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Quinta-feira, 22/06/2017

Brincando com a Identidade no EDI Maria Amélia Castro e Silva Belfort

Tags: 4ªcre, identidade, brincar.

 

Com os objetivos de estabelecer e ampliar as relações sociais, respeitando a diversidade e desenvolvendo atitudes de ajuda e colaboração, e proporcionar uma imagem positiva de si, ampliando seu autoconhecimento, sua autoconfiança e identificando suas características, o EDI Maria Amélia Castro e Silva Belfort desenvolveu seu projeto de construção da identidade com as crianças do Maternal I.

 

 

A construção da identidade se dá por meio de interações da criança com o seu meio social. A escola de Educação Infantil é um universo social diferente da família, favorecendo novas interações, ampliando desta maneira seus conhecimentos a respeito de si mesmo e dos outros. A autoimagem também é construída a partir das relações estabelecidas nos grupos em que a criança convive.

 

 

Com o objetivo de promover a integração das crianças, a apropriação da escrita e da oralidade, a valorização do seu nome próprio, bem como o resgate da dignidade e da cidadania, através do fortalecimento da identidade, da cultura, e da autoestima, o Maternal I realizou diversas atividades envolvendo o nome e a imagem dos pequenos. Brincaram com a música: o elefante é pesado, pesado e não sabe pular eu vou convidar a Yasmim para pular no seu lugar. Manusearam o elefante confeccionado com sucata. Visualizaram o seu primeiro nome. Observaram e contornaram a letra inicial do seu nome.

 

 

Descobriram o que é uma identidade. Brincaram com um documento de identidade gigante além de confeccionarem seus próprios documentos, carimbando o dedo e colando a foto. Observaram a sua imagem no espelho. Realizaram roda de conversa com o tema: Eu e o outro.

 

 

Participaram de diversas atividades com histórias, brincadeiras, jogos e canções que envolviam os nomes das crianças. Essas atividades são oportunidades para que cada criança se aproprie e construa criativamente significados sobre si e sobre o mundo.

 

 

Um ambiente rico em interações, ao mesmo tempo que contribui para a construção coletiva, favorece a estruturação da identidade, bem como de uma autoimagem positiva, acolhendo as particularidades de cada indivíduo e promovendo o reconhecimento das diversidades, aceitando-as e respeitando-as.

As práticas educacionais oferecidas para crianças pequenas em instituições de Educação Infantil, são oportunidades para que cada criança, estimulada em seu grupo de referência, construa significados sobre o mundo e sobre si. Parabéns ao EDI Maria Amélia de Castro e Silva Belfort pelo belo trabalho realizado.

 

Sobre a escola:
EDI Maria Amélia Castro e Silva Belfort
Gestora: Rita de Cássia Bernardi
Endereço: Rua Texeira Ribeiro nº 1000 Bonsucesso, Rio de Janeiro - RJ, CEP:21044-252
Telefone: (21) 3438 4861
Email: edimbelfort@rioeduca.net

Texto: Enviado por Rita de Cássia Bernardi.

 


   
           



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Quinta-feira, 08/06/2017

E.M. Odilon de Andrade e o Combate Criativo ao Aedes aegypt

Tags: 4ªcre, música, festa, arbovirose.

 

As escolas municipais do Rio de Janeiro continuam mobilizadas contra a Dengue. Transmitida pelo mosquito Aedes aegypt, a Dengue é um problema que a Escola Municipal Odilon de Andrade trabalhou com muita música, arte e pesquisa.

 


Com o enredo elaborado na proposta de combate ao mosquito Aedes Aegypti e título "FINDOAEDES", a Escola Municipal Odilon de Andrade fez um baile de carnaval. Foi um momento de descontração e também de conscientização.

 


Além da decoração, cartazes com alerta sobre os perigos da proliferação do mosquito faziam parte da festa. Foi a culminância de um trabalho conjunto de toda comunidade escolar durante o mês de fevereiro e março.

 


Além da exibição de vídeos com informações sobre métodos de prevenção e formas de contágio da Dengue, Zika e Chikungunya, os alunos elaboraram paródias de Funk e até marchinhas carnavalescas.

 

 

Além de todo trabalho com música e arte, os alunos também foram autores de histórias em quadrinhos (fotos) e poemas sobre a importância da nossa luta permanente contra o Aedes.

 


 

Falando em música, a turma do projeto Acelera 6 da profa. Tânia Mara Moreira foi a autora da marchinha mais cantada na festa:

"Finado picador"
Esse tal mosquito é do mal
Com esse refrão
Eu vou brincar meu carnaval!
Sai pra lá monstrinho picador,
Aqui você não fica
Hoje é o fim da nossa dor!

Água parada? Isso jamais!
Aedes faz tua mala,
Vá embora,
Ninguém te aguenta mais!

Um mosquito? É poderoso?
Só é um inseto, acorda gente,
Perder pra ele é vergonhoso!
Aqui a dengue não é capaz!
O nosso povo vai mostrar
Que sabe o que faz!

 

 

 

Parabéns à Equipe da escola pelo excelente trabalho realizado!

 

 

Sobre a escola:
Gestoras: Iracema Marques Macabu
                Sandra Cristina Alves de Oliveira
Coordenadora Pedagógica: Jaqueline Sagadilha
E.M. ODILON DE ANDRADE - 04.10.022
RUA ITAPÉ, S/Nº - OLARIA - RIO DE JANEIRO / RJ
CEP 21.071-440
TEL.: (21) 3209-5514
Email:emodilon@rioeduca.net
Texto enviado por: Jaqueline Sagadilha

 


   
           



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Sexta-feira, 26/05/2017

Relato – Encontro com Comandos dos Batalhões e Conselho de Representantes da 4ª CRE

Tags: 4ªcre, 16ºbpm, 22ºbpm.

 

Encontro com os Comandos da Polícia Militar e a 4ª Coordenadoria de Educação debate sobre a situação de vulnerabilidade das escolas na área da 4ª CRE.

 


A 4ª Coordenadoria Regional de Educação reuniu representantes de seus conselhos e solicitou um encontro urgente com o comando do batalhão de Polícia Militar de sua área para debater a situação de vulnerabilidade das nossas escolas e conversar sobre as operações policiais que por vezes, colocam em risco pessoas inocentes e, especialmente, os integrantes das comunidades escolares. Dessa forma, na área da 4ªCRE temos dois batalhões que cuidam das nossas Unidades: 16º BPM e 22º BPM. No dia 19 de abril, foi realizada reunião com os representantes do Comando do 22º BPM, na Unidade localizada em Bonsucesso (Maré).

 


Ao início da reunião, a Assessora de Integração, Fernanda Burla, apresentou a intenção da reunião e os participantes (Raquel Tigre e Fábio Grillo, representando professores; Bianca Duarte, representando Diretores; Fidelina, representando pais; Maria Cláudia Balbino, representando os funcionários; e Maysa, representando alunos) informando que eles representam mais de 80mil alunos, 7 mil funcionários e professores, 163 Diretores e mais de 100 mil responsáveis de alunos.

Foram levados os relatos da comunidade escolar e as situações de conflito, medo e risco que as Escolas passam quando há conflito armado ao seu redor. O Subcomandante Major Venturini e Soldado Raquel Santos, presentes na reunião, ouviram os relatos e também nos narraram sua realidade. Falaram sobre os treinamentos e orientações dadas, sobre a preocupação com ações sem efeito colateral e do endosso quanto ao cuidado da questão de conflitos próximos à unidade de ensino. Também fizeram relatos das dificuldades enfrentadas pela corporação no combate ao crime organizado, na complexidade que é a cidade do Rio de Janeiro.

Os representantes de pais, professores e funcionários pediram ajuda quanto à postura e trato dos policias quando há necessidade de incursão e abordagem. Fizeram relatos da dificuldade de ter conflito no horário de entrada e saída dos alunos. O Subcomandante explicou que nem todas as incursões são realizadas pelo 22º BPM. Que outros setores da segurança pública como as UPPs, BOPE e CORE também entram em conflito no combate ao crime, nessa área do 22º BPM. Disponibilizou-se, contudo, em fazer contato com os demais setores para que possam realizar uma reunião em conjunto, fazendo com que esses relatos possam também chegar até eles. Informou que já existe uma reunião do Conselho de Segurança Pública que ocorre todas as 2ª quartas feiras do mês, às 10h na Unisuam, em Bonsucesso. Nesse dia, os órgãos não só da Segurança Pública, mas outros setores da sociedade como saúde, conservação, conselhos, líderes comunitários e outros parceiros estão presentes. Reforçou o convite à Educação e solicitou a presença dos Diretores ou seus representantes para que possam trabalhar em conjunto.

 

 

A aluna Maysa, representante do CEC (Conselho Escola Comunidade) do segmento aluno, representando os mais de 80 mil alunos da 4ª CRE, fez a entrega da carta e cartaz produzida pelos alunos, ao comando da Polícia Militar em sinal de paz, com pedido de colaboração e proteção.

 


Na segunda-feira, dia 24 de Abril, foi o dia da reunião com o 16º BPM, no auditório da 4ª Coordenadoria. Os representantes do Conselho e demais servidores se fizeram presente e receberam o Subcomandante Vidal e Capitão Fernando. Nessa reunião, além dos representantes de Conselhos de todos os seguimentos (Professores, alunos, funcionários, pais e Diretores) estavam presentes outros componentes dos CECs das Unidades Escolares. Ao início da reunião, a Assessora de Integração, Fernanda Burla, apresentou o objetivo, informou sobre a representatividade dos membros ali presentes e fez uma breve explanação sobre o cenário de violência que nossas Unidades sofrem atualmente, além do grande transtorno que algumas incursões causam. O Subcomandante Vidal agradeceu os relatos e reconheceu os problemas enfrentados. Colocou as dificuldades vividas pela PM e informou que não acredita que a solução está apenas nas mãos dos soldados. Que a sociedade precisa se unir e essa reunião entre os comandos e a Educação são primordiais para esse movimento de vitórias.

 


A professora de Educação Infantil do EDI Professor Carlos Falseth, Fernanda Ramos, pediu a palavra e fez um breve relato da importância do trabalho da imagem positiva dos policiais para as crianças pequenas. Sugeriu um projeto onde os policiais possam estar presentes nas Unidades de forma mais acolhedora não só nos momentos de necessidade, mas para convívio com os alunos. Que os alunos possam vê-los em outras situações que não seja somente com arma em punho ou perseguição. A Diretora Regina lembrou já ter participado em anos anteriores de projetos assim, que deram muito resultado na escola. Falou da importância dessa ação nas Unidades de segundo segmento. A Professora Márcia Raposo lembrou-se de sua infância quando havia um projeto semelhante. Os demais participantes fizeram inúmeros relatos de boas experiências envolvendo trabalhos desse tipo em momentos anteriores.

A ronda escolar hoje praticada pelo 16º BPM foi elogiada, pois com o canal da rede social disponibilizada para os Diretores, muitas ações imediatas estão conseguindo ser atendidas pelos policiais. Ainda assim, o quantitativo do efetivo policial não é suficiente para atender todas as demandas. O capitão Fernando nos lembrou da importância de envolver os demais setores da segurança pública que atuam nessa área também. Relatou histórias de sucesso entre as UPPs locais e as Escolas.

 


Ficou acordado que a Assessora Fernanda enviará a lista de Escolas para o Capitão, que fará a divisão por área de quais Unidades são atendidas por quais UPPs para que possamos fazer uma reunião conjunta e dividir melhor o trabalho em parceira com as escolas. Os policiais se mostraram dispostos ao projeto de aproximação das Escolas, criando um vínculo com os alunos, trazendo a imagem positiva dos policiais. Também lembraram a importância das Escolas nas reuniões do Conselho de Segurança. Ao final, as alunas Alice Dias e Maysa Medeiros entregaram aos policiais uma carta e um cartaz, produzidos pelos alunos da 4ª CRE, pedindo proteção e ajuda para que as escolas possam ser um lugar de paz.

 

 

Parabéns à 4ª Coordenadoria de Educação pela excelente iniciativa para uma mobilização em direção ao Movimento para a Paz nas escolas, nos lares e na cidade do Rio de Janeiro.

Sobre a Coordenadoria:
4ª Coordenadoria Regional de Educação
Responsável : Daniel Correa de Matos
Assessora: Fernanda Burla
Endereço:Rua Profº Luis Rondeli nº 150 Olaria, Rio de Janeiro - RJ, CEP:21021-630
Telefone: (21) 3393 3476 e (21)3975 5956
Email: cre04@rioeduca.net e aaicre04@rioeduca.net
Texto: Enviado por Fernanda Burla – Assessora da 4ª Coordenadoria de Educação

 


   
           



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Quinta-feira, 25/05/2017

Abertura do Projeto “Canta, Canta Minha Gente”

Tags: 4ªcre, música, dengue, arboviroses.

 

O trabalho com Projetos oferece múltiplas possibilidades de utlização de temas variados. A E. M. IV Centenário utilizou a música para um trabalho multidisciplinar, abrangendo também as artes, as ciências, e a história.

 


No dia 18 de março de 2017, a E.M. IV Centenário realizou a abertura do Projeto "Canta, canta minha gente" com as turmas e os profissionais da escola envolvidos.

 


Com uma pequena dramatização realizada pelos professores, contaram a história da migração do nordestino na Maré. As turmas e os professores se envolveram no projeto e o resultado foi muito bom.

 

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O que é que tem na sopa do neném? As turmas 1101, 1102 e 1201 trabalharam a música: “O que tem na sopa do neném”. Como estão no período de alfabetização, foram trabalhados ritmo e lista de nomes com coisas que podemos colocar na sopa. Na apresentação, os alunos cantaram a música utilizando latas e colheres de pau, dando o ritmo à música, depois cantaram sem os utensílios.

 

 

A turma 1301 trabalhou as 4 estações, aproveitando a atividade sobre estações do ano de nossa apostila. Cada aluno, representando uma estação, falou sobre as vantagens e desvantagens de cada uma. Ao final, todos cantaram uma belíssima canção do grupo Roupa Nova: “Canção de Verão”.

Em fevereiro, durante a campanha contra o Aedes aegypti, a turma 1302 trabalhou o tema. Houve produção coletiva de texto, cruzadinha, pintura do mosquito, procura de focos pela escola e cantou-se a paródia "Que zum, zum, zum!" sobre a melodia de MC Perla. MC Dengosa e seus Dengosinhos se apresentaram para a escola! Foi um momento muito divertido! Deste jeito, combater o mosquito Aedes aegypti fica mais fácil, pois o trabalho desenvolvido pela escola internaliza isto na criança.

A Professora Andreia, da 1401, trabalhou o Rio de Janeiro. Sua turma conheceu os pontos turísticos e selecionou algumas músicas que foram trabalhadas: Rio 40°, Aquele Abraço, Do Leme ao Pontal e Cidade Maravilhosa (pout pourri).

A professora Luana trabalhou com a turma 1402 sobre a cidade do Rio de Janeiro: História do carnaval. Um aluno fez a narração dessa história.

A professora Eliane com a turma 1403 trabalhou marchinhas de carnaval. Escolheu Lamartine Babo, pois suas composições marcaram e são cantadas até hoje, assim como os hinos dos times de futebol do Rio de Janeiro. Carioca da gema, morador do bairro da Tijuca. Foi realizada com a turma trabalhos onde abordaram: bairro, relevo, produção de texto, além de escolher a marchinha ‘O seu cabelo não nega, mulata’. Trataram de temas como: a beleza e a valorização da mulher, além da miscigenação do Brasil. Na apresentação, um aluno representava Lamartine e contava resumidamente sua história e a paixão por futebol. Em seguida, pediu a participação da plateia para darem continuidade ao hino do time que ele iria cantar (interação). Em seguida os alunos cantaram a marchinha fazendo uma adaptação para homenagear mulatas e mulatos com um toque de humor, marca registrada de Lalá.

 

 

As turmas 1501, 1502, 1503 e 1504 trabalharam sobre o tema "Mulher".

O dia 08 de março é, desde 1975, comemorado pelas Nações Unidas como o Dia Internacional da Mulher em homenagem a todas as mulheres, pois neste dia no ano de 1875 as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve ocupando a fábrica para reivindicarem a redução da jornada de trabalho, que era de 16 horas por dia, para 10 horas e por um salário mais justo, pois recebiam menos de um terço do salário dos homens.

As mulheres, com sua luta constante, estão sempre resgatando seus direitos e ocupando lugar na sociedade. Porém, o esforço ainda é para tentar diminuir e, quem sabe um dia, terminar com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado na política, esporte, justiça e outros, mas muito ainda há para ser modificado nesta história. Por isso, com o objetivo de conscientizar nossos alunos sobre a importância da mulher, repensando o seu papel e sua importância na sociedade, além de sua independência pessoal e profissional, o 5° ano trabalhou o tema com diversas atividades interdisciplinares, finalizando o trabalho com a apresentação da música "Maria, Maria".

Os alunos da turma 1601, por sua vez, fizeram uma paródia com o ritmo da música “Baile de favela”, letra criada por três alunos da turma: Fábio Queiroz Soares Júnior, Carlos Eduardo de Carvalho Bernardo e Juan Soares de Oliveira, falando sobre o combate ao mosquito Aedes aegypti.

Os alunos da turma 1602, fizeram uma paródia com o ritmo da música “Malandramente”, letra criada por uma aluna da turma: Ana Vitória da Silva Carneiro, falando sobre o combate ao mosquito Aedes. Trabalhando questões sobre o combate e de onde veio o mosquito de acordo com o desenvolvimento do nosso Projeto deste ano, onde o 6º ano trabalhará o mundo e em consonância com a campanha “Aqui mosquito não se cria”.

 


Encerramos com a apresentação do Rapper Thiago Soul.

Parabéns à Equipe da escola pelo excelente trabalho realizado!


Sobre a escola:

Escola Municipal IV Centenário
Gestoras: Alessandra da Cunha Aguiar Fonseca e Elaine Cristina Sabino Neves Vieira
Coordenadora Pedagógica: Eliane Pinto Rodrigues
Endereço: Rua Nova Jerusalém nº 495 - Bonsucesso, Rio de Janeiro - RJ, CEP:21042-235
Telefone: (21) 3868-0844 e 3868-0010
Email: emcentenário@rioeduca.net


Texto: Enviado por Eliane Pinto Rodrigues.

 

 


   
           



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