Rio Educa
A A A C
email
Retornando 296 resultados para a tag '2ªcre'

Terça-feira, 07/08/2018

Quem sou eu? O Resgate das Minhas Memórias

Tags: 2ªcre, alfabetizacao, literatura, peja.

 

A professora Pâmmela Lôbo, regente do PEJA no CIEP Nação Rubro Negra, esteve entre os 50 finalistas do Prêmio Educador Nota 10, da Fundação Victor Civita.

 

 

O portal Rioeduca conversou com a professora Pâmmela Lôbo, que contou sobre seu trabalho no PEJA do CIEP Nação Rubro Negra e como se sente sendo finalista do Prêmio Educador Nota 10.


A educação de jovens e adultos tem como missão o resgate da cidadania de seus estudantes, através da sistematização dos conhecimentos já construídos e da ampliação do repertório cultural e acadêmico. Por se tratar do bloco 1, do PEJA 1, a primeira etapa da modalidade, a professora Pâmmela Lôbo costuma promover atividades de acolhimento direcionadas aos alunos, a fim de desenvolver a sensação de pertencimento ao espaço escolar e minimizar os sentimentos de medo e insegurança diante do novo desafio: o início da escolarização ou o retorno aos estudos formais, depois de anos afastados da instituição escolar.


Durante a diagnose no início do ano letivo, foi constatado que a maior parte do grupo era oriunda do sertão nordestino e que deixou sua terra natal, devido ao fenômeno da seca, a fome e a pobreza, para tentar uma vida melhor no Rio de Janeiro. A professora também observou que os estudantes apresentavam muita dificuldade em falar sobre si, suas perspectivas e seus desejos, já que por muito tempo suas opiniões, ideias e sonhos foram esmagados pelas desigualdades sociais presentes em nosso país.


Ao analisar a situação, concluiu que era necessário desenvolver ações para resgatar a história de cada um. A partir de então, o projeto de trabalho foi idealizado, buscando articular o processo de alfabetização às experiências dos alunos. A proposta foi embasada na concepção que traz a oralidade, a leitura e a escrita como práticas sociais, já que o sujeito participa de diversas situações comunicativas em seu cotidiano, como produtor de textos orais e escritos.

Dessa forma, a professora pensou que o primeiro passo para desenvolver a autoria dos seus alunos  seria cada um contar sua própria história, através de seu olhar e não pelo olhar do outro. Assim, além de buscar o resgate da memória e ampliar o repertório, o projeto ajudaria o estudante a entender seu contexto social, político e cultural. Afinal, não basta resgatar as lembranças, é preciso interrogá-las para mudar a realidade que nos cerca.

 

Os objetivos do projeto foram:


• Resgatar as memórias, a fim de fortalecer a subjetividade através da valorização de sua história pessoal;


• Contar sua própria história através de seu olhar e não pelo olhar do outro, desenvolvendo assim o processo de autoria;


• Compreender e refletir sobre o contexto social, político e cultural dos fatos e situações vividas;


• Apropriar-se da língua escrita e oral como meio de expressão, interação e comunicação;


• Desenvolver a expressão oral adequada aos diferentes contextos;


• Reconhecer e compreender a diversidade nas formas de falar;


• Reconhecer que textos não verbais são formas de expressão;


• Compreender diferentes discursos orais e escritos em diversas variantes e registros da Língua Portuguesa, incluindo a norma padrão (com identificação dos objetivos comunicativos);


• Valorizar a leitura como forma de conhecimento e fruição;


• Reconhecer a leitura como produção de significados;


• Reconhecer e utilizar diferentes gêneros discursivos/textuais;


• Ler e produzir diferentes gêneros discursivos, fazendo uso das estratégias de seleção, antecipação, verificação e inferências;


• Escrever textos curtos, tendo em vista as condições de produção (finalidade, gênero e interlocutor).

 

Desenvolvimento do Projeto:


O ponto de partida do projeto foi o trabalho de leitura, análise de imagem e produção de texto coletiva a partir do livro de Literatura “Guilherme Augusto Araújo Fernandes”, de Mem Fox e Julie Vivas, Editora Brinque-Book. Durante a produção do texto, a professora como escriba e mediadora do processo de aprendizagem, aproveitou o ensejo para tratar de alguns aspectos sobre a língua escrita, tais como parágrafo, pontuação, coesão, coerência e escrita adequada das palavras.


Assim, como no livro, foi feito um levantamento de objetos que poderiam despertar nossas lembranças. Cada aluno fez o seu relato oral na roda de conversa, o passo seguinte foi a elaboração de um caderno individual para registro de memórias. Ao lançar a proposta para o grupo, ficou combinado entre todos que o registro ocorreria uma vez por semana, durante o ano letivo. A intenção pedagógica do caderno foi ajudar o estudante a perder o medo do escrever, a partir de suas experiências, desenvolvendo, assim, a prática de escrita.

A análise dos registros dos alunos forneceu a professora Pâmmela subsídios para o replanejamento das ações, ao longo do ano letivo e o caderno de registros tornou-se o portfólio individual das produções escritas.

 

 

Cadernos de registros

 

A terceira etapa do projeto foi a apreciação de telas de Portinari e Ivan Cruz, que retratam as brincadeiras de crianças. É importante destacar que a biografia de ambos os artistas foi lida pela turma, antes da apresentação dos quadros. O trabalho teve como foco despertar o senso estético, aprofundar o olhar sobre os elementos visuais que compõem uma obra artística e sensibilizar o grupo a respeito da temática tratada - a infância. As telas selecionadas foram projetadas no datashow e os alunos foram convidados a falar sobre suas impressões, sentimentos e ideias que foram suscitados pelos quadros.

Em outro momento, cada estudante escolheu uma das telas exibidas para fazer uma releitura, a fim de expressar suas lembranças. Pâmmela Lôbo acredita que a releitura não é uma simples cópia de um produto artístico. O aluno se torna co-autor da tela, já que incorpora suas experiências ao produto já acabado.

 

 

Alunos fazendo a releitura da telas

 

 

Algumas releituras - Meninos soltando pipas

 

A quarta etapa foi o levantamento das brincadeiras preferidas da turma. Neste momento, notou-se que nem todos do grupo tiveram o direito de ter uma infância feliz. Este fato incomodou bastante a todos e vários questionamentos foram realizados pelos alunos. Nesse contexto, a professora organizou um debate e junto com os alunos registrou algumas hipóteses para responder as questões. Diante de tais respostas, para estimular a reflexão sobre a realidade tratada, foi exibido para o grupo o vídeo “Vida Maria”, de Marcio Ramos. A partir do vídeo, foi produzida, coletivamente, uma narrativa para contar a vida de Maria. 

Ainda tratando das indagações formuladas pela turma a respeito do direito de brincar, o próximo passo foi o debate a partir da leitura de algumas charges de jornal. Em seguida, o grupo pesquisou os direitos das crianças na internet. Também buscaram algumas respostas em notícias de jornal e no estudo da História do Brasil, procurando relacionar alguns fatos atuais com o passado.

 

 

Alunos escrevendo com o auxílio do alfabeto móvel

 

 

Atividade realizada em grupos.

 

 

A etapa seguinte do projeto foi a identificação dos Estados e regiões, onde cada aluno nasceu, no mapa do Brasil que foi projetado no datashow. As informações coletadas foram transformadas em um gráfico coletivo. Logo, foi possível trabalhar com a turma pontos pertinentes a leitura de mapas, tabelas e gráficos. Para ampliar o olhar sobre a região nordestina e não desenvolver ideias equivocadas sobre o local foram projetadas imagens de diversos mapas sobre a vegetação, clima etc e fotos que fizeram referência a cultura, vestuário, culinária, além de telas de diversos artistas que mostravam o cotidiano local, ressaltando aspectos positivos e negativos.

Em outro momento, a professora solicitou ao grupo a escolha de um dos quadros apresentados na atividade anterior para a elaboração de um texto narrativo. A tela escolhida foi “Os Retirantes”, de Portinari. A produção foi realizada em duplas para estimular a troca de conhecimentos.

Durante o processo de execução do projeto, a turma também fez alusão às lembranças a partir da culinária. Por tal motivo, o próximo passo foi registro de receitas de alguns pratos escolhidos pelo grupo. Neste momento, a docente foi escriba dos textos, visto que as receitas eram conhecidas oralmente. Isto é, o papel da professora foi sistematizar um conhecimento que era repassado através da oralidade. Logo, quando o tema foi abordado, se fez necessário tratar das nossas raízes negras, indígenas e portuguesas.


Para ampliar o repertório e trazer mais informações, a turma participou de duas aulas passeio: ao Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista e ao Museu Imperial, em Petrópolis. Foi elaborada uma notícia de jornal sobre a visita a Petrópolis para o jornal da escola. Com o objetivo de desenvolver a oralidade, os alunos foram convidados a brincar de repórter por um dia. Assim a mesma notícia que foi produzida no formato do “jornal de papel”, também foi elaborada na dinâmica do “jornal na tv”.

 

 

 

A notícia produzida coletivamente, após o passeio. As fotos foram retiradas pelos alunos.

 

Para finalizar o projeto, a partir do poema “Árvore da Vida”, de autor desconhecido, retirado da internet, foi produzido outro poema coletivo, também com o mesmo título. Inicialmente, o poema gerador da atividade foi lido individualmente e em seguida, coletivamente. Depois foi feita análise do contexto de produção e da estrutura do texto. Logo após, cada aluno escreveu uma palavra pertinente ao que foi discutido e o poema coletivo foi elaborado. Os alunos que precisaram de apoio para escrever as palavras do poema, utilizaram o alfabeto móvel.

 

 

 

Mural com o poema construído coletivamente

 

 

Cabe ressaltar que o projeto possibilitou que os eixos do processo de alfabetização (escrita, leitura, oralidade e análise linguística) fossem contemplados de forma significativa. O projeto teve como um dos objetivos colocar o aluno como protagonista de sua história e do processo ensino e aprendizagem e por isso, foi observada a redução do índice de faltas durante o período. O período de realização do projeto foi de março de 2017 a agosto de 2017.

 

• Processo de inscrição no Prêmio Educador Nota 10

 

“Resolvi me inscrever no último dia do prazo estabelecido. A maior incentivadora para que eu inscrevesse foi minha mãe. A partir de sua insistência dela, decidi sentar para fazer o relato da experiência. Com a correria do nosso cotidiano, em nenhum momento passou pela minha cabeça participar do concurso. Além disso, achamos que o que produzimos na escola para ser considerado como uma experiência exitosa requer algo grandioso. Durante o processo de elaboração do meu relato, ficou claro que a articulação da proposta com as vivências dos alunos foi o que possibilitou o sucesso do projeto.


Este exercício de registrar a minha prática foi valioso para aprimorar meu trabalho, pois foi um momento de análise e reflexão de todo o processo.” Relata a professora Pâmmela Lôbo

 

• Estar entre os finalistas:

 

“Eu fiquei muito feliz e me senti muito honrada. Tenho muito orgulho de ser professora alfabetizadora. Tenho 19 anos de carreira na Rede Municipal e alfabetizar sempre foi minha paixão. É importante dizer, que fui me constituindo professora alfabetizadora durante esse tempo através das formações que participei e das trocas de experiências com outros colegas de trabalho. Por isso, essa conquista não foi só minha, foi da Rede, de alunos e de professores, principalmente do PEJA. Mostrar as potencialidades dos docentes e estudantes do PEJA e o quanto a educação de jovens e adultos exerce um papel fundamental para uma sociedade mais justa e igualitária foi a maior vitória.


O carinho e apoio que recebi dos alunos, dos meus colegas da escola e de outros professores me deixou emocionada. Recebi muitas mensagens de incentivo. Eu só tenho a agradecer. Sou muita grata por estar onde estou, com os alunos e com meus colegas do CIEP Nação Rubro Negra.” Conta a professora Pâmmela Lôbo

 

 

Professora Pâmmela Lôbo e alunos

 

Agradecemos a professora Pâmmela Lôbo por compartilhar conosco esta experiência pedagógica de sucesso e desejamos sucesso sempre.

 

O email de contato da professora Pâmmela Lôbo é: pammelaoliveira@rioeduca.net

 

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

 


 

 

 

 

 

 

 


   


   
           



Yammer Share

Terça-feira, 24/07/2018

Sistema Solar em 3 D

Tags: 2ªcre, ciências.

 

Atividades práticas colaboram com aprendizagem nas aulas de Ciências dos alunos do sexto ano da Escola Municipal Francisco Manuel


Durante o primeiro bimestre do ano letivo de 2018, os alunos do sexto ano da Escola Municipal Francisco Manuel, localizada em Vila Isabel realizaram com a professora de Ciências, Deborah Senra, a confecção de um sistema solar em 3D. Tornando o sistema solar mais perto e real.

 

 

Aula prática de Ciências incentiva os alunos a pesquisarem.

 

 

O objetivo da atividade foi explorar trabalhos manuais contextualizando com conhecimentos de astrologia e corpos celestes. Além de facilitar a memorização em relação a ordem dos planetas, tamanho, distância do sol, diâmetro e outras informações importantes.

 

 

Atividade realizada em grupos.

 

 

A atividade foi complementada por pesquisas em sites da internet, onde os alunos colheram dados importantes para a pesquisa. Durante as aulas, os educandos pintaram as bolinhas de isopor, colocando os nomes dos planetas, em seguida amarraram um barbante prendendo a bolinha na cartolina preta na ordem que aparecem no sistema solar.

 

Durante a pesquisa os alunos visitaram o portal SmartKids e pesquisaram informações que agregaram conhecimento e foram muito úteis na confecção do sistema solar como: nome na mitologia, distância média até o sol, diâmetro e temperatura.

 

Os alunos gostaram da atividade, que foi realizada em grupos durante as aulas de Ciências. Principalmente a parte de pintar e amarrar os planetas na cartolina. Eles dividiram-se em grupos e cada integrante do grupo realizou uma atividade para o acabamento do cartaz como nomes, desenho das estrelas e corpos celestes no espaço.

 

 

Alunos reunidos em grupos para montar o sistema solar.




O aluno Jean Carlos da Silva comentou sobre a atividade:


Eu achei muito legal. Trabalhamos todos juntos e conseguimos fazer um trabalho bem legal! Sofremos um pouco para fazermos no tempo certo, mas conseguimos com a ajuda de todos.

 

Para o aluno Richard Bruno Rodrigues a experiência com o trabalho foi ótima e divertida. Ele aprendeu mais sobre a ordem dos planetas e a trabalhar em equipe, com seus colegas e amigos.

 

A aluna Maria Luiza Miranda escreveu:

 

Foi legal sentir a emoção de posicionar os planetas. E divertido compartilhar com os amigos essas tarefas.”

 

“Outros alunos relataram gostar de aprender mais sobre os planetas, pintar e posicioná-los nos lugares corretos”. Disse a professora Deborah Senra.

 

 

Mural com a exposição dos trabalhos realizados pelos alunos.

 

Agradecemos a professora Deborah Senra por compartilhar conosco experiências de atividades práticas que incentivam a busca pelo conhecimento. Desejamos sucesso a toda equipe da Escola Municipal Francisco Manuel.

 

O contato da professora Deborah Senra é: deborah.senra@gmail.com

 

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 


 


   
           



Yammer Share

Terça-feira, 10/07/2018

Aprender a Ler de A a Z

Tags: 2ªcre, alfabetizacao, literatura.

 

Os alunos do terceiro ano da E.M. General Humberto de Souza Mello estão participando de um projeto de incentivo à leitura.

 

Em comemoração ao Dia Nacional do Livro Infantil, a Professora Vera Nácia iniciou um projeto de incentivo à leitura com a turma 1.301 da E.M. General Humberto de Souza Mello, baseado na obra de Ademir Piedade “O Aniversário do Seu Alfabeto”.

 

 

Senhor Alfabeto

 


Tendo como objetivo principal despertar o letramento de forma lúdica,cada dia uma criança leva a mascote, Senhor Alfabeto, para passar um dia em sua casa e um livro para ser lido com a família.

Além disso, as crianças também levam um caderno para registrar como foi o seu dia em companhia do Senhor Alfabeto e desenhar ou colar fotografias de momentos vividos junto com a mascote. 

Para finalizar, antes de entregar o material para o próximo colega, a criança faz a leitura de seus registros para a classe.

 

 

Cada dia um aluno leva a mascote para casa.

 

Ao término do projeto está previsto o aniversário da mascote, por isso as crianças já fizeram uma lista de presentes, um com cada letra do alfabeto, uma lista de convidados, lista de comidas, bebidas e tudo que será necessário para montar a festa.

 

Lista de presentes do Senhor Alfabeto.

 


Para festa, a turma vai confeccionar os convites e no dia do aniversário, cada aluno deverá levar um presentinho com a letra que será sorteada. A Marianny, por exemplo, disse que levará um quadro com um desenho feito por ela. Os alunos estão muito envolvidos e empolgados, além de estarem aprendendo se divertindo!

 

 

Alunos envolvidos nas atividades do projeto.

 


Em classe, já foram feiras várias atividades de leitura, escrita e interpretação, assim como problemas envolvendo situações relacionadas ao livro.


Segundo a professora, a participação das famílias está sendo muito importante para a continuidade e o sucesso do projeto. As crianças estão tendo a responsabilidade de realizar as atividades e cuidar do material para que todos possam participar.


Agradecemos a professora Vera Nácia por compartilhar conosco este projeto de alfabetização e incentivo à leitura. Desejamos sucesso!

 

O contato da professora Vera Nácia é: veranacia@hotmail.com

 

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

 


 


   
           



Yammer Share

Terça-feira, 26/06/2018

Ciências É Bom Demais!

Tags: 2ªcre, ciencias.

 

Os alunos do sexto ano da E.M. Joaquim Nabuco estão vivenciando, nas aulas de Ciências, a teoria e a prática laboratorial.

 

O projeto “Ciências é bom demais” está sendo realizado com as turmas de sexto ano que têm como regente a professora Bárbara Neves.


A ideia de realizar o projeto surgiu devido a necessidade de aproveitar o caráter investigativo dos alunos, algo tão marcante na infância e adolescência. Dessa forma, o "Ciências é bom demais" tem como objetivo estimular o interesse pela investigação, dando importância aos experimentos propostos pelo Caderno Pedagógico do aluno, através do uso da Sala Multidisciplinar da Unidade Escolar.


Vale ressaltar, que os experimentos propostos no Caderno Pedagógico são ótimos objetos de aprendizagem e exigem materiais simples e de fácil acesso.

 

 

Alunos realizando experimentos nas aulas de Ciências.

 

Ao executar os experimentos, o aprendizado torna-se mais válido, prazeroso e confiável.  Dessa forma, os alunos podem ver e experimentar os conteúdos que são abordados nas aulas, além de aprenderem noções de biossegurança no laboratório e trabalho em equipe.


O "Ciência é bom demais" está relacionado ao Projeto Político Pedagógico da escola que visa uma maior noção de pertencimento ao ambiente escolar. A escola tem como tema gerador do Projeto Político Pedagógico: “Escola Lugar de Gente Feliz”. Sendo assim, a Unidade Escolar entende que esse lugar de felicidade apenas é possível com um ensino mais próximo, envolvendo todos e estimulando a autoestima e pertencimento. Destaca-se, ainda, que a solidariedade e o respeito ao próximo são trabalhados a cada dia em todas as aulas.

 

 

Incentivo ao trabalho em grupo.

 


A professora Bárbara ministra as aulas teóricas em sala de aula e depois, concretiza o trabalho na Sala Multidisciplinar, a partir das experiências e atividades práticas. 

 

 

Aulas teóricas.

 


Para a execução dos experimentos, os alunos, a professora e a escola providenciaram os materiais necessários. Os experimentos são realizados em espaço preparado, onde possui equipamentos, como: lupa, microscópio e vidrarias de laboratório.

 

 

Observação de materiais usando o microscópio.

 


A culminância deste projeto será a realização de uma feira de Ciências que acontecerá no segundo semestre deste ano. Nela os alunos apresentarão os experimentos que realizaram durante as aulas à toda comunidade escolar


Agradecemos a E.M. Joaquim Nabuco por compartilhar conosco este projeto que relaciona a teoria com a prática.

 

O contato da unidade escolar é: emnabuco@rioeduca.net
 

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 


   
           



Yammer Share