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Terça-feira, 05/12/2017

África: História e Cultura

Tags: 11ªcre, consciência, negra.

 

A Escola Municipal Cândido Portinari, que atende alunos da Educação Infantil ao 6º ano, realizou diversos trabalhos de conscientização sobre a cultura Africana e seu legado no Brasil. CONFIRA!

 

A Lei Federal 10.639/03 determina que os conteúdos sobre história e cultura africana e afro-brasileira devem ser abordados em todos os níveis de ensino das redes privada e pública de todo o País. Pensando nisso a E. M. Cândido Portinari trabalhou com seus alunos o legado da cultura africana, sobre o que representa o Dia da consciência Negra e porque esse dia deve ser trabalhado.

 

 

Professor Rodrigo Franco conversando com os alunos sobre o percursos histórico dos negros no Brasil

 

Foi convidado, então, o professor, historiador Rodrigo Franco para "bater um papo" com os alunos sobre racismo, percurso histórico, sobre como os negros chegaram ao Brasil, trabalho escravo, resistência negra, o caso de Zumbi dos Palmares, lideranças negras mundiais e muito mais.

 

Desfile após a oficina de turbantes

 

A palestra foi para os alunos da Educação Infantil ao 6º ano experimental. Logo após, a agente de educação especial, Bárbara Espírito Santo, desenvolveu com alunos negros da Educação Infantil uma oficina de turbantes e o desfile.

 

Conscientização da cultura afro. Destaque para a agente de educação especial Bárbara.

 

A coordenadora Jacqueline da Costa relata que o objetivo maior foi aumentar a auto estima dos alunos negros da escola. 

 

Alunos: Desfile de cores e significados

 

 

Quer saber mais sobre?

Unidade Escolar: E.M. Cândido Portinari

Telefone: (021) 2462-8456 / 2462-8401

 

 

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Terça-feira, 21/11/2017

I Festival de Jogos e Brincadeiras Populares da Brigadeiro Eduardo Gomes

Tags: 11ªcre, jogos, populares.

 

A E. M. Brigadeiro Eduardo Gomes, a fim de dar um novo significado (para além da quadra esportiva) às aulas de Educação Física, realizou o I Festival de Jogos e Brincadeiras Populares no mês de outubro. CONFIRA!

 

A coordenadora pedagógica, Mariângela Diniz, relata que a escola sediou o grupo de trabalho (GT) de Educação Física, realizado pela Gerência de Educação da 11ªCRE e que esta experiência trouxe para a unidade escolar vivências corporais sobre o eixo “Conhecimentos sobre o corpo”, trabalho este desenvolvido anteriormente em encontros dos professores de Educação Física do referido grupo de trabalho e que foi colocado em prática com os alunos da escola.

 

Alunos no pátio da escola jogando peteca e brincando de elástico.

 

A escola atende turmas de 6º ao 9º ano, além do projeto Acelera 8 e duas turmas de Jovens e Adultos (PEJA), totalizando 383 alunos. Os alunos participantes se encantaram com uma Educação Física que, até então, eles desconheciam e foi essa a oportunidade para a entrada dos jogos populares. A bola de futebol foi substituída pelas bolinhas de gude; a corda e o elástico trouxeram uma nova forma de movimento e possibilidade corporal; o pique-bandeira e o queimado com inúmeras variações deram uma nova direção às disputas competitivas.

A memória da infância foi sendo resgatada acerca do brincar e, nesse caso, o brincar na escola. Com todo esse novo movimento acontecendo, surgiu a ideia de ser realizado um festival de jogos e brincadeiras populares que poderia culminar no mês de outubro em comemoração ao mês das crianças. A proposta foi amadurecida e, após alguns meses de planejamento, foi realizado no dia 25 de outubro, o Iº Festival de Jogos e Brincadeiras Populares da EMBEG, sendo uma das idealizadoras a professora de Educação Física Luciana Rodrigues.

As turmas foram organizadas em grupos mistos de todos os anos escolares, divididos por cores num total de 5 grupos por turno, de manhã e a tarde. Os alunos foram recebidos no início de cada turno, divididos nos devidos grupos e identificados com uma pulseira. Receberam um lanche e foram orientados para seus espaços lúdicos.

 

Alunos confeccionando Pipas/Cafifas

 

Cada espaço tinha um ou dois professores-monitores. Os espaços eram "caça ao tesouro", onde eles recebiam as pistas e montavam um mapa da escola até a localização do tesouro. Em uma das quadras tivemos o Tacobol e o Badminton, numa outra de quadra descoberta tivemos o festival de pipas. 

 

Alunos brincando: destaque para a caça ao tesouro, pipa e queimado

 

Além disso, na quadra coberta, tivemos o tradicional queimado e o pique-bandeira e, por último, num espaço gramado tivemos corda, elástico, peteca e bola de gude.

A cada 40 minutos os grupos faziam um rodízio para que todos pudessem vivenciar um pouco de cada atividade, porém os alunos que preferissem poderiam se manter na sua oficina. Professores, funcionários, estagiários, responsáveis se envolveram também e, além de monitorarem suas atividades, aproveitaram a rica oportunidade para brincarem e rememorarem seus tempos de infância.

Ao final do turno, os alunos retornaram para o pátio interno e receberam um picolé antes de voltarem para suas casas. Vivenciar nos dias de hoje uma experiência rica como essa é algo que deve nos fazer pensar sobre o real significado da escola para os educandos e até para os educadores.

 

Alunos no pátio externo da escola: Destaque para a bolsista da UFRJ em parceria com a unidade escolar

 

A coordenadora Mariângela Diniz diz que: O que ficou de toda essa experiência foi perceber o lugar que o jogo e a brincadeira podem e devem ocupar as escolas como conteúdo das aulas de Educação Física e, além disso, ver a alegria estampada no rosto de meninos e meninas, dos professores e funcionários e de todos os envolvidos que puderam perceber o quanto a escola pode oferecer e reconsiderar no seu cotidiano muitas das vivências que, até então, não eram sequer pensadas ou contempladas. Destaco, também, a participação efetiva de um grupo de bolsistas da Escola de Educação Física e Desportos (EEFD) da UFRJ que está realizando um lindo projeto na nossa escola e que, em virtude do festival, se envolveram diretamente em toda a construção do trabalho e, juntamente conosco, puderam experienciar o significado e a realidade do chão da escola.

 

Quer saber mais sobre?

Unidade Escolar: E.M. Brigadeiro Eduardo Gomes

Telefone: (021) 3393-4185 e 3393-2630

Fotos tiradas por: Aluno Jhuan Pablo da turma 1801

 

 

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Terça-feira, 07/11/2017

DIA I - Dia da Inclusão

Tags: 11ªcre, inclusao, dia i.

 

A Escola Especial Municipal Rotary Club comemorou o DIA I - Dia da Inclusão, realizando diversas atividades referentes à inclusão dos alunos nos espaços, tais como: oficinas, palestras e apresentação da Educação Infantil, além do Festival Inclusivo na Vila Olímpica Nilton Santos. CONFIRA!

 

 

No dia 10 de outubro de 2017 foi dedicado ao Dia I – Dia da Inclusão, que tem como objetivo promover a reflexão das ações das Escolas/Creches/EDIs no que se refere à Inclusão do aluno em seus espaços, favorecendo a aprendizagem em um ambiente que não exclui.

Oficinas de jogos inclusivos: Damas, bolinha de sabão,fantoches, bilboquê, jogo da memória, etc

 

Pensando nisso a E.E.M.Rotary Club realizou a exposição de trabalhos e de projetos pedagógicos inclusivos realizados durante o ano.

 

Confecção coletiva do mural: O mundo que nós queremos começa pelas nossas mãos

 

A comemoração foi aberta a toda comunidade escolar, os responsáveis foram convidados a assistir palestra com assistente social e além de oficinas de materiais adaptados.

Dia I - Dia da Inclusão na E.E.M. Rotary Club

 

A educação infantil também participou fazendo apresentação teatral.

 

Paralelamente a estas atividades, na quadra de esportes da Vila Olímpica Nilton Santos, ocorria o Festival Inclusivo, uma parceria entre a Escola Rotary Club e o GEO Nelson Prudêncio, com a participação das Escolas Municipais Brigadeiro Eduardo Gomes e Grupo Escolar Fundão.

 

Interação entre alunos: Jogos com inclusão

 

Foto com os alunos das escolas participantes e equipe de professores envolvidos.

União e inclusão entre os alunos: Respeito as diferenças

 

Equipe da Escola Especial Rotary Club

 

 

Quer saber mais sobre?

Unidade Escolar: E.E.M. Rotary Club

Telefone: (021) 2463-0156 e 3393-4215

 

 

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Terça-feira, 24/10/2017

Jovens Leitores contagiando novos leitores

Tags: 11ªcre, leitores, leitura.

 

 A professora Catarina Vasconcelos da E.M. Anita Garibaldi tem realizado o projeto "Jovens Leitores contagiando novos leitores" envolvendo os alunos do 6º ano experimental com as turmas de alfabetização, despertando o prazer e o interesse de todos pela leitura!

 

 

O projeto que iniciou em agosto deste ano é realizado com os alunos da turma 1602, envolvendo as turmas de alfabetização e tem como objetivo geral integrar os alunos no desenvolvimento das habilidades de leitura, despertando o prazer e o interesse no leitor e no ouvinte.

 

Alunos da turma 1602 preparados para contação de história

 

A  professora Catarina Vasconcelos acredita que para ser alfabetizado, o educando precisa estar mergulhado no universo da leitura e escrita, sendo que para desenvolver o gosto pela leitura, a mesma não deve ser imposta ou obrigatória. Foi pensando assim que o projeto surgiu.

 

Alunos realizando a leitura de histórias para as classes de alfabetização

 

A professora relata que os alunos da turma 1602 são encaminhados à sala de leitura pela professora regente para escolher um livro que deverá atender aos interesses dos alunos do 1º ao 3º ano de escolaridade, para levar para casa e se planejar como será a sua contação de história.

 

Jovens Leitores em ação

 

Após treinar e se organizar, o aluno realizará a leitura à sua turma e professora regente, onde a mesma realizará as intervenções necessárias quanto à entonação e ritmo de leitura. A turma é dividida em 3 grupos a fim de atender todas as turmas de alfabetização, realizando uma leitura semanal, totalizando no final de 3 semanas, 3 contações de histórias para cada turma.

 

Olhares atentos na leitura: Admiração e respeito entre alunos

 

Os jovens leitores se caracterizam com um avental e contam a história nas salas de aula em que os professores regentes tiverem autorizado a realização do projeto. No final da contação, o aluno será avaliado pela turma através de uma ficha de avaliação entregue pela professora idealizadora do projeto.

 

Ao terminar o projeto, o aluno do 6º ano faz uma produção de texto relatando sua experiência como leitores contadores de histórias.

 

Quer saber mais sobre?

Unidade Escolar: E.M. Anita Garibaldi

Telefone: (021) 3975-9461 e 3367-3542

 

 

 

Contato para publicações:

 

 


   
           



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