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Quarta-feira, 11/10/2017

III SMEEEJA - Seminário Municipal das Escolas Exclusivas de Educação de Jovens e Adultos

Tags: creja, seminário.

 

III SMEEEJA - Seminário Municipal das Escolas Exclusivas de Educação de Jovens e Adultos/ CREJA e CEJA Maré

 

Nos dias 12 e 13 de setembro de 2017, foi realizada a 3ª edição do SMEEEJA, com o tema Educação das Relações Étnico-Raciais Afro-Brasileira e Indígena, no Centro Municipal de Referência de Educação de Jovens e Adultos (CREJA) e no Centro de Educação de Jovens e Adultos da Maré (CEJA Maré).

O SMEEEJA foi idealizado com o objetivo de promover um encontro das Escolas Exclusivas de Educação de Jovens e Adultos, no âmbito da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, reunindo alunos e professores dessas escolas e das demais escolas do PEJA dessa rede de ensino.
 As atividades realizadas (palestras, oficinas, mostras etc.) se propõem a socializar aspectos da realidade das escolas exclusivas de EJA em nosso município.

Os temas do SMEEEJA não se concentram diretamente sobre as questões estruturais, metodológicas etc., mas são propostos no intuito de nos remeter à reflexão sobre temáticas que atravessam os nossos cotidianos, seja no interior da escola ou, de forma mais ampla, na sociedade em que vivemos.

No III SMEEEJA, contamos com a apresentação do Grupo de Capoeira da Vila Olímpica da Maré e do Grupo de Teatro “Parte Dele”, com a peça “Expressões Culturais”; e com as rodas de diálogos:

• História e Cultura Afro-brasileira, com a Profª. Ângela Costa (Professora PEJA EaD CREJA e Mestre em Tecnologia Educacional NUTES/UFRJ);

• História e Cultura Indígena, com a Profª. Mariana Souza (Professora PEJA EaD CREJA e Mestre em Letras Vernáculas-Língua Portuguesa/UFRJ);

• Quem tem medo da África? Com o Prof. Osmar Soares da Silva Filho (Professor Colégio Pedro II e Doutor em Letras-Ciência da Literatura/UFRJ; e

• UBUNTU, uma filosofia africana baseada na humanidade, respeito e solidariedade, com a Profª. Ana Paula Venâncio (Professora CAp ISERJ e Mestre em Educação/UNIRIO).


 O evento foi marcado também por uma homenagem, em sua abertura, a Paulo Freire, em vista da proximidade da semana da Alfabetização, da sua relevância para o campo da EJA no Brasil e dos 20 anos de sua partida.

 

CREJA - Abertura - Ana de Oliveira (Diretora Adjunta CREJA)

CREJA - Abertura - Fátima Valente (Diretora CREJA) e Neyla Tafakgi (Coord. Pedagógica CREJA)

CREJA - Abertura - Prof. Daniel de Oliveira (Prof. Orientador PEJA EaD CREJA)

CREJA - História Cultura Afro-Brasileira e Indigena - Profa Angela Costa (CREJA)

CEJA Maré - Quem tem medo da África - Prof. Osmar Soares (CPII convidado)

CREJA - História Cultura Afro-Brasileira e Indigena - Profa Mariana Souza (CREJA)

CREJA - História Cultura Afro-Brasileira e Indigena - Profas Mariana Souza e Angela Costa (CREJA)

CREJA - Ubuntu - Profa Ana Paula Venâncio (CAp ISERJ - convidada)

CEJA Maré - Apresentação

CREJA - Participação - Alunos do CREJA 

CREJA - Participação - Alunos do CREJA 


   
           



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Quarta-feira, 11/10/2017

Encontro de Artes Cênicas

 

Sob a coordenação do professor Antônio Veríssimo, que trabalha há dezoito anos em uma escola da Vila Cruzeiro, no Complexo do Alemão, estamos começando o projeto “A escola fertiliza a cena da cidade”. Trata-se da consolidação e expansão de grupos teatrais na rede.

 

Queremos conhecer o trabalho e as realizações dos nossos professores. Para isso realizaremos um Encontro de Artes Cênicas no próximo dia 1 de novembro, de 10:00 às 17:00 horas, na Escola Paulo Freire.

 

Venha compartilhar conosco suas ideias e experiências para que possamos promover e valorizar as artes cênicas em nossa rede.

 

Faça a inscrição como:

APRESENTADOR, para mostrar seu trabalho da forma como quiser: powerpoint, comunicação oral, trabalhos de alunos, vídeo etc.

ou

OBSERVADOR, para assistir as apresentações de trabalhos e participar da roda de conversa.

 

PROGRAMAÇÃO
10 às 12h – Apresentação de trabalhos
12 às 13h – Intervalo para almoço
13 às 15h – Apresentação de trabalhos
15h às 17h - Roda de conversa.

 

As inscrições podem ser feitas no link:

https://goo.gl/forms/H5z97RLRv7J8YiJp2

 

Atenciosamente,


Cesar Benjamin
Secretário

 


   
           



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Quarta-feira, 11/10/2017

Reunião com 54 diretoras

 

No final do dia 3 de outubro postei que 54 escolas haviam aderido à paralisação proposta pelo Sepe, o que representa cerca de 4% do total. Hoje me reuni com as diretoras dessas escolas (uso o feminino, pois são 52 mulheres e 2 homens), como tenho feito regularmente com outros grupos de professores, diretores e funcionários. Eu queria conhecer mais de perto a situação dessas escolas e ouvir suas reclamações.


Não conseguirei reproduzir a conversa aqui. Seguem-se alguns tópicos que considero mais relevantes.


1. As diretoras, de modo geral, elogiaram bastante suas equipes. Segundo elas, são profissionais dedicados, solidários com o trabalho das escolas. É uma excelente informação: o estereótipo do grevista inconsequente parece que não se sustenta, pelo menos na maioria dos casos.


2. Elas se referem a uma insatisfação difusa, que se tornou aguda com o corte parcial do vale-transporte (a SME não foi informada com antecedência desse corte e conseguiu revertê-lo rapidamente; para mim, vencimentos de funcionários e merenda das crianças são limites inultrapassáveis).


Entre as causas dessa insatisfação destaca-se uma insegurança geral do funcionalismo com a situação financeira da Prefeitura e da Previ-Rio. Temos uma rede formada por chefes de família, muitos dos quais com outras matrículas no estado ou em municípios da Baixada Fluminense, onde os salários não têm sido pagos regularmente. Eu reafirmei que, a meu ver, a Prefeitura deveria se abrir mais ao diálogo, para construirmos juntos alternativas que deem mais segurança aos funcionários e preservem os serviços essenciais da cidade.


3. Entre as causas específicas da paralisação, ligadas à SME, foram citados: a falta de material escolar, a dificuldade em lidar com alunos excepcionais, a carência de professores e de porteiros, problemas com a internet, o não-reconhecimento de situações de difícil acesso, o isolamento das escolas de educação infantil (elas tiveram um peso desproporcional entre as escolas paralisadas), a não-convocação de professores cujos concursos caducarão brevemente e questões de infraestrutura.


4. Repassei caso a caso com as diretoras. Não repetirei aqui o passo a passo, pois o post ficaria longo demais. Ficou claro, mais uma vez, que temos um problema de comunicação na SME, cuja estrutura é muito grande. Já informamos a rede sobre várias dessas observações e queixas, mas as pessoas da ponta frequentemente não recebem ou não assimilam as informações. Reciprocamente, as informações da ponta nem sempre chegam no nível central.


5. Creio que cabe uma autocrítica nossa nas seguintes questões:


(a) Há cerca de quinze dias obtivemos do prefeito a possibilidade de autorizar 688 duplas regências, mas a Controladoria nos informou que elas só podem ser usadas em casos de aposentadorias e falecimentos, sob risco de penalização pelo Tribunal de Contas. Acho que estamos sendo rígidos demais, ao seguir ao pé da letra essa orientação. A meu ver, a falta de professores justifica maior flexibilidade na concessão das duplas regências, tendo em vista garantir o direito à educação. Na segunda-feira conversarei com a Subsecretaria de Gestão, a Coordenadoria Geral de Recursos Humanos e as CREs para que esse critério, restrito demais, seja revisto.


(b) Precisamos retomar o trabalho, já iniciado, de preparação da resolução sobre difícil lotação, que substituirá a atual resolução sobre difícil acesso, ampliando a abrangência do benefício. Reconheço que o setor de Recursos Humanos está sobrecarregado (e fazendo um trabalho excepcional) com as sucessivas reuniões dos seis fóruns de negociação, em curso. Mesmo assim, creio que devemos deixar pronta a nova resolução, mesmo que sua entrada em vigor ainda tenha que esperar uma situação fiscal mais favorável.


(c) É necessário pôr fim à sensação de isolamento das escolas de educação infantil. Temos um fórum específico sobre elas, onde estão representados todos os segmentos, mas ele ainda tem sido insuficiente para que essas escolas se sintam plenamente acolhidas. Terminei agora uma reunião com a Subsecretaria de Ensino em que tratei desse assunto.


A crise fiscal é muito grave e a atuação no setor público é muito complexa, o que torna tudo muito lento. Há intercorrências demais em nosso trabalho. Além disso, recaem sobre as escolas inúmeros problemas externos, que elas não podem resolver (violência, desestruturações familiares, pobreza etc.). Tudo isso tensiona a rede, que, não obstante, tem realizado sua missão com muita consciência e dignidade. Não é exagero falar em heroísmo.


Reafirmo a todos que o Gabinete está sempre pronto ao diálogo. Como disse na reunião com as diretoras, minha equipe é formada por professoras “cascudas”, com grande experiência de campo e sentimento pleno de solidariedade em relação aos colegas que estão nas escolas. Não hesitem em nos procurar, inclusive para esclarecer boatos e mentiras que circulam livremente nas redes sociais.


Agradeço a presença das nossas 52 diretoras e nossos 2 diretores. Creio que tivemos uma reunião produtiva e construtiva.


Atenciosamente,
Cesar Benjamin
Secretário

 


   
           



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Terça-feira, 10/10/2017

A História Sobe ao Palco

Tags: 2ªcre, literatura, paz.

 

A Sala de Leitura pode ser considerada o coração da escola. É o lugar onde os alunos se encontram com a literatura e podem viajar neste mundo mágico.

 

A professora Sandra Lopes, regente da Sala de Leitura da Escola Matta Machado, contou ao portal Rioeduca sobre o projeto “A História (a música, a poesia...) Sobe ao Palco”.


"O projeto é permanente na Sala de Leitura da unidade escolar e, no primeiro semestre de 2017, a temática foi a paz. Sendo assim, o foco do projeto foi o Amor. Porque onde há amor, há paz. Além deste objetivo existem outros embutidos nas apresentações como: respeito, autoestima, reconhecimento pelo trabalho dos colegas e postura para apreciar as apresentações". Relata a professora Sandra Lopes.

 

Professora Sandra Lopes e alunos do primeiro ano.

 


As atividades envolveram os alunos do primeiro ao quinto ano e foram assim distribuídas: Amor aos Animais, Amor a Família, Amor a Natureza e Amor de Príncipe e Princesa. Os alunos participaram ativamente das atividades na Sala de Leitura da escola com leituras e preparação do material para apresentação no auditório da escola.


As várias leituras foram selecionadas de acordo com os temas citados acima, visando a sensibilização das turmas.


Vejamos abaixo como está a distribuição:


Turma 1.101 : Poema “O Rato Roque”, de Sergio Caparelli.
Turma 1.201: Poemas “O Galo Aluado”, de Sergio Caparelli e “A Aranha”, de Sandra Lopes.
Turma 1.202: Livro “De Olho no Olho”, de Sandra Lopes.
Turma 1.301: Música "Família" dos Titãs.
Turma 1401: Rap da Água.
Turma 1402: Poemas “A Árvore e a Garça”, de Sandra Lopes.
Turma 1501: Música “Linda Morena”.
Turma 1502: Música “Nosso Amor”.


Os professores regentes e os funcionários da escola auxiliaram na confecção das máscaras e cenários das apresentações.


O encerramento do projeto foi a apresentação das turmas literalmente no palco. Todos os poemas, histórias e músicas foram dramatizados para toda a escola, por todos os alunos. Os alunos demonstraram grande alegria e habilidade com a literatura infantil. Todas as turmas participaram deste momento, ora apresentando e ora como plateia apreciando o trabalho dos colegas.

 

Apresentação dos alunos do segundo ano.

 

Apresentação dos alunos do quinto ano.

 

A carreira literária da professora Sandra Lopes começou na mesma época em que ela se tornou regente da Sala de Leitura.

“Sou, antes de ser escritora, professora. Agradeço aos meus alunos pela troca e aprendizado nesta via de mão dupla.”. Relata a professora Sandra, que este ano publicou seu 15º livro, “Jardim de Bichinhos – Poemas para Bichos Carpinteiros”, no Salão do Livro para Crianças e Jovens.


Agradecemos a professora Sandra Lopes por compartilhar conosco relatos desta experiência de incentivo a leitura.

O contato da professora Sandra Lopes é: poeta.sandra@gmail.com

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

Renata Carvalho - Professora da Rede e representante do portal Rioeduca na 2ª CRE

renata.carvalho@rioeduca.net


 


   
           



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