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Quinta-feira, 14/06/2018

Festa da Família no EDI Morro da Fé

Tags: 4ªcre, família, festa, escola.

 

A Festa da Família, realizada no EDI Morro da Fé, é uma proposta inclusiva que considera as configurações familiares de forma abrangente e acolhedora.

 

 

Partindo da percepção que a comunidade escolar contempla variados formatos familiares, o EDI Morro da Fé estimulou a parceria  entre família e escola, através de uma festa com diversas atrações e momentos.

 

 

Momento foto de Família - As famílias são convidadas a fazerem um registro inicial em foto, na qual é perceptível uma grande diversidade de organizações familiares. Entretanto, apesar de não haver padrão, algo era muito visível : o carinho presente em todas elas.

 

 


 

Fortalecendo a parceria família e escola, os responsáveis abrilhantaram a festa com a presença e a participação nas propostas sugeridas.

 

 

 


Momento de interação e participação dos familiares - Foi proposto um desfile da Família, convidando um representante de cada família para participar deste momento descontraído. Ao final, foi eleita a FAMÍLIA DO ANO.

 

 

Entre uma das atividades, destaca-se  uma apresentação em homenagem às famílias, preparada pelos alunos. Cada apresentação tinha como objetivo expressar mensagens de amor, afeto e amizade. Valores que devem representar o significado da base familiar na vida das crianças.

 


A culminância do evento se deu com a exposição das atividades desenvolvidas pelos educandos com ajuda das famílias, valorizando, assim, a identidade familiar de cada criança.

 

 

Parabéns pelo excelente trabalho realizado!

 

Sobre o Espaço de Desenvolvimento Infantil Morro da Fé
Gestores: Fernanda Silva de Barreto e Luciana Brandão
Designação: E/CRE( 04.11.804) EDI Morro da Fé
Endereço: rua Maturacá nº366 Penha Circular
CEP: 21210-360
E-mail: edimfe@rioeduca.net
Tel: 3458-1406

 

Contato para publicações:

 


   
           



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Quinta-feira, 03/05/2018

Projeto Manifestações Artísticas no EDI Pierre Janet

Tags: 4ªcre, projeto, arte, poesia, música fogo.

 


Espaço de Desenvolvimento Infantil Pierre Janet - Projeto: ‘’Manifestações Artísticas”



Por meio de manifestações artísticas o EDI Pierre Janet tem o objetivo de buscar o desenvolvimento do conhecimento intelectual e cultural das nossas crianças, oportunizando a vivência com a linguagem do desenho, da pintura, da dança, da modelagem, da construção, expandindo o gosto, cuidado e respeito pelo processo de produção e criação.

 

 

 

O Projeto Manifestações Artísticas foi dividido em oito etapas, uma exibição diferente em cada mês, durante todo o período letivo, sendo separadas da seguinte maneira: março - PINTURA, abril - ARTES MANUAIS, maio - POESIA, junho/julho - MÚSICA E CINEMA, agosto - DANÇA, setembro - ARTES MANUAIS COM MATERIAL RECICLÁVEL, outubro - CIRCO, e novembro - FOTOGRAFIA.

 

 

 

 

Durante as aulas, integradas ao nosso conteúdo, as atividades de pintura foram realizada pelas crianças com bastante liberdade e diversão. Aproveitando a nossa riqueza cultural, exploramos de forma intensa os pintores brasileiros como: Cândido Portinari, Tarsila do Amaral, Ivan Cruz, Romero Brito, Di Cavalcanti, Oscar Araripe, e Alfredo Volpi, abordando técnicas variadas de pintura com atividades coletivas e individuais . Em alguns momentos, as crianças produziram livremente, em outros foram direcionadas a realizar releituras dos quadros apresentados. 

 

 

 

Em artes manuais a inspiração para nossas obras foi Antônio Francisco Lisboa “Aleijadinho”. Deixamos a criatividade das crianças expandir. Elas criaram, de maneira livre, as esculturas com argila, massinha, papel machê e jornal.

 

 


A primeira exposição abordou os temas pintura e artes manuais onde as turmas demonstraram seus trabalhos em uma galeria de arte feita no pátio do nosso EDI. Nesse momento, os trabalhos retrataram quadros autorais, releituras, obras coletivas, autorretratos e criações individuais.

 

 

 


Durante a exposição, os pais e as crianças puderam realizar uma pintura, apresentar a quem estava presente e tirar fotos dentro de um dos quadros de Cândido Portinari “O menino e o pião” onde fizeram uma linda releitura. Está previsto ainda, a realização de mais três culminâncias do projeto para apresentação de outras manifestações.

 

 

 


Alguns depoimentos sobre o projeto:

 

Adjunta - Rosaria Salete: - "Sem palavras! Achei fantástico o poder de criação das crianças! Os alunos ficaram ávidos. Todos os professores agiram a todo o momento e complementaram uns aos outros. O que mais me tocou foi ver uma única turma, a turma Pierre Janet! Todos com compromisso e amor. O envolvimento dos pais foi bem integrado com a pintura e com as crianças durante a exposição."


Secretária - Sueli: -  "Eu estive no turno da manhã. Realmente estava lindíssimo, a ideia foi formidável. Desenvolver na criança a arte, para essas crianças que não tem contato, é maravilhoso. Eu achei que a ideia é para ser lembrada, divulgada, porque foi muito bonita. A equipe está de parabéns!"


PEI - Gabriela: - "Foi lindo ver o envolvimento dos pais, professores e alunos. Foi muito proveitoso."


PEI - Léa: - "Gostei! As crianças aceitaram bem algo novo, ficaram maravilhadas pelos pintores. Era algo desconhecido para elas e agora identificam as referências no dia a dia." 

Aluna - Milena EI - 54: - "Eu achei muito legal e divertido, adorei!"

Aluna - Allana EI - 54: - "Eu achei incrível! Achei as esculturas que os colegas fizeram bonitas."

Aluna - Ana Beatriz EI - 54: - "Eu gostei de desenhar os quadros."

Texto enviado pelas idealizadoras do projeto:
Daniela Jorge da Silva, professora articuladora e Gabriela Guidani da Silva Pacífico, professora de Educação Infantil.


Parabéns a Equipe do EDI Pierre Janet pelo excelente trabalho realizado!

 

Sobre o Espaço de Desenvolvimento Infantil Pierre Janet
Gestores: Terezinha de Jesus Boaventura e Rosari Salete Azevedo Russo
Professora Articuladora: Daniela Jorge da Silva
Professora de Educação Infantil: Caroline Vasconcellos Fontes do Sul
Designação: E/CRE( 04.10.806) EDI Pierre Janet
Endereço: Rua Nossa Senhora das Graças nº 699 Frente
E-mail: emjanet@rioeduca.net
Tel: 3885-2347

 

 


 


   
           



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Quinta-feira, 19/04/2018

Inclusão não se faz com blá blá blá: o ensino de LIBRAS no EDI Prof. Moacyr de Góes

Tags: inclusão, história, libras, sucesso, 4ªcre.

 

 

Inclusão não se faz com blá blá blá: o ensino de LIBRAS no EDI Prof. Moacyr de Góes

 

 

Partindo dessa certeza o EDI Prof. Moacyr de Góes desenvolveu o ensino de LIBRAS para crianças ouvintes, possibilitando às mesmas o aprendizado de uma segunda língua e oportunizando o saber de aspectos socioculturais relacionados a ela.

 

O Grupo de Estudos de Libras – GEL - do EDI Professor Moacyr de Góes iniciou suas atividades no ano de 2014. A ação, que é parte do programa de formação continuada dos profissionais de educação da unidade, é coordenada pela diretora da unidade, Samantha Lobo, e pelo Agente de Educação Infantil, Marcio Nóbrega que também ministra as aulas. O grupo surgiu do desejo de ambos em construir um espaço educacional preparado para incluir verdadeiramente crianças, responsáveis e comunidade em geral.
 


 


O GEL tem como objetivos: oferecer aulas de Língua Brasileira de Sinais para professores, agentes e demais funcionários da unidade e crianças; discutir os processos de inclusão de crianças e adultos surdos; promover espaços de reflexão sobre a inclusão com toda a comunidade e a aprendizagem de uma segunda língua por adultos e crianças.


Muitas vezes foram questionados sobre as razões que os levaram a propor uma educação bilíngue – Português/Libras – para crianças pequenas e profissionais em um espaço educativo em que não há até o momento nenhuma criança, responsável ou funcionário surdo. No entanto, ninguém questiona porque uma criança brasileira aprenda inglês, por exemplo, mesmo não tendo nenhum amigo, parente ou vizinho que fale o idioma.


 

 

 

O ensino de LIBRAS para crianças ouvintes possibilita às crianças o aprendizado de uma segunda língua e proporciona a oportunidade de conhecer os aspectos socioculturais relacionados a ela. Outra motivação que nos moveu e estimulou foi a construção de uma nova geração que de fato veja a inclusão como uma realidade. Uma geração sem preconceitos!
"Acreditamos que inclusão não se faz com blá blá blá e foi a partir desta certeza que foi iniciado em 2014 os encontros do Grupo de Estudos de LIBRAS com os profissionais do EDI Professor Moacyr de Góes e no ano de 2016 com crianças das turmas de pré-escola. 

 

Ao longo destes anos, o GEL também realizou apresentações culturais para a comunidade escolar, não apenas da Maré, onde está situado, como também em outras localidades. As apresentações promoviam um reflexão e o debate sobre inclusão e incluia músicas e histórias infantis em LIBRAS.

Essa metodologia favorece a aprendizagem dos sinais, assim como prende a atenção de crianças de todas as idades. Em uma música pequena, como as canções infantis interpretadas pelo grupo, o adulto ou criança pode aprender muitas palavras e de forma bastante lúdica.

 


A primeira apresentação aconteceu na festa de Natal do próprio EDI, realizada na Vila Olímpica da Maré (https://www.youtube.com/watch?v=CVYelZZFRV4), em dezembro de 2014. No mesmo ano, o grupo fez sua primeira apresentação fora da unidade em uma escola pública do município de Niterói.

 


 

 


Em 2017, o grupo continuou as oficinas de Libras com as crianças das turmas da pré-escola e algumas atividades internas com crianças e responsáveis, como a apresentação na festa de 5º aniversário do EDI (http://edimdgmare.blogspot.com.br/2017/06/o-edi-faz-5-anos-arraia-do-reino.html). Também neste ano participaram do evento “Aqui é um lugar de paz” (https://www.facebook.com/media/set/?set=a.1432300326859140.1073741928.315356648553519&type=1&l=30db5ad7e9 ) realizado pela SME na Vila Olímpica da Maré.

 


Na segunda quinzena de março de 2018, dando continuidade a proposta de uma educação bilíngue, foram retomadas as oficinas de Libras para as turmas de pré-escola e os encontros do GEL. A novidade deste ano é a inclusão das turmas de creche – do berçário ao maternal II- nessas atividades.



 

No link  seguir, é possível asssitir a peça, Chapeuzinho Vermelho em Libras, que foi apresentada para professores e funcionários em um primeiro momento; para crianças e responsáveis do próprio EDI e por fim, no evento Aqui é um lugar de paz.

 

Link para a peça Chapeuzinho Vermelho em Libras (completo):
http://edimdgmare.blogspot.com.br/2017/01/chapeuzinho-vermelho.html

 

Parabéns a escola pela iniciativa e pela luta por uma educação mais includente !

 

Sobre a escola:
Gestora: Samatha Ferraz Lobo Cavalcante.
E/CRE(04.30.803) Espaço de Desenvolvimento Infantil Professor Moacyr de Góes
Rua Tancredo Neves s/nº Maré CEP:21044-725
Tel: 3885-2349
E-mail: edimgoes@rioeduca.net

 


  


   
           



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Quinta-feira, 05/04/2018

E.M. BERNARDO DE VASCONCELOS vivenciando o PROJETO SER E PERTENCER

Tags: 4ªcre, mutirão, ser, pertencer.

 

E.M. BERNARDO DE VASCONCELOS vivenciando o PROJETO SER E PERTENCER

 


Com o objetivo de valorizar o espaço escolar e desenvolver o sentimento de pertencimento à escola e ao bairro da Penha, o projeto oportunizou aos alunos alçarem voos mais altos. No ano de 2017, a direção se aposentou e com isso, foi aberta vacância para o cargo de gestão. A partir de então, dois professores da escola: Daniela Azini, docente de História e Marcelo Martins docente de Matemática, decidiram montar uma chapa para assumir a escola.

 

 

Com a entrada de ambos na direção, eles propuseram uma gestão mais democrática, uma Escola aberta a comunidade escolar e que trouxesse o aluno para o exercício do protagonismo. Nesse contexto, surge o Projeto Pedagógico elaborado denominado: SER E PERTENCER. A ideia era desenvolver o sentindo de pertencimento dos alunos, uma vez que, os estudantes só passariam a valorizar a escola, quando se entendessem pertencentes a ela e ao bairro onde moravam.

 

 

 

 

 

O marco da nova gestão e do projeto foi o Mutirão organizado para a reforma da quadra. Um espaço que mesmo longe do ideal, era utilizado para as aulas de Educação Física, que mesmo com grandes dificuldade possuia um grande quantitativo de frequência, pois os alunos colocavam suas meias e chuteiras para jogar futebol. Eles acreditavam e gostavam.

 

 

 

Após muitas conversas com os alunos, a equipe da escola empenhou-se em promover a reforma do que viria a ser uma verdadeira quadra.

Para arrecadar fundos a Banda da Escola, juntamente com todos os alunos da escola, foram às ruas da região tocar e pedir a colaboração da comunidade. A ideia foi aceita com entusiasmo e, em três dias, foram arrecadados quase R$ 3 mil.

O dinheiro foi utilizado para comprar todo o material. Mas e a mão-de-obra? Decidiram convocar a comunidade: alunos, professores, ex-alunos, pais de alunos e moradores que se voluntariaram nessa causa. 

 

 

 

Marcelo Martins dizia em todo o tempo no mutirão: “Uma escola sendo reconstruída pela comunidade”. Hoje, o lugar é usado nas aulas de Educação Física e também funciona como um auditório a céu aberto.

 

 

 

Um segundo desafio foi lançado: como mudar as paredes cinzentas e o clima denso que a escola trazia? Foi então que um ex-aluno da Bernardo e hoje artista local renomado, Angelo Campos, decidiu fazer uma intervenção com seu trabalho na escola.

 

 

 

A partir de então, o  muro da escola se transformou, ganhou uma arte linda com uma mensagem impactante coroada com a frase de Rubem Alves: “Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são os pássaros em voo”.

 

 

 

Com o apoio do artista e mobilização dos alunos, os muros e corredores deram vida à história do mundo, da escola e de seus alunos, por meio de painéis que destacam a herança africana.

 

 

Figuras como Albert Einstein e Nelson Mandela, mensagens motivacionais e contra o preconceito.

 

 

 Árvore da Memória com a imagem das três professoras que estão há mais tempo na unidade.

 

 

A escola ganhou cor e personalidade e se transformou em uma galeria de arte.

 

 

 

A intervenção do grafite ganhou uma dimensão pedagógica que transbordou as expectativas. Uma delas aconteceu com o aluno João Victor Paiva, 15 anos, que foi pego pichando e seria utilizado o regimento escolar, mas que teve como alternativa trabalhar diretamente com Angelo e aprender o grafite. “Eu não gostava de ir à escola. Pichava a carteira, o teto, as paredes, queria me expressar. Mas trabalhar com o Angelo foi o melhor "castigo" que tive em toda a minha vida. Cobri as pichações e ele me ensinou a grafitar. Pessoas da comunidade começaram a oferecer o muro de suas casas para grafitarmos! E o crédito é todo do Angelo. Hoje, eu gosto e tenho vontade de vir!”, comentou o adolescente.

 

 

 

As mudanças não ficaram apenas no espaço físico. A escola passou a ouvir mais os estudantes, a ressignificar e contextualizar conceitos, linguagens e projetos. A campanha Aqui é um Lugar de Paz proposta pela SME por exemplo, tornou-se na escola “Aqui é o Lugar da raPAZiada.”  No desenvolvimento do projeto foi discutido com os jovens os tipos de violência e a escola como lugar de paz.


Outra prática pensada foi uma nova abordagem pedagógica em que História da Penha dialogasse com as Orientações Curriculares da SME. Dessa maneira, as aulas eram protagonizadas por relatos, memórias e histórias de moradores, pais e alunos. 

 

 

 

Para entender o território e conhecê-lo, os alunos produziram mapas afetivos desenhando o trajeto deles, de casa até a escola, mostrando cada detalhe que eles viam no percurso. Além disso, foi organizado com os alunos o Pega a visão - O dicionário da rapaziada, que reúne gírias e expressões comuns no universo dos adolescentes da região. “A gente tem que aprender como falar em outro lugar. Então, quem vem à favela tem que aprender a nossa linguagem também”, destaca uma aluna, em frase exposta na “capa” do documento.

 

Eles se sentem super-representados! Com o uso dessas expressões durante as aulas, as mesmas ficaram muito melhores. Percebendo dificuldades em alguns conteúdos, foi utilizado o recurso de criação de  paródias e de funks, como por exemplo:


“Luís XIV, chefe da favela.
Manda na França e em tudo que tem nela...
França é potência e não gosta da Inglaterra.
Tá se preparando pra tomar as terras dela.
Luís XIV, chefe da favela.
Manda na França e em tudo que tem nela...
Todo o poder é dele, ele é o Estado.
Absolutismo é: “tá tudo dominado”.”

 

 

 

 

 

Além dessas propostas, são promovidas na escola rodas de conversa e palestras sobre temas como depressão, homofobia e intolerância religiosa. O projeto Ser e Pertencer é um alicerce para todo o trabalho. Os alunos deram outro significado para a escola: cuidam e são tão responsáveis por isso quanto todos que lá estão.

 

Um momento especial – aniversário de 51 anos da escola com a presença do Secretário Municipal de Educação, César Benjamin.

 

Além do trabalho com o Ensino Fundamental, a Unidade Escolar também organiza um Pré-Vestibular Estudando Pra Vencer, um pré-social, no qual os professores trabalham voluntariamente. O Pré-Vestibular atende a ex-alunos da escola e moradores da favela da Vila Cruzeiro.

 

Parabéns para a escola pelo excelente trabalho realizado!

 

Sobre a escola: E/CRE (04.11.002) Escola Municipal Bernardo de Vasconcellos
Gestores: Daniela Azini e Marcelo Martins
Endereço: Pça. Santa Rosalia, 100
Tel: 3886-0788 2573-4239
Email: embernardo@rioeduca.net  

 

 


   
           



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