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Dicas, prática pedagógica, troca de experiências.
Retornando 15 resultados para o mês de 'Julho de 2013'

Quarta-feira, 31/07/2013

Energias Recarregadas para o Próximo Semestre

Tags: professor.

Mês de julho, inverno, frio, e nada melhor do que uma pausa, mesmo que pequena, nas atividades para recarregar as energias.

 

 

De uns tempos para cá, temos a sensação de que o tempo corre cada vez mais rápido. E em relação ao primeiro semestre letivo não foi diferente. Planejamentos, reuniões, relatórios, confecção e correção de provas, muitas são as atividades que envolvem o dia a dia dos profissionais da educação.

 


 

Aquele que era muito esperado finalmente chegou: o “recesso escolar”, mas num piscar de olhos chegará ao fim...

 

Independentemente de como foi planejado e se os planos correram da maneira como idealizado, uma coisa é certa: nada como uma pausa nas atividades escolares. Seja viajando ou descansando, assistindo a um filme ou lendo um livro, ou até mesmo aproveitando para colocar a casa em ordem para recarregar as energias.

 

Os alunos nos surpreendem a cada dia!

 

Está chegando a hora de retornar à escola, rever os colegas de profissão, aqueles que com o tempo e certa afinidade tornaram-se amigos mais “chegados”, arrumar o mural, planejar e finalmente reencontrar o motivo pelo qual escolhemos nossa profissão: os alunos!

 

Sejam bem-vindos, professores, ao segundo semestre letivo!

 

“A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”.
Nelson Mandela

 

Taís Ferraz Duarte é Professora da Rede Municipal
e colaboradora do Portal Rioeduca
E-mail: taisduarte@rioeduca.net


  

                               

 

 

 


   
           



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Terça-feira, 30/07/2013

Rio, de Braços Abertos

Tags: 2ªcre.

 

Em comemoração aos três anos do portal Rioeduca, essa publicação faz referência à Classe Hospitalar Jesus, que foi uma das primeiras matérias publicadas pela 2ª CRE nesse portal no ano de 2010.

 

 

A professora Renata Carvalho, representante do portal Rioeduca na 2ª CRE, entrou em contato com a professora Elizabeth Leitão Ramos Luiz, regente da Classe Hospitalar Jesus, que concedeu uma entrevista contando a história das Classes Hospitalares e também sobre o trabalho realizado em sua unidade.


Atualmente, a Classe Hospitalar Jesus é regida pelas professoras  Elizabeth Leitão Ramos Luiz e Priscila Vieira Corantini. Elisabeth é professora da rede municipal de ensino desde 1976, ingressando na Educação Especial como professora da Classe Hospitalar Jesus em 1985. Priscila é professora da rede municipal de ensino com admissão em 1995, ingressando na Educação Especial em 1999, nos segmentos da itinerância, classe especial e, há 8 anos, na Classe Hospitalar.
 

 

 

Da esquerda para a direita: Professoras Priscila e Elizabeth.

 

 

Rioeduca: Professora Elizabeth, conte-nos um pouco sobre a história das Classes Hospitalares e também sobre a Classe Hospitalar Jesus.


Professora Elizabeth: Pensar em Classe Hospitalar, historicamente, nos leva à Paris, onde o trabalho se consolidou para alcançar o universo de crianças afetadas por doenças, mais precisamente tuberculose. Impedidas de participar de atividades escolares, principalmente durante a 2ª Guerra Mundial, a Classe Hospitalar permitiu às crianças e adolescentes mutilados o acesso à educação.


O atendimento a crianças e adolescentes internados no então Hospital Geral Jesus iniciou-se em 14 de agosto de 1950 com a designação da professora de ensino primário da rede pública Lecy Rittmeyer atendendo a reiterados pedidos do diretor do hospital, na época, David Pillar. Cabe ressaltar que, atualmente, o eixo de sustentação desse trabalho é o diálogo entre a Secretaria Municipal de Saúde e a Secretaria Municipal de Educação no sentido de melhor atender aos cidadãos em seus direitos básicos à educação e à saúde. Hoje, a Classe Hospitalar Jesus é referência nacional nessa modalidade de atendimento pedagógico, funcionando ininterruptamente há 62 anos. Tem acompanhamento pedagógico da Educação Especial do Rio de Janeiro/ Instituto Helena Antipoff.

 

 

Atividade usando massinha com alunos da Educação Infantil.

 

Rioeduca: Como funciona o atendimento na Classe Hospitalar Jesus?


Professora Elizabeth: O atendimento educacional das crianças e adolescentes da rede de ensino em ambiente de tratamento de saúde, hospitalizadas, é realizado por professores da rede municipal de ensino do Município do Rio de Janeiro, requisitadas pela Educação Especial e lotadas na Escola Municipal 02.09.014 General do Exército Humberto de Souza Mello /2ª CRE.


A Classe funciona de segunda à sexta-feira em dois turnos, executando atividades letivas em sala de aula e nos leitos do hospital sob orientação da equipe de saúde com relação à atenção e à condição clínica dos pequenos pacientes. O objetivo é promover uma articulação entre os currículos concebidos e vividos através de uma organização pedagógica como planejamento, capacitação, planos de estudos, entre outras. Possui a intenção de facilitar a reinserção do aluno hospitalizado à sua escola de origem, escola onde a criança tem a sua matrícula escolar.

 

Mural do projeto "Planeta Vivo".

 

Rioeduca: Qual o projeto pedagógico planejado para o ano de 2013?

 

Professora Elizabeth: Existe uma dinâmica peculiar no processo pedagógico no que diz respeito ao Projeto Pedagógico instituído pela Classe Hospitalar Jesus anualmente. Em 2013, considerando o momento do Rio de Janeiro, como anfitrião de eventos de visibilidade mundial, elegemos o Projeto “Rio, de Braços Abertos”, com a finalidade de promover uma prática pedagógica contemporânea e significativa para a sociedade, com uma visão inclusiva.

 

Atividade no leito.

 

Rioeduca: Sabemos que a Classe Hospitalar Jesus possui um blog. Como surgiu a ideia de criar esse ambiente virtual?

 

Professora Elizabeth: Em 2010, surgiu a ideia de criar uma estratégia para divulgar o trabalho e suas potencialidades e a professora Karla Bastos, por dominar a ferramenta, inaugurou o blog.


O conteúdo do espaço virtual é atualizado periodicamente com o objetivo de manter os visitantes, alunos e pesquisadores informados sobre a dinâmica e gestão do trabalho no ambiente da Classe Hospitalar Jesus.

 

Aluno de Educação Infantil aprendendo sobre o corpo humano.

 

Conheça as matérias sobre a Classe Hospitalar Jesus publicadas no Rioeduca em 2010 e 2011.

 

Classe Hospitalar Jesus Recebe Medalha Pedro Ernesto.

 

Classe Hospitalar Jesus.
 

 

Conheça mais sobre o trabalho da Classe Hospitalar Jesus visitando seu blog:

http://classehospitalarjesus.blogspot.com.br/

 

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 Renata Carvalho – Professora da Rede e representante do Rioeduca, na 2ªCRE
Email: renata.carvalho@rioeduca.net
Twitter: @tatarcrj




 

                               

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 24/07/2013

Cantinho Vivo na Sala de Aula

Tags: professor, meio ambiente, ciências.

 

      Cultivar plantas dentro de sala de Aula com os alunos é uma maneira interessante e divertida de estudar Ciências!

 

Elaborar um projeto de construção do “Cantinho Vivo” juntamente com a equipe pedagógica da escola pode render bons frutos.

 

De maneira descontraída, porém sempre planejada, construir com os alunos canteiros e vasinhos dentro de sala de aula proporcionará muito além dos conteúdos preestabelecidos de Ciências Naturais, aproximando-os da Natureza e mobilizando-os em relação à Preservação Ambiental.

 

Cuidado e respeito à Natureza precisam ser cultivados desde criança.

 

A abordagem e o que se pretende explorar com a criação do Cantinho Vivo vai depender do ano de escolaridade, da sondagem sobre as condições externas e ambientais, assim como da listagem e da captação dos recursos necessários para a execução.

 

São várias as propostas que podem ser desenvolvidas quando não se dispõe de um espaço com solo como num jardim por exemplo, como a organização de jardineiras e vasos utilizando o plantio através de mudas ou sementes, hortas ou jardins suspensos, jardim sensorial, terrários, entre outros. Veja mais em: Por que é importante plantar?

 

Terrário e vasinhos suspensos feitos a partir de garrafas pet.

(Fonte das imagens: www.rioeduca.net; www.revistaescola.com.br;www.institutorecicle.org).

 

Através da organização do projeto Cantinho Vivo, integrando-o às demais disciplinas como Língua Portuguesa, Geografia, História, Matemática e Artes, o desenvolvimento desse será muito mais rico.

 

Podem ser trabalhados:

 

  • discussão e registro dos recursos necessários para execução do projeto;
  • captação de recursos que pode ser feita através da solicitação de doações de mudas, sementes, jardineiras, cascalhos;
  • registro da observação diária do desenvolvimento das plantas;
  • identificação e resolução do problema, quando eventualmente algo dá errado, como, por exemplo, uma planta morrer;
  • exploração de ambientes e condições climáticas onde as plantas cultivadas se desenvolvem podendo ser através de aula passeio e documentário;
  • preparação de receitas, desde o momento da colheita até a execução do prato, utilizando-se de algumas unidades de medidas, passando inclusive pela higienização;
  • utlização de matéria-prima advinda dos próprios vegetais para criações artísticas.

 

Alunos devidamente organizados para preparação de uma receita.

 

Topiaria feita a partir de sementes, pedrinhas e lascas de galhos.

 

Além de proporcionar aos alunos um pouco do contato com a Natureza, que muitas vezes acaba não sendo possível nas áreas urbanas, o cuidado e a preservação das plantas, enquanto ser vivo indispensável para a manutenção de vida do planeta, são noções indispensáveis. 

 

Registrar as ações através de fotos durante o desenvolvimento das tarefas propostas e propor uma exposição aberta à visitação expondo o trabalho valoriza a todos os envolvidos e certamente renderá bons frutos.

 

Taís Ferraz Duarte é Professora da Rede Municipal
e colaboradora do Portal Rioeduca
E-mail: taisduarte@rioeduca.net

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 17/07/2013

O Prazer de Ler Literatura

Tags: professor.

Na era da internet, em que o virtual ganha cada vez mais espaço, o professor precisa ser um “encantador de livros”. É necessário transpor barreiras oferecendo suportes variados, vinculando a aprendizagem à utilização dos livros.
 

 

"Ler é estar dentro de si e desafiar o espaço descolado e ainda tão próximo", Tasca (2007).

 

De maneira geral, a prática da leitura na escola está diretamente ligada às questões didáticas com objetivos imediatos como ortografia, vocabulário, interpretação e a própria leitura em si.

 

“É também necessário buscar essas e outras razões para trabalhar com literatura, que dizem respeito ao prazer que a literatura pode nos dar e a nossa condição não só de professores, mas de leitores.” (BALDI, Elizabeth. Leitura nas séries iniciais: uma proposta para a formação de leitores em literatura. Porto Alegre: Editora Projeto, 2009).

 

 

 

 

A leitura de literatura para os alunos não precisa ser necessariamente fácil. É claro que o conhecimento prévio do que será oferecido (lido) procurando objetivar as necessidades de determinada faixa etária é importante, mas isso não significa restringir opções.

 

As diversas tipologias textuais presentes no dia a dia, auxiliares no processo de letramento de leitura e escrita, não fornecem necessariamente o prazer pela leitura de literatura. O papel da escola, ou melhor, do professor, no sentido de introduzir e ampliar a leitura de literatura para com seus alunos, é o preenchimento dessa lacuna existente.

 

 

Professora Simone da E.M. Leonardo da Vinci (8ª CRE) num momento de rotina de leitura com a sua turma de terceiro ano.

 

 

Além dos espaços da Sala de Leitura ou biblioteca, o professor pode criar um ambiente em Sala de Aula com um acervo de títulos variados para que atendam a todos os gostos, renovando com novas obras sempre que possível. Pode propor, inclusive, que sejam utilizados outros espaços da Unidade Escolar para deleite da leitura. Saiba mais em: http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/pratica-pedagogica/biblioteca-como-organizar-espaco-leitura-581620.shtml

 

 

Utilização do pátio na E.M. Zacarias de Góis (8ªCRE):  mais uma proposta de ambiente diversificado.

 

 

Ler para os alunos, contar histórias, envolvê-los sutil e gradativamente no fantástico mundo da literatura, pode se transformar numa tarefa encantadora e desafiadora.

 

Além de ouvir histórias todos os dias, os alunos precisam sentir. Oferecer-lhes livros, deixar que escolham, que toquem e troquem, que cuidem e mergulhem fundo em cada leitura contribuirá imensamente para a sua formação.

 

Então! Proporcione essa viagem aos seus alunos!

 


 Taís Ferraz Duarte é Professora da Rede Municipal
e colaboradora do Portal Rioeduca
E-mail: taisduarte@rioeduca.net

 

 

                               

 

 

 


   
           



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