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Quinta-feira, 04/05/2017

Conquistas e desafios no 6º ano Experimental

Tags: 9ªcre, sexto, ano, experimental, formação, professores, desafios, ensino, fundamental.

 

Na sala de aula da turma de 6º ano experimental do Ensino Fundamental na Escola Municipal George Washington os alunos encontram na professora Camila Gaspar, a regente de todas as disciplinas. Com organização pedagógica e integração das áreas de conhecimento, os alunos iniciam uma nova etapa educacional com poucas mudanças na estrutura, como nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Na fala da professora, os desafios e conquistas, de ser professor nesta modalidade.

 

“Ser professor do 6º ano experimental é um desafio, pois ”dar conta” de ensinar cinco disciplinas, sendo especialista em uma, exige planejamento e dedicação.”  Prof. Camila Gaspar.

 

(O PLANETA TERRA - movimentos de rotação e translação, estações do ano, inclinação do eixo)

 

A professora conta que, para trabalhar no sexto ano experimental, teve que refinar suas habilidades de combinar conteúdos, pois as disciplinas se relacionam entre si o que a tornou uma profissional mais versátil. O planejamento é pensado de forma que se aproveite a ligação entre os conteúdos das cinco disciplinas, dando ênfase as habilidades a serem adquiridas, trabalhando de forma interdisciplinar, numa visão menos fragmentada do conhecimento com aplicabilidade no dia a dia. Segundo a professora:


“As aulas são pensadas para facilitar a compreensão de como o mundo funciona, através do conhecimento de forma articulada, com práticas que tornam o conteúdo significativo no seu cotidiano e o motive a ser protagonista do processo de aprendizagem.”

 

PRODUZINDO TEXTO SOBRE A CAMPANHA “AQUI MOSQUITO NÃO SE CRIA”

 

A professora afirma a importância da participação nos encontros oferecidos pela Gerência de Educação da 9ª CRE, com a oportunidade de aprendizado através de um programa de formação específico para o professor de sexto ano experimental. Considera ainda fundamental a relação de parceria com a direção da unidade escolar, com a garantia de seu planejamento, incentivo e apoio de subprojetos e atividades específicos do sexto ano experimental.

 

CONSTRUINDO MAPAS MENTAIS

 

A LITOSFERA (TIPOS DE SOLO)

 

Para o professor Mario Sergio Mangabeira, responsável pelos encontros de formação dos professores do 6º ano experimental, na 9ª CRE: “Cada professor tem seu papel. Todos são importantes e contribuem decisivamente para a aprendizagem. É preciso conhecer, valorizar e levar em conta o potencial de cada colega! Há professores que são bons de organizar o material a ser usado, há os que são ótimos no uso das tecnologias, os que têm mais habilidades em determinada área de estudo... Se cada um colocar à serviço da equipe os seus melhores talentos, todos saem ganhando.”

A diversidade dos encontros contribui para a troca entre os pares com a equipe de acompanhamento, inclusive com experiências coletivas de formação. Em março aconteceu o planejamento pedagógico em conjunto com os professores novos divididos por quatro Polos de Planejamento no âmbito da 9@ CRE.

 

Polo de Planejamento na E. M. PRI Yolis da Silva. Dinamizadora: Professora Camila Jordino ( E.M 09.18.031 George Washington)

 

Polo de Planejamento na E.M PRI Professor Antonio Boaventura . Dinamizadora : Professora Sandra Manso

 

Polo de Planejamento na E.M PRI Dulce Araujo. Dinamizadora: Professora Andreia Nascimento ( E.M 09.18.044 Ernesto Nazareth)

 

Polo de Planejamento na E.M PRI Dalva Lazaroni . Dinamizadora: Professora Joyce Werneck (E.M 09.18.041 Antonia Vargas Cuquejo Cuquejo)

 

"Os professores trocaram experiências sobre o projeto, opções de planejamento e dicas para trabalhar de maneira articulada as disciplinas. Foram encontros menos teóricos e mais práticos", relata a professora Joyce Werneck, dinamizadora de um dos pólos de planejamento.



Parabenizamos os professores do Sexto Ano Experimental das unidades da 9ª CRE pela dedicação e compromisso com a educação de nossos alunos.

 


   
           



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Quarta-feira, 02/11/2016

Professores que Fazem a Diferença! Com Aniger Capano.

Tags: 5ªcre, dia do professor, professores que inspiram.

 

Professora Aniger Capano, da E. M. Malba Tahan, cria eletiva "The Game Club", um clube onde alunos interessados em jogos desenvolvem e programam seus próprios games através de ferramentas gratuitas disponibilizadas na internet.

 

"Eu amo meus alunos! Passo mais tempo com eles do que com minha filha, então sinto-me na obrigação de passar o que posso, assim como faço com ela." - Aniger Capano
 

 

Projeto The Game Club

O Projeto

Tudo começou com a ideia de usar a tecnologia como aliada no processo de ensino-aprendizado após um curso oferecido na escola pela parceria GITE e ONG RECODE. Assim, em 14 de setembro de 2016 na Escola Municipal Malba Tahan, foi criada a eletiva The Game Club, um “clube” onde alunos interessados em jogos poderiam desenvolver e programar seus próprios games, através de ferramentas gratuitas disponibilizadas na internet, orientados pela professora, e que pudessem ajudar no conteúdo das aulas ou, simplesmente, socializar e compartilhar com colegas informações sobre assuntos os quais se interessam, programando jogos utilizando tablets, celulares e netbooks.

 


Objetivo


Proporcionar ao aluno a oportunidade de participar do processo de ensino-aprendizagem passando de coadjuvante a cooperador efetivo. Ele terá a chance de ser um facilitador e de identificar suas dificuldades e de seus colegas e, com isso, programar jogos que transformem as aulas e os conteúdos mais atrativos. Além disso, os alunos podem compartilhar conhecimento e proporcionar maior interatividade e socialização.

 

 

Processo

Primeiramente os alunos interessados se inscreveram na eletiva. No primeiro dia de aula, a professora proporcionou uma disputa entre grupos. Os grupos jogaram na plataforma “Kahoot” (uma plataforma online de desenvolvimento de jogos) um jogo criado pela professora, um quiz, chamado “Você sabe tudo sobre games?” . As ferramentas usadas (gadgets) foram: Lousa Interativa, celulares e netbooks. Os alunos interagiram e tiveram facilidade em aprender como a plataforma funcionava. Após o jogo, a professora ensinou como fazer o registro e programar. Os grupos tiveram facilidade e cada um deles produziu um jogo com assuntos variados e todos jogaram os jogos uns dos outros.

No segundo dia de aula, alguns alunos chegaram com jogos diferentes criados em casa. O interesse foi tamanho que alguns fizeram mais de um jogo. A professora sinalizou que eles poderiam criar jogos utilizando informações de matérias nas quais têm facilidade, para jogar com amigos que tenham dificuldades. Português, Matemática, Ciências, entre outras. Assim aconteceu a ideia do torneio que haverá no final da eletiva como culminância do projeto, com data prevista para 30 de novembro de 2016.


 


Outra plataforma apresentada aos alunos foi a de criação de jogos no site “purposegames.com”. Nele os alunos tem oportunidade de criar jogos de combinação de imagem e palavras, combinação de frases e jogos de “múltipla escolha”, oferecendo inúmeras possibilidades de programação. Os alunos também não tiveram problemas em fazer registro e usar a plataforma, mesmo em inglês, pois tiveram também a orientação da professora assim como no caso do “Kahoot”. Alguns também criaram jogos no mesmo dia.

Para a culminância do projeto cada grupo criará seu jogo relacionado a uma matéria escolar. O jogo deve ser interessante. As turmas da escola jogarão e votarão no que julgarem melhor. O grupo vencedor receberá uma premiação. Isso servirá de estímulo para continuarem programando, colaborando com comunidade escolar e favorecendo o estreitamento do relacionamento entre professor/aluno e aluno/aluno.

 


 


Considerações

A eletiva é um ambiente misto, ou seja, de alunos de 7°, 8° e 9° anos, mas que, ao mesmo tempo, tem alunos com interesses comuns. Isso proporcionou uma interação muito bacana. A “competição saudável” também é algo a pontuar. Eles gostam de ver suas criações, seus jogos, sendo jogados por outros. Gostam de ensinar o que sabem através destas ferramentas. Eles aguardam ansiosos o dia da eletiva e comentam com os colegas de outras o que aprenderam e transferem este conhecimento. É gratificante ver esta troca.

 

Saiba mais:

Aniger Verônica Alves da Costa Capano é professora na E/CRE(05.14.029) - Escola Municipal Malba Tahan, de ensino integral que atende turmas de 7º, 8º e 9º anos. Ela leciona a disciplina de Língua Inglesa e também trabalha com 26 alunos em uma disciplina eletiva chamada “The Game Club”. A diretora (Valéria Valentim) e coordenadora (Viviane Passos) sempre apoiaram o projeto. A parceira GITE e ONG RECODE sempre estimularam a realização do mesmo. A reação dos alunos a respeito da eletiva: Eles adoram! Dizem que contam os dias para o dia da eletiva, para que os colegas joguem o que criaram. Se sentem felizes ao compartilhar o que criaram. E alunos de outras eletivas também pedem a professora para ensinar a programar ou pedem aos alunos da eletiva para fazerem o mesmo.

Parabéns à Escola Malba Tahan e a professora Aníger pelo trabalho de excelência, que reflete todo empenho e dedicação, proporcionando uma educação de qualidade aos seus alunos! São exemplos como esses que nos inspiram e que fazem toda a diferença na nossa rede municipal de ensino do Rio de Janeiro.

 

Sobre a escola:

E/CRE(05.14.029) - Escola Municipal Malba Tahan
Endereço: Av. Brasil 17.221
Bairro: Irajá
Telefone: 3373-2365 / 3373-2003
E-mail: emtahan@rioeduca.net


Escolas e professores, participem das publicações do portal Rioeduca enviando para o representante da sua CRE projetos desenvolvidos e/ou atividades bacanas e que gostariam de compartilhar. Clique aqui para saber o e-mail do seu representante.

 

 


 


   
           



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Quarta-feira, 13/04/2016

Novas Tecnologias e Criatividade

Tags: realidade virtual, professores, tecnologia.

                                                                                                                                            

                                                              

O mundo está em constante transformação. A sala de aula é um lugar privilegiado onde as relações podem ser pensadas e novas hipóteses podem e devem ser levantadas. Oferecer aos alunos uma visão diferenciada sobre o universo da Arte é o principal objetivo que norteia o planejamento de nossas aulas.

 

 

 

Em um desses momentos a conversa foi sobre a necessidade humana de criar. Ser criativo é mais que uma questão de aptidão, é uma questão de sobrevivência da espécie. O ser humano é criativo porque precisa adaptar o mundo em que vive às suas necessidades. A Arte é o espaço que permite ao indivíduo ultrapassar a barreira da convenção; é possível criar mundos paralelos, simular realidades e viver nova vida.

Ao introduzir os óculos de realidade virtual (VR) tive o prazer de observar a descoberta de um tipo de realidade diferente daquela que eles estão acostumados e eles, em um misto de curiosidade e insegurança, pareciam não acreditar naquilo que estava diante de seus olhos. Para quem olhava de fora era muito engraçado, mãos tremiam, o corpo girava, por vezes se abaixavam ou desviavam do espaço vazio.

Era nítido que a ansiedade crescia na expectativa de chegar a sua vez e, ao colocar os óculos no rosto, experimentavam um mundo novo, virtual, onde os vídeos possuem 360 graus e três dimensões. Concluímos essa aula listando os aspectos artísticos envolvidos naquele objeto icônico: a pessoa que idealizou o formato e a cor dos óculos, o material empregado na sua confecção, o uso das lentes para criar aquela realidade em três dimensões, o software desenvolvido e a filmagem e criação dos vídeos no computador.


Professor Eduardo do Nascimento Borba dos Santos Alualmente lecionando em turmas do primeiro ao nono ano do ensino fundamental na Escola Municipal Conjunto Praia da Bandeira e no CIEP Olga Benário Prestes. Formado em educação artística pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro

                                                              

                                                                                                             

                                                              

                                                                              

                                                              
                                                                                
                                                              
                                                                              
                                                              

                                                                                

                                                              

                                                                                

                                                              

                                                                                

                                              

   
           



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Terça-feira, 20/10/2015

Formação Continuada de Professores: um Espaço de Produção de Saberes

Tags: 6ªcre, formação, professores.

 

 

 

 

A Secretaria Municipal de Educação do Rio, juntamente com as Coordenadorias Regionais de Educação, vem realizando várias formações de professores desde o início do ano. Elas são realizadas em diferentes pontos da cidade para desenvolver e aprimorar saberes e práticas dos educadores da rede pública municipal de ensino.

 

Os professores da rede municipal de ensino do Rio de Janeiro trocam várias experiências nas formações continuadas realizadas durante o ano (Foto: Google).

 

A Escola de Formação do Professor Carioca – Paulo Freire, criada pelo decreto 35.602, de 09/05/2012, na gestão do Prefeito Eduardo Paes e da Secretária de Educação Cláudia Costin, é um espaço de produção de saberes e práticas pedagógicas para subsidiar o planejamento e a implementação da Política de Formação do Professor Carioca.

 

Esse espaço promove ações de formação básica para professores ingressantes na Rede Pública Municipal de Ensino e ações para professores em exercício nas modalidades presencial, semipresencial e a distância.

 

Jogos utilizados pelo professor Arnon Duarte na formação continuada para os professores da 6ª CRE (Foto: Facebook).

 

As Gerências de Educação, localizadas nas onze Coordenadorias Regionais de Educação do Rio de Janeiro, também são responsáveis em promover encontros de formação continuada para os professores que atuam em escolas de sua abrangência. 

 

A Gerência de Educação da 6ª CRE realiza formações mensais com professores da Educação Infantil ao 5º ano, com coordenadores pedagógicos e professores do Ensino de Jovens e Adultos. 

 

“Qualificar e instrumentalizar o trabalho pedagógico dos educadores para atender aos reais propósitos do Ensino Fundamental, com vistas ao desenvolvimento integral dos educandos, é um dos principais objetivos das formações que planejamos para os nossos professores”, diz a professora Kátia Barboza, Gerente de Educação da 6ª CRE.

 

O professor Arnon Duarte realizou uma formação para os professores de 4º e 5º anos da 6ª CRE na Escola Monte Castelo (Foto: Patrícia Fernandes).

 

Essas formações são dinamizadas por professores da própria rede municipal de ensino que conhecem o contexto em que estão inseridos alunos, educadores e escolas. O professor Arnon Duarte é um dos grandes parceiros da Escola Paulo Freire e da Gerência de Educação da 6ª CRE quando se fala em formação continuada.

 

Ele participou como dinamizador de vários encontros de capacitação. Dentre eles, destacam-se: Semana Pedagógica da 6ª CRE, Capacitação para Professores de 4º e 5º anos, Semana de Educação Infantil, Semana de Alfabetização, Capacitação para Professores das Escolas em Foco e Capacitação na Escola Paulo Freire da Gerência de Ensino Fundamental.

 

Professor Arnon Duarte, oficineiro na Semana Pedagógica da 6ª CRE, ao lado da Gerente de Educação professora Kátia Barboza (Foto: Facebook).

 

O docente iniciou sua carreira na rede municipal de ensino no ano de 2008 e, desde então, vem realizando um trabalho de excelência na alfabetização de alunos de várias idades. Atualmente, é diretor na Escola Municipal Paraíba, onde realiza suas atividades com muito empenho, tentando desenvolver um trabalho pautado na transparência, verdade, igualdade e justiça; visando sempre o melhor para o aluno.

 

“Entrei em 2008 e fui atuar no CIEP Anton Makarenko, alfabetizando uma turma de 5º ano. Depois fui para a Escola Municipal Charles Anderson, onde também atuei como alfabetizador de turmas mais elevadas, sendo indicado, logo em seguida, para atuar na Sala de Leitura. Fui indicado pela Coordenadora da 7ª, na época, para ser diretor adjunto de uma escola no Valqueire. Terminando o tempo de gestão, retornei para a 6ª Coordenadoria de Educação, minha CRE de origem”, relatou Duarte.

 

O professor Arnon Duarte realizou uma formação para os professores de 2º e 3º anos, da 6ª CRE na Escola Municipal Alexandre Farah (Foto: Simone Soares).

 

Como bem disse Freire (1999): “Me movo como educador, porque, primeiro, me movo como gente”. Esse mover em nós deve ser considerado como a chave para as portas do universo da aprendizagem para uma boa educação.

 

Uma coisa é certa: todos nos deparamos com novas situações no cotidiano escolar, exigindo assim, maiores intervenções. A capacitação do professor precisa ser contínua, prática, específica e direcionada.

 

Quer saber um pouco mais sobre o trabalho de formação continuada mostrado na matéria de hoje? Entre em contato com nossos agentes de formação.

 

Escola de Formação do Professor Carioca – Paulo Freire
Telefone: (21) 2253-4387 / E-mail: epfsme@rioeduca.net

Gerência de Educação da 6ª CRE
Telefone: (21) 2457-0017 / E-mail: gedcre06@rioeduca.net

Professor Arnon Duarte
Telefone: (21) 3358-0877 / E-mail: emparaiba@rioeduca.net 

 

Até a próxima semana!



 

                               

 

 

 

 


   
           



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