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Sexta-feira, 20/07/2018

Redescobrindo a Letra R: Atividades Lúdicas

Tags: 7ªcre, alfabetização, redescobrindo.

 

A Escola Municipal Desembargador Ney Palmeiro não para de investir na alfabetização de seus alunos e em novas formas para facilitar a aprendizagem.


As professoras da Alfabetização Lyvia Teixeira e Juliana Rebelo mostraram, através de sua experiência prática em sala de aula, as inúmeras possibilidades que uma aula sobre a letra R pode oferecer.

 

 



A partir do vídeo “Redescobrindo a letra R”, disponível no canal do Youtube ‘Redescobrindo’, de autoria das próprias professoras, elas iniciaram a aula.

 


 


Sob o olhar atento dos alunos, a videoaula apresenta uma perfeita combinação entre recursos virtuais e materiais didáticos que podem ser, facilmente, reconstruídos por qualquer um dos expectadores.

 

 

Alunos assistindo a vídeo aula "Redescobrindo a Letra R"



O vídeo apresenta várias atividades a respeito das formas de utilização da letra R nas palavras, e por meio de jogos e brincadeiras, os alunos descobrem os diferentes sons da letra.

 


Diferentes formas de utilização da letra R



Após o vídeo, os alunos são convidados a desenvolverem atividades lúdicas e concretas nas quais constroem objetos com a letra r, alem de algumas frases no contexto da proposta.


Palavras com letra R inicial

 



 


Palavras com letra R no meio

 


 

Palavras com RR
 

 

 


A videoaula do canal Redescobrindo, traz ainda o cenário de uma feira. Nesta cena as professoras convidam os alunos a encontrarem alimentos saudáveis com as três possibilidades do R.

 


 



E assim é criado o contexto perfeito para a degustação de uma deliciosa salada de frutas, com direito a palestra sobre alimentação saudável e certificação.


 

 


Os alunos da Classe Especial, também assistiram ao vídeo e adaptaram a proposta às necessidades do grupo.

 

 

Na Escola Desembargador Ney Palmeiro, todo mundo aprende e todo mundo ensina!

 

 

Quer saber mais sobre?

Unidade Escolar: E.M. Desembargador Ney Palmeiro

E-mail: empalmeiro@rioeduca.net

Tel.: 2408-6042 / 2408-5482

 

Contato para publicações:


 


   
           



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Quinta-feira, 19/07/2018

Fica a Dica: O Brasil que a Creche Municipal Vovó Benta Quer

Tags: blogrioeducadores, educopédia, mídias, especialistas, educação infantil, creches, edis, professores de educação infantil.

Fica a Dica: O Brasil que a Creche Municipal Vovó Benta Quer

 

A Creche Municipal Vovó Benta está localizada em Nova Sepetiba, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A palavra Creche já é um nome doce, agora quando falamos Vovó Benta aí então que a doçura toma conta! Assim, você pode imaginar que as #DICAS que a equipe enviou para a #GITE (Gerência de Inovação e Tecnologia Educacional) irão tornar esses breves minutos de leitura uma delícia!

 

O meses de junho e julho foram aquecidos pelo tema Copa do Mundo. Os pequenos das turmas dos maternais também torciam para ver a rede balançar com as bolas dos nossos artilheiros. Deste modo, a equipe não perdeu tempo e aproveitou o interesse da criançada para emplacar uma goleada, no entanto, fazendo o gol muito mais valioso: O Cuidado com o Meio Ambiente.

 

O Brasil que Eu Quero
Goleada de Valores

 

 

A turma do maternal EI-31 participou de rodas de conversas, ouviu histórias interessantes e realizaram atividades que incentivaram os pequenos a refletirem acerca da construção de um mundo melhor para viverem. Em entrevista com a equipe da creche, foi pontuado que o território no entorno da instituição, ainda precisa de um olhar mais cuidadoso, e ninguém melhor que as crianças para se tornarem multiplicadoras do que aprendem. Segundo a gestora Cristiane, o momento da Copa foi a ocasião perfeita para conversar sobre o que seria um Gol de Placa para a Comunidade! 

 

  O Brasil que Eu Quero
 Um por todos e todos pelo planeta!

 

 

 


Os Educadores das turmas EI-32 e EI-33 observaram o comportamento da turma e concluíram que  apresentar às crianças experiências que provam que o meio ambiente é vivo, precisa de carinho, proteção e cuidados seria uma vivência significativa. As crianças arregalaram os olhinhos quando souberam que até mesmo cada um deles era responsável pelo cuidado com o planeta.

 

A Creche acredita que as crianças, mesmo com pouca idade, são capazes de compreender a Educação Ambiental se esta for ensinada de forma lúdica e criativa. Muito mais do que conscientizar sobre o lixo, reciclagem e datas comemorativas, é necessário provocar situações que possibilitem a Comunidade Escolar analisar mais profundamente o planeta que habitamos, afinal, somos seres integrados e integrantes da natureza.

 

Cada atividade teve seus objetivos baseados nas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Infantil (DCNEI, Resolução CNE/CEB nº 5/2009): “a criança como sujeito histórico e de direitos, que, nas interações, relações e práticas cotidianas que vivencia, constrói sua identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, deseja, aprende, observa, experimenta, narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza e a sociedade, produzindo cultura” (BRASIL, 2009).

 

Os objetivos da Creche com o projeto foram : Propiciar o desenvolvimento de virtudes indispensáveis à formação humana e atividades relacionais; favorecer o cuidado com o outro e regras de convivência; resgatar os valores e virtudes de cada aluno, ensinando-os através do teatro e da ludicidade lições valiosas para a vida; explorar as possibilidades expressivas do próprio movimento, utilizando gestos diversos e o ritmo corporal nas suas brincadeiras, danças, jogos, dramatizações e demais situações de interação; demonstrar atitudes de respeito para com o colega, utilizando sempre as palavrinhas mágicas;

 

   Fica a Dica:

 

A equipe da Creche deixa algumas #DICAS para os professores que desejarem desenvolver o tema com suas turmas:

• Sensibilizar os alunos sobre a importância da preservação do Meio Ambiente, identificando as situações que causam danos, como: poluição sonora, poluição, desmatamento, queimadas extinção de animais e outros;
• Solicitar aos pequenos colaboração no cuidado com a creche (não jogar lixo no chão, evitar barulho excessivo);
• Realizar atividades ao ar livre, de observação sobre a importância do ar e das árvores para todos os seres vivos;
• Realizar atividades lúdicas que façam os alunos reconhecerem os elementos prejudiciais a natureza.
 • Criar com as crianças atividades que envolvam as cinco cores básicas aos lixos correspondentes. (Verde= vidro, Amarelo=metal; Azul= papel; Vermelho= plástico; Marrom= orgânico).
• Utilizar os brinquedos confeccionados com material reciclado em sala de aula nos momentos lúdicos a eles proporcionado;


A Creche Vovó Benta mostrou que criança brinca, mas também pode aprender sobre os cuidados com nosso planeta.

 

Agora, é a sua vez de enviar o projeto de sua unidade e compartilhar #DICAS que serão postadas e multiplicadas nas redes sociais.

 

 

   Envie também sua #DICA sobre suas atividades e projetos

 

 







 


   
           



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Quinta-feira, 19/07/2018

Oito escolas da Prefeitura têm produções selecionadas no Anima Mundi

Tags: anima mundi, ascom, curtas.

 

 

Oito escolas da Prefeitura vão apresentar seus filmes no Anima Mundi 2018, o maior festival de animação da América Latina, que recebe curtas e longas de animadores renomados do Brasil e exterior. As animações produzidas por alunos e professores da Rede Municipal estão entre os 42 vídeos selecionados na categoria Futuro Animador, que conta ainda com as participações de países como Argentina, Portugal, Bélgica, Canadá, Síria, Turquia e Colômbia. O festival será realizado entre os dias 21 e 29 de julho, no Rio de Janeiro, e do dia 1º a 5 de agosto, em São Paulo.


Através da parceria entre a Secretaria Municipal de Educação e o projeto Anima Escola, criado pela equipe do Anima Mundi há 16 anos, professores da Rede participam de cursos e oficinas para que possam produzir filmes de animação em sala de aula com seus alunos. Todos os docentes que tiveram suas animações selecionadas para a edição deste ano são participantes ativos dos cursos que o projeto oferece e anualmente produzem novas animações.


Roteiros inspirados nos alunos

 

Na Escola Municipal Levy Miranda, na Pavuna, os sentimentos e incertezas de uma aluna foram parar na animação "Os cabelos de Jamily". A estudante, participante do projeto "Solta esse Black", coordenado pela professora Pâmela da Silva, tem o objetivo de trabalhar a autoestima das alunas com características afro-brasileiras, além de vencer o preconceito, o racismo e o machismo.

 

 

Incentivada a fazer a transição capilar, Jamily Irineu, de 13 anos, teve seu cabelo cortado por uma das colegas e passou por todas as fases da transição: das madeixas curtas e o medo de sofrer bullying até o crescimento do cabelo sem nenhuma química, além dos cuidados necessários para usá-lo ao natural.

 

"A animação reproduziu todos esses momentos. Muitas das alunas possuem cabelo estilo black power, mas sequer conheciam a textura dos fios, já que desde pequenas tinham os fios alisados artificialmente. Em dois minutos passamos uma mensagem de uma menina negra que é massacrada pelos padrões estéticos" explica Pâmela.

 

Há 15 anos a professora de Língua Portuguesa Clarice Maria Silva trabalha com audiovisual em sala de aula, mas foi a partir de 2013 que ela passou a perceber que produzir animações poderia ser mais uma ferramenta para agregar e gerar entretenimento e conhecimento aos seus alunos da Escola Municipal Eunice Weaver, na Taquara.

 

 

O nome do vídeo, intitulado "Meu colar de contas", é inspirado na história de uma aluna da escola que passava pelo ritual de candomblé e se sentia incomodada com os olhares dos seus colegas por conta da sua indumentária. A animação fala da cultura e das contribuições africanas, além de homenagear o poeta brasileiro Castro Alves.

 

"Realizamos um trabalho que dialogou com as outras disciplinas. Estudamos os versos de Castro Alves para falar da chegada do navio negreiro, pesquisamos os movimentos da capoeira e do maculelê e aprendemos a origem do samba. Os próprios alunos construíram os bonecos com estrutura de arame com TNT e costuraram as roupas" explana a professora que encerra com chave de ouro um trabalho de 33 anos. "Estou me aposentando, mas tenho certeza que deixo a minha contribuição e meu conhecimento na Rede Municipal".

 

Com a ideia de abordar temas relacionados ao cotidiano dos alunos, como gravidez na adolescência, trabalho infantil, dificuldade de relacionamento, entre outros assuntos, que a Escola Municipal Ginásio Professor Ari Marques Pontes apresentou a animação "Gentileza Gera Gentileza". Orientados pelo professor de Artes Visuais, Hugo Rezende, os alunos, entre 12 e 15 anos, colocaram a mão na massa e produziram os desenhos, os cenários, movimentaram os personagens, escolheram as músicas e gravaram as falas.

 

 

O docente ressalta a importância do preparo para atender uma geração que sempre está ávida por novidades e interage cada vez mais com tecnologias.

 

"Eles vivem da imagem e do som e precisamos estar atentos para oferecer conteúdos atraentes aos estudantes. Quando o vídeo ficou pronto, os olhos deles brilharam. Nem eles acreditaram que foi fruto da dedicação de cada um" esclarece o professor.

 

Escolas abordam temas para difundir a cultura brasileira

 

O CIEP Poeta Cruz e Souza, em Padre Miguel, pelo sexto ano consecutivo tem uma animação escolhida para o Anima Mundi. Com o objetivo de promover a integração entre alunos e representantes de diversas etnias, a escola sempre trabalha com produções voltadas para temáticas indígenas. A responsável por realizar este trabalho é a coordenadora pedagógica da unidade, Daniele do Nascimento.

 


Para dar voz ao povo indígena, a professora leva seus alunos, entre 6 e 9 anos, até as aldeias existentes na cidade para que possam conhecer mais os costumes e o cotidiano dos índios, além de aprenderem músicas e brincadeiras. Após o encontro, as crianças participaram de todo o processo criativo, desde a elaboração do roteiro até a produção da animação. "Pataxó", o curta escolhido para o festival de 2018.


"Os alunos que participam das oficinas de audiovisual são responsáveis por multiplicar para os outros colegas o conhecimento adquirido. Sempre no ano seguinte da produção da animação, os estudantes realizam uma exposição do trabalho e dão palestras para toda a escola", relata a Daniele.

 

O CIEP já participou de festivais na Croácia, Nepal e Estados Unidos.

 

 

"Love story", animação sobre personagens do folclore brasileiro, foi a produção apresentada pelo Ciep Tancredo Neves, no Catete. A professora de sala de leitura Aldenira Mota propôs aos alunos 2º ano a criação de uma grande história. Para estimular a oralidade e aflorar ainda mais a criatividade das crianças, cada uma foi responsável por contar parte da narração. Saci, Iara, Catirina, Bumba Meu Boi ganharam a companhia do guerreiro francês, Kiriku, e da "Saci", personagem criada pelos alunos.


Com a história pronta, estudantes do 2º ao 6º foram divididos em grupos. Uns desenharam, outros construíram o cenário, alguns gravaram os áudios e outros ficaram depois do horário escolar para ajudar na edição.


"O audiovisual trabalha de forma lúdica várias habilidades do aluno, como a escrita e a leitura. Eles se sentem autores e aprendem muito durante o processo de criação", observa Aldenira.

 

Professor de técnicas agrícolas se reinventa no audiovisual

 

O professor Vitor Caetano, da Escola Municipal Mozart Lago, em Oswaldo Cruz, é entusiasta do uso de audiovisual em sala de aula. O docente, com formação em técnicas agrícolas, vem se reinventando ao longo dos seus 22 anos de Rede Municipal. Especializou-se em mídias e tecnologia na Educação e há oito anos trabalha com seus alunos técnicas de animação.


Pela primeira vez viu o trabalho recompensado, com a seleção de filme para exibição no Anima Mundi. O curta "Humanização", conta a história real da menina pernambucana Rivânia, que durante uma enchente salvou em uma mochila o que ela considerava mais importante: seus livros.

 

 

"A humanização do ser humano é um dos principais conceitos de Paulo Freire. Ele entende que o ser humano é um ser inacabado em processo de humanização e em constante busca para se sentir completo. Acho importante difundir esses conceitos no ambiente escolar. Sei que sempre posso fazer muito mais e quero mostrar isso aos meus alunos", observa.


A professora Amara Lúcia Pereira é uma veterana no Anima Mundi. Participante do projeto Anima Escola desde 2011, a docente de Língua Portuguesa da Escola Municipal São Sebastião, em Vargem Grande, já teve animações selecionadas para o festival em pelo menos quatro oportunidades.


Dessa vez, mergulhou na cultura do continente africano para trabalhar as diferenças e envolveu alunos do 4º ao 6º ano para participar de um concurso de histórias e eleger a melhor para ser retratada na produção. Ex-alunos também retornaram a escola para auxiliar os colegas mais novos nas técnicas de animação que já dominavam.

 

 

"Através da mistura de linguagens conseguimos envolver os alunos e nos aproximar mais do contexto da vida deles. Trabalhar a animação é um atrativo muito grande para mantê-los atentos e por mais tempo na escola" aposta.

 


A Escola Municipal Pires e Albuquerque, em Irajá, também teve filme selecionado para a edição 2018 do Anima Mundi. A animação "Rap do R" foi coordenada pela professora Andrea Ferraz. 

 

Fonte: ASCOM SME


   
           



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Quarta-feira, 18/07/2018

Fica a Dica: Livro A colcha de retalhos

Tags: fica a dica, livros, retalhos.

 

Livro: A colcha de retalhos

 


O livro dessa semana é “A colcha de retalhos”, de Conceil Corrêa da Silva e Nye Ribeiro Silva, com ilustrações de Semíramis Paterno.


No mês de julho se comemora o dia dos avós e, para celebrar essa data, vamos mergulhar nessa maravilhosa história.


Felipe costumava ir nos finais de semana para casa da vovó, e como se não bastasse todas as gostosuras que ela sabia cozinhar, bolo de chocolate, balas de coco, pão de queijo, vovó ainda sabia contar histórias, sempre dando vozes aos personagens dos livros. Lá não tinha hora para comer, hora para brincar e nem hora para dormir.


Um belo dia, Felipe encontrou sua avó envolvida em uma porção de pedaços de tecido, espalhados pelo chão, perto de sua máquina de costura. Quando sua avó lhe explicou que estava construindo uma colcha de retalhos, logo se prontificou a ajudar separando os retalhos, os de bolinhas, os de xadrez, os de florzinhas...

 

“- Olha esse pano listrado, é daquele pijama que você fez para mim quando a gente passou aqueles dias no sítio, lembra?
- É mesmo, Felipe, estou me lembrando. Que férias gostosas! Andamos a cavalo, chupamos jabuticaba... As jabuticabeiras estavam carregadinhas!”

 

E, assim, começaram a lembrar das histórias de cada pequeno pedaço de pano. Lembranças antigas, lembranças recentes, lembranças alegres e aquelas capazes de fazer chorar.


Esse livro nos permite explorar a importância da família e como ela se apresenta na formação do indivíduo, desempenhando um papel importante na educação formal e informal. No convívio familiar aprendemos a respeitar, formar vínculos, adquirir responsabilidades.


Cada um de nós carrega experiências, aprendizagens e memórias que refletirão em nossa jornada.


Através das memórias, alegres ou tristes, construímos nossa história, nossos valores, nossa identidade.


Através das memórias podemos trabalhar sentimentos como saudade, angústia, frustração e felicidade.


Através das memórias conhecemos um pouco de tudo e de todos que nos cercam, somos parte de uma comunidade, de uma escola, de uma família e não devemos ficar só, mas, a cima de tudo, conhecemos a fundo aquilo que está dentro de nós.


Que tal criarmos com nossos alunos uma colcha de memórias, ops, de retalhos?


Ah! Algumas pessoas afirmam que a palavra saudade é singular e única, substantivo abstrato que só existe na língua portuguesa. Será? Vamos envolver outras disciplinas, pesquisar a origem da palavra, ver as traduções que podemos encontrar e decifrar esse dilema.


Termino hoje com uma passagem da obra “A Saudade Brasileira”, do poeta da Academia Brasileira de Letras, Osvaldo Orico (1900-1981): “Nenhuma palavra traduz satisfatoriamente o amálgama de sentimentos que é a saudade. Seria preciso nos outros países a elaboração de um conceito que também amalgamasse um mundo de sentimentos em apenas um termo”. 

 

Fica a Dica! 


Conto com sua participação, professor(a). Mande também suas dicas e sugestões e vamos explorar o mundo literário!
Até a próxima semana!

 


 


   
           



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