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Quarta-feira, 05/09/2018

Cantar e Brincar é só começar!

Tags: 8ªcre, edi, brincar, música.

 

O projeto "Cantar e Brincar é só começar" está sendo realizado no Espaço de Desenvolvimento Infantil Vila do Vintém, trazendo uma combinação de músicas, histórias e muitas brincadeiras.

 

 

 

 

A Educação Infantil consolidou-se como uma importante etapa da vida escolar, por ser um espaço de desenvolvimento da personalidade e dos alicerces da aquisição de conhecimentos sobre si e sobre o mundo.

Na Educação Infantil as crianças recebem muito mais do que cuidados com a higiene e alimentação, elas são estimuladas a desenvolver diversas habilidades em diferentes áreas do conhecimento.

Nessa etapa, a brincadeira é coisa séria! Uma das modalidades de aprendizagem se dá através da musicalização. O brinquedo cantado faz parte do universo infantil, portanto aprender através dele é algo muito natural para os pequenos estudantes.

 

 

 

 

Através da música é proporcionado à criança o desenvolver da comunicação e da expressão de seus sentimentos, além de melhorar a capacidade de concentração, memória e desenvolvimento da criatividade.

No Espaço de Desenvolvimento Infantil Vila do Vintém, o projeto "Brincar e Cantar é só começar" nasceu da parceria da professora e poetisa Juçara Araujo e do Professor de música Daniel Martins.

A cada semana, as crianças do EDI Vila do Vintém têm a oportunidade de vivenciar a música de diversas formas: através de histórias, brinquedos cantados, fantoches e manuseio dos instrumentos musicais.

 

 

 

O professor Daniel Martins apresenta para as crianças um repertório variado para a apreciação. Ele faz a mediação e acompanha a reação dos pequenos diante de cada estilo musical.

 

Juntamente com as músicas, as histórias são contadas pela professora Juçara Araujo que se transforma na dona Benta do Sítio do Picapau Amarelo. Após se caracterizar, a professora combina sons e contos que deixam as crianças vidradas e totalmente inseridas no mundo do faz de conta! E assim, de histórias em histórias, os personagens entram e saem da escola, as crianças compartilham alegrias e aprendizagens e tudo isso num ambiente repleto de musicalidade!

 

 

 

O Rioeduca parabeniza o EDI Vila do Vintém pela realização desse projeto!

 

 

 

Para entrar em contato com a escola: edivintem@rioeduca.net

Diretora: Professora Gabriela Klein

Diretora Adjunta : Professora Leila Cláudia Góes

Professora Articuladora : Professora Cláudia Abreu

 

 

Entre em contato com o Rioeduca e envie o projeto da sua escola para divulgação.

 

 


   
           



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Sábado, 04/08/2018

Pelo Brasil, o EDI Arthur Nory vestiu a camisa da igualdade, paz e união!

Tags: 9ªcre, edi, projeto, copa do mundo.

 

No EDI Medalhista Olímpico Arthur Nory Oyakawa Mariano toda comunidade escolar foi envolvida com as crianças da creche e pré escola no sub Projeto "Pelo Brasil eu visto a camisa da igualdade da paz e da união. Essa também é nossa paixão!”

 

 

 

Idealizado pela gestão da U.E e elaborado junto a equipe pedagógica, o sub Projeto "Pelo Brasil eu visto a camisa da igualdade da paz e da união. Essa também é nossa paixão!” foi desenvolvido no período de 18 de junho a 21 de junho de 2018 com o objetivo promover e estimular o processo de ensino aprendizagem de maneira lúdica, conhecendo os países participantes da copa do mundo 2018 no que tange a cultura, costumes, suas bandeiras, cores e significados. Promovendo a interação das famílias junto a escola, trazendo experiências ricas e significativas de convivência, respeito, cooperação, superação e amizade.

O projeto foi iniciado dentro das atividades de rotina das crianças, como roda de conversa e contações de histórias, falando sobre o futebol e o grande evento mundial desse esporte, a copa do mundo.

Depois foi realizado a confecção das bandeiras dos países participantes, dando destaque as cores usadas e seus significados, associando suas cores a objetos, alimentos entre outros que fazem parte do nosso cotidiano.

 

 

 

A escrita também fez parte da criação de camisas de time feitas de papel com seus respectivos nomes, reprodução do nome de países associados as bandeiras, e enfeites para distribuir as torcidas.

 

 

 

 

O ponto alto do projeto se deu com a Copinha Nory, onde os pais e responsáveis foram convidados a comporem a torcida das turmas respectivas a seus filhos e juntos vestirem a camisa verde ou amarela conforme o time composto pelas turmas do mesmo segmento.

 

 

 

 

Família e escola juntos vivenciando experiências ricas e significativas de convivência, respeito, cooperação, superação e amizade. Aliados a aquisição de conhecimento e a pluralidade cultural representados nesse evento e na exposição de todos os trabalhos desenvolvidos. 

 

 

 

 

Além de estimular o sentimento de patriotismo que certamente é despertado durante esse que é um dos maiores eventos esportivos já conhecidos, a copa do mundo.

 

 

 

 

A comunidade escolar participante avaliou como uma atividade prazerosa e muito dinâmica que certamente ficará registrada na memória afetiva das crianças e de todos envolvidos nessa seleção campeã Arthur Nory.

 

Quer saber mais sobre este projeto, entre em contato:

EDI Medalhista Olímpico Arthur Nory Oyakawa Mariano

Endereço: Rua do Goiabal S/N Inhoaíba, Rio de Janeiro _RJ

Telefone: (21) 3161 - 4094

 

Contato para publicações:

 

 


   
           



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Quinta-feira, 26/07/2018

Brincar, descobrir e construir no EDI João Fernandes Filho

Tags: 9cre, edi, projeto, indigenas.

 

 “Vem... vamos brincar, descobrir e construir com os artistas brasileiros”

 

 

 

O EDI Professor João Fernandes Filho, situado no bairro de Campo Grande, no Rio de Janeiro, recebeu a visita de um casal de índios Guajajára. Os Tenetehára (‘verdadeiro ser humano’) ou Wazaizára (‘dono do cocar’), conhecidos também através da literatura como Guajajára, localizados em sua maioria ao sul do estado de Maranhão, são falantes de uma língua pertencente à família linguística Tupi-Guarani. Essa língua é o Ze’egté (‘língua verdadeira’) , mais conhecida na literatura especializada com o nome de Guajajára. 

 

Segundo levantamentos recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os Tenetehára-Guajajára possuem 11 (onze) terras registradas e homologadas, com mais de 90 (noventa) aldeias, banhadas pelos rios Mearim, Corda, Grajaú e Pindaré, Gurupi, Karú e Turiassu – a maioria localizada nos municípios de Barra do Corda, Grajaú e Jenipapo dos Vieiras, ao sul do estado do Maranhão, Amazônia.

 

Casal de índios Guajajára em visita ao EDI João Fernandes Filho

 

 

O casal de índios passou uma manhã agradável no espaço, onde interagiram com toda a comunidade escolar. A visita foi uma das ações previstas do projeto “Vem... vamos brincar, descobrir e construir com os artistas brasileiros”. Portanto, para recebê-los, foi montado, no espaço escolar, um cenário semelhante a uma aldeia indígena, composta por oca, rede e alimentos naturais, proporcionando aos pequenos uma ambientação indígena. O casal encenou, com a ajuda de dois alunos, a lenda dos pássaros Jacutinga. Além disso, pintaram os alunos com traços indígenas, dançaram, cantaram e mostraram seus instrumentos, cestarias, cocares e artesanatos.

 

Na visão dos palestrantes, o índio dança para celebrar um cacique, boas safras, o amadurecimento de uma fruta ou uma boa pescaria, para homenagear os mortos em rituais fúnebres e até para espantar doenças. Então, aproveitaram o momento para dançar em agradecimento à hospitalidade das crianças e dos profissionais da Unidade Escolar.

 

 

Crianças na oficina de pintura corporal com os índios Guajajáras

 

Os Guajajára mostraram seus artesanatos, que são confeccionados há séculos por seu povo. Tradicionalmente, esses objetos eram usados no dia a dia e nos rituais, porém hoje são comercializados, como fonte de renda e para manter a cultura viva. A produção deles envolve toda a família, assim são confeccionados  cestas, instrumentos musicais, esculturas em madeira, utensílios de caça e adornos.

 

Os indígenas pintam o corpo não só para enfeitá-lo, mas também para defendê-lo contra o sol, os insetos e os espíritos maus. Nesse contexto, durante a visita ao EDI Professor João Fernandes Filho, os Guajajára também produziram uma oficina de pintura corporal.

 

 "Foi um momento encantador e inesquecível, pois nos proporcionou um novo olhar para estes grandes artistas genuinamente brasileiros, além de ensinar o respeito, a troca, o carinho e a amizade. Relato de um membro da comunidade escolar.

 

 

As crianças nas descobertas sobre a diversidade cultural dos povos indígenas

 

 

O projeto “Vem... vamos brincar descobrir e construir com os artistas brasileiros” tem como principal objetivo conhecer e reconhecer artistas brasileiros da música, pintura, literatura, escultura, por meio de vivências com as crianças, com as famílias e com os profissionais. Tudo isso sempre prezando por uma formação contra o preconceito, a discriminação e o racismo.

 

Segundo os PCN's, é preciso que o aluno conheça e valorize a pluralidade do patrimônio sociocultural brasileiro, bem como aspectos socioculturais de outros povos e nações, posicionando-se contra qualquer discriminação baseada em diferenças culturais, de classe social, de crenças, de sexo, de etnia ou outras características individuais e sociais.

 

“Cultura indígena e gentileza fazem parte da arte brasileira”.
Mara Gilbert

 

Parabéns pelo trabalho, EDI Professor João Fernandes Filho!

 

 

Saiba mais sobre o projeto:

EDI Professor João Fernandes Filho

Telefone: (21) 3394-2584

E-mail: edijfernandes@rioeduca.net

Diretora Geral: Cristina Lima

 

 


   
           



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Terça-feira, 17/07/2018

Era Uma Vez ... No Ensino Especial do EDI Eu Sou

Tags: 7ªcre, edi, inclusão.

 

O EDI Eu Sou recebeu a equipe do Projeto Agentes da Inclusão estreando a Ação “Era uma vez” para alunos da Educação Infantil

 

 

O Instituto Municipal Helena Antipoff – Centro de Referência em Educação Especial, apresenta o Projeto Agentes da Inclusão que faz parte da Sala de Leitura Professora Sônia Maria Maltez Fernandez, sob a responsabilidade da Professora Tatiane Cunha.

 

Este projeto justifica-se por compreender que a riqueza existente na diversidade humana é reconhecer a escola como espaço propício para diálogo, a reflexão e o debate sobre a equidade de oportunidade, enfrentamento, à discriminação e o respeito à pessoa com deficiência.

 

A equipe estreou no dia 4 de julho no Espaço de Educação Infantil Eu Sou a Ação “Era Uma Vez”, para alunos da Educação Infantil. O grupo é formado por jovens com deficiência, que superaram a diversidade e com muita criatividade e protagonismo no Projeto Agente de Inclusão, nas ações:

 

  • O relato sobre o tema da Diversidade no Contexto Escolar com casos bem sucedidos de inclusão;
  • Oficina Pedagógica para a Diversidade;
  • A ação Era Uma Vez, para os alunos da Educação Infantil.

 

 

A história contada, cantada e encenada foi “O anel, o pescador e o rei”. Que deixaram adultos e crianças encantadas e hipnotizadas com a destreza desses jovens que são muito mais do que especiais no sentindo amplo da palavra. Raphael, Larissa e Priscilla são os jovens que atuam no projeto com grande destaque.

 

Nosso EDI teve o privilégio de ter sido o primeiro a presenciar o evento. Foi emocionante ver aqueles jovens atuando e interagindo com as nossas crianças. Nós professores da educação Infantil não temos a dimensão do futuro dos nossos alunos de um modo geral, que por serem tão pequenos ainda não nos dão muitas respostas.

No entanto, o que vivenciamos nos deu a perspectiva do sucesso da inclusão. Gostaríamos que todas as escolas e todas as famílias tivessem essa experiência. Momentos como esses são motivadores, nos dão a certeza de que estamos no caminho certo e que a inclusão no ambiente escolar é muito mais do que repasse de conteúdos formaisDestaca Vanessa, diretora do EDI EU SOU.

 

 

Sendo assim, muito emocionados e com o coração transbordando de alegria, encerramos nosso texto, registrando nossa gratidão ao Instituto e a Professora Tatiana por esse lindo Projeto.

Parabéns!

 

Quer saber mais sobre?

EDI Eu Sou (07.16.810)

Endereço: Rua Cândido Benício, 2399 - Praça seca

Diretora: Vanessa Simões

Adjunta: Estela Squiaque Vieira Humbelino

Tel.: 2435-4276

 

Contato para publicações:


   
           



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