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Sexta-feira, 16/06/2017

Valorizando o conhecimento das Artes

Tags: 10ªcre, artes.

 


Estudar, produzir e expor: as Artes na escola, propiciando o desenvolvimento de novas e alargadas visões de mundo

A E/CRE (10.26.028) Escola Municipal Ginásio Professor Jorge Luiz Itaboraí de Almeida está localizada à Rua Alexis Carrel, s/n, Guaratiba. A Unidade atende a 13 turmas, com 483 alunos, do 7° ao 9° ano e Projeto de Aceleração. Tem como diretora a professora Jane Correa Brandão, como diretora adjunta, a professora Solange Maria da Silva, e como Coordenador Pedagógico, o professor Nelson Rangel Coutinho Neto.

A professora de Artes, Aline Valadão, tem realizado um trabalho voltado à valorização do conhecimento das Artes no contexto escolar. Tal trabalho se apoia em abordagens diferenciadas em sala de aula e na constante exposição de todas as produções artísticas das turmas, em locais da escola com grande circulação de público.

 

Alunos prestigiando os desenhos do rosto do Patrono de nossa Escola 

 

Segundo a professora Aline, o estudo das Artes nas escolas em geral é bem aceito pelos alunos. Grande parte deles costuma demonstrar satisfação na realização das tarefas, que normalmente envolvem as práticas do desenho, da pintura, do recorte e da colagem, da dança, do teatro, entre outras. E ainda que tais tarefas sejam orientadas por enunciados bem específicos e que sejam conduzidas conforme os objetivos traçados para cada aula, é evidente que, ao realizá-las, os alunos percebem que podem se colocar, expressar-se e manifestar algumas das suas visões de mundo.

Mas, na sua opinião, considerar que o ensino das Artes na educação básica limita-se apenas a este aspecto – o da liberdade de expressão e da consequente satisfação dos alunos, por manejarem materiais diversos e realizarem tarefas menos comuns nas outras disciplinas, é subestimá-lo.

— É bem verdade que as aulas de artes envolvem bastante trabalho prático e o ensino de técnicas específicas. Também é genuíno dizer que estimulamos e valorizamos a tomada expressiva e criativa de decisões, voltadas à produção das narrativas plásticas (ou cênicas ou musicais...) que são sugeridas. Ocorre, porém, que para produzir as suas próprias artes, os alunos necessitam atualizar constantemente o seu repertório artístico e cultural. Afinal, as boas ideias fluem com mais desenvoltura e maior qualidade, na medida em que se têm mais e melhores referências às quais recorrer. — afirma a professora Aline Valadão.

 

Alunos de 7° ano fazendo desenhos de natureza-morta por meio de observação

 


Todas as tarefas práticas propostas pela Professora Aline Valadão nas aulas de Artes têm sido acompanhadas dos respectivos embasamentos teóricos.

— Assim, com o subsídio teórico, podemos criar conexões entre o que estamos produzindo e o que os artistas famosos já fizeram. E passamos a conhecer cada vez mais obras, mais artistas e diferentes possibilidades artísticas. — comenta a professora

Na Unidade Escolar, a dimensão histórica da Arte também vem sendo explorada. Trabalhar com a linha do tempo da história da arte tem tido os intuitos de organizar cronologicamente os assuntos pertinentes à Arte em si, e de proporcionar aos alunos a oportunidade de compreenderem, de modo vasto, a existência de uma correlação entre determinadas manifestações artísticas e os modos de pensar e agir das sociedades de tempos e de espaços distintos.

Diante desse tipo de experiência, alguns alunos têm relatado que certos assuntos abordados nas aulas de História, Ciências e Geografia, por exemplo, ganham um novo sentido após coincidirem com as discussões e análises que eles têm vivenciado no campo da história da Arte.

Outra dimensão que a escola tem buscado destacar ao longo das aulas de Artes é a da Arte enquanto linguagem e enquanto produto cultural.

— Obras de arte podem ser “lidas”, desde que se tenha o devido conhecimento dos elementos que as constituem. E, para produzir as suas criações, os alunos também têm começado a atentar para os códigos que precisam utilizar, de maneira a transmitirem as mensagens que desejam, intencional e refletidamente. Tais elementos e códigos são produzidos e reproduzidos dentro dos contextos culturais em que nos inserimos. É importante que saibamos identificá-los. — afirma a professora

 

Alunas de 9° ano exibindo os livros que fizeram, com textos inspirados na literatura de cordel e capas ilustradas com gravuras feita a partir de matrizes de emborrachado

 

Além de abordar as múltiplas possibilidades da Arte em sala, com os alunos, a exibição das produções das turmas tem sido parte importante da estratégia de valorização do conhecimento artístico na escola. Desde o início do ano letivo de 2017, os trabalhos de Artes dos alunos vêm sendo expostos dentro do espaço escolar. 

 

Trabalhos variados expostos no pátio, sendo apreciados pelos próprios alunos

 

— A exposição das obras produzidas pelos alunos trouxe um novo colorido à escola, não somente visualmente, pois podemos observar mudanças significativas no comportamento dos alunos, que demonstram maios prazer em preservar e permanecer no espaço escolar. — afirma a diretora adjunta

Para a Professora Aline, tem sido gratificante perceber o quanto os alunos se orgulham de suas produções e o quanto valorizam e respeitam os trabalhos dos colegas.

Com as exposições constantes dos trabalhos no pátio, é trabalhada a autoestima dos alunos, estimulando que desejem se superar nas atividades, encorajando que se coloquem e que se comuniquem, através das suas produções de forma estética, crítica e ética, proporcionando o contato dos alunos de uma série com as criações das outras séries e, assim, ampliando o espectro de conhecimento de todos os envolvidos.

— Os trabalhos desenvolvidos pela professora Aline Valadão apresentam motivação, excelência, atratividade e competência. Sendo sua atuação de total empenho e dedicação em prol da educação de toda comunidade escolar, tornando todo ambiente alegre e harmônico. — afirma a diretora Jane Brandão.

 

Diretora Adjunta – Solange Silva, professora de Artes Plásticas – Aline Valadão e Diretora - Jane Brandão

 

Quer saber mais sobre as aulas de Artes?
Entre em contato com a Unidade Escolar.

E/CRE (10.26.028) E. M. Professor Jorge Luiz Itaboraí de Almeida
Telefones: 3317-3194
Email: empalmeida@rioeduca.net

 

 


 


   
           



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Segunda-feira, 05/06/2017

O Fantástico Mundo da Djanira

Tags: 10ªcre.

 

Na Creche Municipal Djanira Ramos chegou, chegou, tá na hora da alegria. Direção e professores envolvidos com o aprendizado dos alunos

 

A E/CRE (10.19.613) Creche Municipal Djanira Maria Ramos está localizada à Rua Cantinho da Bahia, s/nº – Paciência, zona oeste do Rio de Janeiro. A unidade atende 9 turmas com 84 alunos de creche e 150 alunos de Pré-escola. Tem como diretora a professora Claudia Valeria Andrade de Lima, como diretora adjunta, a professora Cleide Rosa Jotha de Freitas e como professora articuladora, a professora Natalia Iório da Silva.

 

Monteiro Lobato conta histórias e distribui livros

 

A equipe da creche procura proporcionar um ambiente saudável, tranquilo e aprazível, a fim de acolher alunos e seus responsáveis, sempre de forma calorosa e, acima de tudo, digna, procurando estabelecer uma maior integração família-creche, onde a proposta é a participação da família no dia a dia da creche.

— A brincadeira é primordial no aprendizado das nossas crianças e, além disso, estreitamos o laço dessa relação trabalhando o Projeto Político Pedagógico cujo tema é “Brinquedos e brincadeiras o resgate da boa Infância”, o qual foi criado pela equipe da Unidade Escolar com a proposta de oferecer um ambiente saudável voltado para o desenvolvimento de atividades, dando sentido à vida das crianças. Interagimos com diversos meios e induzimos a brincar, aprender e transformar a sua vida. Através da descoberta de habilidades, desenvolvemos o talento de cada um. — afirma a diretora.

 

A bruxa tia Márcia, as princesas e super-heróis

 

— O projeto anual surge das necessidades e curiosidades inerentes ao grupo ao longo do ano letivo anterior. As famílias expressam suas expectativas durante as participações nas atividades que são analisadas e inseridas pela equipe. O foco principal sempre é a brincadeira que proporciona um maior entrosamento, fazendo parte da rotina. — afirma a professora Natalia Iório.

O Projeto anual de 2017, cujo tema é “O fantástico mundo da Djanira”, resgata as lembranças da infância de cada um. Brincadeiras diversas são transformadas e inseridas no dia a dia. As atividades são simples, mas prazerosas, proporcionando um ambiente acolhedor, participativo e que reporta ao maravilhoso encantamento do mundo ao nosso redor.

 

Aluna da pré-escola falando da importância da água

 

Dia do brincar na creche com a família

 

O sucesso vem das atividades que envolvem as crianças em conhecimento e reconhecimento do mundo que os cerca, diversificando a rotina diária, enfocando hábitos essenciais a uma qualidade de vida primordial a todos.

— Os encontros com as famílias são sempre muito animados e participativos. Os responsáveis demonstram sempre interesse em participar e curtem esses momentos com as crianças, havendo, assim, um estreitamento dos laços familiares, que se concretiza todos os dias na entrada e saída dos alunos e nas propostas educativas, onde podemos perceber pessoas felizes e ansiosas por trocarem novas experiências. — afirma a diretora adjunta.

 

Esticando o esqueleto, curtindo o dia de presente.


Quer saber mais sobre o projeto?
Entre em contato com a Unidade Escolar.

E/CRE (10.19.613) Creche Municipal Djanira Maria Ramos
Telefone: 3158-7428 e 3158-7220
Email: cmdramos@rioeduca.net

 


   
           



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Sexta-feira, 02/06/2017

Aquele professor que faz a diferença

Tags: 10ªcre.

 

O talento do professor Roberto nas escolas municipais do Rio de Janeiro faz a diferença na vida dos alunos

 

A violência está cada vez mais assustadora na nossa cidade e, no dia 26 de maio de 2017, o professor Roberto de Oliveira Ferreira viveu mais um desses momentos difíceis enquanto estava no CIEP Roberto Morena, em Paciência, na comunidade Três Pontes. Ao começar um conflito na comunidade, o professor levou os alunos para o corredor da escola, onde costumam ficar durante os conflitos, pois ficam mais protegidos contra possíveis balas perdidas. Foi aí que protagonizou uma aula diferente com o seu violão, cantando músicas conhecidas pelos alunos, que entraram no clima e começaram a cantar junto.

 

Professor Roberto e os alunos no corredor do CIEP durante tiroteio na comunidade

 

O vídeo dessa cena foi publicado pelo secretário de Educação, Cesar Benjamin, e ganhou grande repercussão nas redes sociais, com muitos comentários de pessoas comovidas e emocionadas com o ato do professor. A postagem já foi compartilhada por mais de 6 mil pessoas.

— Essa situação provoca dois sentimentos distintos: a dor de estar acontecendo essa situação e a alegria do instrumento (violão) ter acobertado, escondido e alegrado as crianças naquele momento tão tenso. Que bom Deus ter me dado esse privilégio de ter o dom da música e poder fazer algo por essas crianças que tanto precisam. — afirma o professor

 

Equipe do CIEP Roberto Morena

 

Alunos do CIEP Roberto Morena com o professor Roberto

 

Atualmente, o professor de Educação Musical leciona nos CIEPs Roberto Morena e Major Manuel Gomes Archer, em Paciência e Santa Cruz, respectivamente. Em suas aulas, costuma utilizar flauta, pandeirola, triângulo, escaleta, ganzá, pandeiro, violão e chocalho. Em todas as aulas trabalha com o som de diversos instrumentos, o ritmo e a dança.

O professor Roberto, criado em Xerém, foi inspirado pelo avô, único músico da família, e se apaixonou pela música ainda criança, começando a tocar na igreja que frequentava na cidade natal. Com 15 anos, mudou-se para o interior de São Paulo, onde entrou para um seminário franciscano e aprendeu a tocar flauta, trompete e piano.

Após ganhar vários festivais, participar do coral profissional da Universidade Católica e criar uma escola de música em Xerém, prestou concurso público para o Município do Rio de Janeiro e, em 2003, começou a dar aulas na E. M. Aldebarã, em Santa Cruz. A maioria dos alunos da escola teve interesse em estudar flauta. Depois outros instrumentos também ganharam espaço e os próprios alunos começaram a confeccionar chocalhos e ganzás. Alguns familiares ajudaram a produzir um triângulo e um coco para serem usados nas aulas e, assim, surgiu uma pequena orquestra.

 

Professor Roberto lecionando

 

Em 2005, a escola participou pela primeira vez do Festival da Canção das Escolas Municipais – FECEM, com a canção "Bicho do Mato", composta pelo professor junto com os alunos. A escola venceu a competição, ganhou diversos troféus e prêmios e, a partir daí, foi criada a Orquestra de Flautas Estrela Maior.

Em 2009, o professor conquistou mais um título do festival, com o CIEP Roberto Morena, onde compôs com os alunos a canção "SOS Natureza".

Em 2014, na E. M. Professora Leocádia Torres, em Guaratiba, descobriu o talento da aluna Ana Emily e juntos, no FECEM, conquistaram o segundo lugar do festival e a aluna ganhou o prêmio na categoria Revelação, com apenas 6 anos de idade. A música apresentada foi "Um Futuro Mais Feliz".

Além desse maravilhoso trabalho realizado em todas as Unidades Escolares, o professor Roberto ainda comanda, com o auxílio de um ex-aluno, a banda do CIEP Roberto Morena, que participa de vários eventos da 10ª Coordenadoria Regional de Educação.

 

Banda do CIEP Roberto Morena com o comando do professor Roberto Ferreira

 

Quer saber mais sobre o trabalho do professor Roberto?
Entre em contato com a Unidade Escolar.

E/CRE (10.19.205) CIEP Roberto Morena
Telefone: 3364-7940
Email: cieprmorena@rioeduca.net

 


   
           



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Terça-feira, 30/05/2017

Na luta contra o mosquito

Tags: 10ªcre.

 

O EDI Carmen Fraga mobiliza a comunidade escolar contra o mosquito Aedes aegypti

 

O E/CRE (10.19.809) Espaço de Desenvolvimento Infantil Professora Carmen Fraga de Araújo atende a Educação Infantil nas modalidades Creche (Berçário, Maternal I e Maternal II) e Pré-escola I. Fica situado em Santa Cruz, zona oeste do Rio de Janeiro, e possui como diretora a professora Iracema Horta Salazar da Silva, e como diretora adjunta a professora Maria de Fátima Ferreira de Brito, que também exerce a função de Professora Articuladora.

 

Educadoras conversando com as crianças sobre o mosquito

 

A Unidade Escolar possui 6 turmas de horário integral atendidas por 6 professoras de Educação Infantil e 13 agentes de Educação Infantil. Procura oferecer aos alunos atividades que possibilitem o desenvolvimento global do ser humano, influenciando no processo de aprendizagem, o qual se dá de forma prazerosa, por meio de uma proposta pedagógica que reconheça suas necessidades físicas e de crescimento, psicológicas e emocionais, educativas e cognitivas.

— Trabalhamos em parceria com os familiares e a comunidade, para que possamos juntos atingir os objetivos propostos, estabelecendo vínculos e afetividade entre adultos e crianças e estas entre seus pares. — afirma a Diretora Iracema.

 

Alunos colocando areia no vaso de plantas e responsáveis confeccionando máscara “De olho no mosquito”

 

Em 2017, a Prefeitura do Rio de Janeiro lançou uma Campanha intitulada “Aqui o mosquito não se cria” cujo objetivo é o de mobilizar o envolvimento e a participação da comunidade escolar sobre esta temática e o EDI abraçou a proposta e passou a desenvolver atividades com as crianças que ressaltam e “esclareçam aspectos relacionados a transmissão das arboviroses e que favoreçam a sua prevenção.”, como proposto no Decreto Rio n° 42795, de 01/01/2017.

 

Alunos fazenda campanha contra o mosquito

 

Quer saber mais sobre o projeto?
Entre em contato com a Unidade Escolar.

E/CRE (10.19.809) EDI Professora Carmen Fraga de Araújo
Telefone: 3365-0825
Email: edicarmenfraga@rioeduca.net

 


   
           



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