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Dicas, prática pedagógica, troca de experiências.

Quinta-feira, 19/07/2018

Oito escolas da Prefeitura têm produções selecionadas no Anima Mundi

Tags: anima mundi, ascom, curtas.

 

 

Oito escolas da Prefeitura vão apresentar seus filmes no Anima Mundi 2018, o maior festival de animação da América Latina, que recebe curtas e longas de animadores renomados do Brasil e exterior. As animações produzidas por alunos e professores da Rede Municipal estão entre os 42 vídeos selecionados na categoria Futuro Animador, que conta ainda com as participações de países como Argentina, Portugal, Bélgica, Canadá, Síria, Turquia e Colômbia. O festival será realizado entre os dias 21 e 29 de julho, no Rio de Janeiro, e do dia 1º a 5 de agosto, em São Paulo.


Através da parceria entre a Secretaria Municipal de Educação e o projeto Anima Escola, criado pela equipe do Anima Mundi há 16 anos, professores da Rede participam de cursos e oficinas para que possam produzir filmes de animação em sala de aula com seus alunos. Todos os docentes que tiveram suas animações selecionadas para a edição deste ano são participantes ativos dos cursos que o projeto oferece e anualmente produzem novas animações.


Roteiros inspirados nos alunos

 

Na Escola Municipal Levy Miranda, na Pavuna, os sentimentos e incertezas de uma aluna foram parar na animação "Os cabelos de Jamily". A estudante, participante do projeto "Solta esse Black", coordenado pela professora Pâmela da Silva, tem o objetivo de trabalhar a autoestima das alunas com características afro-brasileiras, além de vencer o preconceito, o racismo e o machismo.

 

 

Incentivada a fazer a transição capilar, Jamily Irineu, de 13 anos, teve seu cabelo cortado por uma das colegas e passou por todas as fases da transição: das madeixas curtas e o medo de sofrer bullying até o crescimento do cabelo sem nenhuma química, além dos cuidados necessários para usá-lo ao natural.

 

"A animação reproduziu todos esses momentos. Muitas das alunas possuem cabelo estilo black power, mas sequer conheciam a textura dos fios, já que desde pequenas tinham os fios alisados artificialmente. Em dois minutos passamos uma mensagem de uma menina negra que é massacrada pelos padrões estéticos" explica Pâmela.

 

Há 15 anos a professora de Língua Portuguesa Clarice Maria Silva trabalha com audiovisual em sala de aula, mas foi a partir de 2013 que ela passou a perceber que produzir animações poderia ser mais uma ferramenta para agregar e gerar entretenimento e conhecimento aos seus alunos da Escola Municipal Eunice Weaver, na Taquara.

 

 

O nome do vídeo, intitulado "Meu colar de contas", é inspirado na história de uma aluna da escola que passava pelo ritual de candomblé e se sentia incomodada com os olhares dos seus colegas por conta da sua indumentária. A animação fala da cultura e das contribuições africanas, além de homenagear o poeta brasileiro Castro Alves.

 

"Realizamos um trabalho que dialogou com as outras disciplinas. Estudamos os versos de Castro Alves para falar da chegada do navio negreiro, pesquisamos os movimentos da capoeira e do maculelê e aprendemos a origem do samba. Os próprios alunos construíram os bonecos com estrutura de arame com TNT e costuraram as roupas" explana a professora que encerra com chave de ouro um trabalho de 33 anos. "Estou me aposentando, mas tenho certeza que deixo a minha contribuição e meu conhecimento na Rede Municipal".

 

Com a ideia de abordar temas relacionados ao cotidiano dos alunos, como gravidez na adolescência, trabalho infantil, dificuldade de relacionamento, entre outros assuntos, que a Escola Municipal Ginásio Professor Ari Marques Pontes apresentou a animação "Gentileza Gera Gentileza". Orientados pelo professor de Artes Visuais, Hugo Rezende, os alunos, entre 12 e 15 anos, colocaram a mão na massa e produziram os desenhos, os cenários, movimentaram os personagens, escolheram as músicas e gravaram as falas.

 

 

O docente ressalta a importância do preparo para atender uma geração que sempre está ávida por novidades e interage cada vez mais com tecnologias.

 

"Eles vivem da imagem e do som e precisamos estar atentos para oferecer conteúdos atraentes aos estudantes. Quando o vídeo ficou pronto, os olhos deles brilharam. Nem eles acreditaram que foi fruto da dedicação de cada um" esclarece o professor.

 

Escolas abordam temas para difundir a cultura brasileira

 

O CIEP Poeta Cruz e Souza, em Padre Miguel, pelo sexto ano consecutivo tem uma animação escolhida para o Anima Mundi. Com o objetivo de promover a integração entre alunos e representantes de diversas etnias, a escola sempre trabalha com produções voltadas para temáticas indígenas. A responsável por realizar este trabalho é a coordenadora pedagógica da unidade, Daniele do Nascimento.

 


Para dar voz ao povo indígena, a professora leva seus alunos, entre 6 e 9 anos, até as aldeias existentes na cidade para que possam conhecer mais os costumes e o cotidiano dos índios, além de aprenderem músicas e brincadeiras. Após o encontro, as crianças participaram de todo o processo criativo, desde a elaboração do roteiro até a produção da animação. "Pataxó", o curta escolhido para o festival de 2018.


"Os alunos que participam das oficinas de audiovisual são responsáveis por multiplicar para os outros colegas o conhecimento adquirido. Sempre no ano seguinte da produção da animação, os estudantes realizam uma exposição do trabalho e dão palestras para toda a escola", relata a Daniele.

 

O CIEP já participou de festivais na Croácia, Nepal e Estados Unidos.

 

 

"Love story", animação sobre personagens do folclore brasileiro, foi a produção apresentada pelo Ciep Tancredo Neves, no Catete. A professora de sala de leitura Aldenira Mota propôs aos alunos 2º ano a criação de uma grande história. Para estimular a oralidade e aflorar ainda mais a criatividade das crianças, cada uma foi responsável por contar parte da narração. Saci, Iara, Catirina, Bumba Meu Boi ganharam a companhia do guerreiro francês, Kiriku, e da "Saci", personagem criada pelos alunos.


Com a história pronta, estudantes do 2º ao 6º foram divididos em grupos. Uns desenharam, outros construíram o cenário, alguns gravaram os áudios e outros ficaram depois do horário escolar para ajudar na edição.


"O audiovisual trabalha de forma lúdica várias habilidades do aluno, como a escrita e a leitura. Eles se sentem autores e aprendem muito durante o processo de criação", observa Aldenira.

 

Professor de técnicas agrícolas se reinventa no audiovisual

 

O professor Vitor Caetano, da Escola Municipal Mozart Lago, em Oswaldo Cruz, é entusiasta do uso de audiovisual em sala de aula. O docente, com formação em técnicas agrícolas, vem se reinventando ao longo dos seus 22 anos de Rede Municipal. Especializou-se em mídias e tecnologia na Educação e há oito anos trabalha com seus alunos técnicas de animação.


Pela primeira vez viu o trabalho recompensado, com a seleção de filme para exibição no Anima Mundi. O curta "Humanização", conta a história real da menina pernambucana Rivânia, que durante uma enchente salvou em uma mochila o que ela considerava mais importante: seus livros.

 

 

"A humanização do ser humano é um dos principais conceitos de Paulo Freire. Ele entende que o ser humano é um ser inacabado em processo de humanização e em constante busca para se sentir completo. Acho importante difundir esses conceitos no ambiente escolar. Sei que sempre posso fazer muito mais e quero mostrar isso aos meus alunos", observa.


A professora Amara Lúcia Pereira é uma veterana no Anima Mundi. Participante do projeto Anima Escola desde 2011, a docente de Língua Portuguesa da Escola Municipal São Sebastião, em Vargem Grande, já teve animações selecionadas para o festival em pelo menos quatro oportunidades.


Dessa vez, mergulhou na cultura do continente africano para trabalhar as diferenças e envolveu alunos do 4º ao 6º ano para participar de um concurso de histórias e eleger a melhor para ser retratada na produção. Ex-alunos também retornaram a escola para auxiliar os colegas mais novos nas técnicas de animação que já dominavam.

 

 

"Através da mistura de linguagens conseguimos envolver os alunos e nos aproximar mais do contexto da vida deles. Trabalhar a animação é um atrativo muito grande para mantê-los atentos e por mais tempo na escola" aposta.

 


A Escola Municipal Pires e Albuquerque, em Irajá, também teve filme selecionado para a edição 2018 do Anima Mundi. A animação "Rap do R" foi coordenada pela professora Andrea Ferraz. 

 

Fonte: ASCOM SME


   
           



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Quarta-feira, 18/07/2018

Educação Financeira e o uso de novas tecnologias no processo de ensino e aprendizagem

Tags: educação financeira, tecnologias, cursos.

 

 

O projeto SOMA (Suporte On line de Monitoria e Aprendizagem) consiste numa formação continuada, semipresencial, gratuita, que totaliza 20h, que contempla os conteúdos de Matemática (pré - cálculo), Educação Financeira e o uso de novas tecnologias no processo de ensino e aprendizagem.

 

INSCRIÇÕES AQUI

 

É destinada aos docentes, tanto da rede pública quanto privada, que trabalham com turmas de 9º ano do ensino fundamental II e 1º ano do ensino médio.

 

O projeto prevê a certificação pela UERJ para todos os participantes que concluírem a formação.

 

 

Fonte: Instituto da Criança


   
           



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Quarta-feira, 18/07/2018

Maratona Escolar Ferreira Gullar

Tags: maratona, ferreira gullar, concurso.

 

REGULAMENTO DA MARATONA ESCOLAR FERREIRA GULLAR

 

 

I - DO TEMA

A Maratona Escolar Ferreira Gullar, promovida pela Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, através da Gerência de Leitura e Audiovisual, e em colaboração com a Academia Brasileira de Letras, será realizada mediante elaboração de texto escrito sobre o tema “A vida e a obra de Ferreira Gullar”.

II - DOS PARTICIPANTES

O Concurso destina-se a alunos regularmente matriculados na Rede Municipal de Ensino do Rio de Janeiro, nos 8º e 9º anos do Ensino Fundamental, e na Educação de Jovens e Adultos, abrangendo as escolas de todas as CRE.

III - DO CONTEÚDO E DA FORMA

A redação será desenvolvida em prosa ou verso, contendo no máximo 30 linhas, podendo ser digitada (2100 caracteres) ou apresentada em manuscrito, com letra legível.

O trabalho entregue fora da especificação acima será desclassificado.

No rodapé do trabalho deverão constar os seguintes dados:

* Nome do aluno, ano e turma;

* Nome do professor orientador e da disciplina;

* Nome do diretor, da escola e da E/CRE.

IV - DA SELEÇÃO

A seleção dos trabalhos se realizará em quatro etapas distintas, conforme calendário, através da comissão local, regional, municipal e final, composta por membros designados, como se segue:

Comissão local – designada pelo diretor da escola, que selecionará os 10 (dez) melhores textos da sua escola e os encaminhará à E/CRE.

Comissão Regional – designada em cada E/CRE/GED, que selecionará os 10 (dez) melhores textos de todas as escolas participantes de cada E /CRE do Rio de Janeiro.

Comissão Municipal – designada pela SME, que selecionará os 3 (três) melhores textos de cada E/CRE, e 3 de alunos da EJA, totalizando 36 textos.

Comissão Final da Academia Brasileira de Letras – designada pelo Presidente da Academia Brasileira de Letras, composta de 3 acadêmicos, selecionará os 12 (doze) melhores textos enviados pela Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, sendo 11 (onze) do Ensino Fundamental e 01(um) da Educação de Jovens e Adultos.

V - DA PREMIAÇÃO

Serão premiados as escolas, os professores e os alunos dos melhores textos classificados no âmbito do Município do Rio de Janeiro.

VI - DOS PRÊMIOS

O Instituto Antares se responsabilizará pela organização de kits de livros diferenciados para serem entregues de acordo com os ganhadores: alunos, professores e escolas.

VII - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

O direito sobre os trabalhos dos alunos passará a ser da Academia Brasileira de Letras;

Não será permitida a revisão de classificação;

Os casos omissos no regulamento serão resolvidos pela Secretaria Municipal de Educação, em conjunto com o Instituto Antares.

Área de atuação/ Público-Alvo

Unidades escolares que têm turmas de 8º e 9º ano do Ensino Fundamental e EJA II.

Período

Dos Prazos, Datas e Locais

De julho/2018 a novembro/2018 - abrangendo as ações do projeto e o seu desenvolvimento nas Coordenadorias Regionais de Educação e CREJA.

Observação 1: A organização das palestras, por E/CRE, será estabelecida juntamente com os responsáveis pelo Projeto na E/SUBE/GLA e nas E /CRE/GED.

Observação 2: A direção das unidades escolares participantes afixará, em lugar visível e de fácil acesso, o resultado com os nomes dos 12 (doze) ganhadores, bem como o local, dia e o horário onde será realizada a entrega dos prêmios aos vencedores.

Local

As palestras do Projeto serão realizadas para as 11 Coordenadorias Regionais de Educação e para o CREJA e EJA II .

Promoção

A E/SUBE/Gerência de Leitura e Audiovisual é o órgão responsável junto ao Instituto Antares para o desenvolvimento da ação.

CRONOGRAMA

Lançamento do regulamento – Dia 13/07/18

Abertura – 10/08/2018 (horário e local a confirmar).

1ª fase – de 06/08/18 a 17/08/18 – Palestras nas E/CRE

2ª fase – 06/08/18 a 06/09/18 – Produção textual nas escolas

3ª fase – 10/09/18 a 20/09/18 – Seleção nas escolas (cada escola seleciona 10 redações)

4ª fase - até 24/09/18 – Entrega dos trabalhos selecionados pelas escolas na E/CRE

5ª fase – de 25/09/18 a 11/10/18 – Seleção na E/CRE

Até 19/10/18– Envio dos trabalhos selecionados pelas E/CRE à E/SUBE/GLA

6ª fase – de 19/10/18 a 26/10/18 – Seleção na SME

7ª fase – dia 26/10/18 – Entrega dos trabalhos selecionados à ABL

8ª fase – de 26/10/18 a 09/11/18 – Seleção na Academia Brasileira de Letras

9ª fase – 14/11/18 – Divulgação do resultado

10ª fase – 23/11/18 (possivelmente) - Premiação na ABL

 

 

Enviado por:

E/SUBE/GLA – Gerência de Leitura e Audiovisual


   
           



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Terça-feira, 17/07/2018

Curso Sistema Braille: Adaptação, Transcrição e Impressão de Textos

Tags: braille, iha, transcrição.

 

Estão abertas as inscrições para o curso!

 

 

INSCRIÇÕES ABERTAS

 

CLIQUE AQUI PARA SE INSCREVER

 

As aulas acontecerão das 8h às 12h e serão disponibilizadas 12 vagas.

 

Orientações:


1- Após a inscrição o professor deverá aguardar a confirmação da mesma através de e-mail.
2- Será respeitada a ordem de inscrição com exclusividade para o professor de AEE que possua impressora braille na sua Sala de Recursos
3. O professor do AEE deverá realizar o curso como “5º dia”, no seu horário de trabalho.
4. Não haverá dispensa de ponto.
5.Serão certificados através do Sistema Fênix os professores que obtiverem setenta e cinco por cento de frequência.

 

Mais informações:

Centro de Transcrição a Braille/IHA
Telefone: 2284-2734
E-mail: ctbiha@rioeduca.net


   
           



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