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Quinta-feira, 30/11/2017

Concerto de Estreia da Orquestra Sinfônica Juvenil Carioca

Tags: orquestra.

 

No dia 27 de novembro, a Secretaria Municipal de Educação, Secretaria Municipal de Cultura, responsáveis, professores e alunos da rede participaram do concerto de estreia da Orquestra Sinfônica Juvenil Carioca O evento aconteceu na Cidade das Artes, Barra da Tijuca e reuniu 1200 jovens alunos músicos em uma belíssima apresentação.

O concerto foi organizado como uma viagem no Brasil, seus povos e culturas, através de músicas marcantes como o Trenzinho Caipira, As Rosas não falam e Carinhoso. O elenco do espetáculo reuniu professores de música e musicistas da rede municipal, alunos entre 10 e 17 anos que participam, desde setembro, do projeto Orquestra nas Escolas, projetos musicais de aproximadamente 44 escolas e núcleos de artes e representantes da Orquestra de Vozes Meninos do Rio.

 

 

O Projeto Orquestra nas escolas, coordenado por Moana Martins, oferece aulas de instrumentos, teoria musical e prática de orquestra, além de uma bolsa auxílio de R$ 200. No projeto há aulas dos seguintes instrumentos: clarinete, contrabaixo acústico, violino, viola, violoncelo, flauta transversa, trompete, trombone ou percussão. Segundo a coordenadora do programa a música é um instrumento de libertação e a democratização de seu ensino abre portas e caminhos que fortalecem a educação, cultura, sociabilidade e coletividade.

Já a Orquestra de Vozes Meninos do Rio é formada por 25 coros infantis da rede municipal de ensino. A orquestra conta com a participação de alunos e professores, que são regentes dos coros escolares integrantes do projeto e essas escolas funcionam como polo da orquestra. No total são aproximadamente mil alunos regidos pelo maestro Julio Moretzsohn.

 

 

As próximas apresentações das Orquestra Sinfônica Juvenil ocorrerão nas seguintes datas:

 - 4 de dezembro no teatro NET Rio, localizado na rua Siqueira Campos, 143 - Copacabana

 - 8 de dezembro nas escadarias do Centro Administrativo da Prefeitura, na Cidade Nova 

 - 13 de dezembro na escadaria da Câmara dos Vereadores 

 - 15 de dezembro no Parque de Madureira

 

 


   
           



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Quinta-feira, 30/11/2017

Orientações para o Fechamento do Ano Letivo de 2017 e Virada para o Ano Letivo De 2018

Tags: orinetações, fechamento, ano letivo.

 

Circular E/SUBE N.º 40

                    Rio de Janeiro, 28 de novembro de 2017.

Assunto: Orientações para o Fechamento Do Ano Letivo de 2017 e Virada para o Ano Letivo De 2018

 

Sr(a). Coordenador(a) de E/CRE,
Sr(a). Assessor(a) de Integração da E/CRE/AAI,
Sr(a). Gerente de Educação da E/CRE/GED,
Sr(a). Assistente de Informática da E/CRE/AIT,
Sr(a). Diretor(a) de Unidade Escolar,

 

A Subsecretaria de Ensino, com o intuito de minimizar, ao máximo, equívocos no lançamento de dados e garantir a fidedignidade dos resultados da avaliação escolar e a confiabilidade dos documentos (Histórico Escolar e Boletim Escolar) entregues aos responsáveis e alunos, encaminha as orientações relativas ao fechamento deste ano letivo.


1. CONSELHOS DE CLASSE

 

a) 4.º COC: 01 a 05 de dezembro

 

- Neste COC, lançam-se, normalmente, a frequência e as notas dos alunos e define-se sua situação final, lembrando que é o CONCEITO GLOBAL que aponta a aprovação do aluno ou seu encaminhamento à 2.ª época.
OBS.: Todos os Projetos de Reforço Escolar continuarão em aula normal até o 5.º COC.

- A atribuição do CONCEITO GLOBAL está estabelecida na Resolução SME N.º 1 123, de 24 de janeiro de 2011, em seus artigos 2.º e 3.º e respectivos parágrafos, e na Deliberação E/CME N.º 19, de 17 de março de 2009, em seus artigos 2.º (parágrafo único) e 3.º (ver Anexo e ler item 3 desta Circular: Esclarecimentos sobre aprovação/reprovação.

 

ATENÇÃO: Este anexo, acrescido do item 3 desta Circular, deve ser entregue aos Professores ANTES do 4.º COC, devendo ser analisado no início do 2.º momento deste COC.

 

- Será encaminhado à 2.ª época todo aluno que obtiver Conceito Global I (Insuficiente) no 4.º COC, independentemente de sua frequência. Para o 1.º ao 5.º Ano, o Professor II organiza a 2.ª época nas atividades curriculares em que o aluno apresenta dificuldades; no caso do 6.º ao 9.º Ano, o aluno fará 2.ª época APENAS nas disciplinas em que obtiver média final inferior a 5,0. Não há limite de disciplinas para ir à 2.ª época.

 

ATENÇÃO: A escola deve ter muito cuidado ao divulgar os resultados deste COC aos alunos, para que nenhum aluno seja prejudicado em seu direito à 2.ª época!

 

SUGESTÕES:

- Para reduzir a possibilidade de equívocos nos resultados deste COC, sugerimos solicitar aos Professores ou aos Secretários Escolares que lancem as notas das avaliações do bimestre no SGA antes do 4.º COC, de forma que, emitindo-se o relatório próprio, já se tenham as médias dos alunos nas disciplinas, no momento desse COC.


- As notas das provas bimestrais já devem estar inseridas no DESESC, de forma a agilizar o fechamento do ano letivo no sistema.


- Realizar, sempre que possível, o COC no 1.º dia previsto.


- Emitir o listão após o fechamento do 4.º COC, para conferência.

 

- Fechado o 4.º COC, inicia-se o processo de ENTURMAÇÃO dos alunos já aprovados, ou seja, a indicação do ano de escolaridade ou projeto que cada um cursará em 2018. Esse processo será quase totalmente automático, porém há algumas situações que deverão ser enturmadas manualmente (ver, com atenção, o Quadro de Enturmação, na Resolução SME N.º 25, de 24/10/2017).


b) 5.º COC E 3.º COC DO PEJA: 19 de dezembro.

 

- Neste COC, define-se a situação final dos alunos dos Projetos de Reforço Escolar, do PEJA e dos encaminhados à 2.ª época no Ensino Fundamental: aprovação ou reprovação. Reafirmamos a importância da atenção aos critérios de atribuição desse conceito aos alunos. Relembramos que, no 5.º COC, o Conceito Global deve ser atribuído pelo coletivo do Conselho de Classe e não apenas pelos Professores das disciplinas em que o aluno fez a 2.ª época.

 

- Neste COC, lançam-se: do 1.º ao 5.º Ano, a frequência, a média do Professor na 2.ª época e o Conceito Global; do 6.º ao 9.º Ano, a frequência, a média obtida na 2.ª época na(s) disciplina(s) e o Conceito Global; nos Projetos de Reforço Escolar, a frequência e o Conceito Global; no PEJA, a frequência e o Conceito Global.

 

- Lembramos que, neste COC, fecha-se a frequência de todos os alunos. Portanto, cuidado ao divulgar os resultados, pois poderá acontecer de um aluno, mesmo tendo obtido aprovação já no 4.º COC, ser retido por frequência.

 

- Tão logo os professores corrijam as provas da 2.ª época, as notas devem ser inseridas no SGA.

 

- Emitir listão da Situação Final, antes de fechar o 5.º COC e o 3.º COC do PEJA, para conferência.

 

- Divulgar aos responsáveis e alunos os resultados emitidos pelo SGA. Ao divulgar os resultados finais, informar aos alunos e aos responsáveis do direito ao COC de RECURSOS, cujo prazo de solicitação vai até o dia 25 de janeiro de 2018.

 

- Fechado o 5.º COC, inicia-se o processo de ENTURMAÇÃO dos alunos dos Projetos de Reforço Escolar, do PEJA e do Ensino Fundamental que ficaram em 2.ª época, ou seja, a indicação do ano de escolaridade ou projeto que cada um cursará em 2018. Esse processo será quase totalmente automático, porém há algumas situações que deverão ser enturmadas manualmente (ver, com atenção, o Quadro de Enturmação, na Resolução SME N.º 25, de 24/10/2017).

 

2. LANÇAMENTO DOS PROJETOS

 

ATENÇÃO: Todos os projetos (Realfabetização e Aceleração) lançam seus dados no 4.º COC, mas somente na data de 19 de dezembro.

 

a) REALFABETIZAÇÃO 2 e ACELERAÇÃO 1: lançam-se sua frequência e seu Conceito Global, fechando-se sua situação final.

 

b) ACELERAÇÃO 6 (código 60) e ACELERAÇÃO 8 (código 89): será lançada a frequência e o Conceito Global, que definirá a aprovação ou não do aluno, fazendo-se seu fechamento. Serão permitidas correções da frequência dos alunos em COCs anteriores. Fecha-se, então, a situação final dos alunos destes projetos.

 

IMPORTANTE: Todos os Projetos de Reforço Escolar têm aula normal até o dia 18 de dezembro.

 

EM TEMPO:

- A escola, ao entrar em recesso, deverá ter concluído todo o processo de lançamento de dados do 4.º e do 5.º COCs, da enturmação e do remanejamento e ter efetuado a renovação! 


- IMPORTANTE:

Solicitações de correção de dados relativos à avaliação dos alunos (médias, frequência e conceito global - GLB) nos COCs 1, 2 ou 3 serão realizadas pela E/CRE/GED.

 

ATENÇÃO: Ao emitir um Histórico Escolar, se for observado algum erro ocorrido em anos anteriores, deve ser encaminhado e-mail à E/CRE/GED, anexando-se cópia digitalizada dos seguintes documentos:

 

I - Ata assinada pela Direção, pelo Coordenador Pedagógico e pelo(s) Professor(es) da turma, descrevendo qual a alteração e o motivo da mesma. Uma cópia da ata deverá ser arquivada na pasta do aluno.

 

II - Ata do respectivo COC. Se relativa ao resultado final, atas do 4.º e 5.º COCs.

 

III - Boletim Escolar do ano que receberá a alteração.

 

IV - Histórico Escolar.

 

V - Diário de Classe (páginas de frequência, de lançamento de notas e conceitos e Relatório sobre o Aluno em questão).

 

VI - Outros: que a escola julgue pertinentes para a avaliação do caso.

 

De posse desses documentos, a E/CRE/GED emitirá parecer sobre a situação e, se favorável, encaminhará todos esses documentos à E/SUBE/CED/GAV (Gerência de Avaliação), para a autorização de mudança no Sistema de Gestão Acadêmica (SGA). Esse trâmite deverá ser realizado por e-mail enviado para dois destinatários: 

gerenciadeavaliacao.sme@rioeduca.net e antonio.augusto@rioeduca.net.

 

3. ESCLARECIMENTOS SOBRE APROVAÇÃO/REPROVAÇÃO

 

- Aluno com Conceito I, independentemente do número de disciplinas em que obteve média anual inferior a 5,0, irá para a 2.ª época (claro que apenas nessas disciplinas que tanto podem ser 3, 4 ou até 8). Ressaltamos a importância da discussão, no COC, sobre a atribuição do Conceito Global do 4.º COC, que é o Conceito Global final do ano letivo, para que não haja situações complicadas, como, por exemplo: o aluno que obteve média ligeiramente inferior a 5,0 em apenas 1 disciplina ficar conceituado com I. Essa decisão precisa ser consciente e deve levar em consideração o crescimento desse aluno durante o ano e se ele, realmente, não tem condições de prosseguir seus estudos no ano de escolaridade seguinte, apesar da média nessa disciplina.

- Aluno conceituado com R no 4.º COC está aprovado, independentemente da média das disciplinas, e não faz 2.ª época! O fato de o aluno ter obtido média inferior a 5,0 numa ou até em mais disciplinas não impede a aprovação desse aluno. 

- critérios para a atribuição do Conceito Global (ver Resolução SME N.º 1 123 e Deliberação CME N.º 19), que deve refletir o desenvolvimento do aluno em sua totalidade e não como se fosse composto por "gavetas" independentes entre si. Não há prevalência de uma disciplina sobre as demais. Deve-se pesar bem cada situação, antes de definir a aprovação ou reprovação de um aluno: está em jogo um ano de vida e estudo. Vejam este exemplo hipotético: um aluno obteve média inferior a 5 nas 8 disciplinas, sendo que sua menor média foi 4,7. Qual deve ser o resultado final: aprovado ou reprovado? É preciso pesar bem os critérios de atribuição do Conceito Global, verificando, principalmente, se esse aluno, por tudo o que demonstrou durante o ano letivo (e aqui o Registro sobre o Aluno é fundamental), tem ou não condições de prosseguir seus estudos no próximo ano de escolaridade. Frisando: essa decisão, que é coletiva, precisa ser consciente e deve levar em consideração o crescimento desse aluno durante o ano. A pergunta básica neste momento é: o aluno demonstrou potencialidades para prosseguir seus estudos no ano de escolaridade seguinte, apesar da média dessa(s) disciplina(s)? É, de fato, imperioso que repita todo um ano?


4. CALENDÁRIO PARA O FECHAMENTO DO ANO LETIVO:

- Abertura do COC 4 para lançamento - 22/11

- Fechamento do COC 4 - 20/12

- Liberação da enturmação do Ensino Fundamental - 06/12

- Abertura do COC 5 do Ensino Fundamental, do COC 3 do Peja e do COC 4 dos Projetos de Reforço Escolar para lançamento - 04/12

- Confirmação do fechamento dos COCs 3 (PEJA), 4 (Projetos de Reforço Escolar) e 5 (Ensino Fundamental), enturmação e renovação do Ensino Fundamental, do PEJA, dos Projetos de Reforço Escolar e da Educação Infantil - até 20/12

 

COLABORE: Lançados e conferidos os dados de um COC, execute, imediatamente, os procedimentos de fechamento deste COC. Não espere o último dia!


ALERTA:

É responsabilidade da Direção da Unidade Escolar conferir todos os lançamentos do 4.º e do 5.º COCs e executar os procedimentos necessários à virada do ano letivo para a efetivação da matrícula de 2018.

 

Assim sendo, aconselha-se o registro dos dados que não dependem do COC (por exemplo: notas de provas) antes do respectivo COC e os demais dados (por exemplo, Conceito Global), logo após a realização do COC. Não deixe para lançar os dados no último dia, pois não haverá tempo para a realização da conferência dos listões, o que poderá provocar erros.

 

É necessária muita atenção ao realizar a enturmação manual, para evitar prejuízos à vida escolar do aluno: as regras devem ser rigorosamente seguidas!


EM TEMPO: 

Erros percebidos após o fechamento do 4.º e do 5.º COCs somente serão corrigidos após o período de matrícula! Isto poderá trazer prejuízo aos alunos. Portanto, confira os dados antes de fechar cada COC!


5. EMISSÃO DE DOCUMENTOS PARA OS ALUNOS

 

- Todo documento (boletim, declarações, histórico escolar e certificados) deve ser emitido diretamente do SGA, evitando-se erros de situação final do aluno.

 

- Em situação extrema, em que o aluno necessite de um documento com urgência, mas o SGA esteja fora do ar, pode-se emitir o documento conforme modelo existente no próprio sistema. Mas, para isso, é preciso que a escola tenha atualizado seu arquivo de papel. Caso, por algum motivo excepcional, a escola não o tenha, sugerimos que, para o 9.º Ano e o PEJA II – Bloco 2, emita, antecipadamente, o Histórico Escolar do sistema, para ter como fazer um Histórico em uma emergência. Lembramos que, para isso, será necessário que também tenha cópia do listão final de 2017.


6. LEITURAS IMPRESCINDÍVEIS

Para o fechamento do ano letivo de 2017 e a virada para 2018, as escolas devem ter à mão a seguinte legislação:

a) Resolução SME N.º 1 123, de 24 de janeiro de 2011 (Avaliação Escolar).

b) Deliberação E/CME N.º 19, de 17 de março de 2009 (Normas para realização do Conselho de Classe).

c) Resolução SME N.º 25, de 24 de outubro de 2017 (Enturmação e Organização de Turmas).

 

7. LEMBRETE

Faz-se necessário reafirmar a responsabilidade do gestor no uso do Escola 3.0 – SGA, especialmente quanto ao lançamento de dados dos alunos, pois estes compõem e definem a vida escolar deles, e quanto à manutenção atualizada do sistema. 

São responsabilidades primeiras do gestor do Escola 3.0 – SGA: 

1. Cumprir os prazos de lançamento dos dados no sistema.

2. Cobrar dos demais usuários o cumprimento dos prazos de seus lançamentos.

3. Inserir no sistema, imediatamente, a matrícula de alunos e os dados do Histórico Escolar.

Compete ao Diretor da Unidade Escolar a responsabilidade pela confiabilidade dos dados nos sistemas (SCA e SGA), pela conferência do relatório antes de fechar o COC, pelo cumprimento das pendências apontadas pelo sistema e pelo atendimento aos prazos estipulados para seu fechamento.


8. SOLICITAÇÃO

Contando com a colaboração de todos, solicitamos ciência desta Circular a toda a comunidade escolar.


Atenciosamente,

Antônio Augusto Alves Mateus Filho
Assistente da E/SUBE

 

Maria de Nazareth Machado de Barros Vasconcellos
Subsecretária de Ensino – E/SUBE

 

 


Circular E/SUBE N.º 040, de 28/11/2017.

ANEXO

 

1. RESOLUÇÃO SME N.º 1 123, DE 24 DE JANEIRO DE 2011.

Art. 2.º A avaliação do processo de desenvolvimento e aprendizagem dos alunos do 1.º ao 9.º ano do Ensino Fundamental e do Programa de Educação de Jovens e Adultos – PEJA – deverá ser expressa, a cada Conselho de Classe, por meio de um conceito global, definido pela Secretaria Municipal de Educação (SME), o qual determinará, ao final do ano letivo, a aprovação ou reprovação do aluno.

§ 1.º O conceito global considerará as avaliações dos professores, os resultados nas provas bimestrais e o aspecto formativo do desenvolvimento do aluno.

§ 2.º No 1.º Ano do Ensino Fundamental, será atribuído, a cada bimestre, um conceito global ao aluno.

§ 3.º Do 2.º ao 5.º Ano do Ensino Fundamental, será atribuído um conceito global ao aluno, além de se registrarem, no Boletim Escolar, as notas obtidas nas provas bimestrais de Português, Matemática e Ciências.

§ 4.º Do 6.º ao 9.º Ano do Ensino Fundamental, será atribuído um conceito global ao aluno, além de se registrar, no Boletim Escolar, em cada uma das disciplinas do currículo, a média, em escala de 0 (zero) a 10 (dez), de todas as avaliações bimestrais, tanto as programadas pelo professor como as provas elaboradas pela SME.

§ 5º. Do 6.º ao 9.º Ano do Ensino Fundamental, também serão registradas, no Boletim Escolar, a cada bimestre, as notas das provas bimestrais, aplicadas pela Secretaria Municipal de Educação.

§ 6.º A atribuição do conceito global e da média das disciplinas não exclui o registro significativo em cada disciplina, a ser feito no Diário de Classe.

Art. 3.º O conceito global, que refletirá o desenvolvimento e a aprendizagem do aluno no período considerado para o Conselho de Classe (COC), deverá se constituir na síntese dos apontamentos realizados no Diário de Classe.

§ 1.º Para a atribuição do conceito global, deverão ser observados os seguintes aspectos:

I – Muito Bom (MB): atingiu os objetivos propostos para o período, não tendo necessitado de atividades específicas de recuperação paralela;

II – Bom (B): atingiu os objetivos propostos para o período, com participação eventual em atividades específicas de recuperação paralela;

III- Regular (R): atingiu parcialmente os objetivos propostos para o período, necessitando, constantemente, de recuperação paralela, com novas e diferenciadas atividades.

IV – Insuficiente (I): após a recuperação paralela, não atingiu os objetivos mínimos propostos para o período.

§ 2.º No Ensino Fundamental, do 3.º ao 9.º Ano, ficará retido o aluno que obtiver conceito global I (Insuficiente) ao término de cada ano escolar.

§ 3.º Devido ao caráter processual da alfabetização, não deverá haver retenção no 1.º e no 2.º Anos.

§ 4.º O aluno que for considerado apto para o ingresso no Ensino Médio, por meio de concurso de seleção realizado por instituição de ensino de rede pública, não poderá ser retido no 9.º Ano.


2. DELIBERAÇÃO E/CME Nº 19, DE 17 DE MARÇO DE 2009:

Art. 2.º O Conselho de Classe terá como finalidades:

I – analisar dados referentes ao desenvolvimento do aluno no processo de aprendizagem; da relação professor-aluno; do relacionamento entre os próprios alunos e de outros assuntos específicos da turma;

II – sugerir medidas pedagógicas a serem adotadas, visando superar as dificuldades detectadas;

III – deliberar a respeito do conceito global dos alunos.

Parágrafo único. Na atribuição do conceito global do aluno, a cada bimestre, serão considerados:

a) o grau de atingimento, pelo aluno, dos objetivos propostos para o período;

b) os resultados obtidos, pelo aluno, nas avaliações;

c) evolução do desempenho escolar;

d) as anotações significativas feitas pelo professor no registro individual do aluno, a partir de suas observações sistemáticas;

e) o resultado obtido, pelo aluno, na recuperação paralela, quando dela teve necessidade.

Art.3.º Nos aspectos qualitativos da avaliação, observar-se-á o desenvolvimento do aluno quanto:

a) à liberdade de ação, de expressão e de criação;

b) às interações que estabelece no espaço social;

c) à compreensão e ao discernimento de fatos e à percepção de suas relações;

d) à capacidade de análise e de síntese.

 


   
           



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Quinta-feira, 30/11/2017

Carta aos professores

1. Está chegando ao fim a primeira rodada de reuniões do fórum que debateu o estabelecimento pleno do direito ao 1/3 de planejamento para os professores da nossa rede. Dessa vez não houve consenso. O resultado, mesmo assim, foi positivo, pois conseguimos amadurecer bastante a questão. Participei de algumas sessões. Ouvi todas as partes. Li as atas e os documentos anexados a elas.

 

Não podemos adiar certas decisões que condicionam a maneira como organizaremos o funcionamento da rede em 2018. Eis o objeto desta carta.

 

2. A reivindicação de usar 1/3 da jornada de trabalho dos professores para atividades de planejamento e afins é justa, por critérios meramente pedagógicos. Além disso, existe uma lei que a ampara, confirmada por uma sentença judicial emitida em 2014. A sentença fixou janeiro de 2016 como prazo-limite para a SME realizar o ajuste, mas isso não foi cumprido em sua totalidade.


O que era uma situação desconfortável – o descumprimento de uma lei – tornou-se uma ameaça, pois a execução da sentença no meio do ano letivo desorganizaria as nossas atividades.


A tabela I, em anexo, mostra a situação atual dos nossos professores no que diz respeito a essa questão.

 

3. Tudo isso – a melhora pedagógica, o cumprimento da lei e a sentença judicial – reforça a ideia de que devemos iniciar 2018 com uma clara perspectiva de solucionar o problema.
Quatro aspectos precisam ser compatibilizados: o respeito à legalidade, a viabilidade orçamentária, o impacto pedagógico das nossas decisões e a busca de uma solução isonômica para todos os professores da rede. Na medida em que essa solução for obtida, a metade do tempo de planejamento poderá ser cumprida fora das unidades escolares, gradativamente, conforme regras a serem detalhadas em resolução específica.

 

4. A adoção plena do tempo de planejamento previsto em lei implica, por definição, que parte do nosso atual plantel de professores passará a oferecer um total de horas-aula menor do que o praticado até aqui. Isso nos remete à necessidade de realizar novas contratações, um tema extremamente sensível, diante da atual crise fiscal e orçamentária. Para avaliar o impacto, analisamos três cenários, com horas-aula de 45, 50 e 60 minutos. Varia, em cada caso, o número de professores adicionais necessários para garantir a oferta da matriz curricular.


Chegamos aos seguintes resultados: precisaremos contratar 6.929 PEFs anos finais se a hora-aula diminuir para 45 minutos, 4.103 se ela for mantida em 50 minutos e 1.616 se ela for expandida para 60 minutos.


Lidamos aqui, tão somente, com a demanda adicional provocada pela adoção plena do 1/3 de planejamento. A ela se somam outras demandas igualmente legítimas, como os provimentos necessários para suprir as faltas já existentes de PEF (anos iniciais e finais), as carências decorrentes de vacâncias de professores registradas a partir de agosto de 2017 e toda a demanda específica de provimento de professores de educação infantil (PEIs), seja para suprir carências a vacâncias, seja para garantir aos PEIs o mesmo direito ao 1/3 de planejamento. Também o projeto de alfabetização plena no tempo certo, que prevê turmas de até vinte alunos no primeiro ano do ensino fundamental em 2019, exigirá novas contratações.


Estamos, como se vê, diante de um problema difícil. Números tão vultosos de contratações são incompatíveis com a realidade orçamentária, fiscal e legal da nossa Prefeitura.

 

5. A LDB determina uma carga horária mínima anual (800 horas), um número mínimo de dias de trabalho escolar (200 dias) e jornadas diárias de pelo menos quatro horas de trabalho efetivo em salas de aula. Ela não especifica se cada aula deve ter 45, 50 ou 60 minutos, de modo que o critério da legalidade não diferencia nenhuma das três opções. Precisamos observar as demais condições.

 

6. A adoção da hora-aula de 45 minutos parece-me duplamente inadequada, seja por critérios pedagógicos, pois encurta demais o tempo de contato direto professor-aluno (todos sabemos que uma aula não começa no primeiro minuto), seja orçamentárias e legais, pois exige quase 7.000 novas contratações.


Não vejo impedimentos pedagógicos à matriz atual, de 50 minutos. Sua principal vulnerabilidade é também nos condenar ao imobilismo na questão do 1/3 que nos ocupa agora, pois não parece realista que possamos contratar mais de 4.000 professores em prazo visível. Se esta for a decisão adotada, as atuais diferenças nos tempos de planejamento dos professores tenderão a se perpetuar. Além disso, a rede permanecerá exposta ao risco de execução da sentença judicial durante o ano letivo, sem que tenha condições de se adaptar às exigências nela contidas.

 

7. A adoção da hora-aula de 60 minutos é a mais favorável do ponto de vista orçamentário, pois reduz substancialmente a necessidade de realizar novas contratações. Com ela, poderíamos avançar ao longo do primeiro semestre de 2018 para a adoção plena e isonômica do tempo de 1/3 de planejamento, garantindo menor jornada de trabalho para todos dentro das unidades escolares, como mostra a tabela II.


Contra essa solução há uma argumentação legítima, a de uma menor diversidade curricular em muitas escolas. Pois, neste caso, em escolas de horário parcial, onde estão 66% dos nossos alunos, teríamos 20 tempos semanais de 60 minutos, em vez dos atuais 25 tempos de 50 minutos, diminuindo em 50 minutos por semana o tempo total de aula.
Em escolas de horário integral, que concentram 34% dos alunos, ocorreria o contrário: a jornada diária de efetivo trabalho escolar seria ampliada em 10 minutos diários, com adição de 50 minutos semanais. A tabela III, que mostra as matrizes possíveis, apresenta essa distribuição.

 

8. A opção por horas-aula de 50 ou de 60 minutos não envolve questões de princípio. Ambas têm vantagens e desvantagens. Concluída a primeira fase de debates no fórum, creio que devemos consultar diretamente os nossos professores sobre o melhor caminho a tomar. Mas, como escrevi acima, temos pressa, pois essa decisão influencia a maneira como planejaremos o funcionamento da rede em 2018. Tal planejamento precisa ser feito agora.


Peço que entre os dias 1 e 5 de dezembro, ao longo do próximo COC, esse tema seja debatido em cada escola e submetido a votação, seguindo procedimentos que divulgaremos logo. Com base nessa votação, a SME tomará uma decisão democrática.

 

9. Faço, ainda, dois registros importantes:
(a) A harmonização plena do tempo de planejamento entre todos os grupos da educação fundamental não ocorrerá, em nenhuma hipótese, no início do ano letivo de 2018, pois até lá não teremos tempo para realizar as contratações necessárias. A eventual adoção da hora-aula de 60 minutos apenas abre uma perspectiva realista para resolver o problema ao longo do primeiro semestre.


(b) Seja qual for a decisão tomada pelos nossos professores, reabriremos um novo ciclo de debates sobre este tema em agosto de 2018, para dar um balanço da opção feita, a tempo de implantar eventuais aperfeiçoamentos e correções para o ano letivo de 2019.

 

11. Como todos sabem, a SME sofre a crise fiscal que atinge com muita força o governo estadual e todas as prefeituras do Rio de Janeiro. Estamos trabalhando com recursos insuficientes, muito menores do que os que estiveram disponíveis em anos anteriores. Mas não usamos essa situação nem para cortar direitos nem para justificar qualquer tipo de lamentação e paralisia. Em todos os fóruns, nossos debates buscam caminhos de avanço. Mesmo que não possamos implantá-los imediatamente, trabalharemos juntos ao longo tempo, sabendo onde queremos chegar.


Sou moderadamente otimista. Uma SME pacificada, imune a interferências espúrias e com clareza de seus objetivos conseguirá avançar, passo a passo, para corrigir as injustiças que ainda existem entre nós.


Não deixe de dar seu voto. Sua participação fortalecerá a nossa rede.

 

Atenciosamente,
Cesar Benjamin
Secretário

 

http://webapp.sme.rio.rj.gov.br/inscricao/

 

 

ACESSE AQUI O TEXTO NA ÍNTEGRA e SEUS ANEXOS

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 29/11/2017

Jogar e Aprender na Aula de Língua Portuguesa

Tags: 8ªcre, língua portuguesa, jogos lúdicos.

 

Os jogos geralmente estão presentes nas aulas de Matemática ou nos anos iniciais da vida escolar. Hoje o Rioeduca apresenta uma proposta de jogo para aulas de Língua Portuguesa do 6º ano, afirmando que o lúdico pode e deve estar sempre na aprendizagem dos alunos, independente do ano de escolaridade.

 

 

Como afirmou Piaget, o confronto de diferentes pontos de vista, essencial ao desenvolvimento do pensamento lógico, está sempre presente no jogo, o que torna essa situação particularmente rica para estimular a vida social e a atividade construtiva do indivíduo.

Jogar, principalmente de forma coletiva, é um estímulo para várias habilidades, além de ser prazeroso e desafiador.  Sendo assim, o jogo é uma das estratégias de aprendizagem que pode e deve ser usada nas unidades escolares.

 

 

Pensando nas vantagens de inserir a estratégia do jogo em suas aulas, a professora Sueli Menezes, que é regente na turma 1601 do 6º Ano Experimental, na Escola Municipal Churchill, elaborou o jogo: Roleta dos Advérbios.

O jogo tem como objetivo levar os alunos a compreender os diferentes discursos orais e escritos em diversas variantes e registros da Língua Portuguesa, incluindo a norma padrão, com ampliação dos conhecimentos gramaticais.


"O jogo auxilia os alunos na habilidade de reconhecer palavras que são classificadas

como advérbios na Língua Portuguesa, classificando-as adequadamente."

                                                                                             Professora Sueli Menezes

 

O jogo Roleta dos Advérbios visa também ampliar o vocabulário dos alunos, apresentando palavras de uso pouco comum. Essa ampliação auxiliará na compreensão de textos e na própria produção textual que os alunos farão futuramente.

Para jogar os alunos, organizados em grupos, enviam um representante de seu grupo para rodar a roleta e descobrir com qual classificação de advérbio irão trabalhar.

Em seguida este aluno escolhe dentro da caixa, com ajuda do grupo, no tempo de 10 segundos, o advérbio que se encaixa na classificação dada pela roleta.

Ao fim de cada rodada são verificados os erros e acertos pelos próprios alunos.

 

 

Alguns jogos de fácil confecção, feitos a partir de materiais bem simples ou até de reciclados, podem ter um efeito muito positivo e importante na aprendizagem dos alunos.

Geralmente esses joguinhos são mais usados na Educação Infantil ou nos anos iniciais. Hoje o Rioeduca apresenta a proposta da professora Sueli Menezes, que confeccionou a Roleta dos Advérbios com caixa de pizza, papéis coloridos e um spinner.

Além de auxiliar na aprendizagem dos conteúdos que a professora estabeleceu, o jogo proporcionou uma aula diferente, dinâmica onde os alunos se movimentaram e aprenderam de maneira alegre e divertida!

 

 

Se gostou da matéria e quer conhecer melhor esse e outros projetos, entre em contato:

 

Sueli Maria de Menezes

Professora II (SME/RJ) - Professora de Educação Infantil (SME/RJ)
Especialista em Gestão Escolar Integrada e Práticas Pedagógicas
Especialista em Educação Especial
Email: suelimariademenezes@gmail.com 

Escola Municipal Churchill

Email: emchurchill@rioeduca.net

 

 

O blog "A Revolução Acontece" existe no Rioeduca para compartilhar os projetos e ações que acontecem nas escolas

da Prefeitura do Rio de Janeiro.

Entre em contato conosco!

 


   
           



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