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Retornando 65 resultados para o mês de 'Agosto de 2018'

Quarta-feira, 15/08/2018

Fica a Dica: Livro Tenho Monstros na barriga

Tags: fica a dica, livros, monstros.

 

Livro: Tenho Monstros na Barriga

 

 

 

Em consonância com a Semana de Educação Socioemocinal que ocorrerá no final do mês de agosto, a dica de hoje é o livro, “Tenho Monstros na barriga”, da Tonia Casarin.


O livro conta a história de Marcelo, um menino que afirma sentir um monte de coisas na barriga. Sua mãe sempre diz: “Você deve estar com fome. Ou com vontade de ir ao banheiro.” Ele tentava ir ao banheiro, comia fruta, mas nada acontecia.


Um dia, enquanto contava para a mãe do golaço que fez na escola, sentiu de novo alguma coisa na barriga, e logo sua mãe identificou o que era e disse que o que ele estava sentido tinha um nome e se chamava sentimentos. Entretanto, Marcelo resolveu chamá-los de monstrinhos.


Quando fazia um gol no futebol ou brincava com seu pai no parque, o monstrinho da Alegria apontava na sua barriga, mas quando se machucava ou seu melhor amigo não emprestava o brinquedo que ele queria era o monstrinho da Tristeza que aparecia.


As vezes sentia um monstrinho agitado na barriga, principalmente quando sua irmã mudava o canal da televisão ou seus pais não lhe davam atenção. Nessas horas, quando o monstrinho da Raiva despontava queria gritar e mostrar para todos o tamanho da sua força.


Havia também o monstrinho do Medo, que deixava as pessoas iguais a estátuas e as impedia de aprenderem coisas novas, porém percebeu que a Coragem podia surgir junto com o Monstrinho do Medo. “Ué, tem espaço pra mais de um monstrinho ao mesmo tempo na minha barriga!” E quando isso acontecia se sentia igual aos heróis com super-poderes para enfrentar o Medo.


E para cada novo sentimento que experimentava, nascia um novo monstrinho. Ele conheceu o monstrinho da Curiosidade, o monstrinho do Orgulho, o monstrinho do Ciúme e percebeu que já que convivia com eles dentro da sua barriga, por que não poderia virar amigo deles.

 


Agora é nossa vez. Vamos falar de sentimentos?

 


Sentimento é um ato de sentir, é um estado afetivo, uma emoção que se produz em decorrência de distintos acontecimentos, sejam eles positivos ou negativos, atuais ou já vividos. Todos nós somos dotados de sentimentos. As emoções nos acompanham no decorrer de nossas vidas e quanto mais cedo soubermos distingui-las melhor para entendermos e trabalharmos suas causas e consequências no nosso cotidiano.


O primeiro passo para desenvolver nossa inteligência emocional é saber dar nomes aos nossos sentimentos. Então, vamos criar os nossos monstrinhos? Pergunte a seus alunos o que te deixa feliz? Você já sentiu medo? O que aguça a sua curiosidade?

 

 

Saiba mais sobre a Semana de Educação Socioemocional clicando aqui

 

 

 

Fica a Dica! 

 

Conto com sua participação, professor(a). Mande também suas dicas e sugestões e vamos explorar o mundo literário!
Até a próxima semana!

 


 


   
           



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Quarta-feira, 15/08/2018

Matrículas Abertas! Projovem Urbano

Tags: eja, projovem urbano.

 

PROJOVEM URBANO

 

 

Você conhece alguém entre 18 a 29 anos que ainda não concluiu o Ensino Fundamental, que saiba ler e escrever e gostaria de voltar a estudar? Então, nos ajude a divulgar o Programa PROJOVEM URBANO.

 

Contamos com a sua ajuda na divulgação de mais um importante Programa para os jovens da nossa cidade.

 

 

 

 

Enviado por:

Gerência de Educação de Jovens e Adultos


   
           



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Terça-feira, 14/08/2018

Educação a Distância: Conclua o Ensino Fundamental!

Tags: ead, ensino fundamental, creja.


Educação a Distância. Conclua o Ensino Fundamental! 2018-3

Matrículas Abertas de 13/08/2018 a 06/09/2018

 

Locais:

CREJA - Centro Municipal de Referência de Educação de Jovens e Adultos

Rua da Conceição, 74 Centro - Rio de Janeiro/RJ (Próximo ao DETRAN da Avenida Presidente Vargas)

Informações: (21) 2224-9817

 

CEJA Maré - Centro Municipal de Educação de Jovens e Adultos da Maré

Rua Praia de Inhaúma, 200 Maré - Rio de Janeiro/RJ

Informações: (21) 2485-1031

 

 

ATENÇÃO! O local escolhido para a inscrição será o mesmo em que o aluno realizará o curso.

 

Informações para matrícula:

Faixa etária: a partir de 17 (dezessete) anos completos

Escolaridade mínima: aprovação para cursar o 9º ano (antiga 8ª série), PEJA II/ Bloco II ou equivalente.

 

Documentos para matrícula:

RG (identidade) - cópia

CPF - cópia

Certidão de nascimento ou casamento - cópia

Histórico escolar - original*

Comprovante de residência - cópia

1 Foto 3x4 (atual)

 

* Na ausência do histórico, a declaração escolar (original) poderá ser apresentada até que seja providenciado o histórico


O aluno, para ser admitido, deverá realizar com proveito uma avaliação de acesso e participar de uma entrevista durante o período de matrícula. 

 

Fonte: http://crejarj.wixsite.com/creja/noticias


   
           



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Segunda-feira, 13/08/2018

Fica a Dica: Folclore

Tags: folclore, música, dicas, educação musical, fica a dica.

 

Folclore

 

 

Olá!

Hoje estamos aqui para falar sobre o “Folclore”. Nosso folclore é bastante rico e diversificado, expresso em cada região do país de maneira variada.

Como o nome já diz, folclore se refere à sabedoria popular, ao que é passado de geração em geração, geralmente por tradição oral. As lendas, canções, crenças, entre outros, são frutos da nossa colonização e da mistura entre os povos.

“O folclore brasileiro é sinônimo de cultura popular brasileira e representa a identidade social da comunidade através de suas criações culturais, coletivas ou individuais; é também uma parte essencial da cultura do Brasil. Embora tenha raízes imemoriais, seu estudo sistemático iniciou somente em meados do século XIX e levou mais de cem anos para se consolidar no país. A partir da década de 1970, o folclorismo nacional definitivamente se institucionalizou e recebeu conformação conceitual.” (consultado em https://pt.wikipedia.org/wiki/Folclore_brasileiro, em 06/08/2018).

Em sala de aula, já aconteceu e acontece ainda de indagarmos aos nossos alunos o que é folclore e eles responderem: “Ah, folclore é Saci Pererê, Mula sem Cabeça, Curupira...”. Geralmente o discurso gira apenas em torno das lendas.

É preciso que se fale também sobre as danças, as músicas de tradição oral, as comidas típicas, as crendices, os ditos populares, a literatura popular, as festas... Precisamos mostrar a eles que o que é “conhecimento do povo”, desde as brincadeiras que fazemos nas ruas às festas típicas que muito nos envolvem (como as festas juninas ou o carnaval), tudo se refere ao nosso folclore.

Eles precisam também perceber que cada localidade tem as suas características, suas determinadas tradições. Além disso, é importante mostrar que algumas canções, brincadeiras, ditos, podem apresentar variações dependendo do lugar onde se inserem, haja vista que essas tradições/citações são passadas de geração em geração de forma oral, como falado anteriormente.

No Brasil, país de grande extensão territorial, temos muitas manifestações folclóricas e delineadas em cada “território”.

Em cada região, vamos observar manifestações representativas, como as danças do Frevo e do Maracatu no Nordeste; o Carimbó na Região Norte; o Jongo na região Sudeste; a Congada no Centro-Oeste e a dança do Pau de Fitas na Região Sul, para citar apenas algumas.

Sobre o folclore, são inúmeras as atividades que podemos fazer em sala de aula. Desde os menores até os alunos do último ano do Fundamental. É importante que eles conheçam a nossa cultura, que a valorize e a respeite.

Podemos desenvolver atividades de apreciação dessas canções e das danças típicas de cada região, assim como fazê-los conhecer as lendas e suas referências, seu contexto histórico e sua origem. Podemos também reproduzir as brincadeiras com as cantigas tradicionais, lembrando sempre que é importante a vivência dessas manifestações, o conhecimento acerca do cenário de cada uma.

Podemos trabalhar também as parlendas, os provérbios, os trava-línguas com os menores, aproveitando o conteúdo para desenvolver outras habilidades.

São inúmeras as possibilidades que podemos desenvolver, buscando sempre preservar as tradições, valorizando o que é nosso, resgatando brincadeiras e canções, aprimorando a imaginação, a sensibilidade e a criatividade, dentre muitas outras.

Que tal se as suas turmas se dividissem e explorassem regiões diferentes para depois apresentarem para os demais o resultado das suas pesquisas? Que tal programar apresentações de dança, música, e até produções de vídeos feitos pelos próprios alunos, com pesquisas realizadas na região onde vivem e, assim, poder falar sobre as suas tradições? wink

 

 

 

Fica a Dica! 

Gostaram da dica da semana? Escreva pra gente! Conte-nos suas ideias e sugestões!

 


 


   
           



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