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Segunda-feira, 03/02/2014

Trindade Pedagógica

Tags: 6ªcre, creches, educaçãoinfantil, escolas.

 

A Trindade Pedagógica, formada pelo Diretor, Coordenador Pedagógico e Professor, é um dos elementos principais para o sucesso escolar. O trabalho integrado entre todos esses gestores e os demais atores do processo educativo faz a escola  caminhar na mesma direção.

 

 

O uso do número três, em muitas situações, parece apontar para a perfeição. Em matemática, mais especificamente na geometria, aprendemos que por três pontos que não estejam em linha reta sempre passa um plano. Uma mesa com três pés, por exemplo, não fica  bamba. Na educação, três figuras são apontadas como responsáveis pela eficácia da escola: o Diretor, o Coordenador Pedagógico e o Professor.

 

 

Os dois primeiros estão em contato direto com professores, alunos e funcionários. São eles que detectam, com o olhar atento, a movimentação  dentro e fora dos muros da escola, nos corredores e, nas salas de aula, as necessidades de aprendizagem das crianças e dos jovens, a demanda por formação docente e as condições de  infraestrutura.

 

 

O terceiro personagem dessa trindade, o professor, é o grande agente do processo educacional e, por isso, possui ligação direta com o aluno. Ele é a alma de qualquer instituição de ensino, um orientador que zela pelo desenvolvimento das habilidades de seus alunos.

 

 

 

O trabalho conjunto entre diretor, coordenador pedagógico e professor garante o bom andamento da escola e a aprendizagem.

 

 

A necessidade de um trabalho integrado entre todos os gestores e os demais atores do processo educacional, que faz a escola caminhar na mesma direção, tem sido apontada em pesquisas como um dos principais fatores que impactam a aprendizagem dos alunos. É nessa realidade, que o professor se une ao diretor e ao coordenador pedagógico.

 

 

Nessa trindade pedagógica, cada personagem tem uma função e uma obrigação. Porém, acima de tudo, é preciso que esses três educadores - como três pontos que não estão dispostos em linha reta - formem um único plano, equilibrado e seguro, para garantir a estrutura pedagógica da escola e a aprendizagem de todos os alunos.

 

 

Nós somos a sexta CRE!

 

 

A 6ª Coordenadoria Regional de Educação possui atualmente 100 unidades escolares localizadas, em sua maioria, em áreas de risco. Dentre esse quantitativo, há 68 escolas, 10 CIEPs, 18 Creches e 04 EDIs. Essas instituições estão distribuídas entre os bairros de Anchieta, Ricardo de Albuquerque, Parque Anchieta, Barros Filho, Costa Barros, Guadalupe, Pavuna, Acari, Irajá, Coelho Neto e Deodoro.

 

 

 

Os gestores das escolas da 6ª CRE procuram dirigir e controlar esta organização no sentido de possibilitar a melhoria de produtos/serviços com vistas a garantir a completa satisfação das necessidades dos alunos.

 

 

 

 

As escolas da 6ª CRE são formadas por pessoas que, em conjunto, constituem a essência da organização.  A gestão da qualidade compreende o envolvimento de todos, o que possibilita o uso de suas habilidades para o benefício da instituição.

 

 

 

 

A forma como as Creches e EDIs usam o espaço, as relações interpessoais e a interação com a comunidade são importantes na Educação das crianças.

 

 

As escolas da 6ª CRE procuram trabalhar em equipe, assumindo junto com os profissionais envolvidos no processo educativo um compromisso com as metas estabelecidas mutuamente. Esse trabalho é algo construído no dia a dia pela trindade de gestores. Ninguém forma um time harmonioso, que se conhece, em que todos têm um objetivo comum da noite para o dia. Com empenho, amor, sentimento, inteligência, trabalho, treinamento e mais trabalho, diretor, coordenador pedagógico, professor, funcionário, aluno e pais formam um time.

 

 

Trabalho em equipe é disciplina e treinamento. Um time precisa de treinamento físico, tático e de fundamentos para atingir o entrosamento e a excelência. Por isso, os elementos fundamentais da trindade pedagógica estão constantemente participando de capacitações e formações.

 

 

 

Criar uma equipe altamente eficaz é um grande desafio para os Gestores de Pessoas, visto que esses profissionais devem possuir determinadas características que precisam ser modificadas para atender ao perfil ideal.

 

 

 

 

Cada membro da equipe tem habilidade, aptidão e conhecimento para sua função e sabe da importância das demais funções para o sucesso da equipe

 

 

Trabalho em equipe é comunicação. Um time que não se comunica e não interage  está fadado ao fracasso. O professor por si só tem necessidade de se comunicar. As escolas da 6ª CRE procuram propiciar esse momento de comunicação ao máximo dentro de suas equipes. O diretor, o coordenador pedagógico e o professor - líderes em seus espaços - precisam ouvir suas respectivas equipes, assim como estas devem ouvi-los.

 

 

Os gestores das escolas dessa coordenadoria têm em mente que a comunicação é o óleo necessário para as engrenagens funcionarem bem. Todos dentro da instituição escolar precisam receber feedback, precisam saber o que se espera deles e como o seu trabalho tem sido desempenhado. As escolas da 6ª Coordenadoria Regional de Educação possuem metas desafiadoras, que motivam e estimulam quem faz parte dela.

 

 

 

A equipe por possuir integrantes com habilidades e experiências diferentes, pode vencer diversos desafios com maior velocidade e eficácia.

 

 

 

 

A equipe precisa se apoiar mutuamente em todas as tarefas e desafios. Os sucessos individuais e em equipe devem ser reconhecidos através de premiação ou elogios.



 

 

Trabalhar em equipe na 6ª CRE é ter uma missão que está muito clara e viva no coração de cada pessoa. Todo trabalho, empenho e esforço realizado pelos diretores, coordenadores pedagógicos e professores tem um objetivo maior. Esses personagens têm uma missão individual para desempenhar seu trabalho e isso é vivido dentro de cada um, pois quem tem o coração na missão consegue dar melhores resultados, consegue empreender.

 

 

Por fim, o trabalho em equipe realizado por esse trio gestor é um aprendizado contínuo e mútuo. Contínuo, porque a cada dia algo é aprendido e ensinado. Mútuo, porque o líder aprende com a equipe e esta aprende com o líder e com ela mesma. No final das contas, no trabalho em equipe, todo mundo ganha: a escola, o diretor, o coordenador pedagógico, o professor, o aluno, o funcionário e a comunidade.

 

 

 

Liderança deve ser compartilhada dentro da equipe de maneira adequada e os conflitos enfrentados de maneira construtiva e aberta.



 

 

 

Para que a gestão escolar seja um sucesso, cada medida tomada deve  oferecer condições para que as crianças, de fato, aprendam e, assim, funcionar como um verdadeiro filtro para todas as ações.


 

 

 

"Todos os atores da comunidade escolar ensinam e aprendem. E os espaços e práticas atitudinais também educam", diz Bianca Cristina Correa, especialista em gestão da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto.

 

 

Essa matéria reflete todo o orgulho e agradecimento pelo trabalho realizado pela trindade  pedagógica da 6ª CRE. Profissionais como os que existem nessa coordenadoria possuem metas e propósitos; se desafiam e fazem coisas que os outros dizem que não podem fazer; trabalham duro e se superam; apresentam satisfação em realizar uma tarefa; usam seus conhecimentos, talentos, energia e habilidade para produzir o máximo; veem oportunidades e as abraçam com tudo. Enfim,  esses profissionais de sucesso formam uma grande equipe que têm como lema NÓS SOMOS A SEXTA CRE!

 

 

Desejamos, a todos, um 2013 de muito sucesso!

 

 

Professora Patrícia Fernandes - Representante do Rieoduca na 6ª CRE

Twitter: @PatriciaGed

E-mail: pferreira@rioeduca.net

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Segunda-feira, 27/01/2014

Escola de Pais, Filhos de Sucesso!

Tags: 6ªcre, escoladepais, educaçãoinfantil.

A Escola de Pais destina-se a todos os responsáveis da pré-escola, em todas as unidades escolares que atendem turmas de Educação Infantil. Este encontro ocorre mensalmente e tem o objetivo principal de diminuir os ruídos que ocasionalmente ocorrem entre os responsáveis e a instituição escolar. Afinal, conhecer e confiar são os primeiros passos para uma relação harmônica.

 

A família e a escola se complementam. É na família que aprendemos os primeiros passos. E é na escola que aprendemos as primeiras letras. Uma boa educação em casa, baseada no respeito e no amor, facilita a vida do estudante e a sua convivência com os colegas de turma, professores e diretores.

 

A família e a escola formam a base de qualquer pessoa. Uma não vive sem a outra. Uma vive de mãos dadas com a outra. Família e escola servem de espelho para o crescimento saudável do cidadão. Em casa, ele tem o exemplo dos pais e, na escola, dos professores.

 

Família e escola: visão do futuro, amor, cuidado e preparação para toda a vida. Uma boa família e uma boa escola: garantia de seres humanos cada vez mais preocupados com o próximo, com o futuro e o bem-estar da humanidade.

 

 

O vídeo "MEC. União da Família e Escola. Filme Mãe" demonstra a importância da participação da família na escola para alavancar o sucesso dos alunos.  É muito emocionante!

 

 

Clique aqui e aprecie os momentos de integração família-escola realizados por um EDI da 7ª CRE.

 

 

Escola de Pais: um lugar melhor para nossas crianças

 

A Secretaria Municipal de Educação, reconhecendo a importância dessa integração família – escola como um dos pilares do trabalho da Educação Infantil, estipulou ações específicas voltadas para a garantia dessa união. Uma dessas ações são os encontros Escola de Pais, que acontecem aos sábados.

 

A Escola de Pais é um precioso momento para ampliar a relação das famílias com a instituição, para compartilhar experiências e saberes entre os responsáveis, e, acima de tudo, fortalecer a relação entre pais, mães, responsáveis e crianças. É também uma excelente estratégia para esclarecer dúvidas sobre o desenvolvimento das crianças, maternidade e paternidade responsável.

 

A Escola de Pais está pautada na relação de diálogo entre todos os envolvidos e parte do princípio de que todos possuem saberes, assim como todos possuem dúvidas.

 

 

 

A meta da Escola de Pais é agregar todos os responsáveis da Educação Infantil em torno de uma Unidade Escolar, gerando vínculos e ações colaborativas.

 

Clique aqui e conheça  as atividades da Escola de Pais realizadas pela 2ª CRE!

 

 

É Hora da Escola de Pais na Creche Municipal Zilka Salaberry

 

A Creche Municipal Zilka Salaberry aproveitou o espaço da primeira Escola de Pais, realizada no dia 23 de março de 2013, para incentivar os responsáveis a compartilharem suas impressões para que juntos pudessem cuidar de seus filhos com mais consciência e segurança, possibilitando-lhes uma infância segura, tranquila, harmônica, afetuosa e memorável; uma vez que esse deve ser o maior desejo de quem se propõe a criar um filho.

 

A equipe da creche realizou o acolhimento dos responsáveis falando sobre o objetivo e a importância do encontro. Em seguida, assistiram a um vídeo que tratava do valor que existia no ato de família e escola caminharem juntas. Algumas reflexões foram feitas a partir deste vídeo, tais como: expectativa dos pais em relação aos filhos e vice-versa; a relação de pais e filhos; a relação família e escola; a importância da frequência dos alunos.

 

 Hoje, mais do que nunca, a Escola precisa do apoio da Família e a Família precisa que a instituição Escolar seja competente na formação acadêmica de seus filhos para que o vazio que se estabeleceu nos lares familiares (pela falta de muitos pais no crescimento educacional dos filhos, em virtude de mudanças na sociedade moderna) fique menos arranhado do que está.

 

Envolver os familiares nas atividades escolares pode ser a meta da escola que pretende ter um equilíbrio no que diz respeito à disciplina de seus educandos. A sociedade moderna vive uma crise de valores éticos e morais sem precedentes. Essa é uma constatação que norteia os arredores dos setores educacionais, pois é na escola que essa crise pode aflorar mais, ficando em maior evidência. 

 

 

A partir destas ponderações, alguns questionamentos ficaram sem resposta: “Quem são nossas crianças?”, “São todas iguais?”, “Em quais crianças estamos pensando?”. Para ajudar os responsáveis a encontrarem as possíveis respostas, a equipe da Creche propôs uma atividade de reflexão sobre a identidade de cada criança.


Para isso, foram entregues duas folhas de papel ofício, canetinhas, lápis de cor, tesoura, cola e papel colorido. Foi solicitado que os responsáveis escrevessem em uma das folhas o nome da criança e na outra folha o motivo da escolha do nome. Alguns responsáveis leram o nome do seu filho e o porquê da escolha. No final, os trabalhos foram colados em folhas de papel pardo, montando um blocão.


Foram momentos de muita emoção, alegria e esperança. Os responsáveis sentiram-se acolhidos, pois os laços de pertencimento e colaboração foram estimulados. Ao retornarem para suas casas, o sentimento era de esperança. Esperança de fazer desta Escola de Pais, um lugar melhor para seus filhos.

 

Quanto maior o envolvimento dos pais, melhor o desempenho do aluno. Dividindo responsabilidades; somando esforços; multiplicando resultados e diminuindo a evasão escolar certamente será possível manter a qualidade do ensino e ampliar o desempenho escolar e pessoal dos alunos.

 

"Sempre que possível, a escola deve ser uma referência para as famílias, ajudando-as a compreender melhor os filhos e a realidade. Ela pode levantar o debate sobre as questões sociais e culturais mais presentes no cotidiano da comunidade", acredita Maria do Carmo Brant, do Cenpec.

Encontros com especialistas em saúde, nutrição, aprendizagem, higiene e debates sobre violência e psicologia infantil são assuntos que interessam a todos. Além disso, é uma forma de, por meio da informação e da análise, favorecer a transformação do entorno.

 

 

Clique aqui  e conheça o projeto Luz, Câmera, Ação! da Creche Municipal Zilka Salaberry

 


Parabéns a toda equipe da Creche Municipal Zilka Salaberry por construir de forma tão positiva a parceria entre a escola e a família. Sendo grandes e fieis companheiros nessa nobre caminhada da formação educacional do ser humano, vocês estão ajudando a formar adultos de sucesso.

 

 

Gostou do trabalho realizado pela Creche Municipal Zila Salaberry? Visite o blog da creche para conhecer as outras atividades realizadas pela equipe da creche. Não esqueça de deixar um comentário no Portal Rioeduca!

 

 

 


Professora Patrícia Fernandes – Representante do Rioeduca na 6ª CRE
Twitter: @PatriciaGed
Facebook: Patrícia Fernandes
E-mail: pferreira@rioeduca.net

 

                               

 

 

 


   
           



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Segunda-feira, 20/01/2014

Tangram: Construindo Saberes

Tags: 6ªcre.

A Escola Municipal Guilherme Tell conta com professores altamente qualificados no exercício de suas funções. Dentre eles, destaco a educadora Rozayne que atua em uma turma de 5º ano no período da manhã. Ela procura realizar um trabalho de formação de personalidade, caráter e criatividade através de atividades lúdicas. O Tangram foi escolhido por possuir notáveis possibilidades pedagógicas.

 

O Tangram é um antigo quebra-cabeça muito popular na China com os nomes de quadrado mágico, tabela da sabedoria e tabela da sagacidade. Além de ser um passatempo para crianças e adultos, o Tangram possui notáveis possibilidades pedagógicas, pois estimula o desenvolvimento da imaginação e da criatividade, da noção de espaço, do raciocínio lógico e da concentração, além de permitir o trabalho cooperativo.

 

A professora Rozayne, da Escola Municipal Guilherme Tell, utilizou o Tangram com seus alunos do 5º ano, o que lhe proporcionou, entre outras coisas, observar as crianças no que se refere ao comportamento e às atitudes. Uma professora experiente como ela, através do Tangram, é capaz de antecipar sentimentos, imaginar dificuldades e supor dúvidas que serão geradas no contexto escolar.

 

O trabalho com o Tangram traz à tona esses aspectos, favorecendo assim a comunicação e a abrangência de várias áreas no âmbito dos conteúdos escolares.

 

 A lenda do tangram foi um trabalho realizado pelas acadêmicas: Cibele Santos, Mª Selma, Rosivan Alvas e Veronica Macedo, na Universidade Federal do Tocantins- UFT em Tocantinópolis, ministrada pela professora Rosimeire Rodrigues.

 

 

Tangram: Construindo Saberes

 

A professora Rozayne atua na rede municipal de ensino do Rio de Janeiro desde fevereiro de 2011. No início, trabalhou em Santa Cruz e depois de um tempo foi encaminhada para a 6ª Coordenadoria Regional de Educação, mais precisamente para a Escola Municipal Guilherme Tell.

 

Segundo a educadora, trabalhar nesta escola é maravilhoso, pois tanto os pais como os alunos são muito atuantes no processo escolar. Ela ainda diz que, a escola como um todo dá total apoio aos professores para que o trabalho se desenvolva.

 

A professora procura realizar com sua turma um trabalho voltado para a formação de personalidade, caráter e criatividade, através de atividades lúdicas. E o jogo do Tangram foi escolhido por ela  para trabalhar tanto estas atitudes quanto o ensino da geometria presente no Caderno Pedagógico de Matemática.

 

Por ser um assunto de grande importância na escola e, por muitas vezes, ficar em segundo plano, foi dado a este conteúdo um enfoque todo especial. Para isto, utilizou-se o Tangram, que permitiu à professora e aos alunos explorarem diversos conceitos geométricos e desenvolverem habilidades imprescindíveis ao processo de ensino e aprendizagem de diversos outros conteúdos.

 

Este trabalho foi realizado na segunda semana do mês de maio e teve por objetivo principal desenvolver o raciocínio lógico e geométrico. Neste último destaco as habilidades de visualização, percepção espacial e análise de figuras.

 

A configuração geométrica de suas peças permite centenas de composições, tornando-o um criativo material pedagógico. As formas geométricas que compõem o Tangram dão ao professor muitas possibilidades de estudos na área de Matemática.

 

Uma das atividades mais atraentes para as tarefas com o Tangram em aulas de Matemática é a constituição de formas geométricas a partir das peças do quebra-cabeça. Ao final de cada etapa, devemos debater com os alunos as soluções encontradas.

 

O Tangram pratica-se desde há muitos séculos na China. Expandiu-se rapidamente para além do seu país de origem, tornando-se muito popular na Europa e nos Estados Unidos, e tem inspirado a criação de muitos outros jogos com as mesmas peculiaridades.

 

O aluno que utiliza o Tangram tem a chance de perceber formas geométricas, de representá-las, de construí-las, de nomear objetivos e criar formas a partir delas.

 

O Tangram aplicado a distintos aprendizados do ensino serve de auxílio para as disciplinas de Matemática e Educação Artística. Permite praticar a criatividade assessorando na otimização da apreciação de outras disciplinas.

 

Além disso, a professora conseguiu mostrar aos alunos que a Matemática pode ser divertida e, principalmente, pode estimular a participação conjunta para desenvolver a capacidade de ouvir, respeitar a criatividade dos colegas, promovendo o intercâmbio de ideias como fonte de aprendizagem para um mesmo fim.

 

A professora assumiu o papel de provocadora e estimuladora de novas experiências ao resgatar o que havia sido feito na aula anterior com o Tangram e ao propor a atividade do dia: montar figuras a partir das peças do jogo. Ela permitiu aos alunos buscar soluções não padronizadas através da manipulação livre do objeto de aprendizagem.

 

Os alunos iniciaram o processo de confecção das peças do Tangram: pintura e recorte. Em seguida, começaram o processo criativo, tudo acompanhado, de perto, pelos olhos atentos da professora Rozayne. A aula se transformou em um momento de descontração e aprendizagem. Várias figuras foram surgindo e diversos conteúdos foram sendo adquiridos a partir das intervenções da professora.

 

Como vimos, com a utilização de um jogo, nunca se está perdendo tempo. Com eles, os alunos aprendem a aprender, a estudar, a investigar, a tomar decisões e a analisar condições. Não se trata, portanto, de passar algum tempo brincando, mas de  aprender de forma lúdica, o máximo possível!

 

Destacamos também...

 

A professora Rozayne também trabalha com seus alunos a formação da consciência cidadã. A todo o momento dá enfoque a determinadas ações que devem fazer parte do dia a dia de cada um, através de conversas, trabalhos em grupos e apresentações em culminâncias.

 

A partir destas atitudes, a professora deseja ser um fio condutor de transformação, um instrumento de informação, motivação, mobilização, educação e construção de uma sociedade mais crítica e consciente de seus direitos e deveres. Para isso, ela implementa uma ação pedagógica, permanente e sistemática, voltada para o desenvolvimento de hábitos e atitudes  coniventes com o papel que o cidadão deve desempenhar.

 

A pirâmide alimentar foi feita em grupo a partir de uma atividade do Caderno Pedagógico de Matemática. Os alunos trouxeram figuras de alimentos para montar o cartaz. O símbolo do Facebook foi utilizado para representar o que estava certo ou não.

 

O cartaz "Diversidade" representa a responsabilidade que temos com o planeta em que vivemos. Os bonecos - representação de cada aluno - estão abraçando a causa do planeta.

 

A equipe do Portal Rioeduca sente-se orgulhosa em destacar o trabalho da professora Rozayne. Trabalho este que é realizado com  muita dedicação e amor. Parabéns! É um orgulho tê-la como educadora na rede municipal de ensino do Rio de Janeiro!

 

Aproveite e deixe um recado para a professora destaque de hoje! Sua opinião é muito importante! Não se esqueça de enviar o seu trabalho para ser publicado no Portal Rioeduca. A matéria de semana que vem pode ser a sua! Até a próxima!

 

 

Professora Patrícia Fernandes- Representante do Rioeduca na 6ª Cre

Facebook: Patrícia Fernandes

Twitter: @Paty_PFF

E-mai: patricia_pff@yahoo.com.br

                               

 

 

 


   
           



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Segunda-feira, 13/01/2014

Projeto Rachaduras Sociais

Tags: 6ªcre, troféurioeduca.

 

O professor Marcelo Alves Teixeira, da E. M. Isaías Alves, desenvolveu com os alunos do 6º ano no segundo semestre de 2012, o projeto Rachaduras Sociais, cujo objetivo era despertar a consciência crítica dos alunos perante o meio em que vivem.

 

Esta reflexão foi baseada nos princípios e fundamentos da Constituição Nacional de 1988, destinada a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceito; fundada na harmonia social e comprometida com a solução pacífica das controvérsias.

 

Para que estes direitos se tornem uma realidade concreta na vida de seus alunos, a Escola Municipal Isaías Alves montou o Projeto Político Pedagógico Amor, vínculo de união que transforma o cidadão, visando a execução de práticas de virtudes essenciais na vida de qualquer indivíduo e /ou comunidade que deseje legitimar o exercício da cidadania.

 

Baseado no Projeto Político Pedagógico da Unidade Escolar, o professor de História Marcelo Alves Teixeira desenvolveu com os alunos do 6º ano o projeto Rachaduras Sociais. Um dos objetivos deste  educador foi apresentar a Constituição Federal para seus alunos e discutir com eles sobre sua relevância; abrindo o caminho para o desenvolvimento crítico dos estudantes  e para o seu crescimento enquanto cidadão.

 

O vídeo "Rachaduras Sociais" nos mostra o trabalho realizado pelo professor Marcelo com a turma do 6º ano.

 

Uma das preocupações do professor Marcelo era ajudar seus alunos a identificarem os fundamentos e os objetivos fundamentais da República Brasileira, contrastando-os com a realidade na qual estavam inseridos. Só assim eles começarão a reconhecer a cidadania como a força motriz para a construção de uma nova realidade social, considerando e respeitando a diversidade do povo brasileiro.

 

Os objetivos propostos para o projeto Rachaduras Sociais contemplaram as seguintes habilidades presentes nas Orientações Curriculares  para o 6º ano:

  • localizar informações implícitas  e explícitas em um texto;
  • inferir o sentido de uma palavra ou expressão;
  • estabelecer articulações diretas de fato / opinião, conflito / solução, causa / consequência e comparação / oposição;
  • ler e interpretar informações em tabelas e gráficos; analisar situações e perceber possibilidades;
  • argumentar a respeito das experiências dos regimes políticos e formular hipóteses que permitam compreender as "rachaduras sociais" que emperram o andamento do país.

 

Além das habilidades cognitivas citadas anteriormente, o projeto desenvolveu também habilidades não cognitivas:

  • capacidade de trabalhar em equipe, criando um espaço coletivo de resolução de problemas;
  • capacidade de priorizar e fazer escolhas acertadas de acordo com cada situação apresentada.

 

A ligação entre os objetivos e as habilidades ajudou a desenvolver valores tanto nos alunos como na comunidade. Valores estes que não são coisas e nem simples ideias que adquirimos, mas conceitos que traduzem as nossas preferências: justiça, igualdade, imparcialidade, cidadania e liberdade.

 

Nas favelas, no Senado... Sujeira pra todo lado

 

O ano era  1985, um misto de fé, esperança e alegria pulsava no coração dos brasileiros. Após anos de regime hermético, os ventos de liberdade voltaram a ser sentidos e traziam a confiança em um futuro melhor.

 

Em 1988, veio a confirmação dos novos tempos, a euforia tomou conta, a nova Constituição Federal havia sido promulgada. Não restaram dúvidas: daquele ponto em diante teríamos uma nova estrutura social. Os direitos estavam assegurados, a justiça e a igualdade seriam bússolas da caminhada do Brasil.

 

Ledo engano, 24 anos após a promulgação da nossa Carta Magna, o que se percebe é o abismo entre o que está escrito e o que é oferecido aos nossos cidadãos. A todo instante vemos relatos e mais relatos do "câncer" que destrói a nossa nação. A corrupção dita as regras, salvo raríssimas exceções, temos um total desrespeito ao ser humano. O básico - saúde, educação e segurança - é oferecido, mas não como deveria ser.

 

Um dos princípios do nosso direito consiste no fato de ninguém poder alegar desconhecimento da lei. Agora, como explicar a inexistência da sociedade livre, justa e solidária prevista na Constituição Federal? O cancioneiro popular traz uma explicação bem interessante, como veremos no vídeo a seguir:

 

 

A música do grupo Legião Urbana é um grito que chama a atenção da população  para esse hino dos brasileiros contra a corrupção, violência e desigualdade das classes sociais.

 

Conhecer a lei maior e exigir o seu cumprimento pode ser o primeiro passo para um amanhã realmente promissor. Tornar a cidadania uma prática diária é a chave para a mudança no rumo que estamos seguindo. A educação não é o único caminho, mas sem ela estaremos perdidos.

 

Pense nisso!

 

Rachaduras Sociais: uma casa construída sem alicerce

 

Na primeira etapa do projeto Rachaduras Sociais, o professor Marcelo Alves trabalhou em sala de aula alguns artigos da Constituição Brasileira. Um debate orientado foi realizado sobre o significado das palavras OBJETIVO e FUNDAMENTO. A resposta foi sendo construída a partir das explicações colhidas no dicionário e a partir da vivência dos alunos. A pergunta motivadora para esta atividade foi O que acontecerá com uma casa construída sem alicerce?.

 

Em seguida, foi feita uma  explanação pelo professor Marcelo sobre a Constituição Federal, suas origens e relevância, explicando como ela foi dividida. Dentro deste contexto, foram delimitados os artigos e incisos que seriam usados no projeto.

 

O trabalho em campo foi a terceira parte do projeto. As comunidades próximas à escola foram visitadas e fotografadas pelos alunos com suas discrepâncias. A todo o momento eles tentaram identificar as rachaduras sociais que emperram o andamento do país. Os educandos verificaram que muitos dos direitos descritos na Constituição não se refletiam em sua realidade.

 

Na Constituição Federal do Brasil, são definidos os direitos dos cidadãos, sejam eles individuais, coletivos, sociais ou políticos; e são estabelecidos limites para o poder dos governantes.

 

O cidadão precisa tomar ciência de seus direitos e deveres desde os bancos escolares para, assim, poderem tomar as rédeas de suas vidas e lutar por uma sociedade mais igualitária.

 

Uma apresentação em Power Point foi confeccionada utilizando as fotos do trabalho de campo. É importante ressaltar que as fotos foram precedidas do artigo constitucional que elas estavam contradizendo ou confirmando.

 

Uma tenda foi montada em frente ao Shopping Jardim Guadalupe, na Avenida Brasil - altura de Guadalupe - com o objetivo de  entrevistar a comunidade para saber se as pessoas conheciam a Constituição. Também foram entregues aos cidadãos cópias dos artigos trabalhados em sala de aula. Eles informaram aos entrevistados um número de telefone do Senado que entrega gratuitamente uma cópia da Constituição aos que solicitarem.

 

Esta ação foi a culminância do projeto, mas ele não se extinguiu aqui. Seus frutos cresceram! Ele se estendeu pelos meses seguintes através de atividades concretas voltadas para a comunidade. A escola está oferecendo, atualmente, Oficinas de Cidadania ministradas pelos professores da Unidade Escolar.

 

Com o conhecimento adquirido na escola, o aluno se prepara para a vida. Passa a ter o poder de se transformar e de modificar o mundo onde vive.

 

Educar é um ato que visa a convivência social, a cidadania e a tomada de consciência política. A educação escolar, além de ensinar o conhecimento científico, deve assumir a incumbência de preparar as pessoas para o exercício da cidadania.

 

A educação para a cidadania pretende fazer de cada pessoa um agente de transformação. Isso exige uma reflexão que possibilite compreender as raízes históricas da situação de miséria e exclusão em que vive boa parte da população.

 

O projeto Rachaduras Sociais ganhou uma participação semanal  em uma rádio comunitária. Eles estão na grade da Rádio Edificar FM 99,3, toda segunda-feira, de 11h às 12h. Vale ressaltar que um site - Rachaduras Sociais - está sendo construído para divulgar as ações do projeto.

 

A intenção do professor Marcelo e de toda equipe da Escola Municipal Isaías Alves, é fazer palestras, durante todo o ano, para a comunidade e assim transformar a vida das pessoas  desta localidade. Esta ação já teve início e o resultado não poderia ser outro senão o SUCESSO!

 

Infelizmente, no Brasil, a participação do povo no poder se limita a comparecer às urnas durante o processo eleitoral. A cultura de participação é o primeiro passo para se consolidar uma democracia capaz de garantir os direitos sociais de todos os cidadãos.

 

A formação de uma cultura democrática como a sonhada pelo educador Pedro Demo nasce do conhecimento enquanto instrumento político de libertação. Ela permitirá o desenvolvimento dos potenciais de cada aluno-cidadão no meio social em que vive.

 

Coração brasileiro não foge à luta

 

A realidade vivida pelos alunos e pela comunidade da Escola Municipal Isaías Alves é bem plural. Alguns alunos vêm de comunidades que foram visitadas e outros não. Os que moram nos arredores da escola sentem a revolta e a angústia por perceber o quanto estão sendo desrespeitados. Os que são de fora sentiram o choque de realidade e compartilharam da mesma angústia dos colegas.

 

Contudo, o que mais chamou a atenção foi o fato deles terem se organizado e montado uma campanha para doação de alimentos às famílias das comunidades visitadas. Eles foram de sala em sala compartilhando suas vivências neste projeto e pedindo uma contribuição.

 

O trabalho em grupo foi estimulado com iniciativas que objetivaram melhorar a vida de todos e praticar o cuidado com o bem público. A despeito de tudo, mostraram o coração brasileiro que não foge a luta e está sempre pronto para dar a volta por cima.

 

O aluno do sexto ano reflete: "Quem hoje poderá pensar na problemática social brasileira sem levar em conta o significado da escola nesse contexto?"

 

Refletindo...

 

O projeto Rachaduras Sociais modificou a visão que alunos, professores e responsáveis tinham de si e do mundo, além de estabelecer novos projetos de vida. Ficou concretizado o entendimento de que toda e qualquer pessoa, independente de qualquer característica ou particularidade, deve ter todos os direitos necessários para uma vida digna totalmente respeitada e assegurada.

 

Foi aprendido que a atuação de um bom cidadão começa com um bom dia, um muito obrigado, e pode terminar com uma revolução coletiva, buscando o desenvolvimento da nação e do mundo.

 

Novos projetos de vida estão se moldando e eles se realizarão nas relações sociais e, a partir delas, surgirão as mudanças necessárias para fortalecer os princípios da cidadania na sociedade.

 

Official Video Clipe de Jota Quest em ''Dias Melhores'' do Album ''Oxigênio'' de 2000.

 

Está na hora de colocar a mão na massa e lutar pela formação de uma cultura democrática na sua comunidade, não acha? Vamos! Essa luta é minha, é sua, é nossa!

 

Parabéns ao professor Marcelo Alves pelo belo projeto desenvolvido com seus alunos! É um enorme prazer divulgar o seu trabalho no Portal Rioeduca!

 

 Aproveite e deixe também o seu comentário  sobre esta matéria! Será um prazer saber a sua opinião! 

 

 

Professora Patrícia Fernandes - Representante do Rioeduca 6ª Cre

Facebook: Patrícia Fernandes

Twitter: @Paty_PFF

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