A A A C
email
Retornando 1 resultado para a tag 'ipn'

Sexta-feira, 14/10/2016

Oficinas de História do Instituto Pretos Novos - IPN

Tags: ipn, oficina, professores.

 

 

 

Oficinas de História

As Oficinas de História ano 2016 são novamente Patrocinadas pela Concessionária Porto Novo S/A e também conta com o apoio da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Porto do Rio de Janeiro - CDURP

 

As oficinas têm a duração de até 4 horas, sendo que algumas se repetem para dar oportunidade para quem não pode assistir em determinada data. As Oficinas a Céu Aberto são programadas mensalmente e todas as Oficinas são gratuitas e forneceremos certificadas.

As Oficinas de História ministradas no IPN, no Museu de Arte do Rio – MAR ou no Centro Cultural José Bonifácio – CCJB e as Oficinas de História a Céu Aberto passam pelas ruas da região portuária e pretendem oferecer a um público amplo um maior conhecimento sobre a história da Zona Portuária privilegiando a perspectiva dos africanos, dos indígenas e dos seus descendentes no Brasil. Procura-se pôr em relevo o patrimônio histórico e arqueológico da região portuária, inclusive o que integra o Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana, recém-criado pela Prefeitura. As oficinas atuam como um complemento ao ensino da história e da cultura da África, do afro descendente e dos indígenas, preconizado nas leis 10.639 e 11.645, na medida em que revelam aspectos pouco divulgados nos cursos de história convencionais. Com isso, o IPN entende contribuir para a construção de uma reflexão crítica e de uma sociedade mais justa e igualitária, pois mais receptiva.

O IPN aposta na democratização do conhecimento como uma forma de inclusão social e por isso acredita que as oficinas devem ser gratuitas e abertas a todo e qualquer interessado, independentemente de sua classe social. Munido deste objetivo, o IPN pretende estimular a reflexão e a valorização das memórias representativas da diversidade étnica e sociocultural no Brasil.

 

FICHA DE INSCRIÇÃO - OFICINAS DO IPN_2016

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES: anc@pretosnovos.com.br 

 

 

 

Mitologia Afro Brasileira


Ministrado por: JD Lucas é mitólogo e escritor. Atualmente, ministra os cursos Introdução ao Mito e Mitologia Afro-Brasileira, além de uma exploração simbólica dos arcanos do Tarô de Marselha no curso Jornada para a Alma. É pesquisador membro da Joseph Campbell Foundation, e líder da RoundTable Mitológica Rio de Janeiro, célula do programa de círculos de discussão de Mitologia espalhados por todo o planeta.

Sinopse:
OXALÁ – O CRIADOR É CRIATURA
Os orixás fun fun, aqueles que caracteristicamente vestem branco, são ligados à ancestralidade, à tradição, à manutenção da herança e da genealogia. Oxalá, e seus múltiplos desdobramentos (Obatalá, Oxaguiã etc.) é Pai e Filho da humanidade e dos Orixás. Como Pai, é a primeira manifestação sensível do criador, que vai tomar o barro de Nanã para moldar os seres humanos. Como filho, percorre no Aiyê (mundo físico) por muitos caminhos e passa por grandes percalços, sempre acompanhado de seu ajudante, o guardião das encruzilhadas, Exu.

Data: 4 de Novembro/16
Local: Centro Cultural Municipal José Bonifácio – Rua Pedro Ernesto, 80 Gamboa RJ
Horário: 14h

____________________________________________________________


A História dos Pretos Novos


Ministradas por: Julio Cesar Medeiros da Silva Doutor em História Ciência e da Saúde pela Fiocruz (Fiocruz/COC), cuja tese se insere no campo das Doenças de Escravos. Mestre em História Social, pela UFRJ/IFCS, sobre a morte e o sepultamento de escravos no Cemitério dos Pretos Novos. Tanto o mestrado quanto o doutorado tiveram apoio do CNPq. Atualmente é Professor Adjunto na Universidade Federal Fluminense. Fundador e Diretor de Estudos e Pesquisas do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos IPN.

Sinopse:
Através do estudo da história dos Pretos Novos – quem eram de onde vinham, e como foram brutalmente enterrados no cemitério de mesmo nome – procura-se despertar um posicionamento crítico do educando frente aos problemas atuais vivenciados pelos afro descendentes, como o preconceito, a exclusão social e a sucessiva tentativa de apagamento de suas memórias.

Tempo: 02h45min aproximado.

Data: 8 de Novembro/16
Local: Centro Cultural Municipal José Bonifácio – Rua Pedro Ernesto, 80 Gamboa RJ
Horário: 14h

 

____________________________________________________________

 

Entre a Vida e a Morte: Controle Sanitário dos Pretos Novos no Valongo


Ministrado por: Claudio De Paula Honorato - Mestre em História Social Moderna pela Universidade Federal Fluminense (2008). Diretor de pesquisa Histórica do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos – IPN. Coordenador Geral do Centro de Pós-Graduação, Especialização e Aperfeiçoamento - CEPEA/FEUDUC, Coordenador do curso de Pós-Graduação Latu Sensu em História da África e professor de História da África da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Duque de Caxias - FFCLDC/FEUDUC. Tem experiência na área de História, com ênfase em História Moderna, História do Brasil Colônia e Império, História da escravidão, da África e do Mundo Atlântico.

Sinopse:
A presente oficina tem por objetivo discutir as condições de saúde e higiene dos africanos escravizados recém-chegados ao porto do Rio de Janeiro, assim como as formas de tratamentos utilizados na sua recuperação, a criação dos lazaretos e sua manutenção. Busca-se compreender ainda a relação entre os traficantes e a Provedoria da Saúde (órgão responsável pela fiscalização dos navios no porto e pelo estabelecimento da quarentena aos cativos que chegavam debilitados). Aqueles que não resistiam aos maus tratos da viagem tinham como destino uma vala comum no Cemitério dos Pretos Novos, onde eram, os pretos novos lançados à flor da terra. Causas das constantes reclamações dos moradores da região do Valongo que ansiavam pela sua transferência do dito cemitério.
 

Data: 9 de Novembro/16
Local: Centro Cultural Municipal José Bonifácio – Rua Pedro Ernesto, 80 Gamboa RJ
Horário: 14h

____________________________________________________________

 

História do Mercado de Escravos do Rio de Janeiro

 

Ministrado por: Claudio De Paula Honorato - Mestre em História Social Moderna pela Universidade Federal Fluminense (2008). Diretor de pesquisa Histórica do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos – IPN. Coordenador Geral do Centro de Pós-Graduação, Especialização e Aperfeiçoamento - CEPEA/FEUDUC, Coordenador do curso de Pós-Graduação Latu Sensu em História da África e professor de História da África da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Duque de Caxias - FFCLDC/FEUDUC.. Tem experiência na área de História, com ênfase em História Moderna, História do Brasil Colônia e Império, História da escravidão, da África e do Mundo Atlântico. 

Sinopse:
Esta oficina Trabalha a escravidão urbana na cidade do Rio de Janeiro, analisando as operações ocorridas no mercado de escravos: a entrada, a estadia e a saída do escravo nesse mercado de almas. Busca-se compreender os motivos que levaram à transferência do Mercado de Escravos da Praça XV para o Valongo, as funções sociais dos escravos e seus modos de vida na cidade.

Tempo: 2:42 min. aproximado.

Data: 11de Novembro/16
Local: Museu de Arte do Rio – MAR, Praça Mauá nº 5
Horário: 14h

_______________________________________________________________

 

A Invisibilidade da Presença Mulçumana na Pequena África RJ


Ministrado por: Haidar Abu Talib, pesquisador muçulmano, que atua junto a várias instituições da comunidade muçulmana, tais como a OIPAL - Organização Islâmica para a América Latina e Caribe, com sede em Buenos Aires, Argentina e a ISESCO – Organização Islâmica para Educação Ciência e Cultura, com sede em Rabat no Marrocos.

Sinopse:
O Rio de Janeiro no século XIX, o funcionamento da região portuária, a vida cotidiana e outros aspectos da Pequena África, na região da Gamboa, A existência de africanos muçulmanos, na região; Fatos e evidências.

Tempo: 2:50 min. aproximado.

Data: 16 de Novembro/16
Local: Centro Cultural Municipal José Bonifácio – Rua Pedro Ernesto, 80 Gamboa RJ
Horário: 14h

_______________________________________________________________

 

Ifá - O sistema divinizado que se tornou mundial e fundamental na vida do ser humano

 

Ministradas por: Profº Marcelo Monteiro - Presidente Centro de Tradição Afrobrasileira- CETRAB e Fundador e Diretor do Instituto de Pesquisa Pretos Novos

Sinopse:
Resgatar e valorizar a língua, a cultura e os costumes da civilização Yorubá, contribuindo para uma re-educação ideológica da sociedade; Possibilitar as traduções de cânticos, rezas, encantamentos, histórias e poemas dos Orixás/Ancestrais Divinizados; Apresentar algumas contribuições da língua e cultura Yorubá, das tradições culturais e religiosas de matriz africana.

Valorização da Cultura – Histórias dos Orixás / Ancestrais divinizados; Aspectos relevantes dos costumes e do comportamento humano; Elementos fundamentais da língua e da cultura iorubana na vida sócio-cultural dos Afro-descendentes; Gramática e uso cotidiano da língua Yorubá; Vestuário – Conhecimento tradicional e afro-brasileiro das indumentárias dos Orixás e adeptos.

Tempo: 2:50 min. aproximado.

Data: 17 de Novembro/16
Local: Museu de Arte do Rio – MAR, Praça Mauá nº 5
Horário: 14h

____________________________________________________________

 

História da Umbanda do Rio de Janeiro

 

Ministrado por Reinaldo Tavares - Doutorando em Arqueologia e Professor de História. Pesquisador Arqueólogo do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos. Especialista em História da África e do Negro no Brasil. Atua em pesquisas de Arqueologia Histórica na Região Portuária da Cidade do Rio de Janeiro. Realiza palestras sobre Patrimônio Cultural, História Regional e sobre Arqueologia da Diáspora Africana.

Sinopse:
Essa oficina visa discutir a obra literária de Alexandre Cumino: História da Umbanda - Uma Religião Brasileira. Na oficina analisaremos a obra em lide, sob o aspecto da produção de uma historiografia mínima baseada em uma religião de amplitude nacional. Discutiremos a existência de diversas manifestações umbandistas e da formação e da transformação sócio-cultural que a religião passou na primeira metade do século XX e de algumas particularidades históricas apresentadas pelo autor.
Evocaremos a memória do médium Zélio de Morais e o papel do Caboclo da sete encruzilhadas na formação de uma religião genuinamente nacional. Em suma, faremos uma viagem histórica - literária e uma análise crítica do título e da intencionalidade do altar que, na nossa visão, pretendeu em um único volume contar a história de uma manifestação religiosa plural e complexa.

Tempo: 2:40 min. aproximado.

Data 18 de Novembro/16
Local: Centro Cultural Municipal José Bonifácio – Rua Pedro Ernesto, 80 Gamboa RJ
Horário: 14h

 

______________________________________________________________

 

O Cemitério dos Pretos Novos numa perspectiva Antropológica


Ministradas por: Simone Pondé Vassalo Doutora em Antropologia Social pela Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales de Paris (2001) através de bolsa da CAPES. Tem pós doutorado (bolsa Faperj de Fixação de Pesquisador) pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ (2004-2006). Foi Professora Visitante do Departamento de Ciências Sociais e do Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais da UERJ (2007-2012). Atualmente, é Professora Adjunta do Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGSOC) do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro – IUPERJ. Tem experiência nas áreas de Antropologia das Populações Afro-Brasileiras, Relações étnicas e raciais, Memória e Patrimônio. No presente, desenvolve pesquisa sobre o processo de patrimonialização da cultura afro-brasileira na Zona Portuária do Rio de Janeiro. Diretora da Divisão Ciências Sociais do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos – IPN

Sinopse:
Esta oficina procura analisar a trajetória do sítio arqueológico Cemitério dos Pretos Novos desde que foi encontrado, em 1996, até transformar-se no Instituto dos Pretos Novos e num dos maiores símbolos do crime contra a humanidade que foi o tráfico transatlântico negreiro. O objetivo é refletir sobre os diferentes significados que esse sítio vem adquirindo desde então e as ações de que vem sendo alvo, relacionando-os aos debates contemporâneos sobre escravidão negra e racismo.

Tempo: 2:38 min. aproximado.

Data: 22 de Novembro/16
Local: Museu de Arte do Rio – MAR, Praça Mauá nº 5
Horário: 14h

_______________________________________________________________

 

Conto de Tradição Oral Africana e Afro-brasileira



Ministrado por Claudia Marques: Encantadora e Contadora de Histórias, Mestre em Literatura Brasileira (UFRJ), Professora de Literatura da Rede FAETECs. Especializando em África/Brasil: Laços e Diferenças (UCB/Espaço Atlântica). Nutriz e inventora de dois seres mágicos: Ariel e Iago.

Pamela Cristina: Contadora de Histórias, Origamista, Artesã de pedras, fios e papéis, Artista Plástica, Estudante de Educação Artística (UniBennett). Autora da vida de Celina Dayo, sua obra encantada.

Sinopse:
Esta Oficina Consiste em contações de histórias, lendas e mitos indígenas, africana e afro-brasileira, acompanhadas de atividades lúdicas como pinturas corporais, desenhos, música e outras atividades artísticas realizadas com as crianças. Procura-se sensibilizar o público em relação a um maior entendimento e aceitação das diferenças étnicas e culturais e, com isso, contribuir para a luta contra a discriminação e a exclusão social.

 

Tempo: 3:00h. aproximado.

Data 23 de Novembro/16
Local: Centro Cultural Municipal José Bonifácio – Rua Pedro Ernesto, 80 Gamboa RJ
Horário: 14h

_______________________________________________________________


Oficina História do Candomblé no Rio de Janeiro - Experiências, narrativas, memória e identidades

 

Ministrado por: BlonsomÍficlis de Faria Ramos: Arquiteto e Urbanista – UFF; Pós graduado em Patrimônio Cultural - Conservação e Restauração – UFRJ; Mestre em Estudos Étnicos - CEAO/UFBA e Bacharelando em História – UFF

Sinopse:
A oficina objetiva a compreensão da produção de memória das nações do candomblé no Rio de Janeiro. Para tanto, cotejaremos vários conceitos historiográficos a fim de traçar a relação entre a oralidade (História Oral) e a construção de narrativas que produzem memórias. Nessa oficina discutiremos a metodologia da História Oral para entendermos o processo de formação da identidade do candomblé. Utilizaremos a chave de pensamento experiência – narrativas -memória-identidade para formularmos nossa reflexão.

Conteúdos abordados:

O candomblé no Rio de Janeiro: mito da baianidade
Correntes nagocêntricas.
Depreciação das formas de devoção local.
Os omolokôs como categoria do diferente.
Surgimento da Umbanda?
Relações entre umbanda e candomblé: conflito de narrativas.
Relatos de experiências: historicidades e fontes
História Oral: metodologia e contribuições para o tema.
Roteiro de entrevista e análise posterior.
Memória subterrânea, enquadramento e memória triunfante - Pollack
Novas perspectivas sobre o candomblé no Rio de Janeiro

Tempo 3:00h

Data: 24 de Novembro/16
Local: Museu de Arte do Rio – MAR, Praça Mauá nº 5
Horário: 14h

____________________________________________________________

 

Educação Patrimonial: por uma pedagogia crítica da patrimonialização


Ministrado por Carla N. Marques, doutora em Políticas Públicas e Formação Humana/ UERJ Mestre em Geografia Humana pelo PPGEO/UERJ Espec. em Políticas Territoriais no RJ. Graduada em Ciências Sociais pela UERJ. Atualmente é pesquisadora adjunta do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos.

Data 25 de Novembro/16

Local: Centro Cultural Municipal José Bonifácio – Rua Pedro Ernesto, 80 Gamboa RJ
Horário: 14h


_______________________________________________________________

 

PEQUENA ÁFRICA: TRAJETÓRIA DE MANO ELOI UM FLUMINENSE NA ZONA PORTUÁRIA


Alessandra Tavares de Souza Pessanha Barbosa
Doutoranda do PPHR- UFRRJ

Sinopse:
A oficina tem como objetivo considerar a contribuição de Eloy Anthero Dias para o desenvolvimento cultural, que se irradiava no que ficou conhecida por Pequena África no Rio de Janeiro.
Personagem conhecido e respeitado, Mano Eloy, como era conhecido, circulou por diferentes espaços culturais da cidade, e, sobretudo, pela região portuária do Rio de Janeiro. Pouco divulgadas ou silenciadas, suas ações fazem parte da memória do trabalho, da música e da religiosidade negra do Rio de Janeiro, no Pós-Abolição.
Mano Eloy foi um homem negro nascido em 1888, em Engenheiro Passos, na região de Resende, no Vale do Paraíba. Teria migrado para o Rio de Janeiro aos 15 anos de idade, ou seja, por volta do ano de 1903 . Foi trabalhador do porto, sambista, jongueiro e conhecido “Ogan”. O que chama atenção na trajetória de Mano Eloy foi seu papel de liderança por determinados espaços do cenário carioca. Foi líder da Sociedade de Resistência de Trabalhadores do Porto do Rio de Janeiro, o primeiro a gravar música de macumba, no Brasil, foi o primeiro Cidadão Samba, presidente da União Geral das Escolas de Samba do Rio de Janeiro e fundador de diferentes blocos de carnaval e escolas de samba

Tempo 2:30 min

Data 29 de Novembro/16
Local: Museu de Arte do Rio – MAR, Praça Mauá nº 5
Horário: 14h

_______________________________________________________________

 

A Tecnologia nas Aldeias e lei 11.645-08

 

Ministrado por - Cristiane Santos-Papiõn Karipuna - indígena da etnia Karipuna, TI Pequiá, BR 156- Amapá – Oiapoque, pesquisadora, gestora cultural, articuladora do núcleo RJ da rede indígena de memória e Museologia social. Atualmente trabalha na pesquisa sobre a espiritualidade indígena com o Trabalho de Pesquisa O Sagrado Brasileiro, e atuante no combate a Intolerância Religiosa junto a Ceplir com o grupo de trabalho GTIREL , e nos Pontos de Cultura e Museologia do Estado do Rio de Janeiro.

Sinopse:
A tecnologia vem avançando nas aldeias pelo Brasil, e de que forma os indígenas vem se adaptando a ela e utilizando como ferramenta de auxilio as suas lutas. Vamos abordar a temática da lei como se aplica em sala de aula, livros de autores indígenas, experiências que vem dando certo, e a apresentação de um núcleo de estudos indígenas.

 

Tempo: 2:40 min.

Data 30 de Novembro/16
Local: Centro Cultural Municipal José Bonifácio – Rua Pedro Ernesto, 80 Gamboa RJ
Horário: 14h


__________________________________________________________________________

 

Educação Patrimonial: por uma pedagogia crítica da patrimonialização


Ministrado por Carla N. Marques, doutora em Políticas Públicas e Formação Humana/ UERJ Mestre em Geografia Humana pelo PPGEO/UERJ Espec. em Políticas Territoriais no RJ. Graduada em Ciências Sociais pela UERJ. Atualmente é pesquisadora adjunta do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos.

Sinopse:
A Educação Patrimonial é um instrumento de reflexão que possibilita ao indivíduo fazer a leitura do mundo, levando-o à compreensão sociocultural da trajetória histórico-temporal em que está inserido. Num momento em que as identidades se constituem cada vez mais fluidas e múltiplas, é importante analisar o papel do patrimônio na medida em que produzem tensões e disputas de memórias do que será ou não preservado por meio do processo de patrimonialização. Nesse sentido, o processo pedagógico crítico estimula a interação entre comunidades e os agentes responsáveis públicos que atuam na gestão de preservação, assim como em estudo dos bens culturais Objetivo dessa oficina é possibilitar a troca de saberes e a criação e fortalecimento de redes para a identificação , apropriação e proteção do patrimônio.

Data 25 de Novembro/16
Local: Centro Cultural Municipal José Bonifácio – Rua Pedro Ernesto, 80 Gamboa RJ
Horário: 14h

 

 

Merced Guimarães

Diretora Presidente

 

Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos - IPN Museu Memorial

Rua Pedro Ernesto 32 /34 Gamboa - Z. Portuária CEP: 20.220-350

Tels: 21 2516-7089 / 7835-4438 - CNPJ 08.171.201/0001-63

www.pretosnovos.com.br

 


 


 


   
           



Yammer Share