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Retornando 57 resultados para o mês de 'Abril de 2018'

Segunda-feira, 30/04/2018

Wolbito, O Mosquito do Bem!

Tags: 1ªcre, eventos, projetos, saúde, pse, alfabetização.

 

Através de Atividade Lúdica, professores Alfabetizadores são chamados a participação na campanha “Aqui Mosquito não se cria 2018”.

 

Durante Encontro dos professores do Time de Alfabetizadores da 1ª Coordenadoria Regional de Educação, realizado no mês de Março, os participantes foram convidados, juntamente com seus alunos, a se engajarem na continuidade das ações de combate à Dengue, Zika e Chikungunya.

 

 


Através de atividades que uniram conhecimento e brincadeira, os professores participantes puderam aprender sobre o processo biotecnológico de modificação do mosquito Aedes Aegypti e sua transformação no “Wolbito”, o mosquito do bem, incapaz de transmitir o vírus das arboviroses. Transformação essa que ocorre no Aedes, quando o Wolbachia, um microorganismo que vive naturalmente nas células de alguns insetos, é inserido no mosquito, reduzindo sua capacidade de transmissão das doenças. Descoberto na Austrália e trazido para o Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz, é um método natural, seguro e autossustentável.

 

 

Professora Renata Ricoca, apresentando a proposta de atividade com o Wolbito

 


As atividades propostas aos professores, proporcionaram que os mesmos conhecessem as diversas etapas do processo: a transformação do Aedes em Wolbito, a importância dos viveiros e a participação da FIOCRUZ nesse processo.

 

 

 


Foi discutido também a importância e o papel da Rede Municipal de Educação no apoio e na divulgação para que a sociedade entenda e participe da campanha, assim como,  o papel da escola como difusora do conhecimento científico e como transformadora da realidade.


Temas como biotecnologia, impactos ambientais , cadeia alimentar, equilíbrio ecológico, dentre outros, foram levantados como temáticas que poderão ser trabalhadas com os alunos .

 

Professora Mônica, dinamizando a atividade com os professores.

 


Os professores também conversaram sobre a capacidade de multiplicação da informação e sua territorialização no mapa da 1ª CRE.


Nesse contexto, foi proposta a utilização das Redes Sociais para compartilhamento das ações de sucesso no desenvolvimento do trabalho nas unidades escolares, através da hastag #wolbitona1cre.

 


E você, está fazendo sua parte ?

 


Para Saber Mais:

Gerência de Educação

Telefone: 2233-4839

E-mail: gedcre01@rioeduca.net

 



 


   
           



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Segunda-feira, 30/04/2018

Projeto: Maleta Viajante

Tags: 6.ªcre, rio de leitores, maleta viajante.

 

O Projeto de Leitura Maleta Viajante, idealizado pela professora Aurelian Tenório, foi desenvolvido na C.M. Sônia Maria de M. Angel Jones, no 2º semestre de 2017 e continua durante o ano de 2018. Crianças entre 2 e 3 anos e 11 meses participam deste projeto de incentivo à leitura. Vamos conhecer um pouco deste trabalho de excelência?

 

O Projeto Maleta Viajante que continuará a ser desenvolvido durante todo o ano de 2018

 

O projeto Maleta Viajante: conte uma história a quem você ama, tem como objetivo despertar o amor à leitura e proporcionar oportunidades de interação entre aluno e responsáveis, contextualizando as literaturas com o PPA da escola. A Maleta Viajante contém um livro infantil, um caderno de registros e suas mascotes, Piteco e Leleco. A criança a leva para casa e o responsável realiza a leitura junto e à criança. Em seguida, o aluno ilustrará o momento que mais gostou da história, com a ajuda da pessoa que realizou a leitura para ele, em casa. O livro Registro de Histórias da Turma é colocado na Bebeteca como um precioso acervo e lembrança da turminha.

 

O projeto surgiu de diversas fontes inspiradoras, da paixão pelos livros e da necessidade de resgatar o hábito do adulto de contar histórias para a criança. A escolha dos títulos dos livros está de acordo com a proposta pedagógica da unidade escolar. Isso faz com que o pedagógico ultrapasse as paredes da instituição escolar e entre no meio familiar.

 

Hoje eu venho relatar sobre a nossa experiência, minha e do meu filho, em relação ao projeto Maleta Viajante. Quando ele trazia a maleta pra casa, era uma felicidade que só! Antes desse projeto eu não tinha o costume de ter um tempo para ler pro meu filho, mesmo eu amando a leitura. Ele nunca mostrou muito interesse. Com esse projeto, eu descobri o quanto é importante e maravilhoso ler para uma criança. Meu filho ficava encantado, enquanto me via lendo, prestava atenção e depois passava para o papel tudo o que tinha aprendido. Hoje meu filho adora livros e eu adoro ler para ele! Sem dúvidas, foi uma experiência maravilhosa e muito importante.” – depoimento da responsável Fabiane de Souza (mãe do aluno Enzo Costa / EI-32)

 

Responsáveis e alunos interagem com o material da Maleta Viajante

 

 

O momento do registro do que leram é uma das partes que os alunos mais gostavam

 

Bom, sobre o projeto Maleta Viajante, só tenho a agradecer, pois pra mim foi um momento mágico contar a história para a minha filha e ver ela prestando atenção e depois contando a história. Com isso, eu pude perceber que ela adorou a leitura. Depois desse projeto ela sempre vem com um livro para eu ler. Esse projeto foi muito bom para incentivar as crianças para a leitura. Eu adorei e ela também! Agradeço à professora e a todos que criaram esse momento com as crianças.” – depoimento da responsável Priscila (mãe da Camili / EI-32)

 

A aluna Ana Júlia Monteiro, do EI-32, levou para casa o livro “A Tartaruga Esperta”, de Nandika Chand. A leitura foi feita pela avó, a senhora Marilene Monteiro, que relatou que o projeto foi ótimo e estimulou tanto ela quanto os pais da pequena Ana Júlia a sempre ler para ela. A vovó do Gabriel Gatinho, a senhora Marilene Gatinho, leu para ele o livro “Chapeuzinho Amarelo”, de Chico Buarque. Ela disse que foi muito bom aproveitar este momento com seu neto e que ficou encantada em ver a imaginação dele.

 

Aluna da Creche Municipal realizando o registro da história lida

 

 

Todos os alunos ficavam muito felizes no dia de levar a Maleta Viajante para casa

 

 

Segundo o pai do Davi Leonardo, o senhor João Batista, a iniciativa de realizar este projeto foi muito boa. Segundo ele, foi uma forma de incentivar a leitura, que com a tecnologia ficou um pouco esquecida. O pai relatou ainda que sempre compra livros para seu filho , e solicita os livros do Itaú, pois acha fundamental a leitura. “Foi uma ótima iniciativa esta da creche de levar conhecimento para as crianças com os livros, pois muitas não tem o hábito de ler. Parabéns!”afirmou senhor João Batista

 

Maria Alice levou para casa o livro “Pais e Mães”, de Paulo Abissú. Sua mãe fez um relato emocionante: “A vinda da maleta viajante para nossa casa foi muito boa, pois reuniu a família para ler a história e depois desenhar. Depois do dia da maleta viajante, todos os dias contamos historinha.” relato da Viviane (mãe da Maria Alice)

 

No seu relato, a Agente de Educação Infantil, Lúcia Chaim, diz que o projeto da Maleta Viajante é muito interessante, pois enfoca a importância de ouvir histórias e do contato das crianças, desde cedo, com os livros. Além disso, promove divertidos momentos em família. É notório a alegria deles ao perceber a participação dos pais em suas atividades, fortalecendo assim o vínculo familiar, muito importante na educação e no desenvolvimento infantil.”

 

Leitura encenada

 

 

Registro do momento de leitura dos alunos em sala de aula

 

Segundo Regina (apud Silva, 2003, p.49), [...] a leitura capacita o ser humano a pensar e agir com liberdade, combatendo o autoritarismo e outros ‘ismos’ que sinalizam a reprodução das estruturas injustas da sociedade. Nesta esfera, a educação e a escola desempenham um papel de suma importância [...]

 

Fazer o ato de ler ser um marco na vida dos nossos alunos é uma grande honra e um privilégio. Proporcionar momentos únicos entre esse aluno e familiares é muito mais que cumprir com objetivos curriculares, é semear laços e ampliar sentimentos fraternos e vindouros. Parabéns a toda equipe da C.M. Sônia Maria de M. Angel Jones pelo trabalho de excelência que realizam com os alunos. É um orgulho tê-los na 6.ª CRE!

 

Quer conhecer um pouco mais do trabalho desenvolvido pela equipe da C.M. Sônia Maria de M. Angel Jones? Entre em contato com a Unidade Escolar!

 

C.M. Sônia Maria de M. Angel Jones

E-mail:cmsjones@rioeduca.net

Telefone:3448-1693

 

Não esqueça de deixar o seu comentário! Ele é muito importante para nós!

Até a próxima semana!


 


   
           



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Sexta-feira, 27/04/2018

I Conferência Municipal Infantojuvenil pelo Meio Ambiente

Tags: meio, ambiente, conferência.

 

 GPEC promove I Conferência Municipal Infantojuvenil pelo Meio Ambiente
 


A Secretaria Municipal de Educação, por meio da Gerência de Projetos de Extensão Curricular, promove a I Conferência Municipal Infantojuvenil pelo Meio Ambiente (I CMIJMA), que acontecerá no auditório da CDURP (Companhia de Desenvolvimento Urbano do Porto do Rio de Janeiro), na Rua Sacadura Cabral, 133, Saúde, no dia 3 de maio, das 9h às 13h.


Trinta e duas escolas participam do evento com alunos delegados que irão expor seus trabalhos, todos voltados para o tema: “Vamos Cuidar do Brasil Cuidando das Águas”. A Conferência constitui-se em um processo pedagógico que traz a dimensão social e política da questão da água para os diálogos realizados nas escolas e comunidades, percebendo a água em suas múltiplas dimensões. No evento haverá debate sobre a importância da água com mediação da professora de Geografia da Caps da UFRJ, Vania Morgado . Logo depois os alunos farão uma visita guiada ao AquaRio.


O objetivo da Conferência é mobilizar a comunidade escolar para realizar processos educativos, por meio da participação social, sobre a dimensão socioambiental da água, com vistas a fortalecer a educação ambiental na educação básica. Além disso, propiciar atitude responsável e comprometida com as questões locais e globais, e de processos voltados para a melhoria da relação ensino-aprendizagem.


A Conferência na Escola é um processo pedagógico e não apenas um evento. Isso significa que é preciso pensar e planejar as atividades para o antes, o durante e o depois, pois a Conferência não acaba no dia de sua realização. É um compromisso com as ações coletivas assumidas em prol da sustentabilidade no ambiente escolar.


Vale lembrar que a etapa municipal aconteceu nas escolas do Rio nos meses de março e abril e faz parte da V Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente, realizada pelos Ministérios da Educação e Meio Ambiente.



 

 

Atenciosamente,

Gerência de Projetos de Extensão Curricular


   
           



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Sexta-feira, 27/04/2018

Fica a Dica: Livro Quando as cores foram proibidas

Tags: livros, dicas, leitura.

 

 

Livro Quando as cores foram proibidas

 

 

 

Olá!


Nosso primeiro artigo é para falar do livro “Quando as cores foram proibidas”, da escritora e jornalista alemã, Monika Feth e ilustrado por Antoni Boratynsky, da editora Brinque-Book, indicado pela professora Laura Fantti.

A história retrata um país, cheio de cores e alegria, governado por um presidente que gostava de ver as pessoas rindo e queria que todo mundo fosse feliz. “Só posso tomar as decisões certas se conhecer muito bem meu país”, dizia ele.

Com sua morte, chega ao poder um novo presidente, não pela eleição do povo, mas por ser rico e influente, e mesmo sabendo que era errado, os ministros nada fizeram com medo de perder seus cargos.

Dominador, vaidoso e ambicioso, queria tudo de bonito para si, dentro das fronteiras do castelo, tirava o dinheiro do povo para bancar suas extravagâncias. Proibiu o povo de usar qualquer cor que não fosse preto, ordenou que todas as casas fossem pintadas de cinza e que delas tirassem todos os enfeites e cores.

A população estava indignada, mas qualquer movimento contrário ao presidente era punido com prisão. As pessoas tornaram-se tão cinzentas por dentro quanto a paisagem a sua volta. O riso deixou de existir.

 

Quanto mais triste e oprimido o povo mais alegre se tornava o presidente. Todavia, existia uma coisa que o presidente não poderia destruir. As vezes, quando o sol brilhava depois da chuva, o arco-íris aparecia, e, nessas horas, os habitantes esqueciam-se de tudo e cantavam e dançavam como se não houvesse amanhã.

E, ainda sim, o presidente não desistiu...

Esse é um livro que nos permite trabalhar algumas questões, desde os sentimentos como alegria, tristeza, inveja, ambição, bem como a noção de Governo, responsabilidade, democracia e cidadania.

Sabemos que todos nós temos direitos e deveres que devemos cumprir e respeitar, dentre os quais podemos destacar o dever de voto. Em ano de eleição, como podemos preparar nossas crianças e jovens para agir de forma consciente em suas escolhas? E falar da importância de acompanhar seus resultados? Que tipos de eleitores queremos formar?

 

Pergunte a seus alunos. Que tipo de Presidente você seria? Vamos promover uma eleição na nossa sala de aula? Quem sabe não teremos um futuro presidente do Grêmio Estudantil!

 

Fica a dica!!! 

 


Conto com sua participação, professor(a). Mande também suas dicas e sugestões e vamos explorar o mundo literário!

Até a próxima semana!

 

 


   
           



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