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Quinta-feira, 19/04/2018

Inclusão não se faz com blá blá blá: o ensino de LIBRAS no EDI Prof. Moacyr de Góes

Tags: inclusão, história, libras, sucesso, 4ªcre.

 

 

Inclusão não se faz com blá blá blá: o ensino de LIBRAS no EDI Prof. Moacyr de Góes

 

 

Partindo dessa certeza o EDI Prof. Moacyr de Góes desenvolveu o ensino de LIBRAS para crianças ouvintes, possibilitando às mesmas o aprendizado de uma segunda língua e oportunizando o saber de aspectos socioculturais relacionados a ela.

 

O Grupo de Estudos de Libras – GEL - do EDI Professor Moacyr de Góes iniciou suas atividades no ano de 2014. A ação, que é parte do programa de formação continuada dos profissionais de educação da unidade, é coordenada pela diretora da unidade, Samantha Lobo, e pelo Agente de Educação Infantil, Marcio Nóbrega que também ministra as aulas. O grupo surgiu do desejo de ambos em construir um espaço educacional preparado para incluir verdadeiramente crianças, responsáveis e comunidade em geral.
 


 


O GEL tem como objetivos: oferecer aulas de Língua Brasileira de Sinais para professores, agentes e demais funcionários da unidade e crianças; discutir os processos de inclusão de crianças e adultos surdos; promover espaços de reflexão sobre a inclusão com toda a comunidade e a aprendizagem de uma segunda língua por adultos e crianças.


Muitas vezes foram questionados sobre as razões que os levaram a propor uma educação bilíngue – Português/Libras – para crianças pequenas e profissionais em um espaço educativo em que não há até o momento nenhuma criança, responsável ou funcionário surdo. No entanto, ninguém questiona porque uma criança brasileira aprenda inglês, por exemplo, mesmo não tendo nenhum amigo, parente ou vizinho que fale o idioma.


 

 

 

O ensino de LIBRAS para crianças ouvintes possibilita às crianças o aprendizado de uma segunda língua e proporciona a oportunidade de conhecer os aspectos socioculturais relacionados a ela. Outra motivação que nos moveu e estimulou foi a construção de uma nova geração que de fato veja a inclusão como uma realidade. Uma geração sem preconceitos!
"Acreditamos que inclusão não se faz com blá blá blá e foi a partir desta certeza que foi iniciado em 2014 os encontros do Grupo de Estudos de LIBRAS com os profissionais do EDI Professor Moacyr de Góes e no ano de 2016 com crianças das turmas de pré-escola. 

 

Ao longo destes anos, o GEL também realizou apresentações culturais para a comunidade escolar, não apenas da Maré, onde está situado, como também em outras localidades. As apresentações promoviam um reflexão e o debate sobre inclusão e incluia músicas e histórias infantis em LIBRAS.

Essa metodologia favorece a aprendizagem dos sinais, assim como prende a atenção de crianças de todas as idades. Em uma música pequena, como as canções infantis interpretadas pelo grupo, o adulto ou criança pode aprender muitas palavras e de forma bastante lúdica.

 


A primeira apresentação aconteceu na festa de Natal do próprio EDI, realizada na Vila Olímpica da Maré (https://www.youtube.com/watch?v=CVYelZZFRV4), em dezembro de 2014. No mesmo ano, o grupo fez sua primeira apresentação fora da unidade em uma escola pública do município de Niterói.

 


 

 


Em 2017, o grupo continuou as oficinas de Libras com as crianças das turmas da pré-escola e algumas atividades internas com crianças e responsáveis, como a apresentação na festa de 5º aniversário do EDI (http://edimdgmare.blogspot.com.br/2017/06/o-edi-faz-5-anos-arraia-do-reino.html). Também neste ano participaram do evento “Aqui é um lugar de paz” (https://www.facebook.com/media/set/?set=a.1432300326859140.1073741928.315356648553519&type=1&l=30db5ad7e9 ) realizado pela SME na Vila Olímpica da Maré.

 


Na segunda quinzena de março de 2018, dando continuidade a proposta de uma educação bilíngue, foram retomadas as oficinas de Libras para as turmas de pré-escola e os encontros do GEL. A novidade deste ano é a inclusão das turmas de creche – do berçário ao maternal II- nessas atividades.



 

No link  seguir, é possível asssitir a peça, Chapeuzinho Vermelho em Libras, que foi apresentada para professores e funcionários em um primeiro momento; para crianças e responsáveis do próprio EDI e por fim, no evento Aqui é um lugar de paz.

 

Link para a peça Chapeuzinho Vermelho em Libras (completo):
http://edimdgmare.blogspot.com.br/2017/01/chapeuzinho-vermelho.html

 

Parabéns a escola pela iniciativa e pela luta por uma educação mais includente !

 

Sobre a escola:
Gestora: Samatha Ferraz Lobo Cavalcante.
E/CRE(04.30.803) Espaço de Desenvolvimento Infantil Professor Moacyr de Góes
Rua Tancredo Neves s/nº Maré CEP:21044-725
Tel: 3885-2349
E-mail: edimgoes@rioeduca.net

 


  


   
           



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Quinta-feira, 05/04/2018

E.M. BERNARDO DE VASCONCELOS vivenciando o PROJETO SER E PERTENCER

Tags: 4ªcre, mutirão, ser, pertencer.

 

E.M. BERNARDO DE VASCONCELOS vivenciando o PROJETO SER E PERTENCER

 


Com o objetivo de valorizar o espaço escolar e desenvolver o sentimento de pertencimento à escola e ao bairro da Penha, o projeto oportunizou aos alunos alçarem voos mais altos. No ano de 2017, a direção se aposentou e com isso, foi aberta vacância para o cargo de gestão. A partir de então, dois professores da escola: Daniela Azini, docente de História e Marcelo Martins docente de Matemática, decidiram montar uma chapa para assumir a escola.

 

 

Com a entrada de ambos na direção, eles propuseram uma gestão mais democrática, uma Escola aberta a comunidade escolar e que trouxesse o aluno para o exercício do protagonismo. Nesse contexto, surge o Projeto Pedagógico elaborado denominado: SER E PERTENCER. A ideia era desenvolver o sentindo de pertencimento dos alunos, uma vez que, os estudantes só passariam a valorizar a escola, quando se entendessem pertencentes a ela e ao bairro onde moravam.

 

 

 

 

 

O marco da nova gestão e do projeto foi o Mutirão organizado para a reforma da quadra. Um espaço que mesmo longe do ideal, era utilizado para as aulas de Educação Física, que mesmo com grandes dificuldade possuia um grande quantitativo de frequência, pois os alunos colocavam suas meias e chuteiras para jogar futebol. Eles acreditavam e gostavam.

 

 

 

Após muitas conversas com os alunos, a equipe da escola empenhou-se em promover a reforma do que viria a ser uma verdadeira quadra.

Para arrecadar fundos a Banda da Escola, juntamente com todos os alunos da escola, foram às ruas da região tocar e pedir a colaboração da comunidade. A ideia foi aceita com entusiasmo e, em três dias, foram arrecadados quase R$ 3 mil.

O dinheiro foi utilizado para comprar todo o material. Mas e a mão-de-obra? Decidiram convocar a comunidade: alunos, professores, ex-alunos, pais de alunos e moradores que se voluntariaram nessa causa. 

 

 

 

Marcelo Martins dizia em todo o tempo no mutirão: “Uma escola sendo reconstruída pela comunidade”. Hoje, o lugar é usado nas aulas de Educação Física e também funciona como um auditório a céu aberto.

 

 

 

Um segundo desafio foi lançado: como mudar as paredes cinzentas e o clima denso que a escola trazia? Foi então que um ex-aluno da Bernardo e hoje artista local renomado, Angelo Campos, decidiu fazer uma intervenção com seu trabalho na escola.

 

 

 

A partir de então, o  muro da escola se transformou, ganhou uma arte linda com uma mensagem impactante coroada com a frase de Rubem Alves: “Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são os pássaros em voo”.

 

 

 

Com o apoio do artista e mobilização dos alunos, os muros e corredores deram vida à história do mundo, da escola e de seus alunos, por meio de painéis que destacam a herança africana.

 

 

Figuras como Albert Einstein e Nelson Mandela, mensagens motivacionais e contra o preconceito.

 

 

 Árvore da Memória com a imagem das três professoras que estão há mais tempo na unidade.

 

 

A escola ganhou cor e personalidade e se transformou em uma galeria de arte.

 

 

 

A intervenção do grafite ganhou uma dimensão pedagógica que transbordou as expectativas. Uma delas aconteceu com o aluno João Victor Paiva, 15 anos, que foi pego pichando e seria utilizado o regimento escolar, mas que teve como alternativa trabalhar diretamente com Angelo e aprender o grafite. “Eu não gostava de ir à escola. Pichava a carteira, o teto, as paredes, queria me expressar. Mas trabalhar com o Angelo foi o melhor "castigo" que tive em toda a minha vida. Cobri as pichações e ele me ensinou a grafitar. Pessoas da comunidade começaram a oferecer o muro de suas casas para grafitarmos! E o crédito é todo do Angelo. Hoje, eu gosto e tenho vontade de vir!”, comentou o adolescente.

 

 

 

As mudanças não ficaram apenas no espaço físico. A escola passou a ouvir mais os estudantes, a ressignificar e contextualizar conceitos, linguagens e projetos. A campanha Aqui é um Lugar de Paz proposta pela SME por exemplo, tornou-se na escola “Aqui é o Lugar da raPAZiada.”  No desenvolvimento do projeto foi discutido com os jovens os tipos de violência e a escola como lugar de paz.


Outra prática pensada foi uma nova abordagem pedagógica em que História da Penha dialogasse com as Orientações Curriculares da SME. Dessa maneira, as aulas eram protagonizadas por relatos, memórias e histórias de moradores, pais e alunos. 

 

 

 

Para entender o território e conhecê-lo, os alunos produziram mapas afetivos desenhando o trajeto deles, de casa até a escola, mostrando cada detalhe que eles viam no percurso. Além disso, foi organizado com os alunos o Pega a visão - O dicionário da rapaziada, que reúne gírias e expressões comuns no universo dos adolescentes da região. “A gente tem que aprender como falar em outro lugar. Então, quem vem à favela tem que aprender a nossa linguagem também”, destaca uma aluna, em frase exposta na “capa” do documento.

 

Eles se sentem super-representados! Com o uso dessas expressões durante as aulas, as mesmas ficaram muito melhores. Percebendo dificuldades em alguns conteúdos, foi utilizado o recurso de criação de  paródias e de funks, como por exemplo:


“Luís XIV, chefe da favela.
Manda na França e em tudo que tem nela...
França é potência e não gosta da Inglaterra.
Tá se preparando pra tomar as terras dela.
Luís XIV, chefe da favela.
Manda na França e em tudo que tem nela...
Todo o poder é dele, ele é o Estado.
Absolutismo é: “tá tudo dominado”.”

 

 

 

 

 

Além dessas propostas, são promovidas na escola rodas de conversa e palestras sobre temas como depressão, homofobia e intolerância religiosa. O projeto Ser e Pertencer é um alicerce para todo o trabalho. Os alunos deram outro significado para a escola: cuidam e são tão responsáveis por isso quanto todos que lá estão.

 

Um momento especial – aniversário de 51 anos da escola com a presença do Secretário Municipal de Educação, César Benjamin.

 

Além do trabalho com o Ensino Fundamental, a Unidade Escolar também organiza um Pré-Vestibular Estudando Pra Vencer, um pré-social, no qual os professores trabalham voluntariamente. O Pré-Vestibular atende a ex-alunos da escola e moradores da favela da Vila Cruzeiro.

 

Parabéns para a escola pelo excelente trabalho realizado!

 

Sobre a escola: E/CRE (04.11.002) Escola Municipal Bernardo de Vasconcellos
Gestores: Daniela Azini e Marcelo Martins
Endereço: Pça. Santa Rosalia, 100
Tel: 3886-0788 2573-4239
Email: embernardo@rioeduca.net  

 

 


   
           



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Quinta-feira, 18/01/2018

"Fofurômetro" explode com essa turma da Mônica” no EDI Maria Amélia Castro e Silva Belfort

Tags: 4ªcre, atividade, brincar, experimentar.

 


"Fofurômetro" explode com essa turma da Mônica”.
 


O MI da professora Drezza visitou o laboratório do Franjinha. Estudaram a Dona Aranha que subiu pela parede e aprenderam algumas curiosidades sobre as aranhas.

 

 

As aranhas têm 8 patas. Elas não tem antena. As aranhas produzem teias que parecem elástico. Algumas aranhas se alimentam de pequenos insetos como besouro, barata, grilo e formiga. As aranhas estão por todos os lugares. Podem ser encontradas em todos os continentes do planeta terra, só tem um continente que não existe aranha, o nome é Antártida.

 


Existem aranhas bem peludas, as TARÂNTULAS, elas parecem as mais perigosas, mas são boazinhas, não fazem mal ao homem.

Existem aranhas muito perigosas, o veneno delas pode matar um homem.

 

 

Depois fizemos a experiência: AFUNDA OU BOIA?

Uma experiência sensorial, com a água e objetos diversos.

Brincar e experimentar são sempre oportunidades para aprender.

Foi um sucesso! 

 

Parabéns às Professora Andrezza pela excelente atividade realizada!

 


Sobre o EDI: E/CRE (04.30.807) EDI Maria Amélia
Endereço: Rua Teixeira Ribeiro 1000 Bloco 8 CEP: 21244-252
Tel: (21) 3438 4861

Texto enviado por Andrezza Nóbrega

 


 


   
           



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Quinta-feira, 04/01/2018

Festival de Poesia Grécia 2017

Tags: 4ªcre, projeto, poesia, música.

 

“Projeto: FESTIVAL POESIA GRÉCIA 2017”




 O objetivo principal do projeto foi despertar os alunos para a criação de textos poéticos.
 

 

O projeto iniciou em maio, quando as professoras de Língua Portuguesa iniciaram oficinas de poesia com seus alunos. Primeiramente, lhes foram apresentados textos de ilustres poetas, como também de populares. A partir dessa fase de encantamento e conhecimento, os alunos já estavam prontos para o processo criativo. As professoras trabalharam temas relacionados ao Projeto Político Pedagógico, quanto a valores morais, conscientização dos direitos e deveres do cidadão e respeito às diferenças. Foram temas desenvolvidos também nas aulas de Projeto de Vida. Os alunos, então, obtiveram subsídios para a construção dos textos poéticos. A partir de reflexões e debates, adquiriram mais segurança e criatividade para codificar, em versos, seus ideais e sonhos.

 


Após a produção dos poemas, através de um concurso, foi realizada uma seleção de vinte poemas, para compor um livro. Os cinco primeiros colocados foram selecionados para o Concurso Poesia na Escola, da SME.

Paralelo a esse concurso, a escola também participou da Maratona Castro Alves, promovida pela Academia Brasileira de Letras, em parceria com a SME, através de duas produções de textos, com alunos do oitavo e nono anos. Os alunos conheceram a obra de Castro Alves, com ênfase em Navio Negreiro.

A culminância do projeto ocorreu no dia vinte de outubro, no auditório da escola. Participaram do evento todas as turmas e seus respectivos professores envolvidos no projeto. Nesta ocasião foi apresentado ao público o livro da coletânea, com os vinte poemas selecionados.

O primeiro momento foi marcado pelo recital das poesias. Os alunos autores apresentaram seus poemas, acompanhados de um fundo musical, produzido pelo professor Cláudio Luiz, de música, e sua aluna com o violino.

 


Logo após iniciaram a segunda etapa do projeto, em homenagem ao poeta Castro Alves. O aluno João Victor, da turma 1804, caracterizou-se de Castro Alves e recitou um trecho de “Navio Negreiro”, quando o poeta clama a Deus pelos “desgraçados”.

Para exemplificar a dor e sofrimento dos negros escravos, um grupo de alunos do nono ano realizou uma dança, com a música “Retirantes”, de Dorival Caymi (“...vida de negro é difícil ...”).

Apesar do fim da escravidão negra no Brasil, alguns problemas sociais, infelizmente, ainda persistem. O sonho de igualdade social e respeito à raça negra ainda não se concretizou plenamente. Os alunos conheceram o livro “Navio Negreiro”, uma adaptação do rapper Slim Rimografia, que produziu um texto poético, fazendo um paralelo com o “Navio Negreiro”, de Castro Alves. Ele denuncia as injustiças e misérias, que ainda sofre o negro pobre. Segundo ele: “... ainda tem um pouco de navio negreiro...”.

 



Um grupo de vinte alunos do oitavo ano apresentou trechos desse livro, através de um jogral. Enquanto os alunos recitavam, imagens em slides correspondentes apareciam no telão, para ilustrar as cenas faladas. O jogral findou com todos os alunos clamando: “Pátria amada, idolatrada / Ó mãe gentil, / Onde estavas / Que tamanha atrocidade não viu?”

Para complementar e enriquecer esse tema, alguns alunos do oitavo ano apresentaram um espetáculo de dramatização, escrito e produzido por eles próprios, denunciando cenas do cotidiano, de preconceitos e violências.

Como encerramento, o professor de música e a banda da escola tocaram um trecho de um samba enredo, que sintetiza o ideal de nosso trabalho: “Liberdade, liberdade, abre as assa sobre nós / e que a voz da igualdade seja sempre a nossa voz.”

 

Projeto idealizado pelas professoras regentes de Sala de Leitura: Solange dos Santos Gialluise e Eliana Tricarico. Participaram do projeto as professoras de Língua Portuguesa: Eliane Rosa da Motta Silva e Edna Eva de Souza, com suas respectivas turmas: 1803, 1804, 1901, 1701, 1801 e 1802.

 

 

Parabéns à Equipe da escola pelo excelente trabalho realizado!

 

Sobre a escola: E/CRE (04.11.020) E.M. Grécia
Gestores: Maria da Glória Ferreira da Costa Glorinha e
 Edson Dias Alecy
Endereço: Av. Bráz de Pina nº 1614 CEP: 212350-603
Tel: (21) 3457-1442 e 2482-3777
Email: emgrecia@rioeduca.net


 


   
           



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