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Quinta-feira, 07/09/2017

Na alfabetização, o projeto identidade: respeito e amor

Tags: 9ªcre, identidade, alfabetização, projetos.

 

O projeto em questão se denomina Projeto identidade: respeito e amor,  que busca levar a criança a conhecer-se e reconhecer o outro. Saber que cada um tem seu jeito de ser e que deve ser respeitado pois isso é ato de amor e empatia. Na proposta realizada com a turma do 1º ano, da Prof. Thais Alcantara, da E. M. Prof. Antonio Boaventura, foram tratados os valores e a ética, de forma prazerosa e lúdica, para conscientizar o indivíduo em atitudes de respeito ao próximo.

 

[...] as crianças e os adultos precisam pertencer a um grupo social para comparar ideias e dividir experiencias com os outros. A proximidade cria vínculos que permitem cada um reconhecer a si e o outro[...]. Trata-se da comunidade como internalização do outro como um valor [...]. Comunidade pe uma qualidade do espaço que encoraja encontros, trocas, empatia e reciprocidade.
(Reggio Children, 2001, p.21)

 

O presente projeto dá-se início ao diálogo nas rodas de conversa com uma contação de história que geram discussão sobre o assunto tratado. Geralmente os livros tem intencionalidade na sua seleção gerando debates pelo grupo que apontam seus pontos de vista a respeito do tema tratado. O livro não “É MEU!NÃO EMPRESTO!” de Clarie Llewellyn trouxe várias situações cotidianas que foram apontadas pelas crianças além disse posicionamentos de opiniões foram ditas.Os assuntos abordados foram sobre família, escola, diferenças, regras de convivência (essa criada pelos alunos da turma e afixada em cartaz), situação-problema, amizade etc. 

 

Um relato:
Na contação da história “GENTE QUE MORA DENTRO DA GENTE” de Jonas Ribeiro, ao falarmos da capa tratando de suas inferências foi observado pela turma que se tratava do mundo, nesta oportunidade, de forma espontânea peguei meu Mapa Mundi e apresentei essa abordagem de maneira clara, além disso, entenderam que “todas as pessoas cabem dentro do nosso coração” (aluna Maria Alice) e momentos de abraços entre eles foram observados e registrados.

 

Outra proposta trabalhada foi o reconhecendo o eu e o outro. Neste trabalho foi necessário a utilização de um espelho para reconhecer-se.
Observar suas próprias características é o primeiro passo de perceber-se como indivíduo. Neste contexto foram utilizados livros que tratam da miscigenação brasileira e suas influencias na formação da cultura brasileira. Livros como Menino Poti de Ana Maria Machado, Menina bonita do laço de fita (Ana Maria Machado) e alencando temas como preconceito e bullyng nas rodas de conversa.



 

Um relato:
Uma criança negra ao escolher a cor para pintar a cor da sua pele pegou o lápis “cor de pele”. Surpreendo me neste caso em constatar que a criança não se reconhece e não se descreve como vê. Existem várias influências a respeito disso como a influência que a mídia incorpora na sociedade com a beleza-padrão que é europeia.

 

Em concordância com o tema identidade, criamos o boneco da turma. Logo no início, contou com a participação da família doando, quando possível, itens para confecção do boneco de pano. As primeiras experiencias relacionaram-se com a disciplina Ciências e seus objetivos nos descritores do 2º bimestre, com o assunto partes do corpo: cabeça, tronco e membros.
 

Com as partes da meia cortados cada criança ajudou a montarmos o corpo do boneco apontando suas características e respectivas funções. Além disso, fizemos o registro com o corpo de uma criança:

    

O próximo passo foi criar uma conversa sobre a história do boneco. Para isso foi criado com texto coletivo a história do boneco.

 

Também houve a participação dos responsáveis na sugestão de um nome e seu significado, no dia que os alunos trouxeram os nomes foi feita uma votação para escolha do nome. O nome do boneco que venceu foi Antônio por homenagear o professor Antônio Boaventura cujo o nome atual da escola.  Houve ainda a escolha do local de nascimento do boneco Antônio, que se desdobrou em outras atividades como o chá de bebê pelo seu nascimento. 

 

  

 

 

 

 

A turma 1102 tem vivido muitas experiencias com o boneco Antonio. A partir delas, a professora Thaís tem realizado o trabalho de alfabetização com os alunos. Em situações significativas de escrita e leitura, as crianças tem registrado palavras em listas, textos, gráficos e tabelas.

 

 

          

 

As aventuras com o boneco Antonio acontecem nos diferentes momentos na escola, na contação de histórias e brincadeiras no pátio. E, estendem-se também às atividades de casa, nas visitas no final de semana. A família continua participando da vida do Antônio e das aprendizagens das crianças.

 

     

 

   

 

Último relato:

“A turma 1102 tem muitas questões ainda a trabalhar principalmente na área de relacionamento e solução dos problemas cotidianos, porém já se pode observar uma preocupação uns com os outros (quando machucam, quando choram querem saber porque e conversam).” Prof. Thais Alcantara

 

Parabens à Prof Thais e a Turma 1.102 pela riqueza de vivências na aventura de aprender a conviver, ler e escrever!

 

DADOS DA UNIDADE:

E. M. Primario Antonio Boaventura

Rua Nova Era, S/N, Campo Grande

Direção: Andriana e Andrea

 


   
           



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Terça-feira, 15/08/2017

Projeto Identidade: Descobrindo quem Sou? Por que Sou? Com quem Sou?

Tags: 2ªcre, alfabetizacao, literatura.

Os alunos do terceiro ano da Escola Municipal Albert Schweitzer conheceram suas histórias através do projeto Identidade. Os educandos tiveram contato com a literatura e fizeram pesquisas.

 


A professora Viviane Lima, regente do terceiro ano da Escola Municipal Albert Schweitzer, enviou ao portal Rioeduca um relato contando sobre os objetivos e como o projeto Identidade foi realizado com os educandos.

O objetivo principal foi trabalhar a história dos alunos a partir do nome e da família, estabelecendo uma relação interdisciplinar com as estruturas curriculares e os descritores elencados para o 1º bimestre do ano de 2017 do 3º ano do Ensino Fundamental.

Na primeira atividade, cada aluno escreveu seu nome em uma folha de ofício. Logo após, a professora fez um bingo das letras do nome dos alunos. Esta atividade serviu para perceber a consciência fonológica e escrita do alfabeto, advinda do conhecimento de cada educando. Em seguida, a professora pediu para os alunos escreverem uma palavra iniciada por cada letra do nome, formando assim um acróstico. Depois, os alunos escolheram três das palavras escritas por eles para que produzissem frases.

Em um segundo instante, aconteceu a leitura do livro “A Família de Marcelo” de Ruth Rocha, pois o livro conta a história do menino e fala um pouco sobre sua família e amigos. A professora aproveitou para conversar sobre como era a família de cada um, onde eles expuseram os nomes de seus familiares e seus hábitos. Para casa, as crianças completaram a árvore genealógica, tendo como objetivo o estudo do substantivo, conforme foto abaixo.

 


 

Na mesma semana, a turma estudou a reta numérica marcando a idade de cada integrante da família, fazendo em seguida os exercícios, trabalhando o sistema de numeração, adição e subtração, par e impar e escrita por extenso.


 

Para trabalhar o relógio (definição de hora e minuto, ponteiros pequeno e grande, diferença de relógio digital e analógico), a professora contou a história “Julinha Relógio”, que fala de uma menina que adorava relógio e até mesmo suas brincadeiras eram direcionadas às horas. Terminada a história, cada criança construiu um relógio analógico, utilizando material reciclável. Para que eles conhecessem a diferença das horas antes e depois do meio dia, foi realizada uma prova prática, onde cada criança utilizava seu relógio para responder a distinção de hora e minuto, quando questionados: Qual a hora do início das aulas? Qual a hora do término da aula? Que horas você almoça? Que horas você acorda? Qual a hora do recreio? Qual a hora do lanche? Que horas você dorme? (As perguntas foram feitas individualmente)

 


 

Os alunos fizeram também, o autorretrato com o objetivo de trabalhar as características físicas de cada um e para que percebessem que temos diferenças. A professora aproveitou esta atividade para trabalhar o versos e estrofes e a diferenciação da estrutura de um texto simples e um poema (as atividades foram apoiadas na poesia “Diversidade” de Tatiana Belinky). Terminado o trabalho, as fotografias foram expostas no mural com o poema bem ao centro.

 


 

A partir do trabalho do autorretrato, a professora conversou com a turma sobre diversidade e respeito, onde debateu-se sobre o tema. As crianças relataram alguns casos vividos por elas ou por pessoas que conheciam.

Como culminância, os alunos levaram fotos de pessoas de diversas características físicas para exposição na sala.


 

Os educandos fizeram também a maquete do bairro onde moram ou de algum lugar que gostavam, percebendo e entendendo as transformações sociais, espaciais, culturais e históricas existentes no local escolhido. Em seguida, cada aluno identificou e contextualizou oralmente para os colegas o espaço social que tinha feito. Foi um momento muito prazeroso, pois as crianças sentiram a importância de mostrar sua casa ou seu lugar preferido, sentindo-se valorizados, pois quando terminavam de falar sobre a maquete eram aplaudidos.

 

 

Com o objetivo de trabalhar o tema da produção textual “Ai que Medo!”, indicado pela SME para o 1º bimestre de 2017, aconteceu um debate na sala, onde os alunos relatavam seus medos de forma lúdica. Muitos diziam que tinham medo de monstros, de barata, da polícia, do irmão mais velho e etc.

A professora Viviane aproveitou então, o projeto “Vai e Vem” oferecido pela escola, onde pôde distribuir os livros “Voa João”, “As Pintas do Júnior” e “Hugo, o Monstro”, uma coletânea oferecida pela Multirio para a biblioteca da escola.

Os alunos puderam levar os livros para casa e recontar a história na sala de aula para os colegas, utilizando fantoches e o cenário que compõem a coleção.

Conforme as fotos abaixo, os alunos escolhiam os personagens e contavam as histórias encenando com os fantoches. Foi uma proposta didática muito bem aceita pelos educandos, onde foi notório que estes ficavam com os olhos fitados na apresentação dos colegas e ansiosos para que chegasse a vez.

A professora Viviane diz ter certeza que as crianças além de conhecerem novas histórias, poderão desenvolver suas produções textuais de forma estrutural, coerente, coesa e fazendo de modo bem articulado o uso da nossa língua materna.

 


 

Podemos dizer que identidade é o conjunto de padrões diferenciados de comportamentos, pensamentos, atitudes e emoções. É a característica que nos torna únicos e diferentes de todos os outros.

Com este trabalho, as crianças conseguiram traçar seu histórico e descobrir muitos significados que ainda não conheciam. Foi possível trabalhar a identidade de cada criança associando o tema ao programa lançado pela SME para o 1º bimestre de 2017.

Pude observar que quando a criança via a si ou aos seus, nas atividades, estas se mostravam mais interessadas e dispostas para desenvolvê-las. Consegui com êxito alcançar os objetivos propostos para este trabalho fazendo a junção de “saber sobre si” (conhecimento de cada aluno) e “saber direcionado” (conteúdo disciplinar proposto).

Enfim, cada criança no seu vasto mundo de saber, quando direcionada e apresentada ao saber de forma diferenciada, torna-se ser pensante na busca da aprendizagem.” Professora Viviane Lima, regente da turma 1.302.

 

Agradecemos a professora Viviane Lima por compartilhar conosco estas ricas experiências pedagógicas e desejamos sucesso.

 

O contato da professora Viviane Lima é: vivianelima@rioeduca.net

 

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

 

Renata Carvalho - Professora da Rede e representante do portal Rioeduca na 2ª CRE

renata.carvalho@rioeduca.net


 


   
           



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Terça-feira, 28/03/2017

Saberes e Sabores

Tags: 2ªcre, alfabetizacao, alimentação, saudável.

 

Partindo do pressuposto de que a escola é um espaço propício para promover atitudes favoráveis a práticas de boa saúde, formação de valores e hábitos saudáveis, o projeto “Saberes e Sabores” surge como artifício a contribuir para a conscientização dos alunos nas escolhas que envolvem sua alimentação.

 

A professora Neadel Kovalski, da Escola Municipal Maria Leopoldina, enviou ao portal Rioeduca o relato do projeto “Saberes e Sabores” desenvolvido com as turmas de primeiro ano, que tem como objetivo principal incentivar hábitos de vida saudável.

A professora nos conta que a alimentação dos alunos foi observada durante os meses que antecederam o projeto. Foi visto que os lanches enviados pelas famílias, em sua maioria, eram industrializados (salgadinhos, biscoitos recheados, refrigerantes, biscoitos com corante, frituras...) e no almoço oferecido pela escola, muitas crianças escolhiam arroz, feijão e proteína, deixando de lado os legumes, verduras e frutas.

 

Visita ao hortifruti.

 

Acreditando que a escola exerce um papel importante junto às famílias propiciando a promoção de valores, hábitos saudáveis e aprendizagens significativas, a equipe pedagógica considerou uma boa forma de agregar a alfabetização o incentivo a mudanças de hábitos saudáveis e reeducação alimentar de forma lúdica, prazerosa e educativa.

Durante o projeto os alunos tiveram acesso a diversos tipos de atividades como: leitura de diferentes tipos de textos e livros, pesquisas, produção de saladas de frutas, conheceram a pirâmide alimentar, visitaram um hortifruti e, inclusive, produziram um pequeno livro sobre alimentação saudável. É importante ressaltar que o projeto foi desenvolvido de forma interdisciplinar e com a participação de toda a comunidade escolar.

 

Horta na escola.


Esperava-se que ao final fosse possível perceber a amplitude do projeto nas famílias, “ajudando” com os trabalhos de casa, pesquisas, aula aberta e passeios. A repercussão foi muito boa. Inclusive com parceria, participando no envio de lanches saudáveis para a festa e a preocupação com o lanche das crianças. O relato e agradecimentos após a apresentação feita como culminância foi o retorno concreto.

 

Livro de receitas produzido pelos alunos.

 

O projeto “Saberes e Sabores” foi desenvolvido de forma transversal e interdisciplinar promovendo a construção de conhecimento crítico, estimulando a alfabetização (o uso da função social da leitura e escrita) e o viver mais saudável hoje e no futuro.

 

Encerramento do projeto "Saberes e Sabores"

 

Partindo do pressuposto que uma ação desta natureza não se desenvolve plenamente tendo como alvo somente os alunos, o desejo foi que toda comunidade escolar (professores, alunos, funcionários e os responsáveis dos alunos) participasse direta ou indiretamente objetivando a construção de um conhecimento que estimule a busca de um viver saudável hoje e no futuro, foi parcialmente alcançada. As “Tias” da Cozinha (merendeiras) participaram com interesse e carinho das atividades relacionadas à horta, reaproveitamento de alimentos e na confecção de lanche saudável, além do famoso e carinhoso estímulo na hora do almoço para que os pratos estivessem sempre coloridos.

Agradecimentos a professora Neadel Kovalski por compartilhar conosco este projeto de estímulo aos hábitos saudáveis e parabéns a toda comunidade escolar pela participação e sucesso do trabalho.

O contato da professora Neadel Kovalski é sra.naedel@gmail.com

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

Renata Carvalho - Professora da Rede e representante do portal Rioeduca na 2ª CRE

renata.carvalho@rioeduca.net

 

 


   
           



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Quinta-feira, 23/03/2017

Diagnose: investindo na alfabetização das crianças na 9ªCRE

Tags: 9ªcre, alfabetização, diagnose.

 

Ler, escrever e calcular são habilidades fundamentais para as crianças terem sucesso em sua trajetória escolar. Assim, iniciamos o ano letivo de 2017 com as orientações para a Diagnose das turmas de 1º, 2º e 3º ano do Ensino Fundamental. A Gerência de Educação da 9ª CRE se reuniu com os Coordenadores Pedagógicos para orientar sobre as atividades de diagnose com vistas a favorecer o processo de alfabetização de todas as crianças.

 

 

“Quando o professor começa a falar de escrita para as crianças, precisa lembrar-se de que a maioria delas já tem informações a respeito. Se ele fizer com que elas explicitem essas informações, conversando a respeito do que sabem, terá um bom motivo e um caminho interessante para ensinar a ler e a escrever.” (Cagliari, 2009, p.119).

 

A alfabetização é um momento muito importante na trajetória dos alunos. As habilidades de Leitura, Escrita e Matemática são fundamentais para seu sucesso escolar e são parte da Diagnose para alunos do 1º, 2º e 3º ano, encaminhada pela equipe da Coordenadoria de Educação, através da Circular E/SUBE/CED nº 004/2017. Para direcionar as orientações da CED sobre a realização da Diagnose, a equipe da Gerência de Educação da 9ª CRE reuniu-se com os Coordenadores Pedagógicos em fevereiro. 

 

 

O Coordenador Pedagógico é reconhecido como um par importante no processo educativo, por ser um parceiro do professor na realização do trabalho pedagógico e nas propostas para as crianças. Encontros e reuniões com boas discussões entre a GED e os Coordenadores Pedagógicos faz parte de uma parceria já antiga que contribui para o bom desempenho das escolas e repercurte na prática do professor.

 

 

A Professora Patrícia, da E. M. Mafalda Teixeira Alvarenga é regente de uma turma do 2º ano, que ela acompanha desde o 1º ano, no ano passado. Viveu os primeiros dias de aula conhecendo os momentos de aprendizagem de cada aluno e de toda a turma, e ainda firmaram juntos novos combinados para este ano letivo. O trabalho pedagógico visa ampliar as habilidades iniciais da alfabetização, por isso é importante conhecer o que sabem as crianças hoje e prosseguir com uma proposta de planejamento que torne as crianças capazes de cumprir habilidades básicas com relação a Leitura, Escrita, Matemática e as demais áreas.  

 

 

“Com a diagnose não se pretende buscar o que “falta”, mas sim o que cada criança já construiu e o que ainda precisa construir para conseguir apropriar-se da leitura e da escrita, desenvolvendo, concomitantemente, o seu raciocínio lógico. Esta é a função da escola: construir conhecimento.” (Caderno de Diagnose, 2017, p. 04 )

 

 

 

 

Professores e coordenadores pedagógicos devem informar as realidades diagnosticadas. Estas informações podem ajudar na construção das propostas de trabalho para a alfabetização de todas as crianças na idade certa, cumprindo as habilidades necessárias nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Com a avaliação das habilidades das crianças, das turmas e escolas nas mãos, Gerência de Educação, Coordenadores Pedagógicos e professores podem construir caminhos com ações específicas para o sucesso escolar dos alunos na 9º CRE.
 


   
           



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