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Quinta-feira, 20/04/2017

Feira de Ciências no EDI Prof. Sirléia: Corpo humano, máquina da vida!

Tags: 9ªcre, feira, ciencias, edi, corpo, humano.

 

As crianças do EDI Prof. Sirléia Silva Reis, através do tema “Corpo humano: Máquina da vida”, tiveram a oportunidade de pesquisar, explorar, vivenciar, sentir, pensar sobre o funcionamento do corpo humano. Suas experiências nesta aventura fizeram parte da I Feira de Ciências, que aconteceu no dia 31 de março e reuniu a equipe e familiares para acompanhar as descobertas e aprendizagens das crianças.

 

 

É através do corpo que a criança interage com o meio e quando ela tem uma imagem do seu corpo, quando ela conhece adequadamente ele, ela o usa como ponto de referência para a sua aprendizagem. É importante que ela conheça: o corpo, os órgãos e suas funções. Esse conhecimento de que ela tem dois olhos, uma boca, dois pés, duas mãos, etc, é que lhe dará conhecimento do esquema corporal que, por sua vez, regula a postura e o equilíbrio, que lhe permitirá conhecer alto, baixo, na frente, atrás, direito, esquerdo, assim como o domínio de seus atos motores.

 

“Uma das principais justificativas para trabalhar o corpo humano com as crianças é que elas já têm uma curiosidade natural sobre o tema, que pode ser estimulada e ajudará a abordar outros temas relacionados, tais como: saúde, higiene, identidade e também as diferenças.”

(Professora Tatiane Bernardino, turma Pré Escola II)

 

 

É através desse conhecimento que a criança terá noção de espaço e delimitações, que depois serão indispensáveis para a aprendizagem da escrita e leitura, por exemplo. Sendo assim, uma criança que não desenvolveu a imagem e o esquema corporal, poderá ter sérios problemas na aprendizagem, pois conceitos básicos não foram adquiridos, não lhes foi dado significados e a base de uma boa aprendizagem começa aqui, na primeira infância.

 

 

As ações no dia a dia com as crianças no EDI Prof. Sirléia desdobraram-se em diferentes atividades: Registros e experiências sobre esquema corporal; Os sentidos; O que tem dentro da gente? (principais órgãos); - Os ossos; - Dentição e a saúde bucal; - A água no nosso corpo. O documento Orientações Curriculares para a Educação Infantil, no que diz respeito ao trabalho pedagógico com as ciências sociais e naturais, afirma a importancia do educador efetivar as possibilidades de desenvolvimento das crianças e de sua relação com o mundo, instigando-as, incentivando-as, desafiando-as na organização interna de informações. Encorajando-as a fazerem perguntas e a construir conhecimentos por meio da observação, formulação de hipóteses, experimentação, registro, comunicação e interpretação de resultados.

 

 

“Durante o mês de março alunos e professores engajaram-se nessa proposta e capricharam nas construções. No dia da mostra a maior participação foi das crianças, que demonstraram muita sabedoria ao tratar dos assuntos pesquisados.”

(Diretora Cátia Silene)

 

 

Parabéns a toda equipe do EDI Prof. Sirléia da Silva Reis pelo sucesso da I Feira de Ciências!

 

 

Dados da Unidade:

EDI (09.18.815) Professora Siléia Silva Reis

Estrada João Gualberto Braga, s/n, em Campo Grande

Telefone: 3394-2912

email: edisreis@rioeduca.net

Diretoras: Catia Silene e Luciana


   
           



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Quinta-feira, 13/04/2017

A 9ªCRE é um lugar de paz!

Tags: 9ªcre, paz.

 

As escolas da 9ª Coordenadoria Regional de Educação e de toda Rede Pública Municipal de Educação, no dia 06 de abril, dedicaram-se à memória da aluna Maria Eduarda e realizaram ações em defesa da paz na cidade do Rio de Janeiro. Diretores, professores, funcionários e alunos realizaram passeatas, discussões, produziram cartazes e trabalhos sobre a temática. Pais e responsáveis se envolveram nesta ação pela cultura da paz.

 

 

Campo grande, Cosmos, Inhoaíba, Santísssimo... todos os bairros da 9ªCRE são lugares de PAZ!

 

A Escola Municipal Ministro Alcides Carneiro mobilizou os alunos e a comunidade em geral para a campanha “Aqui é um lugar de paz”, promovendo atividades com alunos e funcionários sobre a paz que buscamos e que devemos semear para o nosso bairro, nosso município, nosso estado. Foi um dia de reflexão entre alunos, professores e funcionários sobre violência e paz, além de reuniões com responsáveis para abordar o tema e buscar atitudes e medidas que possam garantir a segurança na escola e no entorno dela. Tivemos ainda a apresentação da peça teatral “Quem é você” que aborda o combate ao bullying.

 

 

 

A E. M. Guandu (09.18.072) apresenta o projeto desenvolvido em virtude da tragédia ocorrida na semana passada. Foram realizadas várias atividades em Sala de aula, discutindo valores e atitudes que proporcionam a PAZ. Foi realizado um ato com os alunos em favor da Paz e contra a violência.

 

 

 

Outras unidades registraram de maneira especial este momento.

Escola Municipal Jair Tavares:

 

 

Escola Municipal Presidente Nereu Ramos:

 

 

 

Escola Municipal Charles Péguy:

 

 

CIEP Gaspar Emery:

 

 

Espaço de Desenvolvimento Infantil Prof. Teresinha Brown:

 

 

 

EDI Profa.Eugênia de Almeida Azevedo:

 

Parabenizamos a todas as unidades da 9ª Coordenadoria Regional de Educação e rede municipal pela mobilização. Que a PAZ esteja conosco!

 

 


   
           



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Quinta-feira, 06/04/2017

Na E. M. Prof. Antonio Boaventura o Mosquito não se cria: caia na folia!

Tags: 9ªcre, campanha, dengue, primario, carioca.

 

A prefeitura do Rio de Janeiro lançou a campanha “Aqui mosquito não se cria”, na Rede Municipal de Ensino, para intensificar o combate à proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor dos vírus da dengue, chikungunha, zika e febre amarela. A Escola Municipal Prof. Antonio Boaventura, certa da importância da campanha e do papel da escola como veículo multiplicador de ações que visem o bem estar da Comunidade Escolar, iniciou uma mobilização com a intenção de envolver toda a comunidade na campanha contra as arboviroses.

 

 

O  foco principal do projeto "Aqui o mosquito não se cria: caia na folia!" é ressaltar a importância da colabor(ação) de todos no controle e combate à endemia. Ao longo do período do projeto foram desenvolvidas ações que visaram:

 

  • Intervir na manutenção da saúde local, buscando uma sensibilização social e física da comunidade escolar e da comunidade civil local sobre a importância da prevenção e combate dos criadouros do mosquito Aedes aegypti, partindo do ambiente escolar para o ambiente comunitário;
     
  • Promover a saúde na escola e na comunidade local;
     
  • Permitir o conhecimento acerca da Dengue, zika vírus e chikungunya;
     
  • Investigar e discutir as condições ambientais da comunidade e possíveis criadouros;
     
  • Discutir as formas de combate ao mosquito Aedes aegypti;
     
  • Sensibilizar aos alunos e as pessoas da comunidade local sobre a gravidade das doenças e que a sua prevenção depende da ação ambiental consciente de cada cidadão. 

 

 

 

Como forma de sensibilização, foram promovidas discussões dirigidas nas salas de aula com a participação dos alunos. E os mesmos foram motivados a fazer uma investigação das condições de moradia e salubridade em suas próprias casas para eliminação de possíveis criadouros.

Em seguida, foi realizada uma palestra sobre a dengue, zika vírus e chikungunya no auditório da escola em parceria com o Posto de Saúde que atenda a comunidade escolar. Foram exibidos vídeos informativos sobre o Aedes aegypti e seu ciclo de vida, para os alunos e pessoas da comunidade local. 

 

 

As turmas se organizaram e elaboraram material para a campanha. Foram produzidas frases, cartazes e panfletos preventivos de combate ao mosquito transmissor. Além disso, os alunos confeccionaram murais e criaram paródias.

Foi realizado um mutirão de fiscalização de possíveis focos do mosquito dentro do espaço escolar e no entorno da comunidade da U.E. com a participação dos alunos, professores e funcionários.

 

 

 

 

Houve ainda a semana de mobilização, com uma caminhada na comunidade, recolhimento de possíveis criadouros nas ruas ao redor da escola, distribuição de panfletos informativos e com a divulgação de uma das paródias criadas pelos alunos da escola.

 


A comunidade foi bastante receptiva aos discursos dos alunos e professores, recebeu material informativo produzido pelas crianças e aprovou e apoiou a iniciativa da escola. Parabéns a toda comunidade escolar e alunos no envolvimento e participação da campanha "Aqui o mosquito não se cria: caia na folia!".

 

Dados da unidade:

Escola Municipal (09.18.099) Professor Antônio Boaventura

Rua Nova Era, s/n, Inhoaíba

Contato: 2323-7025

Diretoras: Adriana e Andrea

 


   
           



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Quinta-feira, 23/03/2017

Diagnose: investindo na alfabetização das crianças na 9ªCRE

Tags: 9ªcre, alfabetização, diagnose.

 

Ler, escrever e calcular são habilidades fundamentais para as crianças terem sucesso em sua trajetória escolar. Assim, iniciamos o ano letivo de 2017 com as orientações para a Diagnose das turmas de 1º, 2º e 3º ano do Ensino Fundamental. A Gerência de Educação da 9ª CRE se reuniu com os Coordenadores Pedagógicos para orientar sobre as atividades de diagnose com vistas a favorecer o processo de alfabetização de todas as crianças.

 

 

“Quando o professor começa a falar de escrita para as crianças, precisa lembrar-se de que a maioria delas já tem informações a respeito. Se ele fizer com que elas explicitem essas informações, conversando a respeito do que sabem, terá um bom motivo e um caminho interessante para ensinar a ler e a escrever.” (Cagliari, 2009, p.119).

 

A alfabetização é um momento muito importante na trajetória dos alunos. As habilidades de Leitura, Escrita e Matemática são fundamentais para seu sucesso escolar e são parte da Diagnose para alunos do 1º, 2º e 3º ano, encaminhada pela equipe da Coordenadoria de Educação, através da Circular E/SUBE/CED nº 004/2017. Para direcionar as orientações da CED sobre a realização da Diagnose, a equipe da Gerência de Educação da 9ª CRE reuniu-se com os Coordenadores Pedagógicos em fevereiro. 

 

 

O Coordenador Pedagógico é reconhecido como um par importante no processo educativo, por ser um parceiro do professor na realização do trabalho pedagógico e nas propostas para as crianças. Encontros e reuniões com boas discussões entre a GED e os Coordenadores Pedagógicos faz parte de uma parceria já antiga que contribui para o bom desempenho das escolas e repercurte na prática do professor.

 

 

A Professora Patrícia, da E. M. Mafalda Teixeira Alvarenga é regente de uma turma do 2º ano, que ela acompanha desde o 1º ano, no ano passado. Viveu os primeiros dias de aula conhecendo os momentos de aprendizagem de cada aluno e de toda a turma, e ainda firmaram juntos novos combinados para este ano letivo. O trabalho pedagógico visa ampliar as habilidades iniciais da alfabetização, por isso é importante conhecer o que sabem as crianças hoje e prosseguir com uma proposta de planejamento que torne as crianças capazes de cumprir habilidades básicas com relação a Leitura, Escrita, Matemática e as demais áreas.  

 

 

“Com a diagnose não se pretende buscar o que “falta”, mas sim o que cada criança já construiu e o que ainda precisa construir para conseguir apropriar-se da leitura e da escrita, desenvolvendo, concomitantemente, o seu raciocínio lógico. Esta é a função da escola: construir conhecimento.” (Caderno de Diagnose, 2017, p. 04 )

 

 

 

 

Professores e coordenadores pedagógicos devem informar as realidades diagnosticadas. Estas informações podem ajudar na construção das propostas de trabalho para a alfabetização de todas as crianças na idade certa, cumprindo as habilidades necessárias nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Com a avaliação das habilidades das crianças, das turmas e escolas nas mãos, Gerência de Educação, Coordenadores Pedagógicos e professores podem construir caminhos com ações específicas para o sucesso escolar dos alunos na 9º CRE.
 


   
           



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