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Terça-feira, 18/11/2014

Um Dia Diferente na Maratona de Histórias

Tags: 7ªcre, projetos.

 

A Maratona de Histórias ocorre nas escolas da rede municipal do Rio de Janeiro para promover o gosto e o incetivo à leitura. A Escola Dídia Machado Fortes desenvolveu atividades proporcionando um dia diferente para seus alunos na Maratona de outubro.

 


A Maratona de Histórias na Escola Municipal Dídia Machado Fortes aconteceu no dia 17 de outubro, proporcionando atividades diferenciadas e envolvendo a leitura. Para aquecer a manhã, foi criado um cantinho com almofadas próximas a livros que "caíam do céu", presos no teto por elásticos.

 

 

Além desse cenário encantador, foram espalhadas esteiras rodeadas de estantes com livros à disposição. Em um terceiro canto, a brilhante aluna do terceiro ano Yasmin da Silva Gorgulho vestiu-se de Emília e contou histórias improvisadas, cheias de criatividade para as turmas menores.


Durante todo o dia, um grupo de alunos do sexto ano circulou pela escola, fantasiados de personagens da literatura infantil, como a Pequena Sereia, Cinderela, Lobo Mau, Reis, Rainhas, Animais da floresta, convidando todos para um mergulho nos livros, logo ali, no pátio da escola.

 

Alunos do sexto ano vestidos de personagens infantins, encantando as crianças menores da escola.
 

 

Como evento principal, em parceria com o SESC de Copacabana, foi apresentada a peça teatral "Tem bicho no lixo debaixo da cama de Nino", que retratava a invasão de animais peçonhentos no quarto de uma adolescente que deixava lixo espalhado pelo chão. A peça foi um sucesso!

 

              A peça teatral "Tem bicho no lixo debaixo da cama do Nino".
 

 

Para finalizar, a professora Glauci, da Sala de Leitura, disponibilizou um painel para que os alunos deixassem um recadinho avaliando a Maratona e distribuiu gibis para as turmas.

 

 Registro e avaliação das atividades do dia feitos pelos alunos em um grande painel.

 

A aluna Yasmin, como Emília, e a alegria dos alunos durante a Maratona de Hstórias.


 

Podemos dizer que, como em uma maratona atlética, ao final do dia, nossa escola não apenas cruzou a linha de chegada, cruzamos aquela linha que nos transporta para um outro mundo: o mundo da leitura!

 

 

Parabéns à equipe da escola e a todos os envolvidos pelo trabalho realizado duarante a Maratona de Histórias!
 

 

 

 

                               

 

 

 


  

Segunda-feira, 17/11/2014

Um Novo Olhar da Descoberta - 6º Ano Experimental

Tags: 7ªcre, projetos.

 

As turmas do 6º ano axperimental da Escola Mano Décio da Viola participaram do projeto "Um novo olhar da descoberta: o prazer do texto", que desenvolve objetivamente ações para a formação de leitores.

 

No início do ano letivo, a Escola Municipal Mano Décio da Viola realizou o planejamento com toda equipe pedagógica. As referidas propostas foram realizadas na escola através do projeto "Um novo olhar da descoberta: o prazer do texto", que desenvolve objetivamente ações para a formação de leitores.

 

 

Educação Física, Sala de Leitura, Artes e Inglês, juntos com os demais profissionais, objetivaram o desenvolvimento das seguintes habilidades através das seguintes propostas:

 

  • Cognitivas: estabelecimento e respeito de regras, leitura, escrita, pesquisa e estudo;
  • Não cognitivas: socialização, afetividade, ética, respeito, autoestima, limites, superação dos limites, criatividade, confiança e autonomia.

 

 

"[...] visto que os professores e os estudantes compartilham o mesmo ambiente escolar e que cada grupo depende do outro para responder as suas necessidades e alcançar seus êxitos..."

                                                                        (COLL, 2004 apud FIRESTONE, 1989)

 

 Objetivos

  • Desenvolver ação comunicativa e companheirismo;
  • Envolvimento com outras disciplinas pedagógicas, incentivando a pesquisa acerca da cultura Copa do Mundo;
  • Trabalhar não apenas as habilidades motoras, como jogos, mas refletir a respeito das notícias dos textos que circulam socialmente a respeito de eventos esportivos;
  • Trabalhar a alteridade: participação dos alunos na escolha das atividades e em suas modificações, reconstrução de valores e regras;
  • Resgatar a ação pedagógica na área de Educação Física na sua dimensão ética: o que os alunos levam para sua vida ao final das aulas de Educação Física.

 

Foram planejadas as seguintes ações:

  • 1ª etapa: Jogo da Trilha;
  • 2ª etapa: Soletrando da Copa.

 

Execução da 1ª etapa: Jogo da Trilha

 

              Jogo da Trilha gigante montada no chão da quadra.    

         

  • Seleção dos materiais utilizados na ação, sendo a sala de Leitura Monteiro Lobato um importante local, onde foram disponibilizados títulos literários, revistas, vídeos, livros de pesquisa;
  • Acolhimento dos materiais trazidos pelos alunos e professores;
  • Realização do Tapete de Leitura “Fuleco no país da Brazuca”, em que toda a comunidade escolar participou e as turmas do sexto ano experimental foram os anfitriões da leitura;
  • Os professores regentes construíram uma linha do tempo histórico sobre o tema Copa do Mundo através de pesquisas, artigos, leituras de jornais, na qual os alunos tiveram acesso a essas informações;
  • Os estrangeirismos da nossa língua nas aulas de Inglês;
  • As Artes na Copa do Mundo: arquitetura, geometria, pinturas etc.;
  • Durante as aulas de Educação Física, as turmas elaboraram perguntas sobre os estudos e curiosidades acerca do tema realizado em sala de aula;
  • Os professores de Educação Física digitaram as perguntas referentes à Copa do Mundo e distribuíram por toda escola, locais em que os alunos recorriam às informações;
  • Construção do Jogo da Trilha;
  • Realização do Jogo da Trilha.

 

 

Perguntas sobre a Copa do Mundo digitadas e coladas pelo chão da escola.

 

 

Execução da 2ª etapa: Soletrando da Copa

 

Soletrando da Copa com as perguntas divididas por cores nas caixas.

 

  • Pesquisa coletiva realizada pelos professores de Educação Física, de palavras e expressões que lembravam a Copa do Mundo, com professores, alunos, coordenação, direção e funcionários da escola;
  • Trabalho pedagógico dessas palavras em sala de aula (pesquisa, ortografia, sentidos, usos, regras de acentuação, manuseio de dicionário etc.);
  • Campanha da inscrição para a participação dos alunos;
  • Escolha das equipes, por turma, dos participantes do Soletrando;
  • Escolha do júri do Soletrando: sala de leitura e professores;
  • Disponibilização de dicionários para consultas;
  • Realização do Soletrando da Copa. 

 

Avaliação

 Muitos aspectos positivos podem ser destacados:

 

1- A apropriação da ação pedagógica pelos alunos, pois participaram ativamente de todas as etapas das propostas;

2- Um trabalho em equipe: fazer parte do planejamento das atividades de forma interdisciplinar;

3- Organização mental, tanto dos aspectos cognitivos, quanto dos aspectos não cognitivos;

4- Valorização de situações comunicativas em que a linguagem escrita é fundamental.

 

                 Torcidas atentas acompanhando o Soletrando da Copa.

 

 

Desafios

1- Lidar com a diversidade de opiniões.

2- Adaptação das propostas aos alunos com necessidades educativas especiais.

3- Ajudar o aluno a vencer o desafio de ser protagonista da ação pedagógica.

4- Motivar a equipe ao trabalho com a construção do conhecimento de forma diferente e lúdica.

 

Confira o vídeo sobre o projeto:

 

 

 

Principais referências utilizadas para o desenvolvimento das propostas

 

CORREA, Marcos Miranda. Trabalhando com jogos cooperativos: em busca de novos paradigmas na educação física. Campinas, SP: Papirus, 2006.

COLL, César; MARCHESI, Álvaro; PALÁCIOS, Jesus. Desenvolvimento psicológico e educação. Porto Alegre: Artmed, 2004.

GALLARDO, Jorge Sergio Pérez. Prática de ensino em educação física: a criança em movimento. São Paulo: FTD, 2009.

 

 

Professores responsáveis pelo projeto: Maria Mercês e Soraya Habib

 

Parabéns à equipe escolar e todos os envolvidos pelo trabalho realizado!

 

 

 

 

                               

 

 

 


  

Terça-feira, 11/11/2014

Arte e Cultura na Formação Mensal do Realfa 1

Tags: 7ªcre.

 

O Encontro de Formação Mensal para professores do Programa de Reforço Escolar Realfabetização 1 promoveu uma oficina de artes com criação de boneca Abayomi em outubro.

 

 

A Gerência de Educação da 7ª CRE realizou, no dia 29 de outubro, a formação mensal para professores que atendem as turmas de Realfabetização 1. O encontro foi realizado no auditório da 7ª CRE e a coordenadora do Projeto, a professora Dilma Vianna, organizou um encontro festivo, considerando que outubro é um mês especial para professores e servidores públicos.

 

 

O grupo recebeu a artesã Lena Martins, que desenvolveu a oficina de boneca Abayomi. Lena proporcionou ao grupo momentos de arte, cultura e lazer. Ao redor da mandala, os professores puderam dançar, cantar e fazer homenagens.

 

                Mandala de materiais diversos e atividades realizadas com professores durante o encontro.

 

Cada participante confeccionou o seu bebê Abayomi. Além da técnica, foi possível aprender com as histórias e experiências contadas pela convidada.

 

Professores do Realfa e suas bonecas Abayomi criadas durante o encontro.

 

   Alguns dos trabalhos produzidos pela artesã Lena Martins.

 

Abayomi significa "Meu Presente". E realmente este encontro foi um presente aos participantes, pois, além da oficina, os professores participaram da dinâmica "a Borboleta e a Pedra", que faz uma alusão ao trabalho do REALFA 1. Eles foram homenageados com o vídeo "Eu acredito na rapaziada" e ainda ganharam bolo e lembrancinhas.

 

Mesa do bolo e a artesã Lena Martins.

 

 Lena Martins (artesã convidada), Dilma Vianna (coordenadora do projeto), Luciana Durans e Gabriela Bicudo (itinerantes do projeto).

 

Professora Karina Amorim e a oficina de bonecas Abayomi na turma do Realfa da E. M. Octavio Frias.

 

 

Assistam ao vídeo e conheçam os profissionais que fazem a diferença no Programa de Reforço Escolar Realfabetização 1 da 7ª CRE.

 

 

Quem quiser conhecer mais sobre este belo trabalho pode acessar o site:
bonecasabayomi.com.br


 

Parabéns, professores e professoras,

pelo trabalho desenvolvido nas turmas do Realfa 1!

 

 

 

 

 

                               

 

 

 


  

Terça-feira, 04/11/2014

O Mundo É Aqui!

Tags: 7ªcre, projetos.

 

 

A Escola Renato Leite realizou a feira cultural O Mundo é aqui no final do mês de setembro, como culminância do terceiro bimestre do seu projeto anual. A questão da  pluralidade cultural foi trabalhada a partir do tema Folclore.

 

A Escola Municipal Renato Leite organizou uma grande feira cultural e apresentou a cultura do Brasil e de diversos países. Os alunos puderam confeccionar materiais diversos sobre o tema, participar de atividades durante o evento e aprender muito, passeando pelas salas que representavam os países.

 

 

Dentro do projeto anual "A Renato entra em campo na Copa de todo o Mundo", o tema “Folclore” trabalha a questão da pluralidade cultural mais uma vez, buscando contribuir para a construção da cidadania na sociedade pluriétnica e pluricultural. A partir desse objetivo maior em vista, propõe o desenvolvimento das seguintes capacidades:

 

  • Conhecer a diversidade do patrimônio etno-cultural brasileiro, tendo atitude de respeito para com as pessoas e grupos que a compõem, reconhecendo a diversidade cultural como um direito dos povos e dos indivíduos e elemento de fortalecimento da democracia;

 

  • Valorizar as diversas culturas presentes na construção do Brasil como nação, reconhecendo sua contribuição no processo de constituição da identidade brasileira;

 

  • Reconhecer as qualidades da própria cultura, valorizando-as criticamente, enriquecendo a vivência de cidadania;

 

  • Repudiar toda a discriminação baseada em diferença de raça-etnia, classe social, crença religiosa, sexo e outras características individuais e/ou sociais;

 

  • Exigir respeito para si, denunciando qualquer atitude de discriminação que sofra, ou qualquer violação dos direitos de criança e cidadão;

 

  • Valorizar o convívio pacífico e criativo dos diferentes componentes da diversidade cultural;

 

  • Compreender a desigualdade social como problema de todos e como uma realidade passível de mudanças.

 

                 Exposição sobre o Brasil e o folclore brasileiro.

 

                Itália e a representação da Cantina da Mamma.

 

                México e os ingredientes que fazem parte da culinária mexicana.

 

                  Japão e a arte do Origami.

 

Inglaterra e a representação do famoso chá das cinco.

 

Ao mostrar as diversas formas de organização social desenvolvidas por diferentes comunidades étnicas e diferentes grupos sociais, a feira explicita que a pluralidade, emanada durante o período dos jogos da Copa, é fator de fortalecimento da democracia pelo adensamento do tecido social que se dá, pelo fortalecimento das culturas e pelo entrelaçamento das diversas formas de organização social de diferentes grupos.

 

Assim, ao perpassarmos por esse tema, tentaremos proporcionar com que o aluno conheça, valorize e divulgue as diversas culturas, compreendendo que não há hierarquia entre elas. Ele  compreende que a cultura de um povo é produzida por cada um dos seus membros através da convivência em comunidade, buscando ampliar seus conhecimentos a fim de desenvolver, assim, atitudes de produção cultural.

 

                 Apresentação de violino da aluna Maely da turma 1303.

 

                Continente africano, representado por Angola.

 

                Acima: Alemanha; Embaixo: Grécia Antiga e Portugal.

 

Com isso, a problemática que envolve a discriminação ética, cultural e religiosa, ao invés de se manter em uma zona de sombra que leva à proliferação da ambiguidade nas falas e nas atitudes, alimentando com isso o preconceito, pode se trazida à luz, como elemento de aprendizagem e crescimento do grupo escolar como um todo.

 

Sem dúvida, pluralidade vive-se, ensina-se e aprende-se. É trabalho de construção, na qual o envolvimento de todos se dá pelo respeito e pela própria constatação de que, sem o outro, nada se sabe sobre ela, a não ser que a própria imaginação forneça subsídios para tal.


“Reconhecer e valorizar a diversidade cultural é atuar sobre um dos mecanismos de discriminação e exclusão, entraves à plenitude da cidadania para todos e, portanto, para a própria nação.” (PCN – Pluralidade Cultural)

 

                Equipe da E.M. Renato Leite.

 

 

 

Parabéns pelo excelente trabalho desenvolvido

pela equipe da Escola Municipal Renato Leite!