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Segunda-feira, 13/01/2014

Projeto Rachaduras Sociais

Tags: 6ªcre, troféurioeduca.

 

O professor Marcelo Alves Teixeira, da E. M. Isaías Alves, desenvolveu com os alunos do 6º ano no segundo semestre de 2012, o projeto Rachaduras Sociais, cujo objetivo era despertar a consciência crítica dos alunos perante o meio em que vivem.

 

Esta reflexão foi baseada nos princípios e fundamentos da Constituição Nacional de 1988, destinada a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceito; fundada na harmonia social e comprometida com a solução pacífica das controvérsias.

 

Para que estes direitos se tornem uma realidade concreta na vida de seus alunos, a Escola Municipal Isaías Alves montou o Projeto Político Pedagógico Amor, vínculo de união que transforma o cidadão, visando a execução de práticas de virtudes essenciais na vida de qualquer indivíduo e /ou comunidade que deseje legitimar o exercício da cidadania.

 

Baseado no Projeto Político Pedagógico da Unidade Escolar, o professor de História Marcelo Alves Teixeira desenvolveu com os alunos do 6º ano o projeto Rachaduras Sociais. Um dos objetivos deste  educador foi apresentar a Constituição Federal para seus alunos e discutir com eles sobre sua relevância; abrindo o caminho para o desenvolvimento crítico dos estudantes  e para o seu crescimento enquanto cidadão.

 

O vídeo "Rachaduras Sociais" nos mostra o trabalho realizado pelo professor Marcelo com a turma do 6º ano.

 

Uma das preocupações do professor Marcelo era ajudar seus alunos a identificarem os fundamentos e os objetivos fundamentais da República Brasileira, contrastando-os com a realidade na qual estavam inseridos. Só assim eles começarão a reconhecer a cidadania como a força motriz para a construção de uma nova realidade social, considerando e respeitando a diversidade do povo brasileiro.

 

Os objetivos propostos para o projeto Rachaduras Sociais contemplaram as seguintes habilidades presentes nas Orientações Curriculares  para o 6º ano:

  • localizar informações implícitas  e explícitas em um texto;
  • inferir o sentido de uma palavra ou expressão;
  • estabelecer articulações diretas de fato / opinião, conflito / solução, causa / consequência e comparação / oposição;
  • ler e interpretar informações em tabelas e gráficos; analisar situações e perceber possibilidades;
  • argumentar a respeito das experiências dos regimes políticos e formular hipóteses que permitam compreender as "rachaduras sociais" que emperram o andamento do país.

 

Além das habilidades cognitivas citadas anteriormente, o projeto desenvolveu também habilidades não cognitivas:

  • capacidade de trabalhar em equipe, criando um espaço coletivo de resolução de problemas;
  • capacidade de priorizar e fazer escolhas acertadas de acordo com cada situação apresentada.

 

A ligação entre os objetivos e as habilidades ajudou a desenvolver valores tanto nos alunos como na comunidade. Valores estes que não são coisas e nem simples ideias que adquirimos, mas conceitos que traduzem as nossas preferências: justiça, igualdade, imparcialidade, cidadania e liberdade.

 

Nas favelas, no Senado... Sujeira pra todo lado

 

O ano era  1985, um misto de fé, esperança e alegria pulsava no coração dos brasileiros. Após anos de regime hermético, os ventos de liberdade voltaram a ser sentidos e traziam a confiança em um futuro melhor.

 

Em 1988, veio a confirmação dos novos tempos, a euforia tomou conta, a nova Constituição Federal havia sido promulgada. Não restaram dúvidas: daquele ponto em diante teríamos uma nova estrutura social. Os direitos estavam assegurados, a justiça e a igualdade seriam bússolas da caminhada do Brasil.

 

Ledo engano, 24 anos após a promulgação da nossa Carta Magna, o que se percebe é o abismo entre o que está escrito e o que é oferecido aos nossos cidadãos. A todo instante vemos relatos e mais relatos do "câncer" que destrói a nossa nação. A corrupção dita as regras, salvo raríssimas exceções, temos um total desrespeito ao ser humano. O básico - saúde, educação e segurança - é oferecido, mas não como deveria ser.

 

Um dos princípios do nosso direito consiste no fato de ninguém poder alegar desconhecimento da lei. Agora, como explicar a inexistência da sociedade livre, justa e solidária prevista na Constituição Federal? O cancioneiro popular traz uma explicação bem interessante, como veremos no vídeo a seguir:

 

 

A música do grupo Legião Urbana é um grito que chama a atenção da população  para esse hino dos brasileiros contra a corrupção, violência e desigualdade das classes sociais.

 

Conhecer a lei maior e exigir o seu cumprimento pode ser o primeiro passo para um amanhã realmente promissor. Tornar a cidadania uma prática diária é a chave para a mudança no rumo que estamos seguindo. A educação não é o único caminho, mas sem ela estaremos perdidos.

 

Pense nisso!

 

Rachaduras Sociais: uma casa construída sem alicerce

 

Na primeira etapa do projeto Rachaduras Sociais, o professor Marcelo Alves trabalhou em sala de aula alguns artigos da Constituição Brasileira. Um debate orientado foi realizado sobre o significado das palavras OBJETIVO e FUNDAMENTO. A resposta foi sendo construída a partir das explicações colhidas no dicionário e a partir da vivência dos alunos. A pergunta motivadora para esta atividade foi O que acontecerá com uma casa construída sem alicerce?.

 

Em seguida, foi feita uma  explanação pelo professor Marcelo sobre a Constituição Federal, suas origens e relevância, explicando como ela foi dividida. Dentro deste contexto, foram delimitados os artigos e incisos que seriam usados no projeto.

 

O trabalho em campo foi a terceira parte do projeto. As comunidades próximas à escola foram visitadas e fotografadas pelos alunos com suas discrepâncias. A todo o momento eles tentaram identificar as rachaduras sociais que emperram o andamento do país. Os educandos verificaram que muitos dos direitos descritos na Constituição não se refletiam em sua realidade.

 

Na Constituição Federal do Brasil, são definidos os direitos dos cidadãos, sejam eles individuais, coletivos, sociais ou políticos; e são estabelecidos limites para o poder dos governantes.

 

O cidadão precisa tomar ciência de seus direitos e deveres desde os bancos escolares para, assim, poderem tomar as rédeas de suas vidas e lutar por uma sociedade mais igualitária.

 

Uma apresentação em Power Point foi confeccionada utilizando as fotos do trabalho de campo. É importante ressaltar que as fotos foram precedidas do artigo constitucional que elas estavam contradizendo ou confirmando.

 

Uma tenda foi montada em frente ao Shopping Jardim Guadalupe, na Avenida Brasil - altura de Guadalupe - com o objetivo de  entrevistar a comunidade para saber se as pessoas conheciam a Constituição. Também foram entregues aos cidadãos cópias dos artigos trabalhados em sala de aula. Eles informaram aos entrevistados um número de telefone do Senado que entrega gratuitamente uma cópia da Constituição aos que solicitarem.

 

Esta ação foi a culminância do projeto, mas ele não se extinguiu aqui. Seus frutos cresceram! Ele se estendeu pelos meses seguintes através de atividades concretas voltadas para a comunidade. A escola está oferecendo, atualmente, Oficinas de Cidadania ministradas pelos professores da Unidade Escolar.

 

Com o conhecimento adquirido na escola, o aluno se prepara para a vida. Passa a ter o poder de se transformar e de modificar o mundo onde vive.

 

Educar é um ato que visa a convivência social, a cidadania e a tomada de consciência política. A educação escolar, além de ensinar o conhecimento científico, deve assumir a incumbência de preparar as pessoas para o exercício da cidadania.

 

A educação para a cidadania pretende fazer de cada pessoa um agente de transformação. Isso exige uma reflexão que possibilite compreender as raízes históricas da situação de miséria e exclusão em que vive boa parte da população.

 

O projeto Rachaduras Sociais ganhou uma participação semanal  em uma rádio comunitária. Eles estão na grade da Rádio Edificar FM 99,3, toda segunda-feira, de 11h às 12h. Vale ressaltar que um site - Rachaduras Sociais - está sendo construído para divulgar as ações do projeto.

 

A intenção do professor Marcelo e de toda equipe da Escola Municipal Isaías Alves, é fazer palestras, durante todo o ano, para a comunidade e assim transformar a vida das pessoas  desta localidade. Esta ação já teve início e o resultado não poderia ser outro senão o SUCESSO!

 

Infelizmente, no Brasil, a participação do povo no poder se limita a comparecer às urnas durante o processo eleitoral. A cultura de participação é o primeiro passo para se consolidar uma democracia capaz de garantir os direitos sociais de todos os cidadãos.

 

A formação de uma cultura democrática como a sonhada pelo educador Pedro Demo nasce do conhecimento enquanto instrumento político de libertação. Ela permitirá o desenvolvimento dos potenciais de cada aluno-cidadão no meio social em que vive.

 

Coração brasileiro não foge à luta

 

A realidade vivida pelos alunos e pela comunidade da Escola Municipal Isaías Alves é bem plural. Alguns alunos vêm de comunidades que foram visitadas e outros não. Os que moram nos arredores da escola sentem a revolta e a angústia por perceber o quanto estão sendo desrespeitados. Os que são de fora sentiram o choque de realidade e compartilharam da mesma angústia dos colegas.

 

Contudo, o que mais chamou a atenção foi o fato deles terem se organizado e montado uma campanha para doação de alimentos às famílias das comunidades visitadas. Eles foram de sala em sala compartilhando suas vivências neste projeto e pedindo uma contribuição.

 

O trabalho em grupo foi estimulado com iniciativas que objetivaram melhorar a vida de todos e praticar o cuidado com o bem público. A despeito de tudo, mostraram o coração brasileiro que não foge a luta e está sempre pronto para dar a volta por cima.

 

O aluno do sexto ano reflete: "Quem hoje poderá pensar na problemática social brasileira sem levar em conta o significado da escola nesse contexto?"

 

Refletindo...

 

O projeto Rachaduras Sociais modificou a visão que alunos, professores e responsáveis tinham de si e do mundo, além de estabelecer novos projetos de vida. Ficou concretizado o entendimento de que toda e qualquer pessoa, independente de qualquer característica ou particularidade, deve ter todos os direitos necessários para uma vida digna totalmente respeitada e assegurada.

 

Foi aprendido que a atuação de um bom cidadão começa com um bom dia, um muito obrigado, e pode terminar com uma revolução coletiva, buscando o desenvolvimento da nação e do mundo.

 

Novos projetos de vida estão se moldando e eles se realizarão nas relações sociais e, a partir delas, surgirão as mudanças necessárias para fortalecer os princípios da cidadania na sociedade.

 

Official Video Clipe de Jota Quest em ''Dias Melhores'' do Album ''Oxigênio'' de 2000.

 

Está na hora de colocar a mão na massa e lutar pela formação de uma cultura democrática na sua comunidade, não acha? Vamos! Essa luta é minha, é sua, é nossa!

 

Parabéns ao professor Marcelo Alves pelo belo projeto desenvolvido com seus alunos! É um enorme prazer divulgar o seu trabalho no Portal Rioeduca!

 

 Aproveite e deixe também o seu comentário  sobre esta matéria! Será um prazer saber a sua opinião! 

 

 

Professora Patrícia Fernandes - Representante do Rioeduca 6ª Cre

Facebook: Patrícia Fernandes

Twitter: @Paty_PFF

E-mail: pferreira@rioeduca.net

 

                               

 

 

 


   
           



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Segunda-feira, 22/07/2013

Projeto Meu Amigo

Tags: 6ªcre, troféurioeduca.

 

A professora regente da Sala de Leitura Dejanira Urbano, do CIEP Anton Makarenko, realizou o projeto "Meu Amigo" com os alunos do 4º ano. Além de trabalhar a educação ambiental, esse projeto também  teve como foco as questões de leitura e escrita dos alunos do reforço escolar. Vamos ver como tudo aconteceu?

 

 

O CIEP Anton Makarenko, situado na Estrada Botafogo, em Costa Barros, funciona em horário integral. Ele atende da Educação Infantil ao 5º ano, além dos projetos Realfabetização 1º e 4º Ano NCM (Nenhuma Criança a Menos).

 

Com o passar do tempo, Costa Barros foi crescendo tanto em relação à violência quanto em relação à população e ao acúmulo de lixo. Hoje, o bairro conta com um complexo de favelas, como: Chapadão, Pedreira, Lagartixa, Quitanda, Final Feliz, Terra Nostra, entre outras. Além disso, é considerado o segundo bairro mais pobre da cidade do Rio de Janeiro.

 

Os alunos do CIEP Anton Makarenko convivem diariamente com todos estes fatores. Buscando proporcionar uma educação formadora de seres humanos autônomos, participativos na sociedade e capazes de mudar a realidade em que vivem, a professora da Sala de Leitura Dejanira Urbano realizou o reforço escolar dos alunos da turma 1.402 através da pedagogia de projetos. Ela contou com a ajuda das estagiárias Suelen de Almeida (Laboratório de Informática) e Aline de Jesus (Reforço Escolar) para organizar a construção dos conhecimentos em torno de metas previamente definidas.

 

A equipe pedagógica do CIEP Anton Makarenko utilizou o projeto como uma forma de dar vida ao conteúdo, tornando a escola mais atraente para os alunos do Reforço Escolar.

 

O vídeo "Há Escolas que são Gaiolas e há Escolas que são Asas" mostra que o professor deve considerar o aluno como uma obra de arte quase inacabada. Amando-o como se fosse um anjo e nunca matando-lhe no peito a vontade de ser livre.

 

O trabalho dos professores do CIEP Anton Makarenko é deles com os alunos e não consigo mesmos. O papel desses educadores, em suas intervenções, é o de estimular, observar e mediar, criando situações de aprendizagem significativa.

 

Iremos conhecer, a partir de agora, uma demonstração dessa aprendizagem a partir do Projeto Meu Amigo. Vamos conhecê-lo?

 

 

Projeto Meu Amigo

 

 

O Projeto Meu Amigo foi realizado tanto dentro da sala de aula, como no laboratório de informática.

 

Para que possamos ter, no futuro, um mundo mais limpo e rico em recursos naturais, a preservação do meio ambiente é muito importante. A preocupação com o meio ambiente e a conscientização deve envolver toda sociedade, inclusive nossas crianças que devem observar o meio ambiente com curiosidade, entendendo que fazemos parte dele, que somos capazes de transformar e, acima de tudo, conservar.

 

A atividade proposta, a seguir, pode ser feita com alunos da educação infantil ao ensino fundamental. Porém, como a escola tem vivenciado um momento em que todas as turmas estão voltadas para a apropriação e ampliação da produção textual e da leitura, a equipe decidiu interdisciplinar os encontros entre sala de leitura, informática e reforço escolar de forma mais lúdica e prazerosa através da confecção do boneco ecológico.


 

 

Objetivos:

 

  • Desenvolver a competência da leitura e escrita;
  • Conscientizar os alunos para com o meio ambiente;
  • Abordar a importância da água para os seres vivos;
  • Apresentar o processo de germinação do vegetal e suas etapas;
  • Despertar a consciência dos alunos para a ecologia;
  • Reconhecer a identidade em interação com o meio;
  • Incentivar o trabalho para organização individual e coletiva;
  • Levar o aluno a aprender como se desenvolve a competência textual;
  • Promover a responsabilidade e a oportunidade de cuidar de um ser vivo.

 

 

Material:

 

  • Meia-calça fina usada;
  • 300 gramas de serragem;
  • 100 gramas de alpiste;
  • Canetas hidrocor;
  • Tintas;
  • Olhinhos de plástico ou botões;
  • Potinhos de iogurte.


 

Como fazer:

 

  • Corte uma perna da meia-calça do tamanho aproximado de um palmo e coloque o alpiste bem no centro da meia, complete com a serragem úmida. Quando terminar de encher, amarre e corte o que sobrar;
  • Comece a modelar o bonequinho em forma de bola;
  • Puxe um pouco a meia e amarre fazendo o nariz do bonequinho e o formato das orelhas;
  • Em seguida, cole os olhinhos ou botões e faça a boca do bonequinho, montando-os com o gosto da criança;
  • Os potinhos de iogurte servirão como base para os bonequinhos para que, quando regados, não deixem escorrer água. Esses potinhos podem ser decorados de acordo com o gosto da criança;
  • Depois de pronto, o bonequinho deve ser molhado todos os dias para que as sementinhas nasçam dando origem aos cabelinhos dos bonecos. 

 

 

É fundamental que o professor desafie o aluno a pensar a respeito do conhecimento que se espera construir, pois uma das tarefas do educador é, não só fazer o aluno pensar, mas acima de tudo, ensiná-lo a pensar certo.

 

É importante perceber a criança como um ser em desenvolvimento, com vontade e decisões próprias, cujos conhecimentos, habilidades e atitudes são adquiridos em função de suas experiências, em contato com o meio, e através de uma participação ativa na resolução de problemas e dificuldades.

 

O professor deve organizar e estabelecer seus objetivos pensando nas necessidades de seus alunos, para posteriormente se instrumentalizar e problematizar o assunto.

 

 

Desenvolvimento:

 

Em um primeiro momento, os alunos foram levados ao laboratório de informática para pesquisarem em equipe o significado do termo Ecologia. Após a pesquisa, tiveram que debater o significado numa roda de conversa informal e, em duplas ou trios, transcreverem para o Diário de  Bordo a pesquisa.

 

Em outro momento, de posse dos materiais necessários, eles voltaram ao laboratório de informática e começaram  a construção do boneco ecológico. Utilizamos o laboratório de informática para dinamizá-lo como ferramenta pedagógica no processo de ensino-aprendizagem, dando suporte ao projeto, e apresentando a informática como um recurso que pode e deve ser incorporada à prática educativa, sensibilizando os alunos para a importância dessa ferramenta para o desenvolvimento das habilidades.

 

O projeto boneco ecológico Meu Amigo foi intitulado em conjunto com as crianças. Cada aluno confeccionou seu próprio boneco dando um nome para ele (criando uma identidade). Cada aluno tinha um diário exclusivo onde relatava os acontecimentos com seus bonecos, tais como tempo de crescimento, quantas vezes regou, tempo de crescimento do cabelo, enfim, relatando desde a fase inicial até a final. Depois de algumas semanas, cada aluno levou seu boneco para casa.

 

A participação ativa dos alunos deve ser estimulada, pois eles são sujeitos da produção do saber e, afinal, ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para sua construção.

 

Dando sempre oportunidade ao aluno de verbalizar seus sentimentos sobre o desenrolar do projeto, a turma organiza, constrói saberes e competências, opina, avalia e tira conclusões coletivamente; o que promove crescimento tanto no âmbito cognitivo, quanto no social, afetivo e emocional.

 

“Aprende-se participando, vivenciando sentimentos, tomando atitudes diante dos fatos, escolhendo sentimentos para atingir determinados objetivos. Ensinar não só pelas respostas dada, mas principalmente pelas experiências proporcionadas, pelos problemas criados, pela ação desencadeada” (Escola Plural, 1994).

 

 

Culminância:

 

Uma exposição foi feita no CIEP Anton Makarenko, juntamente com os relatos sobre o desenvolvimento dos bonequinhos de cada aluno.

 

Avaliação:


As professoras avaliaram a participação dos alunos durante a realização do projeto e na exposição final.


Como vimos, a equipe do CIEP Anton Makarenko está de parabéns! Especialmente a professora Dejanira e as estagiárias Suelen e Aline, por exercerem com os alunos uma pedagogia baseada no amor.

 

Amor que move os sonhos de cada criança rumo a um futuro digno. Educar com amor, no sentido que o termo exige: desenvolver, cultivar, fazer brotar, elevar e fazer crescer, não de maneira unilateral, mas de forma integral.

 

Vocês estão um passo à frente para atingir esse grandioso objetivo! É um orgulho ter uma escola com profissionais comprometidos com a educação carioca. Parabéns!

 

 

Você gostou do projeto realizado pelo CIEP Anton Makarenko? Aproveite e deixe o seu comentário! Ele é muito importante para nós! Até a próxima semana!

 

 

Professora Patrícia Fernandes - Representante do Rioeduca na 6ª Cre

Twitter: @Paty_PFF

Facebook: Patrícia Fernandes

E-mail: pferreira@rioeduca.net

 

                               

 

 

 


   
           



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Segunda-feira, 15/07/2013

Água: Fonte Natural de Vida e Existência do Nosso Planeta

Tags: 6ªcre, troféurioeduca, educaçãoinfantil.

 

Responsabilidade social é um termo novo, criado em função da percepção de que o ser humano não se traduz na solidão da individualidade. Mas, como praticar esta tal responsabilidade social? O EDI Professora Beatriz de Souza Madeira mostrará como praticar esta tal responsabilidade através do projeto Água: Fonte Natural de Vida, Existência do Nosso Planeta. Vamos conferir?

 

 

O Espaço de Desenvolvimento Infantil Professora Beatriz de Souza Madeira está localizado no Complexo da Pedreira, no morro da Lagartixa, divisa com o Morro da Pedreira, no bairro de Costa Barros, próximo ao Rio Acari. Muitas crianças deste espaço são do conjunto habitacional que fica às margens do Rio. Portanto, a equipe do EDI partiu da realidade de suas crianças para desenvolver o projeto Água: Fonte Natural de Vida, Existência do Nosso Planeta.

 

O rio Acari é um dos maiores cursos d'água do município do Rio de Janeiro. Tem sua nascente na Serra do Gericinó, no Mendanha e sua foz no Rio Meriti, o qual separa o município do Rio de Janeiro do município de Duque de Caxias. O Acari vem do extremo oeste da cidade e termina na Zona Norte, não é assoreado e apresenta uma vazão d'água muito grande, incluindo alguns pontos com presença de mata ciliar. Foi um dos últimos rios do município do Rio de Janeiro a morrer macrobiologicamente.

 

A decorrente e constante ação do homem, o crescimento desordenado, além do descarte irregular do esgoto sanitário e industrial sobre o Rio Acari são os principais fatores de destruição do mesmo. Um rio que há quarenta anos  era navegável e utilizado pela população local como fonte de pesca e utilização de água para consumo. Hoje, é local de descarte dos mais variados tipos de objetos, trazendo para a população local os mais diversos tipos de prejuízos tanto na saúde quanto nas perdas materiais em enchentes nas épocas de chuvas abundantes.

 

Rio Acari.

 

Constatam-se ainda alguns jacarés no Acari, porém os camarões de água doce há muito não existem mais. Por passar em comunidades de três facções criminosas diferentes, deixou de ser usado como hidrovia. Há vontade popular de que o rio Acari volte a ser limpo, visto que se tornaria uma relevante fonte de renda local, ofertando lazer, pesca e transporte.

 

Diante da realidade vivida pelos alunos e pela comunidade no entorno do EDI Professora  Beatriz de Souza Madeira, a proposta de uma educação ambiental crítica, transformadora e emancipatória se faz urgente. Este projeto sugere uma mudança inicial no próprio ambiente em que a comunidade vive, partindo dos problemas cotidianos e concretos, possibilitando a reflexão, a construção de conhecimento, a conscientização e sensibilização para uma mudança de atitudes que foram historicamente construídas.

 

Para todos entenderem melhor o processo histórico de degradação do Rio Acari e, assim, refletir sobre a problemática da poluição das águas, foi utilizada a história oral, contendo relatos dos responsáveis e moradores antigos da comunidade. Conforme Jovchelovitch  2000) afirma:

 

“Contando histórias, grupos e indivíduos humanos relembram o que passou, dão ordem e sentido à experiência e manipulam a cadeia de eventos que formam tanto a vida social, quanto a individual” (p. 143 e 144).

 

“... Em narrativas, as representações sociais encontram um terreno privilegiado no qual podem se incubar e se desenvolver. Quando sujeitos sociais organizam evento em uma trama eles revestem com significados, valores e afetos, que são o material substantivo das representações sociais” (p. 147).

 

Ao possibilitar que os responsáveis e moradores antigos participassem deste projeto com seus saberes, a equipe do EDI favoreceu a interação entre o conhecimento popular e o conhecimento científico oferecido pela instituição escolar; mostrando que eles não guardam hierarquias entre si, mas favorecem formas de luta e de transformação das condições de vida.

 

Ano Internacional de Cooperação pela Água

 

A Organização das Nações Unidas (ONU) declarou 2013 como o Ano Internacional de Cooperação pela Água, com o objetivo de conscientizar sobre a importância e necessidade de cooperação para o manejo dos recursos hídricos que já são limitados diante de uma demanda em rápido crescimento.

 

De acordo com a UNESCO, 145 países compartilham uma grande bacia hidrográfica com pelo menos mais uma nação. Este fato é motivo suficiente para que a questão da água seja tratada mundialmente numa ótica de cooperação.

 

A preocupação com o desenvolvimento sustentável, a reutilização, reciclagem e, principalmente, com a redução tanto do uso quanto da ação humana, seja no descarte do lixo ou na transformação, reduzindo o impacto no meio ambiente, tornam-se o foco do compromisso social e ações educativas.

 

Desta forma, torna-se inerente  e inevitável, ao cotidiano escolar, a sensibilização de alunos e responsáveis para com o meio em que se vive. Assim, estará favorecendo a construção do conhecimento de como podemos modificar nossos hábitos de forma a diminuir o impacto na natureza.

 

Com este projeto, os educadores do EDI Professora Beatriz de Souza Madeira estarão promovendo ações socioambientais que transformem a realidade e o meio no qual a escola encontra-se inserida, além de formar cidadãos mais conscientes, o que acarreta ganho na qualidade de vida, na promoção da saúde e na conservação do nosso planeta.

 


 

A cooperação pela água tem múltiplas dimensões, incluindo os aspectos culturais, educacionais, científicos, religiosos, éticos, sociais, políticos, jurídicos, institucionais e econômicos. Filmado no Município do Cazenga,(Luanda, Angola), estas imagens retratam o cotidiano de milhares de mulheres nas suas "maratonas" pelo acesso à água potável.

 

 

Água: Fonte Natural de Vida, Existência do Planeta

 

O objetivo principal do projeto em questão é sensibilizar e conscientizar a comunidade escolar quanto a nossa responsabilidade social com o meio ambiente em que vivemos, enfatizando a importância da água, através da observação do entorno do EDI Beatriz de Souza Madeira, mais especificamente do Rio Acari.

 

Através desta observação direta, estará se  destacando a ação humana na destruição do rio, e favorecendo a construção de conhecimentos socioambientais, visando a reflexão para uma mudança de hábitos, buscando minimizar os impactos de nossas ações cotidianas no meio ambiente.

 

Público-alvo:

Toda a comunidade escolar: Berçário, Maternal I, Maternal II, Professores, Auxiliares, Responsáveis e Direção.

 

Período de Realização:

Todo ano letivo, com ênfase em Junho e Julho de 2013.

 

Ações Pedagógicas:

 I. Relato Histórico do Rio Acari

Como instrumento inicial do projeto, os professores utilizaram relatos de histórias de vida e resgate da memória do Rio Acari.

 

Foram convidados alguns responsáveis e moradores antigos da comunidade para dar um depoimento informal sobre a memória do Rio Acari em suas vidas, comprovando a importância do mesmo na comunidade.

 

A relevância do resgate de memória do individuo é muito importante, tanto para si como para o grupo, uma vez que agrupando os diversos relatos individuais se reconstrói a realidade da história social.

 

II. Visita Guiada ao Rio Acari

O EDI Beatriz de Souza Madeira promoveu uma visita guiada de algumas crianças da comunidade escolar dos segmentos MI (Maternal I) e MII (Maternal II), acompanhadas pelos seus respectivos responsáveis, das professoras e da direção.

 

Essa aula-passeio teve a finalidade de observar os aspectos do Rio Acari, enfatizando a poluição - os lixos que tinham sido descartados pela comunidade -, levando as crianças a refletirem sobre a possibilidade de existir vida naquele ambiente, se a água era potável, entre outros aspectos.

 

A visita foi documentada através de fotos e o depoimento de responsáveis e moradores sobre a situação atual e  sobre a história do Rio Acari foi filmado. Na sala de atividade, foi observada a palavra "ÁGUA" em diversos aspectos, ressaltando seu significado e sua importância para nossas vidas, fazendo com que os alunos percebessem que precisam cuidar dessa fonte essencial para a vida.

 

Com os passeios pedagógicos, procura-se não somente reforçar os temas trabalhados na instituição e dentro da sala de aula, mas principalmente ampliar a bagagem cultural dos educandos e desenvolver a capacidade de apreciar diversas manifestações sociais e culturais.

 

III. Apresentação da Visita ao Rio Acari

 

Foi apresentada para as crianças de todos os segmentos  a filmagem do depoimento de uma responsável e as fotos da aula-passeio com o recurso do Datashow. As professoras explicaram as fotos e questionaram os alunos sobre os aspectos do Rio, favorecendo a reflexão sobre a problemática da poluição das águas.

 

As crianças, através das fotos e dos conhecimentos preexistentes do Rio, identificaram muito lixo jogado pelos moradores. Eles perceberam que existe a necessidade de conscientizar a comunidade escolar sobre o impacto do lixo no meio ambiente. Foi proposto, então, o início de uma campanha com nossos alunos e seus respectivos  familiares para não jogar lixo no rio Acari.

 

IV. Coleta Seletiva


Esta atividade foi iniciada com uma conversa sobre o impacto do lixo no meio ambiente em que vivemos.  Depois, foi promovida uma catação de lixo por todos os segmentos no espaço externo do EDI, mais especificamente na horta.

 

Alunos e professores fizeram a separação do lixo de acordo com o material (plástico, metal, papel e vidro) e construíram tabelas e gráficos com as informações. Após terem classificado o lixo, foi ressaltada a importância do descarte em recipientes específicos relacionados com a cor.

 

Os alunos estão  aprendendo que não basta ser responsável individualmente: é preciso que cada um seja responsável também pela sociedade, pelo coletivo.

 

Esta nova perspectiva da responsabilidade, não mais individual, mas coletiva, precisa ser veiculada por intermédio dos processos educativos de que o corpo social dispõe, para manter e preservar sua cultura.

 

Aprendizagem social é tudo aquilo que se transmite de geração à geração e passa a ser incorporado aos hábitos, atitudes e conhecimentos de um povo. Sendo assim, urge que as instituições sociais - não apenas a escola - assumam este projeto de levar às novas gerações o conhecimento e a prática da Responsabilidade Social, de maneira a que a humanidade possa se tornar melhor e mais humana.

 

V. Montagem da Maquete

 

Nessa etapa, cada segmento confeccionou alguns elementos para montagem da maquete do rio Acari. As crianças do berçário confeccionaram as árvores, o Maternal I construiu os prédios e o Maternal II fez os carros. O grupo confeccionou as partes do rio, que foram unidas ao final. A montagem da maquete foi realizada com a participação de todas as turmas. Nas salas de atividades também foram confeccionados trabalhos coletivos.


VI. Apresentação da Maquete do Rio Acari

 

As educadoras fizeram a apresentação da maquete para as crianças, fizeram a coleta seletiva através de lixos espalhados e conversaram informalmente com os alunos relembrando as consequências da poluição em nossas águas. Foi feita também uma demonstração, com a utilização da maquete, de como fica o fluxo da água com a poluição existente, demonstrando na mesma as consequências desta poluição.

 

Manter a coerência entre seu discurso e suas práticas é um princípio que necessita ser resgatado, pois a ética é a base da Responsabilidade Social e se expressa através dos valores adotados por cada um.

 

Se na vida este aluno não conseguir ver o mundo como fonte de vida de todos, não será possível atuar como cidadão responsável e engajado na construção de um planeta melhor, não apenas para as futuras gerações, mas também para nós mesmos.

 

Aprender a ler e a escrever é de extremo valor; mas reciclar, reutilizar e não consumir com desespero faz parte da maior disciplina humana a ser ensinada.

 

 

VII. Reduzir, Reutilizar e Reciclar

 

Nesta etapa, a equipe pedagógica buscou alternativas e práticas com a comunidade escolar para evitar desperdícios, sensibilizando a todos para um consumo consciente, diminuindo a quantidade de lixo residual e, também, para um uso racional da água: não desperdiçar, fechar a torneira quando estiver escovando os dentes, não deixar que ocorra vazamentos na rede de águas, etc. 

 

Foi introduzida no cotidiano escolar a reutilização dos diversos materiais descartáveis para confecção de brinquedos, murais, decoração, atividades pedagógicas, mobiliário e utensílios. No segmento do projeto a equipe pretende buscar parcerias para introduzir a reciclagem na comunidade.

 

 

Continuidade do Projeto: 

 

• Introdução da reciclagem em nossa comunidade;


• Horta e horta vertical - utilizando garrafas pet e caixas de leite;


• Compostagem - reaproveitado material orgânico antes descartado no lixo comum, utilizando como enriquecedor do solo;

 

Avaliação:

 

No decorrer do projeto, pode-se notar, segundo a equipe pedagógica, o despertar da responsabilidade quanto à preservação do meio ambiente, tanto na limpeza do rio, quanto na conscientização da coleta seletiva. Através de relatos dos responsáveis foi vista a importância notória deste trabalho com as crianças pequenas, que se tornaram agentes multiplicadores.

 

Como vimos, o EDI Professora Beatriz de Souza Madeira, comprometido com a Responsabilidade Social de seus alunos e responsáveis, tem feito a sua parte. Dissemina, através dos projetos que realiza, os princípios éticos da cidadania, o respeito à diversidade, a manutenção de valores e conhecimentos diversos. Parabéns pelo trabalho social de excelência que realizam com toda a comunidade escolar.

 

 

Vídeo "Herdeiros do Futuro" na voz da dupla sertaneja Leandro e Leonardo.

 

 

Nossas crianças são os Herdeiros do Futuro! Precisamos despertar neles a responsabilidade social que formará cidadãos preparados para cuidar bem do país!

 

 

O que você achou do projeto desenvolvido pelo EDI Professora Beatriz de Souza Madeira? Deixe seu comentário! Sua opinião é muito importante para nós! Até a próxima semana!

 

 

Professora Patrícia Fernandes - Representante do Rioeduca na 6ªCre

Facebook: patricia_pff@yahoo.com.br

Twitter:@Paty_PFF

E-mail: pferreira@rioeduca.net

 

                               

 

 

 

 

 

 


   
           



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Terça-feira, 04/12/2012

Troféu Rioeduca, Premiando Projetos e Blogs Educativos

Tags: 5ªcre, trofeurioeduca, projetos, blogsdeeducador, blgosdeescolas.

Dia 23 de novembro, quarta feira, aconteceu a entrega do Troféu Rioeduca, no Vivo Rio, Aterro do Flamengo, evento que visa premiar as práticas pedagógicas das escolas da Prefeitura do Rio de Janeiro e, este ano, premiando, também, os blogs de alunos.

 

 


Com o objetivo de reconhecer as práticas pedagógicas das escolas da Prefeitura do Rio de Janeiro que “ajudaram no desenvolvimento dos alunos, além de reconhecer os blogs produzidos por alunos, professores e escolas que contribuíram para o aprendizado e para a integração com a comunidade”, a Secretaria Municipal de Educação instituiu, desde 2011, o Troféu Rioeduca. E para celebrar este acontecimento, a Secretaria Municipal de Educação escolheu o Vivo Rio, no Aterro do Flamengo. 

 

No dia 21 de novembro, aconteceu a entrega do Troféu Rioeduca 2012, quando se consagraram vencedores diversas escolas e seus projetos, blogs de professores e, nesta segunda edição, blogs de alunos.

Foram momentos maravihosos, deixando os que participaram perplexos tamanha organização. A expectativa era grande e não sabíamos quais seriam os vencedores que levariam os troféus. A noite rolou em clima de surpresa!

Rafael Parente, Subsecretário de Novas Tecnologias Educacionais da SME, mentor da Educopédia e do Portal Rioeduca, abriu o evento e apresentou à platéia de professores e alunos todas as mudanças para o III Troféu Rioeduca que acontecerão em 2013 na categoria projetos. Leia mais sobre essas mudanças aqui.

 

 Rafael Parente - Subsecretário de Novas Tecnologias Educacionais da SME, Mentor do Portal Rioeduca e da Educopédia

 

 

Após a premiação, uma surpresa  para os presentes: a apresentação da Banda Celebrare, alegrando a todos com músicas dos anos 70/80.

 

 

 

Foi uma noite incrivelmente maravilhosa!

 

 

Critérios de Avaliação dos Blogs e Projetos para o II Troféu Rioeduca

 

 
Ao todo, se inscreveram 219 blogs e 162 projetos, que passaram por três etapas de seleção. 

A primeira consistiu na habilitação dos Inscritos. A equipe E/SUBTE analisou e habilitou aqueles que estavam de acordo com as exigências do regulamento.

A segunda etapa foi feita através de formulário no Portal Rioeduca, quando foram selecionados e classificados mediante votação aberta a funcionários(as) e alunos(as) da rede via e-mail rioeduca.net.

A terceira, e última etapa, aconteceu levando-se em consideração cinco critérios, sendo três subjetivos e dois objetivos:

Critérios Subjetivos: Interação das escolas com a comunidade; Relevância pedagógica; e Relevância sociocultural dos projetos e blogs.

Para avaliação dos critérios subjetivos, participaram do julgamento educadores renomados como Andrea Ramal (Doutora em Educação e Consultora de Educação da TV Globo), Mary Sue Carvalho Pereira (Educadora, Pesquisadora e Formadora de docentes nas áreas de integração Corpo e Mente), Marcos Cordiolli (educador e autor de Currículo Escolar: teorias e práticas e Sistemas de Ensino: políticas e legislação educacional no Brasil), e outros.

Critérios Objetivos: Observância às Orientações Curriculares; e Impacto na aprendizagem (indicadores de rendimento IDEB e IDERIO das UEs).

 


Blogs e Projetos da 5ª CRE

 

Pela 5ª CRE, foram inscritos 17 projetos e 6 blogs de educadores, que concorreram nas diversas categorias do concurso. Destes, dois receberam  os Troféus.

São eles:

Na categoria Rio, Escola da Família a Escola Municipal 05.15.006 Gustavo Lessa, com o projeto “Aprendendo, Criando e Brincando com a Turma da Mônica”.

 

Professoras Rejane e Sandra Lucia recebendo o Troféu Rioeduca das mãos de Bê Alqueres

Escola Municipal 05.15.006 Gustavo Lessa

 

  

 Blog da EM Gustavo Lessa - http://emgustavolessa.blogspot.com/

 

 

Os projetos da categoria Rio, Escola da Família deveriam evidenciar que a unidade escolar buscou meios para promover uma grande interação com a comunidade, compreendendo que família e a escola precisam formar uma equipe. Há diversas contribuições que tanto a família quanto a escola podem oferecer, propiciando o desenvolvimento das crianças e jovens envolvidos.


Na categoria Blog do Educador, Blog Alfabetização Criativa, ganhou a criação da professora Ana Márcia da Silva Vieira, regente nas Escola Municipal 05.15.001 Pará e Escola Municipal 05.15.003 Olegário Mariano.

 

 

Professora Ana Márcia da Silva Vieira - primeira foto ao lado da diretora da E.M. Pará, professora Rosa; com o grupo de professores da escola; recebendo o troféu das mãos de Cristiano Americano do Brasil e ao lado da representante do Rioeduca/5ªCRE, prof.ª Regina.

 

 

 

Blog da professora Ana Márcia Vieira _ http://criandoealfabetizando.blogspot.com.br/

 

 

A categoria Blog do Educador deve visar à troca de experiências e de práticas pedagógicas. Os trabalhos publicados nesse blog podem ser de sua autoria e/ou dos seus próprios alunos. Com o seu blog, o educador deve favorecer o rompimento das barreiras da sala de aula.

 



Os demais projetos vencedores foram:

Rio Aquarela do Brasil - Projeto Dias de Índio EDI Renan de Souza Leal

Rio Belas Artes - Projeto Cantando e Aprendendo com o Zé Zuca - Escola Municipal Leonardo da Vinci

Rio Cidadania - Projeto Formando CidadãosCiep Antonio Candeia Filho

Rio de Leitores - Projeto Poesia na Sala de Aula – Escola Municipal Francisco Alves

Rio Saudável - Projeto Escola Saudável Escola Municipal Presidente Arthur Bernardes

Rio Sustentável - Projeto Por Um Mundo Melhor - Escola Municipal Professor Lauro Travassos


Blog de Aluno - Escola Municipal IV Centenário - Blog Grêmio Estudantil IV Centenário




Agradecimentos especiais à professora Lilian Ferreira, Gerente Administrativa do Rioeduca que, sempre simpática, surpreende-nos a cada dia com  grandes ideias e projetos para que o Rioeduca continue crescendo, desempenhando sempre o seu papel: o de compartilhar os trabalhos desenvolvidos pelas escolas, que antes viviam no anonimato.

 

 Lilian Ferreira - Gerente Administrativa do Rioeduca

 

 

Escolas e professores, participem das publicações do portal Rioeduca enviando para o representante da sua CRE projetos desenvolvidos e/ou atividades que impactaram a aprendizagem de seus alunos.

 

Acompanhem e comentem nos blogs das Escolas da Rede Municipal de Educação da Cidade do Rio de Janeiro.

Clique aqui para saber o e-mail do seu representante.

Representante do Rioeduca na 5ªCRE _ Professora  Regina Bizarro

Twitter: @rebiza / Facebook: rebiza

E-mail: reginabizarro@rioeduca.net


 

 O Rioeduca é um portal feito para e por todos aqueles que sonham e batalham por uma educação pública de excelência na cidade do Rio de Janeiro

 

                                


   
           



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