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Sexta-feira, 02/02/2018

Reunião com a Defensoria

 

Ontem me reuni com representantes da Defensoria Pública, do Ministério Público e da Procuradoria Geral do Município para debater os chamados “mutirões” que a Defensoria tem feito para preparar ações que forcem a SME, por via judicial, a receber subitamente centenas ou milhares de crianças na rede de creches. Como já registrei aqui, esses “mutirões” provocam situações de humilhação e sofrimento em mães e crianças, forçadas a permanecer em longas filas. A própria Defensoria reconhece que não tem meios para lidar com a demanda que ela suscita.

 

Haverá mais um "mutirão" no próximo sábado. Podemos esperar mais um circo de horrores, devidamente televisionado.

 

A posição da Defensoria se baseia em uma afirmação genérica da Constituição de 1988 (algo como “direito à educação”) e em uma sentença judicial datada de 2003. É indefensável. A mesma Constituição, no artigo 206, estabelece a “igualdade de condições para o acesso e permanência na escola” e a “garantia de padrão de qualidade”, que são violadas por essas ordens judiciais.

 

A regulamentação dos dispositivos constitucionais, por sua vez, trata da universalização dos ensinos fundamental (incluindo a pré-escola) e médio, sem fazer referência a creches, enquanto a Lei 13.005/2015, que aprovou o Plano Nacional de Educação, estabelece a meta de “ampliar a oferta de educação infantil em creches de forma a atender, no mínimo, 50% (cinquenta por cento) das crianças de até 3 (três) anos até o final da vigência deste PNE” – ou seja, até o ano de 2025. Cumpriremos folgadamente essa meta legal, muito antes do prazo.

 

A Defensoria usa, pois, uma sentença judicial anterior à legislação vigente para afirmar um direito que a lei não reconhece. Assim, dissemina ilusões na população e age para desorganizar o nosso trabalho.

 

Na reunião, deixei claro que não permitirei que nossas creches se transformem em campos de concentração de crianças. Chamarei para mim essa responsabilidade, mesmo que isso custe a minha prisão.

 

Como a Defensoria demonstrou desconhecer completamente os números básicos da SME e o nosso sistema de planejamento, marcamos uma nova reunião para o dia 7 de março.

 

Atenciosamente,
Cesar Benjamin
Secretário 


   
           



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Sexta-feira, 02/02/2018

MultiRio Investiga!

Tags: multirio, investiga.

 

 

 

 

Professores,

Estamos no começo de mais um novo ano letivo, repleto de novidades e a MultiRio quer ser uma delas.

Estamos em processo de reformulação do nosso portal e queremos ouvir a sua voz. Para isso, contamos com a sua colaboração em responder a um breve questionário que pode ser acessado pelo link https://goo.gl/forms/RBV34EcHj2V70Pao1 .

Sua resposta será muito importante para nosso processo de trabalho, já que queremos oferecer um portal mais dinâmico e que atenda ainda mais às suas necessidades.

Desde já, agradecemos a sua participação até o dia 28/02/2018.

 

Grande abraço,

Assessoria MultiRio


   
           



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Sexta-feira, 02/02/2018

Jornal Nós da Rede - 2ª Edição

Tags: jornal, multirio, rede.

 

 

Professor (a)

Vista sua camisa de jornalista e participe da segunda edição do jornal Nós da Rede.

Artigos, entrevistas, reportagens, poesias, contos, crônicas, ilustrações....todas as colaborações são bem-vindas.

Até o dia 17 de fevereiro, você pode mandar seus textos e/ou desenhos para o e-mail jornalsme@rioeduca.net

 

 

 

 

 

Textos e fotos devem vir com autorizações assinadas pelos autores e pelos fotografados. As orientações para produção do jornal e os modelos de autorizações estão disponíveis no Portal MultiRio .


   
           



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Sexta-feira, 02/02/2018

Carta de acolhimento - Educação Especial

Tags: iha, acolhimento.

 

 Considerações acerca do acolhimento e adaptação dos alunos público-alvo da Educação Especial na Rede Pública Municipal de Ensino do Rio de Janeiro

 

Com o início do ano letivo, torna-se importante reafirmar a necessidade de inserir nossos alunos em um clima de cuidado, segurança e respeito. Um ambiente acolhedor deverá envolver igualmente as famílias, visto que este será um tempo favorável para o investimento na parceria com os responsáveis. Laços de comprometimento deverão ser criados ou reforçados entre escola e família na perspectiva de garantir o sucesso do processo escolar, assegurando a participação dos alunos em todas as possibilidades oportunizadas pela escola.

No caso de alguns alunos, a escola precisará estar atenta à necessidade de propiciar uma nova ambientação (adaptação aos novos colegas e profissionais, aos novos espaços físicos, etc.). Será fundamental criar condições favoráveis para que os alunos superem a ansiedade e a insegurança que podem ser sentidas neste período.

Com o objetivo de favorecer o acolhimento e a adaptação dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, reforçamos as seguintes considerações:

 

• Alguns alunos podem necessitar do apoio de uma pessoa de referência. Família e escola deverão atuar juntas no sentido de garantir a permanência desses alunos no espaço escolar;
• A interlocução com a família deverá ser permanente, inclusive para que sejam levantadas as necessidades específicas de cada educando;
• É importante lembrar que, para os alunos, o início do desenvolvimento da autonomia em relação às próprias necessidades básicas ocorre no meio familiar. Por ser um ambiente social mais amplo e diferenciado, cabe à escola promover o exercício dessa autonomia, oportunizando novas situações de aprendizagem;
• Adaptações razoáveis deverão ser providenciadas pela escola para o atendimento às necessidades individuais;
• As atividades deverão ser planejadas de modo a promover a participação de todos os alunos;
• O estabelecimento de um código de comunicação poderá ser uma necessidade apresentada por alguns educandos. Isso deverá ocorrer a partir das informações familiares e das exigências de comunicação do seu dia a dia.

Para concluir, desejamos a todas as Unidades Escolares sucesso em suas ações. Ressaltamos que a escola precisa estar preparada não apenas para identificar, mas também para responder às necessidades educacionais específicas de seus alunos. Esperamos poder contribuir para a superação de desafios, com vistas à consolidação da Educação Inclusiva em nossa Rede de Ensino.

 

Katia Nunes e Equipe IHA


 


   
           



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