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Terça-feira, 26/02/2019

Enfrentamento das Arboviroses

Tags: 2ªcre, ciências, dengue, arboviroses.

 

Os alunos do sexto e sétimo anos da Escola Municipal Francisco Manuel participaram de uma campanha de prevenção as arboviroses.

 

 

Os alunos do sexto e sétimo anos, turmas 1.601 e 1.701, da Escola Municipal Francisco Manuel, localizada em Vila Isabel, voltaram às aulas demostrando grande preocupação contra o vetor transmissor de doenças como Dengue, a Zika e a Chikungunya.


Dessa maneira, foram orientados pela professora de Ciências, Deborah Senra Amado, a procurarem em suas residências ou em bibliotecas públicas materiais (jornais, revistas, panfletos, artigos da internet e propagandas) que abordassem o que tem sido feito pelo governo na luta contra as arboviroses e qual o papel de cada um na luta contra o mosquito.

 

Alunos preparando cartazes com o material pesquisado.

 

 

Além das medidas de combate ao mosquito, também foram pesquisadas medidas preventivas que podem ser usadas no nosso dia a dia. Nesse contexto, os alunos pesquisaram a utilização de uma pastilha, denominadas Dengue Tech, usada em locais que possam haver acúmulo de água, uma vez que tal produto mata larvas, caso elas se formem. 

 

Trabalho em grupos sobre as arboviroses.

 

 

Além disso, durante as aulas, foram feitas discussões sobre o procedimento de  inserção, no meio ambiente, de um mosquito transgênico, incapaz de gerar filhotes.


Esses mosquitos, chamados pelos cientistas de OX513A, são idênticos ao Aedes aegypti – exceto por dois genes modificados, colocados pelo homem. Um deles faz as larvas do mosquito brilharem sob uma luz especial (para que elas possam ser identificadas pelos cientistas). O outro é uma espécie de bomba-relógio, que mata os filhotes do mosquito. A ideia é que ele seja solto na natureza, se reproduza com as fêmeas de Aedes e tenha filhotes defeituosos – que morrem muito rápido, antes de chegar à idade adulta, e por isso, não conseguem se reproduzir. Com o tempo, esse processo vai reduzindo a população da espécie, até extingui-la.


Porém, o que mais chamou atenção dos alunos foi a campanha do Governo Federal ”10 minutos sem Dengue” que visa o investimento de 10 minutos do tempo das pessoas para procurar, na própria casa ou ambiente de trabalho, locais que possam ser focos do mosquito Aedes Aegypt. Os alunos entendem que somos todos contra o mosquito e cada um precisa fazer a sua parte.


Os alunos também leram sobre a importante participação de representantes da Saúde, Educação, Segurança Pública (PM e Bombeiros), Assistência Social, Defesa Civil e Forças Armadas que permite a aquisição e disponibilização de equipamentos e insumos para aplicação de inseticidas e larvicidas.


Muitos alunos pesquisaram informações confiáveis e atualizadas no site divulgado pelo governo (http://combateaedes.saude.gov.br/) e levaram para sala de aula peças gráficas como encartes educativos, cartazes, folders, filipetas, gibis, dentre outros.


Ficou claro aos alunos que existe um grande incentivo por parte dos governantes na luta e no combate as Arboviroses. Essas doenças podem causar microcefalia em recém-nascidos, dores musculares, hemorragia e até mesmo a morte. Por isso, cabe à população reforçar o controle do vetor nas residências e em seus ambientes de convívio.

 

 

Elaboração de cartazes sobre arboviroses.

 

A aluna Maria Luiza Rosa escreveu ao final da atividade que adorou realizar este trabalho, pois ela aprendeu que precisa ter cuidado com o mosquito que transmite doenças perigosas como a Dengue a Zika e a Chikungunya.


A aluna Ana Luiza de Oliveira escreveu: “Para mim a realização do trabalho foi bem legal e fiz mais amigos. Além de, ter aprendido mais sobre como me prevenir das arboviroses.”

A aluna Maria Luiza Santana colocou: “Eu gostei muito do trabalho da aula de ciências. Foi muito legal, pois aprendi alguns jeitos diferentes de enfrentar as arboviroses.”

Os cartazes foram espalhados pela escola e todos os alunos puderam perceber que para se combater as doenças, precisamos combater os focos de reprodução dos vetores, ou seja a água. Para isso, precisamos da ação conjunta de todos. TODOS CONTRA A DENGUE!


Agradecemos a professora Deborah Senra por compartilhar conosco este trabalho. Desejamos sucesso a toda comunidade escolar.

 

 

Quer saber mais?

O contato da Escola Francisco Manuel é:  emfmanuel@rioeduca.net

Telefones: 3238-4592 / 3238-4591

 

 

 

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Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

 


   
           



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Terça-feira, 02/10/2018

Armadilha Sentinela

Tags: 2ªcre, dengue, ciências.

 

Os alunos do sétimo ano da Escola Municipal Francisco Manuel estão utilizando garrafas PETs para confeccionar armadilhas sentinelas e assim combater a Dengue.

 

A professora Deborah Senra, regente de Ciências nas turmas do sétimo ano na Escola Francisco Manuel, entrou em contato com o portal Rioeduca e contou sobre a confecção das armadilhas sentinelas pelos alunos, durante as aulas de Ciências.

 

Os alunos do sétimo ano da escola Municipal Francisco Manuel têm mais um motivo para colecionarem material reciclável e não jogarem fora as garrafas PET.


O motivo é a montagem de armadilhas sentinelas contra a Dengue, pois imitando o que seria um local apropriado para a colocação dos ovos e a disseminação de novos mosquitos, as armadilhas funcionam “enganando” os mosquitos. Dessa forma, os mosquitos colocam seus ovos nas armadilhas, aonde as formas adultas não conseguem escapar, diminuindo a quantidade de formas aladas adultas soltas na natureza. A ideia original é do Laboratório de Biologia de Helmintos Otto Wucherer/UFRJ, que através de cartilhas distribuídas em um curso promovido pela Universidade. 

 

Para  aprender mais sobre a morfologia do mosquito e as diferenças entre  o ele e outras espécies, a aula foi dividida em três partes:

 

Parte 1:


Material de apoio pedagógico distribuído para todos os alunos com informações importantes quanto a anatomia do mosquito. Informações sobre olhos, glândulas salivares, saliva, formato das asas, marcas típicas no corpo, ovos, tamanho dos ovos, local aonde são colocados, além das fases de vida do mosquito até virar um adulto. Como a picada é feita e a diferença entre os machos e as fêmeas.

 


Alunos assistindo ao documentário produzido pelo Instituto Oswaldo Cruz

 


Parte 2:

 

Os alunos assistiram a um documentário produzido pela Instituto Oswaldo Cruz “O Mundo Macro e Micro do Mosquito Aedes Aegypti”, onde eles observaram todo o ciclo de vida do mosquito, hábitos de vida do macho e da fêmea, além de todas as fases de desenvolvimento da vida do mosquito até a forma alada, adulta.

 



Alunos atentos as aulas expositivas.

 

 

Parte 3:

 

Os alunos foram divididos em grupos e montaram suas sentinelas, armadilhas para enganar o mosquito, diminuindo a quantidade de mosquitos adultos na natureza.


Este projeto foi feito para promover a civilidade a serviço da erradicação do mosquito que transmite os vírus que podem causar a Dengue, Zika, Chikungunya e a Febre amarela.


Material Utilizado para construção: Uma garrafa pet e seu lacre, tesoura sem ponta, um pedaço de micro tule; uma lixa; fita adesiva; algo que sirva de nutriente, um pouco de terra por exemplo.

 

 

Alunos participando da elaboração das Armadilhas Sentinelas.

 

 

Os alunos participaram da atividade e alguns disseram que se sentiram importantes no combate a uma doença tão ruim, que pode levar a morte ou complicações de saúde a tantas pessoas.

 

A aluna Yasmin Antunes Theodoro da Silva colocou que a realização da atividade foi muito legal e interessante, pois é importante combater o mosquito, e ela pensa em colocar essas sentinelas em sua própria residência para acabar de vez com os mosquitos.

 

Já o aluno Miguel Perez da Silva disse que estava esperando ansiosamente pelo dia de culminância do projeto e a montagem das sentinelas. Ele disse ter aprendido mais na aula, ao fazer as sentinelas, do que com as aulas teóricas sobre o mosquito.

 

Os alunos Bruno Melo, Arthur Costa, Arthur Souza, Bruna Souza, Cauã Gomes da Silva Barreto, e Gabriel Galvão se envolveram na atividade, prestando bastante atenção nos detalhes do documentário exibido e levantaram questões importantes sobre os hábitos dos mosquitos, a adaptação destes para picarem sem serem percebidos, além da quantidade de ovos que uma mesma fêmea pode colocar durante o período de vida do mosquito, cerca de 30 dias.


Assim, muitos alunos concluíram a importância do papel de cada um na luta contra o mosquito, além de se sentirem importantes ferramentas na luta contra o Aedes Aegypti.

 

Mecanismo da armadilha:

 

1 - A fêmea põe os ovos acima da água. Alguns dias após armar a armadilha, põe-se mais água para que os ovos fiquem submersos.


2 - As larvas eclodem e passam pelo Micro Tule a caminho do fundo, atraídas pelo alimento presente na água.


3 - A larva se torna pupa e se dirige à superfície para se tornar um adulto alado.


4 - O adulto fica preso no espaço aéreo entre a superfície da água e as paredes da garrafa. Assim, não conseguem sair para iniciar um novo ciclo.

 

 

Mecanismo da armadilha.

 

 

Agradecemos a professora Deborah Senra por compartilhar conosco a elaboração desta atividade. Desejamos sucesso a toda comunidade escolar e que vocês continuem formando cidadãos atuantes na sociedade.

 

 

O contato da Escola Francisco Manuel é:  efmanuel@rioeduca.net

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Terça-feira, 15/05/2018

Pequenos Cientistas: Célula na Gelatina

Tags: 2ªcre, ciencias.

 

Aulas lúdicas de Ciências na Escola Francisco Manuel despertam curiosidade e desejo de aprender nos educandos.

 

 

A professora Deborah Senra, regente de Ciências, na Escola Francisco Manuel contou ao portal Rioeduca sobre como as atividades lúdicas despertam o interesse do aluno.


A ideia foi: Como trazer para o nosso dia a dia coisas tão pequenas quanto as células? E pensando nisso  a professora Deborah Senra, propôs aos alunos uma atividade lúdica voltada para o entendimento das células e suas organelas citoplasmáticas.

 

 

Atividade lúdica realizada em grupos.

 

 

Para tentar entrar neste mundo microscópico a professora levou para sala de aula do sétimo ano: gelatinas de morango, granulados, caldas e confeitos comestíveis, tentando simular as organelas citoplasmáticas e a organização interna das células. O objetivo era que cada aluno criasse a sua própria célula e desenhasse dentro da gelatina os componentes que existem nas células; as organelas citoplasmáticas como ribossomos, material genético, mitocôndria, retículos, complexo de golgi, etc...

Os alunos se dividiram em grupos e, usando os ingredientes levados por eles mesmos, foram criando, através da imaginação, como seria uma célula e como estariam organizados dentro desta as organelas citoplasmáticas. A atividade foi feita em grupo, mas cada um fez a sua própria experiência.

 

 

Atividade realizada em grupo, mas cada aluno fez sua própria experiência.

 

 

Após a experiência de criação da célula, os alunos deveriam escrever em uma folha os ingredientes que eles usaram para fazer cada parte e a função da organela citoplasmática desenhada na gelatina.

 

 

Atividade escrita após a realização das experiências.

 

 

Depois da missão cumprida veio a melhor parte. Comer a arte em formato de célula e se saborear com caldas, granulados, bolas de chocolate e muito mais. Uma delícia de atividade!

A aluna Camila relatou que gostou demais da atividade, e disse que colocou o núcleo na região central da célula, feita por ela com a calda de chocolate.


O aluno João Victor, fez uma célula procarionte, desenhando apenas o material genético sem a carioteca (núcleo). Ele contou que fez o material genético com o Chocoball, os ribossomos com o granulado e a membrana plasmática externa com a calda de chocolate. Ele disse que gostou da experiência, porque ficou perto dos amigos e pode comer ao final da aula.

A aluna Sara disse que a experiência foi boa, porque conseguiu gravar melhor os nomes das partes da célula. Ela fez uma célula eucarionte aonde o granulado representou a membrana plasmática, o carioteca foi a calda de chocolate, e os granulados espalhados eram as organelas como ribossomos, retículo endoplasmático liso e rugoso, mitocôndria,etc.

Para o aluno Miguel a atividade foi interessante para aprender e relembrar as funções de cada organela. O aluno desenhou uma célula eucarionte animal com região central bem delimitada e os retículos endoplasmáticos lisos. Além do material genético dentro da carioteca que fez com uma bolinha do chocoball.

 

Agradecimentos a professora Deborah Senra por compartilhar conosco este trabalho que demonstra como as atividades lúdicas despertam o interesse e contribuem para o conhecimento do aluno.

 

O contato da unidade escolar é: emfmanuel@rioeduca.net

 

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