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Terça-feira, 16/10/2018

Realejo do EDI Chácara do Céu

Tags: 2ªcre, literatura.

 

Acreditando que a escola é um espaço transformador, a equipe do Espaço de Desenvolvimento Infantil Chácara do Céu desenvolveu um projeto que leva mensagens positivas a semana de todos que compõem a comunidade escolar.

 

A professora Kamilla Broedel, diretora do EDI Chácara do Céu, entrou em contato com o portal Rioeduca e contou sobre o desenvolvimento do projeto Realejo e como tem sido importante para a comunidade escolar.


Com a necessidade constate de estreitar o vínculo entre a escola e a comunidade, sendo a escola um espaço transformador, a equipe pedagógica reavivou o projeto “Positive sua Semana” (que esteve presente em 2014, no jornal de parede Fuxico) de uma forma renovada e diferente.

 

“Queríamos uma forma de mostrar que nos importamos uns com os outros, além de despertar a empatia coletiva, mostrar que a escola é um espaço que precisa de todos e que se importa muito com a comunidade.” Relata a professora Kamilla Broedel


Foi feito, como primeira forma, um mural para "positivar" a semana, intitulado, Positive-se.

 

 

Mural com uma mensagem positiva para  semana.

 


Cientes que, infelizmente, nem todos os responsáveis possuem tempo de entrar na unidade escolar e olhar os murais, a equipe pedagógica resolveu expandir essa positividade para que todos os dias, todos pudessem, mesmo na correria, ter acesso a esse movimento que busca e faz o bem.


“Pensamos em distribuir mensagens positivas aos responsáveis diariamente, mas pensamentos como: de que forma? Como sem gastar muito papel? Onde? De forma obrigatória? Essas questões estiveram em nossas discussões para esse início.” Conta a professora Kamilla.


Então, resolveu-se, respeitando o projeto pedagógico de trabalho anual, montar um realejo, realejo cenográfico, visto que a versão original abriga maquinário musical e um pássaro treinado.


A equipe da unidade escolar não é a favor de pássaros presos, pois o projeto é sustentável e de respeito à natureza, então, pegou-se uma gaiola velha, doada por um morador, que foi reformada, e  assim o realejo foi montado: "Realejo do EDI Chácara do Céu”.

 

Assim diariamente, todos da comunidade escolar  poderia retirar da gavetinha do passarinho uma mensagem positiva.

 

 

Realejo feito pela equipe pedagógica.

Fica na entrada do EDI para quem quiser pegar uma mensagem positiva para o dia.

 

 

O passarinho foi costurado com muito carinho e se chama Fofinho, o nome escolhido pelas crianças da escola. Escolhido? Sim! Respeitando um processo democrático, porque criança também tem opiniões e escolhas!


O objetivo geral do projeto é criar, através do pensamento positivo o sentimento de empatia e carinho de toda a comunidade escolar, uns com os outros.


Objetivos específicos:

 

  • Aumentar a auto estima das pessoas;
  • Mostrar que a empatia é um sentimento valioso e fazer com que todos entendam que precisamos nos importar com os outros;
  • Trazer e trabalhar o conceito do realejo;
  • Trabalhar o respeito aos animais;
  • Gerar gentileza;

 

 

Os funcionários do EDI também participaram pegando

uma mensagem positiva para o dia e colocando em seus locais de trabalho.


 

 

Como o projeto foi realizado?


Diariamente estarão disponíveis, em uma gaiola estilizada, mensagens positivas para serem retiradas e melhorar o dia das pessoas.


O responsável, na hora da entrada, se sentir vontade, pode, voluntária e espontaneamente, retirar da gaveta uma mensagem positiva, para melhorar seu dia.


Público Alvo


Toda a comunidade escolar, com o foco nos adultos, nas famílias e responsáveis da escola, pois as crianças ainda não conseguem ler as mensagens, o que não impede das mesmas pedirem para que algum adulto leia para ela.

 

Agradecemos a professora Kamilla Broadel por compartilhar conosco este projeto que mostra o quanto é importante trabalhar a gentileza e a empatia dentro da escola.

Desejamos sucesso a toda comunidade escolar.

 

Quer saber mais sobre?

O contato da unidade escolar é: ccceu@rioeduca.net

Telefones: 3238-2999 / 2571-1499

 

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

 

 

 


 


   
           



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Terça-feira, 02/10/2018

Armadilha Sentinela

Tags: 2ªcre, dengue, ciências.

 

Os alunos do sétimo ano da Escola Municipal Francisco Manuel estão utilizando garrafas PETs para confeccionar armadilhas sentinelas e assim combater a Dengue.

 

A professora Deborah Senra, regente de Ciências nas turmas do sétimo ano na Escola Francisco Manuel, entrou em contato com o portal Rioeduca e contou sobre a confecção das armadilhas sentinelas pelos alunos, durante as aulas de Ciências.

 

Os alunos do sétimo ano da escola Municipal Francisco Manuel têm mais um motivo para colecionarem material reciclável e não jogarem fora as garrafas PET.


O motivo é a montagem de armadilhas sentinelas contra a Dengue, pois imitando o que seria um local apropriado para a colocação dos ovos e a disseminação de novos mosquitos, as armadilhas funcionam “enganando” os mosquitos. Dessa forma, os mosquitos colocam seus ovos nas armadilhas, aonde as formas adultas não conseguem escapar, diminuindo a quantidade de formas aladas adultas soltas na natureza. A ideia original é do Laboratório de Biologia de Helmintos Otto Wucherer/UFRJ, que através de cartilhas distribuídas em um curso promovido pela Universidade. 

 

Para  aprender mais sobre a morfologia do mosquito e as diferenças entre  o ele e outras espécies, a aula foi dividida em três partes:

 

Parte 1:


Material de apoio pedagógico distribuído para todos os alunos com informações importantes quanto a anatomia do mosquito. Informações sobre olhos, glândulas salivares, saliva, formato das asas, marcas típicas no corpo, ovos, tamanho dos ovos, local aonde são colocados, além das fases de vida do mosquito até virar um adulto. Como a picada é feita e a diferença entre os machos e as fêmeas.

 


Alunos assistindo ao documentário produzido pelo Instituto Oswaldo Cruz

 


Parte 2:

 

Os alunos assistiram a um documentário produzido pela Instituto Oswaldo Cruz “O Mundo Macro e Micro do Mosquito Aedes Aegypti”, onde eles observaram todo o ciclo de vida do mosquito, hábitos de vida do macho e da fêmea, além de todas as fases de desenvolvimento da vida do mosquito até a forma alada, adulta.

 



Alunos atentos as aulas expositivas.

 

 

Parte 3:

 

Os alunos foram divididos em grupos e montaram suas sentinelas, armadilhas para enganar o mosquito, diminuindo a quantidade de mosquitos adultos na natureza.


Este projeto foi feito para promover a civilidade a serviço da erradicação do mosquito que transmite os vírus que podem causar a Dengue, Zika, Chikungunya e a Febre amarela.


Material Utilizado para construção: Uma garrafa pet e seu lacre, tesoura sem ponta, um pedaço de micro tule; uma lixa; fita adesiva; algo que sirva de nutriente, um pouco de terra por exemplo.

 

 

Alunos participando da elaboração das Armadilhas Sentinelas.

 

 

Os alunos participaram da atividade e alguns disseram que se sentiram importantes no combate a uma doença tão ruim, que pode levar a morte ou complicações de saúde a tantas pessoas.

 

A aluna Yasmin Antunes Theodoro da Silva colocou que a realização da atividade foi muito legal e interessante, pois é importante combater o mosquito, e ela pensa em colocar essas sentinelas em sua própria residência para acabar de vez com os mosquitos.

 

Já o aluno Miguel Perez da Silva disse que estava esperando ansiosamente pelo dia de culminância do projeto e a montagem das sentinelas. Ele disse ter aprendido mais na aula, ao fazer as sentinelas, do que com as aulas teóricas sobre o mosquito.

 

Os alunos Bruno Melo, Arthur Costa, Arthur Souza, Bruna Souza, Cauã Gomes da Silva Barreto, e Gabriel Galvão se envolveram na atividade, prestando bastante atenção nos detalhes do documentário exibido e levantaram questões importantes sobre os hábitos dos mosquitos, a adaptação destes para picarem sem serem percebidos, além da quantidade de ovos que uma mesma fêmea pode colocar durante o período de vida do mosquito, cerca de 30 dias.


Assim, muitos alunos concluíram a importância do papel de cada um na luta contra o mosquito, além de se sentirem importantes ferramentas na luta contra o Aedes Aegypti.

 

Mecanismo da armadilha:

 

1 - A fêmea põe os ovos acima da água. Alguns dias após armar a armadilha, põe-se mais água para que os ovos fiquem submersos.


2 - As larvas eclodem e passam pelo Micro Tule a caminho do fundo, atraídas pelo alimento presente na água.


3 - A larva se torna pupa e se dirige à superfície para se tornar um adulto alado.


4 - O adulto fica preso no espaço aéreo entre a superfície da água e as paredes da garrafa. Assim, não conseguem sair para iniciar um novo ciclo.

 

 

Mecanismo da armadilha.

 

 

Agradecemos a professora Deborah Senra por compartilhar conosco a elaboração desta atividade. Desejamos sucesso a toda comunidade escolar e que vocês continuem formando cidadãos atuantes na sociedade.

 

 

O contato da Escola Francisco Manuel é:  efmanuel@rioeduca.net

Telefones: 3238-4592 ou  3238-4591

 

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

 


 


   
           



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Terça-feira, 18/09/2018

Lego e Massinha: Aprender Pode Ser Muito Divertido

Tags: 2ªcre, ciências, lúdico.

 

Atividades lúdicas tornam a aprendizagem mais significativa e despertam nos alunos o desejo de aprender. Esta foi a proposta para revisão de conteúdos da disciplina Ciências, ministrada pela professora Vera Nácia, na Escola Francisco Manuel.

 

Para fazer a revisão de conteúdos na disciplina de Ciências da Escola Francisco Manuel, a Professora Vera Nácia utilizou recursos que, além de ajudarem a compreender os conceitos trabalhados, exigiu planejamento, trabalho em equipe, organização e criatividade. Foi possível observar a organização do pensamento e as possibilidades de apresentação dos conteúdos, através da criatividade dos alunos.

 

Alunos participando de atividades lúdicas nas aulas de Ciências.

 


“Brincar com a criança não é perder tempo, é ganhá-lo; se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados, tolhidos e enfileirados em uma sala de aula sem ar, com atividades mecanizadas, exercícios estéreis, sem valor para formação dos homens críticos e transformadores de uma sociedade.” 

(Carlos Drummond de Andrade)

 

"No segundo segmento do Ensino Fundamental, as crianças que antes trabalhavam de forma interdisciplinar, começam a pensar nas disciplinas estanques e compartimentadas. Acredito que isso atrapalha a aprendizagem significativa, quando não torna as aulas cansativas e estéreis." Relata a professora Vera Nácia.


Encontrar um significado em suas ações, fazendo uma ligação entre a prática e a teoria que a fundamenta, é uma tentativa de despertar a curiosidade e o interesse do aluno. 

 A literatura comprova cientificamente a importância da ludicidade para os processos de ensino e aprendizagem, sendo, dessa maneira, fundamental para a constituição psicológica do sujeito.  

Nesse contexto, o objetivo da atividade foi revisar os conteúdos e tirar dúvidas a respeito dos conceitos apresentados. Com as turmas de 7º e 8º ano foram utilizados materiais lúdicos como massinha de modelar e Lego. Com esses materiais, os alunos construiram células, tecidos, reprodução sexuada e assexuada, mitose e meiose e sistema reprodutor masculino e feminino, por exemplo.

 

Atividade em grupos utilizando o Lego.

 


Já o 6º ano utilizou, além da massinha, materiais para confecção de maquetes do Sistema Solar, experimentos e exercícios utilizando rochas e minerais.


Seguem abaixo as ações realizadas durante as atividade de revisão de conteúdos.

 

 

  • Leitura do roteiro com os conceitos trabalhados;
     
  • Apresentação dos materias;
     
  • Escolha do material pelos alunos;
     
  • Confecção dos modelos com LEGO ou massinha;
     
  • Mediação da professora;
     
  • Apresentação dos modelos pela classe e discussão dos conceitos;
     
  • Mediação da professora para tirar as dúvidas;
     
  • Exercício de fixação.

 

Trabalho realizado com massinha.

 

 

Trabalho realizado utilizando Lego.

 

A aluna incluída, Ninna, do 7º ano, surpreendeu quando disse que gostaria de fazer a atividade na sala do 8º ano, pois havia faltado no dia em que a mesma foi realizada em sua turma.
Ela disse: “Eu gostei muito, aprendi mais dessa forma, podemos fazer de novo?

 

Cauã Lucas, do 8º ano, nem foi para o recreio, e disse: “Só vou quando eu terminar. Vou fazer o tecido conjuntivo em 3D, nunca mais vou esquecer.

 

Algumas crianças do 6º ano já iniciaram sua própria coleção de rochas e minerais. E afirmam que agora observam mais o que está a sua volta.

 

Os alunos demonstraram muito interesse e gostaram muito das atividades. A professora Vera conta que pretende continuar utilizando esses materiais, tanto para revisar conteúdos, quanto para introduzir novos conceitos, pois a experiência foi muito positiva.


Agradecemos a professora Vera Nácia por compartilhar conosco estas atividades mostrando a importância do lúdico na aprendizagem dos alunos!

 

Quer saber mais sobre?

Unidade Escolar: Escola Municipal Francisco Manuel

E-mail: emfmanuel@rioeduca.net

 

 

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Terça-feira, 04/09/2018

Psicomotricidade em Ação

Tags: 2ªcre, educaçãoinfantil, psicomotricidade.

 

Os alunos do Espaço de Desenvolvimento Infantil Igor Moraes da Silva participaram de atividades que possibilitaram a percepção da consciência corporal e a expressão com movimentos variados.

 

A professora Tamires Coutinho, Professora da Educação Infantil no EDI Igor Moraes da Silva, contou ao portal Rioeduca sobre as atividades de psicomotricidade realizadas com os alunos.


O projeto foi elaborado pela professora Tamires e realizado na turma do Maternal 2 com a ajuda das auxiliares Maria do Carmo e Viviane Belo.


Durante uma semana, os alunos participaram de atividades cujo objetivo foi criar consciência corporal e perceber as possibilidades de se expressar com movimentos variados, através de padrões como: velocidade, espaço, tempo e lateralidade. As crianças, além de se divertirem com as aulas, criaram, interpretaram e se relacionaram com o outro e com o mundo em que vivem.

 

 

Alunos realizando atividades com o  auxílio da professora.

 


“Na infância a Psicomotricidade vai potencializar o desenvolvimento da função simbólica. O desenvolvimento de habilidades corporais como o equilíbrio, coordenação, dissociação, orientação espacial e temporal – devendo-se, para tal, praticar uma ação pedagógica desinibidora, que proporcione situações receptivas, seguras e gratificantes. E a elaboração da noção corporal, uma vez que, com um maior entendimento sobre si mesma, a criança capacita-se para uma melhor compreensão em relação a si e ao mundo.” Diz a professora Tamires Coutinho

 

Vejamos abaixo como as atividades do projeto foram realizadas:


Criação de circuito dentro de sala que requer diferentes movimentos

Materiais: Colchão para cambalhota, cadeira para o pulo, túnel para passar por dentro, entre outros. 

Passo a passo: Explicar a atividade e criar um ambiente desafiador e estimulador; incentivar que as crianças torçam para os amigos falando o nome, batendo palmas e comemorando ao final do circuito completo; acompanhar a criança em cada movimento para ajudar, caso haja dificuldade na execução. 

 

É interessante ver como eles ganham confiança aos poucos vendo seus pares e com incentivos de encorajamento.

 

 

Atividade no circuito.

 

 

Atividade no circuito.

 

 

Atividade no circuito.

 


Elástico como uma “teia de aranha”

Material: Elástico

Passo a Passo: Prender o elástico grande de ponta a ponta fazendo um zig-zag em um corredor onde as crianças possam passar.

Esta atividade é muito simples e legal, porque cria um ambiente de brincadeira, no qual são obrigados a passar por cima ou por baixo, desafiando, assim, movimentos mais complexos para que consigam concluir a tarefa. É interessante colocar recursos visuais, sonoros ao longo dos fios, como tampinha de garrafas, para os pequenos explorarem.

 

Brincadeira com bambolê

Material: Bambolê

Passo a passo: Fazendo caminhos com os bambolês de modo que as crianças pulem com os dois pés, imitando um coelho para chegar ao final; deixar os bambolês livres para brincadeira e exploração pelos pequeninos, dessa maneira, surgem várias propostas legais e divertidas.

 

Separação de pecinhas por cores

Materiais: A atividade pode ser feita em grupos, com bambolês e pecinhas de encaixe coloridas.

Passo a passo:  Explicar que todos devem colocar as pecinhas dentro do bambolê de cor respectiva; separar por cor no “Já!”.

É muito legal observar o diálogo e como um corrige o outro, fazendo com que aprendam juntos.

 

Trabalho em equipes utilizando os bambolês.

 

 

Trabalho em equipes utilizando os bambolês.

 

A equipe pedagógica e os responsáveis deixaram seus depoimentos sobre o projeto:

 

Muito legal, parabéns professora Tamires pelo seu trabalho com as crianças” – Ana Paula Salvino (Mãe de aluno)

 

“Acho legal ver o desenvolvimento ao longo das atividades propostas e como eles gostam do lúdico”Viviane Belo (AEI)

 

“As atividades desenvolvidas são de grande importância para o desenvolvimento motor e cognitivo das crianças, trabalham também a socialização e respeito as regras. São atividades lúdicas, mas ao mesmo tempo desafiadoras, onde as crianças participam com interesse e entusiasmo" - Maria Cláudia (Diretora Adjunta)

 

 

Agradecemos a professora Tamires Coutinho por compartilhar conosco os relatos deste projeto que fala sobre a importância da Psicomotricidade na Educação Infantil.

Desejamos sucesso a toda comunidade escolar.

 

 

O contato do EDI Igor Moraes da Silva é: edisete@rioeduca.net

 

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

 


 


   
           



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