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Sexta-feira, 18/05/2018

Projeto “Meu olhar na escola” na E. M. Santos Dumont

Tags: projeto, fotografia, fotográfico, olhar, escola, 5ªcre.

 

A E. M. Santos Dumont, em um trabalho colaborativo, incentivou seus alunos a produzirem suas próprias imagens, utilizando os recursos tecnológicos e registrando momentos significativos do dia a dia. Confira!

 

 

Nome do projeto: Projeto Fotográfico "Meu Olhar"
Data de realização: novembro de 2017
Local: Escola Municipal Santos Dumont

Idealizadora: professora Patricia Tavares
Participantes: professora Patricia Tavares, professora Cecília Couto, o fotógrafo Bruno Sophia e os alunos do 5º ano
 

"Fotografar é colocar na mesma linha de mira a cabeça, o olho e o coração", bem definiu o francês Henri Cartier-Bresson (1908-2004)

 

O projeto “Meu olhar na escola” foi realizado com os alunos do 5º ano da Escola Municipal Santos Dumont, localizada em Marechal Hermes. Nele os estudantes participaram de aulas teóricas, práticas e o celular foi um grande aliado.

 


Responsável pela atividade, a professora e também fotógrafa Patricia Tavares contou com a participação da Professora da Sala de Leitura, Cecília Couto, da professora de Educação Física, Aurita Silva, além da parceria do fotógrafo Bruno Sophia, para realização do projeto. 

O principal objetivo do projeto foi incentivar o conhecimento da linguagem fotográfica e os recursos disponíveis no celular para a produção de imagens.

 

 

Uma vez que a comunicação através de imagens está em evidência e muitos estudantes possuem aparelhos celulares, torna-se importante a promoção de ações produtivas que envolvam os alunos em situações que eles vivenciem rotineiramente.


Com esse objetivo, foram realizadas aulas de fotografia, durante todo o mês de novembro do ano de 2017 e, no dia 28 do mesmo mês, promoveu-se a culminância do projeto, através de uma exposição aberta à Comunidade Escolar com as fotos produzidas durante as aulas. 

A Unidade Escolar também realizou um Concurso Fotográfico, que elegeu o autor das “melhores” imagens, com premiação para os(as) vencedores(as).

 

 

"Vale frisar que as características dessa linguagem, como luz, ângulo, perspectiva, composição, planos, textura, foco e movimento, não devem ser abordadas somente de forma expositiva. Esse conteúdo todo deve ser aprofundado durante a apreciação e análise das imagens feitas por pessoas comuns e por profissionais. Pois é com a visualização e as intervenções do professor que o aluno o perceberá de forma contextualizada e terá condições de avaliar o impacto que os vários elementos causam quando são usados conscientemente e quando o autor não os conhece."

Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/1048/olhar-fotografico

 

Sobre a escola:

E/CRE(05.15.027) Escola Municipal Santos Dumont

Endereço: Pça. 15 De Novembro 29 Marechal Hermes

E-mail: emdumont@rioeduca.net

Tels: 3018-2134 | 3018-2656


   
           



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Sexta-feira, 18/05/2018

Fica a Dica: Livro A boca da noite

Tags: dica, livro, boca.

 

Livro A boca da noite

 

 

 

Olá!
A dica dessa semana é da Professora Rita Vaz, integrante da equipe de Audiovisual. Dentre suas sugestões, vamos falar do livro, “A boca da noite”.


Destaque no Brasil e no exterior, o premiado livro do autor Cristino Wapichana, com ilustração de Graça Lima, narra uma maravilhosa aventura vivida por Kupai, na companhia de seu irmão Dum, mostrando um pouco da cultura do povo Wapichana, suas histórias e seu cotidiano.


A Narrativa se inicia com os irmãos correndo em um fim de tarde pela floresta “Não consigo ir mais rápido, mano!” “Ele não vai esperar, Kupai! Vem! Vem! Vem...” O que será que eles vão aprontar?


Do ponto mais alto da Floresta, conhecida como Laje do Trovão, onde eles podiam ver toda a aldeia, ficam observando o sol mergulhar no rio. Será que ele vai se afogar? Perguntou Kupai, fascinado, ao seu irmão. “Claro que não, Kupai! Ele só está tomando banho para dormir...” Afinal, quem poderia imaginar que o sol precisava tomar banho...


Ao voltarem para aldeia, seu pai esperava de cara amarrada. Sabiam, só de olhar, que tinham sido descobertos. Pela desobediência, seria difícil escapar de uma boa punição, entretanto, nenhum castigo poderia ser maior do que aquela aventura.


Enquanto tomava banho no rio, não conseguia parar de pensar. Será que o sol dorme dentro do rio? Será que quando mergulha precisa respirar uma única vez? Será que passa a noite inteira lá dentro, num folego só? Kupai não conseguia parar de pensar nisso.


Naquela noite, com a família toda reunida depois do jantar, o Pai dos meninos começou a contar uma história e, claro, envolvendo a Laje do Trovão. Eles sabiam que era muito perigoso lá em cima e todos tinham medo de subir até lá, pois como se dizia era possível até atrair temporal. Entretanto, era uma história diferente de todas as outras que já ouviram. Era a primeira vez que ouviam falar sobre a “boca da noite” e dessa vez seus ouvidos ficaram alertas.


“Fiquei imaginando como era o corpo da noite... Pois se tem boca, tem que ter cabeça, nariz, orelha, cabelo, braços, pernas, mãos, pés... Será que essas partes são parecidas com as do nosso corpo? Porque se tem boca, deve haver um corpo! Nem me preocupei com o restante da história. Eu precisava mesmo era descobrir como era a “boca da noite.”


Afinal, o que seria a “boca da noite”? Vamos perguntar aos nossos alunos?


A boca da noite é uma história que nos faz mergulhar, nas belezas e ensinamentos dos povos indígenas. Podemos trabalhar as diversidades culturais, mostrar que existem vários povos, com diferentes tradições e que nenhuma é mais importante que a outra, por mais que sejam totalmente diferentes.


Fica a dica! 

 

Conto com sua participação, professor. Mande também suas dicas e sugestões e vamos explorar o mundo literário!

Até a próxima semana!

 

 


   
           



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Sexta-feira, 18/05/2018

Comunicado à SME

Depois de publicar notas apócrifas contra a SME, a Casa Civil agora decide declarar guerra aberta, nos jornais de hoje. Não consegue conviver com uma secretaria importante que ela não controla.

 

Por meio de ações e omissões, a Casa Civil, sob o comando de Paulo Messina, tem se dedicado a minar metodicamente as condições de governança da SME, uma instituição excepcionalmente complexa. Por motivos obscuros, lança as bases da desorganização e da instabilidade em uma área estratégica da administração, que está pacificada e dinâmica.

 

* * *

 

Tenho uma vida limpa, inteiramente dedicada às grandes causas do Brasil, entre elas a da educação. Não aceito ser destratado por um espertalhão, napoleão de hospício.

 

Educação, para mim, é fim. Para Paulo Messina, é meio. Rende votos.

 

Eis o problema de fundo: a poderosa Casa Civil, uma instância de articulação de todas as instâncias da Prefeitura, não pode ser ocupada por alguém cheio de ambições pessoais, que não reconhece limites e quer todo o poder.

 

Não desejo trabalhar em um ambiente contaminado por esperteza, cinismo, espionagem e intriga. Quero distância disso. Nunca, nem mesmo em situações excepcionalmente difíceis, negociei minha honra.

 

* * *

 

Com apoio do prefeito, administrei a SME sem nenhuma interferência espúria e nenhuma concessão ao fisiologismo. Trabalhei duramente, cercado por uma equipe de gente generosa e profissional. Cumpri meu dever. Essa rede heroica não merece ser emparedada pela politicagem.

 

Marcelo Crivella governa imerso em grandes dificuldades, que ele não criou. É um homem decente, bom, preocupado com nossas crianças e amigo da educação. Merece respeito. Saberá escolher alguém para me substituir.

 

Meu coração chora pelas várias dezenas de projetos em via de implantação, muitos deles ainda despercebidos, que prenunciam a possibilidade de uma revolução educacional em nossa cidade.

 

Será mais uma oportunidade perdida. É assim que se constrói o subdesenvolvimento.

 

* * *

 

Retorno aos meus afazeres profissionais e ao convívio da minha família. Deixo na SME uma legião de amigos e amigas, a quem admiro profundamente. A eles, minha gratidão.

 

Neste momento lembro-me de Darcy Ribeiro, que tinha orgulho de suas derrotas.

 

Atenciosamente,

 

Cesar Benjamin


   
           



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Quinta-feira, 17/05/2018

EDI Joari na 1º Jornada de Educação Alimentar e Nutricional

Tags: 9cre, edi, merenda escolar, educação alimentar.

 

Participação do EDI Joari na Jornada de Educação Alimentar e Nutricional com o projeto "Delícias do Brasil"

 

 

O Espaço de Desenvolvimento Infantil, Joari, participou, durante o ano letivo de 2017, da Jornada de Educação Alimentar e Nutricional - FNDE e Programa Nacional de Alimentação Escolar. 

 

A diretora geral do EDI Joari, Isabela Costa (segunda à direita), recebendo, em março de 2018, a certificação pela experiiência "Delícias do Brasil" realizada na unidade.

 

A partir da participação, a escola foi selecionada pelo relato: “Delícias do Brasil” para participar em Março de 2018 do 1º Encontro da Jornada de Educação Alimentar e Nutricional, em Recife!

 

O projeto teve como objetivo principal o resgate de uma parte do patrimônio culinário que integra a memória afetiva e cultural brasileira, por meio de alimentos que foram esquecidos ao longo do tempo ou ainda desconhecidos por nossas crianças e familiares. 

 

Além disso, o projeto buscou promover a valorização de uma alimentação saudável, cuidados contra obesidade infantil e a promoção do conhecimento das mais variadas espécies de frutas, hortaliças, legumes existentes em nosso país.

 

Inicialmente, o corpo docente tomou conhecimento do livro Alimentos Regionais Brasileiros, sugerido na plataforma e disponível aos participantes. A literatura infantil também foi utilizada como importante ferramenta para despertar o interesse em conhecer os mais diferentes pratos do nosso Brasil. Dessa maneira, elegeu-se o livro infantil “Delícias do Brasil”, da autora Ieda de Oliveira, para a realização de uma leitura coletiva, com alunos e responsáveis, em homenagem à cultura e ao povo brasileiro.


“Ah, o Brasil e a sua diversidade... Cada cantinho com uma cultura,
um sotaque, um hábito culinário. Cada lugar com seu charme,
seu povo carismático, sua alegria de viver e sua história!" 

 

Após a leitura do livro com as crianças e suas famílias, se propôs a confecção de receitas de pratos típicos de nossa região como: Paçoca de Amendoim e Cuscuz de Coco.

 

Leitura do livro "Delícias do Brasil" para crianças  e famílias.

 

Oficinas culinárias também foram realizadas, com o objetivo de envolver a comunidade escolar e disseminar informações de alimentos regionais brasileiros. Logo, foram exploradas diferentes áreas do conhecimento: Linguagem oral e escrita (registro das receitas), Linguagem matemática (contagem e medidas dos ingredientes), Ciências naturais (misturas e transformações), Ciências Sociais (histórias culturais dos pais e responsáveis, a partir de algumas receitas, aspectos geográficos e regionais), dentre outras.

 

Atividade sobre as regiões do Brasil com as crianças

 

 

Confecção da receita de cuscuz e paçoca - delícias do Brasil.

 

 

Distribuição dos alimentos produzido pelas crianças.

 

Dentre as riquezas observadas, foi pesquisada, principalmente, a da culinária brasileira. Surgindo assim, novas pesquisas sobre os alimentos das diferentes regiões do Brasil, desdobrando-se  em outras variadas atividades, entre junho e julho de 2017.

O trabalho foi muito enriquecedor, segundo a avaliação da equipe. No aspecto nutricional despertou a curiosidade para a experimentação das frutas e verduras das regiões. Já no aspecto cultural, foi enriquecedor, pois houve uma gama de conhecimentos relacionados as diferentes regiões do Brasil.

 

A diretora da unidade no Encontro da Jornada de Educação Alimentar e Nutricional, em março de 2018, em Recife

 

Parabenizamos a equipe de professores, crianças e familiares pela valorização da alimentação saudável e ampliação do conhecimento das mais variadas espécies de cardápios e alimentos do Brasil.

 

Para saber mais, entre em contato:
E/CRE (09.18.819) EDI Joari
Situado à Rua Berizal, s/nº Campo Grande Rio de Janeiro - RJ
Diretor: Isabela Carvalho Costa
Diretor-Adjunto: Isamara Carvalho Sardinha
Professor Articulador: Márcia Christina Von A. Menezes
edijoari@rioeduca.net

 

  


   
           



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