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Domingo, 16/09/2018

Redescobrindo os dígrafos

Tags: 7ªcre, alfabetização, redescobrindo, dígrafos.

REDESCOBRINDO OS DÍGRAFOS

ORTOGRAFIA COM LUDICIDADE E TECNOLOGIA

 

Os alunos do 2º ano da Escola Municipal Desembargador Ney Palmeiro estão relembrando as questões ortográficas da nossa língua de uma forma lúdica e diferente.


Eles estão podendo vivenciar essas experiências e participar ativamente das construções da linguagem escrita que são tão importantes na alfabetização.


Como primeiro passo dessa atividade foi o momento de assistir a aula do canal Redescobrindo. Era hora de uma nova forma de redescobrir os dígrafos e exercitar de uma forma bem divertida. Confira você também como foi o ponto de partida dessa aula com o vídeo.

 

 

Nessa aula Tia Ju e Tia Ly começam com uma surpresa que as crianças adoram: mágica. E todos são convidados a refletirem junto com a tia Ly sobre as possíveis semelhanças dos objetos que aparecem misteriosamente da cartola da tia Ju.


Até que os dígrafos surgem no meio dessa história. Isso mesmo! No meio de uma brincadeira.

 

E não foi difícil. Eles acertaram direitinho qual era a semelhança entre os objetos, que no caso se dava na escrita das figuras que começavam com o dígrafo CH.

 

 

 

 

Concentração total. É hora de redescobrir!

 

 


Depois de descobrir o mistério, foi a vez da tia Ly e da tia Ju brincarem de escolinha e fizeram um ditado no vídeo. E que tal se a turma 1201 e 1202 entrassem na brincadeira e fizessem também o ditado? É claro que os nossos descobridores toparam na hora. Será que eles vão conseguir ajudar a tia Ly a descobrir quais foram as trocas que ela fez? Descobridores em ação.

 

 

 



Depois do ditado devidamente feito, vamos a correção. No vídeo as crianças conseguem ver a forma que a tia Ly escreveu as suas palavras e antes do vídeo continuar eles tinham a missão de ajudar a consertar essas palavras que tinham alguns probleminhas.

 

 

 



De forma leva e descontraída as crianças foram convidadas a viverem aquela experiência e perceberem que o erro não é um problema e que as vezes ele faz parte do percurso. E que todos podemos aprender com os nossos erros.


Depois da experiência do ditado o vídeo pôde seguir e logo o segundo ano também quis produzir palavras como as que a tia Ly usa no vídeo para ler. Mãos à obra então, porque os alunos querem aprender de todas as formas.

 

 

 

Cada um criou seu próprio recurso formando várias palavras e foram estimulados a lerem, pois queriam descobrir quais palavras tinham formado. Agora podem treinar bastante a leitura de uma forma bem legal. Ficou mais bonito ainda. Agora não vamos mais esquecer o que são dígrafos.

 

 

As crianças gostaram de assistir, produzir e participar. Aprender nunca é demais e dessa forma a escrita e a leitura foram construídas com as experiências vivenciadas.


Além dos alunos da escola municipal Desembargador Ney Palmeiro, crianças de outras escolas também estão mergulhando nessa nova forma de ver e construir suas aprendizagens. Como é o caso dos alunos da professora do CIEP Compositor Donga.

 



As crianças estão se divertindo e aprendendo e é assim que deve ser. Com isso participam, se estimulam e experimentam novas propostas neste universo alfabetizador. Faça e participe também. Aprender nunca é demais!!

 

Quer saber mais sobre?

Unidade Escolar: E.M. Desembargador Ney Palmeiro

E-mail: empalmeiro@rioeduca.net

Tel.: 2408-6042 / 2408-5482

 

Contato para publicações:


 


   
           



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Terça-feira, 21/08/2018

Soletrando da Copa na E.M. Alfredo de Paula Freitas

Tags: 5ªcre, soletrando, copa, alfabetização, competição, português, inglês.

 

Projeto elaborado pela professora regente Adalgisa Conceição Ferreira da Silva, da turma 1.201, na Escola Municipal Alfredo de Paula Freitas. Visa conscientizar os alunos da importância da escrita correta, ampliando o seu letramento através de uma competição saudável. Confira!

 

 

 

O Soletrando da Copa, de forma lúdica e muito mais interessante, favorece maior assimilação de palavras novas e o mesmo tempo reforça conhecimentos anteriores.

Foi realizada uma competição onde todos os alunos da turma puderam participar através de grupos com nomes de alguns países participantes da Copa do Mundo 2018.

 

 

Segunda fase do Soletrando da Copa

 

 

O objetivo deste projeto é incentivar os educandos, através de uma competição saudável, à expansão do vocabulário, da ortografia correta, ampliando o processo de alfabetização. Além de incentivar e despertar o interesse pela língua estrangeira.

 

O Soletrando da Copa foi uma competição que envolveu os vinte e cinco alunos da turma. Cada um foi inserido num grupo de cinco alunos que representavam um país participante da Copa do mundo 2018. Os responsáveis foram de suma importância, pois incentivaram e ajudaram no estudo das palavras.

 

Material de estudo

 

Na parte de Língua Portuguesa, foram utilizadas as fichas com listas de palavras trabalhadas com a turma desde o início do ano letivo através de leitura, ditado, reescrita das mesmas em sala de aula e de atividades de casa.

Em Inglês, a ideia inicial era proporcionar uma maior interação entre o corpo docente e a língua inglesa no intuito de otimizar o processo de ensino e aprendizagem, oportunizando uma qualidade maior no processo de alfabetização, e na perspectiva do letramento também em uma língua estrangeira.

O aluno que não compareceu ou que ao soletrar errou alguma letra, acento (agudo ou circunflexo) ou qualquer sinal gráfico (cedilha, hífen, til) foi desclassificado pela soletração incorreta.

Na 1ª fase uma criança por vez em cada grupo foi selecionada para soletrar a palavra lida pela professora regente. Ao final desta, foram classificados para a segunda fase dois alunos por grupo.

Nesta nova etapa (2ª fase) os alunos classificados foram colocados frente a frente, divididos pelos respectivos países ali representados. Ao final desta passaram para a semifinal cinco alunos, ou seja, um por grupo.

Na semifinal os alunos começaram a treinar com o professor de Inglês as palavras da soletração final. No dia da disputa, os concorrentes foram posicionados lado a lado. Saíram para a grande final três alunos representando os seguintes países: Argentina, Japão e Brasil.

 

Premiações

 

A grande final ocorreu no dia 11 de junho de 2018, a qual foi muito disputado entre os participantes. Os alunos que não estavam disputando o título de campeão do soletrando da Copa ficaram na torcida por seus colegas. Os concorrentes ficaram lado a lado e depois de muita emoção, o grande vencedor foi o aluno Gabriel que representava o Japão, em segundo lugar ficou o João Paulo representando a Argentina e o Terceiro lugar foi para o Henrique que não pode comparecer, mas estava na final.

Participaram deste projeto todos os alunos da turma 1.201, a estagiária Lyvia, alunas do 6ºano experimental da escola: Raysa de Oliveira e Aline Barros.

Os resultados obtidos demonstraram uma melhora na leitura, escrita e estimulou nos alunos a espírito competitivo saudável.

 

Assista ao vídeo com a demonstração de parte do projeto:

 

 

Parabéns pelo trabalho realizado pela escola, alunos e professores! 

 

Texto enviado por:
Professora Adalgisa Conceição Ferreira da Silva

 

Sobre a escola:

Unidade Escolar: Escola Municipal Alfredo de Paula Freitas
Diretor: RITA DE CASSIA BRAGA DE SOUZA
Endereço: Rua Gustavo de Andrade 290, Irajá
Telefone: 3372-5009 | 3372-5139
E-mail: empfreitas@rioeduca.net 


   
           



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Quinta-feira, 09/08/2018

Projeto "Entre imagens e palavras", turma 1202 e a professora Denise Barreto

Tags: 9cre, alfabetização, escrita, experiência.

 

Entre imagens e palavras, é o título do projeto idealizado pela Professora Denise Barreto de Resende, professora da turma 1202, do CIEP Francisco Cavalcante Pontes de Miranda.

 

 

 

A professora Denise Barreto de Resende é regente da turma 1202 no CIEP Francisco Cavalcante Pontes de Miranda, da 9ª CRE. Apesar de ter experiência com todos os anos do Ensino Fundamental I, são os três primeiros anos que a encantam, já que nesta fase as crianças estão em processo de alfabetização (no seu sentido mais amplo).

 

O trabalho desenvolvido no 1º semestre com a turma do 2º ano envolveu a oralidade, produção de texto e análise da língua: princípios que organizam o trabalho pedagógico na alfabetização. E, teve por objetivo:

 

  • Valorizar a leitura de imagens como forma de conhecimento e fruição;
     
  • Desenvolver a expressão oral das crianças sobre a leitura que fazem das imagens;
     
  • Reconhecer e produzir uma sequência narrativa, por meio de imagens, que tenha princípio, meio e fim; 
     
  • Construir a escrita adequada ao leitor e aos objetivos da comunicação.
     


Com o foco na aprendizagem de seus alunos, a Profª Denise elabora atividades que os levem a desenvolver a oralidade, a refletir sobre a escrita e a se perceberem como protagonistas de sua prática.
 

RELATO DA PROFESSORA:

 


"Início do ano, momento de diagnose e organização do planejamento. Enquanto planejamos e replanejamos, chega o momento das primeiras Avaliações Bimestrais. A prova de Alfabetização Escrita tem uma maneira própria de ser aplicada, pois apesar de ser padronizada, as estratégias para sua aplicação são individuais, podendo ser realizada em pequenos grupos, com a turma toda, individualmente na mesa da professora. A última questão costuma ser uma produção textual a partir de imagens (histórias em sequência). Ouço de um aluno a seguinte afirmação: “Não quero escrever nada, esta história não tem graça.” Disponho para a turma a questão da prova. Incentivo os alunos a construírem a história oralmente. Muitas sugestões aparecem. Pergunto para eles se gostaram. Alguns dizem que sim, outros que não. Contudo, o que fazer para que este aluno se motive a escrever? Proponho então uma atividade: Que tal produzirmos nossas próprias histórias e serão vocês os personagens? “Tia, a gente vai ficar no lugar do tatu e do macaco?”, “Pessoal, vamos fazer! A gente vai ficar famoso!”. Depois de rirmos um pouco com as afirmações de Guilherme, combinamos a atividade para depois das provas."


"Considero imprescindível planejar atividades significativas, escolhidas por serem de interesse do grupo. Os Cadernos Pedagógicos, os Descritores, as Orientações são suportes que pretendem nos nortear. Contudo, em meu trabalho, não se encerram em si mesmos, tornam-se pontos de partida para uma aprendizagem do aluno visto como sujeito. Para isto, é preciso dar voz a ele, compreender que cada um tem o seu tempo, entender que as crianças chegam com muitos saberes e ao longo do percurso adquirem outros saberes também relevantes para sua vida em sociedade."

 


Desenvolvimento:

A proposta inicial foi criar histórias em sequência. Os alunos seriam os personagens e as imagens seriam produzidas através de fotografias. O trabalho foi dividido em etapas, são elas: 

 

1. Organização dos grupos


Para cada atividade, analiso como esta será organizada: individualmente, duplas ou grupos..


2. Temas das histórias...


É comum elencar temas para histórias. Desta vez, a proposta era escolher os lugares onde ela aconteceria com o objetivo de ampliar o olhar para outros espaços.Foram escolhidos a sala de aula, sala de leitura, pátio, refeitório, parquinho e horta.

 

3. Sorteio 

Cada grupo escolheu o aluno que iria sortear o lugar.

 

4. Pensando na história...

- Tia, a nossa história vai ser no pátio. Mas o que a gente pode fazer?
- O que vocês costumam fazer no pátio?
- A gente faz fila, brinca de roda...
- Então, escolhe uma dessas e comece a história por aí. O que acha?
- Isso! Já tenho uma ideia...
Cada grupo foi pensando e produzindo oralmente o roteiro de suas criações.

 

5. Hora de fotografar.


Foram produzidas histórias de acordo com o que as crianças planejaram. Eles se organizavam nos espaços e a professora tirava as fotos. 

 

 

 

 

  

 

 

Fotos de um grupo de crianças registrados no lugar escolhido: o parque

 

 

  

 

 

 

 

  

Outro grupo de crianças no espaço do parque

 


6. Apresentação


Depois que as fotos estavam organizadas, foi pedido aos alunos que se apresentassem para a turma, assim todos poderiam conhecer as histórias. Cada grupo se organizou da maneira que achou melhor. Veja aqui esta experiência em vídeo. 

 

7. Hora de escrever...

Que momento intenso, rico! Todos falando ao mesmo tempo, discutindo. Nesta hora, foram provacadas algumas reflexões: Como se escreve? Que letra usar? É igual? Diferente? 

Clique aqui para ver algumas escritas espontâneas. 

 

8. Revisão e reescrita


Hora de olhar para o texto e fazer a análise da língua. Este é um momento necessário que faz parte do processo. Por que esta letra e não outra? Muitas repetições? ÃO ou AM?
 É considerável compreender que cada grupo tem sua especificidade e por isso, a forma de fazer as mediações podem e devem variar.

 

9. Publicação e leitura

Com os textos revisados, organizamos os cartazes e aproveitamos para fazermos a leitura em voz alta. Cada grupo elegeu seu leitor.

Video com as histórias: clique aqui para assistir!

 

10. Desafio: Fazer uma história coletiva utilizando as mesmas fotos.


As tempestades de ideias foram surgindo. E, eu como professora fui a escriba. As poucos, o texto foi se desenhando e ao final houve uma votação para o nome da história.

 

 

Texto coletivo elaborado com as crianças em forma de desafio

 

 

Para a professora Denise, o espaço que se constrói em sala de aula precisa ser pensado como um lugar em que as crianças se movimentem com autonomia, que promova diferentes possibilidades de articulações de sentidos, revelando e constituindo conceitos. Dentro desta perspectiva, o professor é o mediador, o facilitador do processo de aprendizagem.

 

Esta posição, assumida pelo docente, se constitui a partir de um trabalho que favorece o estudo da linguagem como forma de interação no contexto escolar. Além disso, as relações que se fazem em sala de aula, com suas duplas, nas rodas de conversa, nas interações uns com os outros, são importantes para compreendermos o crescimento dos alunos individualmente e entre seus pares. Assim, todas as etapas da atividade envolveram um tipo de aprendizado e de troca. 

 

Os estudantes tiveram a oportunidade de desenvolver a oralidade através das histórias, enxergar-se capazes de produzir um texto com autonomia (escrita espontânea), perceber que há necessidade de reescrita e revisão do próprio texto, além de aprender a se respeitar em seus grupos.

 

"Pude avaliar constantemente cada um de meus alunos, através das frequentes interações que eu promovia, nas quais eles expressavam sua compreensão do que estava sendo proposto, além de trazerem contribuições para o (re)planejamento da continuidade das atividades em sequência didática. Percebi também como foram significativas as atividades coletivas, pois houve um reflexo nas atividades individuais. Enfim, levamos três semanas para realizarmos esta atividade. Enfrentamos os desafios do dia a dia da sala de aula, contamos com a parceria de outros professores, compartilhamos nossos saberes com outros pares, nos orgulhamos do trabalho realizado! Apesar de todas as dificuldades que enfrentamos, é possível promover uma aprendizagem significativa, repleta de sentidos, dando vez e voz ao seu aluno." Prof. Denise Barreto

 

Parabéns à professora Denise e a Turma 1202 pelas experiências vivenciadas com a escrita de forma significativa! 

 

Quer saber mais, entre em contato:

CIEP Francisco Cavalcante Pontes de Miranda

Endereço: Estr. Moriçaba, S/N - Campo Grande, Rio de Janeiro - RJ, 23016-620

Telefone: (21) 3364-1620

Profa Denise Barreto de Resende

E-mail: deniseresende@rioeduca.net
 


 


 


   
           



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Quarta-feira, 08/08/2018

Projeto Copinha

Tags: 3ªcre, copa, alfabetização.

 

Projeto Copinha, idealizado pela equipe pedagógica da Escola Municipal Professora Vera Saback Sampaio, promoveu interação, trabalhou conceitos relativos à socialização e cooperação entre os alunos.

 

   

 

A Copa do Mundo de Futebol de 2018 foi disputada na Rússia, o maior país do mundo, entre os dias 14 de junho e 15 de julho e nesse contexto, a Escola Municipal Professora Vera Saback Sampaio planejou desenvolver competências pedagógicas nas áreas: social, intelectual, política e cultural. Dessa forma, a proposta, Projeto Copinha, pretendeu aproveitar o evento mundial para promover o enriquecendo das aulas, através de pesquisa da história e cultura dos países participantes da Copa do Mundo.

 

 

 

O Projeto busca levar o educando da turma de alfabetização a conhecer, valorizar, respeitar e desfrutar da pluralidade de manifestações culturais de diferentes países do mundo. Na abertura da copinha foi realizada a entrada das delegações com suas bandeiras, a execução do hino nacional brasileiro e a realização do juramento do atleta, dando, assim,  início aos jogos.

Vale ressaltar, que nesse dia a escola foi aberta aos responsáveis.

 

 

 

 

Durante o evento, cada turma representou um país participante da Copa do Mundo 2018. Para isto, até a semana anterior ao evento, foi realizado um sorteio, na presença de um professor de Educação Física, um representante de PII e um representante da direção, a fim de definir o país que cada turma iria representar. 

Cada grupo trabalhou em sala um pouco da história e da cultura do país que representaria. Os países sorteados foram: BRASIL, ESPANHA, FRANÇA, CROÁCIA, ARGENTINA, ALEMANHA, COLÔMBIA, COSTA RICA, EGITO, PERU, SUÉCIA, PORTUGAL, SENEGAL, RÚSSIA, URUGUAI, POLÔNIA, INGLATERRA E BÉLGICA. 

 

 

  

 

 

O objetivo geral foi fazer com que os alunos conhecessem aspectos políticos, econômicos, históricos, geográficos e culturais dos países participantes da Copa do Mundo, através da pesquisa.

Destaca-se que o projeto, também, promoveu uma integração entre os alunos da escola e entre os integrantes da comunidade escolar.

Ao final da “copinha” todos os nossos alunos e professores ganharam medalha de participação.

 

 

 

 

Cada disciplina estabeleceu seus objetivos com a execução da Copinha, são eles:

Educação Física - Promover a interação entre os alunos, entender a importância do evento Copa do Mundo, trabalhar coordenação motora, lateralidade e cooperação, trabalhar regras dos jogos e respeito aos adversários.


Matemática - Identificar figuras geométricas contidas dentro de um campo de futebol, construir gráficos para avaliar o desempenho das seleções, identificar quantidade relacionando os gols e a representação numérica.


Português (Leitura) - Trabalhar a leitura explorando a brincadeira: O que é,o que é?, trabalhar a escrita,utilizando o alfabeto móvel.


História - Expor os cinco títulos mundiais da seleção brasileira através de uma linha do tempo.


Inglês - Trabalhar o vocabulário em inglês, através da escrita de data e palavras (copa do mundo e Brasil) e explorar a oralidade pronunciando as cores (amarelo, azul e verde) em inglês.

 

 

 

 

 

Parabéns pelo trabalho, foi uma goleada de conhecimentos!

 

Equipe Gestora da Escola Municipal Professora Vera Saback Samapaio:

Diretora Geral: Carla Cristina

Diretora Adjunta: Luciana Manhães

Coordenadora: Danilele Lemos 

 

Quer saber mais sobre:

Unidade escolar: Escola Municipal Vera Saback Sampaio

E-mail: emverasampaio@rioeduca.net 

 

Parabéns! Escola Municipal Vera Saback Sampaio pelo trabalho desenvolvido. 

 


   
           



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