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Todos os posts escritos por Ana Accioly - Representante Rioeduca da 4ªCRE
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Quinta-feira, 30/01/2014

O IHA e a GED juntos por uma Educação Inclusiva

Tags: 4ªcre.

De acordo com a  Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008), a SME e o Instituto Municipal Helena Antipoff promovem a inclusão de todos os tipos de alunos, além daqueles que apresentam deficiências. Ou seja, todas as ações dos educadores (professores, técnicos pedagógicos, gestores, funcionários...) devem promover a participação plena do aluno em seu processo educacional e em sua vida cotidiana da escola.

 

"Temos o direito de ser iguais quando a nossa diferença nos inferioriza; e temos o direito de ser diferentes quando a nossa igualdade nos descaracteriza. Daí a necessidade de uma igualdade que reconheça as diferenças e de uma diferença que não produza, alimente ou reproduza as desigualdades." 

Boaventura de Souza Santos

 

Para que essa prática seja garantida como uma ação norteadora dos Educadores da Rede como um todo, o Instituto Municipal Helena Antipoff mantém dentro das Gerências de Educação (GED) um professor que atua como um Agente de Educação Especial (AEE). É ele quem vai mediar, avaliar e encaminhar, através da perspectiva educacional, as ações de inclusão entre as Unidades Escolares, alunos e famílias atendidas.

 

Aluno da Sala de Recursos da E.M. Pedro Lessa.

 

Na 4ª Coordenadoria Regional de Educação, a Professora Lúcia de Fátima Lopes dos Reis, Gerente da GED, dá todo o suporte para a realização do trabalho desenvolvido pela Professora Vânia de Mattos Azevedo Veiga Maciel, que é a nossa AEE.

Segundo essa agente, a porta de entrada de qualquer criança na Rede é a sala de aula regular. Já que, fazendo parte dessa sala, ela, quando necessário, recebe atendimento educacional especializado nas Salas de Recursos Multifuncionais. Assim, a Classe Especial é uma opção que fica ao encargo da família.

 

Aluno em atividade na Sala de Recursos.

 

Saiba como essa interação acontece na prática:

 

A GED abriga o Agente de Educação Especial para que esse atenda as demandas oriundas das Unidades Escolares que fazem parte da Coordenadoria. Nessa trajetória, essas Unidades encaminham, quando necessário, um relatório anexado de atividades (registros do aluno) e laudo médico. De posse desse material, o agente marca uma entrevista com a criança e o seu responsável. Nesse encontro, a criança e a família são acolhidas para que nesse processo sejam colhidas informações relativas ao seu desenvolvimento, além da observação dos laudos e de todo o material apresentado.

 

Alunos de Classe Especial.

 

Em meio a essa "conversa", a família sente-se segura e amparada, e a agente ouve os interesses e expectativas do responsável em relação à Educação de  sua criança. Dessa forma, e com base nessas prerrogativas, o agente vai mostrando a dinâmica educacional oferecida pela rede às crianças portadoras de necessidades especiais (PNE), fornecendo subsídios para que a própria família opte pelo tipo de atendimento mais adequado para o seu filho.

 

 

Parabéns para a equipe GED e IHA da 4ªCRE, por conceberem que a possibilidade da existência humana é múltipla, e com isso promoverem ações  fundamentais que possibilitam que aprendamos a viver nesse mundo com maior qualidade de vida.

 

 

Ana Accioly é Professora da Rede Municipal

e Representante Rioeduca da 4ª Coordenadoria Regional de Educação

E-mail: anaaccioly@rioeduca.net

Twitter: @Ana_Accioly

 

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Quinta-feira, 16/01/2014

Mostra Folclórica na E. M. Edmundo Lins

Tags: 4ªcre, projetos.

Trabalhar com o Folclore está em total conformidade com a proposta dos PCNs, uma vez que incluí-lo nas atividades de leitura é resgatar a cultura de povos que habitaram a nossa terra. Essa ação valoriza a Língua e leva o aluno a respeitar a diferença, a diversidade étnico-cultural e o outro, em sua alteridade.  

 

“(...) a grande lição da escola deve ser que ela possui funções comunicativas, é forma de dizer, é meio para que a palavra de cada um tenha lugar no debate social letrado. Dessa aprendizagem social deriva, em última análise, a constituição da autoria: enquanto o aluno não reconhecer funções para a escrita em sua vida, a escrita não será sua.”  

Referenciais, 2009.

 

O recurso do trabalho folclórico deixa o Professor com um cenário muito amplo de opcões, pois falar sobre mitos e lendas é na verdade falar sobre todos os assuntos: religiosos, histó-ricos, geográficos, da natureza e do homem. Sua principal função é explicar aquilo que a razão não conseguiria esclarecer. O folclore está inserido num contexto sócio-histórico e faz parte da construção de identidade de um povo.  

 

Levando em consideração que o tema vai muito além das lendas e cantigas de rodas, a Escola Municipal Edmundo Lins abordou o assunto através de  elementos que fazem parte do cotidiano dos alunos e da comunidade escolar como um todo.

 

Folcloreando na Edmundo Lins

 

 

"Nossa escola preparou A I Mostra Folclórica EMEL com muita criatividade e entusiasmo, pois foi um tema bem trabalhado em sala com os alunos e no qual eles participaram ativamente. Tentamos resgatar as culturas dos povos, mostrando que o folclore faz parte do patrimônio cultural da humanidade. As tradições, crenças populares, as lendas, as cantigas de roda, provérbios, superstições, as brincadeiras de criança, parlendas, etc. fazem parte da cultura e da memória do povo, mostrando-nos o que é o FOLCLORE. Folcloreando com a EMEL, nossos alunos puderam resgatar tudo isso e muito mais.

 

 

Tivemos brinquedos cantados feitos por eles, como “A BONECA DE LATA”, da turma 1.101, “CARANGUEJO NÃO É PEIXE”, da turma 1.102, a apresentação teatral da turma 1.103 com “A LENDA DO BRILHO DA LUA”, o brinquedo cantado “AS CAVEIRAS”, da turma 1.104, a veia artística da turma 1.201 em pintar a tela “LENDAS FOLCLÓRICAS”, a criatividade de 1.202 em escrever o livro “FESTA FOLCLÓRICA” e a turma 1.301 com sua “EMÍLIA, A BONECA GENTE”. Resgatando o folclore de Monteiro Lobato, a turma 1.302 apresentou a dança do SACI e lendo a história do NEGRINHO DO PASTOREIO, o jogral da 1.401 explicou tudo sobre os PERSONAGENS FOLCLÓRICOS, além da alegria da 1.402, mostrando-nos as BRINCADEIRAS DE CRIANÇA. O folclore faz parte do patrimônio cultural da humanidade, pois cada povo tem um próprio jeito de compreender os fatos que estão ao redor. Os textos folclóricos são lidos e falados por populares de todas as raças e religiões e criam mitos, lendas, danças, músicas, hábitos e tradições."

 

Texto enviado pela Professora Juliana Lotufo, Coordenadora Pedagógica.

 

O trabalho realizado dessa forma deve ajudar os alunos a se sentirem sujeitos atuantes da cultura local, em que Professores e Coordenadores Pedagógicos passam a reconhecer os mesmos como participantes da cultura e que têm muito a contribuir para a construção da aprendizagem, do desenvolvimento cognitivo e emocional do grupo como um todo. 

 

Parabéns para a equipe Edmundo Lins, por promover a exploração dos componentes estruturais da nossa sociedade através do estudo e do uso da Língua nos seus mais variados estilos.

 

 Professor, queremos conhecer e divulgar o blog e os projetos desenvolvidos por sua escola. Aproveite este espaço que é feito para nós!

 

Entre em contato com o representante do Rioeduca em sua Coordenadoria e participe

 

Ana Accioly é Professora da Rede Municipal e

Representante Rioeduca da 4ª Coordenadoria Regional de Educação

E-mail: anaaccioly@rioeduca.net

Twitter: @Ana_Accioly

 

 

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Quinta-feira, 09/01/2014

Para Falar de Educação Infantil

Tags: 4ªcre, projetos.

 

Para falar de Educação Infantil, primeiro devemos abordar aspectos que traduzem as características dessa fase da criança, ou seja, a imaginação, a ludicidade, o simbolismo e a representação. A partir disso, nos deparamos com a riqueza de possibilidades que esse universo novo e encantador tem a nos mostrar.

 

"Embora o crescimento infantil seja um processo global e interligado, não se produz nem de maneira homogênea nem automática. Cada área do desenvolvimento exige intervenções que o reforcem e vão estabelecendo as bases de um progresso equilibrado do conjunto." (Zabalza, 1998, p. 52.) 

 

Contudo, promover interações é muito mais do que aproximar fisicamente as crianças, é muito mais do que uma nova organização do ambiente. Para tal, é necessário que todos os envolvidos com a educação infantil conheçam as premissas básicas do contexto cultural que envolve a primeira infância e descreve o processo de aprendizagem e desenvolvimento das crianças nesse período. Só assim esses envolvidos se reconhecerão mediadores de um rico processo de formação.

 

Semana Educação Infantil 2013 no EDI Profª Kelita Faria de Paula

 

Com alegria, a garotada fez a festa na abertura da Semana da Educação Infantil no Parque de Madureira. Registramos nossa presença...

 

Recorte da exposição de trabalhos durante evento no Parque Madureira

 

 

Durante a semana recebemos os responsáveis que participaram da Desgusta-ação!

 

 


 

Responsáveis durante o Degusta-Ação



Em seguida, a Emília levou os responsáveis para visitar a exposição dos trabalhos das crianças. E, no dia 27, comemoramos o dia do brincar...

 


 

Dia do Brincar no EDI Professora Kelita

 


 

A Emília fez a festa durante a entrega dos livros da Minha Primeira Biblioteca na presença dos responsáveis! O Visconde de Sabugosa fez a entrega dos livros para os pequenos nas turmas do berçário.

 

 

Emília em plena atividade com as crianças

 

Como no dia 31 de agosto é o dia de combate contra o mosquito da dengue, o "Seu Mosquito" foi visitar as crianças para ensinar como combatê-lo...

 

 

 

Dramatização  sobre a Dengue

 

 A experiência foi muito boa. A semana foi inesquecível!

 

Texto enviado pela Professora Rosângela Barbosa Alves - Gestora da Unidade.
  

Nesse contexto, podemos afirmar que a vivência com outras crianças e a interação com adultos nos espaços escolares são muito importantes para o desenvolvimento infantil. Isso porque provoca novas experiências, permite adquirir novos hábitos, atitudes, valores e também alavanca a apropriação da linguagem para essa faixa etária.

 

Assim, o espaço escolar de Educação Infantil deve ser aquele em que as crianças se sintam num ambiente onde o protagonismo infantil exerça o seu papel em sua plenitude. Deve também propiciar a elas a oportunidade de exercer o seu direito à brincadeira, à imaginação, à ação,  enfim, à produção das próprias culturas infantis.

 

Parabéns a todos da Equipe do EDI Professora Kelita Faria de Paula pela promoção de
interações e pela mediação do conhecimento de nossas crianças!

 

Ana Accioly é Professora da Rede Municipal e

Representante Rioeduca da 4ª Coordenadoria Regional de Educação

E-mail: anaaccioly@rioeduca.net

Twitter: @Ana_Accioly

 

 

                               

 

 

 


   
           



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Quinta-feira, 26/12/2013

Então é Natal no EDI Joaquim Venâncio

Tags: 4ªcre, projetos.

Sabemos que o Natal representa o nascimento de Jesus, porém as formas de celebrá-lo estão além do que é pregado pelas diferentes religiões. Assim, faz-se necessário resgatar um pouco dos saberes sobre o Natal de forma criativa e dinâmica, compartilhando experiências e respeitando qualquer tipo de credo.  

 

“O Natal ensina-nos também que se Deus, por meio de Jesus Cristo, se envolveu com o homem até Se tornar um de nós, então tudo o que fizermos a um irmão, é a Ele que o fazemos, como o próprio Jesus nos ensinou: Sempre que alimentastes, acolhestes, visitastes um destes meus irmãos mais pequeninos a Mim mesmo o fizestes”

Papa Francisco

 

Ao trabalhar o “Natal” e os seus símbolos utilizando recursos criativos e dinâmicos, despertamos nas crianças o respeito às diversas religiões e ou sociedades por meio da afetividade e sociabilização.

 

A presença da Arte no fazer diário.

 

Além de ser, por excelência, a celebração da solidariedade universal, o Natal é marcado por uma simbologia que resiste ao tempo e ultrapassa fronteiras. Dessa forma, essa é uma celebração que possibilita a contextualização histórica/social para a criança.

 

O valor da criatividade presente em cada ação.

 

O EDI Joaquim Venâncio  buscou em seu trabalho junto às crianças e a sua comunidade escolar promover e valorizar a convivência familiar, a vivência do amor entre as pessoas, estimular a formação de bons hábitos, o respeito às crenças e à religiosidade de cada um, identificar símbolos do Natal, desenvolver a linguagem oral e Incentivar o raciocínio e a criatividade de todos os envolvidos no processo desse projeto.

 

O Natal acontece.

 

Contudo, é fundamental o entrelaçamento entre as demandas do contexto histórico e as demandas da Educação Infantil, envolvendo as outras dimensões sociais para a presença de toda às ações dos educadores no cotidiano da escola. Por assim dizer, o trabalho realizado em torno do tema Natal deixa de ser apenas a culminância de uma data comemorativa para, efetivamente, consolidar a construção de valores humanos e éticos para o grupo de forma geral.
 

Parabéns a todos da equipe Joaquim Venâncio por fazer do cotidiano da escola de Educação Infantil um ambiente permeado por práticas expressivas com as suas mais diversificadas  linguagens.
 

 

Professor, queremos conhecer e divulgar o blog e os projetos desenvolvidos por sua escola. Aproveite este espaço que é feito para nós!

Entre em contato com o representante do Rioeduca em sua Coordenadoria e participe

 


Professora Ana Accioly
 Representante Rioeduca.net da 4ª Coordenadoria Regional de Educação

 

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