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Sexta-feira, 10/08/2018

Resgatando e Valorizando o Hábito Pela Leitura

Tags: cre10, 10ªcre, fotografias, leitura.

 

Escola Municipal Professora Zélia Carolina da Silva Pinho promove atividades como Exposição de Fotografias e Leitura Lounge com o intuito de despertar nos alunos o interesse pela leitura através de propostas diferenciadas.

 

A Escola Municipal Professora Zélia Carolina da Silva Pinho está localizada a Rua Felipe Cardoso, n° 1536 – Santa Cruz, zona oeste do Rio de Janeiro. A unidade atende 20 turmas, com 657 alunos do 6° ao 9° ano. Tem como diretora, a professora Tânia Maria Gonçalves dos Santos, como diretor adjunto, o professor Eduardo do Amaral Santos e, como coordenadora pedagógica, a professora Luana Fortunato Costa.

 

A equipe gestora é formada por professores que acompanham a trajetória da Unidade. A diretora, professora Tânia Maria Gonçalves dos Santos, debuta junto a escola, que neste ano completou 15 anos, pautados no empenho em construir um espaço democrático e organizado, que valoriza o aluno como parte principal do processo ensino- aprendizagem.

 

Pelotão da Bandeira da Unidade Escolar

 

O estímulo à leitura é sempre um desafio para o professor de língua portuguesa, uma vez que o desinteresse pela prática é frequente entre adolescentes de hoje, tão imersos a uma realidade virtual que, muitas vezes, desestimula a concentração. Dessa forma, pensando em uma maneira de despertar nos aprendizes uma vivência agradável e estimulante de leitura, os professores realizaram uma atividade um pouco diferente das realizadas habitualmente no ambiente escolar. 

 

 O texto trabalhado com as minhas turmas no 1° bimestre foi o conto “Venha ver o pôr do sol”, de Lygia Fagundes Teles. No entanto, eu gostaria de estar com a turma durante a leitura para perceber como era a postura de cada aluno. Dessa forma, não pedi para que lessem o texto em casa. A atividade deveria acontecer na escola. Como muitos alunos não têm o hábito de ler em casa, tentei encontrar alguma forma de proporcionar-lhes um ambiente que oferecesse o relaxamento e a descontração que o lar oferece. Verifiquei que havia na escola uma sala de instrumentos, onde não ocorriam aulas em meu horário com as turmas, e resolvi fazer a atividade por lá. Como havia poucas mesas e cadeiras, os alunos poderiam ficar como quisessem, inclusive deitados. O resultado superou as expectativas, pois os alunos ficaram 40 minutos em silêncio lendo o texto e ainda finalizaram a leitura bastante exaltados com um dos personagens.  afirma a professora Lygia Figueira

 

 

Alunos da 1801 em atividade de leitura

 

Como o resultado da atividade foi muito proveitoso, a direção da escola resolveu investir na sala, transformando-a em um espaço preparado para receber bem os alunos. Sendo assim, com as próximas turmas, o ambiente estava mais bonito, com paletes, colchonetes e flores.

 

A proposta da atividade foi oferecer aos alunos a leitura de um bom texto de maneira relaxada e concentrada. Alguns trabalhos surgiram em decorrência da atividade, mas se deram de maneira natural, a pedido de alunos ou devido a uma reflexão ocorrida após debate. A turma 1801, por exemplo, decidiu adaptar a história para uma peça. Selecionaram atores, diretores, pensaram no cenário e no figurino. Na turma 1902, o texto gerou reflexão sobre os temas feminicídio e independência da mulher. A professor propos que se expressassem sobre as reflexões que fizeram a partir do texto. Foram feitos desenhos, maquetes, poesias, vídeos, cartazes e músicas. Na 1901, os alunos se dividiram para um seminário sobre mulheres. Um dos grupos pesquisou e apresentou sobre a autora Lygia Fagundes Teles.

 

Diante da necessidade de se trabalhar valores, dentre os quais o cuidado e o respeito com o próximo e, ainda, no anseio de resgatar o gosto pela leitura, a professora Andréia pensou em uma proposta que pudesse englobar as prioridades mencionadas. Contudo, havia a necessidade de encontrar uma proposta que possibilitasse uma leitura única para toda turma 1606, tendo em vista a inviabilidade de se dar conta de várias leituras ao mesmo tempo e que essa fosse realizada no ambiente, pois somente assim se teria a certeza de que todos de fato iriam ler o livro. Em consulta a sala de Leitura, ela encontrou o livro “O Pequeno Príncipe” com 11 exemplares. Como a direção havia criado o espaço Leitura Lounge, o projeto pode ser realizado de maneira que os alunos pudessem ter um espaço diferenciado para realizar a leitura.

 

 Alunos sem nenhuma concentração em sala de aula se silenciaram diante da encantadora leitura do livro “O Pequeno Príncipe” e a todo instante demonstravam curiosidade em saber sobre o final da história. Em determinados momentos, fazia intervenções com a preocupação de que todos estivessem no mesmo momento da leitura ou próximos e, ainda, buscando neles o entendimento sobre a importância de uma simples florzinha para o Pequeno Príncipe e o que ele foi capaz de fazer para cuidar dela. Desta forma, trabalhamos valores no sentido de como cuidar um do outro, do que devemos fazer para cativar as pessoas, que todos são importantes independente de quem seja. Foi um momento mágico, finalizado com um lindo musical cantado por toda turma.  afirma a professora Andréia Souza

 

 

Alunos da 1606 no espaço Leitura Lounge

 

 

Outra projeto de grande sucesso na Unidade Escolar foi a exposição de fotografias organizada pela professora de Artes, Fernanda Miguel. As fotografias foram produzidas pelos alunos do 9º ano após estudo resumido e adaptado a faixa etária da história da fotografia.

 

As fotografias feitas com aparelhos celulares e filtros artesanais, que vão de papéis coloridos, cd, descartáveis, espirais de cadernos e diversos outros materiais.

 

 

 Um processo que começa no escuro de uma caixa, onde a luz se transforma poeticamente em imagem. A câmara escura é nosso primeiro objeto de transformação do olhar, treinando a observação da paisagem, enquadramento, luz e sombra, plantando a semente da fotografia na alma de nossos alunos. A intenção maior do trabalho não estava apenas nas imagens que resultaram dele, mas em desenvolver nos alunos um olhar crítico de mundo, uma observação maior, não só de pequenos detalhes e novas belezas, como de tudo que os rodeiam.  afirma a professora Fernanda Miguel.

 

 

Fotografia de aluna do 9° ano

 

 

Quer saber mais sobre o nosso trabalho?
Entre em contato com a Unidade Escolar.

E/CRE (10.19.062) E. M. Professora Zélia Carolina da Silva Pinho.
E-mail: emzpinho@rioeduca.net

 

 


 


   
           



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Sexta-feira, 27/07/2018

Brincadeira Aqui é Coisa Séria

Tags: cre10, 10ªcre.

 

O grupo do EDI Profª Solange Inácia de Sá de Lacerda realmente leva a brincadeira a sério!

 

Em meio a brincadeiras projetadas especificamente para as crianças, com a utilização de diversos materiais, inclusive reciclados, voltadas para o desenvolvimento sócio motor, cognitivo e afetivo o EDI conseguiu conquistar diariamente o sorriso e carinho de seus alunos.

 

Diretora Lucia e Diretora Adjunta Paula

 

A E/CRE (10.19.821) Espaço de Desenvolvimento Infantil Professora Solange Inácia de Sá de Lacerda está localizado à Rua Treze s/n°, Conjunto Liberdade, Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A Unidade Escolar atende a 150 crianças de 6 meses a 3 anos e 11 meses, com 6 turma, sendo 1 de Berçário, 3 de maternal I e 2 de maternal II, tendo como diretora, a professora Luciana Guedes Vianna, como diretora adjunta, a professora Paula Barbosa de Oliveira dos Santos e como professor articulador, o professor Júlio de Moura Rebello.

 

Em conjunto, direção, professores e comunidade escolar, decidiram trabalhar a brincadeira, pois acreditam que a aprendizagem mais significativa para uma criança vem por meio do brincar.

 

Pensando na criança enquanto sujeito social, com características e necessidades próprias, a brincadeira torna-se uma atividade social específica e fundamental que garante a interação e construção de conhecimento de mundo pela criança. O brincar é um componente de suma importância na formação do sujeito. No brincar as crianças constroem e reconstroem as relações sociais, desenvolvem a criatividade e produzem conhecimentos.

 

— Todos nós fomos contagiados pela magia do brincar e as infinitas possibilidades que nos proporciona. As professoras interagem trocando experiências. Além disso, ficam atentas as sugestões trazidas por outros membros do grupo, das famílias e os mais entendidos no assunto - as crianças! O grupo inteiro abraçou o tema e nossos dias estão sendo bem divertidos e felizes. — declara a diretora adjunta, Paula.

 

O presente trabalho vem trazer aos leitores a importância do brincar como fonte de saber garantindo o desenvolvimento integral da criança na primeira infância.

 

Brincando de índio. Professora: Sabrina Medeiros com a turma EI-11.

 

 

Na primeira infância, as interações sociais são fundamentais para aprendizagem da criança em espaços coletivos. E é no ambiente escolar que o professor é o mediador da construção do conhecimento. Por este motivo é necessário o fortalecimento de práticas pedagógicas que favorecem o desenvolvimento integral das crianças, respeitando suas diversidades.

 

 

Brincando com material reciclado, Maternal 2 com a professora Ludmilla Paes.

 

O brincar é um fenômeno cultural e a principal atividade da criança. Esse ato influencia seu desenvolvimento afetivo, social, cognitivo e motor de maneira natural. Brincando a criança é capaz de criar, imaginar, avaliar suas habilidades, vivenciar papeis da sociedade, respeitar e criar regras, compreender o mundo e expressar suas vontades e desejos.

 

— Nosso projeto foi pensado e elaborado juntamente com o grupo de professoras do EDI e, aos poucos, desenvolvido com a colaboração de todo o grupo, inclusive aproveitamos as sugestões das crianças e suas famílias. Acreditamos realmente na importância do brincar que é o nosso eixo norteador para a a elaboração de todas as atividades planejadas. — afirma a diretora, Luciana.

 

Releitura das obras de Ivan Cruz, Maternal 2 com a professora Thaíssa Vianna.

 

Brincadeira no EDI Professora Solange Inácia de Sá Lacerda é coisa séria!

Parabéns aos envolvidos!

 

 

Quer saber mais sobre o nosso trabalho?

E/CRE (10.19.821) EDI Professora Solange Inácia de Sá de Lacerda
E-mail:
edilacerda@rioeduca.net
Telefone: 3365-5449

 

Contato para publicações:


   
           



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Sexta-feira, 13/07/2018

Vivendo Direito e Deveres

Tags: cre10, 10ªcre.

 

A Escola Municipal Ana Neri trabalha os direitos e deveres com os alunos fazendo com que criem o hábito diário de seguir os combinados feitos. 

 

A E/CRE (10.26.013) Escola Municipal Ana Neri é centenária, está localizada na Estrada Roberto Burle Marx, 9953, Barra de Guaratiba, em frente à praia, possui 8 turmas em horário parcial, com atendimento de 199 alunos da Educação Infantil (4 anos) ao 5° ano. A Unidade Escolar tem como diretora, a professora Ana Paula Albuquerque de Souza, como diretora adjunta, a professora Vania Maria Machado de Araújo, como coordenadora pedagógica, a professora Gloria Maria Bastos e como professora de sala de leitura, a professora Cintia Farag Goulart de Araújo.

Frente da Unidade Escolar

 

O corpo docente da escola é formado pelos professores Jéssica Pereira Amorim Santos (turmas EI-41 e EI-51), Debora Carlota Nunes Barbosa (turmas 1201 e 1301), Andrea Santos de Lima (turmas 1402 e 1501), Aline Ribeiro Rangel (turmas 1101 e 1401), Sabrina Ribeiro Guimarães (Artes), Janaine Medeiros santos (Inglês) e Marco Antonio de Alvarenga Mendonça e Andreia Ferreira Maciel (Educação Física).

 

A temática pedagógica de 2018 é “Vivendo Direitos e Deveres”, essa nasceu da avaliação da proposta pedagógica de 2017, que era “Descobrindo Barra de Guaratiba” e o desenvolvimento do PPP/Construindo Valores e Saberes. O grupo acho que surgiu a necessidade de focar as vivências e instrumentos de inserção participativa, protagonismo e ação transformadora em cada lugar que vivem, no convívio com ações cotidianas de limites, cidadania e solidariedade na escola, família e na comunidade.

 

Alunos em atividade de contação de histórias no quintal da escola

 

Além disso, os professores e direção buscam gerar a consciência em cada um como sujeito ativo na dinâmica dos direitos e deveres, sendo resultado da atitude pessoal e do compromisso coletivo frente aos combinados, na Unidade Escolar, como um todo.

— Ampliar as atitudes de pensar/agir frente aos conflitos e entraves de relacionamento pessoal, percebendo o conhecimento e informação como ferramentas para as ações participativas, democráticas e de cidadania efetiva e diária, usando a reflexão e o diálogo como alicerce do compromisso dentro das situações coletivas, vem sendo o destaque. — afirma a diretora, Ana Paula.

 

 

Alunos na aula de Educação Física

 

 

— A execução dos projetos temáticos (escola, família e comunidade) são planejados e avaliados em conjunto pelos regentes, inclusive as professoras de sala de leitura, Artes, Inglês, Educação Física, Estudo Dirigido e Reforço Escolar. — explica a coordenadora pedagógica, Glória Botelho.

 

A Unidade Escolar tem alguns parceiros, que contribuem muito com as temáticas específicas: Posto de Saúde – Centro Municipal de Saúde Mourão Filho – CMS Barra Guaratiba, que contribui com prevenção de doenças, higiene, alimentação, controle e acompanhamento; Embrapa, que contribui com pesquisa alimentar e alimentação saudável; Guarda Municipal do Rio de Janeiro/Grupamento Ronda Escolar, que contribui com palestras de Convivência sem violência, prevenção à violência, cidadania, bullying, atividades socioeducativas e atividades lúdicas.

 

 

Alunos recebendo visita dos funcionários do posto de saúde 

 

 

Parabéns a todos da Escola Ana Neri por fomentar uma formação cidadã!

 

Quer saber mais sobre o nosso trabalho?

E/CRE (10.26.013) E. M. Ana Neri
E-mail: emananeri@rioeduca.net
Telefone: 3377-1387


 


   
           



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Sexta-feira, 29/06/2018

Desmistificando a Matemática

Tags: cre10, 10ªcre.

 

Escola Municipal Francisco Caldeira de Alvarenga promoveu a Semana da Matemática com o intuito de despertar nos alunos o interesse pelo estudo da disciplina através de propostas diferenciadas.

 

A Escola Municipal Francisco Cadeira de Alvarenga está localizada a Rua Wilson de Souza Pinheiro, s/n° - Urucânia, zona oeste do Rio de Janeiro. A unidade atende a 16 turmas, com 584 alunos do 7° ao 9° ano e Projeto de Aceleração. Tem como diretora, a professora Kimie Serpa Lobato, como diretor adjunto, o professor Márcio do Nascimento e, como coordenador pedagógico, o professor Marcos Alves Pinto Junior.

 

Palestra sobre o Dia Nacional da Matemática (07/05) com os professores Renan e Rogério

 

A atual gestão investe diariamente na melhoria da qualidade do ensino das diferentes disciplinas ministradas aos discentes, baseada, entre outros fatores, no princípio de que a relação ensino-aprendizagem não precisa ser engessada. Todos acreditam que os estudantes são capazes de desenvolver suas habilidades e competências, por meio de atividades prazerosas durante o processo educativo, inclusive, o que para muitos é quase inacreditável, no ensino da Matemática.

 

Nos dias 7 a 11 de maio do ano letivo, a Unidade Escolar realizou a 1ª Semana da Matemática, a qual foi organizada pelo professor Renan da Silva Costa (Matemática), contou com a colaboração dos professores Rogério (Matemática), Bruno (Matemática), Sidney (Ciências), Nelson (Educação Física) e Marcelo (História), e coordenada pela equipe pedagógica da escola. O evento teve como principal objetivo despertar nos alunos o interesse pelo estudo da disciplina através de propostas diferenciadas: exposição de cartazes, jogos de tabuleiro, gincanas, oficinas, filmes e rodas de debates. Onze turmas participaram da Semana da Matemática (1701, 1702, 1703, 1801, 1802, 1805, 1901, 1902, 1903, 1902 e 8002), envolvendo aproximadamente 350 alunos.

 

Palestra sobre a importância do estudo da Matemática

 

O projeto envolveu, em sua fase inicial, palestras que visavam inserir a Matemática no cotidiano dos discentes. Os alunos puderam, durante essas palestras, relatar suas experiências com a disciplina, bem como identificar situações onde ela se encontra presente.

 

Durante muitos anos o ensino da Matemática se baseava na estratégia de fazer o aluno decorar tabuada e fórmulas; as questões eram muito objetivas e diziam claramente qual a operação matemática o discente deveria utilizar para chegar ao resultado. Também se observava que as questões não envolviam conteúdos de outras disciplinas. — afirma o professor Renan.

 

 

Professores Rogério e Renan com os alunos das turmas 1701 e 1702 

 

 

Estudos comprovam que a Matemática é uma das disciplinas mais odiadas, ou pelo menos temidas, pelos alunos em qualquer nível de ensino. Alguns afirmam que muitos conteúdos são desnecessários, pois não são aplicados no dia a dia e outros alegam que não basta somente a compreensão de determinado conteúdo, a ideia é existir uma prática através de lista de exercícios.

 

O avanço da tecnologia contribuiu para a ampliação da interdisciplinaridade e, atualmente, as avaliações apresentam questões contextualizadas, estratégia que aproxima o discente das situações vividas em nosso cotidiano, visando facilitar o processo de ensino-aprendizagem. — afirma o professor Rogério Marques.

 

 

Alunos realizando atividades relacionando a Matemática e fatos do cotidiano

 

A aplicação da Matemática em pequenas tarefas do dia a dia, além de levar o aluno a perceber que a disciplina está presente praticamente em tudo, contribui para o desenvolvimento do raciocínio lógico, melhora a atenção e concentração do discente, ajuda a afastar os fantasmas provenientes do seu contato com essa matéria, propiciando a eles uma aprendizagem prazerosa. — afirma a diretora Kimie.

 

Com o objetivo de demonstrar para os alunos que o raciocínio lógico é usado nas mais diferentes atividades do nosso cotidiano, o Professor Nelson, da disciplina Educação Física, reforçando a proposta de interdisciplinaridade, organizou e coordenou um torneio de damas.

 

 

Alunos das turmas 1703 e 1805 jogando damas

 

A Unidade Escolar também realizou outras atividades: o professor Bruno ministrou oficina de Tangram, que além de contribuir com o desenvolvimento do raciocínio lógico, introduz o aluno no universo lúdico, propiciando-lhe o contato com noções básicas de algumas formas geométricas e o professor Renan solicitou aos alunos uma pesquisa acerca dos principais conteúdos matemáticos e que produzirem cartazes, os quais ficaram expostos na escola, com o objetivo de criar um maior interesse pela disciplina.

 

Além disso, foram exibidos alguns filmes, tais como: A Teoria de Tudo, Uma Mente Brilhante, Donald no País da Matemágica e Estrelas Além do Tempo. Os filmes foram exibidos não só pela relação direta com o mundo da Matemática, mas, também, pelo fato de exibirem diferentes conflitos nos quais as personagens principais se envolvem provenientes, muitas vezes, do preconceito, da intolerância, da dificuldade de se lidar com as diferenças, mas, sobretudo, sobre a sua capacidade de superação, apesar de todos os percalços por eles vividos.

 

 

Alunos assistindo filme

 

Para encerrar o evento, foi promovido um debate sobre o medo da Matemática com as turmas 1903 e 1904. O projeto tinha como objetivo inserir a Matemática no cotidiano do aluno; promover discussões sobre a Matemática; desenvolver o senso crítico do aluno, em relação à Matemática; identificar e classificar as figuras planas através de atividades lúdicas; contribuir para o desenvolvimento do raciocínio lógico do aluno; promover interatividade, competitividade, socialização e entretenimento no estudo da Matemática e ampliar e diversificar o estudo da Matemática na unidade escolar.

 

Foram utilizados como instrumentos avaliativos, a participação, o interesse, a iniciativa, a disciplina e os conhecimentos de Matemática dos alunos. Verificou-se um grande sucesso na realização das atividades. O entusiasmo dos alunos foi evidente e o esforço dos professores que participaram foi recompensador. O evento foi bastante dinâmico e os alunos demonstraram total comprometimento. — afirma o professor Renan.

 

Quer saber mais sobre o nosso trabalho?
Entre em contato com a Unidade Escolar.

E/CRE (10.19.037) E. M. Francisco Caldeira de Alvarenga
E-mail: emalvarenga@rioeduca.net
Telefone: 3395-3417

 


   
           



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