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Quarta-feira, 17/04/2019

Aos Professores de Inglês da Rede Pública Municipal do Rio de Janeiro

Tags: inglês, curso.

 

Massive Open Online Course: Teaching Grammar Communicatively

 

 

O Projeto de Extensão CEALD (Colaboração, Estratégias de Aprendizagem e Letramento Digital), em parceria com o Escritório Regional de Língua Inglesa (RELO Brazil), do Departamento de Estado Americano, está oferecendo, gratuitamente, aos Professores de Inglês da Rede Pública Municipal do Rio de Janeiro um Massive Open Online Course: Teaching Grammar Communicatively.


O MOOC Camp será um curso híbrido (online e presencial), de 30 de abril a 04 de junho de 2019. Os encontros presenciais serão sempre às terças-feiras, no Instituto de Letras da UERJ, das 16h10min às 17h40min. O objetivo é o desenvolvimento profissional, o compartilhamento de ideias e o fortalecimento de comunidades de professores. O número de participantes é limitado (20 vagas) e as inscrições podem ser feitas no link abaixo, até 29 de abril.

 

Link de inscrição: https://forms.gle/t7TaEDJ13d53Gv988

Observação: É exigido o nível intermediário de proficiência linguística. 

 

 

Enviado por: Equipe de Língua Inglesa - GEF II e Programa Bilíngue


   
           



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Terça-feira, 16/04/2019

A SMERJ vai levar debate sobre a Lei Maria da Penha para as escolas da Rede

Tags: lei, maria da penha.

 

Secretaria Municipal de Educação vai levar debate sobre a Lei Maria da Penha para as escolas da Rede

 

 

Para sensibilizar a comunidade escolar sobre a questão da violência doméstica, buscando a conscientização como forma de evitar o problema que atingiu 221.238 famílias no Brasil segundo registros do Anuário Brasileiro de Segurança Pública (2017), nesta segunda-feira, 15/4, cerca de 50 professores e servidores da Prefeitura do Rio debateram o programa Maria da Penha Vai à Escola – transformado em lei sob o nº 6.427, em 18 de dezembro de 2018, e sancionada pelo prefeito Marcelo Crivella.

A programação faz parte do seminário “Mulher cidadã: Maria da Penha vai à escola”, uma realização das Secretarias Municipais de Educação e de Assistência Social e Direitos Humanos.

A ação estimula as escolas municipais a incluírem no seu calendário palestras, debates, seminários, vídeos e outros recursos para ampliar a divulgação do tema e difundir a cultura de paz.

Para a chefe de gabinete da SME, Heloísa Sermud Braz, que participou do evento, é importante destacar a temática dentro da sala de aula.

- Nossos alunos formam a base da sociedade e há muitas famílias chefiadas por mulheres. Elas precisam ser valorizadas e ampliar o debate na sala de aula sobre essa lei tão importante permite que os alunos entendam mais sobre direitos e deveres - disse Heloísa, que representou a Secretária Municipal de Educação, a professora Talma Romero Suane.

Também estiveram presentes no seminário a Subsecretária de Políticas para a Mulher da Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, Joyce Braga; a representante do Comitê de Gênero da Educação, Waléria de Carvalho e Carla de Araújo, promotora do Ministério Público, que lançou o livro “As Marias do Brasil” sobre casos de violência doméstica.

 

Texto e fotos: Assessoria de Comunicação Social da SME


   
           



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Sexta-feira, 29/03/2019

Programa de Apoio aos alunos da rede municipal de ensino

Tags: programa de apoio, ensino médio.

 

PROGRAMA DE APOIO A ALUNOS QUE COMPLETARAM O ENSINO FUNDAMENTAL NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO

 

 

Programa de Apoio aos alunos da rede municipal de ensino para que prossigam seus estudos de ensino médio.

Os alunos da Rede Pública Municipal que tiverem cursado setenta e cinco por cento dos estudos relativos ao segundo segmento do ensino fundamental em escolas municipais de ensino regular da Prefeitura do Rio de Janeiro e/ou no Projeto de Educação Juvenil da mesma Prefeitura podem se habilitar, junto à Secretaria Municipal de Educação, com vistas a obter apoio para prosseguir seus estudos no ensino médio.

 

Mariores informações:
http://www.rio.rj.gov.br/web/sme/exibenoticias?id=4952591


   
           



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Quinta-feira, 21/03/2019

Programa Educativo Cultural Light: Boas práticas A3P

Tags: light, boas práticas, educativo.

 

Programa Educativo Cultural Light é qualificado pelo Ministério do Meio Ambiente e pela ONU Meio Ambiente como uma boa prática

 

 

O Programa Educativo Cultural Light participou e foi um dos selecionados na chamada pública "Boas práticas A3P", realizada pelo Ministério do Meio Ambiente e a ONU Meio Ambiente, que identificou e divulgou iniciativas que apresentam resultados positivos concretos e que podem auxiliar prefeitos, secretários e outros gestores públicos dos 5.570 municípios brasileiros a implementarem programas de sustentabilidade.

Em 2012, a Light Serviços de Eletricidade deu início ao seu programa de mudanças nos hábitos de consumo de energia e água, por meio dos projetos Light nas escolas, Museu Light e Quanta Energia.

As ações envolvem cursos de capacitação e premiação de professores, distribuição de materiais didáticos gratuitos para escolas, desenvolvimento de espaço interativo gratuito e elaboração de peças de teatro que ajudam os alunos a se envolverem em temas ligados à energia elétrica. Todos os projetos oferecem transporte das escolas públicas até o local em que são realizados, dando, assim, a possibilidade de que todos possam participar da iniciativa.

 

Principais resultados:

 

• Mudanças no perfil de consumo e redução de 20% a 30% no consumo de energia, avaliados através de pesquisas dos cadernos de atividades, que registram o perfil do consumidor e o valor do kWh desde o começo do projeto.

Período de realização: 03/2012 – “sem previsão de finalização”

Público-alvo e abrangência geográfica: O projeto abrange toda a área de concessão da Light, que engloba 31 municípios do Rio de Janeiro, e beneficia cerca de 350 mil pessoas.

 

Principais atividades desenvolvidas:

• Realização de 48 cursos de capacitação;

• Distribuição de 1.200 kits de material didático;

• Realização de 140 mil visitas ao Museu;

• Realização de 220 apresentações do Quanta Energia (inclusive em locais de grande circulação, como a Bienal do Livro, o Green Nation Festival e a Feira da Providência).

 

Recursos necessários:

 

Financeiros:

• Orçamento anual para estrutura física e equipe operacional (apoio do Programa de Eficiência Energética da ANEEL): R$ 1,9 milhões;

• Também foram firmadas parcerias para viabilizar a execução do espetáculo Quanta Energia (Mad Science e Kommitment) e do Light nas escolas (Cima – Centro de Cultura, Informação e Meio Ambiente).

Humanos:

• Equipe de 10 pessoas do educativo para atendimento no Museu.

 

O que é o Banco de Boas Práticas A3P?

 

O Banco de boas práticas da Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) é um registro das melhores práticas na área de responsabilidade socioambiental de órgãos e instituições parceiras da A3P. Ele dá conhecimento público do sucesso de programas e projetos desenvolvidos pelo setor público dentro de diretrizes socioambientais, premiadas pelo programa A3P.

É fato que nem toda boa prática nos órgãos públicos está aqui documentada. É preciso reconhecer que a capacidade de criar e implementar ações socioambientais no setor público nem sempre está associada à A3P e nem sempre foi premiada pelo programa. A A3P parabeniza esses atores anônimos, discretos, e os convida a se integrarem ao programa pelo muito que têm a contribuir e ensinar para todos os demais.

Estes casos de sucesso revelam para a A3P e para a sociedade que é possível fazer uma boa gestão sob os princípios da sustentabilidade com efeitos ambientais e sociais irreversíveis. Eles mostram que há necessidade de adoção de diretrizes socioambientais nos órgãos públicos por ser o que há de mais moderno no planeta.

Chamada pública "Boas práticas A3P"

Pensando no fortalecimento da gestão ambiental municipal, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (ONU Meio Ambiente) selecionaram um consultor técnico especializado (Rafael Jó Girão) para realizar estudo que indique as melhores práticas em ações de sustentabilidade para a gestão municipal, com vistas a potencializar a institucionalização e implantação do Programa A3P nos municípios brasileiros.

Como parte do estudo, foi realizada uma chamada pública em novembro de 2018 que convidou órgãos do Executivo, Legislativo e Judiciário, instituições de ensino e pesquisa, empresas públicas e privadas, cooperativas e organizações não governamentais a inscreverem iniciativas (práticas, projetos, programas e políticas) com resultados positivos concretos que possam auxiliar e inspirar novas ações na administração pública e fomentar a troca de experiências entre os diferentes órgãos.

 

Ao todo, esses projetos de boas práticas ambientais aparecem em 11 categorias:

 

1 – Uso Racional da Água (20 projetos)

2 – Uso Racional da Energia e Eficiência Energética (19 projetos – Esta é a categoria em que o Programa Educativo Cultural Light se enquadra, na 10º posição)

3 – Tecnologia de informação aplicada à sustentabilidade – (19 projetos)

4 – Tecnologia de equipamentos (17 projetos)

5 – Uso Racional da Madeira (11 projetos)

6 – Gestão de Resíduos Sólidos (21 projetos)

7 – Uso do papel (17 projetos)

8 – Qualidade de vida dos servidores (20 projetos)

9 – Mobilidade e Transporte (20 projetos)

10 – Compras e Licitações Sustentáveis (19 projetos)

11 – Construções Sustentáveis (20 projetos)

 

Para a seleção das boas práticas foi utilizado um sistema de avaliação embasado nos três pilares da sustentabilidade e em 15 indicadores, conforme apresentado a seguir:

 

IMPACTO AMBIENTAL

1. Ciclo de vida dos produtos utilizados (consideram-se os impactos da obtenção de matéria-prima, manufatura, venda, consumo e destinação final)

2. Nível de emissão de carbono na implementação

3. Nível de consumo de água na implementação

4. Impacto para o local

5. Impacto do resíduo gerado e disposição final

 

IMPACTO SOCIAL

6. Nível de participação social

7. Inserção na cultura e política institucional

8. Benefícios para servidor público

9. Benefícios para comunidade

10. Benefícios para as relações sociais na administração pública e com a comunidade

 

IMPACTO ECONÔMICO

11. Custo para aquisição de produtos/serviços

12. Custo para implementação

13. Tempo de implementação e duração dos resultados alcançados

14. Custo para descarte do resíduo gerado

15. Disponibilidade geográfica e de quantidade

 

Prêmio Melhores Práticas A3P

Além da participação nas chamadas públicas e da chancela que nos foi dada através do especialista Rafael Girão como uma das boas práticas na categoria Uso Racional da Energia e Eficiência Energética, há ainda o Prêmio Melhores Práticas A3P, feito de 2 em 2 anos.

A cerimônia do Prêmio Melhores Práticas A3P 2018 ocorreu no dia 23 de agosto de 2018, no Auditório da Imprensa Nacional, Brasília-DF.

 

Para a premiação são consideradas 4 categorias:

1 - Categoria Destaque da Rede A3P

2 - Categoria Gestão de Resíduos Sólidos

3 - Categoria Uso/Manejo Sustentável dos Recursos

4 - Categoria Inovação na Gestão Pública.

Nessas categorias, os 3 primeiros colocados são premiados. Uma vez que a chamada pública de 2018 ocorreu após a premiação, imaginamos a possibilidade de se inscrever para a premiação de 2020.  

 

Enviado por: Coordenação de Projetos de Extensão Curricular (CPEC)


   
           



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