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Sexta-feira, 17/08/2018

Rimas na Alfabetização: Caminhos para Leitura e Escrita

Tags: redescobrindo, youtubers, 7ªcre.

 

Redescobrindo as Rimas

 

 

As rimas são ótimos recursos para despertar nas crianças o prazer pela leitura e escrita. Os pequenos se encantam com a sonoridade das palavras e se divertem com a possibilidade mágica de construir suas próprias combinações.
 

 

As palavras realmente são mágicas e nos apresentam milhares de possibilidades!

 

Por isso a dica de hoje começa com a indicação do livro: "O Livro Mágico".

 



Essa história nos mostra o poder que as palavras têm, e a rima é um desses poderes. Após a leitura, os alunos da Escola Municipal Desembargador Ney Palmeiro foram convidados a fazerem suas criações.

 

 

 

 


Cada aluno recebeu uma palavra e a missão de fazer uma ilustração que rimasse com ela. Após muita diversão construíram um cartaz coletivo:

Ainda no clima das rimas, os alunos do segundo ano tiveram a oportunidade de assistir ao vídeo “Redescobrindo as Rimas” elaborado pelas professoras Youtubers e disponível no link:



 

A videoaula inicia-se com um problema, como fazer uma música para o canal “Redescobrindo”?


 

 


É claro que a turminha já tinha a resposta na ponta da língua e sabiam que as rimas eram a solução que a tia Ju e a tia Ly procuravam!

 

 



E para continuar a diversão, a videoaula interativa apresenta às crianças um jogo no qual elas devem descobrir quem mora nas casas apresentadas por meio da rima com o nome dos animais!

 

 

E ainda dois jogos com a rima como tema principal:

 

 

Depois de assistir ao vídeo...Mãos à obra!


Segundo Emília Ferreira as mãos são a porta de entrada para o cérebro. E nesta atividade, constatamos que quanto mais oportunidade as crianças têm de manipular objetos e trabalharem os sentidos, mais eficiente se torna o processo de aprendizagem.

 



Para Vygotsky o jogo tem grande importância no processo criativo, pois a imaginação estimulada por eles contribui para expansão das habilidades cognitivas. Sendo assim, por que não experimentar outros jogos? A diversão propiciada pelas rimas foi o gatilho para utilização de jogos de formação de palavras.

 

 

E assim, mais uma vez os alunos aprenderam brincando... E entre uma risada e outra construíram importantes conceitos e aprimoraram sua habilidade de leitura e escrita!

 

Quer saber mais sobre?

Unidade Escolar: E.M. Desembargador Ney Palmeiro

E-mail: empalmeiro@rioeduca.net

Tel.: 2408-6042 / 2408-5482

 

Contato para publicações:

 


 


   
           



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Terça-feira, 07/08/2018

EDI Felipe Chega ao Japão!

Tags: 7ªcre, projetos, japão.

 

O EDI Medalhista Paralímpico Felipe de Souza Gomes está desenvolvendo o projeto anual EDI Felipe faz a volta ao mundo. No segundo bimestre os alunos conheceram parte da história e da cultura do Japão. Confira o relato enviado pela unidade escolar e siga junto nessa aventura: EDI Felipe chega ao Japão!

 

Dando continuidade ao trabalho do bimestre anterior, o EDI Felipe de Souza Gomes continua sua aventura, buscando novas culturas e novos destinos!

Após viajar pela América do Sul e Central, chegou o momento de explorar mais um continente, a Ásia, tendo como primeira parada o Japão!

 

       Apresentação dos alunos para a comunidade escolar.

 

É importante ressaltar, que o projeto "EDI Felipe faz a volta ao mundo" visa possibilitar o conhecimento e a valorização de diferentes culturas através de uma viagem pelos continentes e seus principais países.

Ao desembarcar no Japão, os alunos do EDI puderam conhecer diferentes aspectos do país, como a arte do origami e kirigami, assim como, os ideogramas e seus significados. Durante essa viagem, também foram encontrados o Maneki Neko, conhecido no Japão como o gato da sorte, o Monte Fuji e a Sakura (as lindas cerejeiras, que em época de floração são motivo de grande celebração no Japão).

 

   Exposição de trabalhos 

 

Ao estudar os hábitos, costumes e história foram abordados alguns aspectos como as vestimentas tradicionais dos japoneses, os leques e instrumentos musicais como o taiko. O mangá e sua estética também foram trabalhados, especialmente pelas turmas da pré-escola.

A fim de relacionar a cultura japonesa com a do Brasil foi realizada uma apresentação de teatro de varetas, na qual uma menina japonesa fazia amizade com uma brasileira e assim elas trocam muitas informações sobre suas culturas e países.

 

 

     Representação de vestimenta tradicional do Japão.

 

 

Ainda a bordo, o EDI pôde ampliar o conhecimento sobre o Japão a partir de uma encenação baseda na Lenda do Tanabata, realizada pela equipe do maternal 2, que teve como público as crianças dos diversos segmentos.

 

 

      Representação da Lenda do Tanabata.

 

 

Sala decorada com símbolos da cultura japonesa.

 

Para celebrar, no dia 11 de maio os alunos do EDI convidaram seus responsáveis para embarcarem juntos rumo ao Japão, através das atividades desenvolvidas sobre a cultura japonesa. Nesse dia, houve, ainda, uma celebração muito especial o "Ha ha no hi" ( Dia das mães do Japão). 

Dessa forma, a viagem pelo Japão foi encerrada e celebrada com um dia repleto de atividades, apresentações e homenagens das crianças aos seus convidados que puderam, inclusive, levar lindas lembranças confeccionadas pelos pequenos. 

 

 

                              Parabéns a todos os envolvidos pelo trabalho realizado!

 

 

 

Contato para publicações:

robertavitagliano@rioeduca.net

 

Contato do EDI Medalhista Paralímpico Felipe de Souza Gomes:

edimgomes@rioeduca.net

 

 


   
           



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Sexta-feira, 03/08/2018

O Lúdico e a Tecnologia na Matemática

Tags: redescobrindo, youtubers, 7ªcre.

 

Redescobrindo a Soma: O Lúdico e a Tecnologia na Matemática 

 

Na Escola Municipal Desembargador Ney Palmeiro os alunos não tem medo da Matemática! Com o auxílio de alguns recursos, as crianças do segundo ano têm descoberto que os números e as contas servem para facilitar a nossa vida e nos ajudar a resolver problemas do nosso cotidiano.

Para desconstruir a ideia de que a matemática é uma matéria difícil, as professoras que são Youtubers: Juliana e Lyvia, docentes do segundo ano, começaram a aula com o vídeo “Redescobrindo a Soma 2” disponível no Youtube:

 


A videoaula apresenta uma série de jogos e brincadeiras que criam um contexto informal, no qual a criança sente-se mais a vontade para aprender. A abordagem lúdica aproxima-se do universo infantil e possibilita a construção do pensamento.

 


 

A videoaula apresenta o quadro valor de lugar como um prédio de dois andares, com apartamentos bem pequenos que só cabem um morador e no qual o resultado mora sempre no andar térreo. Os alunos demonstram muito interesse pela dramatização protagonizada pelos elementos matemáticos.

 



 


Mantendo o contexto lúdico da aula propiciado pelos jogos, após assistirem aos vídeos, as professoras mediaram o desenvolvimento de adições utilizando o cenário de um trecho do vídeo. Para os alunos com maior dificuldade, foi oferecida a oportunidade de manipular mais um dos recursos do canal “Redescobrindo”.

 



Este recurso permite que a criança possa compreender como os números podem ser representados de maneira concreta por meio da utilização dos dedos. Essa estratégia auxilia a realização de contas com parcelas.
 

Para avaliar a compreensão dos alunos foi realizada uma gincana de cálculos. Esse tipo de atividade, além de fixar os conteúdos pretendidos, aprimora o espírito de equipe, estimula a participação ativa da criança, possibilita o desafio, o pensamento o teste de hipóteses, e possibilita o encontro da criança com o erro, que é devidamente conduzido como uma estratégia de aprendizagem para todo o grupo.

 


 

Foi proposta ainda a realização de um mercadinho, no qual os alunos foram apresentados a situações envolvendo dinheiro que deveriam ser resolvidas com a realização de cálculos, com auxilio de uma máquina registradora infantil.

Para concluir os alunos assistiram ao desafio do descobridor proposto pela videoaula:

 


 

E tiveram a oportunidade de realizá-lo como uma atividade avaliativa. O resultado foi muito positivo, mostrando mais uma vez que as inovações tecnológicas e a ludicidade dos jogos são importantes aliados para a aprendizagem. Experimente você também a proposta “Redescobrindo”. A Escola Municipal Desembargador Ney Palmeiro tem utilizado as aulas do canal e tem obtido resultados progressivos com seus alunos.

 

Quer saber mais sobre?

Unidade Escolar: E.M. Desembargador Ney Palmeiro

E-mail: empalmeiro@rioeduca.net

Tel.: 2408-6042 / 2408-5482

 

Contato para publicações:


   
           



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Terça-feira, 24/07/2018

Arte e Consciência Espaço-Corporal na Educação Infantil

Tags: 7ªcre, projetos.

 

A professora Iolanda Rodrigues Nunes, do EDI Maria Berenice Parente, enviou um relato sobre atividade desenvolvida com a sua turma EI- 44( Pré I) envolvendo a diversidade cultural das regiões brasileiras.


Iolanda  Rodrigues Nunes, professora no EDI Maria Berenice Parente, conta como trabalhou com seus alunos do EI – 44 estudos sobre as regiões brasileiras: Confira  o relato da professora:

 

Durante o 1º bimestre de 2018, desenvolvemos estudos sobre a Região Sudeste, atendendo aos objetivos do Projeto Pedagógico geral do EDI Professora Maria Berenice Parente, que tem como tema “A Diversidade Cultural das Regiões Brasileiras: um enfoque na Educação Infantil”.Durante os estudos realizados, as crianças foram convidadas a fazer uma “viagem” pela Região Sudeste, conhecendo vários aspectos culturais de cada Estado.

Nesse contexto, as crianças conheceram diversos pontos turísticos, comidas, músicas e danças típicas. A data da culminância do 1º bimestre, prevista para o dia 27 de abril, já era do conhecimento de todos na escola, inclusive das crianças e de seus familiares.

 


Sendo assim, começamos os preparativos para essa data tão esperada. Afinal, as crianças sabiam que seus familiares iriam comparecer à escola para verem de perto seus trabalhinhos.


Certo dia perguntei às crianças: “Qual trabalhinho vocês querem levar para o dia da nossa apresentação?” As crianças responderam: “As carinhas dos amigos!”. “Perfeito!” respondi. E prossegui com o seguinte comentário: “Além desse trabalhinho, que foi muito legal, precisamos levar algo para representar a Região Sudeste”. Então perguntei: “Do que vocês mais gostaram na Região Sudeste?” Elas responderam: “As praias!” Prossegui: “Como podemos representar as praias?” Elas responderam: “Com água!” “Com areia!” “Com coqueiro!” Ah, que legal! Comentei. E o que vocês acham que podemos fazer para contribuir com a arrumação do espaço para o dia da nossa apresentação? As crianças responderam: “Com coqueiro!”


Fiquei surpresa com a resposta, pois o coqueiro não tinha sido algo que tivéssemos estudado ou enfatizado em nossas conversas e leituras. Esperava por “pandeiro”, por ter sido um instrumento que utilizamos muito ou quem sabe algum ponto turístico. Mas, enfim, resolvi acatar a vontade das crianças e falei para elas que iria pensar em como fazer um coqueiro.


No dia seguinte, comentei que ainda não tinha conseguido imaginar como levar um coqueiro para o espaço da apresentação de nossos trabalhos. Perguntei se elas tinham alguma ideia. Foi quando algumas crianças responderam: “Vamos desenhar!” “Um coqueiro grande ou cada um desenha o seu?” perguntei. “Um bem grandão!” responderam.


“Tive uma idéia! O que vocês acham de fazermos um quebra-cabeça de coqueiro?” Todas acharam legal. Iniciei expondo minha ideia no quadro branco. Disse que traria recortes de papelão para que cada criança pintasse utilizando pincel e tinta guache e que depois iríamos juntar as partes para montar o coqueiro. “O que vocês acham?” “Muito legal!”, responderam.


Então peguei uns pedaços de papelão que tinha sobrado de outra atividade e recortei em várias partes menores de forma que todas as crianças recebessem uma parte para colorir.No dia em que realizaram a atividade todas estavam muito animadas em utilizar pincel e tinta guache.

 

  Crianças pintando as partes do coqueiro.

 

Finalmente as partes foram pintadas. Coloquei tudo para secar ao sol enquanto elas dormiam na hora do sono.Quando acordaram, as partes já estavam secas. Ao retornarem do lanche, fizemos uma rodinha. Cada criança recebeu uma parte do coqueiro e iniciamos o quebra-cabeça.


Realmente não foi muito fácil. Gastamos um bom tempo em tentativas e erros. Até que chegamos a um produto final considerado satisfatório para o grupo.Fiz mais uma provocação: “Como iremos juntar essas partes de forma que elas não caiam quando levantarmos o coqueiro?” Todas responderam que teríamos que colar. Peguei a cola e começamos a colar as partes. Porém, como o papelão era pesado, não estávamos conseguindo firmar as partes com a cola. Estávamos diante de mais um desafio.


Uma criança sugeriu que costurássemos as partes. Respondi que não tinha uma agulha tão grossa. Fez-se um breve silêncio. Sugeri que usássemos o grampeador. Peguei o grampeador na minha gaveta e comecei a grampear as partes do nosso coqueiro. E não é que deu certo!!!Depois de montar todo o coqueiro, falei que iria deixá-lo no chão da nossa sala até que pudéssemos levá-lo para o espaço destinado a nossa apresentação.


Foi quando uma criança se deitou ao lado do coqueiro dizendo que queria aproveitar um pouco da sombra. Todos deram uma boa risada e eu aproveitei o momento engraçado para fotografar. Então todas as crianças quiseram deitar-se à sombra do coqueiro. Foi uma brincadeira inesperada e muito divertida que aproveitei para introduzir mais uma aprendizagem. Falei que poderíamos comparar o tamanho do coqueiro com o tamanho de cada criança. A partir dessa brincadeira as crianças começaram a perceber o seu próprio tamanho em relação ao coqueiro e a comparar o tamanho entre elas.

 


       Montando as partes do coqueiro.

 

Tal atividade corrobora com a idéia de Siraj-Blatchford et al., 2002, no projeto chamado Researching Effective Pedagogy in the Early Years (REPEY). Os pesquisadores constataram que:


... os ambientes que particularmente encorajavam aquilo que a equipe de pesquisa chamava de “pensamento compartilhado e sustentado”, entre os adultos e as crianças, possibilitavam a estas um maior progresso cognitivo, linguístico, social e comportamental. O que o trabalho demonstrou foi que esse tipo de envolvimento entre adultos e crianças depende de os adultos observarem sensivelmente o que as crianças estão fazendo e o modo como exploram o mundo, de maneira que as discussões envolvam uma profundidade e um significado para todos os envolvidos. (...) Refletir sobre como as crianças interagem e sobre como nós interagimos com elas, é parte vital disso. Pensar juntos pode ser visto como outra maneira de falar sobre um pensamento compartilhado, sustentado e ligado integralmente a uma abordagem reflexiva da prática, como um elemento importante de um trabalho eficaz nos primeiros anos de aprendizagem.

 


Nessa perspectiva, foi uma atividade muito produtiva que integrou os 4 Campos de Experiências sugeridos pela BNCC e que me possibilitou observar o desenvolvimento de diversos objetivos relacionados a tais Campos.

 

A saber:

  • No campo “O eu, o outro e o nós”: Comunicar suas ideias e sentimentos a pessoas e grupos diversos; Demonstrar valorização das características de seu corpo e respeitar as características dos outros (crianças e adultos) com os quais convive.
  • No campo “Corpo, gestos e movimentos”: Criar com o corpo formas diversificadas de expressão de sentimentos, sensações e emoções, tanto nas situações do cotidiano quanto em brincadeiras, dança, teatro e música.
  • No campo “Traços, sons, cores e formas”: Expressar-se livremente por meio de desenho, pintura, colagem, dobradura e escultura, criando produções bidimensionais e tridimensionais.
  • No campo “Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações”: Estabelecer relações de comparação entre objetos, observando suas propriedades; Registrar observações, manipulações e medidas, usando múltiplas linguagens (desenho, registro por números ou escrita espontânea), em diferentes suportes.


O que comprova, portanto, que o desenvolvimento cognitivo das crianças não está relacionado à quantidade de atividades, mas, sim, no envolvimento delas com a atividade desenvolvida, permitindo que elas reflitam e construam hipóteses para solucionar problemas e sugerir ações junto com seus pares. Cabe ao professor ou à professora explorar o diálogo em sala de aula a fim de desenvolver um contexto de aprendizagem que leve em conta tanto os objetivos de aprendizagem quanto o pensamento das crianças e seus interesses.

 

O projeto teve sequencia no mês de abril e a professora conta que:

Dando continuidade ao Projeto Pedagógico, estamos desenvolvendo estudos sobre a Região Nordeste. Para introduzir esse estudo sobre a Região Nordeste fiz leitura de dois livrinhos: “O Coelhinho que sabia pular e o peixinho que sabia nadar” de minha autoria e o outro “Barco, Jangada e Chalana” de autoria da professora Marta. Em ambos chamou atenção das crianças as embarcações.

A fim de provocar a curiosidade, questionei se elas conheciam essas embarcações citadas nas historinhas. Todas responderam que só conheciam o barco. A conversa fluiu e percebi um interesse grande pela jangada. Portanto, na aula seguinte, trouxe um vídeo sobre o Nordeste em que aparecia a jangada. As crianças ficaram muito entusiasmadas com a jangada. Foi quando perguntei: “O que vocês acham de fazermos uma jangada com gravetos?” Imediatamente todas concordaram e na hora do parque as crianças começaram a reunir vários gravetos.

Ainda para instigar o espírito científico, fiz a seguinte pergunta: “Será que essa nossa jangada vai afundar ou flutuar?” As opiniões ficaram divididas. Então resolvi fazer um registro dessas opiniões para depois verificarmos quem acertou. Fiz uma tabela com duas colunas no quadro branco. De um lado anotei os nomes de quem achava que a nossa jangada iria afundar e de outro anotei os nomes de quem achava que a nossa jangada iria flutuar. Observando o interesse das crianças, continuei perguntando por que algumas coisas afundam e outras flutuam. As hipóteses eram bem variadas. Umas diziam que coisas leves flutuam e que coisas pesadas afundam; outras relacionavam com o tamanho, dizendo que coisas grandes afundam e coisas pequenas flutuam. Então sugeri que fizéssemos algumas experiências.

No dia seguinte levei para a sala de aula uma banheira de plástico, dessas usadas para dar banho em bebês, enchi de água e começamos a colocar vários tipos de objetos para ver o que flutuava e o que afundava. Até que nossa jangada ficou pronta e a expectativa era enorme. Foi difícil conter a criançada. Todas queriam ver o que iria acontecer. Para a alegria geral a nossa jangada flutuou. No dia seguinte cheguei com outra proposta: “Vamos tentar fazer uma jangada de papel?” Todos ficaram animados com essa possibilidade e, mais uma vez, a pergunta girava em torno da possibilidade da jangada flutuar ou afundar.

 

   Jangada feita com gravetos.

 

Afinal, ela seria feita de papel e o papel é leve. Algumas crianças achavam que iria flutuar porque o papel é leve e outras achavam que iria afundar porque o papel iria rasgar na água.

A jangada de papel finalmente ficou pronta. Porém, coloquei a jangada de papel sob uma bandeja de isopor, dessas que vem nas embalagens de muitos produtos vendidos em supermercado.

Chegou a hora da experiência e, mais uma vez, nossa jangada não afundou! Foi motivo de muita alegria e também mais um motivo para refletir: Por que a jangada de papel não afundou se ela é maior do que a jangada de gravetos?

 

   Comparando a flutuação da jangada de papel e a de gravetos.

 

A atividade aqui relatada está diretamente relacionada ao Campo de Experiência: “Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações” e ao objetivo: Estabelecer relações de comparação entre objetos, observando suas propriedades; Registrar observações, manipulações e medidas, usando múltiplas linguagens (desenho, registro por números ou escrita espontânea), em diferentes suportes.

Essa atividade foi muito rica e o fato de partir de uma pergunta possibilitou que as crianças confrontassem suas hipóteses com os resultados obtidos nas experiências. Essa é uma maneira lúdica de  desenvolver nas crianças o espírito científico.

 

                                                                                         Informações enviadas pela professora Iolanda Rodrigues Nunes

 

 

 Parabéns a todos os envolvidos pelo trabalho realizado!

 

 

Contato para publicações:

robertavitagliano@rioeduca.net

 

Contato da professora Iolanda Nunes:

iolandarnunes@gmail.com

 

Contato do EDI Professora Maria Berenice Parente:

ediberenice@rioeduca.net

 

 


   
           



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