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Retornando 10 resultados para o mês de 'Junho de 2018'

Sexta-feira, 22/06/2018

Fica a Dica: Livro A decisão do campeonato

 

A decisão do campeonato

 

 

Olá!


Em época de Copa do Mundo, nossa coluna não poderia deixar de entrar no clima. O livro escolhido essa semana é “A decisão do campeonato”, da coleção “A turma da nossa rua”, da Ruth Rocha, com ilustrações de Walter Ono.


Já na primeira página, conhecemos o Catapimba, centroavante e melhor jogador do time Estrela-d’Alva Futebol Clube. O apelido surgiu jogando futebol na rua, mas afinal quem poderia se chamar Catapimba? Seu nome verdadeiro era José dos Reis.


“Quando pega na bola – e Catapimba sempre pega na bola – ele avança pelo meio do campo, dribla um, dribla dois, dribla todo mundo e... Catapimba! Mais um gol para o Estrela-d’Alva.”


Todos os dias, depois da escola e do dever de casa, a turminha se reune no campinho para jogar bola. Catapimba, como Secretário do Clube, arranja todos os jogos. E eles já ganharam de quase todos os times do bairro, até mesmo na decisão contra o Sai-da-Frente Esporte Clube.


O Sai-da-Frente começou ganhando. Armandinho, o juiz do jogo, não estava marcando nada, nem mesmo quando Catapimba levou uma canelada do Maneco. A torcida, impaciente gritava: “Juiz ladrão!...”


Já no segundo tempo, Catapimba teve uma grande chance. Passou por toda a zaga, como um foguete, e quando se preparava para chutar em gol, de repente... “PRIII!” Um apito no meio da partida! A torcida voltou a gritar, Juiz ladrão, enquanto Armandinho se defendia dizendo que não foi ele.


O jogo recomeça, Catapimba pega a bola novamente e quando teve a chance de fazer o gol... “Priiiiiiiiiii!!!!!!” Todo mundo cai em cima do Armandinho e ele continuava afirmando que não era ele. Enquanto todos discutiam, o apito soou mais uma vez.


Mas se não era Armandinho, quem será que estava atrapalhando o jogo da decisão?


Não podemos negar que o futebol é um dos esportes mais populares do mundo, seja profissional ou amador, num campo, numa quadra ou numa rua.


Vamos falar do respeito ao próximo, que as regras existem e, como quaisquer outras regras, devem ser cumpridas. Podemos falar sobre saber ganhar e perder, saber cair e levantar, a frustração também faz parte do jogo. Ressaltar caracteristicas como superação, responsabilidade, improviso e espontaneidade. Mostrar a beleza no simples fato de brincar.


Que tal aproveitar que estamos na primeira Copa do Mundo com árbitro de vídeo e conversar sobre a questão?

 

Fica a dica!!! 

Conto com sua participação, professor(a). Mande também suas dicas e sugestões e vamos explorar o mundo literário!

 

Até a próxima semana!

 

 

 

 


 


   
           



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Quarta-feira, 20/06/2018

Fica a Dica: Atividades com Paródias

Tags: paródia, educação musical, dicas.

 

Atividades com Paródias

 

 

Olá! Hoje vamos falar das paródias.

A paródia “é uma releitura cômica de alguma composição literária, que frequentemente utiliza ironia e deboche. Ela geralmente é parecida com a obra original, e quase sempre tem sentidos diferentes. Surge a partir de uma nova interpretação, da recriação de uma obra já existente e, em geral, consagrada” (https://pt.wikipedia.org/wiki/Paródia).

Não somente na música que ela pode ser utilizada, mas também na poesia, nas artes plásticas, teatro, entre outras. Vamos enfocar aqui as paródias musicais, pois se trata do objeto desta coluna.

Os alunos sempre se interessam em realizar esse tipo de atividade, que explora a criatividade e ainda estimula a capacidade de produção textual. Além disso, podemos trabalhar, nessas composições, o conceito de prosódia - Conjunto de características que acompanham os sons, como acentuação, duração e entonação (Disponível em: <https://dicionariocriativo.com.br/significado/pros%C3%B3dia>. Acesso em: 18/06/2018).

Não só nas atividades de educação musical vemos a utilização de paródias. Atualmente, temos muitos professores, de diversas áreas do conhecimento, utilizando paródias em suas aulas para trabalhar conceitos matemáticos, regras gramaticais, fórmulas químicas, físicas, entre outras.

Essas práticas, inclusive, vem ganhando bastante notoriedade. Volta e meia vemos na televisão, nas redes sociais, reportagens alusivas a essas ações.

A paródia baseia-se na escolha de uma canção e um tema a ser desenvolvido. A canção escolhida deverá ser bastante conhecida e de fácil assimilação, para que a aprendizagem da música seja facilitada.

Na atividade em si, para trabalharmos em sala, primeiramente, precisamos contextualizar o tema escolhido, suas características, peculiaridades, para que os alunos tenham ferramentas para aplicar na paródia a ser feita.

O tema a ser explorado na música precisa estar claro na letra da canção, respeitando a prosódia musical, ou seja, como relatado anteriormente, adequando as acentuações das palavras à métrica. É também interessante pedir aos alunos que fiquem atentos às rimas e ao desenrolar dos fatos que quer expor na letra da canção.

Essas atividades, feitas em grupos, geram discussões coletivas que enriquecem a reflexão sobre o tema abordado, a valorização da música como fator de aprendizagem na compreensão/reflexão e a análise crítica do meio em que vive.

Apesar da paródia, geralmente, ter um apelo “jocoso” em si, não necessariamente precisamos inserir uma letra que condiz com isso. Como falado anteriormente, podemos simplesmente escolher um tema diferente do que realmente está na canção para trabalhar outras propostas e conceitos.

Apesar da utilização de músicas conhecidas e com seus direitos autorais reservados, esse gênero é respaldado no uso pela lei 9.610/98, que diz o seguinte: “Segundo a lei brasileira sobre direitos autorais (Lei 9.610/98 Art. 47), são livres as paráfrases e paródias que não forem verdadeiras reproduções da obra originária nem lhe implicarem descrédito” (Consultado em: https://www.infoescola.com/generos-literarios/parodia/ e http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/l9610.htm).

Vale muito a pena trabalhar com essas criações em sala. Explore a criatividade ao máximo com seus alunos! 

No Youtube, canal muito acessado por eles, temos muitos exemplos de paródias. É uma abordagem que não está distante das crianças e dos adolescentes. É uma realidade próxima do contexto em que eles, atualmente, se inserem e sempre será uma atividade muito divertida de se fazer e, depois, de apresentar para o restante da turma.

Vale a reflexão, vale o incentivo, vale a discussão sobre infinitos temas nas nossas aulas! Inclusive, em tempos de Copa do Mundo, é uma ferramenta que pode ser experimentada e utilizada para o aprendizado de variados conteúdos, envolvendo, inclusive, diferentes disciplinas. wink

 

Gostou da nossa dica da semana? Escreva pra gente! Estamos aguardando suas sugestões!!! smiley

Fica a Dica! 

 

 


   
           



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Segunda-feira, 18/06/2018

Fica a Dica: Uma Semana Show de Bola no EDI Escultora Lygia Clark

Tags: blogrioeducadores, educopédia, mídias, especialistas, educação infantil, creches, edis, professores de educação infantil.

 

Uma Semana Show de Bola no EDI Escultora Lygia Clark

 

 

Primeiro Tempo

 

A Copa do Mundo acontece de quatro em quatro anos. Embora para os adultos, isso já seja uma tradição que mobiliza a maioria das pessoas, para os pequenos da Educação Infantil, a Copa é uma novidade e tanto! Há pequeninos que estão vivendo sua primeira Copa do Mundo e isso é pra lá de divertido e bem curioso!

Para começar toda criança já nasce gostando de bola. A bola que rola pra lá, que volta pra cá, quica pro alto e pra baixo. Os olhinhos sempre estão voltados para a novidade e se encantam com essa diversão!

Em casa, os pequenos escutam as conversas sobre a Copa do mundo, assim como na televisão. Os pais, tios e amigos preparam e combinam onde irão assistir aos jogos, enfeitam varandas, ruas e lojas. Camisas em verde e amarelo são vistas para todos os lados, até mesmo a criança já ganhou uma de presente, mas ainda não pode usar!

Nesse clima, o EDI Escultora Lygia Clark elaborou o seu diálogo com o campeonato. Afinal, não tem como deixar os pequenos fora desse evento? De jeito nenhum!

Tudo foi preparado com antecedência, a partir do Projeto Pedagógico do EDI. A equipe toda se mobilizou e hoje, daremos a dica de como foi uma das semanas da Professora Ana Paula Torres  e da equipe formada por Adriana, Bruna e Lorrana. As quatro educadoras arregaçaram as mangas, prepararam o campo e partiram para o ataque! Era hora da bola, opa! do projeto rolar!

Imagine você, cerca de 25 crianças de 2 anos participando do clima da Copa? A alegria foi constante assim como a aprendizagem, durante toda a semana.

 

A bola que rola e encanta: Conhecendo culturas diferentes.

 

A professora Paula, muito orgulhosa do seu time, os caracteriza como imaginativos, curiosos, questionadores, ativos, observadores. Segundo o relato, ela quer vê-los aprender, descobrir , explorar. Dessa forma, ela deseja proporcionar a cada um, sem distinção, atividades de ação, experiências diversas, além de instigar ainda mais a curiosidade dos miúdos.

A professora manifestou a importância de construir as atividades segundo a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) cujo tem como objetivo “ampliar o universo de experiências, conhecimento e habilidades dessas crianças diversificando e consolidando novas aprendizagens”, assim como, “organizar atividades que permitam às crianças conhecer a si, a cultura, na experimentação com materiais variados”.

Os eixos em que se baseiam a Educação Infantil são a Interação e a Brincadeira. A partir desse binômio a professora Paula não deixou nada faltar nesse campo: Ela narrou a história “Ora Bolas” do livro Palavra Cantada, com dramatização. A cada linha recitada, a professora mostrava aos pequenos figuras dos objetos que constavam na obra. Ao final, abriu-se o Mapa do Mundo, que despertou inúmeras questões.

Pensa que acabou? Claro que não! Tem muita bola pra rolar, e estamos apenas na metade do primeiro tempo! As crianças dançaram a música da Palavra Cantada, e aprenderam novas palavras! Uma das descobertas dos estudantes foi reparar que o "B" do amiguinho Bryan, era o "B" de Bola, assim como o "B" do Brasil também! Essas descobertas deixam o professor sentindo a emoção de um artilheiro!

Ainda nesse processo, os pequenos tiveram a oportunidade de conhecer a história do livro: Crianças do mundo, da coleção Criança curiosa – editora Salamandra. Após a leitura e seus desdobramentos, a equipe novamente abriu o mapa para os pequenos jogadores. Nesse momento, a conversa girou em torno da diversidade discutindo, principalmente, que em todo país do mundo há crianças, entretanto com características diferentes umas das outras.

 

Segundo Tempo

 

Em seguida, e sem nenhum impedimento, a turma  apontou no mapa o Brasil e  as crianças foram aguçadas a refletir sobre quais eram as cores que compunham a bandeira brasileira. Sabe como é criança, né? Todo mundo falou ao mesmo tempo, levantou, disse que sabia! Um gritou, verde, outro amarelo, outros já diziam que era azul e branco. Era possível sentir a aprendizagem acontecendo logo ali, enquanto todos falavam. Tudo isso sem deixar a bola sair de campo.

Acontece que na Primeira Infância, tudo tem encanto, e apresentar as cores é também um acontecimento mágico! As cores foram apresentadas através de misturas, amarelo + azul = verde, e deste modo, misturando aqui e ali, as cores ganharam vida! Cada mãozinha foi pintada de uma cor e assim foram descobertas diferentes cores, texturas e formas.  

Ainda pintando o sete, as crianças experimentaram as cores utilizando outra técnica: encheram de água garrafas pets limpas, depois, picaram papel crepom e repetiram a experiência de combinação de cores. Para finalizar utilizaram lantejoulas, purpurina e finalizaram com cola e durex.

Não podemos esquecer de citar que um colega da turma quase leva um cartão amarelo, quando disse que menina não podia jogar bola, mas a “juíza”, também conhecida como professora naquele espaço, entendeu que o time precisava se concentrar e ter uma roda de conversa. Dessa forma foi se explicou que menina também joga bola, futebol ou qualquer outro esporte, basta ela gostar! Brincar, correr, chutar faz bem para o corpo e para a saúde.  A professora aproveitou para conversar questões importantes como as questões acerca dos valores, igualdade, inclusão,assim como, o conceito de perder e/ou ganhar. Com essas reflexões houve  um show de gols de aprendizagem! No placar ficou registrado a foto oficial do time e o melhor detalhe : Eles mesmos que construíram sua foto!

O time da Professora Ana ainda está em fase de classificação, mas vem se esforçando e ganhando os jogos. No entanto, tem muita bola para rolar e muita emoção para acontecer até julho, quando termina a Copa, digo, projeto! Mas a vitória é certa!

A Professora narrou que os objetivos daquela semana foram alcançados, segundo ela, houve empatia nas atividades e nos assuntos abordados; as crianças participaram ativamente das atividades propostas; foram desenvolvidas diferentes linguagens; se explorou cores, gestos, sons, texturas e transformações; os pequenos puderam conhecer um pouco mais de sua identidade social e cultural.

Destaca -se ainda que durante o projeto é possível: Conversar sobre a nossa cidade, estado e país;apresentar o hino Nacional e a bandeira nacional;apresentar mapas; localizar a nossa cidade,estado e país no mapa; apresentar diversas culturas (culinária, músicas, artes, danças, dialeto, vestimentas, brincadeiras) de várias regiões do Brasil; dialogar sobre a “Copa do Mundo”;apresentar imagens, reportagens, vídeos, músicas sobre a Copa do Mundo de 2018 e das anteriores; pesquisar sobre futebol; trabalhar com a tabela dos jogos (quantos gols, quem fez mais, quem fez menos, quantos no total); construir jogos e brinquedos com material reciclado (bolas de meia e/ou jornal, futebol de caixa de sapato).

 

Depois desse lindo projeto e dessas super dicas é só partir para o abraço!

 

Fica a dica do EDI Escultora Lygia Clark, da Professora Ana Paula e Equipe sobre o tema:

 

EDIs, Creches, e Pré-escolas enviem  suas dicas sobre Educação Infantil

Vamos compartilhar ideias e aperfeiçoar ainda mais as nossas aulas!

 

Fica a dica! 

 

 

 


 


   
           



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Sexta-feira, 15/06/2018

Fica a Dica: O Menino que Colecionava Guarda-chuvas

Tags: fica a dica, livros.

 

O Menino que Colecionava Guarda-chuvas

 

Olá!


O livro dessa semana foi tirado das aulas da Educopédia. Voltado para Educação Infantil, o livro O menino que colecionava Guarda-chuvas, escrito por Alexandre de Castro Gomes, ilustrado por Bruna Assis Brasil, faz parte do acervo da “Minha Primeira Biblioteca”.


Nessa história, Chico, nosso personagem principal, é um colecionador, mas não de objetos comuns para uma criança... Brinquedos e bolas não tem tanta importância. Chico gosta mesmo é de colecionar guarda-chuva, de formas, cores e desenhos variados.


“Ninguém perguntava o que o Chico queria quando chegava seu aniversário. Sabiam apenas qual presente não seria guardado no fundo do armário.”


De espada de Mosqueteiro a um gancho de pirata, de um simples pião a um escudo montado em seu alazão. Ser estrela de rock, conhecer o bem e o mal, montar um acampamento ou fazer rabiscos no chão.


Afinal de contas, só é preciso usar a imaginação.


“Vou contar agora um segredo com cuidado e muito jeito. Guarda-chuva é meu brinquedo. Não o utilizo para o que é feito.”


O brincar é natural para qualquer criança, é uma forma de explorar e compreender o mundo a sua volta, é forma de comunicação e interação. Assumir vários personagens, criar universos, dar asas aos pensamentos e sentimentos, estimular a imaginação.
 

Vamos criar nossos brinquedos?


Sucatas de todos os jeitos, potes, caixas, embalagens, galhos, folhas, panos e pedras, tudo pode virar brinquedo. É hora de colocar a mão na massa e deixar a imaginação fluir.
 

Fica a dica! 

 


Conto com sua participação, professor(a). Mande também suas dicas e sugestões e vamos explorar o mundo literário!

Até a próxima semana!

 



 


   
           



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