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Segunda-feira, 17/12/2018

Feira Cultural Raízes

Tags: 1ªcre, eventos, projetos, protagonismojuvenil, diversidade, cultura.

 

Ginásio no Caju, zona portuária do Rio de Janeiro, realiza Feira Cultural em Comemoração à Cultura Negra.


A Escola Municipal Marechal Mascarenhas de Moraes, que atende alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental em Turno Único, realizou no mês de Novembro a Feira Cultural Raízes. O objetivo do trabalho foi contribuir para a valorização da cultura negra na escola e em sociedade, desenvolvendo entre alunos e professores a relação de pertencimento e a superação do racismo.

 

 


A ideia de realizar a Feira Cultural Raízes surgiu a partir dos diálogos e reflexões da direção da escola e do seu corpo docente, que reconhecem o racismo presente na sociedade brasileira.


A escola percebeu também que a relevância de ações voltadas para o fortalecimento da identidade negra, demonstrando a luta do povo negro para garantir seu espaço na sociedade.

 

 


No projeto, todos os professores foram convidados a desenvolver ações que tivessem como tema o Dia da Consciência Negra, para serem expostos no dia da exposição. Cada professor escolheu uma turma para trabalhar, a fim de que todos os alunos fossem envolvidos.

 

 

 


A exposição contou com bonecas Abayomis, símbolo de resistência da cultura negra, confeccionadas pelos alunos, oficina de turbantes, oficina de tranças afro, um jogo de tabuleiro em que os alunos eram as peças e precisavam responder a questões sobre todos os outros trabalhos apresentados, apresentação de jongo, pesquisa, exposição e caracterização de figuras negras influentes e de destaque nas artes, esportes e política, no Brasil e no mundo, um jogo da memória com músicas que problematizam a temática do preconceito e que valorizam o negro.

 

 

 


Além disso, o evento também contou com um protótipo de um quilombo e uma exposição de fotografias inspiradas no trabalho do artista nigeriano Ojeikere, que retrata a beleza dos cabelos afro, em que os nossos alunos foram clicados pelos professores Luiz Moura e Bianca Roriz.

 

 

 


A Equipe da escola Mascarenhas de Moraes acredita que a representatividade importa e que é dever da escola-cidadã contribuir para a superação do racismo e da desigualdade racial em nossa sociedade e esperam que os alunos se desenvolvam à luz do senso de justiça, respeito às diferenças, autonomia, pensamento crítico e solidariedade.

 

 

 

A aluna Karolaine Freitas, da turma 1701, disse que na sua opinião a Feira de Consciência Negra foi harmoniosa e divertida. Para ela, o objetivo mais importante foi trazer a reflexão e conscientização dos alunos para que possam ter atitudes precisas e justas ao se depararem com o racismo.


O aluno João Vitor Leite, da turma 1901, disse achar muito importante a feira para a descoberta de novas culturas pelos alunos. Ele ficou satisfeito com a felicidade dos professores ao verem a dedicação dos discentes para a realização do projeto.


Para o professor Luiz Moura, a Feira Raízes é uma oportunidade única dos alunos estarem em contato com a base da formação da população e aos poucos desconstruírem uma visão preconceituosa e discriminatória na qual a sociedade brasileira está imersa. Ele aponta ainda que trabalhos como esse mobilizam toda a escola e permitem ações protagonistas dos alunos, o que é fundamental para sua formação.


Para Saber Mais:

Escola Municipal Marechal Mascarenhas de Moraes

Telefone: 3895-8622

e-mail: emmmoraes@rioeduca.net

 

Contato para publicações:


  


   
           



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Segunda-feira, 29/10/2018

Feira Extraordinária

Tags: 1ªcre, eventos, projetos, ciências, protagonismojuvenil.

 

Gincana científico-literária discute diferenças, diversidade e inclusão.

 

Diversidade, diferença e inclusão são palavras presentes no cotidiano do ambiente escolar. Pensando nisso, a Escola Municipal Cardeal Leme, localizada no Bairro de Benfica, Zona Norte do Rio de Janeiro, promove espaço de aprendizagens e reflexões sobre os temas.

 

 

 


A partir do trabalho com o Livro Extraordinário, romance infantil que conta a história de um garoto especial e sua vivência quando entra na escola, os alunos discutiram e realizaram narrativas falando de gentileza, amor, cuidado, amizade, respeito, sonhos , conquistas...

 

 

 


A partir dessa sensibilização inicial com a história do garoto Auggie Pullman, os professores lançaram o desafio da realização da feira de Ciências Vivenciando as Diferenças”.

 

 

 

 

 

 

Frases do livro definiram os temas que seriam apresentados por cada turma, criando um link entre a frase do livro e o conhecimento científico, para assim cumprir tarefas de uma gincana.

 

 

 

 

 


Os desafios foram muitos! Porém, maiores foram o entusiasmo, a perseverança e o esforço de alunos e professores para a realização do grande dia da apresentação final do evento.

 

 

 


O resultado do trabalho foi apresentado em um evento com a participação da comunidade, que pôde apreciar o trabalho de qualidade que é desenvolvido pelos alunos e professores da unidade.

 

 

 

Parabéns pelo trabalho realizado !


Para Saber Mais:

Escola Municipal Cardeal Leme

Direção: Karla de Oliveira da Costa Frazão

Direção-Adjunta: Maria de Fátima Martins Ribeiro

Telefone: 3895-8642

E-mail: emcleme@rioeduca.net

 

             


   
           



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Sexta-feira, 07/02/2014

Línguas de Vinicius, Sonetos de Moraes

Tags: 5ªcre, protagonismojuvenil.

No dia 10 de maio os alunos do Ginásio Experimental Carioca Malba Tahan apresentaram uma releitura das obras de Vincius de Moraes criando um espetáculo maravilhoso, tendo à frente do projeto uma equipe de professores nota 10.

 

 

No dia 10 de maio aconteceu no Ginásio Experimental Carioca Malba Tahan, na 5ª CRE, um lindo espetáculo protagonizado pelos alunos tendo como tema Vinicius de Moraes. Um lindo espetáculo que contou com a orientação de professores engajados, que prezam a arte de interpretar, a dança e a música, através das letras deste encantador poeta.


Segundo a equipe, o trabalho foi a concretização das pesquisas e experiências dos alunos que foram realizadas de forma interdisciplinar nas aulas de Artes, Línguas Estrangeiras (Inglês e Espanhol), Português e Sala de Leitura.

 

Estiveram presentes as professoras Catharina Baptista e Gina Mor/SME, Regina Bizarro, representante do Rioeduca na 5ª CRE, professoras de Salas de Leitura e alunos dos GECs Anísio Teixeira e Rio de Janeiro, acompanhados dos seus professores.

 


Vinicius, Sonetos e Lirismo

 


Vinicius de Moraes nasceu no Rio de Janeiro em 19 de outubro de 1913, no bairro do Jardim Botânico. Foi diplomata, dramaturgo, jornalista, poeta e compositor.

 

Notabilizado pelos seus sonetos, Vinicius de Moraes carregava consigo um lirismo peculiar. Ficou conhecido como "poetinha", apelido atribuído por Tom Jobim. Era boêmio inveterado, fumante e apreciador de uísque. Foi também conhecido por ser um grande conquistador e casou-se por nove vezes.


Sua obra é vasta, passando pela literatura, teatro, cinema e música. No campo musical, o Vinicius teve como principais parceiros Tom Jobim, Toquinho, Baden Powell, João Gilberto, Chico Buarque e Carlos Lyra.

 

O “poetinha” veio a falecer na manhã de 9 de julho de 1980, de edema pulmonar, em companhia de Toquinho e de sua última mulher, a atriz baiana Gesse Gessy.

 

A Secretaria Municipal de Educação, junto às escolas da rede, está comemorando ao longo do ano letivo os 100 anos de nascimento de Vinicius de Moraes.

 


 


Conheça mais sobre a vida de Vinicius de Moraes, clicando aqui.

 

 

Línguas de Vinicius, Sonetos de Moraes – Uma Prática Interdisciplinar na Escola Pública de Horário Integral e seus Desdobramentos

 


Segundo o professor de Artes Cênicas Fabio Fortes, “a ideia da peça surgiu na primeira reunião de planejamento do ano. A coordenadora Valéria Valentim convocou o grupo de professores da escola a desenvolver projetos interdisciplinares. A professora da Sala de Leitura, Andrea Alves, propôs o Centenário do poeta Vinicius de Moraes como tema gerador das discussões. Ocorreu então a união do grupo de Línguas, Artes e Sala de Leitura, que começaram a idealizar a peça “Línguas de Vinicius, Sonetos de Moraes”. O planejamento coletivo sugeriu que os professores dessas disciplinas fossem para suas salas de aula apresentar a proposta aos alunos.


Poemas, Sonetos, Músicas de Vinicius foram os elementos indutores para a criação e a experimentação da obra do “Poetinha” no corpo e na voz dos alunos do GEC Malba Tahan. As professoras de línguas estrangeiras, Miriam Pinheiro (7°ano), Aniger Capano (8°ano) e Viviane Passos (9°ano) dividiram a interação do inglês e do espanhol da seguinte forma: o 7°ano trabalhou o inglês nas obras da "Arca de Noé", o 8°ano, as músicas de Vinicius, cantando-as em inglês e 9°ano, Sonetos e músicas em espanhol. A professora da Sala de Leitura, Andrea Alves, trabalhou com a imersão nas obras e vida do poeta. O elemento cenográfico do espetáculo foi desenvolvido pela professora de Artes Visuais, Vivian Sobrino, que conduziu a produção de ilustrações, feita pelos alunos, tendo como inspiração não só as obras do poeta como também fotografias e vida do artista. O Professor de Artes Cênicas, Fabio Fortes, produziu as encenações de cada obra. O conjunto destas práticas integrou o resultado de nossa peça, que encenou as obras em Português, Inglês e Espanhol.


Por estarmos em uma escola de horário integral, os alunos e os professores puderam interagir com mais facilidade. O encontro entre os pares é facilitado pela presença diária de todos na escola durante o período integral. Os ensaios aconteceram durante as aulas de Artes, nas aulas de Línguas e nos horários de Estudo Dirigido. Vale ressaltar a integração da equipe em prol deste resultado, que trabalhou com ensaios, cenografia, indumentária, organização, pronúncia, ritmo, cooperação mútua entre professores e alunos nesta realização. Foi um trabalho gratificante que uniu a escola e proporcionou aos alunos um contato efetivo com a obra e vida de Vinicius de Moraes”.

 


Os alunos do GEC Malba Tahan deram um show de talento e fizeram uma linda e emocionante releitura da obra de Vinícius de Moraes!

 

O painel que vemos ao fundo na foto abaixo e na foto destaque desta matéria foi criado pelos professores do GEC Malba Tahn a partir dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos nas aulas de artes.

 

 

 

 

No dia 20 de maio o GEC Malba Tahan foi convidado a reapresentar a peça Línguas de Vinicius, Sonetos de Moraes na abertura oficial do Projeto Teatro das Letras, no Centro de Formação de Professores Paulo Freire. Desta forma, as experiências proporcionadas aos alunos e ao grupo de professores envolvidos neste projeto enriqueceram o conhecimento e proporcionou uma grande valorização de suas práticas.

 

O Rioeduca congratula alunos, professores e equipe da direção do GEC Malba Tahan pelo brilhante trabalho.

 

Agradeço a parceria do professor Fabio Fortes nesta publicação.

 

Escolas e professores, participem das publicações do portal Rioeduca enviando para o representante da sua CRE projetos desenvolvidos e/ou atividades que impactaram a aprendizagem de seus alunos. Clique aqui para saber o e-mail do seu representante.

 

Visitem, acompanhem e comentem os blogs das Escolas da Rede Municipal de Educação da Cidade do Rio de Janeiro. Conheçam os blogs da 5ª CRE. Acompanhem, também, nosso grupo no Facebook: https://www.facebook.com/groups/rioeduca5cre/

 

Professora Regina Bizarro _ Representante do Rioeduca na 5ªCRE

Twitter: @rebiza

Facebook: Regina Biza

E-mail: reginabizarro@rioeduca.net

 

                               


   
           



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Quarta-feira, 29/01/2014

Ouvindo Mãos

Tags: 3ªcre, protagonismojuvenil, blogsdeescolas.

 

 

 

A professora Fabiana Costa, regente da Sala de Leitura, partilhou via e-mail uma atividade do Projeto Inclusão da E. M. Reverendo Álvaro Reis. A escola abraçou o uso da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS.

 

 

Parodio o livro Vendo Vozes, de Oliver Sacks para apresentar este projeto que envolve a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). Ela é a primeira língua dos portadores de deficiência auditiva e precisa ser aprendida como nós aprendemos a falar português em nossa primeira infância com nossos familiares. É necessário estar imerso em um universo que utilize a língua de sinais para aprendê-la. Por isso, é importante o contato do aluno surdo com a língua em seu cotidiano.

 

 

“Desde o começo do ano, nós estamos, equipe da direção, sala de recursos, professores, funcionários e instrutor de LIBRAS, buscando uma escola que seja acessível a todos, onde todos possam ser protagonistas neste meio. Como ações para tal, estamos fomentando o uso de LIBRAS por todos os alunos, colocando etiquetas, ensinando alguns sinais de comunicação simples e a datilologia (alfabeto em LIBRAS), permitindo um convívio maior entre o alunado e o instrutor e outras atitudes.”, nos relata o professor Douglas Neves, da sala de recursos.

 

Ainda segundo o professor Douglas, ao projeto político pedagógico da escola Construindo a Cidadania com a Formação de Valores foi adicionado o subprojeto Valor da Inclusão porque: “No caminho para esta sociedade (mais justa), entendemos que se faz necessário trabalhar na perspectiva da inclusão, valorizando a diversidade e fomentando a aceitação das diferenças individuais, sejam elas quais forem". O objetivo é: “Uma escola inclusiva em que todos entram e todos aprendem.” 

 


 

 

Então, com o trabalho conjunto da sala de recursos, do instrutor de LIBRAS Augusto Machado e da sala de leitura, o projeto tomou forma. Os alunos das turmas do quarto e quinto anos foram apresentados à língua de sinais e conscientizados da sua importância. Uma oficina de LIBRAS realizada pelo instrutor ensinou e fomentou o uso da língua de sinais na escola. Foram colocadas etiquetas com alguns sinais mais simples e o alfabeto de sinais (datilologia) foi divulgado. Uma música foi escolhida e, com ajuda das professoras Tatiana Moraes, da turma 1401, e Hebe Duarte, da 1501, os ensaios começaram.

O resultado podemos ver no vídeo que mostra a festa de Páscoa da escola. O intérprete de LIBRAS foi o cinegrafista emocionado do evento que registrou, entre lágrimas, a apresentação da música “cantada” na língua de sinais.

 

 

A inclusão, então, ocorre em uma via de mão dupla. O professor Douglas ainda arremata:

 

“Crescem todos: nossos alunos DA (deficientes auditivos) aprendem sua língua primeira em um ambiente em que esta é valorizada e os que não o são acabam apreendendo mais uma língua e um universo de possibilidades.”  

 

Visitem o blog da escola para conhecer um pouco mais o trabalho e o projeto. Deixem seu comentário por lá também.

 

 

 

Angela Freitas é Professora da Rede Municipal e

representante da 3ª CRE, no Portal Rioeduca.

E-mail: angela.freitas@rioeduca.net

twitter @angeladario

facebook Angela Regina de Freitas

RIOEDUCA/3ªCRE

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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