalho de animação que vem sendo desenvolvido e que vai fazer parte da mostra de 2011 do Projeto Anima Escola. Quem nos recebeu carinhosamente e nos conta esta experiência é a professora Regente da Sala de Leitura Marylice.

 

O CIEP Doutel de Andrade desenvolve projetos em mídia educacional  há algum tempo, participando de vários Projetos da SME. Desde 2009 vem vivenciando cursos de animação promovidos pelo Anima Escola*. Em 2011 teve seu Projeto de Animação em Produção Autônoma selecionado para compor o DVD do Anima Escola.

 

A direção do CIEP na figura da Diretora-adjunta Rosangela de Carvalho, em conjunto com a professora regente de Sala de Leitura Marylice Silva convidaram o Professor Élcio Arian de Geografia a organizarem o Projeto “Conceitos Animados de Geografia”.

 

Rosangela de Carvalho (Adjunta), Marylice Silva (SL), Élcio Arian (Geo.)

 

O Professor Élcio Arian empenhado em tornar seus alunos protagonistas no processo ensino-aprendizagem, escreveu o roteiro: A BOLA GIRA, E O MUNDO TAMBÈM, onde experimentou novos olhares sobre a cartografia, na produção de vídeo de animação para posterior utilização em sala de aula – novo material pedagógico produzido pelos próprios educandos, ampliando assim as possibilidades e as linguagens das aulas de Geografia, perseguindo o ideal de formar educandos educadores.

 

 

A partir do roteiro do Professor Élcio e revisado pela Professora de Artes Cênicas Evelyn Costa, a Professora Marylice produziu o roteiro de animação, que tem o seguinte storyline:

 

Unindo futebol, equivocadas falas conhecidas de jogadores, ex-jogadores e presidentes de clubes de futebol, Jeffinho aprende Coordenadas Geográficas, atrações turísticas de vários países e reflete sobre a importância da escola na vida de um jovem estudante.

 

Todos os alunos do 6º ao 9º ano de escolaridade foram convidados para o lançamento do Projeto que ocorreu em 1º de setembro, com a apresentação da proposta pelos professores organizadores e a visualização do vídeo “Animando” de Marcos Magalhães. Em seguida os alunos definiram quais as técnicas de animação que seriam mais adequadas à proposta do filme e escolheram em que gostariam de atuar: fotografia, desenho, pintura, atuação, animação, sonoplastia,... A partir daí, desenhos, recortes, massinha, softwares de animação, pintura, sonoplastia,... passaram a fazer parte do cotidiano de aproximadamente vinte alunos do CIEP Doutel de Andrade, que vocês podem conferir nas imagens e nos pequenos trechos a seguir.

Professora Marylice Silva

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Um projeto de capacitação na linguagem da Animação, especialmente concebido para as escolas, onde professores e alunos participam de um programa pedagógico com aulas teóricas e práticas, durante o qual realizam filmes de animação.

 


A proposta do ANIMA ESCOLA aposta na incorporação da animação às práticas educativas de maneira que possibilitem a criação de diferentes formas de expressão, proporcionando aos alunos explorar suas próprias identidades e construir outros modos de produção de conhecimento. (Continua...)
 

 

                                                                            

 

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