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Quinta-feira, 14/06/2018

Festival de Teatro de Alunos da Rede: Inscrições abertas!

Tags: festival, teatro, fertiliza.

 

Invasão de Talentos!

 

 

Começaram no dia 12 de junho as inscrições para o Festival de Teatro de Alunos da Rede. Projeto vai levar peças de estudantes aos palcos da Cidade

 

Chegou a hora dos alunos das escolas municipais mostrarem seus talentos. Vem aí o Festa, o Iº Festival de Teatro dos Alunos da Rede. A iniciativa visa incentivar a garotada a ser produtora de teatro e não apenas consumidora da arte. E, melhor: levar as produções criadas pelos estudantes aos grandes palcos da cidade, destacando, assim, o protagonismo juvenil que emerge das unidades públicas de ensino do Rio de Janeiro.


Inserido no programa A Escola Fertiliza a Cena da Cidade – criado no ano passado pela Secretaria Municipal de Educação -, o Festa será realizado em etapas e aberto para unidades escolares de todas as 11 Coordenadorias Regionais de Educação que desejem participar da maratona teatral.


O prazo para inscrições das unidades escolares começa nesta terça-feira (12/6) e vai até o dia 24 de agosto. Cada professor deverá inscrever um trabalho (peça) com no máximo 20 minutos de duração.

 

Acesse aqui para ver o regulamento e fazer sua inscrição no Festa

 

A primeira etapa da maratona será regionalizada, ou seja, cada CRE realizará festival próprio com apoio da comissão organizadora do Festa. Serão selecionados dois trabalhos por CRE e os trabalhos vão ser apresentados em novembro, já em uma segunda etapa, no Teatro Ipanema. Na ocasião, artistas profissionais estarão comentando as apresentações, numa mediação entre público e plateia. As peças também serão encenadas nas áreas das CREs.


Para estimular a produção dos trabalhos, a comissão organizadora vai realizar nos dias 25 e 29 de junho e 05 de julho, uma série de vivências teatrais com os professores responsáveis pelas criações, individuais ou coletivas dos alunos. Os encontros vão acontecer na Escola de Formação de Professores Paulo Freire. Para participar das vivências clique aqui.

 

De acordo com o professor Veríssimo Júnior, coordenador do programa de teatro da SME, o Festa da Rede foi inspirado numa experiência bem-sucedida realizada pela 2ª CRE, que em 2017 levou 15 espetáculos de alunos para o Teatro Ziembinski e à Sala Baden Powell.


"O Festa da Rede pretende ser um momento em que as produções teatrais das escolas municipais ampliem suas ações para além das salas de aula e se insiram no circuito teatral da cidade, ocupando as salas de espetáculo, mostrando a criatividade, a personalidade e os talentos das unidades e dos alunos", afirma Veríssimo, destacando ainda que o festival é um momento de afirmação da pedagogia do teatro como um campo imprescindível à práxis teatral.

 

Etapas regionais

 

 

A primeira etapa da maratona será regionalizada, ou seja, cada CRE realizará festival próprio com apoio da comissão organizadora do Festa. Serão selecionados dois trabalhos por CRE e os trabalhos vão ser apresentados em novembro, já em uma segunda etapa, no Teatro Ipanema. Na ocasião, artistas profissionais estarão comentando as apresentações, numa mediação entre público e plateia. As peças também serão encenadas nas áreas das CREs.


Para estimular a produção dos trabalhos, a comissão organizadora vai realizar nos dias 25 e 29 de junho e 05 de julho, uma série de vivências teatrais com os professores responsáveis pelas criações, individuais ou coletivas dos alunos. Os encontros vão acontecer na Escola de Formação de Professores Paulo Freire.


De acordo com o professor Veríssimo Júnior, coordenador do programa de teatro da SME, o Festa da Rede foi inspirado numa experiência bem-sucedida realizada pela 2ª CRE, que em 2017 levou 15 espetáculos de alunos para o Teatro Ziembinski e à Sala Baden Powell.

 


"O Festa da Rede pretende ser um momento em que as produções teatrais das escolas municipais ampliem suas ações para além das salas de aula e se insiram no circuito teatral da cidade, ocupando as salas de espetáculo, mostrando a criatividade, a personalidade e os talentos das unidades e dos alunos", afirma Veríssimo, destacando ainda que o festival é um momento de afirmação da pedagogia do teatro como um campo imprescindível à práxis teatral.

 

Fonte: SME

 

Enviado por:

Verissimo Junior

Programa A Escola Fertiliza a Cena da Cidade

 

 


   
           



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Quarta-feira, 13/06/2018

Orquestra Maré do Amanhã Visita o EDI Maria Cecília Ferreira

Tags: 8ªcre, educação infantil, edi, música.

 

A Orquestra Maré do Amanhã visita o EDI Professora Maria Cecília Ferreira

 

Possibilitar interação com os outros e ampliar o conhecimento do mundo por meio da música é um dos objetivos propostos nas Orientações Curriculares da Educação Infantil da Prefeitura do Rio de Janeiro.

 

 

Para cumprir essa importante etapa na construção do conhecimento dos pequenos alunos do Espaço de Educação Infantil Professora Maria Cecília Ferreira, o projeto Orquestra Maré do Amanhã transformou um dia letivo em um dia inesquecível para alunos, professores e funcionários!

 

No dia 16 de maio, a Orquestra Maré do Amanhã visitou o EDI Professora Maria Cecília, trazendo muitas novidades ao apresentar os seus instrumentos e a forma como funcionam.

 

 

 

Além do projeto anual desenvolvido por toda a escola, cada turma do EDI Maria Cecília desenvolve um projeto personalizado, de acordo com o interesse e perfil dos alunos.

A professora Érica Costa é a responsável pelo projeto onde a música é o foco principal. Ela é a regente da turma EI-31, carinhosamente conhecida como a Turma do Cavaquinho. Ao observar que o seu grupo tem como centro de interesse a Linguagem Musical, a professora Érica planejou uma experiência totalmente inovadora para as crianças.

Receber a Orquestra Maré do Amanhã na escola entusiasmou a todos os presentes, não só os alunos!

Antes da apresentação os pequenos puderam ver os instrumentos de perto, fazer perguntas e conhecer os músicos.

 

 

 

O acesso à essa manifestação cultural clássica, que não é comum no cotidiano das crianças, é muito enriquecedora. Essa experiência contribui para a construção de seu conhecimento e percepção da amplitude da arte e da cultura.

O repertório da apresentação foi bem variado e a orquestra se deparou com uma plateia formada por alunos curiosos e atentos a tudo, mas quando a música  Billie Jean, de Michael Jackson, foi tocada, as crianças dançaram bastante!

A visita da Orquestra Maré do Amanhã na escola foi inesquecível para a Turma do Cavaquinho, que está agora ainda mais musical e feliz!

O evento foi marcante na verdade para todos que estiveram presentes, pois a música alegra, inspira... e só faz bem!

 

 

 

O Rioeduca parabeniza à professora Érica Costa e a Turma do Cavaquinho (EI-31) pela realização do projeto!

Um agradecimento especial ao professor Bruno Rossato, Diretor do EDI Professora Maria Cecília Ferreira, pela colaboração com essa publicação.

 

 

 

Para saber mais sobre o Projeto Maré do Amanhã:

http://www.maredoamanha.com.br/

 

Para entrar em contato com o EDI Maria Cecília:

Email.: edimferreira@rioeduca.net

 

 


   
           



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Quarta-feira, 13/06/2018

Todo dia é dia de: Índio, leitura e descobertas

Tags: 3acre, indio, leitura.

 

"Todo dia é dia de: Índio, leituras e descobertas", sob este título as turmas de primeiro,segundo e terceiro anos da (03.29.001) Escola Municipal Professor Mourão Filho embarcaram numa viagem de conhecimento. Vamos conhecer um pouco desse trabalho?

 

 

A Escola Municipal Professor Mourão Filho embarcou numa viagem de conhecimento, através da arte e de muitas leituras. O resultado foi um trabalho de conhecimento e de respeito a cultura do povo indígena.

 

 

 

Partindo das datas comemorativas do mês de abril (dia do índio, dia do livro e descobrimento do Brasil) e fazendo um link como o Projeto Político Pedagógico da escola (Semeando amor...Colhendo sucesso!), os alunos foram motivados a criar vínculos de amor pelo país em que moram, valorizando suas riquezas naturais, conhecendo sua história, se reconhecendo como parte dela e despertando assim o pensamento: "De qual Brasil quero fazer parte e ajudar a reconstruir ou transformar?".

 

 

 

Segundo  o relato das professoras Vanessa e Cristiane, foi criado um vínculo de amor pela diversidade cultural, valorizando o respeito pelas diferentes raças e seus costumes, mostrando que de formas diferentes somos todos iguais. Ao final do projeto, o objetivo principal foi alcançado: despertar o amor pela leitura e escrita, mostrando e provando através de vivências a importância da aprendizagem para sabermos de onde viemos, por onde vamos passar e onde queremos chegar.

 

 

 

 

Ainda segundo as professoras, este trabalho recebeu o apoio e incentivo da equipe gestora da escola e foi desenvolvido em parceria com outras disciplinas (artes, educação física e inglês), além de professores de outros grupamentos que dedicaram seu tempo com relatos de experiências e materiais que enriqueceram a exposição intitulada Primeira Expo-Mourão.

Foram duas semanas de experimentações, leituras, produções e aulas práticas que resultaram numa belíssima exposição para toda a comunidade escolar. O projeto obteve como resultado, alunos entusiasmados para apresentar o resultado de suas produções para  familiares, que por sua vez, prestigiaram e valorizaram o trabalho desenvolvido pela escola.

 

 

Parabéns para a equipe da Escola Municipal Professor Morão Filho pelo trabalho de qualidade desenvolvido que procurou, antes de tudo, conscientizar a seus alunos e comunidade escolar sobre a importância do Índio e sua herança cultural na formação do povo brasileiro. 

 


   
           



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Quarta-feira, 13/06/2018

Fica a Dica: o trabalho de percepção sonora

Tags: percepção, sons, ambiente sonoro.

 

Fica a Dica: o trabalho de percepção sonora

 

 

 

Olá!

Estamos aqui, mais uma semana, falando sobre atividades em Educação Musical!

Hoje, escolhi falar sobre o trabalho de percepção do som. Este exercício propicia ampliar o conhecimento musical do aluno e sua percepção dos sons ao seu redor, além, é claro, da percepção musical propriamente dita.

A percepção do ambiente sonoro, próximo ou distante, desenvolve a capacidade de entendimento dos elementos da música. Crianças estimuladas auditivamente tendem a criar impactos positivos na capacidade de um indivíduo de conhecer a música. (Segundo RCNEI – Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil - BRASIL, 1998).

Em sala de aula, ressalto aqui uma atividade simples e muito interessante que podemos fazer para explorar/observar esses sons que nos rodeiam.

Podemos pedir aos alunos, inicialmente, que fechem os olhos e “abram” os ouvidos e, assim, eles conseguem perceber o menor dos sons que os cercam.

Faça isso ressaltando que eles observem os sons que os rodeiam dentro da sala de aula, depois na escola como um todo (fora da sala), e depois, ainda, uma observação dos sons que rotineiramente ocorrem em suas casas, mas nunca percebidos com tanta atenção. Vale também pedir que eles façam, em casa, uma observação e relato desses sons. 

Essa atividade faz com que os alunos comecem a prestar atenção nos menores sons/ruídos possíveis e conseguem, assim, “abrir” seus ouvidos e prestar atenção no mundo que os cerca. Aquilo que sempre é tão normal e pouco percebido no dia-a-dia, acaba sendo mais um elemento para observação, revelando significados nunca antes explorados.

Ao abordar esses elementos, acabamos por trabalhar, também, as propriedades dos sons: altura, duração, intensidade e timbre, que são parâmetros de classificação.

Altura se refere ao que é grave, médio ou agudo (e não ao que é “alto” ou “baixo”, pois isto trata-se de “volume”); intensidade refere-se ao som forte ou fraco, a intensidade na qual o som é produzido; duração do som refere-se a sons longos e curtos, o tempo que o som “dura” em nossos ouvidos num determinado período de tempo, representados pelas figuras musicais de som/silêncio; timbre refere-se à característica peculiar de cada som.

A voz humana possui timbres diferentes entre si, assim como, os instrumentos musicais. Mesmo de longe, ao ouvir determinado som, conseguimos identificar de qual fonte sonora o mesmo está sendo produzido. Essa classificação se dá graças ao timbre.

Esses parâmetros podem ser trabalhados de diversas maneiras: podemos fazer relações associando um som grave ao som de um carro, por exemplo, e comparando-o com o cantar de um pássaro, que denota um som mais agudo. Fazendo uma comparação entre um e outro, podemos chegar a algumas conclusões e exemplificar isso em sala.

Podemos, também, demonstrar esses parâmetros com instrumentos musicais simples, fazer jogos musicais relacionando sons graves/agudos numa brincadeira de morto x vivo. Uma dica é explorar a intensidade dos sons também com instrumentos simples da bandinha, pedindo para que os próprios alunos realizem essas ações, assim como, ao ouvir músicas explorar as  "nuances" e acompanhar com gestos corporais, ou grafando essas "nuances" com grafias alternativas de registro musical, ressaltando, ainda, as mudanças que ocorrerem na duração, na altura, na intensidade. 

Futuramente, esse ouvido mais apurado será uma grande ferramenta na prática musical em si, pois somos capaz de executar melhor, se soubermos escutar com atenção. . 

Portanto, o trabalho de ampliação da percepção sonora é importante para a execução musical. Fazer uma apreciação atenta dos sons da natureza, dos sons do ambiente próximo e distante, do som musical propriamente dito, só corrobora para a melhora da prática em si.

 

Essa é a nossa dica da semana! Gostou? Esperamos sua sugestão! smiley

Fica a Dica! 

 


   
           



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