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Quinta-feira, 09/08/2018

E.M. Clóvis Beviláqua "Sistema monetário e RECEITA FIT: uma mistura que deu certo"

Tags: 4ªcre, sistema monetário, receita.

 

Escola Municipal Clóvis Beviláqua

Sistema monetário e RECEITA FIT: uma mistura que deu certo.

 

Com objetivos de desenvolver a leitura e interpretação de diferentes gêneros discursivos; reconhecer a importância do Sistema monetário; reconhecer a inter-relação da linguagem textual com conceitos matemáticos; a professora Lidiane e seus alunos do Peja I/Bloco I da turma 192 trabalharam o projeto Sistema monetário e Receita Fit: uma mistura que deu certo.

 

 


A Escola Municipal Clóvis Beviláqua está no bairro de Olaria, l possui três turnos (manhã, tarde e noite) e funciona com todo o empenho e responsabilidade de sua equipe.

 

A professora Lidiane considera que a escola apresenta uma característica única:

 

“Somos uma escola inclusiva, em todos os turnos. Em nossas turmas temos alunos incluídos em todos os turnos, dessa forma, atividades adaptadas e diversificadas são necessárias, para que tenhamos qualidade em nosso trabalho.”

 

A docente, que leciona em uma turma do PEJA, ainda acrescenta: "Percebendo a necessidade de trabalhar de maneira concreta com os alunos do PEJA, para que o ensino noturno, depois de um dia de trabalho ou atarefado ajudando em casa, possa despertar a vontade de ir à escola, de aprender. Portanto, a criatividade tem que ser a aliada de nós, professores da Educação de Jovens e Adultos."

 

 

 

Seguindo os norteadores da Rede Municipal do Rio de Janeiro (Orientações Curriculares para Jovens e Adultos), se pensou em interligar conteúdos de Língua Portuguesa e Matemática que estavam sendo trabalhados em sala de aula. Nesse contexto, foi trabalhado, entre os gêneros textuais, a receita interligando com a noção de  sistema monetário, abrangendo, dessa maneira, as operações matemáticas (soma e subtração) e trazendo o conhecimento para o concreto da vida dos estudantes. 

 

 

 


Nada mais comum na vida adulta do que a necessidade de ir ao supermercado e realizar compras, nas quais situações de soma e subtração são, muitas vezes, realizadas de maneira natural. A partir disso,  a professora promoveu um dia de compras, no qual os alunos comprariam os ingredientes necessários para a receita, precisando assim calcular quantidades, dinheiro, troco, analisar cupom fical e outros elementos do sistema monetário. 

 

Após o dia de compras, os alunos retornaram a escola , refletiram sobre os itens monetários envolvidos, aprenderam de maneira concreta e coletiva e por fim, ainda puderam fazer e experimentar a receita, tornando a aprendizagem e a escola ainda mais saborosa. 

 

 

 

 

"Tive a ideia de irmos um dia no mercado, comprar os ingredientes, ver se o dinheiro daria para pagar e se teria troco. Na volta analisar todas essas situações, para finalmente fazermos o tal bolo para comer e ver se era bom mesmo. Assim, foi feito, a turma foi dividida em duplas, uma mãe amiga da escola (Cristina) e a professora itinerante (Valéria), nos acompanharam, para que todos fossem a nossa aula passeio, inclusive nossos alunos incluídos" relata a professora Lidiane

 

 


 

Parabéns pelo trabalho realizado!

 

Sobre a escola:

Diretora: LUCIANA DA COSTA MARQUES
Designação: E/CRE( 04.10.015) Escola Municipal Clóvis Beviláqua
Endereço: Rua Antonio Rego, 383
Bairro: Olaria CEP: 21073-311
E-mail: emclovis@rioeduca.net
Tel: 2573-5709
 

 


   
           



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Quinta-feira, 26/07/2018

E.M. Lino Martins da Silva - "Eu escrevo bem, e você?"

Tags: 4ªcre, gincana, parceria, escola.

 

O projeto "Eu escrevo bem, e você?" idealizado pelo professor Rafael Rossi teve como objetivo aproximar os alunos ainda mais das práticas de escrita, utilizando o trabalho em grupo e o compartilhamento de saberes, debatendo sobre as regras e possibilidades de escrita em diferentes contextos.

 

 

 

 

O professor Rafael Rossi da E.M. Lino Martins da Silva, ao notar no diagnóstico feito com os alunos uma alta frequência no uso da oralidade na escrita, assim como trocas  múltiplas e traços de sonoridade e omissões, propôs para o semestre um trabalho com atividades que desenvolvessem a consciência fonológica, por meio de ditados, autoditados, soletração, reflexão sobre escritas terceiras (análise, correção e proposições de ajustes), além das produções espontâneas, sempre contextualizando as práticas escritas com as atividades (permanentes e temporárias) de leitura.

 

O professor, ainda, desenvolveu uma gincana buscando desenvolver os seguintes objetivos: 

 

Conceituais: Corresponder letras maiúsculas e minúsculas num dado contexto; demonstrar conhecimento sobre os recursos de escrita nas estruturas silábicas da língua portuguesa, na notação de palavras formadas por sílabas complexas e simples; produzir texto narrativo estruturado e ortográfico; diferenciar fala de escrita ortográfica; generalizar e refletir sobre a formação de palavras, frases e textos.

 

Procedimentais: Ler textos instrucionais, a fim de executar tarefas; promover intercâmbio e inferências acerca de conhecimentos linguísticos, por meio da troca e discussão colaborativa; utilizar legendas como meio de representação gráfica; utilizar e valorizar material de apoio disponível em classe; propiciar escuta ativa e respeitosa dos membros de um grupo; reafirmar a função social da escrita nos diferentes meios e contextos; valorizar conhecimentos prévios, o ser histórico, cidadão e membro de um grupo social.

 

 

 


A gincana foi organizada e dividida em atividades realizada por grupos de até cinco integrantes. Esses grupos, inicialmente foram formados por sorteio e receberam nomes de cores. 

Os integrantes resolveram os desafios propostos de forma colaborativa e compartilhada. Além disso, era proposta uma exposição a toda turma das hipóteses levantadas sobre determinada ação de escrita. Cada desafio teve um tempo contabilizado conforme sua complexidade e necessidade, além de pontuação apontada.

 

 

 

 

Os desafios apresentados foram divididos em dezesseis provas realizadas ao longo da gincana:

 

“Prova do Alfabeto” O desafio consiste em completar palavras com letras faltantes, em observância do uso da letra maiúscula e minúscula. Pontuação máxima: 08 pontos;

“É com X ou CH?” O desafio consiste em refletir sobre a escrita do par x/ch na ocorrência do fonema /ch/. Pontuação máxima: 10 pontos;

“Tem H?” O desafio consiste em examinar uma lista de palavras e apontar a necessidade do H inicial, fazendo inter-relações com palavras de mesmo campo semântico trabalhadas anteriormente. Pontuação máxima: 10 pontos.

“É com L, LH ou LI?” O desafio visa trabalhar com o traço de sonoridade e gráfico da escrita do L, LH e LI. Pontuação máxima: 10 pontos

“É com S ou SS?” O desafio busca levar à reflexão sobre o uso do par S/SS, entre vogais, entre consoantes e entre ambas e sua sonoridade. Pontuação máxima: 10 pontos

“É com R ou RR?” O desafio busca levar à reflexão sobre o uso do R brando e forte, inicial e em final de sílabas. Pontuação máxima: 10 pontos,

“Desafio dos Encontros Consonantais” A prova consiste em completar lacunas de lista de palavras para formar palavras com encontros consonantais. Pontuação máxima: 20 pontos

 

 


“Desafio dos dígrafos” A prova consiste em completar lacunas de lista de palavras para formar vocábulos com dígrafos .Pontuação máxima: 20 pontos

“Qual é a música? ” O desafio consiste na escuta de doze músicas, que tiveram algum envolvimento com trabalhos em projetos didáticos ou do circuito infantil. A ideia é que os alunos ouçam o áudio e escrevam corretamente o nome da música na lousa mágica. Em sua segunda parte, são propostas seis charadas, onde é necessário descobrir o nome do cantor (a) ou música, seguindo as mesmas proposições do desafio inicial. Pontuação máxima: 84 pontos

“Caça ao erro” O desafio consiste em ler o texto “O segredo do rio” (Miguel de Sousa Tavares) e encontrar erros ortográficos e posteriormente, reescrevê-los de acordo com a norma culta padrão. Pontuação máxima: 26 pontos

 

 

 



 

 

“Desafio dos Sinônimos” O desafio consiste em trabalhar com o vocabulário de significação, fazendo relações entre palavras sinônimas. Pontuação máxima: 05 pontos

“É com C ou Ç?” O desafio consiste em refletir sobre o uso dos pares c/ç e suas regras de aplicação ante-vogal. Pontuação máxima: 06 pontos.

“É com M ou N?” O desafio consiste em trabalhar a ocorrência M antes de P e B e suas generalizações. Pontuação máxima: 06 pontos

“Compreensão textual” O desafio consiste em ouvir atentamente a história lida pelo professor (“A cigarra e as formigas”) e, após, responder questões voltadas a compreensão, estrutura, elementos e tipo textual. Pontuação máxima: 12 pontos.

“Produção textual” O grupo deverá compor um texto narrativo sem diálogo a partir de um recorte de cena apresentado, devendo obedecer normas de estrutura, coerência, coesão e uso da língua. Após esse procedimento, deverá apresentar a produção para turma por meio da leitura em voz alta.

 

 

 

  Texto enviado pelo Professor Rafael Rossi de Sousa

 

 

Parabéns pelo excelente trabalho desenvolvido!

 

 

Quer saber mais sobre?
Escola Municipal Lino Martins da Silva E/CRE( 04.30.014) 
Gestora: Aparecida Moreira de Melo
Telefone: 3438-6723

 

 

Contato para publicações:

  


   
           



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Quinta-feira, 12/07/2018

A Copa Maré na Escola Municipal Erpídio Cabral de Souza - (Índio da Maré)

Tags: 4ªcre, maré, escola.copa..

 

Escola Municipal Erpídio Cabral de Souza - (Índio da Máre) em A Copa Maré

 

A ideia deste projeto surgiu de uma reunião do colegiado de educadores das escolas do Campus Maré, que envolvidos por este sentimento de participação e competitividade, decidiram organizar um campeonato entre as escolas do Campus. Cada escola representaria um país, ampliando o conhecimento de mundo dos alunos.

 

 

A história da Copa do Mundo de Futebol da FIFA iniciou em 1928, durante um congresso da entidade, quando Jules Rimet conseguiu a aprovação para criar um torneio internacional. A primeira competição ocorreu em 1930, tendo a participação de 13 equipes convidadas, tendo o Uruguai como país-sede e como campeão. Hoje é necessário passar por uma etapa classificatória de dois anos de duração. Nela participam aproximadamente duzentas seleções que buscam sua vaga no campeonato.

 

Desde sua primeira edição até hoje, já são vinte e um campeonatos realizados, ocorrendo a cada quatro anos. A edição de 2018 está sendo realizada na Rússia e conta com a participação de 32 países entre eles o Brasil.  

 

 

Nesse contexto, foi pensada a Copa Maré, na qual participam as Unidade Escolares: Ciep Elis Regina, Ciep Samora Machel, Osmar, Erpídio Cabral de Souza, Bartolomeu, Hélio Smith, Genival , Nova Holanda e Olímpiadas.

Esse projeto possibilitou a ampliação do conhecimento sobre os países participantes, informações sobre os povos, seus costumes, culinária, relação com seus vizinhos, sua economia, cultura, divertimento e etc.

A culminância do projeto aconteceu entre os dias 11 e 13 de junho de 2018. Houve o desfile de abertura , campeonato de futebol de salão e apresentações das atividades realizadas pelas escolas, relacionadas aos países pelos quais ficaram responsáveis . 

 

 

 

O torneio contou com equipes Mirins - com alunos na faixa de 7 a 9 anos, do 2º e 3º ano de escolaridade; e Infantil - com alunos de 10 e 13 anos representados pelo 4º e 6º ano de escolaridade e o Peja. O time vencedor de cada categoria recebeu premiação fornecida pela CRE. O principal objetivo deste evento foi a união e interação entre as escolas do Campus. Como objetivo específico buscou-se conhecer um pouco de cada país envolvido, seu povo, sua cultura etc.

 

 

 

Na E.M Escola Municipal Erpídio Cabral de Souza foram realizadas inúmeras atividades e toda comunicade escolar se envolveu. A escola ficou responsável por mergulhar no universo mexicano. Desta forma explorou alguns conteúdos como: 

  • Os principais aspectos políticos, como demografia pontos turísticos, o presidente, sistema monetário, etc;
  • A história de Frida Kahlo, pois os alunos pesquisaram sobre a vida e a obra da pintora e montaram uma exposição com reinterpretações das famosas pinturas da artista mexicana;
  • Os principais fatos históricos da fundação e origem do país, seus descendentes e também fatos atuais.
  • O tema do Dia dos Mortos, contando como se comemora esse dia no país e realizando uma oficina de pintura e caracterização; 
  • Caracterização da Turma do Chaves;
  • Trabalho com receitas típicas;
  • Apresentação das principais lendas e tradições do México como a La Llorona, Calle de La Quemada e O Fantasma da Freira;
  • Projeção e discussão do filme COCO, que conta sobre o costume do Dia dos Mortos.

 


Parabéns pelo trabalho realizado!


Sobre a escola:
Gestora: Lilian Regina Martins Melo
E/CRE (04.30.015) Escola Municipal Erpídio Cabral de Souza(Índio da Maré)
Endereço: rua Teixeira Ribeiro nº 1000 Bloco 6 Bonsucesso
CEP:21044-251
Tel: 3438-4857 

 


   
           



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Quinta-feira, 28/06/2018

“De mãos dadas com a Comlurb” mudando a história da E.M. Chile

Tags: 4ªcre, projeto, lixo, parceria, escola..

 

“De mãos dadas com a Comlurb” mudando a história da E.M. Chile

 

A Escola Municipal Chile e seu entorno sempre apresentaram muitos problemas com o descarte de lixo e entulho, principalmente, na calçada da escola. Para diminuir os prejuízos, já foram desenvolvidos vários projetos de conscientização com os alunos e vizinhos da escola, mas sem resultados efetivos e duradouros. Entretanto, em 2018, surge uma luz no fim do túnel a partir de uma parceria entre escola e Comlurb. Nela havia interesses comuns e muita vontade de alcançar os objetivos e resultados almejados.  

 

 

Dessa Forma, a Comlurb abraçou a ideia do projeto “De mãos dadas com a Comlurb”. Esse foi elaborado pela Unidade Escolar visando enfrentar a grande dificuldade de conscientização da comunidade sobre os riscos à saúde, salubridade e  a segurança devido ao descarte inadequado do lixo. Como ação a Comlurb, então, construiu canteiros na calçada, enquanto os alunos contribuíram com o plantio de mudas nesses canteiros.

 

 

Além disso, a parceira Comlurb fez um grafite no muro da escola com a frase “Respeite o dia e horário da coleta”. Uma vez que, outra grande dificuldade era o respeito aos dias e horários da coleta. Com o grafite  a comunidade passa a atender ao chamado por meio da mensagem exposta no muro de modo artístico.

 

 

O Projeto foi mais uma ação para evitar a sujeira e o acúmulo de lixo, tornando a Escola Municipal Chile um espaço cercado por calçadas com canteiros limpos e cultivados. Os resultados positivos atingidos por meio da parceria e envolvimento de todos demonstra que as Unidade Escolares devem buscar parceiros para que potencializem o desenvolvimento do trabalho pedagógico nas escolas, creches e EDIs , buscando, assim, uma educação de qualidade e que traga impactos no meio social. 


 

Parabéns pelo excelente trabalho realizado!

 


Sobre a escola:
Unidade Escolar: E/CRE(04.10.016) - Escola Municipal Chile - 11278
Diretor: Sandra Rodrigues 
Endereço: Pça. Belmonte 15
Bairro: Olaria
Cep: 21073-010
Telefone: 3885-2181
3885-2352
E-mail: emchile@rioeduca.net

 

 


   
           



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