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Quinta-feira, 29/09/2011

Conheçam o Projeto de Folclore do CIEP João Batista dos Santos - 7ª CRE

Tags: 7ªcre, eventos.

 

Trabalhos dos alunos na exposição do Projeto

 
 
A cultura de cada povo, de cada raça, de cada região brasileira é muito rica em significados que nos traduzem a essência do povo brasileiro. Neste contexto, é fundamental na escola resgatar essa cultura expressa nas festas tradicionais como folclore popular.
 
 

O CIEP João Batista dos Santos comprova que devemos mostrar o verdadeiro sentido de cultivar essas tradições que são transmitidas de geração a geração, investigando as maneiras de pensar, agir, sentir, de um determinado povo, preservadas pela tradição popular ou pela imitação, e que não seja diretamente influenciada pelo circuito erudito e instituições que se dediquem à renovação do patrimônio cientifico e artístico humano. Buscamos compreender a multiplicidade das formas de linguagem existentes no folclore, bem como as diferentes possibilidades de interação e expressão que ele possibilita, auxiliando no desenvolvimento das potencialidades corporais, cognitivas e afetivas, na perspectiva de contribuir para um melhor aproveitamento e desenvolvimento das diferentes linguagens.
 
 
Confraternização na culminância do Projeto
 
 

Aproveitando o ensejo do advento do mês do folclore, o CIEP promoveu uma série de atividades acerca do tema. De churrasco típico com gaúcho e tudo a atividades de culinária e de artes plásticas, as turmas da Educação Especial da U.E.mostraram que o folclore, lá, sai dos museus e numa ação educativa lúdica e aprazível, é resgatado no seu valor cultural como elemento da dinâmica social de nossa comunidade.
 
 
 
Alunos em ação durante a confecção dos trabalhos
 
 

Tudo isso foi integrado à atividade interdisciplinar que vem sendo desenvolvida desde junho com as turmas do 4o Ano: o “Telejornal JBS”, aonde vem sendo explorado o potencial das novas tecnologias para um ensino mais contextualizado e real, ajustado a um leque de novos estilos de aprendizagem, de forma a instigar os vários sentidos numa mutação de paradigma educativo: da difusão de subsídios e de efetiva construção do saber pelo aluno. Os alunos da turma 1401 e 1402, dentro de sala, produzem textos e buscam informações e atividades que ocorrem na Escola, e as divulgam através do Jornal, que é postado mensalmente no Blog da Escola, criado a partir da aplicação do Projeto “CIEP, mostra a sua cara no mercado das mídias” que compõe o Projeto Político Pedagógico da Escola, nele abordou-se as possibilidades de conhecimento com a integração das tecnologias de comunicação e informação e a discussão, a compreensão e as ações de respeito à diversidade cultural, na perspectiva de contribuir para um melhor aproveitamento e desenvolvimento das diferentes linguagens.
 
Confiram abaixo a 2ª Edição do Telejornal JBS:
 
 
Parabenizamos a Unidade Escolar pelo excelente trabalho, que encoraja os alunos a se apropriarem do processo de apendizagem e estimula sua autonomia, criatividade e iniciativa!
 

                                           

 

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Quinta-feira, 15/09/2011

Matérias do Jornal Informativo da 7ª CRE - Edição de Agosto

Tags: 7ªcre.

 

A última edição do Jornal da 7ª CRE traz diversos eventos importantes que ocorreram até o mês de agosto em nossas escolas. Entre os destaques abaixo podemos observar um importante trabalho conjunto entre a equipe da E.M. Pedro Américo e a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, o qual esclarece nossos alunos sobre a sedução e os perigos das drogas e como evitá-las. Ainda no campo da prevenção, um projeto na E.M. Eunice Weaver levou os alunos a uma reflexão crítica sobre os tipos e consequências do bullying. No campo da criação, a E. M. Morvan de Figueiredo apresenta um projeto que revela aos alunos o seu próprio potencial criativo e os aproxima do ato de compor e contar histórias. Também na esfera das artes, o CIEP João Batista dos Santos apresenta um projeto que desperta a sensibilidade artística dos alunos e lhes revela os diversos aspectos que permeam uma obra de arte. Confiram a seguir as matérias na íntegra.

 

 

As turmas do 5º ano da E. M. Pedro Américo participaram do PROERD - PROGRAMA EDUCACIONAL DE RESISTÊNCIA ÀS DROGAS, uma parceria com a POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. O projeto foi desenvolvido durante o 1º semestre de 2011 e as aulas foram ministradas pelo sargento MARCELO DO AMOR DIVINO MACHADO. Com o objetivo de despertar nos alunos a importância de dizer NÃO às drogas, mostrando como se pode evitar o ingresso no mundo das drogas e quais os enormes malefícios ocasionados pelo seu uso. O projeto culminou no dia 21/07, com uma belíssima formatura, na Lona Cultural de Jacarepaguá, contando com a presença dos responsáveis, que demonstraram muita satisfação com a abordagem do valioso tema para seus filhos. A cerimônia emocionou a todos, pois foi uma mostra de que é possível afastar os jovens das drogas através da educação e dos bons exemplos. A direção parabeniza os alunos que participaram com interesse e dedicação. Toda a equipe da escola agradece ao sargento Marcelo que conduziu o projeto com garra, entusiasmo e muito dinamismo: “VALEU, TIO MARCELO!”.
 
 
 
 
Saber o que é o bullying e o cyberbullying, entender que é uma forma de violência grave, aprender a melhor forma de proceder com os alunos que estão sendo agressores ou vítimas, foram as propostas do projeto de trabalho da E. M. Eunice Weaver. Durante todo o semestre, alunos e professores estiveram envolvidos em diversas atividades sobre o tema: foram ao teatro, buscaram livros na Sala de Leitura, assistiram a filmes, palestras, debates. Na culminância, do dia 20/07, os alunos brilharam, apresentando números de dança, cordel do bullying, exposição de desenhos e uma peça teatral. O evento contou com a participação dos responsáveis e a presença da profª Lourdinha, da Assessoria da 7ª CRE. Para o próximo semestre, a escola planeja a continuidade do trabalho através dos valores positivos, cujo objetivo é perceber e aceitar as diferenças, integrar a comunidade e propagar uma cultura de paz.
 
 
 
 
Projeto “Leitores da Arte, Leitores da Vida”
Sala de Leitura da E. M. Morvan de Figueiredo

“Existe um contador de histórias em você?” A escola entende que, mesmo partindo de diferentes contextos sócio-históricos, todo indivíduo precisa se tornar leitor de sua própria história a fim de ressignificá-la, enquanto cidadão consciente e crítico. Para tanto, a direção, juntamente com a profª de Sala de Leitura, Eva Furnari, e os demais professores idealizaram um projeto que visa extrair dos livros valores que precisam ser discutidos e trabalhados em nosso cotidiano.

A profª de Sala de Leitura já realizava, semanalmente, uma discussão acerca de um determinado livro com as turmas de 4º e 5º anos, desenvolvendo trabalhos de leitura e escrita de acordo com os objetivos da SME e com o PPP da Escola. Porém, visando desenvolver um trabalho mais significativo, buscou entre os alunos contadores de história em potencial. Assim, alunos do 5º ano e do projeto Realfa 2B foram convidados a participar como monitores da Sala de Leitura. Os contadores mirins passaram a realizar semanalmente, no contraturno, sessões de contação de histórias, seguidas de muitas conversas e várias atividades para os alunos da Educação Infantil, 1º, 2º e 3º anos.

O resultado tem sido surpreendente, pois além da motivação manifestada pelos monitores, os demais alunos já começam a semana esperando a visita dos “tios” e “tias” que vão às salas para contar diferentes histórias e conversar sobre questões do cotidiano. As professoras da Educação Infantil relatam que, entre os pequenos, o interesse pelos livros aumentou e que alguns alunos imitam os colegas contadores de história.

Vejam alguns depoimentos de alunos sobre o projeto:

“Nossa, as meninas dão de mil a zero na gente, precisamos nos organizar! Vamos treinar a leitura?” - Wesley (Realfa 2B).

“Estar nesse projeto de leitura é um privilégio, precisamos escolher os livros com cuidado, pois eles precisam ensinar, mas de forma simples, caso contrário, as crianças não irão entender” - Lívia (1502).

“Preciso estudar os significados das palavras, pois poderão surgir dúvidas durante a contação de histórias” - Lúcia (1503).

O trabalho tornou-se tão significativo para os monitores que eles começaram a se preocupar em usar livros que pudessem contribuir para o ensino dos alunos, procurando estudar e conhecer os seus conteúdos com antecedência, a fim de investir em uma leitura rica em valores.

Aproveitaram também para visitar o Salão do Livro e buscar títulos que pudessem contribuir para o projeto, inclusive, demonstrando já ter conhecimento do acervo da Sala de Leitura e do estilo literário mais apreciado pelas crianças com as quais eles trabalham.

Durante todas as atividades, os alunos, tanto contadores como ouvintes, têm se mostrado atentos e comprometidos com o processo. Assim, a escola está conseguindo formar alunos não apenas conhecedores de histórias, mas atores de sua própria vida. Um projeto nota 10!
 
 
 
 
Projeto “Não seja artista, seja arteiro – O CIEP JBS no mundo das Artes”
CIEP João Batista dos Santos

Quando falamos em desenvolvimento da criatividade da criança, não queremos fazer com que ela pareça um gênio, mas, sim, proporcionar o uso de seu pensamento criador, relacionando-o também à memória e ao pensamento lógico. Fora de ser um dom excepcional, a criatividade é uma aptidão que pode ser adquirida e desenvolvida, de acordo com métodos apropriados. E estes métodos devem estar inseridos numa educação integral, relacionados com outras aptidões, possibilitando às crianças o conhecimento do universo artístico cultural como meio de expressão, inclusão, socialização e contextualização, aproveitando a ludicidade e o encantamento que este universo possui.

O projeto do CIEP propõe justamente atividades que promovam o conhecimento cultural através da exploração de elementos das artes visuais e da apreciação de produções artísticas em ações que integram o pensar, imaginar, expressar, aprender e comunicar. Favorece ainda a integração dos múltiplos sentidos presentes nesta linguagem, desenvolvendo a capacidade simbólica, a organização psicomotora e seu processo de construção de identidade. No “mergulho” no universo das Artes Visuais, explorando, experimentando, conhecendo e contextualizando novas técnicas e artistas, ocorre a motivação da expressão criadora, objetivo do projeto.

Uma das atividades desenvolvidas nas turmas 1303 e 1402, regidas pelo prof. Vitor Hugo, foi a apreciação e releitura das obras de Roberto Burle Marx, famoso paisagista brasileiro que se tornou conhecido por dar às suas criações uma orientação ecológica e pelas obras abstratas que idealizou. Já na Turma 10, da Educação Infantil, regida pela profª Márcia Helena, foram realizadas atividades de experimentação e exploração das cores primárias.

O CIEP acredita que o conteúdo de Artes é um componente fundamental no desenvolvimento da aprendizagem do aluno. Cabe ao professor proporcionar caminhos que possibilitem a reflexão, seja na sua própria produção, na do colega ou na do artista. É importante destacar que o trabalho educacional com Artes Visuais não visa formar artistas, mas ampliar a capacidade criativa dos alunos e possibilitar que eles conheçam a linguagem artística, desenvolvendo um olhar sensível para o mundo, aprendendo a representá-lo.

A Arte, como um todo, pode então ser ensinada e aprendida, mas é preciso trabalhar a organização pedagógica das relações artísticas e estéticas com os alunos. Sua importância na sociedade e na educação é graças a sua função indispensável na vida dos seres humanos, pois a Arte representa, também, um determinado tempo histórico-cultural, expresso através de telas, esculturas, arquiteturas e, nessa perspectiva, busca-se ainda oportunizar a observação, reflexão e análise.
Literalmente, um belo projeto.
 

                                           

 

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Segunda-feira, 12/09/2011

Conheçam o trabalho da C.M. Maria Vieira Bazani - 7ª CRE

Tags: 7ªcre, creches.

 

A Creche Municipal Maria Vieira Bazani está localizada no Recreio dos Bandeirantes, próximo à comunidade do Terreirão, e pertence à 7º CRE.

 

Temos como metodologia de trabalho o lúdico, pois assim como Arquimedes dizia, "brincar é condição fundamental para ser sério”. Esperamos brincar muito com essas crianças, levando a sério todas as oportunidades de ludicidade. Todos os temas escolhidos para serem desenvolvidas ao longo do ano contemplam as brincadeiras. Assim sendo, ao fazerem a ilustração e o reconto de uma história contada, estamos brincando de ilustradores; ao reproduzirem quadros, estamos brincando de artista plástico; ao cuidarem da horta, estamos brincando de ser jardineiro; ao conhecermos diferentes animais, estamos brincando de veterinários. Enfim, todos os temas e subtemas perpassam pelas brincadeiras.

 

Com cento e quarenta e oito crianças matriculadas, estamos sempre procurando incluir suas famílias em nossos projetos, propondo situações de aprendizagem contextualizadas e significativas. Atentos ao contexto social, nossos projetos priorizam temas que as crianças estejam interessadas ou mesmo, os que estejam em evidência na sociedade, como por exemplo, o Rock In Rio, sobre o qual iremos desenvolver o projeto ”Da Bossa Nova ao Rock, nos queremos é dançar!”

 

Esse último mês foi intenso, pois estivemos envolvidos com um trabalho relacionado ao nosso rico folclore. As turmas do Berçário conheceram vários acalantos e músicas diversas como "Pirulito que bate, bate” e ”A carrocinha pegou”.

 

Pai Francisco entrou na roda.

Pai Francisco entrou na roda.

 

O Maternal I se dedicou a conhecer vários brinquedos e brincadeiras. E assim, brincaram de “Bento que o Bento o frade”, jogaram peteca de jornal feita por eles e descobriram que as petecas foram inventadas pelos índios. Para completar o repertório de atividades, ainda soltaram pipas!

 


 

Já o Maternal II visitou as regiões do Brasil; se apropriando de nossa cultura, conheceram as festas com o Bumba meu boi e algumas tribos do Norte como o Xingú e sua cultura. Foi, sem dúvida, um projeto bem rico em sua diversidade e em descobertas feitas pelas crianças com seus educadores.


Para encerrar, fizemos uma exposição com as produções dos grupos:

 


 

 

Exposição de alguns trabalhos confeccionados pelos grupos:

 

Lendo sobre algumas lendas

 

Entretanto, nossas vivencias não param por aqui, já estamos envolvidos em outro projeto, "Conhecendo Diferentes Tipos de Transportes". Agora, iremos confeccionar um foguete para mandarmos mensagens de Paz para o espaço.


E você, se pudesse mandar uma mensagem para espaço para ser lida daqui a muitos anos, o que escreveria?

 

Agradecimentos especiais à Profª Elaine Barbosa, que cedeu as informações que culminaram nesta postagem
 

 

                                           

 

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Sexta-feira, 02/09/2011

O Papel do Xadrex Escolar na E. M Frederico Eyer - 7ª CRE

Tags: 7ªcre, jogos.

 

Alunos participando dos Jogos Estudantis do RJ da EM Frederico Eyer

 

A professora Fatima Bispo, que leciona Educação Física na E. M Frederico Eyer, vem desenvolvendo um trabalho importantíssimo com os alunos da escola. Através da prática do xadrez, eles têm a oportunidade de aprimorar suas habilidades cognitivas, relacionamento interpessoal, valores éticos e, ainda, se divertirem. Sua abordagem do esporte permite aos estudantes irem além do raciocínio lógico-matemático, comumente relacionado ao jogo. Outra vantagem do trabalho é exercitar a competitividade sadia, que respeita regras e o espaço do outro, ensinando os alunos a lidar também com a derrota e constatar a possibilidade de auto-superação diante dos desafios que se apresentam.

Em seu blog, a professora e árbitra auxiliar da Confederação Brasileira de Xadrez alerta, entretanto, que a mera inclusão do xadrez no espaço escolar não o torna pedagógico. É preciso uma conscientização e mediação por parte dos profissionais da Educação, não basta deixar os alunos jogando e simplesmente observar. É preciso ter objetivos pedagógicos e uma metodolgia clara com a prática do esporte no âmbito escolar, que pode vir a assumir os formatos curricular e extracuricular. O xadrez não apenas estimula o raciocínio, como também facilita as demais aprendizagens escolares, uma vez que estmula a criatvidade, as habilidades psicomotoras, a atenção, a memória e a percepção.
 
 
Professores participando da Oficina de Xadrez Escolar
 

O excelente trabalho da profissional não se restringe apenas aos alunos. Ela também representa uma Oficina de Xadrez Escolar para Professores da 7ª CRE, que no momento atende apenas professores de Educação Física, mas em breve se estenderá aos demais docentes. Alguns dos docentes não sabiam jogar e em pouco tempo já desenvolveram gosto e habilidade no jogo.
 
Desejamos que os benefícios deste projeto continuem enriquecendo cada vez mais as possibilidades da educação municipal. A seriedade e o fundamento das ideias defendidas pela docente acerca do uso do Xadrez Escolar mostram claramente não apenas a viabilidade, mas a necessidade de tal iniciativa ser adotada em nossas escolas. A abordagem pedagógica do esporte em questão, conforme descrito acima, vai além do lúdico e potencializa a capacidade de assimilação dos conteúdos curriculares convencionais.
 

                                          

 

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