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Retornando 45 resultados para o mês de 'Outubro de 2015'

Sexta-feira, 30/10/2015

As Belezas do Rio aos Olhos Encantados de uma Criança

Tags: 9ªcre, projeto, arte.

 

 

 

 

A cidade do Rio foi retratada pelos alunos da turma 1302 do CIEP Pontes de Miranda no projeto “As belezas do Rio aos olhos encantados de uma criança”. 

 

No CIEP Francisco Cavalcanti Pontes de Miranda, em homenagem aos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro, a professora Denise Barreto propôs à turma 1302 um olhar para as belezas do Rio através dos olhos cheios de vida dos alunos.

As belezas retratadas contemplaram não só os pontos turísticos, mas também lembranças e desejos representados pelos seus mais belos sonhos e visões de um Rio de Janeiro lindo e cheio de encantos!

 

1ª etapa: Criação e produção dos desenhos a partir de modelos prontos ou criação própria.

 

A professora Denise disponibilizou alguns desenhos para que servissem de modelo para os alunos de acordo com o tema proposto. Alguns utilizaram os modelos, outros ampliaram os desenhos, e alguns criaram a partir de suas lembranças.

 

2ª etapa: Pintura das telas.

 

O professor de artes Marcos Mouren esteve envolvido no projeto e sua parceria foi essencial para que o trabalho tivesse um excelente resultado. Algumas técnicas foram apresentadas aos alunos, o que facilitou e enriqueceu o trabalho com lindas obras produzidas.

 

3ª etapa: Nomeação e descrição das telas.

Nesse momento, os alunos nomearam suas telas, explicando o porquê da escolha.

 

4ª etapa: Nossos artistas e suas obras.

 

5ª etapa: Exposição dos quadros na Feira do Conhecimento 2015.

 

A exposição das obras foi realizada no nosso grande evento anual, no dia 9 de outubro, com a presença de todos que vieram prestigiar o trabalho dos alunos do CIEP Pontes de Miranda!

 

“Mais importante do que dizer que a criança consegue usar um pincel ou um lápis, é dizer que ela busca representar suas ideias, pensamentos, planos, opiniões, desenvolvendo linguagens e expressões em situações diversas e utilizando diferentes recursos.”


Secretaria Municipal de Educação, GEI, Julho 2013

 

Veja todos os trabalhos dos alunos clicando aqui.

 

Contato com a U. E. pelos telefones 3394-0622 e 3364-1620, ou pelo e-mail ciepfmiranda@rioeduca.net.

 


 

                               

 

 

 

 


   
           



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Postado por Rita Faleiro Ver Comentários (3)

Sexta-feira, 30/10/2015

Realidade Virtual e Aumentada - Entrevista com Romero Tori

Tags: entrevista, professor, inovação, realidadeaumentada, realidadevirtual.

 
 
 
 
 
 
 
 
O que é Realidade Virtual? Nâo é a mesma coisa que Realidade Aumentada? Como podemos usar essas ferramentas em sala de aula? Com muita clareza e de maneira cativante, Romero Tori nos deu uma entrevista sobre esse assunto.
 

 


RIOEDUCA- Muitas pessoas confundem Realidade Virtual (RV) e Realidade Aumentada (RA) como se fosse a mesma coisa. Como diferenciá-los?

ROMERO TORI- Realidade Virtual é quando o usuário é levado para uma outra realidade na qual ele se sente imerso e pode interagir. Realidade Aumentada é quando elementos virtuais e interativos são inseridos na realidade do usuário.

 

 

RIOEDUCA- A Realidade Virtual (RV) na educação tem um grande potencial prático dentro e fora das salas de aula?

ROMERO TORI- O uso de simuladores é bastante comum em cursos de áreas tecnológicas, como engenharia e arquitetura. Antes de se construir uma ponte, por exemplo, são simulados os esforços que essa receberá e como isso se refletirá em sua estrutura e no material. Com a RV as simulações atingem um patamar de realismo que permitirá simular, de forma bastante realista, praticamente qualquer situação ou fenômeno. Isso abre um enorme potencial não só para aprendizagem tecnológica mas também nas áreas de humanas e biomédicas com total segurança e custos muito menores que experiências realizadas em laboratórios ou em campo. Em cursos das áreas biomédicas, muitas questões éticas envolvendo o uso de cadáveres ou testes em seres vivos podem ser evitadas com o uso de RV. Outra área a ser beneficiada é a da EAD, pois hoje já é possível ter experiências imersivas usando smartphones ou tablets. Cursos de nível médio e fundamental também podem ser beneficiados ao possibilitar que jovens e crianças vivenciem outras realidades de forma imersiva e interativa.


RIOEDUCA- As pesquisas no âmbito da Neurociência têm apontado que cada pessoa aprende de maneira diferente, algumas são visuais, outras são verbais, algumas preferem explorar e outras deduzir. Como a Realidade Virtual (RV) pode potencializar a personalização da aprendizagem?


ROMERO TORI- Independente do estilo de aprendizagem, tudo o que fazemos se desenvolve em um espaço tridimensional que chamamos de realidade. Como a RV simula um ambiente com essas mesmas características, podemos, em tese, fazer praticamente tudo o que fazemos no mundo real em ambientes simulados. Quem gosta de explorar pode explorar mundos virtuais, quem gosta de deduzir poderá exercitar essas habilidades imerso em outra realidade e por aí vai. A RV é apenas uma maneira de viabilizar ambientes e situações que seriam inviáveis, custosos ou perigosos no mundo real. Assim como na sala de aula podemos aplicar diferentes metodologias de ensino e aprendizagem, podemos fazer o mesmo em mundos virtuais.

RIOEDUCA- Qualquer tipo de habilidade e competência pode ser trabalhada com a Realidade Virtual ?


ROMERO TORI- Sim. Quando imergimos num mundo virtual, essa passa a ser a nossa realidade. Pode haver necessidade de desenvolvimento de software e hardware especiais, mas potencialmente qualquer habilidade e competência pode ser desenvolvida a distância usando recursos de RV ou RA.

 

 

RIOEDUCA- Qual seria o papel do professor nesse processo e como costumam responder à proposta de utilização da Realidade Virtual em sala de aula?

ROMERO TORI- A RV e a RA são apenas ferramentas, assim como vídeos, livros, lousa e giz. Cabe ao professor planejar o uso dessas mídias, selecionar conteúdos adequados, decidir a metodologia a ser aplicada, orientar, supervisionar e avaliar todo o processo. Os fundamentos pedagógicos e didáticos continuam válidos. O professor e o designer instrucional só precisam avaliar os momentos em que a RV e RA podem fazer diferença e quando outros tipos de ferramentas seriam mais adequados, assim como sempre fizeram e fazem com outras mídias.
  


 

Romero Tori é engenheiro, doutor e livre-docente pela USP na Área de Tecnologias Interativas. É Professor Associado III da Escola Politécnica da USP, na área de engenharia de computação, onde coordena o Interlab - Laboratório de Tecnologias Interativas. Ocupa também o cargo de Professor Titular do Centro Universitário Senac na área de design digital, coordenando o Programa de Iniciação Científica e o Grupo de Pesquisa em Tecnologia Aplicada. Coordenou e tem desenvolvido diversas pesquisas em tecnologias interativas, com ênfase na aplicação em educação, saúde e entretenimento. É bolsista de produtividade do CNPq e autor, dente outros trabalhos, do livro “Educação sem Distância" pela Editora Senac. Publica o blog "Educação sem Distância".

 

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Quinta-feira, 29/10/2015

Projeto Caminhos do Rio

Tags: 3ªcre, caminhosdorio, visita.

 

 

 

 

Como parte integrante das comemorações dos 450 anos do Rio, a Escola Brigadeiro Faria Lima aderiu ao Projeto Caminhos do Rio, que realiza passeios culturais guiados por professores de História, tendo como tema norteador a história da cidade.

 

 

 

Atendendo à missão de promover a aprendizagem significativa de todos os alunos, a Escola Municipal Brigadeiro Faria Lima aderiu ao Projeto Caminhos do Rio.

Composto de palestras, visitas guiadas e registros fotográficos, o projeto tem por objetivo, de forma lúdica e agradável, apresentar a história da cidade do Rio de Janeiro e demonstrar a integração do Rio urbano antigo ao atual.

Os passeios são realizados para turmas do ensino fundamental com conteúdo adequado para essa faixa etária. São realizados num dia inteiro sob a liderança de professores de História ligados ao projeto que convidam alunos e professores a relacionar o que está escrito nos livros ao que estão visitando in loco.

O Roteiro varia de acordo com o planejamento realizado com as escolas.

Este foi o realizado pela Brigadeiro:

  • Igreja da Lapa dos Mercadores
  • Arco do Teles 
  • Chafariz do Mestre Valentim
  • Ladeira da Misericórdia
  • Paço Imperial 
  • Igreja da Ordem 1ª 
  • Igreja da Ordem 3ª de Nossa Senhora do Carmo
  • Igreja de Santa cruz dos Militares 
  • Mosteiro de São Bento e Igreja de Nossa senhora de Monserrate



 

Objetivos do projeto

  • Trazer a história, a arquitetura e a arte do Rio para as salas de aula;
  • Incentivar o olhar do estudante a apreciar e analisar as construções e obras de arte antigas da cidade;
  • Colaborar com a formação dos professores do ensino fundamental;
  • Promover o conhecimento do patrimônio histórico da cidade.

 

Caminhos do Rio 

É um projeto cultural realizado através dos incentivos fiscais do PRONAC (Programa Nacional de Apoio à Cultura), que tem como objetivo promover o conhecimento sobre o Patrimônio Histórico da cidade do Rio de Janeiro no ensino fundamental. Quer principalmente trazer a história, a arquitetura e a arte do Rio para as salas de aula, incentivando os estudantes a apreciar e analisar as construções e obras de arte antigas da cidade através da participação fundamental do professor.

O projeto almeja multiplicar o saber sobre a cidade por meio de passeios culturais realizados com o auxílio de um caderno de atividades especialmente elaborado para os estudantes, que será entregue gratuitamente aos grupos escolares no dia do evento.

 


 

Olha a Brigadeiro aí!

Que disposição sair da Água Santa na manhã chuvosa do dia 10 de setembro para conhecer a história da nossa cidade. Cidade maravilhosa, rica em histórias e registros que merecem ser conhecidos por todos os seus habitantes! 

A primeira parada foi na Igreja de N. S. da Lapa dos Mercadores.

 

 

Em 1743, vários comerciantes e moradores da rua do Ouvidor, no trecho denominado "da Cruz", ergueram um oratório dedicado à N. S. da Lapa.

A planta da igreja é uma combinação do oval da nave, coberta por cúpula e lanterna, com forma retangular tradicional da capela-mor. A sua concepção arquitetônica com espaço curvilíneo assemelha-se à da Igreja N. S. da Glória do Outeiro. A decoração interior é muito colorida, como era de gosto da classe comercial, com as talhas de madeira se confundindo com o estuque. Detalhes que a torna única entre as igrejas do Rio. A obra da talha interna foi executada por Mestre Antônio de Pádua e Castro, e o trabalho em estuque são de Antônio Alves Meira. O teto da capela-mor apresenta pinturas nas quatro paredes com histórias da Virgem.
 

 

Não existe coisa melhor do que uma aula de história ao ar livre!

 

 

 

                               

 

 

 

 


   
           



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Quinta-feira, 29/10/2015

Desafio Transforma

Tags: transforma, desafio, professor, aluno, rio2016.

 

 

 

 

 

 

Desafio Transforma premiará 10 escolas com réplicas da Tocha

 

O Transforma, Programa de Educação do Comitê Rio 2016, convida a sua instituição de ensino para fazer parte dessa competição! Reúna os alunos, construa a sua tocha, crie uma mensagem de paz e comece o revezamento virtual.

As 10 escolas que mobilizarem mais pessoas ganharão uma réplica da Tocha Olímpica Rio 2016.

 

 

 

Crie a tocha da sua escola!

Faça um revezamento virtual
e espalhe uma mensagem de paz!

 

 

PARTICIPE

 

 

 

 

 

 

                            

 

 

 

 


   
           



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