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Quinta-feira, 02/11/2017

O ciclo de vida da borboleta: alfabetização e natureza no CIEP Darcy Ribeiro

Tags: 9ªcre, alfabetização, natureza, ciencias, ciep.

 

Movidos pela curiosidade, os alunos da alfabetização, observaram e investigaram lagartas e ovinhos num pé de maracujá no espaço do CIEP Darcy Ribeiro. A partir desta situação, a Professora Sandra Barros realizou o projeto "Ciclo de vida da Borboleta", integrando as diferentes disciplinas do currículo nas situações em que observaram mudanças e transformações dos elementos naturais. A experiência de sucesso na articulação das ciências com a alfabetização foi apresentada na mesa “Ensino de Ciências como elemento partícipe da alfabetização plena”, na V Semana da Alfabetização da SME, que aconteceu em setembro.

 

 

Tudo começou quando as crianças estavam com a Prof Sandra na Pré Escola e soltaram borboletas na área externa da escola, Este ano, na alfabetização, ao passarem no refeitório, elas perceberam lagartas e ovinhos num pé de maracujá. Aproveitando o momento, a professora Sandra disse que poderiam criar os ovinhos até virarem lagartas e depois borboletas. “Será que isto é possível?”, indagaram as crianças. A curiosidade foi a propulsora de uma sequência didática cheia de sentidos para as crianças que iniciam sua aventura no mundo da leitura e da escrita e puderam documentar tudo isto em livros confeccionados por eles.

 

 

Primeiro, dois ovinhos foram coletados e levados para a sala de aula. Guardados num pote, foram acomodados e tampados com um filó. A partir de então, as crianças começaram a observar diariamente o que acontecia com os mesmos. As lagartas eram alimentadas com as folhas do pé de maracujá da escola.

 


A professora Sandra relata que as crianças ficavam muito empolgadas com a experiência e cada dia era uma novidade. Por exemplo, quando viram o casulo, ficaram impressionadas.

 


Porém, algumas lagartas não viraram borboletas, o que foi uma grande decepção. As crianças sofreram e ficaram muito tristes. Conversamos bastante sobre o ciclo da vida, a partir deste fato. E compreenderam, que ainda assim devemos cuidar das lagartas.

 

Porém, outras sofreram a metamorfose e se transformaram em borboletas. E quando elas viram borboletas, os alunos vão à área externa do CIEP e as devolvem à natureza.

 

 


Essa experiência foi documentada em forma de livro confeccionado pela turma e em outras experiências bem sucedidas que alegram muito a turma quando saíram para soltar outras borboletas no espaço externo do CIEP Darcy Ribeiro. E o projeto não pára. Na apresentação da experiência ocorrida no CIEP Darcy Ribeiro, durante a V Semana de Alfabetização, a professora Sandra disse que as crianças da alfabetização continuam confeccionando livros, o último foi intitulado "Lagarta é inseto?".

 

"Ensinar Ciências pode ser uma tarefa fácil. Basta desenvolver aquilo que já é próprio nos alunos, por exemplo: vontade de conhecer, o uso da tentativa e erro na busca de solução para um problema, capacidade de compreensão de explicações científicas. Isso significa vivenciar aspectos ou características do “fazer Ciência”. A alfabetização científica, desse modo, passa a ser prazerosa, tanto para alunos quanto para professores. Os alunos, especialmente as crianças, são bons pesquisadores, curiosos, imaginativos, criativos e trabalhadores. Assim, o Ensino de Ciências na escola pode ser empolgante, dinâmico, estimulante, e permitir, tanto ao aluno quanto aos professores, explorar, compreender, atuar e transformar a sua realidade." Ciências da Natureza no Ciclo de Alfabetização - PNAIC Caderno 8, 2015, p. 105

 

O projeto da Prof. Sandra Barros com a turma 1101 mostra como pode ser significativo e empolgante aprender ciências na escola e ainda acompanhar o movimento dos alunos e seus interesses para uma alfabetização dialógica e significativa.

 

Tema: O Ciclo de vida da borboleta.

 

Problematização: Como nascem as borboletas?


Objetivo Geral: Criar condições para que os alunos venham conhecer como se dá o ciclo das borboletas e qual a sua importância para o meio ambiente.


Objetivo específico: Conhecer o processo da metamorfose.


Ações:

• Coletar dados referentes a produção das borboletas através da observação dos ovos e do casulo em sala de aula.
• Proporcionar condições de vincular o processo a linguagem oral e escrita. Observando e fazendo o registro diariamente.
• Desenvolver as habilidades relacionadas a leitura e interpretação de diferentes tipos de texto.
• Realizar trabalhos em grupos.
• Observar diariamente, todo o processo da metamorfose.
• Confecção pelos alunos de um livro sobre o ciclo da vida da borboleta.
• Produção textual sobre a experiência vivida em sala de aula.
• Leitura das histórias: Lagarta na primavera e Borboleta no verão (Susan Hood) e Dona Marta a Lagarta (Girassol)

Levantamento das hipóteses:

• O que a borboleta come?
• Onde ela vive?
• Ela nasce da lagarta?

Dúvidas provisórias:

• Há diferença entre a borboleta e a mariposa?
• Toda lagarta vira borboleta?


Metodologia:

• Roda de conversa.
• Pesquisa bibliográfica.
• Pesquisa de campo.
• Desenho livre.
• Leitura do livro confeccionado pela turma.


Habilidades a serem desenvolvidas:
• Reconhecer que tudo que se fala ou se vê pode ser registrado.
• Reconhecer a leitura como produção de significados.

• Identificar a finalidade do texto, gêneros e características.
• Utilizar a oralidade como forma de interação social.
• Coordenação motora.
• Observar as imagens e registrá-las através de desenho.
• Produzir e interpretar textos e dados.
• Contar, classificar, registrar quantidade.
• Criar histórias coletivas e individuais.
• Reconhecer-se como parte da sociedade que interage com a natureza.
• Perceber a importância da preservação da natureza e do Meio ambiente.
• Diferenciar: Insetos, espécies tipos de alimentação.

 

 

Parabéns à Prof Sandra e às crianças curiosas do CIEP Darcy Ribeiro pelos cuidados e postura científica nas experiências com o Meio Ambiente. 

 

 

SAIBA MAIS SOBRE UNIDADE, ENTRE EM CONTATO:

CIEP PROFESSOR DARCY RIBEIRO

Endereço: R. Conchas, s/n - Campo Grande, Rio de Janeiro - RJ, 23073-330

Contato: (21) 3394-3349

 

 


 


   
           



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Quinta-feira, 19/10/2017

Era uma vez, a Pré escola da E. M. Floriano de Brito

Tags: 9ªcre, contos, pre escola.

 

 

 

Brincar, dramatizar e encenar as histórias faz parte da rotina das crianças da pré escola nas descobertas com o mundo da leitura. Foi assim que a turma da Educação Infantil da E. M. Floriano de Brito viveu durante o segundo bimestre uma inesquecível aventura com o Subprojeto CONTOS. 


As atividades ocorreram de forma sistemática e prazerosa no cotidiano da turma da Pré Escola com a ampliação do conhecimento das histórias infantis clássicas. Os objetivos definidos no planejamento atendiam as Orientações Curriculares da Educação Infantil, através da integração entre as áreas linguagem escrita e oral junto às artes. A aprendizagem concreta e significativa com atividades diversificadas e experiências enriquecedoras, fortaleceram valores como respeito, amizade, solidariedade e disciplina. Incutiram direitos e deveres através da ludicidade.
       

Tudo começou com a contação de história da Branca de Neve, tanto pela professora como por eles, levando em conta as gravuras e a sequência da história, e, resumo da mesma. Trabalharam a escrita do nome a partir do nome dos sete anões. A questão do espelho também foi bem explorada acentuando as características físicas e emocionais de cada sujeito.

O incentivo à boa alimentação também foi bem destacado através da maçã e inclusive foi bem discutido a questão dos agrotóxicos, como veneno, usado na agricultura, tema bem vívido na nossa comunidade, já que muitos pais trabalham na agricultura. Assim associamos o conto à realidade e vivência dos alunos.

O envolvimento e a identificação das crianças, com as características dos personagens e com o enredo da História da Branca de Neve, aconteceu de forma intensa. Desta forma, a culminância do Subprojeto Contos, ocorreu de maneira gratificante: uma linda apresentação da peça BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES, a qual demonstrou o desenvolvimento da oralidade, entrosamento e participação de toda turma.

 

 

 

 

Parabéns à dedicação e criatividade da professora Raquel Campos e de toda a unidade nas aventuras sobre gostar de ler com as crianças da Pré Escola. 

 

DADOS DA UNIDADE:

Escola Municipal Floriano de Brito

Endereço: Estr. Abílio Bastos, SNº - Campo Grande, Rio de Janeiro - RJ, 23097-000

Telefone: (21) 3406-2303

 

 


   
           



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Quinta-feira, 21/09/2017

CIEP Pontes de Miranda participa da XX OBA e do Projeto “Ambienta Rio”

Tags: 9[cre, ambienta rio, jubileu de prata.

 

 

O CIEP Francisco Cavalcanti Pontes de Miranda, dirigido pela Professora Selma Fátima, que neste ano comemora suas Bodas de Prata, envolveu toda a comunidade escolar para participar, pela segunda vez, da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). 

Desta vez, os alunos participantes da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) tiveram a oportunidade de participar da 11ª Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG), com lançamentos expressivos na quadra da escola. As ações foram pensadas tendo em vista a participação da U.E. no Projeto “Ambienta Rio” da SME.

 


 

Durante a preparação para a prova, que ocorreu no dia 19 de maio, várias ações foram sendo desenvolvidas, a fim de dar maior suporte tanto aos alunos que participaram da Avaliação quanto aos demais alunos, desde a Educação Infantil. Afinal de contas, saber mais sobre a “nossa casa” (o Planeta Terra) é de fundamental importância para todos. Assim, foram realizadas diferentes atividades que enriqueceram o Projeto “Construindo a Cidadania através de aprendizagens significativas”, coordenado pela Professora Cristiane Brandão (Regente de Sala de Leitura) em parceria com a Coordenadora Pedagógica Claudia Teixeira.

 

• Roda de leitura com diferentes obras literárias: O Mundinho Azul, O Pequeno Príncipe, O Planeta Fantástico, O Guardião do Espaço, Onde estamos etc.;

• Exibição de vídeos sobre o Sistema Solar/Universo: WALL-E, Guardiões da Galáxia etc.;

• Produção do ABC da Astronomia e da Cidadania;

• Confecção de Telescópio de mão, para observação do Sol, com material cedido pelo Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST);

• Produção de cartazes e maquetes sobre o Sistema Solar;

• Oficina de confecção de foguetes, com cartolina fina e rolinho de papel higiênico;

• Lançamento de Foguetes (MOBFOG), com garrafa PET;

• Planetário Inflável (UERJ), que atendeu desde a Educação Infantil e Classe Especial ao 6º ano;

• Geo-Oficinas (UNIRIO) sobre Rochas e Dinâmica externa da Terra.

 

 

 

 

 Alunos medalhistas:
Nível 2
Lianderson Marcos da Silva Brandão
Medalha: Ouro
João Pedro Ramos da Silva
Medalha: Prata
Lucas Rodrigues de Lima
Medalha: Bronze

Nível 3
Lindson Marcos da Silva Brandão
Medalha: Ouro
Mateus Paulo Caldeira Carvalho 

 

Todas as atividades foram bastante proveitosas, culminando na Semana do Meio Ambiente, realizada na Unidade Escolar, em consonância as demais ações do Projeto “Ambiente Rio”. Nossos alunos, sem dúvida, perceberam a importância de serem coautores de sua própria história, além da construção pontes para o futuro. E, para fechar com “chave de ouro”, o CIEP Pontes de Miranda conquistou bons resultados, inclusive, com alunos medalhistas na OBA!

Parabéns a toda Equipe engajada nessa parceria, que visa à construção da cidadania a partir de aprendizagens significativas. São 25 anos de história e de conquistas, com o foco sempre voltado para o protagonismo infanto-juvenil.


 


   
           



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Quinta-feira, 07/09/2017

Na alfabetização, o projeto identidade: respeito e amor

Tags: 9ªcre, identidade, alfabetização, projetos.

 

O projeto em questão se denomina Projeto identidade: respeito e amor,  que busca levar a criança a conhecer-se e reconhecer o outro. Saber que cada um tem seu jeito de ser e que deve ser respeitado pois isso é ato de amor e empatia. Na proposta realizada com a turma do 1º ano, da Prof. Thais Alcantara, da E. M. Prof. Antonio Boaventura, foram tratados os valores e a ética, de forma prazerosa e lúdica, para conscientizar o indivíduo em atitudes de respeito ao próximo.

 

[...] as crianças e os adultos precisam pertencer a um grupo social para comparar ideias e dividir experiencias com os outros. A proximidade cria vínculos que permitem cada um reconhecer a si e o outro[...]. Trata-se da comunidade como internalização do outro como um valor [...]. Comunidade pe uma qualidade do espaço que encoraja encontros, trocas, empatia e reciprocidade.
(Reggio Children, 2001, p.21)

 

O presente projeto dá-se início ao diálogo nas rodas de conversa com uma contação de história que geram discussão sobre o assunto tratado. Geralmente os livros tem intencionalidade na sua seleção gerando debates pelo grupo que apontam seus pontos de vista a respeito do tema tratado. O livro não “É MEU!NÃO EMPRESTO!” de Clarie Llewellyn trouxe várias situações cotidianas que foram apontadas pelas crianças além disse posicionamentos de opiniões foram ditas.Os assuntos abordados foram sobre família, escola, diferenças, regras de convivência (essa criada pelos alunos da turma e afixada em cartaz), situação-problema, amizade etc. 

 

Um relato:
Na contação da história “GENTE QUE MORA DENTRO DA GENTE” de Jonas Ribeiro, ao falarmos da capa tratando de suas inferências foi observado pela turma que se tratava do mundo, nesta oportunidade, de forma espontânea peguei meu Mapa Mundi e apresentei essa abordagem de maneira clara, além disso, entenderam que “todas as pessoas cabem dentro do nosso coração” (aluna Maria Alice) e momentos de abraços entre eles foram observados e registrados.

 

Outra proposta trabalhada foi o reconhecendo o eu e o outro. Neste trabalho foi necessário a utilização de um espelho para reconhecer-se.
Observar suas próprias características é o primeiro passo de perceber-se como indivíduo. Neste contexto foram utilizados livros que tratam da miscigenação brasileira e suas influencias na formação da cultura brasileira. Livros como Menino Poti de Ana Maria Machado, Menina bonita do laço de fita (Ana Maria Machado) e alencando temas como preconceito e bullyng nas rodas de conversa.



 

Um relato:
Uma criança negra ao escolher a cor para pintar a cor da sua pele pegou o lápis “cor de pele”. Surpreendo me neste caso em constatar que a criança não se reconhece e não se descreve como vê. Existem várias influências a respeito disso como a influência que a mídia incorpora na sociedade com a beleza-padrão que é europeia.

 

Em concordância com o tema identidade, criamos o boneco da turma. Logo no início, contou com a participação da família doando, quando possível, itens para confecção do boneco de pano. As primeiras experiencias relacionaram-se com a disciplina Ciências e seus objetivos nos descritores do 2º bimestre, com o assunto partes do corpo: cabeça, tronco e membros.
 

Com as partes da meia cortados cada criança ajudou a montarmos o corpo do boneco apontando suas características e respectivas funções. Além disso, fizemos o registro com o corpo de uma criança:

    

O próximo passo foi criar uma conversa sobre a história do boneco. Para isso foi criado com texto coletivo a história do boneco.

 

Também houve a participação dos responsáveis na sugestão de um nome e seu significado, no dia que os alunos trouxeram os nomes foi feita uma votação para escolha do nome. O nome do boneco que venceu foi Antônio por homenagear o professor Antônio Boaventura cujo o nome atual da escola.  Houve ainda a escolha do local de nascimento do boneco Antônio, que se desdobrou em outras atividades como o chá de bebê pelo seu nascimento. 

 

  

 

 

 

 

A turma 1102 tem vivido muitas experiencias com o boneco Antonio. A partir delas, a professora Thaís tem realizado o trabalho de alfabetização com os alunos. Em situações significativas de escrita e leitura, as crianças tem registrado palavras em listas, textos, gráficos e tabelas.

 

 

          

 

As aventuras com o boneco Antonio acontecem nos diferentes momentos na escola, na contação de histórias e brincadeiras no pátio. E, estendem-se também às atividades de casa, nas visitas no final de semana. A família continua participando da vida do Antônio e das aprendizagens das crianças.

 

     

 

   

 

Último relato:

“A turma 1102 tem muitas questões ainda a trabalhar principalmente na área de relacionamento e solução dos problemas cotidianos, porém já se pode observar uma preocupação uns com os outros (quando machucam, quando choram querem saber porque e conversam).” Prof. Thais Alcantara

 

Parabens à Prof Thais e a Turma 1.102 pela riqueza de vivências na aventura de aprender a conviver, ler e escrever!

 

DADOS DA UNIDADE:

E. M. Primario Antonio Boaventura

Rua Nova Era, S/N, Campo Grande

Direção: Andriana e Andrea

 


   
           



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