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Terça-feira, 16/12/2014

II Feira Literária da Escola Dyla

Tags: 7ªcre, projetos.

 

No dia 4 de novembro, foi realizada a II Feira Literária da Escola Dyla, a FLED. O evento foi desenvolvido pelas professoras Mariana Fragale, Silvia Castro e Ana Tereza Grauer,  que atuam na Sala de Leitura da unidade escolar.

 

A Escola Municipal Professora Dyla Sylvia de Sá realizou a II FLED (Feira Literária da Escola Dyla) e o tema deste ano foi “A diferença é o que nos aproxima”. A autora homenageada foi Marina Colasanti.

 

O evento contou com a ilustre presença da autora homenageada, que conheceu todas as turmas da escola, bem como os trabalhos realizados a partir de suas obras literárias. E contou também com a presença de autores e ilustradores convidados, como Cristino Wapichana, Sônia Rosa e Thais Linhares, que abrilhantaram ainda mais o nosso evento. E a abertura ficou por conta do Show de Contação de Histórias de Silvia Castro.

 

 

         Cristino Wapichana, Thais Linhares, Maria Angela (diretora), Mariana Fragale (SL) e Marina Colasanti.

 

Como em toda FLED, os alunos foram divididos em equipes para participar de oficinas de 30 minutos com cada convidado e de sorteios de livros ao final da grande festa literária.

 

Marina Colasanti com Mariana Fragale, com os alunos, em um momento de autógrafos para pais e alunos, conversando com as turmas, numa conversa íntima com aluna, na campanha “Eu curto Ler” e, por último, apresentando a poesia “O leão”, pela Ed. Infantil.

 

 

A Campanha “Eu curto ler” foi lançada e todos aderiram à ideia. Até mesmo a nossa autora homenageada fez questão de participar, colando um adesivo. Além disso, contamos com a participação da Livraria “Alegria das Letras”, que possibilitou a venda de livros.

 

As crianças pintaram a cara, brincaram, conheceram a Marina Colasanti e os outros convidados. E eu ganhei um livro de quadrinhos.” João (Turma 1101).

 

A possibilidade de conhecer a Literatura sob diferentes olhares, seja do ponto de vista da literatura indígena, africana ou trabalhando a leitura visual, buscando um autoconhecimento, uma identidade era a espinha dorsal do trabalho da sala de leitura, que culminou nessa experiência mágica de aventura através da Literatura.

 

Público na contação de histórias; Contação de Histórias de Silvia Castro; “diretora-adjunta Marilene na oficina de Pintura Facial; Sônia Rosa com alunos; ilustrações de Thais Linhares; Alunos e professores com Marina Colasanti; Ana Teresa Grauer (SL), Fernanda Barcellos (GED-7ªCRE), Angela Santana (SME), Marina Colasanti e Mariana Fragale (SL); Livraria “Alegria das Letras”;

 

A Educação infantil buscou o autoconhecimento através da identificação das características dos animais, como a força, a esperteza, a calma. Pensando nisso, foi trabalhado o livro “Cada bicho seu capricho”, da Marina Colasanti, e os alunos puderam se caracterizar na oficina de Pintura Facial, conforme os animais com quem mais se identificavam. Aliás, até as professoras entraram nessa brincadeira. A culminância foi uma apresentação especial para a homenageada.

 

Na Oficina de Ilustração, puderam construir na hora sua própria história, ilustrada pela querida e grande ilustradora Thais Linhares.

 

Marina Colasanti batendo um papo com alunos; Thais Linhares na oficina de Ilustração; Cristino Wapichana na oficina de Literatura Indígena; Silvia Castro no Show de Contação; Tia Paulinha com a oficina de Pintura Facial; Sônia Rosa batendo um papo com alunos.

 

 

A Thais Linhares desenha muito. Ela desenhou um dragão. E desenhou um homem e uma mulher bem bonitos. A gente fez um monte de perguntas.” Natalia (Turma 1101).

 

No papo com o grande autor Cristino Wapichana, os alunos puderam conhecer um pouco mais da Literatura Indígena, com os livros “Sapatos Trocados” e “A onça e o fogo”, e ficar por dentro dessa cultura tão rica que é a cara do nosso Brasil.

A parte que eu mais gostei foi quando o Cristino Wapichana tocou uma flauta de barro. Minha amiga Júlia e eu até choramos.Maria Eduarda Rodrigues (turma 1201)

 

Com a grande autora Sônia Rosa, pais, alunos e professoras se encantaram com a riqueza de suas histórias, de suas grandes obras e, principalmente, de sua história de vida.

Eu achei legal porque a Sonia Rosa contou a história de um livro seu pra gente. O nome era O menino Nito.” Júlia (turma 1201).

 

Marina Colasanti, tão grandiosa autora, emocionou todas as pessoas presentes, fãs de seu trabalho, não só por sua literatura, mas pela pessoa humana e solidária que demonstrou ser. Os pequenos não a pouparam de perguntas que variavam desde “Quanto tempo demora para escrever um livro?” ou “De onde surgiu a inspiração para a criação de determinado personagem?” até “A senhora gosta de cachorros?”. Perguntas que renderam a nossa homenageada boas gargalhadas.

“Eu gostei da Marina Colasanti porque ela é legal e tão bonita. Ela até tirou foto com a gente.” João Victor (Turma 1201).

 

            Trabalhos dos alunos realizados a partir das obras da autora homenageada Marina Colasanti.

 

 

Com toda a certeza, foi um dia mágico para os nossos alunos que puderam conhecer de perto pessoas que já conheciam através das obras, mas que puderam comprovar o que eu ouvi um aluno dizer “Nossa! Eles são aqueles do livro, do papel... são de verdade!”. E foi... foi um dia verdadeiramente único.

 

Além disso, nosso maior presente foi que, como disse Marina Colasanti na crônica criada para nossa escola em seu site “marinacolasanti.com”, os alunos “criaram asas”.

 

 

Parabéns a todos os envolvidos pelo excelente trabalho realizado!

 

 

 

                               

 

 

 


  

Terça-feira, 09/12/2014

Professora Fabiola Buzim É Destaque da Rede

Tags: 7ªcre.

 

   Fabiola Buzim é professora da rede desde 2012 e trabalha como regente de Artes Cênicas no CIEP Lauro de Oliveira Lima. Formada também em Jornalismo, ela gosta muito de lecionar e acredita que o ensino de Artes ( música, teatro e as artes visuais) desempenha um importante papel no desenvolvimento dos alunos.

 

Entre as atividades de 2014, a professora Fabiola Buzim desenvolveu com seus alunos do CIEP Lauro de Oliveira Lima a produção de uma peça inspirada no Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna, durante o quarto bimestre. A peça foi apresentada para a comunidade escolar na culminância do projeto anual da escola.

 

 

Confira a entrevista do Rioeduca feita com a professora Fabiola Buzim, que é Talento da Rede e também atua nos palcos do teatro e no cinema.

 

Cena do filme "Punhal", de Luiza Lubiana (2011).

 

Rioeduca: Conte um pouco da sua trajetória como professora da prefeitura.

Tenho pouquíssimo tempo no município, entrei em 2012 já achando o máximo ter a disciplina Teatro na grade curricular, pois no meu estado, ES, ainda não existe concurso para professores de Teatro. Mas não imaginava o que vinha pela frente. Gosto muito de lecionar, acredito que o ensino de Artes ( música, o teatro e as artes visuais) desempenham um papel importante no desenvolvimento dos alunos. Engraçado é que meus “melhores” alunos são os que menos se destacam em outras disciplinas. Uso aspas em melhores porque tento não estimular a competividade entre meus alunos, ao contrário, trabalhos em equipe. É contraditório ter o “melhor” na Arte, já que a expressão artística é algo individual, é expressão, forma de comunicar o que palavras às vezes não consegue. Na rede, sou uma observadora. Observo bastante a postura de alguns profissionais e aprendo COMO fazer e COMO NÃO fazer.


Como disse, sou nova na rede e tenho vontades porque de certa forma estou “fresca”, ainda não fui contaminada pela descrença de que nada vai mudar. Pelo contrário, acredito que, quando queremos, podemos fazer a diferença em sala de aula. Acredito nisso porque eu sou um fruto de alguns professores que fizeram a diferença em minha vida e sigo seus exemplos.

 

          Cena do filme "Milagresl", de Luiza Lubiana (2008).

 

Rioeduca: Como surgiu seu interesse pelo teatro e cinema? Fez alguma formação específica, curso?

Sim. Sou formada em Artes Cênicas e Jornalismo. Até os 7 anos, como quase toda criança, queria ser veterinária. Depois disso, soube em mim (e tinha certeza) que queria trabalhar com Teatro e Jornalismo. Não sabia ainda como faria para conciliar as duas áreas. Mas as coisas foram acontecendo e tenho conseguido até aqui. Abri minha empresa de produção e comunicação, a "Fabulanas" (www.fabulanas.com), e invisto no crescimento da mesma.


Amo o teatro porque acho que é a “arte do encontro”, é preciso estar presente de corpo e espírito em um teatro. É difícil me imaginar fazendo outra coisa que não esteja envolvida com essas áreas.

 

                                    Set de filmagem de "A própria cauda", de Virginia Jorge (2014).

 

Rioeduca: Quais os momentos marcantes na área do teatro e cinema?

Ano passado, estava em cartaz no teatro Cândido Mendes (Ipanema) e fizemos um projeto de democratização de acesso ao teatro e levamos alunos de ONGs, projetos sociais. No final da apresentação, uma mulher com a filha me procurou com os olhinhos brilhando, e disse que nunca havia estado em um teatro e achou maravilhoso, incrível. Puxa, isso me emocionou. Outra coisa foi conseguir produzir uma temporada do espetáculo “A Menina” (solo que faço) através do site de financiamento coletivo "Catarse". Arrecadamos quase 9 mil e pagamos a temporada no teatro Sesc Casa da Gávea. Pessoas que não me conheciam patrocinaram o projeto. Ah, isso é muito incrível! No cinema foi participar do filme “Não se preocupe nada vai dar certo” do Hugo Carvana. Foi uma participação pequena (pequena mesmo), mas foi o meu “lançamento” no cinema nacional. Trabalho com teatro e cinema desde 2000. Não sei o que vem pela frente. Continuo sonhando e tentando sobreviver trabalhando naquilo que amo fazer.


Tem um texto de David Ackert, coaching americano que sempre me inspira:

“Os artistas são as pessoas mais motivadas e corajosas sobre a face da terra. Lidam com mais rejeição num ano do que a maioria das pessoas encara durante toda uma vida. Todos os dias, artistas enfrentam o desafio financeiro de viver um estilo de vida independente, o desrespeito de pessoas que acham que eles deviam ter um emprego a sério e o seu próprio medo de nunca mais ter trabalho. Todos os dias, têm de ignorar a possibilidade de que a visão à qual têm dedicado suas vidas seja apenas um sonho. Com cada obra ou papel, empurram os seus limites, emocionais e físicos, arriscando a crítica e o julgamento, muitos deles a ver outras pessoas da sua idade a alcançar os marcos previsíveis da vida normal – o carro, a família, a casa, o pé-de-meia. Por quê? Porque os artistas estão dispostos a dar a sua vida inteira por um momento – para que aquele verso, aquele riso, aquele gesto, agite a alma do público. Artistas são seres que provaram o néctar da vida naquele momento de cristal quando derramaram o seu espírito criativo e tocaram no coração do outro. Nesse instante, eles estão mais próximos da magia, de Deus e da perfeição do que qualquer um poderia estar. E nos seus corações, sabem que dedicar-se a esse momento vale mil vidas.”


 

   Construção da maquete do cenário do Auto da Compadecida.

 

Rioeduca: Consegue conciliar o trabalho de professora com suas outras atividades profissionais?

Sim. Optei por 16h justamente por querer conciliar a minha prática (enquanto atriz, diretora, produtora) e como docente. É mais fácil e verdadeiro falar de algo que você prática do que aquilo que se lê em livros para reproduzir. Vim para o Rio de Janeiro porque precisava ver mais coisas, estudar mais, ter acesso a espetáculos, festivais, enfim.

 


                                      Confecção de máscaras para o Auto da Compadecida.

 

5Rioeduca: Qual foi o momento mais marcante até agora, como professora?
 

Esse ano uma aluna escreveu uma cartinha agradecendo pela aula de teatro e disse que nunca tinha visto a turma trabalhar em grupo com tanta vontade. Fizemos um exercício de gravação de cenas e dividi os grupos em diferentes áreas (figurino, maquiagem, cenário, direção e atuação). Cada aluno participou no que se identificava mais. Foi lindo, vivo, participação 100% dos grupos. E quando eles se assistem é mais incrível ainda, porque vibram com suas cenas, riem, criticam. Isso é um retorno marcante.

 

                       Apresentação da peça Auto da Compadecida no CIEP Lauro de Oliveira Lima.

 

Rioeduca: No momento está desenvolvendo algum projeto no teatro/cinema?


Sim. Este ano fiz dois filmes (que estão em fase de pós-produção) e estou produzindo duas peças “Com a benção de Cacilda” e “Par perfeito” (infantil). Em breve divulgo mais.

 

 

Parabéns para a professora Fabiola, pelo excelente trabalho realizado!

Parabéns para seus alunos e todos os envolvidos,

que possibilitaram este fantástico espetáculo!

 

Sites:


www.fabiolabuzim.com
www.fabulanas.com
www.espetaculoamenina.blogspot.com

 

 

 

 

                               

 

 

 


  

Terça-feira, 02/12/2014

E. M. Dom Pedro I Visita Ecossistema da Zona Oeste

Tags: 7ªcre, projetos.

 

No dia 10 de outubro, os alunos da Escola Municipal Dom Pedro I visitaram o manguezal da Barra de Guaratiba e o Parque Ecológico Chico Mendes no Recreio dos Bandeirantes, ambos situados na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro.

 

Os professores de Geografia, Alex Rocha e André Ribeiro, e de Ciências, Guta Gonçalves, apoiados pela concepção sócio-interacionista de Vygotsky, que norteia o Projeto Político Pedagógico da E. M. Dom Pedro I, proporcinaram uma atividade pedagógica de campo para seus alunos objetivando consolidar os conhecimentos abordados em sala de aula.

 

 

"A concepção sócio-interacionista de aprendizagem é também chamada de sócio-histórica ou histórico-cultural e, conforme esta concepção, a influência do meio sociocultural é determinante na formação das funções psicológicas superiores. Na verdade, o educando e o conhecimento se relacionam através da interação social, isto é, da atividade conjunta mediada de forma organizada, porém livre." (PPP, 2006, p. 7)

 

 

           Aprendendo mais com a visualização do mapa do Rio de Janeiro na Reserva de Guaratiba.

 

Os alunos acompanhados dos seus professores visitaram o manguezal da Barra de Guaratiba e o Parque Ecológico Chico Mendes no Recreio dos Bandeirantes, ambos situados na zona oeste da cidade do rio de Janeiro.

 

"Esta atividade de campo foi uma importante etapa para trabalhar com os alunos os conteúdos relacionados às disciplinas de Geografia e Ciências do 3º e 4º bimestre: solo (arenoso e argiloso), relevo (maciços e baixadas), bacia hidrográfica, ecossistemas da Mata Atlântica (mangue e restinga), lagunas e baias, urbanização e impactos ambientais. Permitiu reforçar e complementar os assuntos já trabalhados dentro da sala de aula, sempre tendo como referência os exemplos da cidade do Rio de Janeiro, facilitando as intervenções dos alunos com as suas vivências.  O grupo foi preparado para encarar a atividade como aula e não como um passeio. Tal atitude contribuiu para a seriedade e aproveitamento do grupo interagindo e prestando atenção as informações passadas pelos professores durante todo o trajeto. Tanto no mangue, quanto na restinga (parque Chico Mendes) os alunos tiveram a oportunidade de percorrer pequenas trilhas vivenciando as características que compõem esses ambientes."                       

                                                                                   Professor de Geografia  André Ribeiro

 

       Aula-passeio para aprender mais sobre os ecossistemas do Rio de Janeiro.

 

           Alunos conhecendo de perto o mangue, ecossistema da Mata Atlântica.

 

A relação dialética entre o sujeito e a sociedade a seu redor é uma experiência significativa que alicerça o conhecimento impulsionando para a transformação social. É impagável ver os alunos e professores envolvidos e motivados pela aprendizagem fundamentada.

 

 

  Parabéns aos envolvidos pelo trabalho realizado!

 

 

 

 

 

                               

 

 

 


  

Terça-feira, 25/11/2014

Construindo Ritmos no CIEP Professor Lauro de Oliveira Lima

Tags: 7ªcre, projetos.

 

O CIEP Professor Lauro de Oliveira Lima recebeu o projeto Construindo Ritmos no mês de outubro. A meta é contribuir para a permanência do aluno na escola, estimular a cultura da paz e a melhoria do rendimento utilizando a música como ferramenta pedagógica na inclusão social.

 

 

Os alunos do sexto ano do CIEP Professor Lauro de Oliveira Lima participaram do projeto Construindo Ritmos no dia 23 de outubro. Eles puderam criar instrumentos musicais a partir de material reciclado, além de participar de um show interativo de música.

O projeto objetiva atender adolescentes e jovens estudantes de escolas públicas do Rio de Janeiro, tendo como meta contribuir para a permanência do aluno na escola, estimular a cultura de paz e a melhoria do rendimento utilizando a música como ferramenta pedagógica na inclusão social.

 

A professora Aline Favre Galvão conta como surgiu a ideia de disponibilizar o projeto no CIEP:

 

"Sou Bióloga, professora de Ciências e Biologia da rede pública e particular de educação. Leciono Ciências no CIEP Professor Lauro de Oliveira Lima, escola da 7ª CRE, localizada no Rio das Pedras. Soube desse projeto através de redes sociais. Identifico na nossa comunidade escolar a necessidade de trabalhos que despertem maior interesse e envolvimento do aluno no espaço e nos conteúdos escolares, a melhoria do desempenho desses alunos, das relações sociais e de uma maior conscientização das questões ambientais do seu entorno. Acredito que projetos artístico-culturais como esse possuem um enorme potencial de transformação através de uma nova visão, da inserção de novas formas de aprender conteúdos tradicionais e de envolver alunos e a comunidade como um todo. A arte e a música como ferramentas de start para a aquisição de novos conhecimentos e valores. Nossa equipe estará sempre aberta a parcerias como essa que só tem a somar aos nossos alunos."

 

               Alunos aguardando o início da aula-show do Construindo Ritmos.

 

O projeto é idealizado pelo músico Fernando Abranches Holanda e pelo musicoterapeuta Cristiano Oliveira. Durante o show para os alunos do CIEP Professor Lauro de Oliveira Lima, Cristiano trabalhou a autopercepção e a percepção rítmica dos jovens através de jogos de percussão corporal. Os alunos puderam ouvir ritmos populares, confeccionar instrumentos musicais e tocar com os músicos presentes.

 

Durante a aula-show, atividades de autopercepção e percepção rítmica  através de jogos de percussão corporal.

 

 

O projeto Construindo Ritmos é destinado a democratizar o acesso à prática da cultura de forma a promover o desenvolvimento integral do adolescente e jovem como fator de formação da cidadania e melhoria da qualidade de vida.

 

  Alunos selecionando materiais reciclados para confecção de instrumentos musicais.

 

Chocalho de garrafa pet confeccionado por aluno durante a oficina do Construindo Ritmos.

             

O processo de ensino-aprendizagem é voltado para estimular a compreensão da convivência em grupo, das regras necessárias à organização das atividades, da partilha de decisões e emoções, fazendo com que o indivíduo viva em harmonia, respeitando as diferenças entre seus semelhantes.

 

As atividades artísticas oferecidas no projeto Construindo Ritmos têm caráter educacional e visam estimular a consciência de seu próprio corpo, explorar seus limites, aumentar as suas potencialidades, desenvolver seu espírito de solidariedade, de cooperação mútua e de respeito pelo coletivo.

 

 Integrantes do projeto Construindo Ritmos e professores do CIEP Professor Lauro de Oliveira Lima.

 

 

Parabéns a todos os envolvidos que proporcionaram aos alunos este grande momento!