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Dicas, prática pedagógica, troca de experiências.
Retornando 7 resultados para o mês de 'Novembro de 2012'

Sexta-feira, 30/11/2012

Cartas Para Mikael: Uma História Vivida em Sala de Aula

Tags: 5ªcre.

 

A professora Gisele de Oliveira Silva criou o projeto “Cartas para Mikael: uma história vivida em sala de aula” por acreditar que o aluno pode ser protagonista da sua própria história.

 


Gisele de Oliveira Silva é professora da rede municipal e amante da alfabetização. Atua em turmas do 2º ano na Escola Municipal 05.14.031 Cláudio Ignácio, localizada no bairro de Irajá.

 

 

Sua vida é pautada no princípio de que "uma prática discursiva como fenômeno de interlocução pretende potencializar a apropriação da linguagem" e, por isso, acredita que as possibilidades de leitura e escrita estendem-se além dos muros da escola.

 

Ela criou um projeto chamado "Cartas para Mikael: uma história vivida em sala de aula”, possibilitando que a linguagem seja mais do que uma mera decodificação. Foi um gancho que surgiu a partir da necessidade de comunicação entre a turma e um aluno que se mudou para o estado do Pará.

 

Gênero Carta

 

Este projeto foi criado para que, além de conhecer outras culturas, os alunos pudessem fazer contato com o aluno Mikael, hoje morando no Estado do Pará, usando o gênero carta. Essa ação tem permitido aos alunos, e à própria professora, momentos ricos de percepção da linguagem em contextos históricos, culturais e sociais diferentes, aproximando os participantes através da comunicação escrita.


Além da escrita, o projeto envolve o conhecimento da cultura típica do Estado do Pará, como dança, comida, linguagem regional, artesanato etc.

 

 

 

  

"As diferenças regionais desse nosso país tão imenso se apresentaram ali, em minha sala de aula, através de uma simples pergunta: - Tia, o que é um picolé?", relatou a professora quando da minha visita a escola no dia 30 de outubro. 

Foi essa pergunta que a fez proporcionar uma grande aventura de conhecimento sobre o Pará através da escrita.

 

 

 

 

A professora faz parte do GEPPAN, Grupo de Pesquisa Professores Alfabetizadores Narradores, da UNIRIO. Ela participou, com este trabalho, do "Congresso Internacional Cotidiano: Diálogos sobre Diálogos" em agosto deste ano na Universidade Federal Fluminense (UFF).

 

Clique na imagem para conhecer em detalhes o projeto Cartas para Mikael.

Por intermédio da professora Ana Paula Simões (GED/5ªCRE), que teve um olhar apurado para este trabalho, pude conhecer a professora Gisele numa visita à Escola Municipal 05.14.031 Cláudio Ignácio, conhecendo também seus alunos. Desse trabalho surgiu a oportunidade de uma entrevista concedida ao Portal Rioeduca. 

 

Rioeduca/5ªCRE: Professora, fale-nos em primeiro lugar, o que a levou criar este projeto para sua turma?
Prof.ª Gisele Silva: Pela possibilidade de meus alunos estarem em contato com a leitura e a escrita com significado.

 

Rioeduca/5ªCRE: Quais foram seus objetivos?
Prof.ª Gisele Silva: Aprimorar a leitura e a escrita dos meus alunos; desenvolver a autonomia e ampliação de conhecimentos sociais e culturais.

 

Rioeduca/5ªCRE: Relate para nós qual sua ideia quando seu aluno lhe perguntou: - Tia, o que é um picolé?
Prof.ª Gisele Silva: Fiquei surpresa no primeiro momento. Depois percebi que poderia ser uma oportunidade de conhecermos uma cultura diferente da nossa, do Rio de Janeiro. Tudo isso pensado sempre para o desenvolvimento pleno dos alunos.

 

Rioeduca/5ªCRE: Como se deu esse trabalho em relação a sua prática?
Prof.ª Gisele Silva: O trabalho está em andamento, minha prática é de estudo do cotidiano e a cada dia, ela se revigora através de muita pesquisa e relação com as crianças.

 

Rioeduca/5ªCRE: O que possibilitou o gênero carta na prática da escrita significativa de seus alunos?
Prof.ª Gisele Silva: Tem possibilitado o desenvolvimento da leitura e da escrita das crianças, além do conhecimento de uma cultura geral e de noções de geografia e história e culturas outras.

 

Rioeduca/5ªCRE: Fundamentado em quê você escolheu trabalhar com Vygostsky?
Prof.ª Gisele Silva: Interação, diálogo, e da relação recíproca do sujeito sócio histórico com o meio em que vive.

 

Rioeduca/5ªCRE: Quais outros estudiosos você procurou desenvolver este trabalho? Por quê?
Prof.ª Gisele Silva: Devido a minha participação no Grupo de Pesquisas, os estudos com o cotidiano e sua imprevisibilidade que nos instiga a investigação da nossa própria prática e o ensino da leitura e escrita com sentido e significado reais. Além de Vygostky, elenco também Ana Luzia B. Smolka, Geraldi, entre outros.

 

Rioeduca/5ªCRE: Além da escrita, o que mais lhe impressionou em seus alunos em relação às possibilidades das diferentes culturas?
Prof.ª Gisele Silva: O quanto eles são totais protagonistas de todo o processo. Adquiriram senso de responsabilidade o que evidencia o respeito e o conhecimento da cultura do nosso país.

 

Rioeduca/5ªCRE: O que a levou a participar com este projeto no Congresso Internacional Diálogos sobre Diálogos?
Prof.ª Gisele Silva: Por ser um Congresso que prima pelo respeito e divulgação de um trabalho de qualidade realizado na/para e com as Classes Populares.

 

Rioeduca/5ªCRE: O que mudou na sua turma após esse projeto?
Prof.ª Gisele Silva: Como já citei acima, o ser protagonista de nossa própria história é o que de mais importante nós, alunos e professora, estamos conquistando com esse Projeto.

 

Rioeduca/5ªCRE: E na sua vida?
Prof.ª Gisele Silva: A oportunidade de aprender cada vez mais e ampliar nossos saberes e fazeres.

 


 

 

A professora Gisele criou um blog onde posta trabalhos realizados em sua sala de aula, além de artigos de sua autoria e de autores da área educacional.

Conheça o Blog Emerge, clicando no link http://gisele-emerge.blogspot.com.br/


 

 

 Escolas e professores participem das publicações do portal Rioeduca enviando para o representante da sua CRE projetos desenvolvidos e/ou atividades que impactaram a aprendizagem de seus alunos.

Clique aqui para saber o e-mail do seu representante.

 

Acompanhem e comentem nos blogs das Escolas da Rede Municipal de Educação da Cidade do Rio de Janeiro.

 

Representante do Rioeduca na 5ªCRE _ Professora  Regina Bizarro

Twitter: @rebiza / Facebook: rebiza

E-mail: reginabizarro@rioeduca.net

 

                               


   
           



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Segunda-feira, 12/11/2012

A Trilha Educativa “Rádio do Amanhã”

 

O projeto Bairro Educador da Rocinha, em parceria com a Escola Municipal Francisco de Paula Brito, realizou um projeto com os alunos da unidade escolar.  Através dele, os jovens puderam conhecer o ambiente de uma Rádio.

 

 

 

A gestora do núcleo do Bairro Educador da Rocinha, Maria do Socorro Melo, entrou em contato com o portal Rioeduca e contou um pouco sobre este trabalho que é realizado em parceria com algumas escolas da 2ªCRE. Confira mais detalhes na entrevista abaixo:

 

 

Rioeduca: Conte-nos como é realizado o trabalho do Bairro Educador?


Maria do Socorro: O Bairro Educador tem como objetivo integrar e articular os potenciais educativos do bairro e da cidade (espaços, pessoas, instituições, serviços públicos, empresas, entre outros) às escolas.   O Projeto Político Pedagógico de cada escola é utilizado como principal referência para o trabalho. Através de suas atividades, busca tanto promover o desenvolvimento integral dos estudantes, ampliando as oportunidades para sua educação integral, como também  despertar seu interesse no espaço escolar a partir da articulação e fortalecimento das redes locais.


O projeto investe na criação de oportunidades que possibilitem a integração entre a escola, os responsáveis e estudantes.  Para tanto, incentiva a circulação deles pela cidade e busca a valorização da escola pública, com a intenção de transformar o Rio em uma Cidade Educadora. O projeto é desenvolvido em todas as 152 Escolas do Amanhã e outras 57 escolas municipais que estão no seu entorno. Ao todo, são 51 Bairros Educadores na cidade do Rio de Janeiro.

 

 

Rioeduca: Como surgiu a ideia do projeto “Trilha Educativa – Rádio do Amanhã”?

 

Maria do Socorro: A Trilha Educativa chamada Rádio do Amanhã teve início em agosto deste ano, quando a gestora de núcleo do Bairro Educador Rocinha, Maria do Socorro Melo, e o gestor de Projetos, Leandro Lima, visitaram o parceiro Marcelo Santos, radialista da Rádio Globo. Nesse dia, já foram feitos os primeiros planejamentos para o desenvolvimento das atividades.

 


 

 

Crianças aprendendo como são realizadas as edições de áudio

 

 

Rioeduca: O projeto trouxe a ampliação de horizontes, pois os alunos tiveram a oportunidade de conhecer novos ambientes. Como foi o desenvolvimento desta atividade?

 

Maria do Socorro: O primeiro momento com os estudantes do 5º ano da Escola Municipal Francisco de Paula Brito, na Rocinha, foi a visita à Rádio Nacional no Centro do Rio.  Na rádio, eles conheceram a história da rádio, os espaços como os quadros históricos de antigos atores, os estúdios, o cenário onde eram realizadas as radionovelas e também participaram ao vivo do programa A Hora do Funk, com a presença do MC Junior.

 


 

Rioeduca: Quais desdobramentos aconteceram após a visita à Rádio Nacional?


Maria do Socorro: Após a visita à Rádio Nacional, os estudantes foram sensibilizados em sala de aula sobre a aula-passeio e convidados para participarem das oficinas que aconteceriam durante quatro semanas, sempre aos sábados, na Biblioteca Parque da Rocinha. Os estudantes aprenderam como elaborar textos para rádio, viram como se faz as edições e sonorização. Como tarefa principal eles produziram um esquete e realizaram a gravação. Os alunos criaram uma história sobre uma menina que, bem jovem, teve uma difícil decisão sobre o uso de drogas.

 

 

 

Marcelo Santos explicando algumas técnicas de gravação

 

 

Rioeduca: Como foi realizada a culminância do projeto?

 

Maria do Socorro: A Trilha encerrou dia 20 de outubro de 2012, com uma apresentação para os estudantes e, no final, a exibição do esquete com slides das fotos realizadas durante as aulas. Marcelo Santos, que ministrou as atividades da Trilha fez um discurso emocionado. “Vocês devem aproveitar todas as oportunidades boas, pois vão surgir muitas e tenho certeza que vocês só terão a ganhar.” Os estudantes gostaram muito do resultado final e pediram que fosse dada continuidade as atividades.

 


 

 

Aluna Bruna recebendo certificado

 

 

Parabéns ao Bairro Educador da Rocinha por oportunizar aos jovens atividades que promovam o protagonismo juvenil e a educação para a cidadania.

 

 

Quer conhecer mais sobre este trabalho? Visite o blog do Bairro Educador!


http://www.bairroeducador.blogspot.com.br/

 

 

Professor, o portal Rioeduca é um espaço feito por e para professores. Participe também! Entre em contato com o representante de sua CRE para divulgar o blog ou projetos desenvolvidos por sua escola.

 

 

Gostou desta publicação? Deixe um comentário e clique em curtir para compartilhá-la com seus amigos no Facebook.

 

 

Contato:
Professora Renata Carvalho – Professora da rede e representante do Rioeduca, na 2ªCRE
Email: renata.carvalho@rioeduca.net
Twitter: @tatarcrj

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 07/11/2012

Descomplicando a Matemática: Educopédia, meus Vídeos e Eu!

Tags: 2ªcre.

 

 

Matemática é uma ciência que não se pode definir em poucas palavras.Ela provoca sentimentos antagônicos nos alunos: uns a temem profundamente, outros se apaixonam perdidamente! Rafael Rodrigues Procopio é professor de Matemática da Escola Municipal Rosa da Fonseca. Ele também produz vídeos para as aulas de Matemática da Educopédia.Seus vídeos tornam as aulas mais atrativas e os alunos têm encontrado na Internet uma alternativa para aprender,  tirar dúvidas e melhorar o desempenho na escola.

 

 

 

Rafael R. Procopio - Professor de Matematica da E.M. Rosa da Fonseca

 

Hoje o Rioeduca entrevista um professor que enfrenta o desafio de descomplicar a Matemática para os alunos mais resistentes à disciplina. Ele afirma: "É possível se encantar com a Arte do Pensamento Matemático!"

Confira a entrevista:


Rioeduca: Como você define "Lecionar Matemática"?


Rafael: Lecionar Matemática é ensinar a um indivíduo o poder do raciocínio lógico e dedutivo. É prepará-lo para a viagem mais emocionante que se pode fazer: a do conhecimento. Sem a Matemática nenhuma inovação tecnológica seria possível. Graças à Rainha das Ciências podemos usufruir das muitas facilidades da vida moderna, portanto, mostrar ao aluno esse poder da Matemática é algo gratificante! Poucos são aqueles que gostam, mas todos devem ter acesso à arte do pensamento matemático.

 

Rioeduca: Como surgiu a ideia de publicar vídeos de Matemática?


Rafael: Eu comecei a fazer vídeos para o Canal Matemática Rio, do YouTube, (http://www.youtube.com/matematicario) sem muitas pretensões, apenas com uma grande vontade de divulgar o conhecimento matemático na rede mundial de computadores. Foi então que comecei a perceber que as pessoas se interessavam pelos vídeos e até mesmo o Subsecretário de Novas Tecnologias Educacionais, Rafael Parente, assistiu a alguns e gostou bastante. Fui convidado posteriormente por ele para fazer esse trabalho na Educopédia, onde meus vídeos poderiam ser usados para ensinar de fato aos alunos de toda nossa Rede!

 

Rioeduca: Como os alunos se beneficiam dos vídeos postados na Internet e na Educopédia?

Rafael: Sempre recomendo que meus alunos assistam aos vídeos pela internet, pois ali, enquanto eles  assistem, não há as distrações da sala de aula e conseguem prestar atenção ao assunto adequadamente, o que gera um melhor aprendizado. Diversos alunos já vieram até mim dizendo que tiraram suas dúvidas pela internet e, com isso, saíram-se melhor nas avaliações. Com a Educopédia não é diferente, as aulas são mais interessantes, atrativas e o recurso dos vídeos é muito bom!

 

 

 

Rioeduca: Quais foram as suas maiores dificuldades na implantação do projeto?


Rafael: No início havia pouca ou nenhuma disponibilidade de internet e de equipamentos, algo que já foi resolvido. Hoje em dia posso dar aulas usando meu laptop, o projetor da minha sala de aula e também a internet da escola, o que facilita muito o uso das novas tecnologias, como a própria Educopédia. Atualmente a única fronteira é a criatividade.

 

Rioeduca: Por que decidiu compartilhar sua ideia?


Rafael: Porque o conhecimento deve ser algo ao alcance de todos e também deve ser divulgado. Geralmente, buscamos por alguma informação sem saber onde encontrá-la e, muitas vezes, essa informação que precisamos encontra-se num só lugar, então eu quero difundir o conhecimento matemático e poder compartilhá-lo com o maior número de pessoas possível, para que o Brasil consiga um dia alavancar os índices da Educação Básica, principalmente na área científica, que é o maior entrave da nossa educação.

 

 Rioeduca: Você tem mais algum projeto inovador à vista?


Rafael: Além do Canal Matemática Rio, eu produzo também alguns filmes em formato de curta metragem com alguns dos meus alunos da Escola Municipal Rosa da Fonseca. Os vídeos podem ser acessados pelo link http://www.youtube.com/emrfonseca e isto faz parte do Projeto Cineclube nas Escolas. Há ainda uma vasta gama de possibilidades dentro da área audiovisual para a Educação a ser explorada. Aos poucos eu vou navegando pelo meio desses novos recursos os resultados, até agora, vêm sendo os melhores possíveis!

 

O Rioeduca parabeniza o trabalho do Professor Rafael Procopio!

Clique na imagem abaixo e Curta Matemática Rio no Facebook:

 

 

Participe também deste espaço!

Procure o representante da sua CRE e compartilhe suas experiências em Sala de Aula.

 

Professora Neilda Silva

neildasilva@rioeduca.net

Twitter: Prof_Neilda

 

                               

 


   
           



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Terça-feira, 06/11/2012

Respeito à Diversidade Está Presente Todos os Dias na Escola

O Dia da Consciência Negra é comemorado no dia 20 de novembro, mas o combate ao preconceito racial e o respeito às diferenças está em pauta diariamente nas escolas públicas municipais do Rio de Janeiro.

 

O professor de Língua Portuguesa Nilton Barbosa Filho, da E.M. Nações Unidas, por exemplo, criou um blog para divulgar práticas positivas na promoção da igualdade racial e contribuir para discutir a questão com os alunos.

 


Desde 2003, com a sanção da lei 10.639, o ensino da história e da cultura afro-brasileira e africana se tornou obrigatório nas escolas de todo o país. Em 2008, a lei 11.645 somou a esse conteúdo a obrigatoriedade da história e cultura indígena nos currículos.


Para que isso aconteça, professores da rede pública carioca estão criando na escola ambientes de aprendizagem da diversidade étnico-racial, visando estimular os alunos a buscarem suas próprias histórias e a conhecer as origens de seus colegas.


Um bom exemplo é o trabalho desenvolvido pela professora Adriana Santana em uma turma de educação infantil, na E.M. Madre Tereza de Calcutá. A partir do material “Quem eu sou?”, disponível na caixa mágica da Educopédia, ela explorou com as crianças as características, diferenças e suas preferências.


O combate a todas as formas de preconceito deve ser prioridade desde os primeiros anos da Educação Infantil.


Clique, aqui, para assistir ao vídeo sobre o Programa Rio sem Preconceito.



Como trabalhar o tema na sala de aula?


Confira, a seguir, algumas dicas de materiais para tratar dessa questão com a sua turma.

 

EDUCOPÉDIA


Caixa Mágica da Família da Educação Infantil - São propostas de aulas para servirem de ferramenta pedagógica no auxílio dos professores da educação infantil, no processo de ensino aprendizagem das crianças, através do uso do computador. Quer conhecer ? Visite o site http://www.educopedia.com.br e acesse o link da Educação Infantil.

 

4º ano – Geografia + História


aula 25: Escravos: ontem e hoje

 

5º ano – Geografia + História


aula 16: Discriminação social e preconceito

 

6º ano – História


aula 5: Da África para outros continentes

 

7º ano –História


Aula 10: O trabalho escravo na África
Aula 11: Duas experiências históricas: o império do Mali e o reino do Congo
aula 30: A escravidão africana: uma experiência histórica

 

8º ano –História


aula 23: A política inglesa e o tráfico negreiro
aula 25: A escravidão tardia: as experiências históricas do Brasil, de Cuba e do sul dos EUA
aula 28: O Rio de Janeiro imperial: a “boa” sociedade, a “plebe” e os escravos
aula 30: Do escravo ao imigrante transformações no mundo do trabalho

 

9º ano –História


aula 25: A descolonização da África e da Ásia

 

SALA DE LEITURA


Uma viagem pitoresca: de Debret às escolas do século XXI - Kit composto de livro e CD (curta metragem) que resgata a história dos negros no Brasil: O objetivo do material é refletir sobre as condições que favoreceram o surgimento e a manutenção, por quatro séculos, do sistema escravista no país, e identificar algumas contribuições dos povos africanos para a formação da sociedade brasileira.


Maleta LIA – Reúne vários livros de literatura que valorizam a cultura negra e indígena.


A Cor da Cultura - A Cor da Cultura é um projeto educativo de valorização da cultura afro-brasileira. Reúne produtos audiovisuais, livros, apostilas. Disponível nas salas de leitura pólo.


MULTIRIO


A Revolta dos Malês - Durante as primeiras décadas do século XIX várias rebeliões de escravos explodiram na província da Bahia. A mais importante delas foi a dos Malés, uma rebelião de caráter racial, contra a escravidão e a imposição da religião católica, que ocorreu em Salvador, em janeiro de 1835.


funk, samba, rap e hip hop - O tema da consciência negra também pode ser discutido a partir de algumas letras de música e ritmos.


Só preto sem preconceito? – Esse artigo analisa a narrativa imagética elaborada por jornais impressos de grande circulação a fim de constatar a forma como negro-mestiços são representados nesses discursos de indubitável força. A análise de tais imagens será comparada à outra narrativa imagética: aquela estampada em livros didáticos de história.

 

Tome nota!


6º. Encontro de Cinema Negro – Brasil, África e Caribe


O evento acontece de 23 a 29/11, no Cine Odeon (Praça Floriano, 7 – Centro) e no Centro Cultural da Justiça Federal (Av. Rio Branco, 241 – Centro). Consulte a programação. Não deixe de prestar atenção à classificação indicativa do filme.


Troca de Experiências


Conheça, ainda, outros projetos desenvolvidos por professores da rede que tratam da questão do preconceito racial:


“Vamos nos identificar também?”. Projeto da E.M. Félix Pacheco que tem como objetivo divulgar a cultura nacional com ênfase nas manifestações folclóricas.


“A Escola Atenas mostra a sua cara e a sua cor”. Projeto da E.M. Atenas que tem como objetivo valorizar a diversidade cultural através da vivência de manifestações corporais afro-brasileiras, em particular a capoeira.

 

Você sabia ...

 

O MEC publicou, em 2004, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana e Ensino da Cultura e História Indígena, que apresentam um conjunto de orientações, princípios e fundamentos para o planejamento, execução e avaliação da Educação para as relações étnico-raciais a serem alcançadas até 2015.
 

                               

 

 

 


   
           



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