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Segunda-feira, 20/08/2018

A Voz dos Refugiados

Tags: 11ªcre, refugiados, senegal.

 

A Escola Municipal Holanda, localizada na Ilha do Governador, juntamente com a Subsecretaria de Direitos Humanos levou para a escola a palestra "A Voz dos Refugiados" com um Senegalês que contou um pouco sobre como é a vida dos refugiados, assim como, os motivos que os levam a sair de seus países e tentar uma nova vida no Brasil. 

 

 

O tema foi tratado como de extrema importância para compreender melhor o fluxo migratório que está acontecendo no mundo todo, e se tratando de uma escola bilíngue o estudo e contato com outros culturas é de grande relevância.

 

Os alunos amaram a apresentação e participaram com perguntas ao imigrante do Senegal que, por sua vez, foi muito atencioso com todos.

 

 

 

Antes, houve uma apresentação sobre o que é a Copa dos Refugiados, que aconteceu no Rio de Janeiro, no dia 4 de agosto, um evento esportivo que tem como objetivo a integração social dos imigrantes e refugiados.

 

Disputada pela primeira vez no Rio de Janeiro, a competição uniu cariocas e refugiados em um evento onde a ação social assumiu o protagonismo. Com apoio da Prefeitura, foram oferecidos serviços de saúde, oportunidades de trabalho e, claro, muito futebol.

 

Veja como foi:

 

Copa dos Refugiados: mais do que futebol, integração social
 

 

As crianças adoraram a visita e fizeram muitas perguntas. Direção, professores e funcionários também gostaram muito da visita que só contribuiu para a aprendizagem dos alunos da Unidade Escolar.

 

 

A Escola Municipal Holanda adorou e soube aproveitar bastante a visita do Grupo dos Direitos Humanos e do Refugiado/imigrante do Senegal!
 

 

Parabéns a E.M. Holanda e a Subsecretaria de Direitos Humanos por propiciar aos alunos estes momentos tão preciosos com culturas diferentes.

 

 

Quer saber mais sobre?

E-mail: emholanda@rioeduca.net

Telefone: 3353-9933 / 3393-9122

 

 

Contato para publicações:


   
           



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Domingo, 29/07/2018

Julho de muito sucesso na 11ªCRE

Tags: 11ªcre, grêmio, festa junina, copa, alfabetizadores.

 

Julho está indo embora e deixou diversas boas lembranças aos alunos da 11ªCRE. Copa do Mundo, Grêmio Estudantil, Festa Junina, Time de Alfabetizadores.. Ufaa! Que venha agosto!

 

 

A Copa do Mundo na Rússia foi bastante trabalhada nas unidades escolares, por se tratar de uma temática prazerosa que vai muito além do futebol. Atividades envolvendo o tema nas disciplinas de história, geografia, matemática, português, etc se fizeram presentes, e a educação infantil não poderia ficar de fora, aproveitando para ensinar de maneira lúdica a identidade, autonomia e conhecimento de mundo aos alunos.

 

 

C.M. Cora Coralina

 

 

As eleições do Grêmio Estudantil movimentaram toda a rede Municipal e a posse solene ocorreu, certificando diversos presidentes eleitos.

 

Posse do Grêmio Estudantil 

 

 

Teve também a Mostra Pedagógica do Time de Alfabetizadores que foi um sucesso com exposição e apresentações orais dos trabalhos realizados, além é claro da Ciranda da Alfabetização.

 

 

Mostra Pedagógica do Time de Alfabetizadores

 

 

E a festa junina? Uma festa que envolve toda a comunidade escolar. Época de mostrar as atividades escolares desenvolvidas, além de ter comidas típicas, danças e brincadeiras !

 

 

EDI Tenente Pedro de Lima Mendes

 

 

Comunidade escolar no Arraiá do EDI Tenente Pedro de Lima Mendes

 

 

Teve também, na Arena Dicró, a apresentação da Orquestra nas Escolas com os alunos do Pólo do CIEP Dr. João Ramos de Souza.

 

 

 

 

Julho se encerra, juntamente com o fim do recesso escolar e início do Centro de Estudos, mas com um convite: Vamos a IX Jornada Pedagógica da Educação Infantil?

 

 

O aviãonzinho passou convidando para a 9ª Jornada Pedagógica da Educação Infantil

 

 

Um bom retorno a todos! E vamos compartilhar as práticas de sucesso das nossas escolas!
 

 

Quer saber mais sobre?

Gerência de Educação

Email: gedcre11@rioeduca.net

Tel: 3383-8144

 

 

Contato para publicações:


   
           



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Terça-feira, 17/07/2018

2º Festival de Atletismo da 11ªCRE é um sucesso!

Tags: 11ªcre, geo, atletismo.

 

A 11ª CRE foi palco do 2° Festival de Atletismo Escolar

 

Organizado pela Escola Municipal GEO Nelson Prudêncio, que funciona dentro da Vila Olímpica Nilton Santos, no bairro de Pitangueiras. Participaram do evento, realizado no dia 12 de julho, dezenas de alunos/atletas de 16 instituições, entre escolas municipais do Rio de Janeiro, escolas particulares, além de equipes tradicionais do esporte como o Vasco da Gama.

 

GEO Nelson Prudêncio fatura o título de Campeã Geral do Atletismo em casa

 


Durante o evento, os alunos/atletas puderam sentir a sensação de disputar competições em alto nível, fato que, segundo o professor de educação física e coordenador do evento Junior Carneiro, estimula o desenvolvimento da criança dentro do esporte e também é um aprendizado para a vida.

Cada competidor participou de acordo com a faixa etária e gênero, nas categorias pré-mirim, mirim e infantil. Foram disputadas as modalidades de salto em distância e em altura, arremesso de peso e corridas de 50, 75, 100, 500, 800 e 1.000 metros.

 

Cerimônia de Abertura do Festival

 

 

O 2º Festival de Atletismo foi uma iniciativa dos professores Júnior Carneiro e Fabio Bernardo do GEO Nelson Prudêncio, que contou com o apoio logístico da 11ª CRE, da FARJ, da Vila Olímpica Nilton Santos, da CLIPO e do Instituto Trevo. Eles perceberam a necessidade de incrementar o calendário de esporte no primeiro semestre. Um dos organizadores do evento, o professor Fabio Bernardo, conta que a intenção da escola é incentivar a prática do atletismo ainda na fase de iniciação da criança e disseminar a modalidade nas demais escolas da Ilha do Governador.

 

 

Normalmente é através da educação física na escola que as crianças tem o primeiro contato com determinado esporte, como é o caso do atletismo. Então, através do festival, conseguimos reunir alunos para disputar um evento que valoriza o trabalho do professor e é importante para os alunos — disse o professor Júnior Carneiro.

 

 

Equipe de professores do GEO Ilha. Animação total

 

O GEO Nelson Prudêncio se consagrou campeão geral do Festival, deixando o GEO Dr. Sócrates em segundo lugar e o tradicional Vasco da Gama em terceiro. Para a diretora do GEO Nelson Prudêncio, Profa. Christiane Fournier, o evento foi uma grande oportunidade de congraçamento entre alunos e professores das escolas participantes e também uma comprovação do sucesso do modelo GEO de escolas.

 

Representantes das escolas e clubes participantes

 

Participaram do evento: E. M. Conjunto Praia da Bandeira, E. M. Cuba, E. M. Holanda, E. M. Capitão de Fragata Didier, E. M. Leonel Azevedo, E. M. Silveira Sampaio, Colégio Loide Marta, de Caxias; CIEP Maringá, de Macaé; Os Ginásios Experimentais Olímpicos Nelson Prudêncio, Doutor Sócrates, Juan Antonio Samaranch e as equipes de atletismo Fortes e Velozes, Vasco da Gama, Paixão Runners, Vila Olímpica Nilton Santos, e Instituto Ideal Brasil.

 

 

Quer saber mais sobre?

E.M. Nelson Prudêncio

E-mail: emprudencio@rioeduca.net 

Telefone: 3885-0096
 

 

Contato para divulgação:


 


   
           



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Terça-feira, 03/07/2018

CSI Bandeirão: Trabalhando técnicas de ciência forense

Tags: 11ªcre, forense, ciências.

 

No dia 25 de junho os alunos estimularam bastante o senso investigativo, trabalhando com técnicas da ciência forense, através de uma cena fictícia no laboratório de ciências da E.M. Conjunto Praia da Bandeira, juntamente com a professora Carine e as estagiárias. Confira!

 

 

A atividade foi realizada pelos alunos do projeto Iniciação científica Jr. (7º, 8º e 9º ano) que acontece semanalmente, no contraturno, no laboratório de Ciências. O projeto visa o desenvolvimento do pensamento crítico e da autonomia através do conhecimento científico experimental, inicialmente intitulada “trabalhando técnicas de ciência forense” foi carinhosamente apelidada de “C.S.I Bandeirão”.

 

 

Para a atividade foi montada a cena de um crime fictício no laboratório de ciências. Quando os alunos entraram, ouviram a história do ocorrido:

 

 

A professora entrou no laboratório e encontrou o corpo estirado no chão, um copo quebrado ao lado do corpo e as quatro estagiárias próximas a ele (Larissa, Nathália, Carolina e Rafaela). Todas as quatro se declararam inocentes.

 

 

Os alunos, divididos em grupos, foram instruídos a indicar com plaquinhas as evidências na cena do crime, sem contaminá-la. Foi esclarecido à eles o papel de um perito criminal e os cuidados necessários na análise da cena do crime. Após esse primeiro momento, as evidências foram coletadas nos envelopes de evidências e encaminhados para as bancadas para a realização da análise. Em cada bancada foi realizado um experimento forense.

 

Bancada 1 – Amostras de sangue.

Os peritos encontraram no local do crime três manchas de fluidos avermelhados. Neste experimento o objetivo era verificar se as manchas eram de sangue.

Estagiária responsável: Carolina

 

 

Metodologia: As amostras na cena do crime foram coletadas com um cotonete e indicadas com o número da evidência. Duas das amostras foram feitas com NaOH (substância básica) e uma com vinagre (ácido) com corante vermeho. Foi dito aos alunos que o sangue é levemente básico e que usaríamos um indicador de pH (Fenolftaleína) que reage com substâncias básicas mudando de cor. As amostras de sangue (substâncias básicas) reagiram e a amostra que estava dentro do copo (ácida) não reagiu. Os alunos do grupo levantaram a hipótese de que o líquido ácido seria vinho e as amostras básicas de sangue. As duas amostras de sangue foram encaminhadas para o teste de DNA (Bancada 4).

 

Bancada 2- Análise dos fios de cabelo e pegadas.

Nesta bancada os alunos deveriam formar um possível perfil da assassina.

 

2.1 Fios de cabelo

Os fios de cabelo foram coletados com uma pinça e colocados no saco de evidência. Posteriormente os fios foram analisados na lupa para serem analisados os padrões de cor e forma. Nesta etapa os alunos eliminaram duas suspeitas pelo padrão do cabelo (Carol e Larissa).

 

2.2 Pegadas

As pegadas foram comparadas com os padrões de pegadas das estagiárias. Nesta etapa os alunos concluíram que a pegada correspondia ao sapato da Rafaela.

Responsável: Nathália

 

 

Bancada 3 – Impressão digital.

Nesta bancada os alunos deveriam coletar as impressões digitais na arma do crime (copo) e comparar com o banco de dados da polícia (digitais das suspeitas)

Metodologia: Com um pincel de maquiagem os alunos depositaram pó de carvão delicadamente sobre a evidência, a fim de revelar as impressões digitais. Após reveladas as digitais, foram removidas com uma fita durex e colocadas sobre um papel branco para a comparação com o banco de dados.

Pela comparação os alunos chegaram a conclusão de que as digitais pertenciam à Carolina.

Responsável: Larissa

 

Bancada 4 – Análise do material genético.

Objetivo: comparar as amostras de DNA do cabelo e do sangue na cena do crime e compará-las com o DNA das suspeitas.

Metodologia: Foi encaminhado para a análise as amostras de sangue da bancada 1 e os fios de cabelo da bancada 2. Para esta análise foi feita uma simulação de extração de DNA utilizando morangos e padrões de bases nitrogenadas sequenciadas que foram supostamente extraídas das quatro suspeitas, do corpo da vítima, das duas amostras de sangue e do bulbo do fio de cabelo. Para analisar, os alunos compararam as bases nitrogenadas e chegaram a conclusão que uma das amostras de sangue era da vítima, a outra amostra de sangue batia com o teste de DNA da Carolina e o bulbo do cabelo pertencia à Rafaela.

Para extrair DNA do morango foi utilizado álcool, detergente, sal e água. A mistura foi colocada em um tubo de ensaio e os alunos observaram o DNA no sobrenadante.

Responsável: Rafaela

 

Conclusão:

No fim das análises, todos os alunos se reuniram a fim de formular a hipótese da perícia. Anotamos no quadro os resultados das análises e as hipóteses levantadas por cada grupo:

Evidência 1 (gotículas vermelhas)– Sangue da Carolina

Evidência 2 (Mancha vermelha no chão) – Sangue da vítima

Evidência 3 (Copo quebrado) – Digitais da Carolina

Evidência 4 (Líquido vermelho no copo) – Alunos supuseram ser vinho

Evidência 5 (Fios de cabelo) – Pertenciam à Rafaela

Evidência 6 (pegada) – Pertencia à Rafaela

 

Juntos, os alunos levantaram a hipótese de que a Carolina seria a assassina por conta de suas digitais na arma do crime e as gotas de sangue encontradas no chão e a Rafaela, dona dos fios de cabelo e das pegadas, fora sua cúmplice. A história contada por eles dizia que a vítima estava bebendo vinho quando entrou em uma briga com a Rafaela arrancando alguns fios do seu cabelo. Neste momento, Carolina pegou o copo da mão da vítima e o quebrou cortando seu dedo  e matando a vítima com o copo cortado.

 

Depois da hipótese levantada foi aberto o envelope com a descrição do ocorrido:

 

“A vítima estava no laboratório quando viu Carolina trocando mensagens no celular. A vítima arrancou o celular da mão de carolina para ver com quem ela trocava mensagens, gerando uma discussão acalorada entre as duas. Rafaela quando vê a cena entra na briga e acaba sendo agredida pela vítima tendo seus cabelos arrancados. No calor do momento, Carolina pega um copo que havia caído no chão e corta o pescoço da vítima . O ato resultou em sua morte porém, no processo, Carolina cortou seu dedo derramando sangue na cena do crime.”

 

Quer saber mais sobre?

E.M. Conjunto Praia da Bandeira

Telefone:  2465-1736 / 2465-0158

 

Contato para divulgação:


   
           



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