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Quarta-feira, 05/03/2014

Hora da Folia: Estandartes do EDI Buriti Congonhas Fazendo a Alegria

Tags: 5ªcre, carnaval, edi.

Ano letivo na EDI Buriti Congonhas com muita disposição e dedicação de professores, funcionários, pais e alunos, envoltos em confetes, serpentinas e fantasias, trabalhando diferentes manifestações culturais no carnaval de 2014.

 

Ao iniciar, com muita disposição e dedicação, o ano letivo no EDI 05.15.807 Buriti Congonhas, toda a equipe esteve voltada ao acolhimento dos pequeninos, que chegaram com bastante curiosidade e alegria.


Logo, os preparativos para o carnaval vieram à tona. Muitos confetes, serpentinas e fantasias. É hora de começar a folia de Momo!

 

 

“Todos os profissionais empenhados em fazer desta festa, um momento inesquecível para as crianças e, de fato, ficou tudo muito lindo. Aproveitamos para trabalhar as diferentes manifestações culturais da festa brasileira mais popular no mundo, além das marchinhas, ritmos e sons para ampliar o vocabulário dos alunos. As crianças logo se sentiram em casa”, diz a gestora do EDI, professora Luciana Prietos.

 

 

Segundo ela “muitas cores, surpresas, novidades, foram surgindo através dos enfeites elaborados nas turminhas. Até o berçário contribuiu com lindas máscaras feitas com os carimbos das pequenas mãozinhas. Os estandartes ficaram bem originais, não deixando de falar do tema do projeto deste ano “Chico Buarque”, que envolveu e despertou a criatividade de todos para colorir ainda mais cada momento desta festa”.


Os estandartes foram o ponto alto das alegorias. Veja como ficaram lindos!

 

 

Quanto aos pais, estes se sentiram orgulhosos e emocionados em verem seus filhos fantasiados e envolvidos no grupo, em tão pouco tempo!

 

 

 

Foram momentos emocionantes e de descontração, pois são essas atividades que fazem com que as crianças se identifiquem com a alegria, tão necessária para que elas tenham na escola a continuidade de seus lares.

 

 

Conheça o EDI Buriti Congonhas

http://cmburiticongonhas.blogspot.com.br/p/conhecendo-creche-municipal-buriti.html

 

 

 

Regina Bizarro é professora da rede municipal da cidade do Rio de Janeiro e representante do Rioeduca na 5ªCRE.
 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Sexta-feira, 07/02/2014

Línguas de Vinicius, Sonetos de Moraes

Tags: 5ªcre, protagonismojuvenil.

No dia 10 de maio os alunos do Ginásio Experimental Carioca Malba Tahan apresentaram uma releitura das obras de Vincius de Moraes criando um espetáculo maravilhoso, tendo à frente do projeto uma equipe de professores nota 10.

 

 

No dia 10 de maio aconteceu no Ginásio Experimental Carioca Malba Tahan, na 5ª CRE, um lindo espetáculo protagonizado pelos alunos tendo como tema Vinicius de Moraes. Um lindo espetáculo que contou com a orientação de professores engajados, que prezam a arte de interpretar, a dança e a música, através das letras deste encantador poeta.


Segundo a equipe, o trabalho foi a concretização das pesquisas e experiências dos alunos que foram realizadas de forma interdisciplinar nas aulas de Artes, Línguas Estrangeiras (Inglês e Espanhol), Português e Sala de Leitura.

 

Estiveram presentes as professoras Catharina Baptista e Gina Mor/SME, Regina Bizarro, representante do Rioeduca na 5ª CRE, professoras de Salas de Leitura e alunos dos GECs Anísio Teixeira e Rio de Janeiro, acompanhados dos seus professores.

 


Vinicius, Sonetos e Lirismo

 


Vinicius de Moraes nasceu no Rio de Janeiro em 19 de outubro de 1913, no bairro do Jardim Botânico. Foi diplomata, dramaturgo, jornalista, poeta e compositor.

 

Notabilizado pelos seus sonetos, Vinicius de Moraes carregava consigo um lirismo peculiar. Ficou conhecido como "poetinha", apelido atribuído por Tom Jobim. Era boêmio inveterado, fumante e apreciador de uísque. Foi também conhecido por ser um grande conquistador e casou-se por nove vezes.


Sua obra é vasta, passando pela literatura, teatro, cinema e música. No campo musical, o Vinicius teve como principais parceiros Tom Jobim, Toquinho, Baden Powell, João Gilberto, Chico Buarque e Carlos Lyra.

 

O “poetinha” veio a falecer na manhã de 9 de julho de 1980, de edema pulmonar, em companhia de Toquinho e de sua última mulher, a atriz baiana Gesse Gessy.

 

A Secretaria Municipal de Educação, junto às escolas da rede, está comemorando ao longo do ano letivo os 100 anos de nascimento de Vinicius de Moraes.

 


 


Conheça mais sobre a vida de Vinicius de Moraes, clicando aqui.

 

 

Línguas de Vinicius, Sonetos de Moraes – Uma Prática Interdisciplinar na Escola Pública de Horário Integral e seus Desdobramentos

 


Segundo o professor de Artes Cênicas Fabio Fortes, “a ideia da peça surgiu na primeira reunião de planejamento do ano. A coordenadora Valéria Valentim convocou o grupo de professores da escola a desenvolver projetos interdisciplinares. A professora da Sala de Leitura, Andrea Alves, propôs o Centenário do poeta Vinicius de Moraes como tema gerador das discussões. Ocorreu então a união do grupo de Línguas, Artes e Sala de Leitura, que começaram a idealizar a peça “Línguas de Vinicius, Sonetos de Moraes”. O planejamento coletivo sugeriu que os professores dessas disciplinas fossem para suas salas de aula apresentar a proposta aos alunos.


Poemas, Sonetos, Músicas de Vinicius foram os elementos indutores para a criação e a experimentação da obra do “Poetinha” no corpo e na voz dos alunos do GEC Malba Tahan. As professoras de línguas estrangeiras, Miriam Pinheiro (7°ano), Aniger Capano (8°ano) e Viviane Passos (9°ano) dividiram a interação do inglês e do espanhol da seguinte forma: o 7°ano trabalhou o inglês nas obras da "Arca de Noé", o 8°ano, as músicas de Vinicius, cantando-as em inglês e 9°ano, Sonetos e músicas em espanhol. A professora da Sala de Leitura, Andrea Alves, trabalhou com a imersão nas obras e vida do poeta. O elemento cenográfico do espetáculo foi desenvolvido pela professora de Artes Visuais, Vivian Sobrino, que conduziu a produção de ilustrações, feita pelos alunos, tendo como inspiração não só as obras do poeta como também fotografias e vida do artista. O Professor de Artes Cênicas, Fabio Fortes, produziu as encenações de cada obra. O conjunto destas práticas integrou o resultado de nossa peça, que encenou as obras em Português, Inglês e Espanhol.


Por estarmos em uma escola de horário integral, os alunos e os professores puderam interagir com mais facilidade. O encontro entre os pares é facilitado pela presença diária de todos na escola durante o período integral. Os ensaios aconteceram durante as aulas de Artes, nas aulas de Línguas e nos horários de Estudo Dirigido. Vale ressaltar a integração da equipe em prol deste resultado, que trabalhou com ensaios, cenografia, indumentária, organização, pronúncia, ritmo, cooperação mútua entre professores e alunos nesta realização. Foi um trabalho gratificante que uniu a escola e proporcionou aos alunos um contato efetivo com a obra e vida de Vinicius de Moraes”.

 


Os alunos do GEC Malba Tahan deram um show de talento e fizeram uma linda e emocionante releitura da obra de Vinícius de Moraes!

 

O painel que vemos ao fundo na foto abaixo e na foto destaque desta matéria foi criado pelos professores do GEC Malba Tahn a partir dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos nas aulas de artes.

 

 

 

 

No dia 20 de maio o GEC Malba Tahan foi convidado a reapresentar a peça Línguas de Vinicius, Sonetos de Moraes na abertura oficial do Projeto Teatro das Letras, no Centro de Formação de Professores Paulo Freire. Desta forma, as experiências proporcionadas aos alunos e ao grupo de professores envolvidos neste projeto enriqueceram o conhecimento e proporcionou uma grande valorização de suas práticas.

 

O Rioeduca congratula alunos, professores e equipe da direção do GEC Malba Tahan pelo brilhante trabalho.

 

Agradeço a parceria do professor Fabio Fortes nesta publicação.

 

Escolas e professores, participem das publicações do portal Rioeduca enviando para o representante da sua CRE projetos desenvolvidos e/ou atividades que impactaram a aprendizagem de seus alunos. Clique aqui para saber o e-mail do seu representante.

 

Visitem, acompanhem e comentem os blogs das Escolas da Rede Municipal de Educação da Cidade do Rio de Janeiro. Conheçam os blogs da 5ª CRE. Acompanhem, também, nosso grupo no Facebook: https://www.facebook.com/groups/rioeduca5cre/

 

Professora Regina Bizarro _ Representante do Rioeduca na 5ªCRE

Twitter: @rebiza

Facebook: Regina Biza

E-mail: reginabizarro@rioeduca.net

 

                               


   
           



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Sexta-feira, 31/01/2014

A Rede Social e a Wiki na Construção de um Jornal Escolar On-line

Tags: 5ªcre, projetos.

Na E. M. Maestro Pixinguinha, de fevereiro a junho, o professor de Língua Portuguesa Vinícius Farias organizou um jornal on-line utilizando a wiki colaborativamente com seus alunos do oitavo ano e junto a estudantes de mestrado e doutorado da UFRJ.

 

"Com visão de futuro, ouvindo e percebendo os alunos e muito entusiasmo é possível mudar cenários e até fazer revoluções no ensino".

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Vinícius Farias

 

O professor Vinícius Farias conta que a ideia de criar um jornal para a Escola Municipal 05.14.003 Maestro Pixinguinha surgiu ainda em 2012. A intenção era desenvolver a habilidade de produção textual dos alunos de uma turma de 9º ano. Contudo, houve pouca aderência da turma e falta de planejamento para a impressão e divulgação da edição. Por conta disso, a primeira edição do jornal ficou restrita a uma publicação no blog da escola e à apresentação em Power Point na sala de aula para a própria turma.


Em 2013, quando o professor assumiu uma turma de 8º ano, resolveu pôr em prática a ideia anterior e criou, colaborativamente com seus alunos, o Jornal Expresso Pixinguinha. Um jornal on-line utilizando a wiki customizada por estudantes de mestrado e doutorado da UFRJ especialmente para o projeto.

 

 

O Projeto e o Artigo Científico


Desse trabalho foi gerado um artigo científico, que foi aprovado e indicado ao prêmio do CBSC (Congresso Brasileiro de Sistemas Colaborativos), realizado em Manaus no mês de outubro. O projeto foi inscrito também para o prêmio “Professores do Brasil”. Ele foi amplamente divulgado nas redes sociais e parabenizado pela Secretária Municipal de Educação, Claudia Costin, e pelo Subsecretário de Novas Tecnologias, Rafael Parente.

 

 

“O projeto teve todo o apoio da direção que, inclusive, trabalhou para que o laboratório de informática da escola voltasse a ativa por conta do projeto”, relata o professor Vinícius. Esse foi um dos maiores ganhos para a escola.

 

O projeto, também, foi divulgado através do Portal de Educação e Tecnologia, do Instituto Airton Senna.

 

O Projeto nas Redes Sociais


Logo, o professor resolveu criar uma página no Facebook como ferramenta, onde os alunos  poderiam “curtir” as publicações. Dessa forma, ele poderia obter informações estatísticas sobre as postagens e assim entender a forma de comunicação mais assertiva, além de minimizar a distância. Segundo o professor, a notícia se espalhou entre outras turmas e usuários da comunidade. Atualmente, a página conta com 206 seguidores.

 

 


“Hoje, qualquer um pode “curtir”, acompanhar e contribuir, sempre com a minha moderação. Geralmente utilizo o espaço para lembretes, para extensão das aulas e dos assuntos discutidos em sala, levando a vivência escolar para além dos muros da escola e dos 50 minutos. Os alunos já estão na rede e carentes por conteúdo relevante. Fora o fato de se perceberem protagonistas, como bem comentou Andrea Ramal”, relata o professor Vinícius.

 

 

 

A Rede Social e a Wiki na Construção de um Jornal Escolar On-line

 

1. Público Beneficiário

O projeto teve como público beneficiário 34 alunos, na faixa etária de 13 a 15 anos, de uma turma de 8º ano de uma Escola Pública Municipal da periferia da cidade do Rio de Janeiro. Envolveram-se no projeto a Coordenadora Pedagógica da unidade escolar, o Diretor, dois Mestrandos e uma Doutoranda do curso de Tecnologia da UFRJ. Além de mim, que sou o professor de Língua Portuguesa da turma.

 

2. Período de realização

 

A experiência ocorreu entre fevereiro e junho de 2013.

 

3. Justificativa

 

A ideia de criar um jornal para a escola surgiu ainda em 2012, com a intenção de desenvolver a habilidade de produção textual dos alunos de uma turma de nono ano. Contudo houve pouca aderência da turma e falta de planejamento para a impressão e divulgação da edição. Por conta disso, a primeira edição do jornal ficou restrita a uma publicação no blog da escola e à apresentação em Power Point na sala de aula para a própria turma.

 

Já em 2013, assumi a regência de uma turma de oitavo ano. O diagnóstico inicial foi o pior possível: alunos apáticos quanto às atividades propostas, alguns apresentando sérios problemas disciplinares, não respeitando regras de convivência básicas e uma produção textual aquém do esperado para a série.

 

4. Objetivos

 

Voltei-me para a fase de planejamento das aulas e, ao analisar o currículo, identifiquei que todos os elementos que fazem parte de um jornal, estavam presentes no material didático enviado pela Secretaria de Educação: crônicas, carta do leitor, entrevistas, manchetes e estrutura de notícias, além da discussão sobre fato e opinião. Nesse sentido, os principais objetivos eram provocar a turma para que saíssem do comportamento de inércia frente às atividades propostas e construir o conhecimento necessário ao currículo do período.

 

Não conformado com o insucesso do ano anterior, resolvi tentar mais uma vez trabalhar com a produção de um jornal da escola. Utilizei a mesma dinâmica: votação para a escolha do nome do jornal, separação da turma em grupos, divisão das seções do jornal, período de pesquisa e a formatação para a edição impressa a ser distribuída no dia da festa de aniversário da escola. Desta vez, houve um pouco mais de adesão. Porém, pouco mais de um terço da turma participou efetivamente da produção das matérias e algumas foram feitas ainda em sala de aula. Os textos não passaram de um parágrafo em média. Ainda assim, após a formatação e a impressão do jornal, identifiquei que a turma se mostrou extremamente empolgada ao ver um trabalho concretizado e identificar o nome dos colegas como produtores e protagonistas da atividade.

 

Na sala de aula, percebia vários alunos focados em celulares. O primeiro impulso era o de inibir, mas aquela situação me chamou atenção para uma possibilidade: por que não utilizar espaços virtuais onde os alunos já estão e tanto se interessam para levar o conteúdo da aula para além do espaço físico escolar?

 

No conselho de classe, ouvia dos colegas, também professores da turma, as mesmas impressões que as minhas, que se tratava de uma turma apática, com problemas pontuais de disciplina, etc. Resolvi então que algo deveria ser feito para estimular a participação dos alunos, aumentar a autoestima deles, tornando-os protagonistas do processo e me aventurando pelo espaço virtual – ambiente conhecido pelos "Nativos Digitais". Termo cunhado por PRENSKY para definir essa geração que já nasceu em meio a computadores, celulares, videogames e outros aparatos tecnológicos.

 

5. Conteúdos Curriculares

 

A experiência ocorreu na disciplina de Língua Portuguesa e abordou os elementos textuais que fazem parte de um jornal, tais como as crônicas, cartas do leitor, entrevista e estrutura de notícias, além da discussão sobre fato e opinião e o pensamento crítico.

 

6. Metodologias

 

A primeira estratégia foi convidar os alunos para que “curtissem” minha página no Facebook (a grande maioria deles já possuía um perfil na rede social). O intuito era melhorar a relação e a comunicação com os alunos, provocar discussões sobre o conteúdo e até mesmo divulgar a participação nas aulas com postagens e fotos. A página no Facebook pareceu a ferramenta ideal, pois os alunos só precisavam “curtir” e eu poderia ter informações estatísticas sobre as postagens e assim entender a forma de comunicação mais assertiva. A notícia se espalhou entre outras turmas e usuários da comunidade e hoje a página conta com 202 seguidores.

 

Como resultados das interações na rede social, pude identificar que os alunos tinham o desejo de se expressar, mas que não necessariamente precisava ser em espaços formais, como nas provas de produção textual que a Secretaria Municipal de Educação envia bimestralmente. Baseado nessa experiência, por que não voltar ao projeto do jornal, mas dessa vez com uma edição totalmente on-line, onde os alunos pudessem postar suas matérias, sem minha intervenção para a formatação, e sim com minha mediação?

 

Entrei em contato com uma aluna do curso de doutorado em tecnologia da UFRJ, que estava justamente matriculada para a disciplina de Sistemas Colaborativos. Ela chamou para o projeto dois alunos do mestrado tutorados por ela. Juntos, chegamos à definição de um projeto: a construção colaborativa de um jornal on-line utilizando a ferramenta Wiki, um espaço virtual colaborativo para a construção de conteúdos. Iniciamos com a etapa de entrevista a mim, à coordenação, à direção da escola e aos alunos. Com os resultados obtidos, definimos as fases e os processos do projeto.

 

Apresentei o projeto à turma que, dessa vez, mostrou-se bastante motivada. Após a entrevista com os alunos, ao contrário do que imaginava, identificamos que apenas uma parte tinha acesso regular à internet e a maioria a utilizava apenas para diversão. Aliado a isso, poucos alunos conheciam as funcionalidades de uma Wiki. Isso influenciaria negativamente a conclusão do projeto.

 

Como estratégia, a equipe do projeto decidiu criar um manual de utilização da Wiki e um e-mail para suporte às dúvidas dos alunos, além de uma apresentação da ferramenta em sala de aula, utilizando projetor e internet Wi-fi – ferramentas de que a escola já dispunha.

 

A adesão dos alunos teve um aumento de 163% comparando com a primeira edição da turma. Isso significa que 29 dos 34 alunos participaram do projeto. O envolvimento foi emocionante. Via alunos entrevistando merendeiras, equipe de limpeza, pais, investigando problemas e indagando soluções, testando logins e senhas da Wiki, mandando e-mails com dúvidas e combinando encontros. O perfil era contrário ao apático citado no início do relato.

 

Uma vez que poucos alunos realmente acessam internet de casa, optei por solicitar à direção a reabertura do laboratório de informática, antes inutilizado. O diretor prontamente reconfigurou máquinas, trocou peças e ofereceu o suporte necessário à inserção das matérias no site.

 

Discutimos as questões referentes ao currículo, como ortografia, características de crônicas, estrutura de entrevistas e notícias. A partir do trabalho de campo dos alunos, fomos ao laboratório de informática para que todos os grupos pudessem inserir suas matérias, ilustrações e formatar a edição. O site foi amplamente divulgado nas redes sociais e na escola pelos envolvidos.

 

 

7. Avaliação

 

Em relação aos aspectos qualitativos, os resultados do projeto foram uma maior interação entre a turma e entre a turma e o professor; o notório aumento de interesse dos alunos pela disciplina e pelo ambiente escolar; o aumento da participação da turma na discussão de questões que envolvem o pensamento crítico; o interesse de outros professores para criar uma edição interdisciplinar e estendendo a toda a escola; e a reabertura do laboratório de informática.

 

Em relação aos aspectos quantitativos, a turma teve um salto considerável nas notas de produção textual, interpretação de texto e ortografia.

 

 

"Como professor, tive a grata satisfação de perceber que é possível fazer algo diferente, motivador. Percebi ainda que a educação precisa estar conectada com os avanços tecnológicos, assim como com outras áreas de conhecimento, como a engenharia e a medicina que utilizam as novas tecnologias a seu favor. Tive a oportunidade de pesquisar uma série de autores que abordam a temática da tecnologia voltada para a educação e de novas teorias e metodologias de aprendizagem. Com visão de futuro, ouvindo e percebendo os alunos e muito entusiasmo, é possível mudar cenários e até fazer revoluções no ensino.
Os estudantes do mestrado e doutorado da UFRJ produziram um artigo científico relatando a experiência e o projeto foi aprovado com louvores para apresentação no X Simpósio Brasileiro de Sistemas Colaborativos (SBSC), que ocorrerá em Manaus nos dias 8, 9, 10 e 11 de outubro de 2013", finaliza o professor Vinícius Farias.


 

Leia, também, nos links abaixo, informações sobre o projeto e artigos relacionados ao trabalho desenvolvido pelo professor Vinícius Farias:

 

Facebook:

https://www.facebook.com/pages/Professor-Vin%C3%ADcius-Farias/464292873603850

Jornal Expresso Pixinguinha:

http://expressopixinguinha.shoutwiki.com/wiki/P%C3%A1gina_principal

Portal de Educação e Tecnologia do Instituto Ayrton Senna:
http://www.educacaoetecnologia.org.br/?p=6076

 

Artigos no blog de mídias sociais da Educopédia:

 

Confissões de Adolescentes na Web – Estratégia Educacional:
http://midiasocialeducopedia.wordpress.com/2012/11/23/confissoes-de-adolescentes-na-web-estrategia-educacional/

Game-Basead Learning – O sistema Zuuum na Educopédia:
http://midiasocialeducopedia.wordpress.com/2012/11/07/game-basead-learning-o-sistema-zuuum-na-educopedia/

Transformação 2.0 – Utilizando e-mails e fazendo download de arquivos:
http://midiasocialeducopedia.wordpress.com/2012/10/22/transformacao-2-0-utilizando-e-mails-e-fazendo-download-de-arquivos/

Transformação 2.0 – “Anatomia do PC” para professores:
http://midiasocialeducopedia.wordpress.com/2012/10/08/transformacao-2-0-anatomia-do-pc-para-professores/

Congresso ABED 2012: Pensando a Educação do Futuro:
http://midiasocialeducopedia.wordpress.com/2012/10/01/congresso-abed-2012-pensando-a-educacao-do-futuro/

Termos utilizados na Educação do século 21:
http://midiasocialeducopedia.wordpress.com/2012/09/19/termos-utilizados-na-educacao-do-seculo-21/

Utilizar a inovação não é esquecer a tradição: O cordel e a internet:
http://midiasocialeducopedia.wordpress.com/2012/08/31/utilizar-a-inovacao-nao-e-esquecer-a-tradicao-o-cordel-e-a-internet/

O futuro chegou – a tecnologia presente nas práticas escolares:
http://midiasocialeducopedia.wordpress.com/2012/08/22/o-futuro-chegou-a-tecnologia-presente-nas-praticas-escolares/

Práticas Pedagógicas utilizando o Twitter:
http://midiasocialeducopedia.wordpress.com/2012/08/13/praticas-pedagogicas-utilizando-o-twitter/

Estudo sobre Inclusão Digital pode auxiliar Projetos Pedagógicos:
http://midiasocialeducopedia.wordpress.com/2012/08/03/estudo-sobre-inclusao-digital-pode-auxiliar-projetos-pedagogicos/

Redes Sociais e a Educação: Tempo de experimentar:
http://midiasocialeducopedia.wordpress.com/2012/07/25/redes-sociais-e-a-educacao-tempo-de-experimentar/

 

Vinícius Farias é Professor Regente de Língua Portuguesa da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, integra o Núcleo de Inovação em Educação da Fundação Getúlio Vargas e é Assessor de Mídias e Comunicação do projeto de aulas virtuais, a Educopédia, da Subsecretaria de Novas Tecnologias Educacionais do Rio de Janeiro. Aluno do MBA com ênfase em Gestão da Fundação Getúlio Vargas e Graduado em Letras (Língua Portuguesa e Literatura) pela UNIGRANRIO. Possui experiência em EAD, atuando no FGV Online, o programa de educação a distância da FGV, além de ser tutor na formação de professores para a Educopédia e ter alguns artigos publicados sobre o assunto.

 

Parabéns ao professor Vinícius Farias pelo belo trabalho desenvolvido com seus alunos. E parabéns à Escola Municipal Maestro Pixinguinha por abraçar este projeto.

 

Regina Bizarro_ Representante do Rioeduca/5ªCRE
E-mail: reginabizarro@rioeduca.net
Twitter: @rebiza
Facebook: Regina Biza


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Sexta-feira, 24/01/2014

Projeto Web TV Figueiredo Pimentel

Tags: 5ªcre, protagonismojuvenil.

O projeto Web TV desenvolvido na Escola Municipal Figueiredo Pimentel vem sendo uma experiência bastante positiva, pois é visível o interesse e a participação dos alunos em espaços da escola como a sala de leitura e a de informática.

 

 

A Escola Municipal Figueiredo Pimentel vem desenvolvendo o projeto Web TV, levando seus alunos a participação neste projeto bastante positivo, tendo participação maciça dos alunos em espaços da escola como a Sala de Leitura e a de Informática.


Para concretizar este projeto, criou-se um espaço da unidade escolar na web agregando atividades já realizadas na própria escola, tais como: a antiga “Rádio Web” (Rádio Malagueta), o extinto “Jornal Malagueta” e o “Projeto Memória Local”, todos com resultados diferentes.


Segundo o Professor Sidney Jr., regente de turma da disciplina de Geografia: “o projeto da 'Rádio Web' não foi à frente devido a várias dificuldades com a elaboração das mídias, com a visão que os alunos deram ao projeto-rádio e com o próprio momento em que a escola passava na época. Os alunos e os professores envolvidos não dominavam os programas necessários. Mesmo com um grupo de docentes motivados, os alunos achavam chato por não ser visual. O 'Jornal Malagueta' também não foi à frente, pois sua reprodução para toda a comunidade escolar gerava um custo elevado e não se podia pagar por esse serviço. Também não agradou muito aos alunos por ser somente papel e muitas vezes iam para o lixo. Já o 'Projeto Memória Local', em parceria com o Município do RJ e com o Museu da Pessoa, deu bastante certo, pois foram várias etapas em meses diferentes, em que os professores trocavam experiências com outros educadores e depois trabalhavam em aula com a turma. A grande parte do material era visual, entre desenhos e vídeos, e isso fazia o aluno buscar perguntas sobre determinado tema, a voltar ou se ver na infância, além de realizar a leitura de imagens, visão de perspectivas entre outros. Em sua culminância, derivaram exposição e vídeo, que viraram materiais disponíveis a outros alunos na nossa nova sala de leitura”.

 

 

Alunos que participam do projeto.

 


Ainda segundo o professor Sidney, “o gancho para o atual projeto é justamente reverter a nosso favor (unidade escolar) a grande problemática da frequente utilização dos aparelhos eletrônicos em sala de aula. É tentar utilizar a mídia internet e seu vasto material com o que eles gostam de fazer, com o prazer e acessibilidade (domínio) a computadores e programas de vídeos. A elaboração da TV é bem mais viável, pois ferramentas como o Windows Movie Maker e o site do Youtube já fazem parte do universo de nossos alunos que, além de tudo, também gostam de produzir seus próprios vídeos”.

 

O professor nos relata que ao consultar os alunos sobre a possibilidade de se elaborar um espaço TV da escola na internet, estes se mostraram bastante motivados em tal criação. Um fato que ajudou na imaginação é que cenas parecidas com a ideia proposta estão na programação da TV Globo com a Malhação, novela jovem vista pelos alunos.

 

“A proposta foi oficializada e vem sendo trabalhada na turma 1801, turno manhã, na escola, porém o objetivo é abrir para as demais turmas e isso está sendo feito pela coordenação da escola, em parceria com outros professores. Os assuntos dos vídeos são escolhidos pelos alunos e o único pedido é que seja de interesse de todos. De atualidade a curiosidade.

O curioso e bastante positivo é que os dois primeiros vídeos enviados foram temas até certo ponto complexo e chato, caso fosse abordado pela escola: Bullying e tráfico humano. Tamanha empolgação inicial não havia sido necessária para acreditar que o projeto fosse à frente. Não acreditei no retorno todo mesmo! Não já de imediato. Estamos em fase embrionária e já demos alguns passos importantes”.

 

 

Por conta destas atividades extraordinárias em que alunos são os protagonistas, a escola vê positivamente grupos interessados frequentando a sala de informática e buscando materiais na sala de leitura.

 

Parabéns ao grupo de professores envolvidos e a Coordenação Pedagógica da escola, por mais esse projeto estimulante. Agradeço ao professor Sidney Jr., regente de Geografia, a participação no relato do projeto.

 

Conheça mais projetos e atividades no blog da E. M. Figueiredo Pimentel:
http://figueiredopimentel2012.blogspot.com.br/

 


Escolas e professores, participem das publicações do portal Rioeduca enviando para o representante da sua CRE projetos desenvolvidos e/ou atividades que impactaram a aprendizagem de seus alunos. Clique aqui para saber o e-mail do seu representante.

 

Visitem, acompanhem e comentem os blogs das Escolas da Rede Municipal de Educação da Cidade do Rio de Janeiro. Conheçam os blogs da 5ª CRE. Acompanhem, também, nosso grupo no Facebook: https://www.facebook.com/groups/rioeduca5cre/

 

 

Professora Regina Bizarro _ Representante do Rioeduca na 5ªCRE
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reginabizarro@rioeduca.net

 

                               


   
           



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