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Quarta-feira, 16/11/2016

Visita ao FABLAB/SENAI

Tags: 7ªcre, projetos.

 

 

 

Alunos do 9° ano da E. M. Dom Pedro I visitaram o FABLAB/SENAI em Benfica e tiveram a oportunidade de conhecer um pouco sobre o desenvolvimento de projetos de fabricação digital e cursos profissionalizantes da instituição.

 

Durante o ano de 2016, a professora de geografia Silvina Leal da Escola Municipal D. Pedro I iniciou um trabalho com todas as turmas de 9º ano relacionado com as chamadas tecnologias de ponta, FABLAB, que é uma abreviação da língua inglesa para denominar "laboratório de fabricação”. 

 

   Alunos do 9º ano visitando o FABLAB.

 

            Setores do FABLAB.

 

FABLAB é um espaço em que os alunos de diversas áreas se reúnem para realizar projetos de fabricação digital de forma colaborativa usando tecnologia de ponta, participando de todo processo produtivo e buscando soluções para as indústrias, esse é o conceito de FABLAB.

Os alunos tiveram a oportunidade de conhecer de perto essa tecnologia ao visitarem as instalações do SENAI com as explicações dos eminentes professores do SENAI/Benfica sobre o que acontece no FABLAB.

Ficaram maravilhados com a oportunidade, tomaram conhecimento dos cursos profissionalizantes oferecidos pelo SENAI, o que tem mais avançado nessa área dentro da cidade do Rio de Janeiro e no mundo, tiveram oportunidade de circular pela cidade, num verdadeiro tour urbano, foram muitas as descobertas e otimizaram esse trabalho de campo produzindo redações que traduziram emoções, sentimentos e expectativas.

 

   Alunos sendo recepcionados pelo técnico do Senai.

 

Eles agregaram conhecimentos, recursos e valores! Os alunos se "apoderaram" de informações/conhecimentos, mesmo que superficialmente, do que está acontecendo no mundo em termos de tecnologias, e experienciaram o que foge totalmente ao seu cotidiano.

 

     Parte do Armazém de Ideias do FABLAB.

 

O objetivo foi atingido, pois os alunos aguçaram a curiosidade, se sentiram valorizados, estimulados, elevaram sua autoestima! O conhecimento nos envolve, nos liberta, como diz o Prof. Mario Sergio Cortella; nossa vida pode ser curta e nem por isso precisa ser pequena.

 

    Conhecendo um dos setores de acabamento.

 

Mas a oportunidade também se estendeu ao grupo de Professores da E. M. Dom Pedro I, praticamente todas as disciplinas foram contempladas com o trabalho de campo, num total de 11 colegas que tiveram a possibilidade também desse contato.

 

                           Mural produzido após da visita ao FABLAB.

 

        Mural produzido após visita ao FABLAB.

 

A professora Silvina Leal relata que é " Impossível não agradecer ao Universo, ao Dr. Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira e seus colaboradores, Professores Andrea, Jacqueline, Bruno e Clóvis por toda a logística envolvida (transporte, lanche, tempo) durante quatro dias, que determinou o êxito da aula-campo, como também a todo pessoal do SENAI/Benfica e à direção e coordenação pedagógica da EM Dom Pedro I."

 

   Informações enviadas pela coordenadora Marleyde Ferreira.

 

Para saber mais sobre o FABLAB/Senai:

http://www.cursosenairio.com.br/link-rede-fablab-rj,36.html

Contato da E.M. Dom Pedro I:

emdpedro@rioeduca.net

Contato para publicações:

robertavitagliano@rioeduca.net

 

 

Parabéns à todos os envolvidos pelo trabalho realizado!

 

 


   
           



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Quarta-feira, 02/11/2016

Brincar sem Muros - Dia do Brincar

Tags: 7ªcre, projetos.

 

 

 

O projeto pedagógico Rio, juntos somos mais artes do EDI Monsenhor Cordioli oportunizou as crianças experiências sensoriais, motoras, físicas e emotivas ao celebrar o “dia do brincar sem muros” no dia 27 de setembro contemplando algumas das deficiências abordadas nos jogos paralímpicos na Cidade Maravilhosa.

Crianças brincando com a caixa de sentidos utilizando o tato.

 

“O brincar é o principal modo de expressão da infância. É uma linguagem, por excelência, para a criança aprender, se desenvolver, explorar o mundo, ampliar a percepção sobre ele e sobre si mesma, organizar seu pensamento, trabalhar suas emoções, sua capacidade de iniciativa e de criar e se apropriar da cultura.”
OCEI, 2010, p.17)

 

 

As crianças do EDI Monsenhor Cordioli puderam (re)significar e apropriar-se da comunicação do brincar com o mundo e a cultura, utilizando a linguagem do corpo e movimento a partir dos jogos Paralímpicos, interagiram com músicas, cantigas de roda, jogos e brincadeiras folclóricos e puderam perceber os valores que os jogos propiciam com suas regras.

A Base Nacional Comum Curricular aponta que é importante para a criança “brincar com parlendas, trava-linguas, adivinhas, textos de memória, rodas, brincadeiras cantadas e jogos, ampliando o repertório das manifestações culturais da tradição local e de outras culturas, enriquecendo a linguagem oral, corporal, musical, dramática, escrita, dentre outras.” (BNCC, 2016, p.74).

Com isso, vivenciando a temática proposta para o semestre ‘Rio, em Poema, Verso e Prosa’ as brincadeiras do dia do brincar contemplaram deficiência do membro superior (sem o uso do braço) com dança da laranja, corrida de canudinho na boca jogando o canudo em algum pote/caixa ou cesto.

 

   Crianças brincando de dança da laranja.

 

Considerando a deficiência do membro superior (sem o uso das pernas) brincar de “meus pintinhos venham cá”, jogos com peteca e bola num cesto/caixa ambos sentado, serra-serra-dor. Deficiência da visão: brincadeira de cabra-cega; caixa de sentido adivinhando o que tem dentro da caixa; adivinhar (perceber) cheiros e sabores; deficiência da fala e audição: brincadeira de mímica, representar com gestos as músicas ‘Boneca de lata’, ‘Cabeça, ombro, joelho e pé’.

 

     Uso de mímica e brincando de cabra cega.

 

Brincadeiras de bola na colher e dança da laranja.
 

 

Fez-se uso da história “O menino que escrevia com os pés” de Carina Alves e a partir dessa as crianças experimentaram escrever, desenhar e pintar com os pés e no momento em que realizam a atividade dizia que era muito difícil não escrever com as mãos.

Atividades de pintura após leitura do livro O menino que escrevia com os pés,


Foi um dia em que a brincadeira foi associada à apropriação de conhecimentos diversos, e houve uma prazerosa participação de crianças, educadores e funcionários.Todas as atividades realizadas no EDI Monsenhor Cordioli foram muito proveitosas. Os pequenos atletas puderam perceber por meio do lúdico que é possível agir e se mover apesar das diferenças e deficiências.

 

                                                                                               Informações enviadas pela professora articuladora Apolônia Regina Ferreira.

 

 

Parabéns à todos os envolvidos pelo trabalho realizado!

 

 

Contato do EDI Monsenhor Cordioli:

edicordioli@rioeduca.net

Contato para publicações:

robertavitagliano@rioeduca.net

 

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 05/10/2016

Aprendendo com os Esportes Paralímpicos

Tags: 7ªcre, projetos.

 

 

 

Alunos da E. M. Dom Pedro I, durante o mês de setembro, vivenciaram atividades nas aulas de Educação Física com objetivo de valorizar os atletas paralímpicos que estavam competindo na cidade do Rio de Janeiro. Reconhecendo, assim, a força de vontade, a coragem e a determinação de cada um deles dentro destas e de todas as outras modalidades esportivas.

Os alunos da Escola Municipal Dom Pedro I das turmas 1707 e 1708, da professora Ana Paola Silva, durante o mês de setembro, vivenciaram na aula de Educação Física a corrida para deficientes visuais e o voleibol para deficientes físicos.

 

 Alunos aprendendo voleibol sentado.

 

Ao término das aulas, através de seus relatos, os alunos demonstraram consciência da superação e do esforço que os atletas paralímpicos desenvolvem para a prática esportiva e a professora Ana Paola destaca o quanto eles merecem a nossa admiração e o nosso respeito! E o quanto este trabalho foi muito gratificante e educativo.

 

                                     A professora Ana Paola preparando alunos para a corrida vendada.

 

Alunos do 7º ano preparados para a corrida vendada.

 

A professora , Lourdes Lontra, de Educação Física também desenvolveu com seus alunos do 6º, 7º e 9º anos a história das olimpíadas e paralimpíadas, a simbologia do fogo olímpico, as arenas e locais de competições, as modalidades esportivas. 

Ela constatou que ao tratar o assunto paralímpico os alunos demonstravam desconhecer o tema. Iniciou-se o trabalho de sensibilização através de fotos, leituras e pesquisas sobre paraplégicos, tetraplégicos, paralisia cerebral, deficiência visual, deficiência de locomoção, lesão medular e mutilado.

       Alunos da professora Lourdes praticando voleibol sentado.

 

A partir da pesquisa os alunos começaram a entender e valorizar os atletas paralímpicos. E identificar suas deficiências pelas modalidades. As atividades práticas envolvendo corrida vendada, que o Brasil tem uma das melhores corredoras do mundo, a Terezinha Guilhermina. Em dupla, um aluno usava uma venda nos olhos e o outro era seu guia. Também realizamos o vôlei sentado. Essa atividade foi mais difícil, pois eles não sabem se locomover sem suas pernas. 

 

 

     Em duplas, um aluno guia e um aluno vendado, prontos para a corrida.
 

A professora os orientou que usassem os braços e o tronco para mudar de lugar, mas com toda dificuldade o objetivo foi alcançado. Após as atividades foram feitos relatos e reflexões orais e escritas sobre as sensações e as experiências. Para a professora Lourdes vê-los fazendo a atividade e relatando o que sentiram foi o marco do trabalho.

 

                                                                                                Informações enviadas por Marleyde Ferreira.


 

Parabéns aos envolvidos pelo trabalho realizado!
 

 

Contato da E.M. Dom Pedro I:

emdpedro@rioeduca.net

 

Contato para publicações:

Roberta Vitagliano - Representante Rioeduca 7ª CRE

robertavitagliano@rioeduca.net

 

 

 

 

 


   
           



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Quarta-feira, 21/09/2016

Dia da Conscientização da Inclusão na E.M. Azerbaijão

Tags: 7ªcre, projetos.

 


 

O Dia da Conscientização da Inclusão, Dia I,  aconteceu no dia 27 de julho  em todas as unidades escolares da rede municipal.  A Escola Municipal Azerbaijão, inaugurada este ano, desenvolve atividades de inclusão desde o início e  realizou uma semana especial dedicada à inclusão escolar, por ocasião do DIa I.

 

A Escola Municipal Azerbaijão atende ao primeiro segmento do Ensino Fundamental, contemplando em 2016 a uma clientela do 1º ao 5º ano e uma turma do Ensino Especial, de alunos com Deficiência Intelectual.

 

            A aluna  Manuela Arantes, da Classe Especial .

 

Em diversas classes regulares, o trabalho de inclusão já vem sendo realizado desde março, quando a escola foi inaugurada, à medida em que há alunos com necessidades especiais integrados, criando assim uma vivência constante e um aprendizado mútuo contínuo e favorecendo as relações interpessoais e sociais que contribuem para o processo ensino-aprendizagem.

 

                                                               Mural coletivo na E.M. Azerbaijão.
 

Durante o período letivo, toda a escola se manteve unida em um mesmo propósito, visando alcançar êxito no trabalho de inclusão, fomentando o respeito às diferenças individuais.

 

                                                               Cartazes produzidos pelo 5º ano.
 

É visível o comprometimento docente em realizar um trabalho eficiente, adaptando atividades, trazendo novidades e compartilhando metas, bem como trocas de experiências que sirvam de suporte à conscientização inclusiva.

Não só há a integração de alunos de salas regulares. Os alunos da Classe Especial da Escola Azerbaijão  também estão inseridos no contexto escolar. Eles participam das aulas de Educação Física junto com outras turmas, favorecendo sua integração e aceitação. Esse convívio beneficia a todos e traz alegria e satisfação.

 

                                          Alunos realizando atividades envolvendo o tema inclusão.
 

Na sala de leitura, ambiente cujo projeto “OLIMPISMO” enfoca valores olímpicos e paralímpicos para a escola, os alunos da Classe Especial ouvem histórias e trocam experiências e são desafiados a participarem de tudo que lhes é proposto.

 

                                      Trabalhos das turmas envolvendo os valores paralímpicos.
 

Por ser uma escola nova para todos, o espaço é de conhecimento e de reconhecimento e já começamos a perceber grandes avanços na perspectiva de inclusão, porém ainda há obstáculos e barreiras que ainda temos que superar. Mas como a equipe mostra-se unida, trabalhando com determinação e respeito ao próximo, favorecendo as relações da amizade, acreditamos que não faltará inspiração e coragem para seguir em frente e alcançar a excelência que é o objetivo de todos.


                                                      A SEMANA DE INCLUSÃO

 

Em nossa semana de inclusão, promovemos nas turmas a leitura do livro “O meu amigo Paulinho”, de José Carlos Serrano Freire. A história traz à tona a ideia de diversidade e de amizade vista pelos olhos do amigo do “Paulinho”, que é um cadeirante. Com esse tema, as crianças foram instigadas a refletir e debater sobre as diferenças individuais que nos tornam iguais e a respeitá-las.


O filme PARATODOS, que já havia sido exibido para os alunos do 5º ano no mês de junho, voltou à tela da Sala de Leitura com o episódio do Atletismo e mais uma vez foram evocados os valores paralímpicos: determinação, coragem, igualdade e inspiração.

 

                                             Leitura  da história Paulinho para todos os alunos.
 

Refletiram sobre a frase citada no documentário pelo diretor do Comitê Paralímpico Brasileiro, Andrew Parsons: “Se você olhar a pessoa e ver o potencial que ela tem ao invés do que ela não consegue fazer, você perde a visão do coitadinho”.

 

           Aluno incluído Ryan Tenório de Oliveira,do 5º ano, fazendo o I de Inclusão em libras.
 

 

Nas salas de aula, a proposta foi de que os alunos desenhassem em corações a si próprios e um amigo especial.

Foram confeccionados murais olímpicos, trabalhando os valores paralímpicos e um mural com recortes pintados do contorno das mãos de todos os alunos da escola, convergindo a ação que já fora desenvolvida no projeto da Sala de Leitura com o Dia I.

 

   Mural com corações feitos pelos alunos : eu e um amigo especial.

 

O DIA I

Todos os corações desenhados nas salas de aula foram unidos na montagem de um lindo mural com a frase: “SOMOS TODOS IGUAIS NAS DIFERENÇAS”.


Todos os alunos foram reunidos no pátio da escola, recebendo a visita do ex-aluno da rede, Rogério Gomes, com síndrome de down, formado no Ensino Médio e que trabalha em uma rede de restaurantes muito conhecida na área próxima à escola. Por isso, muitos alunos já o conheciam. Rogério participou de um debate em que pôde contar muito sobre suas experiências e ainda respondeu a curiosidades das crianças.

 

 

Da esq, p/direita: Rogério Gomes (ex- aluno da rede), profª da Classe  Especial Lilian Fortunato e a diretora adjunta Carla Ventura.

 

 

 

      Ao centro, o ex aluno da rede municipal Rogério Gomes que conversou com os alunos.

 

A unidade escolar recebeu  ainda a visita de pais de alunos da Classe Especial para assistir a este momento, que terminou de forma muito alegre. Todos queriam fotografar com o Rogério, reproduzindo, em libras, o I de Inclusão.

 

                                 Responsável pela aluna Manuela presente no Dia I pela Inclusão.
 

Acreditamos que o Dia  I pela Inclusão tenha sido proveitoso para todos os envolvidos e que, na verdade, tenha sido um momento marcante de tudo que já foi trabalho no contexto de Educação Inclusiva durante o primeiro semestre na Escola Azerbaijjão.

                                                                                           

                                                                                                   Texto original de Lilian Ferreira e  Lilian Fortunato.

 

 

Parabéns aos envolvidos pelo trabalho realizado!
 

 

Blog da E.M. Azerbaijão:

http://escolaaz.blogspot.com.br/

Contato da E.M. Azerbaijão:

emazerbaijao@rioeduca.net

Contato para publicações:

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robertavitagliano@rioeduca.net

 

 

 

 

                               

 
 
 
 

   
           



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