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Terça-feira, 07/08/2018

Quem sou eu? O Resgate das Minhas Memórias

Tags: 2ªcre, alfabetizacao, literatura, peja.

 

A professora Pâmmela Lôbo, regente do PEJA no CIEP Nação Rubro Negra, esteve entre os 50 finalistas do Prêmio Educador Nota 10, da Fundação Victor Civita.

 

 

O portal Rioeduca conversou com a professora Pâmmela Lôbo, que contou sobre seu trabalho no PEJA do CIEP Nação Rubro Negra e como se sente sendo finalista do Prêmio Educador Nota 10.


A educação de jovens e adultos tem como missão o resgate da cidadania de seus estudantes, através da sistematização dos conhecimentos já construídos e da ampliação do repertório cultural e acadêmico. Por se tratar do bloco 1, do PEJA 1, a primeira etapa da modalidade, a professora Pâmmela Lôbo costuma promover atividades de acolhimento direcionadas aos alunos, a fim de desenvolver a sensação de pertencimento ao espaço escolar e minimizar os sentimentos de medo e insegurança diante do novo desafio: o início da escolarização ou o retorno aos estudos formais, depois de anos afastados da instituição escolar.


Durante a diagnose no início do ano letivo, foi constatado que a maior parte do grupo era oriunda do sertão nordestino e que deixou sua terra natal, devido ao fenômeno da seca, a fome e a pobreza, para tentar uma vida melhor no Rio de Janeiro. A professora também observou que os estudantes apresentavam muita dificuldade em falar sobre si, suas perspectivas e seus desejos, já que por muito tempo suas opiniões, ideias e sonhos foram esmagados pelas desigualdades sociais presentes em nosso país.


Ao analisar a situação, concluiu que era necessário desenvolver ações para resgatar a história de cada um. A partir de então, o projeto de trabalho foi idealizado, buscando articular o processo de alfabetização às experiências dos alunos. A proposta foi embasada na concepção que traz a oralidade, a leitura e a escrita como práticas sociais, já que o sujeito participa de diversas situações comunicativas em seu cotidiano, como produtor de textos orais e escritos.

Dessa forma, a professora pensou que o primeiro passo para desenvolver a autoria dos seus alunos  seria cada um contar sua própria história, através de seu olhar e não pelo olhar do outro. Assim, além de buscar o resgate da memória e ampliar o repertório, o projeto ajudaria o estudante a entender seu contexto social, político e cultural. Afinal, não basta resgatar as lembranças, é preciso interrogá-las para mudar a realidade que nos cerca.

 

Os objetivos do projeto foram:


• Resgatar as memórias, a fim de fortalecer a subjetividade através da valorização de sua história pessoal;


• Contar sua própria história através de seu olhar e não pelo olhar do outro, desenvolvendo assim o processo de autoria;


• Compreender e refletir sobre o contexto social, político e cultural dos fatos e situações vividas;


• Apropriar-se da língua escrita e oral como meio de expressão, interação e comunicação;


• Desenvolver a expressão oral adequada aos diferentes contextos;


• Reconhecer e compreender a diversidade nas formas de falar;


• Reconhecer que textos não verbais são formas de expressão;


• Compreender diferentes discursos orais e escritos em diversas variantes e registros da Língua Portuguesa, incluindo a norma padrão (com identificação dos objetivos comunicativos);


• Valorizar a leitura como forma de conhecimento e fruição;


• Reconhecer a leitura como produção de significados;


• Reconhecer e utilizar diferentes gêneros discursivos/textuais;


• Ler e produzir diferentes gêneros discursivos, fazendo uso das estratégias de seleção, antecipação, verificação e inferências;


• Escrever textos curtos, tendo em vista as condições de produção (finalidade, gênero e interlocutor).

 

Desenvolvimento do Projeto:


O ponto de partida do projeto foi o trabalho de leitura, análise de imagem e produção de texto coletiva a partir do livro de Literatura “Guilherme Augusto Araújo Fernandes”, de Mem Fox e Julie Vivas, Editora Brinque-Book. Durante a produção do texto, a professora como escriba e mediadora do processo de aprendizagem, aproveitou o ensejo para tratar de alguns aspectos sobre a língua escrita, tais como parágrafo, pontuação, coesão, coerência e escrita adequada das palavras.


Assim, como no livro, foi feito um levantamento de objetos que poderiam despertar nossas lembranças. Cada aluno fez o seu relato oral na roda de conversa, o passo seguinte foi a elaboração de um caderno individual para registro de memórias. Ao lançar a proposta para o grupo, ficou combinado entre todos que o registro ocorreria uma vez por semana, durante o ano letivo. A intenção pedagógica do caderno foi ajudar o estudante a perder o medo do escrever, a partir de suas experiências, desenvolvendo, assim, a prática de escrita.

A análise dos registros dos alunos forneceu a professora Pâmmela subsídios para o replanejamento das ações, ao longo do ano letivo e o caderno de registros tornou-se o portfólio individual das produções escritas.

 

 

Cadernos de registros

 

A terceira etapa do projeto foi a apreciação de telas de Portinari e Ivan Cruz, que retratam as brincadeiras de crianças. É importante destacar que a biografia de ambos os artistas foi lida pela turma, antes da apresentação dos quadros. O trabalho teve como foco despertar o senso estético, aprofundar o olhar sobre os elementos visuais que compõem uma obra artística e sensibilizar o grupo a respeito da temática tratada - a infância. As telas selecionadas foram projetadas no datashow e os alunos foram convidados a falar sobre suas impressões, sentimentos e ideias que foram suscitados pelos quadros.

Em outro momento, cada estudante escolheu uma das telas exibidas para fazer uma releitura, a fim de expressar suas lembranças. Pâmmela Lôbo acredita que a releitura não é uma simples cópia de um produto artístico. O aluno se torna co-autor da tela, já que incorpora suas experiências ao produto já acabado.

 

 

Alunos fazendo a releitura da telas

 

 

Algumas releituras - Meninos soltando pipas

 

A quarta etapa foi o levantamento das brincadeiras preferidas da turma. Neste momento, notou-se que nem todos do grupo tiveram o direito de ter uma infância feliz. Este fato incomodou bastante a todos e vários questionamentos foram realizados pelos alunos. Nesse contexto, a professora organizou um debate e junto com os alunos registrou algumas hipóteses para responder as questões. Diante de tais respostas, para estimular a reflexão sobre a realidade tratada, foi exibido para o grupo o vídeo “Vida Maria”, de Marcio Ramos. A partir do vídeo, foi produzida, coletivamente, uma narrativa para contar a vida de Maria. 

Ainda tratando das indagações formuladas pela turma a respeito do direito de brincar, o próximo passo foi o debate a partir da leitura de algumas charges de jornal. Em seguida, o grupo pesquisou os direitos das crianças na internet. Também buscaram algumas respostas em notícias de jornal e no estudo da História do Brasil, procurando relacionar alguns fatos atuais com o passado.

 

 

Alunos escrevendo com o auxílio do alfabeto móvel

 

 

Atividade realizada em grupos.

 

 

A etapa seguinte do projeto foi a identificação dos Estados e regiões, onde cada aluno nasceu, no mapa do Brasil que foi projetado no datashow. As informações coletadas foram transformadas em um gráfico coletivo. Logo, foi possível trabalhar com a turma pontos pertinentes a leitura de mapas, tabelas e gráficos. Para ampliar o olhar sobre a região nordestina e não desenvolver ideias equivocadas sobre o local foram projetadas imagens de diversos mapas sobre a vegetação, clima etc e fotos que fizeram referência a cultura, vestuário, culinária, além de telas de diversos artistas que mostravam o cotidiano local, ressaltando aspectos positivos e negativos.

Em outro momento, a professora solicitou ao grupo a escolha de um dos quadros apresentados na atividade anterior para a elaboração de um texto narrativo. A tela escolhida foi “Os Retirantes”, de Portinari. A produção foi realizada em duplas para estimular a troca de conhecimentos.

Durante o processo de execução do projeto, a turma também fez alusão às lembranças a partir da culinária. Por tal motivo, o próximo passo foi registro de receitas de alguns pratos escolhidos pelo grupo. Neste momento, a docente foi escriba dos textos, visto que as receitas eram conhecidas oralmente. Isto é, o papel da professora foi sistematizar um conhecimento que era repassado através da oralidade. Logo, quando o tema foi abordado, se fez necessário tratar das nossas raízes negras, indígenas e portuguesas.


Para ampliar o repertório e trazer mais informações, a turma participou de duas aulas passeio: ao Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista e ao Museu Imperial, em Petrópolis. Foi elaborada uma notícia de jornal sobre a visita a Petrópolis para o jornal da escola. Com o objetivo de desenvolver a oralidade, os alunos foram convidados a brincar de repórter por um dia. Assim a mesma notícia que foi produzida no formato do “jornal de papel”, também foi elaborada na dinâmica do “jornal na tv”.

 

 

 

A notícia produzida coletivamente, após o passeio. As fotos foram retiradas pelos alunos.

 

Para finalizar o projeto, a partir do poema “Árvore da Vida”, de autor desconhecido, retirado da internet, foi produzido outro poema coletivo, também com o mesmo título. Inicialmente, o poema gerador da atividade foi lido individualmente e em seguida, coletivamente. Depois foi feita análise do contexto de produção e da estrutura do texto. Logo após, cada aluno escreveu uma palavra pertinente ao que foi discutido e o poema coletivo foi elaborado. Os alunos que precisaram de apoio para escrever as palavras do poema, utilizaram o alfabeto móvel.

 

 

 

Mural com o poema construído coletivamente

 

 

Cabe ressaltar que o projeto possibilitou que os eixos do processo de alfabetização (escrita, leitura, oralidade e análise linguística) fossem contemplados de forma significativa. O projeto teve como um dos objetivos colocar o aluno como protagonista de sua história e do processo ensino e aprendizagem e por isso, foi observada a redução do índice de faltas durante o período. O período de realização do projeto foi de março de 2017 a agosto de 2017.

 

• Processo de inscrição no Prêmio Educador Nota 10

 

“Resolvi me inscrever no último dia do prazo estabelecido. A maior incentivadora para que eu inscrevesse foi minha mãe. A partir de sua insistência dela, decidi sentar para fazer o relato da experiência. Com a correria do nosso cotidiano, em nenhum momento passou pela minha cabeça participar do concurso. Além disso, achamos que o que produzimos na escola para ser considerado como uma experiência exitosa requer algo grandioso. Durante o processo de elaboração do meu relato, ficou claro que a articulação da proposta com as vivências dos alunos foi o que possibilitou o sucesso do projeto.


Este exercício de registrar a minha prática foi valioso para aprimorar meu trabalho, pois foi um momento de análise e reflexão de todo o processo.” Relata a professora Pâmmela Lôbo

 

• Estar entre os finalistas:

 

“Eu fiquei muito feliz e me senti muito honrada. Tenho muito orgulho de ser professora alfabetizadora. Tenho 19 anos de carreira na Rede Municipal e alfabetizar sempre foi minha paixão. É importante dizer, que fui me constituindo professora alfabetizadora durante esse tempo através das formações que participei e das trocas de experiências com outros colegas de trabalho. Por isso, essa conquista não foi só minha, foi da Rede, de alunos e de professores, principalmente do PEJA. Mostrar as potencialidades dos docentes e estudantes do PEJA e o quanto a educação de jovens e adultos exerce um papel fundamental para uma sociedade mais justa e igualitária foi a maior vitória.


O carinho e apoio que recebi dos alunos, dos meus colegas da escola e de outros professores me deixou emocionada. Recebi muitas mensagens de incentivo. Eu só tenho a agradecer. Sou muita grata por estar onde estou, com os alunos e com meus colegas do CIEP Nação Rubro Negra.” Conta a professora Pâmmela Lôbo

 

 

Professora Pâmmela Lôbo e alunos

 

Agradecemos a professora Pâmmela Lôbo por compartilhar conosco esta experiência pedagógica de sucesso e desejamos sucesso sempre.

 

O email de contato da professora Pâmmela Lôbo é: pammelaoliveira@rioeduca.net

 

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

 


 

 

 

 

 

 

 


   


   
           



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Segunda-feira, 16/10/2017

Ao Mestre com Carinho...

Tags: 6ªcre, sala de recursos, peja.

 

A professora Cátia Silva é regente na Sala de Recursos do CIEP Dr. Adão Pereira Nunes e no PEJA do CIEP Antônio Candeia Filho. Seu trabalho dá ênfase ao brincar e à reflexão para ajudar no desenvolvimento da aprendizagem e na formação do indivíduo. Vamos conhecer um pouco do seu trabalho?

 

Cenas do cotidiano da professora Cátia Silva

 

No CIEP Dr. Adão Pereira Nunes, localizado em Irajá, ela é responsável pelo Atendimento Educacional Especializado de crianças que frequentam a Sala de Recursos Multifuncionais. Como forma de proporcionar diferentes vivências e, assim, permitir que as crianças construam seu próprio conhecimento, a base do seu trabalho neste espaço é a brincadeira.

 

Uma das crianças atendidas na Sala de Recursos é o aluno Gabriel. Ele tem seis anos e frequenta a Classe Regular do CIEP Dr. Adão Pereira Nunes, regida pela professora Débora Xavier. Diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA), ele vem apresentando um ótimo desenvolvimento cognitivo, psicomotor, emocional e social. Os jogos, aplicados através de recursos tecnológicos, tem sido de fundamental importância no seu progresso.

 

Gabriel é aluno da Educação Infantil do CIEP Dr. Adão Pereira Nunes

 

Um dos jogos utilizado com este aluno foi o “Silabando”. Ele abrange conteúdos de Língua Portuguesa e Matemática e consiste em formar sílabas; reconhecer o alfabeto; relacionar palavras as gravuras correspondentes; completar palavras com as sílabas iniciais e finais, desenvolvendo assim, a consciência fonológica. Permite também identificar a quantidade de sílabas que compõem as palavras; reconhecer os numerais envolvendo dezenas relacionando-os às suas respectivas quantidades, além de envolver a sequenciação em ordem crescente e decrescente; o reconhecimento de antecessores e sucessores, entre outros.

 

Mais importante do que proporcionar a fixação dos conteúdos, o jogo desenvolve e estimula a concentração e as atenções sustentada, conjunta e compartilhada, que são fundamentais para o desenvolvimento global dos indivíduos. ” – reforçou a professora Cátia Silva

 

Utilização do tablet como recurso para os jogos

 

Cátia Silva também atua no CIEP Antônio Candeia Filho, localizado em Acari, uma área conhecida pela violência e pelo baixo índice de desenvolvimento humano. Ela é regente do PEJA – Programa de Educação de Jovens e Adultos – e desenvolveu junto com as professoras Fabíola Cruz e Anita Generosa um trabalho de reflexão sobre o bairro em que estudam e moram.

 

Através da temática “De Acari para o Mundo”, os alunos elencaram o que há de melhor em seu bairro e quais as suas expectativas por dias melhores. Fotografaram com seus celulares tudo o que consideravam positivo em sua comunidade. Essas fotos foram enviadas, por meio do aplicativo WhatsApp, para a professora Cátia que, após imprimi-las, reuniu os alunos para a montagem das fotos e produção de um texto coletivo.

 

Alunos do PEJA do CIEP Antônio Candeia Filho

 

Em seguida, assistiram ao documentário “Acari Cultural, O Filme”, produzido por uma equipe de estudantes da Universidade Federal Fluminense, que se tornou um livro. O filme retratou a cultura produzida a comunidade por seus poetas, compositores, cantores, artistas plásticos e grupos de pagode. A professora Cátia destacou, no momento da apresentação do vídeo, a Escola de Samba Favo de Acari, as exposições de artes produzidas pelos próprios moradores, além da entrevista com Fernando, ex-aluno do CIEP, boxeador, ganhador de vários cinturões e conhecido como “Fera de Acari”.

 

Após a execução do filme, abriu-se um debate sobre a necessidade de olharmos a vida por diversos ângulos e levar para outros lugares o que há de bom na comunidade que nos cerca. “O momento foi propício também para trabalharmos os aspectos geográficos que cercam o bairro de Acari, já que a maioria dos estudantes têm dificuldade em compreender o que representam nos mapas os países, estados, municípios e bairros. ” – contou a professora Cátia Silva

 

Exibição e debate sobre o filme Acari Cultural

 

A professora Cátia Silva e seus parceiros nas Unidades Escolares em que atua têm um papel primordial na formação dos indivíduos que estão sob a sua responsabilidade e, por consequência, da sociedade. Profissionais como eles se tornam importantes mestres na propagação de conhecimentos e culturas. Com certeza, ela e seus colegas de jornada estão marcando, positivamente, a vida dos estudantes destas escolas. 

 

E você? Certamente, poderá citar um ou mais professores que marcaram sua vida estudantil. Conte para a gente e aproveite para homenagear essas pessoas especiais cujas ações, conhecimento, experiência, caráter e competência lhe serviram de modelo. Feliz Dia do Professor!

 

Quer saber um pouco mais sobre o trabalho desenvolvido pela professora Cátia Silva?

Entre em contato!

Professora Cátia Silva

E-mail: catiaregina16@gmail.com

Telefone: 3372-5440 ou 3372-6171

 

Não esqueça de deixar o seu comentário! Ele é muito importante para nós!

Até a próxima semana!
 


   
           



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Quarta-feira, 27/09/2017

Encontro de alunos do PEJA na 3ªCRE

Tags: 3ªcre, peja, encontro.

 

   A noite de 29 de agosto de 2017 foi muito especial para as unidades  da 3ªCRE. Nela aconteceu mais um Encontro Regional dos alunos do PEJA. Trocas de experiências, mostra de trabalhos e apresentações inesquecíveis rechearam de emoção o evento que, como sempre, foi um sucesso

 

 

Segue o release das apresentações:

E.M. Engenheiro Roberto Magno de Carvalho

Os alunos do PEJA apresentarão um jogral e a leitura de um acróstico- “A Escola que temos e a escola que queremos”, com a tradução simultânea em libras através do aluno que é deficiente auditivo e um vídeo sobre a paz.

E.M. Jose Verissimo

Os alunos das turmas de PEJA I e PEJA II da Escola Municipal José Verissimo apresentarão uma poesia em forma de jogral chamada “O sistema” do escritor Eduardo Galeano.

E.M. Eurico Salles

A escola diz que para não se calar frente as injustiças vão cantar. O coral apresentará a canção “ Dias melhores “ de Jota Quest”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E.M. Thomas Mann

A Escola Municipal Thomas Mann traz a apresentação de um coral, com a música “Apesar de você” de Chico Buarque.

E.M. Alcide de Gasperi

A escola traz o rap da felicidade, com poesia: “Amor, Igualdade, Justiça e Liberdade”.

E.M. Edgard Sussekind de Mendonça

A escola traz para nosso encontro um momento voz e violão com a música “A Paz”.

 

 

E.M.Nereu Sampaio

O PEJA da Escola Municipal Nereu Sampaio traz para o encontro de alunos, uma mensagem com interferência de trechos musicais trabalhados no projeto da escola ao longo deste ano. Para a elaboração foram utilizados trechos do texto produzido pela unidade escolar para o encontro, bem como trechos de músicas da MPB utilizadas para ampliar nossa discussão.

E.M. Sarmiento

Os alunos da Escola Municipal Sarmiento tiveram como objeto de estudo a letra da música “Que país é esse” do grupo Legião Urbana e hoje estão aqui para apresentarem o tema em forma de uma dramatização.

E.M.Alagoas

Os alunos apresentarão uma dramatização representando os trabalhadores das regiões do Brasil, finalizando com a música “Trabalhadores do Brasil”.

 

 

E.M. Rubens Berardo

Cada autor trabalhado será representado por um aluno fazendo um paralelo desse autor com o tema "É preciso que as pessoas se respeitem. Não podemos nos calar diante das injustiças."

A escola finalizará com a declamação, de parte de um desses poemas.

E.M. Isabel Mendes

A Escola fará uma apresentação teatral baseada no manifesto “Elas por elas”, onde serão relatados atos verídicos vividos por mulheres.

E.M. George Sumner

A Escola Municipal George Sumner apresentará o “Rap da EJA – É urgente esse grito”, em consonância com o tema discutido nas aulas, durante a construção do texto coletivo.

 

 

CIEP Patrice Lumumba

O CIEP apresentará um trabalho sobre diversidade cultural na alfabetização, com apoio do forró.

 

E.M. Republica El Salvador

Os alunos trazem para nosso encontro um vídeo onde retrata a peça teatral “Na fila- um pouco da história do Brasil”, baseado na crônica de Luís Fernando Veríssimo.

Alguns depoimentos de participantes revelam o quanto esse momento de aprendizagem diferenciada foi importante para toda a comunidade escolar:

Foi emocionante e gratificante acompanhar todo o processo de construção desse momento! Profª Ana Luisa F.Martins Oliveira
 

"Ontem, nos emocionamos, nos admiramos, nos encantamos e vivemos momentos muito felizes, por conta do "XII Encontro Regional de Alunos do PEJA". Porém, para que todo esse sucesso pudesse acontecer, contei com muitas pessoas, desde a fase de planejamento até a realização efetiva do evento.
Os agradecimentos são muitos. Agradeço imensamente a todos:
- À minha equipe do PEJA- Ana Luisa- incansável e sempre disponível;
- Às "meninas da GED", Ângela, Christina, Ana Paranhos e Karina. Um especial agradecimento a Tânia, que fez desde lavar e carregar maçãs do lanche comigo até apresentar os releases do evento;
- À Sandra Martorelli pela ajuda com a arte do banner;
- À Ana Carolina da GIN, parceira com os lanches dos alunos;
- À AIT, com o auxílio do André com as mídias;
- À Direção da EM Sarmiento por ter recebido e armazenado os lanches;
- Ao Sergio e a Ana Maria (Almoxarifado) amigos prestativos e disponíveis;
- Ao Rodrigo por ajudar a carregar os lanches e as águas;
- Aos Professores Orientadores pelo empenho e dedicação para que o evento acontecesse de forma brilhante;
- Aos professores regentes do PEJA, que se empenharam nos ensaios e nas apresentações;
- Aos Diretores que viabilizaram materiais e tudo o mais que fosse preciso para a exposição de trabalhos e as apresentações. Um especial agradecimento as Diretoras Elizabeth, da EM José Veríssimo e Kátia , da EM Alcide de Gásperi, por estarem presentes, prestigiando o evento;
- A todos os alunos do PEJA, que deram um exemplo de cidadania, educação, respeito e participação coletiva e ainda, pelas belas e emocionantes apresentações.Peço que levem a todos os alunos meus agradecimentos e meus parabéns!
Um abraço carinhoso a todos!" - Inácia Alvarenga

 

"Deixo aqui também registrado meus PARABÉNS!

Tive a oportunidade de me emocionar, me encantar e alimentar ainda mais os meus sonhos para a Educação. PEJA é um programa que faz acontecer, é VIDA! E como disse nosso amado Paulo Freire: 'Em um país como o Brasil, manter a esperança viva é em si um ato revolucionário.'

Mais uma vez PARABÉNS! Continuemos compartilhando sonhos!" Hérica Marinate - GEJA

 


   
           



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Segunda-feira, 31/07/2017

Adulto Também Aprende Brincando!

Tags: 1ªcre, projetos, peja, educacaodejovenseadultos.

 

O emprego da ludicidade no ensino da Matemática foi a tônica em atividade com turma de Jovens e Adultos no Caju.


Localizado no Bairro do Caju, o CIEP Henfil atende turmas que vão da Educação Infantil ao 5º ano, atendendo também turmas de Programa de Educação de Jovens e Adultos.


E para quem acha que Brincadeira é coisa de criança, ainda não frequentou uma aula da professora Márcia da Silva Fonseca, regente de matemática em turmas do PEJA.

 

 

Buscando caminhos para melhor desenvolver habilidades e competências para compreensão de conceitos matemáticos, a professora Márcia resolveu transformar a aula de matemática numa grande brincadeira, estimulando os alunos para a aprendizagem dos conceitos matemáticos de valor absoluto, valor relativo, cálculos e escrita dos números.

 


 

Na atividade, a professora propôs um jogo de boliche. Criou uma legenda de cores para representar a Unidade, a Dezena e a Centena, um quadro para colocar a garrafa abatida (valor absoluto) , um quadro para colocar o valor relativo dos algarismos, um quadro para fazer adição e outro para registrar os números por extenso. Cada quadro valia 5 pontos. A turma foi dividida em grupos com quatro alunos cada, tendo direito a quatro jogadas cada grupo. O objetivo era fazer com que os 4 jogadores de cada grupo passassem por todos os quadros, ganhando quem fizesse maior número de ponto na soma dos quatro quadros. No caso de empate, ganhava quem fizesse maior pontuação no quadro da adição.

 


Para a professora Márcia, “provocar e estimular a interação entre os alunos e conscientizar para a importância da questão ecológica da reciclagem de materiais além colaborar para a inclusão de alunos com necessidades especiais, foi o maior legado da atividade".

 


Para saber Mais:

CIEP HENFIL – Rua Carlos Seidl, s/nº - Caju

E-mail: ciephenfil@rioeduca.net

Diretora: Izabel Cristina Marçal Gonçalves

Diretora adjunta: Micheli Oliveira da Silva Gomes

Diretora adjunta: Luciana Caetano Barboza

Coordenadora pedagógica: Anna Paula Huss
 

 


   
           



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