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Quarta-feira, 27/12/2017

Celebrando os 50 Anos da Tropicália no PET Presidente Médice

Tags: tropicália, pet, artes.

 

 No ano do cinquentenário do movimento Tropicália, o Centro de Pesquisa e Formação de Ensino Escolar de Arte e Esporte - PET Presidente Médici desenvolveu um projeto rico em sons, movimentos e histórias. Em uma impecável apresentação na II Mostra de Artes, alunos e professores demonstraram o quanto valeu a pena a dedicação na realização da proposta.

 

 

 

A Tropicália foi um movimento cultural que envolveu diferentes segmentos das Artes. Foi um momento único na história cultural do Brasil, onde artistas de diferentes áreas, através da experimentação, quebraram paradigmas e criaram uma forma inovadora de conceber o mundo.

Nas artes visuais temos a figura central de Hélio Oiticica, como criador do termo "Tropicália", que propunha a participação do público de maneira radical na obra de arte.

Na dança temos novas formas de conceber corpos e performances; na música temos artistas como Caetano Veloso e Gilberto Gil concebendo um movimento musical original que influenciou de forma contundente a música popular brasileira; no teatro temos a forma anárquica de conceber a encenação de José Celso Martinez. Tudo isso através do colorido da década de 1960 e das questões sociais e políticas vivenciadas no Brasil. 

 

 

O movimento Tropicália completa 50 anos de existência e foi o tema de diferentes propostas artísticas desenvolvidas com os alunos do Centro de Pesquisa e Formação de Ensino Escolar de Arte e Esporte - PET Presidente Médici.

O tema também foi discutido e estudado pelos professores em diversos centros de estudo e motivou visitas a centros culturais e a leitura de bibliografias.

Durante todo o ano o PET Presidente Médici se preparou para a sua II Mostra de Artes e o sucesso do projeto foi absoluto!

 

 

 

Oficinas que participaram da Mostra de Artes do PET Presidente Médici:

Música - Prof. Rodrigo Peçanha de Mello Virgilio

Dança - Prof.ª Simone Freitas Capote

Dança - Prof.ª Daniela Figueiredo Moreira Ferreira

Artes Visuais / Fotografia - Prof.ª Mariana Maia da Silva

Dança - Prof.ª Aline Gomes da Silva Castro

Artes ( moda / fotografia/vídeo)  - Prof.ª Camilla Tenório de Albuquerque

Teatro - Prof. Carlos Alberto da Silva Pimentel

Ginástica Artística  - Prof.ª Thayane de Medeiros Gomes

 

 

 

A Mostra de Artes do PET Presidente Médici foi na verdade um espetáculo de sensibilidade e muito talento!

Os alunos cantaram, dançaram e encantaram a plateia presente na Areninha Carioca Hermeto Pascoal. Um espetáculo impecável em poesia e cultura. Um pedaço da história do Brasil foi contado de uma maneira surpreendente!

 

 

O Rioeduca parabeniza o PET Presidente Médici pela realização do projeto Tropicália!

 

 

 

Entre em contato com o Rioeduca para compartilhar os projetos da sua escola. Participe!

 


   
           



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Quarta-feira, 27/12/2017

Pequeno Passeio às Influências Africanas

Tags: 10ªcre.


Alunos do GEC Princesa Isabel realizam trabalhos sobre escravidão e resistência dos negros para preservar sua identidade cultural religiosa.

 

O E/CRE (10.19.015) Ginásio Experimental Carioca Princesa Isabel está localizado na Travessa Boa Vista, 135 - Santa Cruz, zona oeste da cidade do Rio de Janeiro. Atende a 458 alunos, com 5 turmas de 7° ano, 4 turmas de 8° ano e 3 turmas de 9° ano do Ensino Fundamental, em horário integral. Tem como diretor, o professor Luiz Claudio de Souza e como diretora adjunta, a professora Cyntia Bulkool Gomes Brito.

Além das disciplinas curriculares tradicionais são oferecidas aos alunos outras disciplinas como Estudo Dirigido, Projeto de Vida e Eletiva. Cada uma oferece recursos significativos para a formação dos alunos. Além disso, a Unidade Escolar conta com o Protagonismo Juvenil, que é a participação do aluno em atividade que extrapolam âmbitos de seus interesses individuais. A ideia é que possa estimular a participação social dos jovens, contribuindo não apenas com o desenvolvimento pessoal dos jovens atingidos, mas com o desenvolvimento dos demais alunos da escola.

 

Trabalhos realizados pelos alunos

 

Durante o ano letivo, a professora Aldinea Sevilha realizou diversos trabalhos com os alunos utilizando materiais reciclados e, com a ajuda das professoras Ivane Silva da sala de leitura e Andreza Soares de Língua Portuguesa, foi realizado o evento: “Pequeno passeio às influências africanas”, uma exposição em homenagem ao dia nacional da Consciência Negra.

— O evento foi pensado com enfoque no exemplo de resiliência dos negros sofredores que, apesar de tudo, nos deixaram o legado de uma índole afetuosa, festeira e produtiva. Com esse trabalho, podemos colocar em prática a interatividade entre as disciplinas Língua Portuguesa, Artes e o trabalho realizado pela professora da Sala de Leitura. — afirma a professora Aldinea Sevilha.

 

Trabalho na exposição

 

Foram trabalhados diversos textos em sala de aula sobre o tema da escravidão e da resistência dos negros para preservar sua identidade cultural religiosa, principalmente, os textos “Navio Negreiro” e “A Canção do Africano”, de Castro Alves e exibição de vários filmes com foco nas questões sobre o preconceito racial. Houve encenação da lenda do “Negrinho do Pastoreio”, culminando com a exposição de trabalhos de pesquisa e artesanato com materiais reciclados, ligados à temática dos textos trabalhados: escravidão e a cultura de origem africana moldada em nossa brasilidade.

A exposição dos trabalhos ocorreu nos espaços do Centro Cultural de Santa Cruz entre os dias 21/11/2017 e 06/12/2017, com visitação aberta a toda comunidade escolar.

 

Máscaras produzidas pelos alunos

 

Quer saber mais sobre o projeto?
Entre em contato com a Unidade Escolar.

E/CRE (10.19.015) GEC Princesa Isabel
Telefone: 3395-1613
Email: empisabel@rioeduca.net

 


   
           



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Quarta-feira, 27/12/2017

Balanço dos fóruns de negociação

 

Como todos sabem, selecionamos no segundo semestre os seis maiores problemas do nosso corpo funcional e instituímos fóruns de negociação, com a participação de todos os coletivos da SME. A nova Coordenadoria Geral de Recursos Humanos está à frente dos trabalhos. Cada fórum mantém reuniões regulares, com cerca de quarenta participantes escolhidos pelos diferentes coletivos.

Agradeço a dedicação e a competência da professora Daniele Moreira, que tem conduzido brilhantemente os debates

.Os fóruns integram o esforço, mais amplo, de instituir uma agenda progressista na SME, em plena crise fiscal. As extraordinárias dificuldades orçamentárias e financeiras, que continuarão a existir em 2018, não têm nos paralisado, nem nas questões funcionais, nem nas pedagógicas. A SME está em movimento, com iniciativas inovadoras e programas novos, mesmo trabalhando com recursos muito limitados, claramente insuficientes.

 

Apresento, resumidamente, os resultados a que chegamos até aqui nos seis fóruns.

 

1. Sobre as condições de trabalho das merendeiras.

O último encontro de 2017 ocorreu no dia 19 de dezembro, quando apresentamos, para debate, um estudo realizado pela Subsecretaria de Gestão e pela Gerência de Alimentação Escolar da Coordenadoria de Infraestrutura sobre a necessidade de rever a Resolução SME 573/1995. No mesmo encontro debatemos o projeto de lei encaminhado à Câmara de Vereadores, e já aprovado, que trata da adequação da escolaridade das merendeiras para o nível médio, o que cria condições legais para uma elevação de salários tão logo a crise fiscal esmoreça. As reuniões do grupo serão retomadas em fevereiro de 2018, tendo como foco prioritário o estudo sobre a melhora das condições de trabalho das merendeiras, em curto e médio prazos. A SME está preparando uma parceria com o Inad para ofertar formação em serviço para as merendeiras, usando os dias reservados aos Centros de Estudos Integrais (“centrões”) das escolas.

 

2. Migrações para 40 horas

O último encontro do grupo contou com a presença de representantes da Previ-Rio. Houve consenso sobre a importância de estudarmos o impacto das migrações sobre o sistema previdenciário municipal. Na retomada das reuniões, em fevereiro, o foco será, prioritariamente, a revisão dos critérios para as migrações e a busca de estratégias capazes de assegurar que as futuras migrações ampliem a oferta dos tempos de regência de turma, tendo em vista suprir a demanda da SME. Ou seja, buscaremos estabelecer critérios que compatibilizem o interesse dos professores e a necessidade de atender as demandas gerais da rede de ensino.

 

3. Demandas dos concursados de 1992

A SME aceitou a argumentação desse grupo de professores e enviou o processo à Codesp, com parecer favorável. Apesar de não ter refutado a nossa argumentação, a Codesp não concedeu imediatamente a ampliação desejada da jornada de trabalho, por motivos financeiros. O processo retornou à SME. Será objeto de um despacho direto entre o secretário e o prefeito, com pedido de excepcionalidade.

 

4. Valorização das equipes gestoras

Foram enviados à Cãmara de Vereadores – e aprovados – dois projetos de lei, a saber: (a) o que pacifica o entendimento de que as atividades de diretor, diretor-adjunto e coordenador pedagógico são funções de magistério, e (b) o que ampara a segunda matrícula de todos os ocupantes dessas funções. Os projetos de lei que estabelecem gratificações para aqueles cuja carga horária é inferior a 40 horas semanais aguardam a melhora da situação fiscal da Prefeitura. O grupo retomará suas reuniões em fevereiro.

 

5. Implantação plena de 1/3 de planejamento

Boa parte dos debates girou em torno das diferentes maneiras de adequar a grade curricular de modo a facilitar a generalização desse direito. A SME levou o problema a todos os professores, em uma consulta, ficando mantida a hora-aula de 50 minutos. Com base nisso, a SME estudará as alternativas em janeiro, em busca de uma proposta a ser apresentada em fevereiro.

 

6. Educação infantil

No último encontro, em 20 de dezembro, o grupo recebeu o retorno da consulta à Procuradoria Geral do Município (PGM), que foi contrária à passagem, pura e simples, das agentes de educação infantil (AEIs) para função de magistério. Também foi apresentado o projeto de lei, aprovado pela Câmara de Vereadores, que adequa a escolaridade mínima dos AEIs, que passará a ser nível médio, modalidade normal, o que abre caminho legal para a adequação dos patamares salariais. A Subsecretaria de Ensino avaliou que não serão necessárias alterações nas rotinas da educação infantil que constam na Resolução SME 1.427. As reuniões serão retomadas em fevereiro de 2018, quando o foco das discussões recairá, prioritariamente, sobre (a) a implementação progressiva da reserva de 1/3 da jornada dos PEIs e (b) as estratégias para promoção das AEIs, levando em conta o parecer da PGM.

 

* * *

 

Os fóruns são uma experiência nova, que permite um progressivo amadurecimento da SME. Nem todas as demandas poderão ser atendidas, mas a consolidação de uma pauta comum, legitimada pela secretaria, abre caminhos mais promissores para realizarmos negociações com outros órgãos da Prefeitura, tendo em vista avanços paulatinos.

 

Agradeço ao vereador Paulo Messina, líder do governo na Câmara, cujo esforço viabilizou a apresentação e a aprovação, ainda em 2017, de diversos projetos de lei que contemplam o interesse da comunidade da SME. Outros projetos estão previstos para 2018.

 

Atenciosamente,
Cesar Benjamin
Secretário


   
           



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Quarta-feira, 27/12/2017

Retrospectiva 2017

 

 

Ações do Secretário de Educação César Benjamin

 

 


   
           



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