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Segunda-feira, 22/12/2014

Pé de Vento - O Mundo Mágico da Alfabetização

Tags: educopédia, alfabetização, letramento.

 

 

Hoje as crianças já nascem conectadas. Gostam de celulares, tablets e adquirem uma fluência nos computadores que alguns adultos ainda buscam. Com essa facilidade e alegria, porque não levar aos pequenos uma alfabetização interessante e divertida?

 

Pé de Vento - O que é?

 

Pé de Vento é parte integrante da plataforma colaborativa da Educopédia. É produzido seguindo as Orientações Curriculares da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro e é um grande aliado dos professores nas turmas de alfabetização. O Projeto tem como proposta principal oferecer ao professor ferramentas tecnológicas que colaborem para uma aprendizagem que vá ao encontro da curiosidade das crianças.

O projeto está dividido em quatro aventuras subdivididas em oito semanas que contemplam as trinta e duas do ano letivo. Para que as crianças, ainda pequenas, se interessem mais pelo incrível mundo das letras, o projeto é apresentado por um menino e uma menina - Bia e Marcelo, que, por encantamento, são transportados a uma floresta mágica.

 

 

 

As atividades se tornam ainda mais atraentes, pois os alunos podem participar do jogo, ajudando os protagonistas da história a viverem suas aventuras. As crianças se divertem enquanto resolvem os desafios propostos. À medida que uma atividade vai sendo realizada, outros desafios surgem, permitindo ao aluno dar prosseguimento à história.

Por ser uma ferramenta tecnológica, o Pé de Vento se torna material de suporte aos professores. Além dos vídeos, imagens, jogos e músicas, o projeto vem acompanhado de planos de aula com orientação, competências e habilidades, auxiliando o professor na hora do planejamento.

 

Como acessar?

 

O Pé de Vento pode ser acessado por professores, e até mesmo pelos pais que desejarem acompanhar o desenvolvimento escolar dos filhos. O endereço é: www.educopedia.com.br.

As versões do Pé de Vento 1 e 2 estão disponíveis na plataforma da Educopédia e podem ser baixadas seguindo o passo a passo abaixo. Os vídeos podem ser usados em salas de aula sem a necessidade de conexão de internet, basta salvá-los em pendrive ou notebook.

 

Faça seu login ou entre como visitante. 

 

 

Clique no mascote da Educopédia e a tela de opções se abrirá.
Escolha o conteúdo off-line.

 

 

Escolha o que deseja baixar.

 

 


Ao clicar na pastinha, você iniciará o download, bastando escolher o local onde deseja salvar o arquivo.

 


 

 

Depois é só apresentar o mundo mágico do Pé de Vento para a turminha!

 


 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Segunda-feira, 15/12/2014

Dinamizando as Aulas de Ciências com o Laboratório Virtual

Tags: educopédia, laboratóriovirtual, práticapedagógica.

 

 

“É importante educar para a autonomia, para que cada um encontre o seu ritmo de aprendizagem e, ao mesmo tempo, é importante educar para a cooperação, para aprender em grupo, para intercambiar ideias, participar de projetos, realizar pesquisas em conjuntos” (MORAN, 1995).

 

Uma aula de Ciências pode ser estruturada com experimentos virtuais. Que tal uma Aula Interativa em 3D? Já pensou nisso? Com o Laboratório Virtual você pode!


Basta acessar a Plataforma Educopédia e, na pasta do 9º ano, você poderá conferir temas como: "Estados Físicos da Matéria", "Evolução dos Modelos Atômicos", "Propriedades Periódicas dos Elementos Químicos" e "Átomos, Moléculas e as Substâncias Simples e Compostas". As aulas possuem um roteiro no aplicativo. Eles o ajudam a seguir pelo conteúdo que também aparece listado ao lado esquerdo da tela.

 

Além disso, você poderá personalizar suas aulas inserindo comentários e anotações na tela interativa. E um destaque super bacana: as aulas poderão ser apresentadas em forma de animações, jogo da memória etc.

Suas aulas de Ciências nunca mais serão as mesmas!

 

 

São diversos recursos que ajudarão a dinamizar a prática pedagógica e, ao mesmo tempo, será um suporte aos alunos para compreender conceitos da disciplina.

Pronto para planejar as aulas? Aproveite a reta final do ano letivo e revise conteúdos, realize as retomadas necessárias.

 

Professor(a), o uso do Laboratório Virtual é prático e intuitivo, mas, se precisar de uma orientação, assista ao Guia de Usuário clicando no link que segue. Ele apresenta um tutorial para ajudar você a dar um show em suas aulas!

 

Clique: https://showyou.com/v/y-fT7kOOAaEC4/guia-do-usu%C3%A1rio-educop%C3%A9dia 

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Segunda-feira, 01/12/2014

A Educação no Século 21 (Novos Olhares)

Tags: educopédia, leitura, autor.

 

Entrevista com Willmann Costa, autor do livro “Educação no Século 21 (novos olhares) – A relação professor-aluno e seus impasses”


Construir juntos o conhecimento é a proposta do livro.
A obra apresenta uma reflexão sobre conflitos entre professor-aluno, por vezes frequente no espaço escolar, na qual sugere um olhar psicanalítico sobre a educação.

 

1) Devemos educar hoje para além de conteúdos e disciplinas. Segundo seus escritos, os aspectos socioemocionais precisam estar associados à prática docente. Pensando que a escola recebe educandos de diferentes meios culturais, educação para o socioemocional também seria uma educação para a diversidade? Como poderíamos começar a pensar sobre?


Claro. Podemos começar levando em consideração a subjetividade do aluno. Salas de aulas com mais de trinta alunos inviabiliza o trabalho de qualquer professor. É impossível, por mais boa vontade que o professor tenha, trabalhar nessas condições. A Secretaria de Educação deve atentar para esse problema. Quanto à formação de nossos professores, as universidades estão deixando a desejar. A academia está presa a currículos do século passado que não mais atende a demanda das salas de aula. Não basta dominar o conteúdo de uma determinada disciplina para se tornar um mestre. Quando se trata de formar o cidadão, não podemos nos distanciar das diferenças individuais. A educação, em sua reflexão pedagógica, vê o aluno como algo que deve ser medido por sua capacidade racional e cognitiva. Precisamos, com urgência, entender que o aluno não pode ser entendido como um constructo de uma essência universal e atemporal. O aluno é aquilo que foi feito dele. Então, podemos começar cuidando da formação dos professores e atentar para o excessivo número de alunos em sala de aula.

 

2) Sua obra resulta da pesquisa de mestrado e aborda sobre a importância de perceber o aluno como sujeito de sua própria aprendizagem. Nesse sentido, quais os principais desafios que o professor encontra na educação no século 21 e que “novos olhares” (parafraseando) ele poderia adotar para minimizá-los?


Hoje, a posição que o professor se encontra é muito complexa. Na universidade aprendemos a ser especialista em determinados conteúdos, mas no dia a dia da escola precisamos muito mais do que isso. A falta de habilidade em lidar com as diferenças individuais gera indisciplina. As antigas formas de liderar e motivar dentro das escolas não funcionam mais. Nossos jovens são fascinados por desafios, detestam atividades rotineiras. Como atender a demanda dessa geração se somos formados para transmitir conteúdos, buscando uma cultura imediatista, sem levar em conta a subjetividade do indivíduo? Esse é o nosso grande desafio hoje. Sem saber o que fazer, os docentes recorrem ao artifício das notas, foi o que sobrou do poder atribuído ao professor. O papel da escola também é despertar o desejo de aprender e o professor deve guiar essa busca. Em minha pesquisa, percebi que a escola deve se aliar a outros saberes, novos olhares, para entender essa difícil missão, que é educar. Achei interessante buscar a psicanálise, pois entendo que estamos carentes de referências e identificações.

 

3) Um aspecto que precisa ser considerado e que poderia ser orientação aos docentes: como exercer autoridade inerente ao papel desempenhado pelos professores, sem adotar postura autoritária? É um desafio, sem dúvida. Que orientações seriam possíveis?


O professor não precisa e nem deve ser autoritário para ser o líder em sala de aula. Frequentemente, as aulas não atendem aos desejos de uma juventude que tem acesso a vários canais de informação. A sala de aula tornou-se o templo do discurso vazio, desarticulado. O conhecimento é passado de forma fragmentada, não faz sentido para o aluno. Dessa forma, os alunos se sentem impotentes e reagem com violência por seu desejo não ser atendido. Muitas vezes, também, professores feridos pela desvalorização que existe da categoria se sentem impotentes e reagem de forma inadequada. Esse é o cenário que percebemos na maioria das escolas públicas. Quando se trata de formação, no âmbito escolar, tendemos a nos distanciar do sujeito, afastamo-nos dos desejos, conscientes e inconscientes. A falta de habilidade em lidar com as diferenças individuais gera indisciplina. Às vezes, o que tomamos como indisciplina do aluno, na realidade, é o modo como eles se sentem tocados em sua subjetividade. Acho importante que o professor, consciente de seu papel de educador, pense em suas práticas, experiências, inquietações, desejos e vislumbre outras soluções para manter a postura do verdadeiro líder da classe.

 

4) O Colégio Estadual Chico Anysio, no qual atua como diretor, é um dos exemplos brasileiros de foco nas competências socioemocionais. Quais eixos envolvem a formação desses educandos e como os professores podem favorecer uma ação de protagonismo do aluno no espaço escolar?


No Colégio Estadual Chico Anysio, entendemos que a aprendizagem não pode ser apenas teórica, o conhecimento está a serviço da solução de questões que afetam a vida das pessoas, ou seja, aproximamos a escola do mundo. Organizamos o currículo em dois macrocomponentes. De um lado, integrando as disciplinas de base nacional comum em áreas de conhecimento. Do outro, um núcleo articulador, componentes curriculares inovadores, voltados à aprendizagem socioemocional. O professor recebe formação para não ficar restrito à sua área de conhecimento. Qualquer docente, por exemplo, pode atuar como orientador nos projetos de intervenção e pesquisa e nos projetos de vida. Nossos mestres estão sempre em formação. Temos uma parceria com o Instituto Ayrton Senna.


5) Aos leitores de sua obra e professores que nos acompanham por aqui, poderia nos falar de forma breve sobre as habilidades socioemocionais (ou não-cognitivas) e sua divisão que, em geral, são previstas em cinco domínios, além de algumas características que os docentes podem trabalhar em sala de aula para assegurar qualidade na aprendizagem dos alunos?


São elas:

  • Conscienciosidade: atitudes de responsabilidade, resiliência, persistência;
  • Curiosidade: interesse em experimentar e aprender coisas novas para o próprio benefício, fascinar-se pelas coisas;
  • Criatividade: não ter medo de errar;
  • Amabilidade: estar ciente dos motivos e sentimento das outras pessoas e de si mesmo, incluindo a habilidade de lidar com pequenos e grandes grupos;
  • Autocontrole: estabilidade emocional, controlar o que se sente e faz, ser autodisciplinado. 

 

 


Para saber mais sobre o autor:

Entrevista para o Conexão Futura (18/06/2014):
https://www.youtube.com/watch?v=SlfC3b4QONk

"Cada vez mais, professores têm se preocupado em preparar os estudantes para atuarem em um mundo em constante transformação. No estúdio, Willmann Costa - diretor do Colégio Estadual Chico Anysio, do Rio de Janeiro; Julio Furtado - consultor e conferencista da área de educação; e, pela internet, Patrícia Gomes, jornalista do PORVIR, falam sobre os principais pontos da atuação em sala de aula para desenvolvimento interdisciplinar e socioemocional dos alunos".

 

Entrevista para o Jornal Futura (15/10/2014)
https://www.youtube.com/watch?v=2T075R2TocI

"Construir juntos o conhecimento é a proposta do livro Educação do Século 21, do professor Willmann Costa. A obra é uma reflexão sobre os frequentes conflitos entre educador e estudante e sugere um olhar psicanalítico sobre a educação. Para o professor, que também é gestor de escola pública, esses conflitos estão para além da rotina em sala de aula. Reportagem de Raphael Leal".
 

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 26/11/2014

Dinamizando as Aulas com a Educopédia

Tags: educopédia, aulasoffline, .

 

 

 

As festas de final de ano e as tão sonhadas férias se aproximam, mas por enquanto alunos e professores encontram-se rodeados de cadernos, livros e anotações. Os meses passaram depressa, o quarto bimestre chega, afinal, e ainda há conteúdos a serem transmitidos à turma.

 

A Educopédia, plataforma on-line colaborativa de aulas digitais, é também grande aliada dos professores na reta final do ano letivo. Essa ferramenta digital auxilia os estudantes na aquisição de novos conhecimentos, recuperação de conteúdos e fixação das matérias.

 

Alunos e professores podem acessar atividades autoexplicativas de forma lúdica e prática na escola e em qualquer lugar que desejar. As atividades incluem vídeos, animações, quadrinhos, imagens, textos, podcasts, mini-testes e jogos. As aulas podem ser baixadas e armazenadas em notebook, CD, pendrive e, até mesmo, aparelho celular!

 

As aulas virtuais podem ser utilizadas off-line de forma rápida e segura. Basta baixar os conteúdos em Power Point! No caso do quinto e do nono ano, ainda é possível baixar em Flash e contar com os vídeos e demais objetos de aprendizagem. Os professores podem ir além e customizar as apresentações, adequando-as ao ritmo de sua turma, personalizar os slides, acrescentar novas atividades, eliminar outras e até inverter a ordem proposta. Com esse novo jeito, professor e aluno não ficam dependentes da conexão com a internet.

 

É bom lembrar que para acessar a Educopédia o professor carioca utiliza seu login com e-mail Rioeduca.net - mas não é obrigatório ter o cadastro. Também é possível acessar a plataforma como VISITANTE, baixar as mesmas aulas, customizar, compartilhar e inovar!!! Os alunos poderão aprender de um jeito interativo, dinâmico e significativo!  

 

 

 

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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