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Segunda-feira, 21/08/2017

Meninas e Ciências

Tags: mulheres, inspiradoras, ciências, meninas.

Entrevista com a Professora do Distrito Federal Gina Vieira Ponte de Albuquerque, que criou e executou o Projeto Mulheres Inspiradoras, que após receber o reconhecimento de várias premiações, graças a um Acordo de Cooperação Internacional, tornou-se programa do Governo do Distrito Federal e da Secretaria de Estado de Educação.

 

Vamos nos inspirar?

 

 

Rioeduca: Explique um pouco sobre o seu engajamento em Projetos que focam no protagonismo das Mulheres. Como você se envolveu nessa nesses projetos?

Gina Vieira: Tudo teve início com o meu desejo de ressignificar a minha prática pedagógica. Quando eu já tinha um pouco mais de uma década em sala de aula, eu decidi trabalhar com os Anos Finais. Aos poucos fui percebendo que eles tinham uma grande dificuldade de se engajar naquilo que a escola propõe. Por mais que eu me esforçasse, era frequente que a sala de aula estivesse envolvida em indisciplina. Entrei em um processo de adoecimento e recebi o diagnóstico de depressão grave. A ideia de que os estudantes não estavam se envolvendo naquilo que a escola propunha me atormentava, porque eu escolhi trabalhar em áreas de maior vulnerabilidade social, justamente porque quando decidi ser professora, eu o fiz com o desejo de contribuir para a transformação social. Eu sabia que, para a escola fazer a diferença na vida daquelas crianças e daqueles adolescentes, eles precisavam se engajar no que estava sendo proposto, eles precisavam fazer as tarefas que eram parte do processo pedagógico, mas eles se recusavam a isso. As perguntas que eu fazia eram: por que os estudantes recusam o que a escola propõe? Por que, muitas vezes, não querem estar nela? Por que temos índices tão altos de reprovação, evasão e repetência?

Em busca de respostas para essas perguntas eu fui estudar. Eu já era muito estudiosa, sempre fazia cursos de extensão na área de educação, mas naquele período eu intensifiquei o meu investimento de tempo, energia e de recursos e cursei quatro especializações, fiz vários cursos e li mais de uma dezena de livros. E as respostas que eu encontrei sinalizavam para mim que os jovens viram as costas para a escola porque, muitas vezes, a escola primeiro vira as costas para eles. Infelizmente temos uma escola que parou no tempo. Se observarmos, a mesma escola que me formou, há mais de 40 anos, continua aí. A arquitetura, as metodologias, o livro didático, as aulas expositivas. O problema é que o mundo mudou, as crianças e os adolescentes também mudaram. Fui constatando, a partir das minhas novas leituras e pesquisas que a escola trabalha muito na lógica do silenciamento do estudante, há poucos espaços de expressão para os jovens, se investe muito tempo em cópias do quadro, cópias do livro e se dedica pouco tempo ao que, de fato, promove aprendizagem, desenvolvimento e construção do pensamento crítico. Outro ponto que eu constatei é que a escola recebe hoje crianças e adolescentes que são nativos digitais, que nasceram e vivem imersos em um mundo totalmente influenciado pelas novas tecnologias e ela ignora isso. É como se, ao chegar à escola, o adolescente entrasse em uma máquina do tempo que o leva para o século XIX.

Entendi que eu precisava me ressignificar como professora, precisava ser crítica do meu próprio trabalho. Precisava superar o modelo educacional que não estava sendo capaz de suscitar o engajamento dos estudantes e, precisava, também, trazer as Novas Tecnologias para o meu fazer pedagógico. Passei a vencer os meus medos em relação a esse tema. Fui observando que entre os meus alunos e as minhas alunas, era muito recorrente as conversas sobre as Redes Sociais. Era um tema que eles gostavam. Decidi criar uma conta em uma rede social e passei a utilizá-la como ferramenta pedagógica. Passei a conhecer melhor os meus alunos, que conteúdos eles/elas/ minhas acessavam, que conteúdos eles/elas postavam. Em um dado momento, me deparei com um vídeo produzido e postado por uma estudante de 13 anos no qual ela se apresentava dançando. A música que era executada era extremamente desrespeitosa à mulher e a coreografia que a menina realizava tinha um apelo erótico muito forte. Fiquei muito intrigada com aquilo, porque como eu transitava há pouco tempo nas Redes Sociais, aquilo era uma novidade para mim. Comecei a me perguntar porque aquela menina empreendia aquele tipo de comportamento, me preocupava os riscos que ela corria de ser interpelada por um pedófilo, de ter a imagem dela levada para um site de pedofilia ou de pornografia. Parte da cultura machista é tutelar o corpo das mulheres e querer determinar o que elas podem ou não podem fazer com ele. Então, no final das contas, eu sabia que aquela menina estava na fase descoberta da sexualidade, queria se sentir bonita, desejada. Então, eu tinha muito medo de fazer uma intervenção inapropriada. Eu não podia reverberar o discurso machista que controla o corpo das mulheres. Mas, ao mesmo tempo, eu não poderia ficar indiferente. Tratava-se de uma menina em desenvolvimento, em formação, não era uma mulher adulta.

Então eu fui, novamente, estudar para entender aquele comportamento e descobri que as meninas, desde muito cedo, são submetidas a referenciais femininos ligados à hipersexualização e à objetificação da mulher. Já nos contos de fadas, as meninas são educadas para serem subservientes. As representações femininas, nos Contos de Fada, sempre remetem a ideia de mulheres que fazem trabalhos domésticos, são doces e submissas, rivalizam com outras mulheres para obter a atenção de um homem e têm como grande objetivo de vida ter um príncipe que as salve, as sustente e conduza a vida delas. Felizmente já existem novos referenciais de princesas surgindo, mas isso ainda é algo muito novo. Além disso, a nossa cultura naturalizou o uso da imagem da mulher como objeto sexual. Em comerciais de televisão, em novelas, é muito recorrente que se exalte uma mulher a partir do quanto ela é sexualmente desejável e a partir do quanto ela corresponde a um determinado padrão de beleza. Essas referências culturais vão forjando a percepção que as meninas têm do que vem a ser mulher.

Assim, eu concluí, que aquela menina de 13 anos, ao postar aquele vídeo, como ser sócio- histórico que é, buscava ser desejada, ser apreciada, valorizada. Ela simplesmente estava evidenciando que é parte da nossa cultura que estabelece esses papéis para a mulher. Percebi que, por outro lado, falta, na nossa cultura, a visibilização de outros referenciais femininos, o referencial da mulher como grande escritora, pesquisadora, com atuação política e social marcante. O problema disso é que as meninas que vivem em ambientes de maior vulnerabilidade social, onde não há acesso a bens culturais, onde não há a possibilidade de se fazer um contra ponto a essa cultura, podem crescer acreditando que o grande valor que elas podem conferir às suas existências é ser objeto do desejo masculino, casar-se e ter filhos. Não há nenhum problema em que a mulher escolha casar-se e ter filhos, desde que ela tenha escolhas, desde que seja uma escolha lúcida e não resultado de um contexto cultura empobrecido, que limita as suas possibilidades de projetos de vida. A partir dessa constatação, eu concluí que a melhor forma de fazer a intervenção diante daquele problema seria ampliar o repertório cultura das meninas, trazendo grandes referências femininas nos quais elas pudessem se inspirar. Então, eu sistematizei o Projeto Mulheres Inspiradoras que teve como proposta a ideia de trabalhar todo o conteúdo de Língua Portuguesa a partir do estudo da biografia de grandes mulheres. O projeto teve como principais ações: a leitura de seis obras de autoria feminina (O Diário de Anne Frank, Eu sou Malala, Quarto de Despejo- Diário de uma favelada, de Carolina Maria de Jesus e três obras de uma escritora de Brasília, Cristiane Sobral: Não vou mais lavar os pratos, Espelho, Miradouros, Dialéticas da Percepção e Só por hoje vou deixar o meu cabelo em paz, o estudo e a pesquisa da biografia de 10 diferentes mulheres (Anne Frank, Carolina Maria de Jesus, Cora Coralina, Irena Sendler, Lygia Fagundes Telles, Malala, Maria da Penha, Nise da Silveira, Rosa Parks e Zilda Arns), a entrevista a mulheres da comunidade de Ceilândia, e a escolha, por parte das meninas e dos meninos de uma mulher que fosse a mulher inspiradora de suas vidas. Ao longo de todo o projeto trabalhamos privilegiando alguns princípios: o fomento à leitura em sala de aula, a escrita como prática social, a utilização de metodologias ativas, a valorização do protagonismo dos estudantes, a avaliação como estratégia de promoção de aprendizagem e não como um fim em si mesma e o afastamento do paradigma educacional vigente em que o foco é muito mais no ensino que na aprendizagem e em que o estudante é muito mais objeto que sujeito no processo pedagógico. O projeto foi desenvolvido em duas edições, em 2014 e 2015, com 12 turmas com uma média de 40 estudantes do 9º ano em cada uma. Desde então, eu tenho me debruçado cada vez mais sobre as questões ligadas à equidade de gênero e à necessidade de empoderamento de meninas.


Rioeduca: Pelos dados do CNPq, a Academia Brasileira de Ciências tem cerca de 10% de mulheres em seus quadros. Pouco, mas mais que nos Estados Unidos, onde a presença feminina está em torno de 7,5%. Como você percebe esse fenômeno mundial em que as meninas são formadas para não serem cientistas? Como esse estereótipo é formado?

Gina Vieira: Tudo isso é uma construção histórica. Os estereótipos de gênero são formados muito cedo. Logo na infância, os meninos são encorajados a brincar com blocos de montar, empilhar, quebra- cabeças, blocos lógicos, tudo o que remete à pesquisa, à exploração, ao pensamento investigativo. Às meninas, por outro lado, são incentivadas a realizar brincadeiras que remetem ao espaço doméstico e ao cuidar: brincar de casinha, brincar de boneca, fazer comidinha. Com o passar do tempo, isso chega à escola, quando se incentiva os meninos nas áreas de exatas e se reforça a ideia estereotipada de que as meninas são melhores nas áreas de humanas. Também é muito recorrente que, quando as meninas se destacam, seja em que área for do conhecimento, acha-se natural, porque, “afinal de contas, as meninas são boazinhas e aplicadas por natureza”. Já os meninos, como são tidos como naturalmente indisciplinados, quando mostram qualquer nível de engajamento fora do padrão, são incentivados a participar de programas de pesquisa e de propostas que atendem a estudantes com altas habilidades. Aos poucos a nossa cultura vai alijando as meninas, reduzindo as possibilidades delas. Nada disso é feito intencionalmente. Eu prefiro crer que não. O que ocorre é que tudo isso está posto em nossa cultura há séculos e a gente já naturalizou, já está cristalizado, inclusive no ambiente escolar.

 

Rioeduca: A escola pode trabalhar esse tema? Mesmo com os meninos? Como?

Gina Vieira: Na escola, a discussão sobre questões de gênero nunca deve acontecer sem contemplar os meninos, porque é impossível discutir gênero fora das relações sociais. Considero um equívoco as propostas de empoderamento feminino que não se preocupem em, também, ajudar os meninos a construírem masculinidades que não sejam tóxicas. É necessário que o debate aconteça com os meninos porque eles também sofrem com a cultura machista. O machismo é pior para as mulheres, mas também é péssimo para os homens. É necessário falar sobre o quanto o machismo impõe aos meninos a obrigação de adotar certos comportamentos, nos quais, muitas vezes, eles não se vêm representados. A ideia de que homem de verdade resolve seus conflitos usando a força, homem de verdade não chora, homem de verdade consegue sexo com a namorada a qualquer preço, homem de verdade não “nega fogo” ainda que isso represente trair a sua esposa, a ideia de que fazer trabalho doméstico é coisa de ‘mariquinha” são concepções que reforçam comportamentos masculinos que são ruins, antes de tudo, para os próprios homens. Então, é imprescindível engajar os meninos no debate. Se as meninas forem contempladas e os meninos não, as assimetrias e desigualdades de gênero só irão se exacerbar. O Projeto Mulheres Inspiradoras foi feito em sala de aula, com meninos e meninas, dentro da grade curricular, dentro da rotina da escola.

 

Rioeduca: Quais pontos você poderia ressaltar para colocar as meninas no protagonismo nacional das Ciências?

Gina Vieira: Na verdade, o nosso maior desafio é rever o nosso modelo educacional como um todo. Para colocar as meninas no protagonismo nacional das Ciências, nós temos que, antes de tudo, garantir que elas tenham experiências de êxito escolar na Educação Básica. Então, é necessário olhar para os nossos índices. Ainda temos uma escola que reprova muito, que ensina pouco e que reduz o seu trabalho a condicionar os estudantes para passarem em uma prova, a famosa prova do vestibular.
Ainda prevalece a concepção da educação bancária, problematizada por Paulo Freire, que faz com que o aluno estude para depositar conhecimentos em uma determinada prova. É necessário apoiar os professores e fortalecer a formação deles para que consigam lidar com o novo cenário social, econômico e histórico do qual os estudantes são parte. Nós, como professores e professoras, sempre queremos acertar. Mas, a nossa caminhada, na escola, muitas vezes é solitária, falta apoio, falta acompanhamento, falta valorização. É necessário contestar práticas que estão naturalizadas dentro da escola e que cooperam para o fracasso escolar. É fundamental fazer da escola um espaço que promova aprendizagens, construção do pensamento crítico, desenvolvimento e que também estimule, em todos os estudantes, meninos e meninas, o espírito investigativo. Esse é um trabalho que envolve gestores públicos, secretarias de educação, envolve uma mudança nas concepções que temos de escola, de ensino e de educação.

Além disso, é necessário olhar com atenção para os dados apontados pelo UNFPA- Fundo de População, das Organizações das Nações Unidas, que foram sistematizados em um relatório lançado no ano passado. O relatório “Situação da População Mundial 2016” indicou que, em muitos países e localidades, quando uma menina completa 10 anos de idade, ela deixa de ser vista como sujeito de direitos e passa a ser vista como um objeto passível de ser explorado. Em localidades com baixo nível de desenvolvimento econômico e com grande vulnerabilidade social é recorrente que as meninas sejam obrigadas a abandonar a escola para realizar trabalho doméstico, cuidar dos irmãos mais novos, ajudar no sustento da família. O ponto de partida é apoiar as meninas para que elas não abandonem a escola e tenham experiências escolares de sucesso. E isso deve ser feito sim, pelas meninas, mas, também, por todos nós, porque esse mesmo relatório apontou que para atingirmos os objetivos de desenvolvimento sustentável, para garantirmos uma sociedade mais justa para todos é imprescindível apoiar as meninas. Sem elas, não vamos conseguir.

 


Gina Vieira Ponte de Albuquerque é professora efetiva da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal, desde abril de 1991. Atuou como professora, em regência de classe, por mais de 20 anos. Coordenou projetos pedagógicos em sala de leitura e foi coordenadora e supervisora pedagógica em unidades de ensino de educação básica. Hoje coordena o Programa de Ampliação das Áreas de Abrangência do Projeto Mulheres Inspiradoras, formando professores e acompanhando o trabalho pedagógico em 15 escolas públicas. Graduou-se em Letras - Português e respectivas Literaturas pela Universidade Católica de Brasília. Pela Universidade de Brasília é especialista em:

  • Letramento e Práticas Interdisciplinares nos anos finais;
     
  • Desenvolvimento Humano, Educação e Inclusão Escolar;
     
  • Educação a Distância.
     

Em 2014, criou e executou o Projeto Mulheres Inspiradoras, que após receber o reconhecimento de várias premiações, graças a um Acordo de Cooperação Internacional, tornou-se programa do Governo do Distrito Federal e da Secretaria de Estado de Educação. Os prêmios obtidos foram os seguintes:

• I Prêmio Ibero- Americano de Educação em Direitos Humanos, concedido pela Organização dos Estados Ibero-Americanos em Parceria com a Fundação SM.
• 4º Prêmio Nacional de Educação em Direitos Humanos, concedido pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República em parceria com a OEI e o Ministério da Educação- MEC.
• 8º Prêmio Professores do Brasil, concedido pelo MEC aos professores da rede pública de todo o país por suas práticas pedagógicas inovadoras;
• 10º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero, concedido pela Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, em parceria com a ONU Mulheres, com O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico e com o MEC.
• 3º Prêmio Mulher Educadora, Cidadã do Mundo, concedido pelo Sindicato dos Professores do Distrito Federal.
• Finalista do Prêmio Educador Nota 10 da Fundação Victor Civita 2015.
• Finalista na 22ª edição do Prêmio Cláudia
• I Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero, concedido pela Secretaria de Cultura do Distrito Federal.
• Medalha Mérito Buriti, concedida pelo Governo do Distrito Federal.
 


   
           



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Quinta-feira, 02/03/2017

César Benjamin é o convidado do Educação em Debate

Tags: secrétário de educação, programa.

Créditos: Helio Melo

 

Estreia, nesta quinta-feira (dia 2), às 21h30, na TV Universitária, Canal 11 da Net Rio. O programa Educação em Debate, dirigido e apresentado pelo professor e acadêmico Arnaldo Niskier, que traz como convidado o atual secretário municipal de Educação, Esportes e Lazer, César Benjamin.

O programa, que discute as principais questões da educação brasileira, será reprisado de 3 até o dia 8 de março em horários variados. Amanhã, vai ao ar novamente às 16h, no mesmo canal. No sábado, o programa será reprisado mais uma vez às 19h30. No domingo, o horário será às 13h30. Na segunda, 15h30. Na terça, 23h, e, finalmente na quarta-feira à meia noite.

 


 


   
           



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Segunda-feira, 13/02/2017

Orientações acerca da Rede de Apoio para os alunos público-alvo da Educação Especial

Tags: professores, iha, orientações.

 

A Rede Pública Municipal de Ensino do Rio de Janeiro, com o objetivo de favorecer o processo de inclusão educacional, garante a todos os alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação o Atendimento Educacional Especializado, que de acordo com a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (MEC, 2008), ganha centralidade nesse processo. Além desse serviço, Agentes de Apoio à Educação Especial, Voluntários, Estagiários, Instrutores de Libras e Intérpretes Educacionais auxiliam os alunos no cotidiano escolar, na superação de barreiras referentes aos mais diferentes aspectos, contribuindo para o desenvolvimento da autonomia dentro e fora da escola.


Com o objetivo de orientar as Unidades Escolares, acerca da Rede de Apoio direcionada aos alunos público-alvo da Educação Especial, encaminhamos as seguintes orientações.

 

Clique na imagem abaixo e veja o documento.

 


   
           



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Segunda-feira, 06/02/2017

Olimpíada Brasileira de Astronomia -2017

Tags: astronomia, ciências, olimpiada.

 

Estão abertas as inscrições para a Olimpíada Brasileira de Astronomia ( OBA).

Vale a pena fazer pois, além da experiência, a Escola  tem acesso a um material riquíssimo. 

A OBA possui uma única fase e consiste na realização de uma prova no dia 19/05/17, no horário mais conveniente para a Escola e na própria Escola. Em hipótese alguma a Escola pode fazer a prova em dia diferente deste.

Faça o Cadastro da sua 


   
           



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