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Terça-feira, 24/04/2012

E.M. Barbara Ottoni: 90 anos - Brincando com a História

Tags: 2ªcre, educaçãoinfantil.

Neste ano de 2012,  a E. M. Bárbara Ottoni completa 90 anos de sua fundação e para comemorar esta data, os alunos estão fazendo um passeio pela história.

 

O passeio pela história começa em 1922, ano da fundação da escola, e conta sobre a vida da patrona e a história do prédio onde a escola está localizada.

 

 

 

Bárbara Ottoni

 

 

No início do ano letivo, a direção colocou uma foto de Dona Bárbara Ottoni na entrada da escola. A intenção era despertar a curiosidade dos alunos para que estes tentassem descobrir de quem se tratava. Após isto, a equipe escolar apresentou a patrona aos alunos e começaram a falar sobre família e identidade, inclusive, dos pequeninos.

 

 

 

 

 

Além de estudarem sobre família e identidade, partindo da história da patrona da escola, os alunos da E. M. Bárbara Ottoni visitaram a exposição “Percurso Afetivo”, de Tarsila do Amaral, no Centro Cultural Banco do Brasil. Esta atividade faz parte do passeio pela história, uma vez que a Semana de Arte Moderna também aconteceu em 1922.

 

 

Alunos da E.M. Bárbara Ottoni no Centro Cultural Banco do Brasil

 

Após conhecer a história de Dona Bárbara Ottoni, os alunos construíram um livro sobre a vida da patrona . Com o auxílio da coordenação pedagógica, as crianças foram desenhando cada momento importante da vida de Bárbara Ottoni e da história da escola.

 


Assista ao vídeo que mostra o livro criado pelos alunos da E. M. Bárbara Ottoni, cujo título é “Bárbara Ottoni – Uma História de Amor”

 

 

 

 

Conheça mais sobre o trabalho desta unidade escolar visitando seu blog

http://embarbaraottoni.blogspot.com.br/

 

Professor, divulgue os blogs os projetos desenvolvidos por sua escola, basta entrar em contato com o representante Rioeduca em sua CRE.


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Professora Renata Carvalho

Twitter: @tatarcrj

Email: renata.carvalho@rioeduca.net

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Segunda-feira, 23/04/2012

Na Escola Municipal Pestalozzi, “É Impossível Ser Feliz Sozinho!

Tags: 10ªcre.

 

 

“Vou te contar
Os olhos já não podem ver
Coisas que só o coração pode entender
Fundamental é mesmo o amor
É impossível ser feliz sozinho”

Tom Jobim

 

 

A música “Wave”, também conhecida como “Vou te Contar”, primeira de um álbum do mesmo nome, de 1967, composta por Antônio Carlos Jobim e gravada por diversos artistas, incluindo Frank Sinatra, Gal Costa, João Gilberto, entre outros, serve de tema para o Projeto Político Pedagógico da Escola Municipal Pestalozzi, principalmente porque fala que: “Fundamental é mesmo o amor. É impossível ser feliz sozinho!”

 


Se para Tom Jobim, o “fundamental é mesmo o amor”, para o educador Johann Heinrich Pestalozzi, Patrono da escola, “os sentimentos tinham o poder de despertar o processo de aprendizagem autônoma na criança.”

 


Unindo as palavras de Pestalozzi e de Tom Jobim, o que se procura fazer também na prática, segundo a diretora Sônia Gaspar Rosa, é dar a devida importância ao amor na Educação.

 


Caminhando com a diretora em visita às turmas, vou percebendo que a concepção de Pestalozzi, de que “o amor deflagra o processo de autoeducação” é a experiência vivenciada no dia a dia da escola.

 


Algumas informações sobre as origens da Escola e sobre a Equipe da Direção

 


O prédio atual foi inaugurado em 11 de maio de 1964 e ampliado em 2003.

 


 

 

No mesmo terreno, antes de 1964, havia outra escola com o nome de Pecegueiro do Amaral, que era bem menor,  em estilo completamente diferente do atual, que ainda mantém algumas características de “Cobogó”, com elementos vazados, no muro e fachada principal, semelhantes à de outras escolas da região, como a E.M. Meralina de Castro, a E.M. Bento do Amaral Coutinho e a E. M. Haydea Vianna Fiúza de Castro.

 

 


 

 

No texto que foi gentilmente cedido para esta postagem do Rioeduca, constam informações sobre os primeiros diretores, citando as professoras Marilene Ferreira da Silva, que ficou responsável pelo expediente até a nomeação de Alice Cruz Teixeira, passando por Nair Vidal Lamas e o professor Darcy Araújo de Miranda, cujo nome, após o falecimento, foi dado à Escola Municipal construída no mesmo terreno da Pestalozzi.

 


A professora Nair Vidal Lamas, que era subdiretora na gestão do professor Darcy Araújo de Miranda, assumiu a direção após o seu falecimento, permanecendo de fevereiro de 1988 até dezembro de 1996, quando se aposentou, após 32 anos de trabalho, somente na E. M. Pestalozzi.

 


A partir de 1º de janeiro de 1997, até os dias de hoje, a direção é ocupada pela professora Sônia Gaspar Rosa, que tem como adjunta a professora Selma Soares da Cruz e como coordenadora pedagógica a professora Márcia Regina Alves Castilho.

 


A equipe da direção, reforçada com a atuante participação da experiente professora Arilda Torres da Silva, como regente da Sala de Leitura, é solidária e coesa.

 

 


Converso demoradamente com as quatro professoras, que falam sobre suas experiências na vida profissional, paixão pela Educação e dedicação prazerosa à Escola Municipal Pestalozzi.
 

 

A Escola Municipal tem um hino denominado “É impossível Ser Feliz Sozinho”, cuja letra foi composta pela professora Ana Cláudia e a música pelo ex-aluno Jonathas, por ocasião da comemoração do aniversário da unidade escolar e que, no estribilho repete: “Juntos com a comunidade. Aqui também se aprende. Amor e fraternidade.”

 

 

Johann Heinrich Pestalozzi, o Patrono da Escola

 


Segundo o  texto publicado na Revista “Nova Escola”, de autoria de Márcio Ferrari, citando a escritora Dora Incontri, uma das poucas estudiosas de Pestalozzi no Brasil, foi ele, o Patrono, um precursor das ideias defendidas pelo movimento da “Escola Nova”, que somente iria surgir na virada do século XIX e início do século XX, quando o afeto passa a ter papel central na Educação.

 


“Johann Heinrich Pestalozzi nasceu em 1746, em Zurique, na Suíça. Na juventude, ele abandonou os estudos religiosos para se dedicar à agricultura.

 


Quando a empreitada se tornou o primeiro de muitos fracassos materiais de sua vida, Pestalozzi levou algumas crianças pobres para casa, onde encontraram escola e trabalho como tecelãs, aprendendo a se sustentar.

 

 


 

 

Alguns anos depois, a escola se inviabilizou e Pestalozzi passou a explorar suas ideias em livros, entre eles "Os Crepúsculos de um Eremita" e o romance "Leonardo e Gertrudes". Uma nova chance de exercitar seu método só surgiu quando ele já tinha mais de 50 anos, ao ser chamado para dar aulas aos órfãos da batalha de Stans.

 


Mais duas experiências se seguiram, em escolas de Burgdorf e Yverdon. Nesta última, que existiu de 1805 a 1825, Pestalozzi desenvolveu seu projeto mais abrangente, dando aulas para estudantes de várias origens e comandando uma equipe de professores. Divergências entre eles levaram a escola a fechar. Yverdon projetou o nome de Pestalozzi no exterior e foi visitada por grandes educadores da época.

 


Mostrando uma fotografia do Patrono existente na entrada da sala da direção, a professora Sonia Gaspar Rosa, comentando a importância fundamental do afeto na vida e na obra de Pestalozzi, declarou que este tem sido o princípio também da escola, desde o acolhimento dos alunos até os momentos especiais de encontros e reuniões dos professores com os pais e responsáveis.

 


Segundo a diretora Sônia, é preciso continuar dando a importância devida ao amor e ao afeto, pois a Educação, como era idealizada por Pestalozzi, deveria ser também uma extensão do lar, como, ainda, inspirar-se no ambiente familiar para proporcionar uma atmosfera de segurança e afeto.

 

 

Sala de Leitura Nair Vidal Lamas

 


Ainda em companhia da diretora Sônia e da adjunta Selma, conheço a Sala de Leitura da Escola Municipal Pestalozzi e a sua professora regente, Arilda Torres da Silva, que esclarece sobre a designação daquele importante espaço.


A Sala presta merecida homenagem à professora Nair Vidal Lamas, que foi diretora e dedicou 32 anos da sua vida à Escola Municipal Pestalozzi.

 


 

 

Arilda fala dos objetivos e estratégias da Sala de Leitura, cujas ações estão sempre articuladas com o Projeto Político Pedagógico da escola, além de enumerar alguns projetos específicos que estão sendo desenvolvidos como “Compartilhando a Leitura”, envolvendo turmas da Educação Infantil, 1º ano e Classe Especial; “Jovens Leitores”, para alunos do 2º ao 5º ano; “Ler é Bom Demais” e “A poesia floresceu na Pestalozzi”, ambos os projetos envolvendo toda a comunidade escolar.

 


No pátio principal da escola há uma exposição de livros, onde converso com alguns alunos, que são os “Promotores da Leitura”. Ruan Henrique, Bruno Pessanha, Maria Eduarda e Alice Araújo de Oliveira, portando com satisfação um colete que os identifica e os credencia para aquela função especial, fazem diariamente a divulgação dos livros junto aos demais colegas da escola.

 

 

Professores dedicados que trabalham com amor pela Educação

 

É quarta-feira, véspera de feriado da Semana Santa e da Páscoa e a Escola Municipal Pestalozzi, embora em aulas e atividades normais do dia a dia, transpira um clima diferente. Nas salas, desde as turmas de Educação Infantil até o 5º ano, todos estão empenhados nos estudos.

 


 

 

 

 

 

 

Alguns fazem trabalhos relacionados com a Páscoa, mas o professor Fábio Marcelino da Cruz, com seus alunos da turma 1402, explica detalhadamente como funciona o Projeto Light.

 


No quadro, há tarefas que foram feitas pelos alunos com informações sobre o consumo de energia elétrica, além de informações sobre bons e maus hábitos, como deixar ventiladores ou aparelhos ligados sem uso, ou boas ideias, como a de aproveitar a luz do sol para fazer os trabalhos de casa ou para secar roupas, abrir cortinas para clarear e ventilar os quartos, etc.

 

 


A professora Ana Paula, que dá aulas para as turmas 1501 e 1502, no primeiro e segundo turnos, respectivamente, está envolvida com o Projeto Ciência Hoje. Os alunos fazem pesquisas sobre peixes de aquários e as razões pelas quais não devem ser liberados na natureza, tendo em vista que podem causar impactos ambientais e até mesmo prejudicar a saúde humana.

 


Um dos alunos da turma 1502, atendendo o meu pedido, explica detalhadamente tudo o que tem aprendido sobre a criação de peixes ornamentais em aquários que, nos últimos anos, vem ganhando mais e mais adeptos em todo o mundo e avanços tecnológicos.

 


Ana Paula criou e é a responsável pela manutenção do Blog http://www.pestalozzicuriosa.blogspot.com.br/, onde divulga os trabalhos feitos pelos seus alunos das turmas 1501 e 1502.

 

 


Visito também as turmas da Educação Infantil, EI-11, da professora Lana Soares Chau e EI-21, da professora Patrícia Santana de Carvalho.

 


Todos são muito simpáticos e receptivos, desde os alunos da Sala de Recursos, com a professora Ana Maria Lemos de Souza Bastos, passando pela Classe de Ensino Especial, da professora Leda Maria de Souza Castro, até as turmas do Ensino Fundamental.

 


Sempre em companhia da diretora Sônia e da adjunta Selma, sigo visitando as turmas 1305, da professora Lenice Fiares Avelino, passando pela turma 1202, com o professor Iraçu Santos Lima, turma 1203, com a professora Karina Bernardo de Matos; turma 1102, com a professor Louize Lopes Pereira; turma 1302, com a professora Harumi M. Ouverney, até chegar à turma 1303, com a professora Geisa Oliveira Balbino, cujos alunos estavam realizando um belíssimo trabalho de produção textual e artística sobre a Páscoa.

 

As ideias defendidas por Johann Heinrich Pestalozzi, Patrono da escola, sobre a importância do amor e do afeto para o bom desenvolvimento educacional da criança, certamente têm influenciado os professores, o que foi constatado por este representante do Rioeduca.

 


 

 

Parabéns, Sônia, Selma, Márcia, Arilda, professores, funcionários e alunos da Escola Municipal Pestalozzi!

 

 

 


 

                               

 

 

 


   
           



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Segunda-feira, 23/04/2012

Os Índios e suas Culturas - C. M. Fallet

Tags: 1ªcre, projetos.



As turmas do Maternal II da Creche Municipal Fallet visitaram o Museu do Índio, no dia 16 de abril como culminância do tema gerador: “Os índios e suas Culturas”. Foi um momento ímpar na vida dos pequenos, que se encantaram ao verem os Índios e conhecerem um pouco de sua história.

 

 

 

A Creche Municipal Fallet está localizada na comunidade Fallet, em Santa Teresa. A unidade  atende a 200 crianças divididas em 8 turmas do Berçário ao Maternal II, ou seja, crianças de 6 meses a 3 anos e 11 meses. As gestoras  Fabíola Daniele da Silva e Sandra de Oliveira têm muito orgulho em trabalhar com a equipe , que  conta  atualmente com 46 funcionários. Eles  se  dividem nas tarefas de cuidar, alimentar e educar com muito profissionalismo  e carinho cada uma das crianças, 

 

 

 

 


Dia 16 de abril, as crianças tiveram o privilégio de conhecer, conversar e dançar com os índios, além de desfrutar do riquíssimo acervo do museu. Quando voltaram para a creche, conversaram sobre a visita ao museu e produziram textos coletivos para registrar os momentos de que mais gostaram.

 

 

 

 

 

“ Nós fomos ao passeio ver o índio. O Kaiky Chagas e o Kayk Abner gostaram da lança de pescar. A Tayla e o João gostaram da índia. Ramon, Dayane, Tayla e Kaiky Chagas dançaram com o índio. Nós vimos o jacaré, o fundo do rio e fizemos uma tatuagem igual à do índio”  (Texto da Turma EI 30).

 

O Rioeduca parabeniza os gestores, professores e agentes auxiliares de Creche pelo excelente trabalho desenvolvido com os pequenos e na valorização dos Índios e suas Culturas.

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Segunda-feira, 23/04/2012

Registrando a Aprendizagem – Blog do EDI Igor Moraes da Silva

Tags: 2ªcre, blogsdeescolas, edi, educaçãoinfantil.

Recentemente o Blog do Espaço de Desenvolvimento Infantil, EDI Igor Moraes da Silva nasceu para o mundo virtual. Visitando este portfólio virtual encontramos informações sobre o patrono e registros de atividades realizadas com os alunos da Educação Infantil.

 

Patrono

 

 

Igor Moraes da Silva

 

"Igor Moraes da Silva nasceu em 21 de agosto de 1997, na cidade do Rio de Janeiro. Filho de Inês Moraes da Silva e José Moraes da Silva, irmão de Eduardo Moraes da Silva, Inaldo Moraes da Silva e por criação Luciano Jeronimo da Silva. Torcedor apaixonado do Flamengo, gostava de ir a estádios ver de perto os jogos. Fazia escolinha de futebol pela SUDERJ, no condomínio onde morava, auxiliava no treinamento das crianças menores, assim como na distribuição de lanches. Para complementar a formação, foi chamado para frequentar a escolinha de futebol Roberto Dinamite, localizada na CEFAP (Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças da PM/RJ). Não era uma criança muito diferente das outras de sua idade, gostava de festas, música e videogame. Era alegre e lia a parte de esportes do jornal todos os dias, justamente para acompanhar o mundo do futebol. E por falar em futebol, esta era a sua maior paixão, sonhava em ser jogador, fazendo de tudo para realizar o seu sonho."


Nota: Retirado do blog do EDI

 

O EDI Igor Moraes da Silva começou o mês de abril falando sobre Literatura Infantil com seus alunos. O tema da atividade foi “Projeto Literário Monteiro Lobato: Visitando o Sítio do Pica-pau Amarelo”.

 

 

 

 

 

 

 

 

Parabéns à equipe do EDI Igor Moraes da Silva, por apresentar o fantástico mundo da Literatura Infantil às nossas crianças!

 

 

Conheça mais sobre o trabalho do EDI Igor Moraes da Silva, visitando o seu blog

 

 

 

Professor, sua escola já tem blog? Envie o endereço para o representante Rioeduca de sua CRE. Queremos divulgar o trabalho desenvolvido em sua escola aqui no portal Rioeduca.

 

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Professora Renata Carvalho

Twitter: @tatarcrj

Email: renata.carvalho@rioeduca.net


 

                               

 

 

 


   
           



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