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Terça-feira, 28/03/2017

Saberes e Sabores

Tags: 2ªcre, alfabetizacao, alimentação, saudável.

 

Partindo do pressuposto de que a escola é um espaço propício para promover atitudes favoráveis a práticas de boa saúde, formação de valores e hábitos saudáveis, o projeto “Saberes e Sabores” surge como artifício a contribuir para a conscientização dos alunos nas escolhas que envolvem sua alimentação.

 

A professora Neadel Kovalski, da Escola Municipal Maria Leopoldina, enviou ao portal Rioeduca o relato do projeto “Saberes e Sabores” desenvolvido com as turmas de primeiro ano, que tem como objetivo principal incentivar hábitos de vida saudável.

A professora nos conta que a alimentação dos alunos foi observada durante os meses que antecederam o projeto. Foi visto que os lanches enviados pelas famílias, em sua maioria, eram industrializados (salgadinhos, biscoitos recheados, refrigerantes, biscoitos com corante, frituras...) e no almoço oferecido pela escola, muitas crianças escolhiam arroz, feijão e proteína, deixando de lado os legumes, verduras e frutas.

 

Visita ao hortifruti.

 

Acreditando que a escola exerce um papel importante junto às famílias propiciando a promoção de valores, hábitos saudáveis e aprendizagens significativas, a equipe pedagógica considerou uma boa forma de agregar a alfabetização o incentivo a mudanças de hábitos saudáveis e reeducação alimentar de forma lúdica, prazerosa e educativa.

Durante o projeto os alunos tiveram acesso a diversos tipos de atividades como: leitura de diferentes tipos de textos e livros, pesquisas, produção de saladas de frutas, conheceram a pirâmide alimentar, visitaram um hortifruti e, inclusive, produziram um pequeno livro sobre alimentação saudável. É importante ressaltar que o projeto foi desenvolvido de forma interdisciplinar e com a participação de toda a comunidade escolar.

 

Horta na escola.


Esperava-se que ao final fosse possível perceber a amplitude do projeto nas famílias, “ajudando” com os trabalhos de casa, pesquisas, aula aberta e passeios. A repercussão foi muito boa. Inclusive com parceria, participando no envio de lanches saudáveis para a festa e a preocupação com o lanche das crianças. O relato e agradecimentos após a apresentação feita como culminância foi o retorno concreto.

 

Livro de receitas produzido pelos alunos.

 

O projeto “Saberes e Sabores” foi desenvolvido de forma transversal e interdisciplinar promovendo a construção de conhecimento crítico, estimulando a alfabetização (o uso da função social da leitura e escrita) e o viver mais saudável hoje e no futuro.

 

Encerramento do projeto "Saberes e Sabores"

 

Partindo do pressuposto que uma ação desta natureza não se desenvolve plenamente tendo como alvo somente os alunos, o desejo foi que toda comunidade escolar (professores, alunos, funcionários e os responsáveis dos alunos) participasse direta ou indiretamente objetivando a construção de um conhecimento que estimule a busca de um viver saudável hoje e no futuro, foi parcialmente alcançada. As “Tias” da Cozinha (merendeiras) participaram com interesse e carinho das atividades relacionadas à horta, reaproveitamento de alimentos e na confecção de lanche saudável, além do famoso e carinhoso estímulo na hora do almoço para que os pratos estivessem sempre coloridos.

Agradecimentos a professora Neadel Kovalski por compartilhar conosco este projeto de estímulo aos hábitos saudáveis e parabéns a toda comunidade escolar pela participação e sucesso do trabalho.

O contato da professora Neadel Kovalski é sra.naedel@gmail.com

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

Renata Carvalho - Professora da Rede e representante do portal Rioeduca na 2ª CRE

renata.carvalho@rioeduca.net

 

 


   
           



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Quinta-feira, 23/03/2017

Diagnose: investindo na alfabetização das crianças na 9ªCRE

Tags: 9ªcre, alfabetização, diagnose.

 

Ler, escrever e calcular são habilidades fundamentais para as crianças terem sucesso em sua trajetória escolar. Assim, iniciamos o ano letivo de 2017 com as orientações para a Diagnose das turmas de 1º, 2º e 3º ano do Ensino Fundamental. A Gerência de Educação da 9ª CRE se reuniu com os Coordenadores Pedagógicos para orientar sobre as atividades de diagnose com vistas a favorecer o processo de alfabetização de todas as crianças.

 

 

“Quando o professor começa a falar de escrita para as crianças, precisa lembrar-se de que a maioria delas já tem informações a respeito. Se ele fizer com que elas explicitem essas informações, conversando a respeito do que sabem, terá um bom motivo e um caminho interessante para ensinar a ler e a escrever.” (Cagliari, 2009, p.119).

 

A alfabetização é um momento muito importante na trajetória dos alunos. As habilidades de Leitura, Escrita e Matemática são fundamentais para seu sucesso escolar e são parte da Diagnose para alunos do 1º, 2º e 3º ano, encaminhada pela equipe da Coordenadoria de Educação, através da Circular E/SUBE/CED nº 004/2017. Para direcionar as orientações da CED sobre a realização da Diagnose, a equipe da Gerência de Educação da 9ª CRE reuniu-se com os Coordenadores Pedagógicos em fevereiro. 

 

 

O Coordenador Pedagógico é reconhecido como um par importante no processo educativo, por ser um parceiro do professor na realização do trabalho pedagógico e nas propostas para as crianças. Encontros e reuniões com boas discussões entre a GED e os Coordenadores Pedagógicos faz parte de uma parceria já antiga que contribui para o bom desempenho das escolas e repercurte na prática do professor.

 

 

A Professora Patrícia, da E. M. Mafalda Teixeira Alvarenga é regente de uma turma do 2º ano, que ela acompanha desde o 1º ano, no ano passado. Viveu os primeiros dias de aula conhecendo os momentos de aprendizagem de cada aluno e de toda a turma, e ainda firmaram juntos novos combinados para este ano letivo. O trabalho pedagógico visa ampliar as habilidades iniciais da alfabetização, por isso é importante conhecer o que sabem as crianças hoje e prosseguir com uma proposta de planejamento que torne as crianças capazes de cumprir habilidades básicas com relação a Leitura, Escrita, Matemática e as demais áreas.  

 

 

“Com a diagnose não se pretende buscar o que “falta”, mas sim o que cada criança já construiu e o que ainda precisa construir para conseguir apropriar-se da leitura e da escrita, desenvolvendo, concomitantemente, o seu raciocínio lógico. Esta é a função da escola: construir conhecimento.” (Caderno de Diagnose, 2017, p. 04 )

 

 

 

 

Professores e coordenadores pedagógicos devem informar as realidades diagnosticadas. Estas informações podem ajudar na construção das propostas de trabalho para a alfabetização de todas as crianças na idade certa, cumprindo as habilidades necessárias nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Com a avaliação das habilidades das crianças, das turmas e escolas nas mãos, Gerência de Educação, Coordenadores Pedagógicos e professores podem construir caminhos com ações específicas para o sucesso escolar dos alunos na 9º CRE.
 


   
           



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Terça-feira, 14/03/2017

Meu Bichinho de Estimação

Tags: 2ªcre, alfabetizacao, literatura.

 

A professora Silvia Kirschbaum produziu um livro junto com sua turma de segundo ano do CIEP Doutor Bento Rubião. A apresentação do livro à comunidade escolar aconteceu em uma manhã de autógrafos.

 

"Meu Bichinho de Estimação" - Livro produzido pelos alunos do segundo ano do CIEP Doutor Bento Rubião


 

A fase da alfabetização é sem dúvida uma das mais importantes da vida escolar do aluno. A professora Silvia Kirschbaum contou ao portal Rioeduca o processo da construção de um livro com os alunos do segundo ano.


“Primeiramente porque considero a Instituição Escola como produtora de cultura. Em segundo lugar, acredito que todos nós podemos nos tornar autores, principalmente nossos alunos. E o fato de nossos alunos observarem suas próprias produções, sejam elas verbais ou pictóricas, publicadas em livros, ou em outras diversas formas de publicações, assim como expostas em murais da escola ou da sala de aula, contribuem para a formação da identidade social de cada um deles, além de reforçarem sua autoestima. Assim, buscava um tema para editar um livro escrito e ilustrado por eles. Minha turma, composta de estudantes muito falantes, apresentava ao mesmo tempo a timidez ao falar justamente nas rodas de conversa. Entretanto, eu os observei muito expressivos ao contarem a história de seus bichos de estimação. Esta conversa de roda surgiu espontaneamente e todos tinham uma história a contar. Uma história interessante, um causo. Na mesma hora, eu disse para eles que faríamos um livrinho com suas histórias. ”  Professora Silvia Kirschbaum.

O objetivo do projeto didático pedagógico era relacionar a oralidade com a escrita, fixando a escrita dos nomes próprios. O primeiro passo foi a elaboração de um texto coletivo no blocão em forma de tabela, onde foram registrados quais são os animais de estimação de cada aluno e qual é o nome próprio de cada um deles.

 

Registro no blocão

 

Em um segundo momento a turma participou de leitura de livros infantis, que tinham animais como personagens. Neste momento, o objetivo foi ampliar a leitura de diferentes narrativas que apresentassem relação do ser humano com animais, de forma explícita ou implícita.

A professora fazia votação com os alunos do livro a ser lido, aproveitando para praticar a cidadania e também para desenvolver neste momento a leitura e interpretação de gráficos, fixando o pensamento matemático.

 

Escolha do livro a ser lido pela turma.

 

No momento da escrita, os alunos puderam escrever sozinhos seus textos ou contar com a colaboração da professora e dos colegas. Após a escrita os textos foram revisados de forma coletiva ou individual, mostrando aos educandos a necessidade de revisar o texto após a escrita.

 

Revisão do texto junto com a turma.

 

“Quando comecei a editar as páginas do livro com os textos já revisados, no computador de casa, eu as levava para a sala de aula no dia seguinte e apresentava a produção à turma na forma de projeção, utilizando o Datashow. Nós líamos todos juntos o texto, então digitado e editado. Depois conversávamos e eu escutava suas opiniões.” Professora Silvia Kirschbaum

Durante a produção da capa do livro, a professora projetou no quadro branco uma história de Ruth Rocha, “A Escolinha do Mar”. Mostrou a capa do livro, dialogando com os alunos sobre a função de uma capa de livro, quais os elementos verbais e não verbais aparecem na capa. Neste dia também foi escolhido o nome do livro, através de votação.

A apresentação do livro à comunidade escolar aconteceu em uma reunião de responsáveis. A professora Sílvia relata como foi este encontro.

“A manhã de autógrafos me surpreendeu, a presença foi praticamente da metade da turma. Tanto os alunos como os pais demonstraram emoção e gratidão por um momento tão importante para a vida dessas crianças. Para mim, esta experiência deve ser renovada a cada ano. É muito interessante o resultado de editar produções da escrita dos estudantes do município, pois muitas escolas ainda buscam de seus alunos apenas produções escolares. Acredito que a escola deve produzir cultura, valorizando assim a cultura que as crianças produzem, pois criança é um ser pensante e criativo em crescimento.”  Professora Silvia Kirschbaum

 

Professora Silvia e aluna na manhã de autógrafos.


A professora Silvia Kirschbaum agradece o incentivo e as orientações da professora Regina Martins, que acompanhou a turma através do projeto Escola em Foco.

O portal Rioeduca agradece a professora Silvia por compartilhar conosco esta rica experiência do processo de alfabetização.

O contato da professora Silvia Kirschbaum silviabaum@gmail.com

 

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

 

Renata Carvalho - Professora da Rede e representante do portal Rioeduca na 2ª CRE

renata.carvalho@rioeduca.net

 


 


   
           



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Terça-feira, 15/11/2016

Quem lê mais, escreve melhor!

Tags: 6ªcre, alfabetização.

 

 

 

Os professores da Escola Municipal Guilherme Tell utilizaram a Semana de Alfabetização, realizada no segundo semestre deste ano, para realizar uma exposição dos trabalhos realizados por alunos e professores sobre a leitura e a escrita nos anos iniciais.

 

As atividades foram desenvolvidas na Semana de Alfabetização, realizada no período de 05 a 09 de setembro

 

Na Escola Municipal Guilherme Tell, localizada no Parque Anchieta – RJ, o processo de alfabetização não está restrito à sala de aula. Os alunos são estimulados a ler e a escrever em todos os espaços. Para qualquer lugar que se olhe é possível perceber um ambiente que traz a leitura e escrita para a rotina das crianças, envolvendo-as em situações nas quais elas são utilizadas.

Na semana de 05 a 09 de setembro, além de expor os jogos e os trabalhos de alfabetização realizados no primeiro semestre, os professores criaram novos espaços de leitura e escrita dentro da escola. Duas tendas temáticas foram criadas: Espaço de Criação Textual e Espaço de Leitura

 

Tenda Espaço de Leitura

 

Na primeira tenda foram colocados vários tipos de gêneros textuais e materiais de escrita. O espaço era monitorado pelos alunos do quinto ano, que se revezavam para orientar sobre os escritores da tenda. Todos os textos produzidos pelas crianças que visitavam este espaço foram expostos pelas paredes.

O segundo ambiente tinha por objetivo motivar o prazer pela leitura. Nela foram desenvolvidas várias atividades: leitura livre, contação de histórias e dramatizações. Na leitura livre cada aluno teve a oportunidade de escolher o livro que mais lhe chamou a atenção. Professores e alunos se revezaram na contação de histórias para uma plateia formada por alunos de diversos anos de escolaridade. A dramatização, um dos momentos mais esperados, proporcionou momentos riquíssimos de crescimento cultural.

 

Dramatização e leitura livre

 

Os professores da Escola Municipal Guilherme Tell têm como meta realizar ações conjuntas para dar continuidade ao processo de alfabetização, em que os pequenos leem e escrevem sobre suas experiências, sobre o mundo. Para atingir este objetivo, lançam mão de vários recursos com o propósito de atingir aos interesses dos alunos. Assim, aprende-se a ler e escrever todo o tempo, em qualquer disciplina e em qualquer espaço.

Quem lê mais, escreve melhor! O indivíduo alfabetizado tem seu universo ampliado e pode exercer de forma digna sua cidadania. Parabéns a todos os professores da Escola Municipal Guilherme Tell por oportunizar, desde os anos iniciais da escolarização, que o aluno construa seu conhecimento num processo de alfabetização que considere suas vivências, que relacione os conteúdos com a sua realidade, que desenvolva suas capacidades de argumentar, ou seja, que promova a formação de um cidadão crítico e participante da sociedade.

 

Exposição de jogos de alfabetização

 

Quer saber um pouco mais sobre o trabalho desenvolvido pelos professores da Escola Municipal Guilherme Tell? Entre em contato com eles!

Escola Municipal Guilherme Tell / (21) 3358-1113
E-mail: emtell@rioeduca.net

 

Não esqueça de deixar o seu comentário! Ele é muito importante para nós! Até a próxima semana!

 


 


   
           



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