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Sexta-feira, 18/01/2019

Vale a Pena Ler de Novo: Da Senzala para o Mundo, o Negro mostra o seu Valor

Tags: consciência negra, projeto, 5ªcre.

No mês de novembro de 2018, as professoras Sandra Pinheiro dos Santos (regente da turma 1301) e Marcella Cristina de Oliveira Fraga (professora de Inglês) da E.M. Barão de Itararé, desenvolveram o projeto Da Senzala para o Mundo, o Negro Mostra o seu Valor. Confira!

 

 

 

O projeto Da Senzala para o Mundo, o Negro Mostra o seu Valor foi elaborado entre os dia 5 a 9 de novembro e sua realização aconteceu no dia 13 de novembro de 2018. Os idealizadores do projeto foram as professoras Sandra Pinheiro dos Santos e Marcella Cristina de Oliveira Fraga e as turmas participantes foram: 1101, 1102, 1201 e 1301.

 

 

Professora Marcella, contando a história “O amigo do rei”, para em seguida apresentar o vocabulário em Inglês.

 

 

Com a proximidade do dia da Consciência Negra, houve um questionamento aos alunos sobre o significado da data. Os alunos mostraram muito interesse no assunto e fizeram várias perguntas, entre elas: o que os negros faziam antes de serem escravos? Como era ser escravo? Como deixaram de ser escravos? Em que trabalharam depois que foram libertos e onde foram morar?

 

 

 


O objetivo maior ao falar sobre fundamentos históricos, não era apenas apresentar uma data que consta do calendário, mas sim conscientizar e mostrar aos alunos que o negro faz parte da sociedade, que é um cidadão como qualquer pessoa e que a cor da pele não os torna melhores ou piores. A ideia era desconstruir a ideia de que os negros não têm passado, presente e futuro e que a história desse povo não começou com a escravidão.


No dia a dia da Unidade Escolar, as crianças sempre são ouvidas quanto as suas ideias, opiniões e expectativas, estimulando o protagonismo infantil. E assim, partiu da turma a proposta para o desenvolvimento do projeto, a fim de mostrar aos outros alunos da escola que os negros podem ser o que desejarem e que o preconceito racial é algo infundado. Dessa forma, a palavra principal do projeto foi “igualdade”.

 

 

 


O projeto iniciou com a contação da história “O amigo do rei”, realizada pela professora Marcella. O objetivo de contar a história foi mostrar que não somos descendentes de escravizados, e sim, de grandes homens, que um dia foram submetidos à uma grande exploração.


O livro relata a história de Matias, um menino escravo, que era amigo de Ioiô, seu patrãozinho , os dois tinham a mesma idade. Matias era filho de um rei africano que se tornou escravo, mas sempre falava para Ioiô que um dia também seria rei. Ioiô, por sua vez,  não entendia. Depois de fazerem algo que não deviam, foram castigados, fugiram da fazenda e andaram por muitos dias na mata. Até que encontraram negros guerreiros em um quilombo, que homenagearam Matias e o chamaram de rei. Matias continuou no quilombo, porém Ioiô retornou a fazenda, com saudades de sua família. Os dois se reencontram anos depois e lutaram juntos pelo fim da escravidão.

 


 

 

Outra atividade do projeto foi a dramatização de uma história. Para dar início à atividade, a professora Sandra apresentou os atores, o mapa do continente africano e a bandeira do Brasil, às crianças da platéia.

 

A dramatização foi narrada por duas alunas e teve início com um rei e uma rainha na África, fazendo seu passeio matinal. De repente, eles são capturados para viajarem para o Brasil, sem direito de escolha e aqui chegando, viveram como escravos, trabalhando nas fazendas.  Em seguida, Dom Pedro II solicitou a sua filha Princesa Isabel, que libertasse os escravos. Ela assinou a lei e os libertou.

 

 

 


Os escravos comemoraram a liberdade, porém ficaram preocupados com a sobrevivência daquele momento em diante. Sem trabalho remunerado e sem moradia, como iriam viver? Será que superariam tamanha dificuldade? Então, para a chegada dos dias atuais, foi simulada a passagem do tempo, com imagens representando os dias e as noites. Para que os alunos das turmas participantes entendessem a mensagem do teatro, foram exibidas fotos de negros famosos em diversas áreas, como médico, delegado, bombeiro militar, modelo, professor, atleta e etc, a fim de conscientizá-los da capacidade dos negros. 

Ao final da peça, todos juntos deram a seguinte mensagem:

 

- Xô preconceito!
 

- Diga não ao racismo!
 

- Somos todos iguais!

 

O texto da dramatização foi criado pelos alunos. Todos colaboraram pesquisando e produzindo as roupas para caracterização. 

A professora Marcella confeccionou um cartaz reunindo trabalhos realizados pelos alunos, com as principais palavras da história em Inglês, trabalhando assim o vocabulário da língua que leciona. 

 

Figuras relacionadas à escravidão; desenhos sobre a história “O amigo do rei” e vocabulário em inglês.

 

 

A atividade trabalhou o protagonismo infantil, a igualdade racial e o valor do negro como sujeito na sociedade.

Parabéns pelo trabalho de excelência!

 

Que saber mais sobre?

Escola Municipal Barão de Itararé

Rua Marapendi, s/nº - Marechal Hermes

Diretora: Késia Queiroz 

Diretora Adjunta: Heloisa Martiliano

Coordenadora Pedagógica: Glaucia Nassif

Telefone: 3018-2192 | 3018-2153

E-mail: emitarare@rioeduca.net 

 


 


 


   
           



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Sexta-feira, 14/12/2018

"Se Senta", Vou contar uma História e Você faz Parte Dela

Tags: sala de leitura, 5ªcre.

 

A Sala de Leitura da Escola Municipal Barão do Amparo desenvolveu um projeto de leitura encantador, que foi exposto na Semana de Alfabetização e na FLIRME/RJ desse ano.

Confira!

 

 

Objetivo do projeto:

• Utilizar a sala de leitura como espaço privilegiado para o desenvolvimento das habilidades cognitivas e socioemocionais necessárias à aprendizagem e ao convívio social, favorecendo também o desenvolvimento da criatividade, o prazer da leitura, da interpretação de textos, facilitando a assimilação de conteúdos.

 

 

Mural da Escola

 

A E.M. Barão do Amparo, em 2018, completou sessenta anos, e estamos em festa! A professora Márcia Brum, regente de Sala de Leitura, fez o seu Projeto “Se Senta” 

 

 

Sala de Leitura

 

Durante os três primeiros bimestres, com o seu Projeto, os alunos mergulharam em um mundo de fantasias, histórias, ilustrações, ouvindo, lendo, contando, recontando, desenhando e ressignificando os vários autores da Sala de Leitura Ana Maria Machado, que é o coração da Unidade Escolar e que oxigena todas as outras salas com o prazer da leitura.


Todos os alunos participaram do 1º ao 5ºano, Classe especial e Educação Infantil com a mediação da professora Marcia Brum. Eles fizeram sessenta e dois livros, textos cubos, ilustrações cada um contribuindo com suas particularidades.

 

Exposição na Semana de Alfabetização

 


Os livros ficaram expostos na Sala de Leitura e durante a VI Semana da Alfabetização e na FLIRME/RJ, que também contou com os trabalhos desenvolvidos pela  professora Mônica Faraj, da turma 1201, sobre neologismos. Quando os trabalhos foram expostos no pátio da escola, os alunos vibraram ao reconhecer suas obras.

 

Exposição na FLIRME/RJ

 

Parabéns a E.M. Barão do Amparo pelo trabalho de excelência!

 

Texto enviado pela Coordenadora Pedagógica Carmem Rita.

 

Sobre a escola:

Unidade Escolar: Escola Municipal Barão do Amparo
Diretor: ELOISA JESUS DA SILVA
Diretor Adjunto: SHEILA RAMALHO
Endereço: Rua Ana Teles 30, Campinho
Telefone: 3018-2319 | 3018-2463
E-mail: emamparo@rioeduca.net


 


   
           



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Sexta-feira, 16/11/2018

Projeto sobre Africanidade na E.M. Aspirante Carlos Alfred

Tags: projeto, africanidade, 5ªcre.

 

No mês de novembro de 2018, mês da Consciência Negra, a Escola Municipal Aspirante Carlos Alfredo desenvolveu o projeto sobre Africanidade com professora Vivian Pandolpho da turma 1303  e o resultado foi muito bacana! Confira.

 

O dia escolhido para celebrar a consciência negra homenageia um personagem histórico na luta do negro contra a escravidão. Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares, morreu em combate pela defesa de seu povo, em 1695. Expressão da resistência ao sistema escravocrata e de preservação da cultura africana no Brasil, os Quilombos e Zumbi são parte importante e emblemática da história brasileira.

A data foi estabelecida pela Lei nº 12.519, de 10 de novembro de 2011.

Fonte: http://portal.mec.gov.br/component/tags/tag/40561-dia-da-consciencia-negra

Após conversa com a turma sobre África, foi proposto que os alunos fizessem Abayomis (bonecas de pano que as crianças escravas brincavam).Cada aluno recebeu pedaços de tecidos e, através de nós, foram "nascendo" as bonecas.

"Para acalentar seus filhos durante as terríveis viagens a bordo dos tumbeiros – navio de pequeno porte que realizava o transporte de escravos entre África e Brasil – as mães africanas rasgavam retalhos de suas saias e a partir deles criavam pequenas bonecas, feitas de tranças ou nós, que serviam como amuleto de proteção. As bonecas, símbolo de resistência, ficaram conhecidas como abayomi, termo que significa ‘Encontro precioso’, em Ioruba, uma das maiores etnias do continente africano, cuja população habita parte da Nigéria, Benin, Togo e Costa do Marfim (Vieira, 2016, p. 2).

Quem presenteia uma Abayomi está desejando coisas boas a quem foi ofertado. 

 

 

 

 

Foram feitas também as africanas com fuxicos doados pela avó de uma aluna. "TIRA SEU PRECONCEITO DO CAMINHO QUE EU QUERO PASSAR COM A MINHA COR" - esse foi o tema desenvolvido. Os alunos colaram os fuxicos, fazendo o formato do cabelo da africana e escreveram palavras para termos boa convivência.

Todos ficaram muito felizes com o resultado! Foi um trabalho de grande êxito para o fortalecimento da nossa identidade cultural, através do conhecimento e reconhecimento da mesma.

 

 

Parabéns a Escola Municipal Aspirante Carlos Alfredo pelo trabalho excelente!!!

 

 

Sobre a escola:

Unidade Escolar: Escola Municipal Aspirante Carlos Alfredo 
Diretor: TEREZA DE JESUS COSTA SANTOS ROCHA
Endereço: Rua Ibia 105, Turiaçu
Telefone: 3018-2591 | 3018-2629
E-mail: emalfredo@rioeduca.net 


   
           



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Sexta-feira, 02/11/2018

#ForaAedes na E.M. Mendes Viana

Tags: 5ªcre, aedes, aegypti, pse.

 

A Escola Municipal Mendes Viana, comprometida com o trabalho pedagógico colaborativo e em estimular o protagonismo dos alunos, desenvolveu o projeto #foraaedes com a finalidade de criar uma campanha de combate ao mosquito Aedes aegypti. O projeto foi um sucesso!!! Confira:

 

 

A Escola Municipal Mendes Viana, comprometida com participação da comunidade escolar no combate à proliferação de mosquitos e a consequência mais assustadora que é a grande incidência de doenças causadas, em especial pelo Aedes aegypti, todo ano promove palestras e falas de agentes de saúde sobre esse assunto. Dengue, Febre Chikungunya, Zika e a Febre Amarela são doenças muito graves e de alguma forma precisamos combatê-las. Mas como combater? Através da informação! E como informar sem ser chato e repetitivo?

 

 

Dentro desta conjuntura, a professora Danielle Moura, juntamente com os alunos da turma 1802 da E.M. Mendes Viana, nesse ano de 2018, tiveram a ideia de aliar o conhecimento à diversão e daí surgiu o jogo de tabuleiro gigante, o #ForaAedes.

O jogo funcionou como um de tabuleiro comum, porém, em determinadas partes deste existiam frases que nos faziam refletir sobre o nosso dia a dia, como “Você deixou água acumulada no pratinho da planta - Volte 2 casas” ou ainda, “Mosquitos com Wolbachia foram soltos no seu bairro - Que sorte! Ande 5 casas!”. Dependendo do número que caísse no dado gigante, o aluno poderia parar em um desses espaços e então, se adiantaria no tabuleiro ou retornava algumas casas.

 

 


O mais importante na dinâmica do jogo foi a relação causa-efeito. No jogo, quando o aluno caía numa casa do tabuleiro a qual informava que não havia acúmulo de água no pratinho da planta, por exemplo, ele entendia que aquilo era correto e sendo assim, ao fazer a coisa certa, o aluno obtinha vantagens, como adiantar 5, 2 casas. Mas, quando o aluno jogava o dado e o mesmo indicava uma casa do tabuleiro com a informação de que ele teria feito algo equivocado, como não ter colocado terra nos pratinhos das plantas ou ainda não ter utilizado repelente, o aluno precisava retroceder algumas casas, entendendo que apesar do mosquito ser importante na cadeia alimentar, ele é transmissor de doenças e por isso é preciso ser combatido!

 

 

 


A turma participou ativamente, auxiliando os jogadores, entregando-lhes o dado e explicando as regras do jogo. Ver o entusiasmo na preparação do jogo, assim como, o cuidado em explicar aos alunos que estavam participando da atividade, foi muito importante. O aluno Kauan (1802) auxiliou no desenvolvimento da imagem a ser colocada no cartaz de convite para a participação do jogo e alguns alunos puderam falar sobre as suas impressões sobre, como o Rodrigo (1802) - “O jogo foi muito bom! Aprendemos muito contra a dengue e sobre a matéria Ciências.

Outro aluno, o Cauã (1802), também falou um pouco sobre suas impressões – “Nós aprendemos bastante e o mais legal foi interagir com alunos e professores que participaram”

Um aluno que participou do jogo #ForaAedes, o Artur da turma 1702, também quis contribuir e relatou um pouco sobre sua experiência, assim como de sua turma - “O jogo foi muito legal! Aprendemos bastante”.

 

 

 


A equipe de gestão da escola muito apoiou e contribuiu para que este projeto pudesse ser realizado.

 

O diretor adjunto Gonzaga comentou um pouco sobre a atividade desenvolvida: “Trabalhos como o da professora são fundamentais, pois tiram os alunos de sua zona de conforto e fazem com que eles deixem de ser meros repetidores para se tornarem criadores. Vemos que o ensino tradicional de mera exposição de conteúdo para os alunos é muito menos proveitoso do que o ensino onde os alunos geram o conhecimento, onde o professores se colocam como orientadores e os alunos pesquisadores, desenvolvedores e construtores do conhecimento. Todos os alunos com quem conversei conheciam os mínimos detalhes do trabalho tanto da parte teórica quanto da parte prática, pois foram eles que desenvolveram, aprendendo algo que vão levar para o resto da vida”.

 

Os professores também auxiliaram neste processo, disponibilizando alguns de seus tempos para o desenvolvimento do jogo com as turmas participantes, em especial a professora de Educação Física (Kattia), Matemática (Felipe) e Artes (Murilo).


Com este trabalho, os alunos se dispuseram a aprender mais, a buscar informações sobre as doenças, uniram-se para o desenvolvimento do trabalho em comum e buscaram o bom relacionamento entre outros alunos da escola. O jogo #ForaAedes, foi além do esperado!


"Agradeço, à turma 1802, pela disposição no desenvolvimento do trabalho, às outras turmas participantes, à direção e coordenação da E.M. Mendes Viana, assim como aos amigos professores que são os companheiros do dia a dia. Além de todos mencionados acima, gostaria de agradecer também à GITE pelo auxílio no desenvolvimento do cartaz-convite do jogo, assim como, na divulgação do jogo na página RioEduca (#AgiteSuaEscola) – #ForaAedes." Professora Danielle Moura , desenvolvedora do jogo

 

Parabéns Escola Municipal Mendes Viana!

 

Sobre a escola:

Unidade Escolar:  Escola Municipal Mendes Viana 
Diretor: CARLOS EDUARDO HERMSDORFF
Endereço: Estrada do Colégio 940 - Colégio
Telefone: 3373-3204
E-mail: emviana@rioeduca.net
 


 


   
           



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