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Quarta-feira, 30/11/2016

Aula Passeio ao Museu de Arte do Rio

Tags: 7ªcre, projetos.

 

 

 

Sob a temática do projeto anual “Rio, juntos somos mais artes”, alunos do EDI Monsenhor Cordioli vivenciaram no mês de outubro uma aula passeio ao Museu de Arte do Rio – MAR, para conhecer um pouco da cidade do Rio de Janeiro e sua história.

 

As turmas EI 11 e EI 13 do EDI Monsenhor Cordioli participaram de uma aula passeio ao MAR - Museu de Arte do Rio, considerando que é muito importante para crianças da Educação Infantil, por propiciar o aprendizado de modo lúdico e estimulante, fazendo com que elas se conectem a outras realidades não contempladas em sua vivência cotidiana.

 

  Aula Passeio ao MAR.

 

Durante o trajeto de ida e volta da Cidade de Deus ao Centro do Rio, as crianças aprenderam e experimentaram a importância do uso do cinto de segurança. Foram observando a geografia e a paisagem dos bairros, encantaram-se quando passaram pelo túnel da Linha Amarela, observaram a diferença entre os prédios e as casas, visualizaram os diferentes meios de transporte: VLT, ônibus, carros e avião.

 

Aprendendo a importância do uso do cinto de segurança.

 

As crianças do EDI Monsenhor Cordioli  puderam aprender também o cuidado com o meio ambiente, jogando o lixo do lanche no lugar certo, partilharam o lanche que levaram com outras crianças e com isso descobriram como é bom dividir e saborear juntos o alimento e os saberes.

 

   Partilhando lanche e aprendendo a cuidar do lixo.

 

Ao chegarem ao Museu encantaram-se com a obra Morrinho. Chamou-lhes a atenção às cores, o material reciclado e como foi feito o Cristo, a presença dos carros de polícia nas ruas e becos (realidade vivenciadas por eles na comunidade onde moram), a disposição dos materiais que apresentam as moradias e as ruas do Rio.

 

 Aprendendo sobre a exposição Morrinho.

 

Olhando para parte externa do Museu as crianças visualizaram um pouco da Região Portuária. Viram o “Museu do Amanhã”, a Praça Mauá, a ponte Rio - Niterói, fizeram questionamentos sobre o que estavam vendo e o que achavam ao olharem a arquitetura do entorno. Fizeram uma leitura do Rio de ontem e o de hoje e como elas querem o Rio para o amanhã.

 

                      Descobrindo o Rio de Ontem e de Hoje, a Cor do Brasil, a Fauna Brasileira e a Independência.

 

Além disso, percorreram a exposição Leopoldina, Princesa da Independência, das artes e das ciências, viram quem era a princesa Leopoldina, o príncipe D. Pedro I, conheceram as vestimentas, mobiliários e transporte da época.

Concluíram a aula passeio vendo a exposição A cor do Brasil. Apreciaram alguns quadros que retratavam os imigrantes, encantaram-se com a fauna, com os índios e seus instrumentos.

Essa atividade trouxe muitos ensinamentos para as crianças e para as educadoras. Ambas conseguiram compreender que de fato quando estamos juntos somos mais e muito mais artistas.

 

Parabéns à todos os envolvidos pelo trabalho realizado!

 

 

Contato do EDI Monsenhor Cordioli:

edicordioli@rioeduca.net

 

Contato para publicações:

robertavitagliano@rioeduca.net

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 16/11/2016

Visita ao FABLAB/SENAI

Tags: 7ªcre, projetos.

 

 

 

Alunos do 9° ano da E. M. Dom Pedro I visitaram o FABLAB/SENAI em Benfica e tiveram a oportunidade de conhecer um pouco sobre o desenvolvimento de projetos de fabricação digital e cursos profissionalizantes da instituição.

 

Durante o ano de 2016, a professora de geografia Silvina Leal da Escola Municipal D. Pedro I iniciou um trabalho com todas as turmas de 9º ano relacionado com as chamadas tecnologias de ponta, FABLAB, que é uma abreviação da língua inglesa para denominar "laboratório de fabricação”. 

 

   Alunos do 9º ano visitando o FABLAB.

 

            Setores do FABLAB.

 

FABLAB é um espaço em que os alunos de diversas áreas se reúnem para realizar projetos de fabricação digital de forma colaborativa usando tecnologia de ponta, participando de todo processo produtivo e buscando soluções para as indústrias, esse é o conceito de FABLAB.

Os alunos tiveram a oportunidade de conhecer de perto essa tecnologia ao visitarem as instalações do SENAI com as explicações dos eminentes professores do SENAI/Benfica sobre o que acontece no FABLAB.

Ficaram maravilhados com a oportunidade, tomaram conhecimento dos cursos profissionalizantes oferecidos pelo SENAI, o que tem mais avançado nessa área dentro da cidade do Rio de Janeiro e no mundo, tiveram oportunidade de circular pela cidade, num verdadeiro tour urbano, foram muitas as descobertas e otimizaram esse trabalho de campo produzindo redações que traduziram emoções, sentimentos e expectativas.

 

   Alunos sendo recepcionados pelo técnico do Senai.

 

Eles agregaram conhecimentos, recursos e valores! Os alunos se "apoderaram" de informações/conhecimentos, mesmo que superficialmente, do que está acontecendo no mundo em termos de tecnologias, e experienciaram o que foge totalmente ao seu cotidiano.

 

     Parte do Armazém de Ideias do FABLAB.

 

O objetivo foi atingido, pois os alunos aguçaram a curiosidade, se sentiram valorizados, estimulados, elevaram sua autoestima! O conhecimento nos envolve, nos liberta, como diz o Prof. Mario Sergio Cortella; nossa vida pode ser curta e nem por isso precisa ser pequena.

 

    Conhecendo um dos setores de acabamento.

 

Mas a oportunidade também se estendeu ao grupo de Professores da E. M. Dom Pedro I, praticamente todas as disciplinas foram contempladas com o trabalho de campo, num total de 11 colegas que tiveram a possibilidade também desse contato.

 

                           Mural produzido após da visita ao FABLAB.

 

        Mural produzido após visita ao FABLAB.

 

A professora Silvina Leal relata que é " Impossível não agradecer ao Universo, ao Dr. Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira e seus colaboradores, Professores Andrea, Jacqueline, Bruno e Clóvis por toda a logística envolvida (transporte, lanche, tempo) durante quatro dias, que determinou o êxito da aula-campo, como também a todo pessoal do SENAI/Benfica e à direção e coordenação pedagógica da EM Dom Pedro I."

 

   Informações enviadas pela coordenadora Marleyde Ferreira.

 

Para saber mais sobre o FABLAB/Senai:

http://www.cursosenairio.com.br/link-rede-fablab-rj,36.html

Contato da E.M. Dom Pedro I:

emdpedro@rioeduca.net

Contato para publicações:

robertavitagliano@rioeduca.net

 

 

Parabéns à todos os envolvidos pelo trabalho realizado!

 

 


   
           



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Quarta-feira, 02/11/2016

Brincar sem Muros - Dia do Brincar

Tags: 7ªcre, projetos.

 

 

 

O projeto pedagógico Rio, juntos somos mais artes do EDI Monsenhor Cordioli oportunizou as crianças experiências sensoriais, motoras, físicas e emotivas ao celebrar o “dia do brincar sem muros” no dia 27 de setembro contemplando algumas das deficiências abordadas nos jogos paralímpicos na Cidade Maravilhosa.

Crianças brincando com a caixa de sentidos utilizando o tato.

 

“O brincar é o principal modo de expressão da infância. É uma linguagem, por excelência, para a criança aprender, se desenvolver, explorar o mundo, ampliar a percepção sobre ele e sobre si mesma, organizar seu pensamento, trabalhar suas emoções, sua capacidade de iniciativa e de criar e se apropriar da cultura.”
OCEI, 2010, p.17)

 

 

As crianças do EDI Monsenhor Cordioli puderam (re)significar e apropriar-se da comunicação do brincar com o mundo e a cultura, utilizando a linguagem do corpo e movimento a partir dos jogos Paralímpicos, interagiram com músicas, cantigas de roda, jogos e brincadeiras folclóricos e puderam perceber os valores que os jogos propiciam com suas regras.

A Base Nacional Comum Curricular aponta que é importante para a criança “brincar com parlendas, trava-linguas, adivinhas, textos de memória, rodas, brincadeiras cantadas e jogos, ampliando o repertório das manifestações culturais da tradição local e de outras culturas, enriquecendo a linguagem oral, corporal, musical, dramática, escrita, dentre outras.” (BNCC, 2016, p.74).

Com isso, vivenciando a temática proposta para o semestre ‘Rio, em Poema, Verso e Prosa’ as brincadeiras do dia do brincar contemplaram deficiência do membro superior (sem o uso do braço) com dança da laranja, corrida de canudinho na boca jogando o canudo em algum pote/caixa ou cesto.

 

   Crianças brincando de dança da laranja.

 

Considerando a deficiência do membro superior (sem o uso das pernas) brincar de “meus pintinhos venham cá”, jogos com peteca e bola num cesto/caixa ambos sentado, serra-serra-dor. Deficiência da visão: brincadeira de cabra-cega; caixa de sentido adivinhando o que tem dentro da caixa; adivinhar (perceber) cheiros e sabores; deficiência da fala e audição: brincadeira de mímica, representar com gestos as músicas ‘Boneca de lata’, ‘Cabeça, ombro, joelho e pé’.

 

     Uso de mímica e brincando de cabra cega.

 

Brincadeiras de bola na colher e dança da laranja.
 

 

Fez-se uso da história “O menino que escrevia com os pés” de Carina Alves e a partir dessa as crianças experimentaram escrever, desenhar e pintar com os pés e no momento em que realizam a atividade dizia que era muito difícil não escrever com as mãos.

Atividades de pintura após leitura do livro O menino que escrevia com os pés,


Foi um dia em que a brincadeira foi associada à apropriação de conhecimentos diversos, e houve uma prazerosa participação de crianças, educadores e funcionários.Todas as atividades realizadas no EDI Monsenhor Cordioli foram muito proveitosas. Os pequenos atletas puderam perceber por meio do lúdico que é possível agir e se mover apesar das diferenças e deficiências.

 

                                                                                               Informações enviadas pela professora articuladora Apolônia Regina Ferreira.

 

 

Parabéns à todos os envolvidos pelo trabalho realizado!

 

 

Contato do EDI Monsenhor Cordioli:

edicordioli@rioeduca.net

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Quarta-feira, 05/10/2016

Aprendendo com os Esportes Paralímpicos

Tags: 7ªcre, projetos.

 

 

 

Alunos da E. M. Dom Pedro I, durante o mês de setembro, vivenciaram atividades nas aulas de Educação Física com objetivo de valorizar os atletas paralímpicos que estavam competindo na cidade do Rio de Janeiro. Reconhecendo, assim, a força de vontade, a coragem e a determinação de cada um deles dentro destas e de todas as outras modalidades esportivas.

Os alunos da Escola Municipal Dom Pedro I das turmas 1707 e 1708, da professora Ana Paola Silva, durante o mês de setembro, vivenciaram na aula de Educação Física a corrida para deficientes visuais e o voleibol para deficientes físicos.

 

 Alunos aprendendo voleibol sentado.

 

Ao término das aulas, através de seus relatos, os alunos demonstraram consciência da superação e do esforço que os atletas paralímpicos desenvolvem para a prática esportiva e a professora Ana Paola destaca o quanto eles merecem a nossa admiração e o nosso respeito! E o quanto este trabalho foi muito gratificante e educativo.

 

                                     A professora Ana Paola preparando alunos para a corrida vendada.

 

Alunos do 7º ano preparados para a corrida vendada.

 

A professora , Lourdes Lontra, de Educação Física também desenvolveu com seus alunos do 6º, 7º e 9º anos a história das olimpíadas e paralimpíadas, a simbologia do fogo olímpico, as arenas e locais de competições, as modalidades esportivas. 

Ela constatou que ao tratar o assunto paralímpico os alunos demonstravam desconhecer o tema. Iniciou-se o trabalho de sensibilização através de fotos, leituras e pesquisas sobre paraplégicos, tetraplégicos, paralisia cerebral, deficiência visual, deficiência de locomoção, lesão medular e mutilado.

       Alunos da professora Lourdes praticando voleibol sentado.

 

A partir da pesquisa os alunos começaram a entender e valorizar os atletas paralímpicos. E identificar suas deficiências pelas modalidades. As atividades práticas envolvendo corrida vendada, que o Brasil tem uma das melhores corredoras do mundo, a Terezinha Guilhermina. Em dupla, um aluno usava uma venda nos olhos e o outro era seu guia. Também realizamos o vôlei sentado. Essa atividade foi mais difícil, pois eles não sabem se locomover sem suas pernas. 

 

 

     Em duplas, um aluno guia e um aluno vendado, prontos para a corrida.
 

A professora os orientou que usassem os braços e o tronco para mudar de lugar, mas com toda dificuldade o objetivo foi alcançado. Após as atividades foram feitos relatos e reflexões orais e escritas sobre as sensações e as experiências. Para a professora Lourdes vê-los fazendo a atividade e relatando o que sentiram foi o marco do trabalho.

 

                                                                                                Informações enviadas por Marleyde Ferreira.


 

Parabéns aos envolvidos pelo trabalho realizado!
 

 

Contato da E.M. Dom Pedro I:

emdpedro@rioeduca.net

 

Contato para publicações:

Roberta Vitagliano - Representante Rioeduca 7ª CRE

robertavitagliano@rioeduca.net

 

 

 

 

 


   
           



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