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Segunda-feira, 20/04/2015

Educar Para Inovar e Inovar Para Educar

Tags: professor, inovação, tecnologia, transformação3.0.

 

 

 

Inovação Tecnológica é algo que está presente em nosso cotidiano e que quando ouvimos estas duas palavras, somos remetidos a pensar em qualidade, genialidade, avanço e outras expressões que se associam com o que é diferenciado e que está à frente do nosso tempo. Como professor de temas associados à aplicação tecnológica, procuro sempre meios de compreender e sistematizar formas mais fáceis e efetivas para transmitir aos meus alunos e àqueles que assistem às minhas palestras, o que pode ser inovação tecnológica de maneira acessível. Aquilo que falarei a seguir é resultado destas minhas reflexões, pesquisas e aplicações sejam elas profissionais ou didáticas.
 

Neste princípio, vamos entender o sentido de ambas as palavras:

  • Inovação: é uma palavra latina que tem como tradução literal renovação, ou seja, alguma coisa que está muito além de criar ou inventar, e que atribui um novo sentido de prática visando a otimização;

 

  • Tecnologia: antes de falarmos sobre ela, é importante entender duas outras palavras: Filosofia e Ciência. Pois, enquanto - em linhas gerais - a Filosofia é o saber para saber, a Ciência é o saber para fazer e a Tecnologia é o fazer para dominar. Desta maneira, a releitura dos procedimentos vigentes, é utilizada para obter melhores resultados não só do produto final, mas, também, em relação ao custo/benefício. Para isto surge uma nova variável na equação, a criatividade e, por conseguinte toda a complexidade também associada ao termo.

 

O uso da expressão Inovação Tecnológica sempre vem associada a algum tipo de genialidade, algo que quebra paradigmas, onde alguém com uma ideia genial realizou aquilo que antes ninguém tinha pensado fazer, promovendo uma revolução, seja no âmbito restrito do seu espaço profissional ou de forma mais ampla em escala global. Com isto, em um curto espaço de tempo criou-se um novo modelo de salvador, um novo arquétipo de herói, alguém extremamente genial que poderá revolucionar muita coisa. Penso que este senso comum é muito perigoso e até mesmo sabotador, pois, aqueles que estão distantes dos processos muitas vezes, são levados a crer que os resultados apresentados surgiram de uma maneira quase que espontânea. Simplesmente devido a uma partícula de genialidade, brotou-se uma ideia, e pronto, a solução como um passe de mágica, apareceu. Porém, é importante refletir sempre, que tudo que tem um fim, obviamente também tem um começo e por mais redundante que isto pareça devemos ressaltar, pois os processos de criação e finalização sempre são ocultos e por estarem distante de nós, nos leva a pensar muitas vezes, no imediatismo em que as coisas possam ter chegado àquele resultado. Existe gráfico que explica as variáveis de perfis inovadores onde dois eixos se cruzam, um vertical (que vai de Trabalho até Diversão) e outro horizontal (que vai de Pensamento Racional até Pensamento Fantasioso). Estas variáveis se cruzam entre si gerando outras resultantes, por exemplo:

  •  Pensamento Racional + Diversão = Perfil Experimental - Ole Kirk Christiansen (Criador do Lego) 
     
  •  Diversão + Pensamento Fantasioso = Perfil Visionário - Walt Disney
     
  •  Pensamento Fantasioso + Trabalho = Perfil Inventivo - Steve Jobs 
     
  • Trabalho + Pensamento Racional = Perfil de Cálculo - Albert Einstein 


Tudo é uma questão de padrões, pois, por mais simples que possa ser este gráfico, ele serve de base para sistematizar perfis, tanto de realizadores como de suas realizações. Cada ser humano é único em sua essência, na sua formação, naquilo que sensibiliza e também em como pode ver de forma diferente a solução para problemas comuns. Uma maneira para explicar esta configuração baseia-se no binômio, cognição e expressão. Isto se aplica a nós mesmos, à nossa família, aos nossos alunos, aos nossos colaboradores, etc. Além do ponto final e do ponto inicial existe uma jornada. Este caminhar é muito rico e especial, pois aquilo que possa surgir, vem de um ímpeto de transformar e de agregar valor e com capacidade e potencialidade de transformação. O processo de criação tem muitas transformações ao longo do processo, a adaptação e superação dos percalços é uma das partes mais valiosas que fazem a ideia se materializar, e certamente o que for aprendido se refletirá em outros projetos em forma de experiência. Logo, a inovação é uma resultante de fatores como formação, perspectiva e até mesmo como nos colocamos frente ao nosso espaço. A técnica é muito importante, porém a necessidade de transformar e de inovar como está intrínseca ao ser humano às vezes é necessária que seja estimulada e respeitada.

 


  Francisco Tupy

Professor do Colégio Visconde de Porto Seguro de Tecnologia  Educacional e da   Oficina de Games. Formado em Geografia pela    FFLCH-USP, Mestre e Doutorando pela ECA-USP.

Atua em projetos na parte de Game Design e Gamificações.
Nas horas vagas pratica Jiu-Jitsu, anda de skate e coleciona quadrinhos
 

 

 


 

 

Você conhece o curso da Educopédia para Professores Transformação 3.0 ? Que tal conhecer?

Entre na Educopédia, Curso para Professores e busque o ícone Transformação 3.0 .

Assista aqui um vídeo da aula 1.

 

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 15/04/2015

Como Fazer Planejamento Colaborativo - Utilizando a Nuvem Como Recurso

Tags: educopedia, nuvem.

 

 

Planejar com seus colegas de trabalho é sempre um desafio, por conta dos horários e atividades escolares. Um recurso que pode ajudar com esse problema é a nuvem. A nuvem permite que você crie um documento e o armazene online e que outras pessoas selecionadas por você possam editar o documento simultaneamente. Por exemplo, você pode criar um planejamento em um editor de texto e compartilhar com seu colega de turma, dessa forma tanto seu colega como você podem elaborar o texto de planejamento e ter acesso a contribuição do outro.


Os recursos de nuvem mais utilizados são: Google Drive e One Drive, basta ter uma conta no Gmail ou Outlook para ter acesso a ferramenta. Com a ferramenta é possível editar colaborativamente arquivos de editores de texto, planilhas e até apresentações.


Para saber mais, acesse a EducopédiaCursos para Professores -Transformação 3.0 -Aula 21.

 

 


 

 

                               

 

 

 


   
           



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Sexta-feira, 10/04/2015

Além do Quadro Negro – A Educação Rompendo a Barreira do Tempo/Espaço

Tags: educopedia.

 

 

Marc Prensky cunhou um termo que norteia bem o assunto desta discussão: Nativo Digital (2001). O aluno de hoje nasceu imerso em informações que são mediadas por novas tecnologias digitais. Tablets e smartphones, assim como Youtube e Google, fazem parte de seu cotidiano desde cedo. Mais que isso, os educandos e também os educadores estão inseridos no que Pierre Lévy chama de Cibercultura (1999), onde compramos, nos comunicamos e inclusive aprendemos dentro do ambiente virtual, cada vez mais conectados, de forma colaborativa e não linear.


Por que então a escola, que está inserida no contexto dessa sociedade, ainda mostra resistência a adequar seu fazer pedagógico a essa realidade?


A questão é um pouco mais complexa. Utilizar um computador em sala não necessariamente significa adequação. Estamos falando de um novo conceito metodológico que utiliza esse espaço virtual a favor de uma nova experiência de aprendizagem e prepara o aluno para novos desafios. É a quebra da barreira de espaço da sala de aula e dos cinquenta minutos de cada tempo, entendendo que a informação pode ser obtida de qualquer lugar a qualquer hora, mas que ainda precisa de uma mediação.


Esse é o tema da aula 32 do Curso para Professores disponível na Plataforma Educopédia: como colocar em prática uma aula que utilize recursos tecnológicos, organizando a metodologia a um planejamento consistente e relevante. É o que chamamos de Transformação 3.0.


A aula aborda uma série de novas situações do cotidiano do professor e levanta discussões importantes para o ensino no século XXI.



As aulas são autoexplicativas, onde o professor ou interessado no assunto tem contato com o conteúdo de maneira hipermidiática, ou seja, por vídeos, charges, texto e até hiperlinks para aprofundamento do assunto. O design instrucional leva em consideração uma linguagem intuitiva, clara e objetiva.



Aproveite, qualquer um pode ter acesso. Caso seja professor da Rede Municipal do Rio de Janeiro, acesse www.educopedia.com.br com seu login. Do contrário acesse como VISITANTE.



 


 

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Segunda-feira, 06/04/2015

Minha Primeira Biblioteca – A novidade da Educação Infantil

Tags: educaçãoinfantil, aulas, professor.

 

 

A Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro acredita na formação de sujeitos leitores e produtores de cultura desde a Educação Infantil, que vivem e interagem em uma sociedade letrada e midiática.

 

As crianças são sujeitos sociais ativos e criativos, que observam e vivenciam práticas de leitura e de escrita a todo instante. É comum vê-las perguntando sobre fatos cotidianos, manuseando livros, utilizando aparelhos eletrônicos, entre outras ações corriqueiras. Independente da classe econômica e social de suas famílias, elas estão em contato diariamente com diversas mídias, as quais requerem diferentes usos e lógicas. Daí a sua capacidade de se apropriar de novas linguagens para descobri-los.

Partindo deste princípio e seguindo as orientações da Gerência de Educação Infantil, a equipe Educopédia/Educação Infantil busca oportunizar às crianças e aos profissionais que atuam na pré-escola uma proposta inovadora de expressão verbal (oral e escrita), utilizando as mídias digitais como ferramenta do processo educativo.

Minha Primeira Biblioteca é um curso da Educação Infantil, disponível na plataforma Educopédia, composto de 32 aulas digitais não lineares, produzidas por professores da rede municipal com experiência em turmas de Educação Infantil, podendo ser trabalhadas tanto online quanto offline.

As aulas foram organizadas a partir dos livros do projeto “Minha Primeira Biblioteca”, do Caderno de Atividades e do Caderno de Férias da Pré-Escola. Elas propõem atividades individuais, em pequenos e grande grupos, promovendo momentos riquíssimos de interação entre as crianças, entre as crianças e o computador, de criação, produção textual, leitura, brincadeiras... Enfim, as aulas digitais vem somar à prática pedagógica do professor, o trabalho com as diferentes práticas de letramento no cotidiano da Educação Infantil.

O Minha Primeira Biblioteca vem acompanhado de planos de aula com orientação, competências e habilidades, auxiliando o professor na hora do planejamento.

Veja como é fácil e divertido acessar!

O Minha Primeira Biblioteca pode ser acessado por professores, pais e crianças, no site www.educopedia.com.br e as aulas digitais podem ser baixadas seguindo o passo a passo abaixo.

Entre como visitante:
 

 

Clique em Educação Infantil:

 

 

 

Clique em Minha Primeira Biblioteca:

 

Escolha um dos planos de aula e baixe em seu computador:

 

Muitas atividades poderão ser desenvolvidas sem a conexão com a internet, bastando o professor projetá-las em telão ou quadro branco, utilizando o datashow. É possível, ainda, adaptar as propostas, usando materiais presentes no cotidiano da Educação Infantil.


A equipe Educopédia/Educação Infantil se coloca a disposição pelo email educopediaei@gmail.com para estabelecer um diálogo com você, professor! Envie elogios, sugestões, comentários, críticas! Para nós, a sua participação é fundamental!


 Chegou a hora de ousar! Mãos à obra!


 

                               

 

 

 


   
           



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