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Terça-feira, 23/04/2019

Escola Municipal Camilo Castelo Branco - 2ªCRE

Tags: 2ªcre, literatura.

A Escola Municipal Camilo Castelo Branco elege o premiado livro "Malala, a Menina que queria ir para a Escola”, escrito pela jornalista Adriana Carranca, como base para seu Projeto de Leitura.

 

 

A professora Jenny Iglesias, regente da Sala de Leitura, da Escola Municipal Camilo Castelo Branco contou ao portal Rioeduca sobre o projeto de leitura que foi abraçado e desenvolvido por toda a escola em 2018 e que terá continuidade em 2019.

 

Professora de Liane lendo com a turma 1604.

 

 

A história de Malala é também a de qualquer criança brasileira pobre que vive em comunidade e que enfrenta muitas dificuldades para estudar. Assim, a equipe pedagógica compreendeu que a leitura deste livro atrairia a atenção dos alunos da Escola Municipal Camilo Castelo Branco, os quais em sua maioria são oriundos da Comunidade da Rocinha. 


No entanto, como ler para quase quinhentos alunos, sendo que na escola há vinte e cinco professores mediadores e apenas seis exemplares do livro citado como acervo da Sala de Leitura?  Com a ajuda dos docentes, da coordenação e da direção foram comprados vinte e oito exemplares e esses foram doados à Sala de Leitura. Entretanto, ainda era necessário pensar na metodologia deste trabalho, uma vez que mesmo com as novas aquisições, o número não era suficiente para atender as dezesseis turmas da Unidade. 

 

Professor Arilton, de Língua Portuguesa, com a turma 1703 compartilhando a leitura.

 


Para que esta engrenagem funcionasse, foi feito um quadro de horários. Nele as turmas eram organizadas de modo que havia um sistema de rodízio de leitura compartilhada. Todos os dias da semana,  havia uma turma lendo com seus professores mediadores. 


Algumas questões foram pensadas pela equipe para que o trabalho pudesse ser realizado com qualidade, são elas:

  • Qual a importância de formar leitores?
  • O papel do mediador na leitura;
  • A não obrigatoriedade da leitura;
  • Como estabelecer uma relação de confiança entre a turma e entre os alunos e seus mediadores ?
  • O incentivo a leitura em público.

 

 

Palestra da Professora da FGV, Ynaê Lopes dos Santos, sobre o racismo estrutural da sociedade brasileira.

 

 

Nas primeiras semanas, foram necessários pequenos ajustes, e a maior questão foi: “o parceiro que divide a turma comigo está mais à frente na leitura, e agora?” Após algumas conversas, chegou-se à conclusão que cada grupo teria uma demanda e o mediador daria o ritmo ao grupo, conforme as situações fossem surgindo.

 

“Nossa! Adorei a experiência.Vi o trabalho sendo feito e as mentes se abrindo, sabe? Maravilhoso.” - Professora de inglêsVanessa, após a primeira roda de leitura que realizou com a turma 1801


Neste grupo de vinte e cinco professores mediadores houve representantes de nove áreas do conhecimento, incluindo a Orientadora Educacional, Andrea Bougleux, e Coordenadora Pedagógica. Dessa forma, o projeto ficou ainda mais rico, pois ganhou diversidade de olhares e modos de fazer, além de promover uma rede de conhecimentos e de trocas. A comunidade escolar se tornou parte da história de Malala, uma menina que para ir à escola, venceu a violência e o medo, transformando sua vida e a vida de muitas pessoas!

 

Professor de música, André, discutindo com a turma 1604 a representação da mulher na música, 

 


Após o término da leitura do livro, a comunidade escolar teve a liberdade de pensar trabalhos que seriam a culminância do projeto. Nesse contexto, a professora de Sala de Leitura e a Coordenadora Pedagógica prepararam uma planilha, a fim de organizar as atividades propostas sugeridas. 


A escola realizou uma Feira Cultural intitulada: MALALA E A RODA – UMA PROPOSTA DE LEITURA COMPARTILHADA E AFETO. Durante essa ação, os professores organizaram palestras, debates, coral, jogos, rodas de leitura e de conversa com o apoio de multimídias e de músicas. O evento também recebeu palestrantes convidados e contou com a parceria das psicólogas do NIAP-PROINAPE/SME, dos agentes do Programa Saúde na Escola (PSE/SME) e do Núcleo de Estudos Afro Brasileiros (NEAB) do Colégio Pedro II - Unidade Engenho Novo.

Os corredores foram enfeitados com muitos trabalhos produzidos para o evento: quadros com autorretratos, desenhos e pinturas, produções textuais, mapas, pesquisas, mosaicos e muitas pipas para celebrar a luta pela liberdade e pela paz!

 

 

Pintura em telas – autorretratos

 

Aula de Ed. Física explorando os esportes comuns no Paquistão.

Presença de Oliver Höck (árbitro internacional) e Rodrigo Steinbach (atleta da Seleção Brasileira de Hóquei na grama)

 

 

 

 

9º ano com as psicólogas do Proinape/SME 

 

 

 

Mensagem da turma 1601.

 

 

Logo após a realização da Feira Cultural, a Unidade Escolar foi convidada pelo SESC-Ginástico para assistir à peça teatral “Malala: a Menina que Queria ir para a Escola”, inspirado no livro de Adriana Carranca, justo a obra que conheciam tão bem! Desse modo, o projeto foi encerrado com chave de ouro, pois  alunos e professores assistiram ao espetáculo com muita atenção e emoção e tiveram a certeza de que o trabalho e toda a reflexão durante o processo foram significativas. 


Por fim, foi realizado um levantamento, a partir de um questionário aplicado aos alunos e aos professores, sobre a leitura compartilhada do livro de Malala. Seguem os principais resultados extraídos das respostas dos alunos:


A experiência de ler em grupo foi positiva ou negativa? 83% positiva / 17% negativa.

 

Depois da leitura do livro de Malala, Como você está em relação ao hábito de leitura? 77% mais estimulado e curioso para ler outros livros / 13% indiferente pois a leitura não me marcou / 10% não sei responder, porque não acompanhei todas as rodas de leitura.

 

Quando um professor mediador lê junto com o grupo, você: 76% compreende melhor o texto e as ilustrações / 11% Não percebe diferença nenhuma / 13% Fica mais confuso e gostaria de ler sozinho.


A partir destes dados, fica clara a importância que a escola tem na formação do leitor  e a força da mediação nesta prática. Para 2019, a equipe pedagógica pretende aperfeiçoar esta atividade como algo contínuo no cotidiano escolar.

 

 

Agradecemos a professora Jenny Iglesias por compartilhar conosco esta experiência tão rica de incentivo a leitura e de formação de leitores literários.

Desejamos muito sucesso na continuação do projeto em 2019!
 

 

Quer saber mais? Entre em contato com a unidade escolar:

Escola Municipal Camilo Castelo Branco

Email: emcbranco@rioeduca.net

Telefones: 2512-5663 / 2294-9248
 

 

 

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Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

 


   
           



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Quarta-feira, 17/04/2019

Escola Municipal General Humberto de Souza Mello – 2ªCRE

Tags: 2ªcre, riodejaneiro, solidariedade.

 

Os alunos do segundo segmento da Escola Municipal General Humberto de Souza Mello prestaram solidariedade às vítimas das chuvas, que aconteceram em abril no Rio de janeiro.

 

A atividade realizada pelos alunos das turmas 1.601, 1.701 e 1.801 tem como título “Rio Solidário” e foi orientada pelos professores Lilyana Mara, regente de Língua Portuguesa, Bruno de Oliveira, regente de Geografia e por  Jardel Sandy, Coordenador Pedagógico.


Consternados pelas fortes chuvas que abateram a cidade no mês de abril, a equipe pedagógica  e os alunos se reuniram para realizar esta atividade. A ação tinha como objetivos principais: incentivar os cariocas a buscarem locais seguros em caso de catástrofes naturais e manifestar a solidariedade de todo o grupo da Escola General Humberto de Souza Mello aos atingidos pelas chuvas e suas famílias.

 

 

 

 


Os alunos, com o auxílio de seus professores, confeccionaram mensagens de apoio às famílias atingidas pela catástrofe, além de ilustrações e textos informativos sobre como se manter seguro em episódios como esse.

 

A partir das vivências, das informações que ouviram nos meios de comunicação e de conceitos aprendidos em aulas de diferentes disciplinas, os estudantes confeccionaram folhetos informativos, desenhos e mensagens de apoio ao Rio de Janeiro como um todo, principalmente aos que foram mais atingidos pela catástrofe natural.

 

 

 

 

 


“Neste momento, mais do que nunca é hora de mostrar a união e a solidariedade do povo carioca. Essa situação, embora difícil, permite que vários assuntos sejam discutidos em sala de aula, como por exemplo: o descarte correto do lixo, como funciona o sistema de drenagem de uma cidade e as estratégias para se manter em segurança no caso de catástrofes naturais. Temas muito importantes para formação dos nossos estudantes enquanto cidadãos. Coordenador pedagógico - Jardel Sandy

 

 

 


Parabenizamos a toda equipe da Escola Municipal General Humberto de Souza Mello por esta bela atitude de incentivo a solidariedade com o próximo!

Obrigada por compartilhar conosco! Desejamos sucesso!

 

 

Quer saber mais? Entre em contato com a unidade escolar:

Escola Municipal General Humberto de Souza Mello 

Email: emghmello@rioeduca.net

Telefones: 2284-1569 / 2284-1254 / 2284-1562

 

 

 

 

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Terça-feira, 09/04/2019

Combate às Arboviroses nas Escolas da 2ª CRE

Tags: 2ªcre, dengue, arboviroses.

 

As unidades escolares da 2ª CRE estão dedicadas na luta contra às Arboviroses. 

A Creche Municipal Doutor Sobral Pinto realizou o projeto “Sai Mosquito”. O objetivo do projeto foi conscientizar, por meio das brincadeiras e interações, o perigo das Arboviroses e como combatê-las.

 

Atividades desenvolvidas pelos alunos da creche.

 


Os alunos e seus responsáveis participaram das atividades da seguinte maneira:


• Leituras das histórias “A Turma do Bixuxujo”, do autor Ziraldo, e “O Mundinho”, da autora Ingrid Bellinghausen;


• Apresentação de filmes sobre o assunto adequados à idade das crianças;


• Confecção de cartazes coletivos;


• Confecção de máscaras do mosquito transmissor de doenças;


• Palestra sobre Arboviroses ministrada pela enfermeira chefe do CRAS de Irajá. Atividade direcionada aos responsáveis das crianças e a todos os profissionais de educação da Unidade Escolar;


• Mutirão para a limpeza do pátio coberto da escola. Todas as crianças tinham a missão de recolher o lixo para evitar água parada e ,assim, afastar o mosquito. 


Alguns pais e professores relataram que a palestra ministrada na escola foi muito informativa. Outros, levaram panfletos a mais para distribuir entre seus pares.

 

 

Mutirão de limpeza do pátio coberto da escola.

 

 

No EDI Gabriela Mistral, os alunos também participaram de várias atividades e aprenderam a  prevenir as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, dentre elas:


• Conversas sobre o mosquito e as doenças que ele pode transmitir;


• Confecção de cartazes e trabalhos sobre o tema;


• Circuito usando lupas e buscando descobrir possíveis focos de proliferação de mosquito na escola;


• Bloco “Xô Mosquito”, com todas as turmas da manhã.   A letra da marchinha de combate ao mosquito acompanhou as atividades da semana até a culminância que foi o bloco;


• Dramatização feita pelos alunos da turma EI 51, apresentada a todos os alunos da manhã;


• Exibição de vídeo e conversa sobre o mosquito e as doenças que ele transmite, no turno da tarde, feita pela médica do CMS Rocha Maia;


• Confecção de cartazes para expor no refeitório da escola feitos pelas turmas EI 51 e EI 52. 

 

Atividades realizadas sobre a importância do combate às Arboviroses.

 

 

Já a Escola Municipal Menezes Vieira, durante o ano de 2019, terá como foco o tema Sustentabilidade. Dessa forma, na semana do combate às Arboviroses, as turmas do 1º, 2º e 6º anos produziram trabalhos para os murais e para utilizar no dia do Carnaval da escola.

Além do baile de Carnaval realizado, o 6º ano fez uma paródia do samba enredo da Portela de 2008 e as turmas produziram adereços e estandartes para o bloco da escola. Todos se empenharam! Cada turma montou uma ala: “Ala do Mosquito” - 1º e 2º anos, “Cuidado com Nossas Florestas” - 3º ano, “Não Foi Acidente” - 4º ano, “O Agrotóxico nos Alimentos” - 5º ano e “Impacto Ambiental” representada pelo 6º ano.


Importante lembrar que para confeccionar as fantasias para o bloco foi utilizado material reciclado.


Os responsáveis, através da página da escola no Facebook, disseram que os alunos estavam muito animados e que adoraram as atividades e a festa do Carnaval. Os estudantes  gostaram muito de produzir os estandartes e comentaram sobre o significado de suas alas. Os professores também se divertiram muito e puderam interligar conteúdo do bimestre às atividades lúdicas carnavalescas.

 

 

Produção de material sobre o combate às Arboviroses.

 

 

Baile de Carnaval com o tema sustentabilidade.

  

 

No período de 18 a 22 de fevereiro, foi realizada a Semana de Combate às Arboviroses da Escola Municipal Pedro Ernesto. Toda a comunidade escolar foi envolvida nas atividades de combate às arborviroses. Esse tema sempre é tratado nas aulas da unidade escolar ao longo do ano, porém se faz necessário um período intenso de reflexão sobre as doenças provocadas pelo mosquito Aedes aegypti e a forma combatê-lo.

 

Alunos e professores realizaram diversos trabalhos manuais, e no dia 22/02, intitulado como Dia D, foram apresentados os trabalhos realizados. Na apresentação a escola contou com a presença dos responsáveis para assistir ao teatro e as músicas ensaiadas. A equipe pedagógica junto com os alunos realizou também uma passeata ao redor do quarteirão distribuindo panfletos confeccionados pelos próprios alunos e gritos de combate ao mosquito.

 

"Esse movimento na escola é muito importante. Com o aumento do número de mosquitos no verão, é necessário chamar a atenção para essas doenças que são graves e muitas vezes deixam sequelas. É importante desenvolver atividades práticas sobre esse tema". Ana Paula Muniz - Agente Educadora

 

"Eu aprendi o que é arbovirose e o que essas doenças podem causar às pessoas. Estou tomando os cuidados que aprendi na escola para combater o mosquito".  Raphael Pontes - Aluno da turma 1401

 

 

 

Passeata ao redor do quarteirão.

 

 

 

Murais com trabalhos desenvolvidos sobre as arboviroses.

 

 

Na Escola Municipal Guararapes Cândido, aconteceram várias atividades com o objetivo de conscientizar os alunos sobre as doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti e como preveni-las. Em cada turma, alunos e professores conversaram sobre as arboviroses, principalmente, sobre as doenças mais conhecidas: Dengue, Zica e Chikungunya.


• Foram exibidos vídeos abordando o tema;


• Algumas turmas produziram cartazes para a confecção de murais;


• A turma do terceiro ano produziu um pequeno vídeo sobre o assunto trabalhado em sala;


• A escola também agendou uma palestra com a Clínica da Família para abordar o tema na próxima reunião de responsáveis.

 

 

 

Vídeos e atividades sobre as arboviroses.

 

 

Agradecemos as Unidades Escolares que compartilharam conosco as atividades e os projetos desenvolvidos para a conscientização da comunidade escolar !

 

 

 

 

 

 

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Terça-feira, 26/03/2019

Nas Escolas da 2ª CRE o Aedes Aegypti Não Tem Vez

Tags: 2ªcre, dengue, arboviroses.

 

As unidades escolares da 2ª CRE estão trabalhando a importância da prevenção das doenças causadas pelo mosquito Aedes Aegypti.

 

Conscientizar a comunidade escolar é fundamental para o desenvolvimento de atitudes diárias que evitem a proliferação do mosquito transmissor da Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela.  As unidades escolares da 2ª CRE estão trabalhando no mês de fevereiro esse pensamento de conscientização.

 

Testando os conhecimentos sobre as arboviroses.

 

 

A Escola Municipal Sergio Vieira de Mello, realizou a “Semana de Combate as Arboviroses”. O objetivo das atividades desta semana foi conscientizar a comunidade escolar sobre a importância de combater a proliferação das Arboviroses. Toda a escola esteve envolvida no processo e foram desenvolvidas as seguintes atividades:


• Jogo de tabuleiro humano com os alunos, a partir de perguntas sobre a proliferação e combate ao mosquito;


• Mutirão para identificar possíveis focos no terreno da escola;


• Murais com trabalhos dos alunos: desenhos e textos;


• Palestra com a Clínica da Família sobre transmissão, prevenção e sintomas das principais arboviroses;


• Confecção, com material reciclado, do mosquito transmissor;


• Dramatização sobre o tema;


• Vídeos educativos;


• Música “Xô Dengue”.


Os alunos demonstram um conhecimento prévio sobre a temática e alguns responsáveis salientaram que os filhos chegaram em casa inspecionando os possíveis focos do mosquito transmissor das Arboviroses.

 

 

Produção de murais sobre o assunto.

 

 

A Creche Municipal dos Sonhos realizou o projeto “Arboviroses, sem chances para o Mosquito”. Seu objetivo principal foi conscientizar as crianças sobre o combate ao mosquito Aedes aegypti, mobilizando os funcionários da creche, os pais, os vizinhos e toda a comunidade.


Os alunos da creche participaram de rodas de conversas sobre a Dengue e seus perigos, assistiram a uma dramatização realizada pela professora e participaram da elaboração de cartazes que foram espalhados pela escola.


Os alunos do berçário sentaram-se em grupos e cada um pintou uma parte do corpo do mosquito, após isso, cada aluno montou o seu.


A turma do Maternal I pintou a raquete que mata o mosquito, individualmente. Na ponta da raquete havia um fio de nylon com o mosquito pendurado. Os alunos também assistiram a uma dramatização apresentada por fantoches.


A professora Sônia Maria Souza, regente do Maternal II, confeccionou com os alunos o ciclo de vida do mosquito. A turma também estudou sobre os cuidados necessários em relação a prevenção e cuidados com a saúde. Por fim, os estudantes  pintaram o mosquito para montar cartazes.


A turma do Maternal II também interagiu na historinha, utilizando os fantoches, sobre as diversas formas de contágio de doenças causadas pelos chamados arbovírus, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.

 

 

Dramatização e produção de raquetes.

 

 

Murais informativos sobre as Arboviroses.

 

 

Historinha com fantoches sobre as diversas formas de contaminação das doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti.

 

 

Já a Escola Municipal Anne Frank trouxe como temática a "Sustentabilidade Cidadã".. A escola deu ênfase a sustentabilidade social e ao convívio em grupo para o acolhimento escolar.


Trabalhando a ideia a partir dos pilares: sustentabilidade social, ambiental e econômica, o foco de trabalho foi a sustentabilidade ambiental e o papel da comunidade no processo de prevenção das doenças existentes dentro deste espectro e transmitidas pelo mosquito.


Dentre os objetivos das atividades desta semana estavam:

  • identificar a escola como um espaço social de trocas, reponsabilidade, acolhimento e aprendizado;
  • reconhecer o papel de participação e comprometimento junto ao grupo;
  • refletir sobre a importância das ações individuais e coletivas para o seu próprio bem-estar e de toda sua comunidade;
  • buscar estabelecer relação entre os conteúdos e elementos do currículo escolar com  as práticas vivenciadas no desenvolvimento do projeto, buscando estabelecer o diálogo, a conscientização e o aprendizado no processo ensino aprendizagem.


Todas as turmas da unidade escolar participaram das atividades. Essas foram muito proveitosas e conscientizaram sobre a importância de combater o mosquito transmissor das Arboviroses.


Seguem descritas abaixo as atividades realizadas pelas turmas da unidade escolar na semana destinada ao trabalho sobre as arboviroses.

Turma: 1101- Os Agentes Mirins (DAN) Detetives da Anne Frank elaboraram um mural para exposição, construído a partir da contextualização, discussão e informação sobre o tema. Fizeram também uma expedição de busca e caça a possíveis focos de proliferação do mosquito dentro da escola;


1.201 e 1.202 - Com a proximidade do carnaval a turma escolheu elaborar uma paródia sobre os perigos da proliferação da doença e como preveni-la;


1.301 e 1.302 - A partir da contextualização do tema, ao longo da semana, a turma organizou uma passeata para alertar a comunidade escolar da importância do combate a doenças causadas pelo Aedes aegypti;


1.401 e 1.502 - A turma realizou uma pesquisa para identificar a origem das arboviroses e como elas chegaram ao Brasil. Depois da pesquisa, foi construído um mural para exposição, com o objetivo de informar e compartilhar, com o grupo, o aprendizado;


1.402- A turma montou um mural de exposição com charges relacionadas a proliferação do mosquito e a transmissão de doenças;


1.501- A partir da contextualização, discussão e vídeos sobre o tema, a turma realizou um trabalho, no qual o foco foi os possíveis instrumentos de auxílio a quebra do ciclo do mosquito. A turma pesquisou e criou uma armadilha para capturar mosquitos, a “Mosquitérica”. Procedimento que auxilia no processo de prevenção da doença.


A professora de Artes construiu, coletivamente, um mosquito gigante com material reciclável, estabelecendo relações com a reutilização de materiais para o trabalho e sua importância na sustentabilidade ambiental. O mosquito encontra-se exposto na Unidade Escolar.

 

 

Cuidados e preveção contra o mosquito causador das Arboviroses.

 

 

Bloco "Xô, Mosquito" e mosquito gigante construído com material reciclável nas aulas de Artes.

 

 

Agradecemos as unidades escolares que compartilharam conosco as atividades desenvolvidas sobre a conscientização do combate ao mosquito Aedes aegypti.

 

 

Quer saber mais? Entre em contato com as unidades escolares.

 

Escola Municipal Sergio Vieira de Mello

Telefones: 3114-1244 / 3114-1245

Email:  emsvmello@rioeduca.net

 

Creche Municipal dos Sonhos

Telefone: 3161-0901

Email: cmsonhos@rioeduca.net

 

Escola Municipal Anne Frank

Telefones: 2558-7898 / 2552-6492

Email: emfrank@rioeduca.net

 

 

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

 


 


   
           



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