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Segunda-feira, 14/01/2019

Vale a Pena Ler de Novo: Autoavaliação no CIEP Dr. Adão Pereira Nunes

Tags: 6.ª cre, autoavaliação.

 

O CIEP Adão Pereira Nunes realizou no mês de maio a autoavaliação do trabalho de sua Unidade Escolar com a participação de toda comunidade.

A equipe gestora utilizou o formulário do Google como uma das ferramentas para viabilizar esta experiência democrática. Vamos acompanhar?

 

Centro de Estudos Parcial - Autoavaliação feita pelo Professor

 

A autoavaliação foi realizada por todas as Unidades Escolares da rede municipal de ensino do Rio de Janeiro. As escolas tiveram um Centro de Estudos Parcial inserido em seu calendário escolar para a realização deste trabalho. A equipe gestora, os professores, os alunos, os responsáveis e os funcionários, do CIEP Doutor Adão Pereira Nunes, participaram deste processo coletivo de cidadania. 

 

Cada escola teve autonomia para planejar, de acordo com sua realidade, como este processo de autoavaliação iria acontecer. A equipe gestora do CIEP Doutor Adão Pereira Nunes utilizou o formulário do Google para viabilizar esta ação, sem a utilização excessiva de papeis. O Google Forms, instrumento eleito, é uma ferramenta gratuita de coleta, armazenamento e análise de informações.

 

Autoavaliação com os alunos do 1.º ano

 

Autoavaliação com os responsáveis do Conselho Escola Comunidade (CEC)

 

Com esta ferramenta, conseguimos coletar as informações necessárias de modo organizado e eficaz para apresentar os resultados ao grupo e para analisar as necessidades, os desejos e as angústias de toda a comunidade escolar”. – relatou a professora Gláucia Bispo (Coordenadora Pedagógica do CIEP)

 

A equipe criou um formulário de autoavaliação para cada segmento. O link foi divulgado entre os diversos participantes, que respondiam as perguntas com calma, refletindo sobre seu espaço educativo e com a comodidade de fazer isso de qualquer lugar. A pessoa não precisava se identificar, o que proporcionou uma total liberdade para cada um expressar sua opinião a respeito das ações desenvolvidas pela escola e propor novas ações. As respostas coletadas foram apresentadas à toda comunidade escolar e analisadas com o objetivo de pensar a escola que, verdadeiramente, se quer para o hoje e para o futuro.

 

Autoavaliação com os responsáveis do 5.º ano

 

Autoavaliação com os responsáveis do 5.º ano - Reunião Bolsa Família

 

Segundo a Coordenadora Pedagógica, prof.ª Gláucia Bispo, a intenção da autoavaliação não era apontar culpados, erros e impossibilidades. A proposta foi criar momentos de avaliação da escola, observando como nossas ações diárias ajudam a construir a escola onde estudamos, trabalhamos e deixamos nossos filhos.

 

Se afirmamos a nossa escola como um lugar sujo, por exemplo, o que nós estamos fazendo ou não para que ela seja suja? Uma escola limpa não depende apenas do funcionário que cuida da limpeza, mas de todos que não colaboram para a sujeira não existir. Se afirmamos que nossa escola é um espaço rico, criativo e interessante com vivências de leitura, por exemplo, o que nós estamos fazendo para criar esta escola como um espaço propício à formação de leitores? A autoavaliação foi, para nós, um exercício de observar a escola física e simbólica que construímos com as nossas ações e não a verificação do funcionamento de um prédio, que denominamos escola”. – relatou a prof.ª Gláucia Bispo

 

 

 

Como dizia Paulo Freire, “a escola é feita de gente” e para gente. Esta ação foi considerada bastante produtiva, viável e eficaz por todos os participantes, tanto na utilização da ferramenta Google Forms, quanto na condução das discussões pela equipe gestora. Foi um momento em que a comunidade assumiu a tarefa de identificar seus pontos fortes e, também, àqueles que necessitam de um olhar atento para, a partir daí, repensar seu planejamento de trabalho.

 

Parabéns à toda equipe gestora do CIEP Doutor Adão Pereira Nunes, aos professores, alunos, responsáveis e funcionários por participarem deste momento coletivo de autoavaliação com comprometimento. Com a certeza este processo irá fortalecer a identidade da escola, a consciência de sua missão e o sentimento de pertencimento a este espaço educativo.

 

É um orgulho tê-los na 6.ª CRE!

 

Quer conhecer um pouco mais do trabalho desenvolvido pela equipe do CIEP Dr. Adão Pereira Nunes?

Entre em contato com a Unidade Escolar!

 

CIEP Dr. Adão Pereira Nunes

E-mail: ciepnunes@rioeduca.net

Telefone: 3372-5440

 

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Até a próxima semana!

 


   
           



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Segunda-feira, 26/11/2018

Projeto Meio Ambiente

Tags: 6.ª cre, meio ambiente, 6ªcre.

 

O projeto Meio Ambiente foi desenvolvido na Escola Municipal Levy Miranda, pelos professores de Ciências, com os alunos do 6.º ao 9.º ano, durante o mês de junho. 

Vamos acompanhar o trabalho desenvolvido pela Unidade Escolar?

 

Exposição de ambiente preservado

 

A Escola Municipal Levy Miranda está localizada na Pavuna, funciona em horário de turno único e atende alunos do Ensino Fundamental II. A escola realizou o projeto Meio Ambiente a partir de uma iniciativa das professoras de Ciências da Unidade Escolar, são elas: Adriana Silva, Carla Machado e Ilma Monteiro. Este trabalho surgiu da necessidade de conversar com os alunos sobre os problemas ambientais observados no dia a dia da escola e relatados pelos estudantes em suas casas.


Com as atividades produzidas, os professores de Ciências, pretenderam desenvolver atitudes mais responsáveis diante das questões ambientais como: preservação dos ambientes escolares e familiares; cuidados com a água; descarte correto do lixo. 


Inicialmente, alunos e professores assistiram a vídeos sobre o assunto e realizaram várias leituras, que apresentavam o panorama atual da situação ambiental no Brasil. Após este momento, várias discussões foram realizadas. Os estudantes puderam expor suas vivências com relação ao tema e confrontá-las com as leituras feitas e vídeos assistidos. A partir disso, os alunos confeccionaram um cenário de um ambiente preservado. Através da atividade, eles puderam refletir sobre seus espaços de convivência, realizar comparações e criar soluções para os problemas observados no seu entorno. Foi uma experiência muito rica e de muito aprendizado entre os alunos de todos os anos de escolaridade. 

 

Confecção de cenário de ambiente preservado

 

 

Confecção de elementos para compor o cenário do ambiente

 

 

O projeto levou alunos e professores a pensarem em possibilidades de reduzir e melhorar o aproveitamento do lixo produzido por eles. Resolveram, então, construir lixeiras específicas para a coleta seletiva e distribui-las pela escola. Toda esta etapa foi pautada nos 3 R: REDUZIR o lixo; REAPROVEITAR tudo o que for possível e, por último, RECICLAR. Toda a comunidade escolar foi incentivada a pensar sobre a importância da coleta seletiva, que além de gerar renda para milhões de pessoas, também diminui a poluição do meio ambiente.


Outro ponto importante trabalhado pelas professoras foi a questão do descarte dos materiais na natureza e o tempo que cada um leva para se decompor. Os alunos fizeram um levantamento dos materiais que eles mais viam sendo jogados no ambiente; analisaram o material que cada um era feito e realizaram uma pesquisa para verificar o tempo de decomposição de cada um, assim como os riscos que esse descarte desgovernado causa para todos os seres vivos. Como materialização do trabalho e de todas as reflexões os estudantes criaram cartazes informativos alertando a comunidade escolar para o assunto.

 

Confecção de lixeiras para coleta seletiva

 

 

Cartaz informativo sobre o tempo de decomposição dos materiais 

 

 

Apresentação de poesias 

 

 

O trabalho desenvolvido pelas professoras Adriana Silva, Carla Machado e Ilma Monteiro vem transformando o modo como os alunos da E.M. Levy Miranda encaram a importância do meio ambiente em suas vidas. Mudanças de pensamento e de atitude foram percebidas na escola e relatadas pelos alunos em seu ambiente familiar.

Ajudar nossos jovens a criarem um novo modelo de comportamento, buscando um equilíbrio entre o homem e o ambiente, é de extrema importância para termos uma qualidade de vida sem desrespeitar o meio em que vivemos.


Queridas professoras, parabéns pelo trabalho de excelência que realizam com nossos alunos! O espaço escolar precisar ser um local de reflexão! É um orgulho tê-las na 6.ª CRE!

 

Quer conhecer um pouco mais do trabalho desenvolvido pelas professoras da E.M. Levy Miranda?

Entre em contato com elas!

Escola Municipal Levy Miranda

E-mail: emmiranda@rioeduca.net

Telefone: (21) 3358-1005


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Até a próxima semana!


   
           



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Segunda-feira, 12/11/2018

Projeto: Brincando, Cantando e Contando no Mundo da Leitura

Tags: 6.ª cre, 6ª cre, creche, leitura.

 

A Creche Municipal Luís de Souza da Costa Barros, utilizou o projeto anual e o subprojeto da Unidade Escolar, que fala sobre leitura, para trabalhar assuntos importantes e atuais que estavam acontecendo no terceiro bimestre como: folclore, cidadania e higiene pessoal. 

 

Vamos acompanhar o trabalho desenvolvido pela professora da turma E.I.-32, juntamente com as agentes de Educação Infantil?

 

Frente da Creche Municipal Luís de Souza da Costa Barros com alunos da Educação Infantil

 

 

O projeto anual da Creche Municipal Luís de Souza da Costa Barros é “Brincando, Cantando e Contando no Mundo da Leitura”. A partir dele, foram planejados vários subprojetos. Todo o trabalho que veremos adiante foi pautado no subprojeto, Brincando e Cantando com as Lendas, desenvolvido durante o terceiro bimestre. As  atividades desenvolvidas com os alunos da turma E.I – 32 foram planejadas e desenvolvidas pela professora regente, Andreia Alencar, e pelas Agentes de Educação Infantil, Cláudia de Melo e Carla Danielli.  

 

Para trabalhar a cidadania, o direito de voto, o respeito ao voto e o respeito à opinião do outro, a professora planejou uma atividade, na qual as crianças, através do voto, tinham que opinar sobre a lenda que seria trabalhada primeiro. A turma elegeu a lenda Boto Rosa pra iniciar as atividades. Foi um momento muito importante de reflexão e de exercício de seus direitos e deveres como cidadão, como integrante daquele grupo. A contação desta história para os pequenos foi muito divertida! Além de ouvir atentamente cada palavra da professora, cantaram e dançaram a música Boto Rosa e brincaram de jogo da memória.

 

 

Votação da história preferida

 

 

Jogo da memória de animais em extinção

 

 

O jogo da memória de animais fez com que as crianças pensassem sobre estes seres vivos que estão à beira da extinção. Um conceito novo foi lançado e durante as atividades realizadas, a professora e as agentes, foram conversando com os pequenos sobre o que levou estes animais à extinção; que outros animais estão em extinção e o que podemos fazer para ajudar a mudar esta situação. Para este momento as atividades planejadas foram: representação através de desenho e massa de modelar os animais em extinção; registro da letra inicial dos animais, técnica de pintura na lixa.

 

 

Roda de conversa sobre os animais em extinção

 

 

Modelagem e desenho do Boto / Escrita da primeira letra do nome da personagem principal

 

 

 

Roda de conversa

 

O segundo livro lido foi a Lenda da Iara. No momento da roda de conversa, os alunos demonstraram interesse pela temática da higiene corporal, pois, segundo a história, a personagem principal era muito vaidosa e cuidava muito bem de seus cabelos. Foi o momento das educadoras aproveitarem a curiosidade deles para iniciar uma conversa sobre a higiene com seus cabelos, fazendo uma ligação com os piolhos, que insistem em atacar as crianças.

 

Quando cuidamos do cabelo, ele fica limpo e sem piolho” e “Tia, minha mãe lava meu cabelo e depois cata o piolho e mata com o dedo” – relato de dois alunos da turma enviado pela professora Andreia

 

A partir deste momento, nasceu o projeto “Xô, Piolho!”, baseado no documento da BNCC que enfatiza a importância em usar experiências e realidades das crianças para dar vida ao currículo narrativo. A professora Andreia enfatizou que, desde pequena, as crianças são curiosas e exploram o mundo à sua volta e nós, como educadores, precisamos mediar esse processo em busca do desconhecido. As crianças levantaram hipóteses sobre o que é o piolho e como e onde ele aparece. Esse trabalho foi feito através de outras leituras como : A Verdadeira História das Tranças de Rapunzel, de Ana Luiza de Salles; Os Dez Amigos, de Ziraldo; a parlenda Dedo da Mão e adivinhações.

 

 

Trabalhando com livros e parlendas

 


A equipe criou, com a ajuda das crianças, um boneco utilizando materiais recicláveis. Eles o chamaram de Joaquim. Uma situação foi criada em cima desse personagem em relação ao piolho. Como ele estava com a cabeça cheio de piolhos, cada aluno tinha que leva-lo para casa um dia e passar o pente fino dele até que todos os bichinhos indesejáveis fossem sendo exterminados e ele voltasse a sorrir.

A partir disso, os responsáveis foram convidados a participar de diversas ações promovendo o cuidado e higiene pessoal. Esse momento de interação entre as famílias e a creche foi muito importante. Os alunos levaram para casa um pente fino com toda a explicação do projeto para que, assim, pudessem dar continuidade às ações de higiene com seus filhos.

 

 

Confecção do boneco com materiais recicláveis / Um dia do boneca na casa de uma aluna

 

 

“A proposta pedagógica na Creche Luís de Souza é promover projetos para aguçar o espírito investigativo de nossos pequenos, proporcionando a participação ativa deles nesse processo pedagógico. Também queremos criar oportunidades para envolver os responsáveis garantindo um desenvolvimento feliz e saudável das crianças.”relatou a professora articuladora Ana Lúcia Miguel

 

Responsáveis participando das atividades escolares

 

Parabéns à professora, Andreia Alencar, às Agentes de Educação Infantil, Cláudia de Melo e Carla Danielli e a toda equipe da C.M. Luís de Souza da Costa Barros pelo trabalho de excelência que realizam com nossas crianças. É um orgulho tê-los na 6.ª CRE!

 


Quer conhecer um pouco mais do trabalho desenvolvido pela equipe da Luís de Souza da Costa Barros?

Entre em contato com a Unidade Escolar!

 

Creche Municipal Luís de Souza da Costa Barros

E-mail:cmlbarros@rioeduca.net

Telefone: 2407-3740

 

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Até a próxima semana!


 


   
           



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Segunda-feira, 29/10/2018

Oficina de Poetas da Cyro: Vozes e Identidades através da Poesia

Tags: 6.ª cre, poesia na escola.

 

Durante os meses de maio e junho, o professor de Sala de Leitura, Stefanio Tomaz da Silva, da E.M. Cyro Monteiro realizou com os alunos do 6.º ao 9.º ano a Oficina de Poetas. Atividade esta que teve como objetivo principal possibilitar o contato dos estudantes com o texto literário, em especial, o poema.


Vamos acompanhar o trabalho desenvolvido na Unidade Escolar?

 

Alunos recebendo o certificado de participação na Oficina de Poetas

 

 

A Oficina de Poetas da Cyro: Vozes e Identidades através da Poesia foi desenvolvido com grupos de alunos das turmas de 6.º ao 9.º ano. A oficina faz parte das atividades planejadas para o projeto anual da SME/GLA: Poesia na Escola, do qual a Unidade Escolar faz questão de participar. Para a realização da oficina foram utilizados vários materiais, como: livros de poemas, livros teóricos sobre poesia, vídeos, Datashow, apostila de textos para os alunos, áudio de poemas recitados extraídos do material das Olimpíadas de Língua Portuguesa.

 

A ideia da oficina foi atender mais alguns pilares primordiais que articulam a sala de leitura a toda escola. São eles: o suporte pedagógico aos docentes em sala de aula no tratamento do texto literário e também a concretização do projeto político pedagógico da escola. No nosso caso, o projeto “Identidades em Construção: Vozes da Cyro Monteiro”. Com base nesses objetivos iniciais e nas diretrizes citadas, concebemos essa oficina.” – relatou o professor Stefanio

 

Para os alunos, tinha-se em vista organizar um trabalho que os permitisse não somente o simples contato com os poemas, mas também:

 

• o aprimoramento da técnica de leitura e de composição de poemas;

• o desenvolvimento da sensibilidade estética quanto à leitura de poemas;

• a compreensão dos aspectos temáticos, estruturais e linguísticos do gênero poema;

• a percepção da expressividade do poema com sua linguagem sugestiva, aberta a múltiplas interpretações.

 

Ezimar Lisboa, funcionária readaptada 

 

 

Trabalhando com os alunos o conceito de poesia e poeta

 

 

Motivados por esses objetivos específicos, o planejamento foi feito pautado em duas bases: a seleção de materiais e a estruturação dos encontros e sua respectiva dinamização.

 


No que diz respeito aos materiais, foram aproveitados o que havia na própria sala, tanto de livros literários, quanto de livros pedagógicos. No caso do primeiro, há uma rica gama de livros da sala de leitura que podem ser aproveitadas e adaptadas a qualquer contexto. Indicamos os livros e os autores, como “Isto ou aquilo”, de Cecilia Meireles; “Arca de Noé”, de Vinicius de Moraes; “Receitas de olhar”, de Roseane Murray, distribuído pelo FNDE; e o próprio “Poesia na escola”, material publicado pela SME com os poemas dos alunos e dos profissionais.” – explica o professor de Sala de Leitura

 

 

Dos pedagógicos, há na sala os livros “Poetas da Escola”, material distribuído pela Olímpiadas de Língua Portuguesa. Além disso, há também “A poesia vai à escola”, livro distribuído pelo MEC/FNDE – PNBE professor 2013. Ambos os livros apresentam e sugerem como trabalhar a teoria e a prática que envolvem o gênero poema. Nos dois livros, são sugeridos textos a serem lidos e até atividades que suscitam a produção do poema ou um aspecto importante da estrutura, da composição e do sentido.” – complementou o professor

 

Este trabalho foi realizado em três encontros na Sala de Leitura. Ao longo deles, os alunos trabalharam com áudios e vídeos de versões recitadas e dramatizadas de poemas consagrados, assim como encenações de outros poemas também consagrados.

 

“Além disso, queríamos que escrevessem, soltassem a voz através da palavra e da poesia. A cada encontro tentávamos sugerir uma prática, para que as oficinas tivessem sempre dinamizações e não fossem caracterizadas somente como exposição teórica. Queríamos uma oficina dinâmica e atrativa. Tudo isso para explorar o que há de riqueza no texto poético, como as imagens, a sonoridade e os sentidos.” – contou o professor Stefanio

 

 

Alunos expressando sua opinião sobre o termo poesia e poeta

 

 

Encenação dos poemas : “Quadrinha” de Carlos Drummond de Andrade e “Trem de Ferro”, de Manuel Bandeira

 

 

 

Elaboração de poemas concretos/visuais  dos alunos Felipe Santos, Lucas Avíncola e Gabriele Hilário

 

 

No 1.º encontro houve a leitura e discussão com os alunos de autores e textos para conceituar o que é o poema, o que faz ou o que é ser poeta e as características gerais do poema. A funcionária readaptada, Ezimar Lisboa, participou do concurso Poesia na Escola, na categoria profissionais. Seu texto foi publicado no livro do ano de 2017. Ela participou deste primeiro momento recitando o seu poema “Ser Poeta”. Nesse encontro, foram trabalhados os seguintes textos e autores:

 

  • Ferreira Gullar (“Poeta e a Criança”);
  • José Paulo Paes (“Convite”);
  • Elias José (“Tem tudo a ver”);
  • Carlos Drummond de Andrade (“Quadrilha”);
  • Cecília Meireles (“Retrato”);
  • Ezimar Lisboa (“Ser poeta”).

 

Em um segundo momento, os alunos trabalharam com a composição do poema; observando a metrificação, ritmo, repetição e rima. Para isso, utilizaram os seguintes textos: Soneto da Fidelidade, de Vinícius de Moraes; Brasil, de Oswald de Andrade; Trem de Ferro (versão musicada em forma de rap), de Manuel Bandeira.

 

No terceiro e último encontro, o professor Stefanio trabalhou com os alunos o sentido do poema, isto é, a significação das palavras, figuras de linguagem e imagem através dos seguintes poemas: Livros e Flores, de Machado de Assis; A Onda, de Manuel Bandeira; Lunar, de Mário Quintana e Isto ou Aquilo, de Cecília Meireles. Ao final desta atividade, os estudantes receberam um certificado de participação. Posteriormente, esse e outros trabalhos estarão expostos na FLIRME – Festa Literária da Rede Municipal de Ensino – RJ, tanto da escola, quanto da 6ª CRE.

 

Elaboração de poemas coletivos

 

 

Poemas coletivos elaborados a partir das imagens - manhã e tarde

 

 

De tudo que foi desenvolvido ao longo dos nossos encontros, saímos com a sensação de dever cumprido, uma vez que os depoimentos dos nossos alunos foram favoráveis e refletiram diretamente o que tínhamos como objetivos na concepção da oficina. Acima de tudo, possibilitar o trabalho com o gênero poema, não somente na perspectiva expositiva, mas também na perspectiva da produção, agrega muito mais do que um conhecimento formal, agrega a sensibilização e a humanização, somente possíveis no contato com a Literatura. Acreditamos também nessas duas ideias como o papel da sala de leitura nas escolas.” – relatou emocionado o professor Stefanio

 

 

Alguns alunos participantes da Oficina de Poetas fizeram questão de deixar o seu relato sobre o trabalho desenvolvido durantes estes dois meses pelo professor Stefanio Tomaz. A fala deles mostra o sucesso das atividades, tanto para a vida acadêmica, quanto para a vida pessoal de cada um. Vamos apreciar as impressões dos alunos sobre a Oficina de Poetas!

 

 

Luana dos Santos Saboia – 1603:


“Eu achei muito legal, porque se um dia eu quiser ser poeta, já aprendi o básico. Também gostei muito porque quem deu as aulas foi um dos melhores professores da Cyro”.

 

Fernando Santos – 1604:


“Eu achei a oficina poetas da Cyro muito legal e interessante, porque ela fez eu aprender mais sobre as poesias e desenvolver mais conhecimento (...) Agora minhas poesias melhoraram bastante, estou muito satisfeito com isso”. 

 

Felipe Santos – 1604: 


“A oficina foi bem legal, pois fizemos atividades que desenvolveram o nosso pensamento poético. Ela nos ajudou a ver a poesia de uma forma melhor, de maneira em que aprendemos a melhorar nossas poesias”. 

 

Gabrielle Hilário – 1803: 


“Meu nome é Gabrielle Hilário. Eu achei interessante nas aulas, além dos próprios objetivos que foi de nos ensinar a mergulhar mais a fundo no mundo de poesia, a maneira como aprendemos. Foi muito divertida, eficiente e precisa. Não foi apenas uma aula de poesia. Nós conseguimos não só escrever nossos sentimentos através de palavras, mas também expressá-los de forma inusitadamente bonita”. 

 

Trabalhar com poesia na escola é uma forma de desenvolver a capacidade linguística dos nossos jovens, fazendo uma ligação entre o indivíduo e a vida. Parabéns ao professor Stefanio por fazer de sua sala de aula um território de inventividade e de diversas possibilidades de criação e inovação. É um orgulho tê-lo na 6.ª CRE!


 

Quer conhecer um pouco mais do trabalho desenvolvido pelo professor Stefanio Tomaz?

Entre em contato com ele!

 

E.M. Cyro Monteiro

E-mail: emcyro@rioeduca.net

Telefone: 3358-0168

 


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Até a próxima semana!

 

 


   
           



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