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Criado pela Secretaria Municipal de Educação, o projeto Rio, uma Cidade de Leitores tem por objetivo incentivar e fortalecer o hábito da leitura por prazer de alunos e professores da rede municipal de ensino.

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Quinta-feira, 07/12/2017

Encontro Anual: A importância da Leitura na construção do sujeito

Tags: encontro anual, sala de leitura, bibliotecários, mídia, educação, leitura.

 

 

 

Prezados (as) Gerentes de GED,
Prezados (as) Professores (as) de Sala de Leitura e Bibliotecários (as),

 

Temos a honra de convidá-los para o nosso Encontro Anual, cujo tema será "A importância da Leitura na construção do sujeito".
Será um momento para trocar saberes com especialistas, colegas, estudantes e refletir sobre nosso papel no desenvolvimento integral das nossas crianças e jovens.

 

 

Dia: 08/12/17
Horário: 9h
Local: Editora Rovelle/Livraria Florecer
End: Rua Sacadura Cabral, 144h - Praça Mauá

 

 

Link de inscrição:

http://bit.ly/2io44K0

 

Vagas limitadas!

 

 

Palestrantes:

Ninfa Parreiras (Escritora, Psicanalista, Mestre em Literatura) em composição de mesa com Heveny Mattos (Gerente de Mídia-Educação da SME), Cilene Oliveira (Mestre em Biblioteconomia), Thatiane Cunha (Sala de Leitura do IHA), Maurina Bispo (Monitora de Sala de Leitura do CREJA), Vera Bastos (Diretora da Escola Cuba) e Andréa Neves (Representante de GED da 2ªCRE e Sala de Leitura da Escola Friedenreich).

 

 

  Gerencia de Mídia-Educação


   
           



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Sexta-feira, 01/12/2017

Comemoração dos 10 Anos do Lançamento do Primeiro Longa-Metragem Produzido Na Rede Pública

 

 

Sessão em Comemoração dos 10 Anos do Lançamento do Primeiro Longa-Metragem Produzido Na Rede Pública Municipal do Rio De Janeiro

 

No próximo dia 5 de dezembro (3a feira), às 14h, será realizada uma sessão em comemoração dos 10 anos de lançamento do primeiro longa-metragem produzido na Rede Pública Municipal do Rio de Janeiro. Trata-se do documentário "Alma Suburbana".

A sessão encerrará a programação de 2017 do Cineclube do Professor e Bibliotecário.


Faça sua inscrição pelo link abaixo:

https://goo.gl/i9GFVB
 


   
           



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Sexta-feira, 24/11/2017

Aluno do CREJA Premiado na Maratona Escolar dos Grandes Autores SME- ABL 2017

Tags: creja, peja, maratona.

 

O aluno do CREJA (PEJA EaD), Amaro P. Teixeira, foi o contemplado na categoria aluno do PEJA na Maratona Escolar dos Grandes Autores que, em 2017, homenageou Castro Alves.


A produção de Amaro, com o título "Tiro no pé da democracia ou O novo Navio Negreiro", foi orientada pela professora de Língua Portuguesa Mariana Souza que atua no PEJA EaD/ CREJA, em parceria com a professora da sala de leitura Paulo Freire do CREJA, Marcia Cazer.

A maratona é realizada em parceria entre a SME-RJ e a Academia Brasileira de Letras.

Segundo o portal Rioeduca, a Gerência de Mídia-Educação recebeu mais de 100 textos produzidos por alunos da rede municipal, do 8º e 9º anos e PEJA II. Seguiram para a fase final 36 textos, dos quais 6 textos foram os premiados, sendo 5 de Ensino Fundamental e 1 da Educação de Jovens e Adultos.

Dentre os 36 textos, estavam também os da aluna Janaína Silva Miranda (do semi-presencial do CREJA) e Maria de Fátima Duarte da Conceição (do PEJA EaD CREJA).

A premiação ocorreu no dia 14/11, às 10h, na Academia Brasileira de Letras.

 


A produção das redações

O processo de produção das redações se deu através das seguintes etapas: num primeiro momento, os alunos interessados em participar do concurso foram convidados para uma aula sobre Castro Alves, no laboratório de informática no CREJA, onde viram aspectos principais da vida e da obra de Castro Alves, assistiram vídeos e participaram de uma roda de leitura com textos do autor. Nesse encontro, foram situados a respeito das orientações sobre a elaboração das redações.

Para um segundo momento, os alunos foram orientados a realizaram um pesquisa individual, em casa, a fim de se aprofundarem no estudo sobre a vida e a obra de Castro Alves. Além disso, nessa ocasião, também pegaram emprestados, na Sala de Leitura do CREJA, livros de Castro Alves.

E, por fim, num terceiro momento, com os dados pesquisados em mãos, os alunos compareceram ao CREJA para produzirem seus textos, sob supervisão da professora de Língua Portuguesa da EaD, Mariana Souza.

"Acreditamos que a participação dos alunos da EJA nesses concursos de produção textual os leva a um processo de autoconfiança e empoderamento. Precisamos ter em mente que os sujeitos da EJA são majoritariamente trabalhadores e que, por motivos diversos, estão fora da escola há um tempo considerável. Quando retornam à escola, o desejo de estudar é notável, mas também, em sua maioria, trazem consigo uma carga de insegurança muito grande. Porém, ao serem convidados a participar de um concurso como esse, resgatam a confiança em si mesmos e têm sua autoestima elevada. Ao serem premiados, demonstram extrema emoção e se sentem, inclusive, mais animados para darem prosseguimento aos seus estudos" (profª Mariana Souza PEJA EaD CREJA).

 

Fonte: http://crejarj.wixsite.com/creja/noticias


   
           



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Quinta-feira, 23/11/2017

Twittaço Literário!

Tags: twittaço, leitores, literário..

 

 

 

 

Sexta-feira, 24/11, é dia de Twittaço Literário!

 

O grande homenageado é Júlio Emílio Braz, que iniciou sua carreira como escritor de roteiros

para histórias em quadrinhos, publicadas no Brasil, Portugal, Bélgica, França, Cuba e EUA. Já publicou

mais de cem títulos!

 

Ao longo do dia vamos trocar mensagens sobre o escritor, considerado um autodidata, aprendendo

as coisas com extrema facilidade, adquiriu o hábito

de leitura aos seis anos.

 

Participe! Basta seguir @RiodeLeitores e usar #Riodeleitores!

 

Vale Twittar e Retwittar citações, depoimentos, fotos, dicas de livros, vídeos, sites, links, blogs e curiosidades. Twitte também fotos de atividades sobre a temática do autor realizadas em sua unidade escolar!

 

Um excelente Twittaço! Boas leituras! Até SEXTA!

 

Arte de Rafael Monteiro – E/SUBE/CED/GME

 

Um pouco sobre Júlio Emílio Braz

Júlio Emílio Braz nasceu em 16 de abril de 1959, na pequena cidade de Manhumirim, aos pés da Serra de Caparaó, Minas Gerais. Aos cinco anos mudou-se para o Rio de Janeiro, cidade que adotou como lar.

É considerado um autodidata, aprendendo as coisas com extrema facilidade. Adquiriu o hábito de leitura aos seis anos.

Iniciou sua carreira como escritor de roteiros para histórias em quadrinhos, publicadas no Brasil, Portugal, Bélgica, França, Cuba e EUA. Já publicou mais de cem títulos.

Em 1988 recebeu o Prêmio Jabuti pela publicação de seu primeiro livro categoria infantil e juvenil: SAGUAIRU.

Em 1990 escreveu roteiros para o programa Os Trapalhões, da TV Globo, e algumas mininovelas para a televisão do Paraguai. Em 1997 ganhou o Austrian Children Book Award, na Áustria, pela versão alemã do livro CRIANÇAS NA ESCURIDÃO (Kinder im Dulkern) e o Blue Cobra Award, no Swiss Institute for Children’s Book.
 

 

Entrevista no Jô Soares

https://globoplay.globo.com/v/1953145/

 

- Rapidinhas

Escritor favorito: Luís Fernando Veríssimo.
Ídolo: Minha mãe.
Música: Bolero, de Ravel.
Vida: Pena que seja uma vez só.
Morte: Logo agora?
Amor: Excitante.
Paixão: Passageira.
Literatura: Oxigênio.
Sonho: O próximo.
Inesquecível: Memórias de Um Cabo de Vassoura, de Orígenes Lessa.

 

Trecho do Livro – 'Quem me dera ser Feliz' – Júlio Emílio Braz
 

“ É duro ser super qualquer coisa. Você não pode sentir dor mesmo quando tem as dores do mundo sobre os ombros. Não tem direito ao próprio sorriso, pois a alegria dos outros, o sorriso dos outros, sempre são mais importantes. Não lhe resta tempo para chorar, pois o choro de tantos se seguirá ao seu. Você não tem vida própria, mas dá-se em tempo integral para que a vida não desapareça daqueles mundos e daqueles rostos que gravitam em torno de você. Você, que tantas vezes é luz, vive nas sombras de uma insatisfação interminável. Morre aos poucos, querendo viver. “

 

Em entrevista pela Web:

A questão racial e social foi predominante em suas obras em quadrinhos nos anos 80. Como foi focar a África e suas questões em suas obras?

Eu acho até engraçado que essa consciência étnica não era tão forte em mim em termos conscientes, mas aparecia de modo inconsciente. No Brasil se fala pouco disso, mas eu li vários artigos sobre o fenômeno em se tratando da África do Sul, que é a figura do mestiço. Eu sou, como a maioria dos brasileiros, fruto de grande miscigenação. Tenho sangue negro, índio e branco. O mestiço pertence mais facilmente à etnia visível em sua pigmentação, mas vive em um lar onde o pai é de uma cor, a mãe é de outra, os avós trafegam por uma terceira. Na África do Sul dos tempos do apartheid, difícil era ser negro, mas era muito pior ser mestiço, pois nenhum dos dois lados o aceitava. No meu caso, a primeira coisa que tive que fazer foi me descobrir como negro, que parece ser fácil… Basta um espelho, não? Mas não foi. A busca por abordar temáticas associadas à minha cor, penso eu, foi durante muito tempo a minha busca, consciente ou inconsciente, por minha aceitação enquanto tal. Outro ponto que explica o meu interesse pela África e pelas questões raciais se prendia ao fato de, pelo menos até meados da década de 1990, não existir muito material sobre o assunto e a discussão sobre africanidades se restringir aos estereótipos comuns vinculados às religiões de origem africana e todos os preconceitos e incompreensões que ainda as cercam; ao samba e ao futebol. Eu queria saber mais e, nesta busca, acabei colocando o que descobria e vivenciava em meus textos, seja nos quadrinhos, seja nos infantojuvenis.

 

Pretinha, eu? - Júlio Emílio Braz

Sinopse: Ninguém queria acreditar... Foi o maior zunzunzum no Harmonia quando Vânia começou a frequentar as aulas. Pela primeira vez, uma aluna negra estuda no tradicional colégio. E a turma formada por Carmita, Vivi, Bárbara, Tatiana e Bel não estava nem um pouco interessada em facilitar a vida da nova aluna...


   
           



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